01 – Nyama
02 – Hurriya (We Must Resist)
03 – Yagé
04 – Cumana Dub
05 – Sabir
06 – Tropikal Halal
07 – Yallah!
08 – Sahra Azul
02 – Hurriya (We Must Resist)
03 – Yagé
04 – Cumana Dub
05 – Sabir
06 – Tropikal Halal
07 – Yallah!
08 – Sahra Azul
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Psyché II: Grooves que Unem Alma, Resistência e o Mundo Todo!
O Psyché II, segundo álbum da banda napolitana Psyché, lançado em março de 2026 pela Four Flies Records, é puro groove psicodélico mediterrâneo com um pé firme no presente. Quase três anos depois do debut homônimo, o quarteto entrega um disco minimalista e hipnótico, ancorado em synths analógicos e baixos pulsantes que viajam fluidamente por cosmic funk, desert blues, cumbia, dub e jazz.
Os veteranos Marcello Giannini, Andrea De Fazio, Paolo Petrella e Roberto Porzio – figuras centrais da cena de Nápoles, com passagens por Nu Genea, Parbleu e Bassolino – criam faixas irresistíveis com poucos elementos, mas grooves profundos que grudam na alma.
Destaques: Hurriya (We Must Resist), com a participação incendiária de Ziad Trabelsi em árabe celebrando resistência; o dub cósmico de Yagé; e Yallah!, com Merve Daşdemir (ex-Altın Gün) cantando em turco sobre ritmos dançantes do Oriente Médio. É fusão pura, sem frescura.
Curiosidade: o disco ganha uma camada política sutil, transformando o Mediterrâneo num cruzamento vivo de culturas – Nápoles vira ponte entre África do Norte, Oriente Médio e ecos da América Latina. E o nome da banda? Vem do grego antigo para “alma” ou “mente”, e aqui isso faz todo sentido.
O Psyché II, segundo álbum da banda napolitana Psyché, lançado em março de 2026 pela Four Flies Records, é puro groove psicodélico mediterrâneo com um pé firme no presente. Quase três anos depois do debut homônimo, o quarteto entrega um disco minimalista e hipnótico, ancorado em synths analógicos e baixos pulsantes que viajam fluidamente por cosmic funk, desert blues, cumbia, dub e jazz.
Os veteranos Marcello Giannini, Andrea De Fazio, Paolo Petrella e Roberto Porzio – figuras centrais da cena de Nápoles, com passagens por Nu Genea, Parbleu e Bassolino – criam faixas irresistíveis com poucos elementos, mas grooves profundos que grudam na alma.
Destaques: Hurriya (We Must Resist), com a participação incendiária de Ziad Trabelsi em árabe celebrando resistência; o dub cósmico de Yagé; e Yallah!, com Merve Daşdemir (ex-Altın Gün) cantando em turco sobre ritmos dançantes do Oriente Médio. É fusão pura, sem frescura.
Curiosidade: o disco ganha uma camada política sutil, transformando o Mediterrâneo num cruzamento vivo de culturas – Nápoles vira ponte entre África do Norte, Oriente Médio e ecos da América Latina. E o nome da banda? Vem do grego antigo para “alma” ou “mente”, e aqui isso faz todo sentido.


