1. Sugar Bee (Eddie Shuler) - 2:37
2. Shake It And Break It (Alan Wilson) - 2:34
3. That's All Right (Mama) (Arthur Big Boy Crudup) - 4:18
4. My Time Ain't Long (Alan Wilson) - 3:50
5. Skat (Alan Wilson) - 2:43
6. Let's Work Together (Wilbert Harrison) - 3:13
7. London Blues (Alan Wilson) - 5:28
8. So Sad (The World's In A Tangle) (Bob Hite, Alan Wilson, Harvey Mandel) - 7:55
9. Future Blues (Bob Hite, Alan Wilson, Harvey Mandel) - 3:00
10.Let's Work Together (Wilbert Harrison) - 2:48
11.Skat Single (Alan Wilson) - 2:41
12.Wooly Bully (Sam Samudio) - 2:32
13.Christmas Blues Canned Heat And The Chipmunks (Frank Cook, Larry Taylor, Henry Vestine, Al Wilson, Bob Hite Jr.) - 2:33
14.The Chipmunk Song (Christmas Don't Be Late) Canned Heat And The Chipmunks (Ross Bagdasarian) - 2:46
Bonus Tracks 10-14
.
Último Boogie de Alan Wilson: Canned Heat Incendeia em Future Blues!
Em 1970 o Canned Heat soltou Future Blues, o álbum que fechou a era clássica da banda com puro blues rock carregado de boogie elétrico, funky e swing pesado – um som mais cru, potente e rock’n’roll que nunca soou tão urgente.
Formação: Bob Hite detona nos vocais, Alan Wilson (última gravação dele) manda slide guitar, harmônica e vocais, Harvey Mandel assume a lead guitar no lugar de Henry Vestine, Larry Taylor segura o baixo e Adolfo “Fito” De La Parra explode na bateria – com Dr. John convidado no piano em uma faixa.
Destaques: o funky rocker “Let’s Work Together”, que ganhou airplay pesado e ainda toca hoje; o épico slow blues “London Blues” com piano de Dr. John e groove que esmaga; e o veloz “Future Blues”, um dos melhores blues rockers acelerados que a banda já escreveu. Tudo com slide flamejante, harp work insano, improvisos soltos e aquela fusão de boogie swing que só o Heat fazia.
Gravado logo após Woodstock com produção da própria banda e do manager Skip Taylor, o disco capturou o quinteto no auge da química. Foi o último registro com Alan Wilson, que morreu tragicamente semanas depois, em setembro de 1970 – e o crítico Robert Christgau já avisava: “vou sentir falta de discos assim”.
Em 1970 o Canned Heat soltou Future Blues, o álbum que fechou a era clássica da banda com puro blues rock carregado de boogie elétrico, funky e swing pesado – um som mais cru, potente e rock’n’roll que nunca soou tão urgente.
Formação: Bob Hite detona nos vocais, Alan Wilson (última gravação dele) manda slide guitar, harmônica e vocais, Harvey Mandel assume a lead guitar no lugar de Henry Vestine, Larry Taylor segura o baixo e Adolfo “Fito” De La Parra explode na bateria – com Dr. John convidado no piano em uma faixa.
Destaques: o funky rocker “Let’s Work Together”, que ganhou airplay pesado e ainda toca hoje; o épico slow blues “London Blues” com piano de Dr. John e groove que esmaga; e o veloz “Future Blues”, um dos melhores blues rockers acelerados que a banda já escreveu. Tudo com slide flamejante, harp work insano, improvisos soltos e aquela fusão de boogie swing que só o Heat fazia.
Gravado logo após Woodstock com produção da própria banda e do manager Skip Taylor, o disco capturou o quinteto no auge da química. Foi o último registro com Alan Wilson, que morreu tragicamente semanas depois, em setembro de 1970 – e o crítico Robert Christgau já avisava: “vou sentir falta de discos assim”.

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