01. Milk Cow Blues 3:44
02. Ring The Bells 2:20
03. Gotta' Get The First Plane Home 1:48
04. When I See That Girl Of Mine 2:11
05. I Am Free 2:29
06. Till The End Of The Day 2:21
07. The World Keeps Going Round 2:36
08. I'm On An Island 2:16
09. Where Have All The Good Times Gone 2:52
10. It's Too Late 2:32
11. What's In Store For Me 2:05
12. You Can't Win 2:41
02. Ring The Bells 2:20
03. Gotta' Get The First Plane Home 1:48
04. When I See That Girl Of Mine 2:11
05. I Am Free 2:29
06. Till The End Of The Day 2:21
07. The World Keeps Going Round 2:36
08. I'm On An Island 2:16
09. Where Have All The Good Times Gone 2:52
10. It's Too Late 2:32
11. What's In Store For Me 2:05
12. You Can't Win 2:41
.
The Kink Kontroversy: o disco em que The Kinks viraram lenda
Lançado em 26 de novembro de 1965, The Kink Kontroversy é o terceiro álbum de estúdio dos Kinks e marca a transição do rock bruto da invasão britânica para um som mais sofisticado, misturando blues, R&B e pop-rock observacional.
Ray Davies comanda os vocais e guitarras, ao lado de Dave Davies (guitarra e vocais em faixas como “I Am Free”), Pete Quaife no baixo e Mick Avory (e sessão de Clem Cattini) na bateria, com piano de Nicky Hopkins e produção de Shel Talmy.
Destaques: incluem o opener blues sujo “Milk Cow Blues” (cover de Sleepy John Estes com vocais compartilhados), o hit “Till the End of the Day” (riff poderoso no estilo dos primeiros singles) e a nostálgica “Where Have All the Good Times Gone”. O disco equilibra rockers agressivos com baladas e experimentações leves, como o pastiche calypso de “I’m on an Island”.
Gravado em poucos dias em outubro de 1965 nos Pye Studios, em Londres, o título ironiza a má fama da banda por brigas no palco e tumultos, que resultaram no banimento de shows nos EUA. Foi o primeiro álbum atraindo elogios da crítica como ponto de amadurecimento de Ray Davies.




