1 de março de 2026

Mark Knopfler & EmmyLou Harris – Arena di Verona – 2006

 

Disc 1:
1. Right Now
2. Red Staggerwing
3. Michelangelo
4. I Dug Up A Diamond
5. Born To Run
6. Red Dirt Girl
7. Band Introduction
8. Done With Bonaparte
9. Romeo And Juliet
10. Song For Sonny Liston

Disc 2:
1. Belle Star
2. This Is Us
3. Boulder To Birmingham
4. All The Roadrunning
5. Speedway At Nazareth
6. If This Is Goodbye
7. So Far Away
8. Our Shangri-LA
9. Why Worry
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Dueto Inesquecível na Arena Romana: Mark Knopfler e Emmylou Harris Ao Vivo em Verona (2006)
Este bootleg, gravado em 3 de junho de 2006 na icônica Arena di Verona, captura a turnê europeia promovendo "All the Roadrunning", álbum colaborativo de Mark Knopfler e Emmylou Harris. O estilo mescla folk-rock suave com toques de country e blues, destacando vocais harmoniosos e guitarras magistrais em arranjos intimistas e energéticos.
Pontos altos: incluem faixas como "Romeo & Juliet" (clássico de Knopfler com solo hipnótico), "Boulder To Birmingham" (balada emotiva de Harris) e duetos vibrantes como "I Dug Up A Diamond" e "This Is Us". A banda estelar conta com Knopfler (guitarra, vocais), Harris (vocais, violão), Guy Fletcher (teclados, ex-Dire Straits), Richard Bennett (guitarra/bouzouki), Glenn Worf (baixo), Danny Cummings (bateria), Matt Rollings (teclados/acordeão) e Stuart Duncan (violino/mandolina), criando um som rico e orgânico.
Curiosidade: o álbum de estúdio foi gravado esporadicamente ao longo de sete anos (2000-2006), refletindo uma parceria paciente e criativa. Outro detalhe fascinante: transmitido via FM com qualidade excelente, o bootleg "Making History" revive o espírito da turnê em um anfiteatro romano milenar, misturando história e música atemporal.

Kitaro – Dream 1992

 

1. Symphony of the Forest (4:43)
2. Mysterious Island (3:40)
3. Lady of Dreams (8:17)
4. A Drop of Silence (2:56)
5. A Passage of Life (8:00)
6. Agreement (6:31)
7. Dream of Chant (3:53)
8. Magical Wave (3:06)
9. Symphony of Dreams (5:44)
10. Island of Life (9:41)
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Kitaro e Jon Anderson em "Dream" (1992)
"Dream", álbum de 1992 do pioneiro japonês Kitaro, funde sintetizadores etéreos, flautas, guitarras e percussões exóticas em um som new age instrumental com toques de world music e rock progressivo. Com 10 faixas totalizando 56 minutos, o disco explora temas de amor transcendental e espiritualidade, criando paisagens sonoras hipnóticas e relaxantes.
Destaques: incluem as colaborações vocais de Jon Anderson (Yes) em "Lady of Dreams", "Agreement", "Dream of Chant" e "Island of Life", adicionando camadas líricas poéticas e vocais angelicais. Kitaro lidera como compositor e arranjador, com músicos como Hiroshi Araki e Jimmy Haun nas guitarras, Kristin Stordahl Kanda na flauta, Ty Burhoe no tabla e arranjos de cordas por Reijiro Koroku, enriquecendo o som com influências globais.
Curiosidade: foi a primeira vez que Kitaro incorporou canto lírico em um álbum, com Anderson escrevendo as letras enquanto Kitaro compunha a música, gravado nos EUA para capturar uma fusão cultural. 
Detalhe: lançado pela Geffen, o disco marcou uma ponte entre o new age oriental e o rock ocidental dos anos 90, inspirando gerações de música ambiental.

28 de fevereiro de 2026

The Doors – The Singles (2017)

 

01. Who Do You Love
02. Soul Kitchen
03. Hello, I Love You
04. People Are Strange
05. Riders On The Storm
06. Touch Me
07. Love Her Madly
08. Love Me Two Times
09. Take It As It Comes
10. Moonlight Drive
11. Light My Fire
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The Doors em "The Singles" (2017)
rock psicodélico de "The Singles", lançado em 2017 pela Rhino, é uma compilação épica que reúne os A e B-sides de todos os 20 singles americanos da banda, em versões mono e stereo remasterizadas. Com influências de blues, jazz e poesia lisérgica, o álbum captura o som inovador que definiu os anos 60 e 70, totalizando 44 faixas cheias de energia mística e riffs hipnóticos.
Destaques: incluem hinos como "Light My Fire" (com órgão icônico de Ray Manzarek), "Riders On The Storm" e "Hello, I Love You", além de raridades como "Who Scared You" e covers como "Who Do You Love". A formação lendária — Jim Morrison (vocais carismáticos), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria) — brilha em arranjos únicos, com B-sides estreando em CD.
Curiosidade: o processo de remasterização celebrou o 50º aniversário do debut da banda, resgatando mixes mono raros enviados para rádios na época. Outro detalhe fascinante: inclui faixas pós-Morrison (1971), como "The Mosquito", gravadas pelo trio sobrevivente, estendendo o legado até os anos 80.

The Rolling Stones – Sticky Fingers Live At The Fonda Theatre (2017)

 

01. Start Me Up (Live)
02. When The Whip Comes Down (Live)
03. All Down The Line (Live)
04. Sway (Live)
05. Dead Flowers (Live)
06. Wild Horses (Live)
07. Sister Morphine (Live)
08. You Gotta Move (Live)
09. Bitch (Live)
10. Can’t You Hear Me Knocking (Live)
11. I Got The Blues (Live)
12. Moonlight Mile (Live)
13. Brown Sugar (Live)
14. Rock Me Baby (Live)
15. Jumpin’ Jack Flash (Live)
16. I Can’t Turn You Loose (Live)
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The Rolling Stones em Sticky Fingers Live no Fonda Theatre (2017)
"Sticky Fingers Live At The Fonda Theatre 2017" captura a essência crua do rock'n'roll clássico, com toques de blues e country, em uma performance ao vivo explosiva. Gravado em 2015 no intimista Fonda Theatre (apenas 1.350 assentos), o álbum revive o icônico "Sticky Fingers" de 1971, mais bônus energéticos, totalizando 16 faixas cheias de groove e atitude.
Destaques: incluem clássicos como "Brown Sugar" e "Wild Horses", com riffs afiados de Keith Richards e vocais hipnóticos de Mick Jagger. A banda — Jagger, Richards, Ronnie Wood, Charlie Watts e músicos de apoio como Darryl Jones no baixo — entrega versões raras e intensas, como "Sister Morphine" e "Moonlight Mile", com som vivo e improvisos que capturam a magia do palco.
Curiosidade: essa foi a primeira vez que os Stones tocaram o álbum inteiro ao vivo, abrindo sua turnê Zip Code de 2015 com um show surpresa. Outro detalhe fascinante: lançado em formatos variados (CD, DVD, vinil), o registro destaca o contraste entre arenas gigantes e esse venue pequeno, revivendo o espírito rebelde dos anos 70 em plena era digital.