18 de maio de 2026

Climax Blues Band - World Tour (1976)

 

1. Together And Free / Amerita / Sense Of Direction – 9:52  
2. Running Out Of Time / Good Times Blues – 12:51  
3. Mighty Fire – 4:57  
4. Country Hat / Come On In My Kitchen (Robert Johnson) / Country Hat (Reprise) – 10:05  
5. Seventh Son (Willie Dixon) – 6:13  
6. Couldn’t Get It Right – 3:20  
7. Chasing Change – 4:51  
8. Using The Power – 4:15  
9. Goin’ To New York (Jimmy Reed) – 7:18  
10. All The Time In The World / Get Back (Lennon-McCartney) – 5:09  
11. Encore Medley: Drum Intro / Hey Mama / Let The Good Times Roll / Who Killed Mcswiggin / Get Into That Rock ’n’ Roll – 6:13
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Climax Blues Band em Chamas: World Tour 1976, o Live que Ainda Queima!
Imagine estar no meio de um show lotado em 1976, com o blues rock da Climax Blues Band explodindo no palco, misturado a influências quentes de jazz e boogie. World Tour 1976 captura exatamente essa energia pura: um registro ao vivo gravado no auge da banda, quando o sucesso de Gold Plated e o hit “Couldn’t Get It Right” já os transformavam em superstars do rock.
Formação Colin Cooper (vocais, sax, gaita e guitarra rítmica), Pete Haycock (guitarra lead e slide incendiária, vocais), Derek Holt (baixo e vocais), John Cuffley (bateria) e Richard Jones (teclados) —, o disco entrega improvisações épicas e fusões eletrizantes. 
Destaques: vão para o opener de quase 10 minutos “Together And Free/Amerita/Sense Of Direction”, um jam flamejante com interplay de Allman Brothers e licks de guitarra que cortam o ar; o monstro funky de 13 minutos “Running Out Of Time/Good Times Blues”, onde sax e guitarra se entrelaçam em groove irresistível; e o pesado “Mighty Fire”, puro blues rock com slide de Haycock em destaque.
Gravado inteiro em 16 de outubro de 1976 na Universidade de Nottingham durante a turnê mundial, o álbum era inédito até o relançamento da Major League Productions. Naquela época, a banda dividia palcos com ZZ Top, Aerosmith e Lynyrd Skynyrd, prestes a virar headliner — o momento exato em que o blues dava lugar ao funk, jazz e rock de alta voltagem, mas sem perder a alma. 

The Tribe – Neil Young Rascals 2023

 

01 – A Beautiful Morning
02 – Cinnamon Girl
03 – Groovin’
04 – How Can I Be Sure
05 – Like a Hurricane
06 – Mr. Soul
07 – My My Hey Hey
08 – Only Love Can Break Your Heart
09 – Rockin’ in the Free World
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Um encontro de lendas e hinos eternos

O álbum The Tribe – Neil Young Rascals 2023 é uma celebração vibrante do rock clássico, reunindo faixas icônicas que atravessam gerações e continuam a ecoar com força em 2023. Com uma sonoridade que mistura energia crua e melodias envolventes, o disco reafirma a vitalidade de um repertório que marcou a história da música.

Os músicos que participam do álbum The Tribe – Neil Young Rascals 2023 são parte de um coletivo de artistas de Los Angeles, reunindo nomes consagrados e integrantes da banda The Tribe. Entre eles estão guitarristas, baixistas, vocalistas e instrumentistas de destaque que já tocaram com lendas do rock e do soul.

Guitarristas: Grant Geissman (conhecido por seu trabalho com Chuck Mangione) e Fuzzbee Morse (que já colaborou com Lou Reed). Baixo: George Bunnell, integrante original da banda psicodélica Strawberry Alarm Clock. Sopros: Mark Pender e Joe Sublett, ligados à banda de Kenny Wayne Shepherd. Teclados: John “JT” Thomas (Bruce Hornsby, Rita Coolidge) no acordeão e órgão. Harmônica: Stanley Behrens, da banda War.

Destaques: brilham interpretações poderosas de “Cinnamon Girl” e “Like a Hurricane”, que trazem a intensidade característica de Neil Young, além da suavidade nostálgica de “Groovin’”, dos Rascals. A formação reúne músicos experientes que dão nova vida a clássicos, com arranjos que equilibram guitarras elétricas marcantes, vocais cheios de emoção e momentos de improviso que remetem às jam sessions dos anos 70. O resultado é uma fusão sonora que conecta o espírito rebelde do rock com a leveza do soul e do pop psicodélico.

