15 de outubro de 2026

Lefthand Freddy & The Aces - Out on the Road (Live) 1996

 

 1. Out on the Road (Live) - 2:29
 2. Lonely Man (Live) - 3:48
 3. Run Here Babe (Live) - 4:51
 4. Little Bit More Lovin' (Live) - 5:25
 5. Try Me One More Time (Live) - 4:02
 6. Somes Changes Made (Live) - 5:59
 7. Drinkin' Whiskey (Live) - 3:09
 8. What's Wrong with Me (Live) - 2:39
 9. Trouble in My Life (Live) - 5:24
10. Good for Back Luck (Live) - 2:33
11. Guitar on My Mind (Live) - 2:17
12. One More Thing (Live) - 1:46
13. Can't Get Enough (Live) - 3:37
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O ao vivo de 1996 em que Lefthand Freddy e os Aces 
registraram o blues holandês na estrada

Out on the Road (Live), de Lefthand Freddy & The Aces, saiu em 1996 pela Music & Words/Blue Kapibara: blues ao vivo, treze faixas, cerca de 48 minutos. Fred Reining, nascido em 1958, já tinha se apresentado solo no meio dos anos 1980 antes de formar o grupo no começo da década seguinte.

A formação registrada inclui Lefthand Freddy na guitarra e no vocal, Berend (Boogie B) Reining na guitarra, André van der Werf no baixo e no vocal, e Hans Waterman na bateria. O disco traz “Out on the Road”, “Lonely Man”, “Run Here Babe”, “Little Bit More Lovin’”, “Try Me One More Time”, “Somes Changes Made”, “Drinkin’ Whiskey” e o resto da tracklist, tudo marcado como live. Não há resenha grande separando destaques, mas a banda já tinha o primeiro CD, Buried in Blues, que virou item de colecionador.

O álbum foi lançado em 1996. A banda depois tocou na Bélgica, Alemanha e Itália, e passou por festivais como Gloucester Blues Festival, Leverkusener Jazztage e Sziget. O tecladista William Kooistra entrou no fim dos anos 1990 e aparece no quarto CD, Urban Blues Adventures.

Se gostou, veja também Buried in Blues e Urban Blues Adventures. Out on the Road (Live) está nas plataformas desde 1996 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify 



Joel Dasilva - Live at Revelry 2025

 

 1. Ollie's Bounce (Live) -  4:30
 2. Catfish Blues (Live) - 11:11
 3. Let's Not Fight, Let's Make Some Love (Live) -  5:36
 4. Lover's Rhumba (Live) -  6:04
 5. Boogie Real Low (Live) -  4:12
 6. Use Me (Live) -  4:26
 7. Killing Floor (Live) -  2:46
 8. The Closer (Live) -  1:00
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Oito faixas ao vivo do Revelry, em Pompano Beach, soltas em agosto de 2025

Live at Revelry, de Joel DaSilva, saiu em 1º de agosto de 2025: blues rock ao vivo, oito faixas, cerca de 40 minutos, gravado no Revelry, em Pompano Beach, Flórida. O fonograma é dele. A distribuição passou pela CDBaby.

DaSilva canta e toca guitarra. Nasceu e foi criado em Chicago, tem raízes brasileiras e toca no circuito da Flórida do Sul. O texto do próprio Revelry descreve o som como blues de Chicago, soul de Memphis e rock do sul. No disco, “Catfish Blues” estica até 11 minutos e 11 segundos. “Killing Floor” entra curto, com menos de três minutos. “Use Me”, “Lover’s Rhumba”, “Boogie Real Low” e “Let’s Not Fight, Let’s Make Some Love” completam o miolo. “Ollie’s Bounce” abre; “The Closer”, de um minuto, fecha. Não há resenha de veículo grande separando a formação da noite.

O álbum foi liberado em 1º de agosto de 2025, com o selo Joel DaSilva. Ele tem residência no Revelry — 227 S Federal Hwy, Pompano Beach — com shows regulares de rock e blues. Antes deste ao vivo, o disco de estúdio Against the Grain é de 2021.

Se gostou, veja também Against the Grain e os shows dele no Revelry. Live at Revelry está nas plataformas desde agosto — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



Willie Buck & The Secret 4 - Walk On In 2026

 

 1. Big Boss Man - 4:45
 2. Walk On In - 6:41
 3. Walk'n By Myself - 2:44
 4. Can't Be Satisfied - 4:31
 5. Lucky Lou - 3:10
 6. King Bee - 5:35
 7. Don't Let Worries Get You Down - 4:42
 8. Double Trouble - 6:22
 9. Willies Boogie - 5:15
10. That Same Thing - 4:18
11. Smoke Stack Lighting - 5:16
13. I Got You Baby - 5:29
14. Ever Change - 6:49
15. Wild Rock'n - 4:07
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Willie Buck & Secret 4 e o sax de Anthony Bruno

Walk On In, de Willie Buck & The Secret 4 com Anthony Bruno, saiu em setembro de 2026 pela Arrow: blues de Chicago, quinze faixas, cerca de 74 minutos. O fonograma é do próprio grupo. O digital chegou em 18 de setembro.

Buck canta. O Secret 4 é a banda instrumental de Chicago que já tinha gravado o ao vivo Lab Jam com ele em 2024, também na Arrow. Anthony Bruno entra no saxofone — o YouTube credita a faixa “Walk’n By Myself” a ele junto do grupo. Essa é um Jimmy Rogers, publicada pela BMG Platinum Songs. No resto da tracklist cabem “Big Boss Man”, “Can’t Be Satisfied”, “King Bee”, “Double Trouble”, “Smoke Stack Lighting”, “Chitlins Con Carne” e “Walk On In”. Não há resenha de veículo grande separando quem toca o quê em cada corte.

