via: live--is-life
Joe Bonamassa conquista o Sydney Opera House:
blues-rock ao vivo que faz o palco tremer!
Gravado ao vivo no lendário Sydney Opera House, na Austrália, em 2016 durante a turnê de Blues of Desperation, e lançado em 25 de outubro de 2019, Live At The Sydney Opera House é puro blues-rock visceral e cheio de força. São nove faixas que capturam a energia bruta de um show inesquecível num dos palcos mais icônicos do mundo.
Banda: Joe Bonamassa na guitarra e voz, Reese Wynans (ex-Stevie Ray Vaughan) nos teclados e órgão, Anton Fig na bateria, Michael Rhodes no baixo, mais Lee Thornburg no trompete, Paulie Cerra no sax e os vocais de apoio de Mahalia Barnes, Juanita Tippins e Gary Pinto.
Destaques: “This Train” abre com groove contagiante e plateia ligada; “Love Ain’t A Love Song” vira jam épica de mais de dez minutos com solo incendiário; e “Blues Of Desperation” ganha peso com metais afiados e intensidade total. É blues-rock dinâmico, com improvisos livres, guitarra flamejante, teclados sublimes e aquela química de banda que só rola ao vivo.
Curiosidade: o disco registra uma noite especial da turnê de 2016, quando Bonamassa e companhia levaram o melhor deles para o Patrimônio Mundial da Unesco — e Joe ainda para o microfone para falar da honra de tocar ali. Outro fato marcante: o show terminou com ovação de pé, virando um dos registros mais celebrados da carreira dele na Austrália.
Banda: Joe Bonamassa na guitarra e voz, Reese Wynans (ex-Stevie Ray Vaughan) nos teclados e órgão, Anton Fig na bateria, Michael Rhodes no baixo, mais Lee Thornburg no trompete, Paulie Cerra no sax e os vocais de apoio de Mahalia Barnes, Juanita Tippins e Gary Pinto.
Destaques: “This Train” abre com groove contagiante e plateia ligada; “Love Ain’t A Love Song” vira jam épica de mais de dez minutos com solo incendiário; e “Blues Of Desperation” ganha peso com metais afiados e intensidade total. É blues-rock dinâmico, com improvisos livres, guitarra flamejante, teclados sublimes e aquela química de banda que só rola ao vivo.
Curiosidade: o disco registra uma noite especial da turnê de 2016, quando Bonamassa e companhia levaram o melhor deles para o Patrimônio Mundial da Unesco — e Joe ainda para o microfone para falar da honra de tocar ali. Outro fato marcante: o show terminou com ovação de pé, virando um dos registros mais celebrados da carreira dele na Austrália.

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