Curiosidade: o projeto nasceu como uma homenagem às raízes do rock norte-americano, resgatando tanto a energia contestadora de Young quanto a vibração positiva dos Rascals. Além disso, faixas como “Rockin’ in the Free World” ganham ainda mais relevância no contexto atual, reafirmando seu papel como hino de resistência e liberdade.


17 de maio de 2026

Eduardo Pinilla Blues Band – Stress…Historias De Más De Una Vida 2021

 

1 Voy A Por Ti (Cazador II)
2 Tu Alma En Mi Piel
3 Stress
4 Solo Estamos Tú y Yo
5 Respira
6 Harto de Muros
7 Así Vivo Yo
8 Yolinda
9 Historia Irreverente
10 Se Nos Queda Dentro
11 Octubre En Madrid
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Eduardo Pinilla Blues Band: Stress… O Blues que Descarrega Uma Vida Inteira!
Stress…Historias De Más De Una Vida, o álbum de estreia da Eduardo Pinilla Blues Band, lançado em 2021 pela Rock CD Records.
A formação é compacta e afiada: Eduardo Pinilla (guitarra solo, voz principal e ritmo, estreando como cantor e produtor), Fernando García (teclados e piano), Dany García (baixo), Jorge Henríquez (bateria e percussão) e Cristina Lubián (backing vocals). 
Destaques: “Respira” (videoclipe com mensagem de força contra depressão e maus-tratos), o groove tenso da faixa-título “Stress” e o balanço rockero de “Voy A Por Ti (Cazador II)”. O som é quente, gravado com base ao vivo, cheio de guitarra cortante, teclados que dão cor e uma energia que transita entre blues clássico, rock and roll e toques de pop.
Curiosidade: as bases foram gravadas ao vivo no CES de Madrid em janeiro de 2020 e revisadas durante a pandemia, com Pinilla assumindo a produção. Depois de mais de 30 anos como guitarrista de Burning, passagem por Ñu, Coz e turnês com Luz Casal e Joaquín Sabina, este é o primeiro disco solo do mestre, com 11 composições próprias em espanhol – o blues que ele sonhava desde os anos 90 finalmente ganhou vida.

Van Morrison – Beyond Words (Instrumental) (2024)

 

1. Beyond Words (Instrumental) (5:24)
2. Jammin’ With Eddie (Instrumental) (5:05)
3. Driving On A Country Road (Instrumental) (6:41)
4. Breadwinner (Instrumental) (2:47)
5. Cool For Cats (Instrumental) (2:00)
6. Parisian Walkabout (Instrumental) (3:43)
7. So Complicated (Instrumental) (3:53)
8. Kerry Dancing (Instrumental) (3:22)
9. All Saints Beneficial (Instrumental) (4:26)
10. Celtic Voices (Instrumental) (3:43)
11. Mountains, Fields, Rivers & Streams (Instrumental) (5:09)
12. The Street (Instrumental) (4:57)
13. Far North (Instrumental) (4:05)
14. Time to Get Ready (Instrumental) (3:02)
15. Song of Home (Instrumental) (4:17)
16. 12 Bar Celtic (Instrumental) (3:04)
17. Greenwood Tree (Instrumental) (2:29)
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Van Morrison: Beyond Words – O Instrumental que Fala Sem Dizer Uma Palavra!
Van Morrison soltando 17 faixas puramente instrumentais, sem letra nenhuma, direto do baú de gravações inéditas que ele guardou por décadas. Beyond Words: Instrumental, lançado em 25 de agosto de 2023 pela Orangefield Records (seu novo selo de arquivos), é um mergulho no jazz, blues, funk e Celtic swing que o mestre sempre carregou no sangue.
A formação muda conforme a era, mas Morrison está em tudo: sax alto, guitarra acústica e elétrica, piano, gaita e scat vocal sem palavras. David Hayes aparece no baixo na maioria das faixas, com convidados de luxo como Eddy Ottenstein (guitarra), Mark Isham (teclados e synth), Pee Wee Ellis (sax) e até Paddy Moloney e Derek Bell (dos Chieftains) na final. 
Destaques: “Beyond Words”, com Van Morrison improvisando e scatando como se a voz fosse mais um instrumento; o groove elétrico de “Jammin’ With Eddie”, cheio de trocas de licks; e “Driving On A Country Road”, com seu balanço country-blues que faz a estrada passar. O som é orgânico, quente, com espaço para improvisos livres, sax cortante e toques celtas que flutuam.
Curiosidade: é o primeiro lançamento do selo Orangefield, criado exatamente pra resgatar esses tesouros gravados entre os anos 70 e 2000. Faixas como “Greenwood Tree” reúnem velhos parceiros dos Chieftains, provando que o espírito celta de Morrison nunca envelhece. Se você curte Van no modo puro instrumento e alma solta, bota no talo e deixa o blues falar sozinho!