O álbum digital foi liberado em 18 de setembro de 2026. O show de lançamento foi em 20 de setembro no Buddy Guy’s Legends, em Chicago, com o vinil só naquela noite. Willie Buck nasceu Willie Crawford em Houston, Mississippi, chegou a Chicago em 1953 e entrou no Chicago Blues Hall of Fame em 2004. Antes deste disco, o Lab Jam (Live) com o Secret 4 saiu em novembro de 2024, também pela Arrow.

Se gostou, veja também Lab Jam (Live) e os discos clássicos de Chicago. Walk On In está nas plataformas desde setembro — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



14 de outubro de 2026

Gary Moore - Back To The Blues (2001)

 

1. The Blues Is Alright – 4:50
2. Too Tired – 5:05
3. Jumpin’ at Shadows – 4:40
4. Have You Heard – 5:20
5. Still Got the Blues (For You) – 6:05
6. Since I Met You Baby – 4:45
7. All Your Love – 5:10
8. The Prophet – 4:50
9. I Could Have Had Religion – 5:20
10. Oh Pretty Woman – 4:35
11. Walking By Myself – 3:50
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Depois de dois discos experimentais, 
Moore voltou ao blues elétrico com Mooney na bateria

Back to the Blues, décimo terceiro álbum solo de Gary Moore, saiu em 12 de março de 2001 pela Sanctuary: blues rock de dez faixas, 53 minutos e 25 segundos, a volta ao elétrico com que ele tinha feito nome desde 1990, depois de dois discos mais experimentais. O anterior na cronologia é A Different Beat, de 1999.

Moore canta e toca guitarra. No baixo está Pete Rees, nos teclados Vic Martin, e na bateria Darrin Mooney, primeira gravação de estúdio do baterista com ele; Mooney ficaria nos dois álbuns seguintes e no projeto Scars. Metais só entram em “You Upset Me Baby”, de B.B. King: trompete de Martin Drover, sax tenor de Frank Mead e Nick Pentelow, sax barítono de Nick Payn, arranjo de Moore e Payn. 

A AllMusic, na resenha de Hal Horowitz, coloca o disco na linha de Still Got the Blues, After Hours e Blues Alive, seis anos depois do tributo a Peter Green, e aponta os solos sustentados e o trio enxuto. O Musoscribe destaca a abertura “Enough of the Blues”, só voz e dobro no começo, e “Looking Back”, de Johnny “Guitar” Watson, com o órgão de Martin. No meio há ainda “Stormy Monday”, de T-Bone Walker, e “I Ain’t Got You”, de Calvin Carter.

A produção é de Moore e Chris Tsangarides; a capa é Moore no depósito de bondes de Therapia Lane, em Croydon. O álbum saiu em 12 de março de 2001, SANCD072 no Reino Unido, e foi o primeiro de estúdio com Mooney, que seguiria na cadeira até Scars; em 2017 as dez faixas reapareceram na compilação Blues and Beyond.

Se gostou, veja também Still Got the Blues e Blues for Greeny. Back to the Blues está no Spotify (https://open.spotify.com/album/6AYLIj7kgFGZiXpbF9q7kT) — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



Morgan Freeman – Morgan Freeman’s Symphonic Blues Experience (2026)

 

01. Dark Was the Night, Cold Was the Ground (2:49)
02. Crossroads (3:36)
03. Death Letter Blues (4:01)
04. Dust My Broom (2:38)
05. The Thrill Is Gone (4:10)
06. Cadillac Assembly Line (3:44)
07. Somebody’s Knockin’ (3:49)
08. Traveling Riverside Blues (3:42)
09. I’ll Take You There (3:09)
10. Love Me Or Leave Me (4:16)
11. Someday (4:04)
12. I Lied To You (From “Sinners”) (3:27)
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Doze faixas de Delta com orquestra, narradas por Morgan Freeman e gravadas no Royal Studios

Morgan Freeman’s Symphonic Blues Experience saiu em agosto de 2026 pela Decca, com a Chineke! Orchestra: doze faixas que atravessam cerca de cem anos de blues, do Delta do Mississippi ao cinema. Freeman não canta. Ele narra e co-produz, com Eric Meier, sócio dele no Ground Zero Blues Club, em Clarksdale.

O disco abre com “Dark Was the Night, Cold Was the Ground”, ligado ao Blind Willie Johnson de 1927, com Keith Johnson. Taj Mahal canta e toca slide em “Death Letter Blues”, de Son House — o primeiro single, solto no Juneteenth. Keb’ Mo’ entra em “Cadillac Assembly Line”. Shemekia Copeland faz “Traveling Riverside Blues”. Alvin Youngblood Hart aparece em “The Thrill Is Gone”. Super Chikan em “Crossroads”, Lady Adrena em “Dust My Broom”, Anthony “Big A” Sherrod em “Somebody’s Knockin’”. “I’ll Take You There” traz Tiernii Jackson com o coro da Stax Music Academy. Fecha com “I Lied to You”, da trilha de Sinners. Lawrence “Boo” Mitchell supervisionou as sessões no Royal Studios, em Memphis.

Freeman disse que ouviu blues pela primeira vez na varanda da avó, no Delta. O single de Juneteenth com Taj Mahal saiu antes do álbum; as gravações foram no Royal Studios, com a orquestra da Chineke! e a produção compartilhada com Meier. Os shows ao vivo começaram em julho de 2025; em 2026 ainda restavam datas em Memphis e Gulfport. O lançamento oficial pela Decca foi em agosto.

Se gostou, veja também os discos de Taj Mahal, Keb’ Mo’ e Shemekia Copeland. O álbum está nas plataformas desde agosto — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify