18 de setembro de 2026

Lavelle White - It Haven't Been Easy 1997

 

 1. I've Never Found a Man to Love - 3:47
 2. Lay Down Beside Me - 4:34
 3. Don't Let My Baby Ride - 4:03
 4. Wootie Boogie - 2:55
 5. A Little Bit of This, a Little Bit of That - 4:27
 6. Mississippi, My Home - 5:08
 7. Automatic Love - 3:47
 8. Black Widow Spider - 3:56
 9. Oh What a Feeling - 3:18
10. It Haven't Been Easy - 4:51
11. Can't Take It (I Don't Give a Damn) - 3:59
12. Those Lonely Lonely Nights - 2:29
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A voz que chegou inteira, sem pressa

It Haven’t Been Easy, de 1997, é soul blues de Austin: Miss Lavelle White canta R&B texano com sotaque de Memphis, sem firula. Nove das doze faixas são dela.

Derek O’Brien produz e toca guitarra. Clarence Hollimon, parceiro de Houston desde os anos 50, entra no instrumento. Mark Kazanoff sopra os metais. George Raines segura a bateria. Stuart Sullivan grava o disco limpo. “I’ve Never Found a Man to Love” revira Eddie Floyd. “Wootie Boogie” empurra o salão. “Mississippi, My Home” e “Lay Down Beside Me” andam mais lentas, voz cheia no meio do groove.

O som é de clube: metais, baixo firme, guitarra no ponto certo.No meio das sessões, Lavelle soube da morte de Johnny “Guitar” Watson e gravou “Those Lonely Lonely Nights”. 

O disco saiu pela Antone’s/Texas Music Group três anos depois do primeiro álbum dela, Miss Lavelle, quando ela já tinha 65 anos e décadas de compactos pela Duke nas costas.

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Paul Reddick & The Gamblers - Alive In Italia 2020

 

 1. Elizabethville - 8:08
 2. Sleepy John Estes - 7:13
 3. Pinegum - 4:26
 4. Mourning Dove - 6:04
 5. Gotta Find A - 3:25
 6. Pearl River - 5:27
 7. Villanelle - 7:33
 8. The Other Man - 6:23
 9. Blue Wings - 8:20
10. Smokehouse - 7:52
11. I'm A Criminal - 7:37
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Alive no Tornielli: o blues atravessou o oceano

Alive In Italia, de Paul Reddick & The Gamblers, é um álbum ao vivo de blues contemporâneo gravado em 10 de novembro de 2019 no Museo Tornielli, em Ameno, no Piemonte

Onze canções do próprio catálogo de Reddick saem com voz rouca, gaita de corte chicagoense e o peso de duas guitarras que se cruzam sem pressa.

No palco estão Steve Marriner e Tony D, do MonkeyJunk, Gab D no baixo e Andrea Costanzo na bateria; Fabio Marzaroli entra na guitarra só em The Other Man. Sleepy John Estes caminha em rub shuffle, Pinegum aperta o funk e Mourning Dove segura a urgência no osso. 

O som é grosso e atmosférico, com solos de tom e timing, gaita lavando Villanelle e letras poéticas que vêm de Rattlebag, do disco homônimo de 2004 e do Juno Ride The One. 

A formação nasceu quando Reddick e o MonkeyJunk alongaram a turnê europeia e voltaram um ano depois para aquele teatro de vigas de madeira.

O baixista Gabriele Dellepiane gravou a noite para divulgação e a qualidade fez o show virar álbum; Steve Marriner mixou as faixas no período da covid. 

O disco saiu em julho de 2020 pela Stony Plain, e o encerramento I'm A Criminal já havia soado num comercial da Coca-Cola.

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17 de setembro de 2026

Roy Roberts - Nothin' but the Blues 2020

 

 1. I Got a Gypsy Woman - 3:39
 2. Why Didn't You Come Home - 5:28
 3. Can't Have It Your Way - 3:06
 4. Dirty Old Man - 3:51
 5. The Next Time - 5:03
 6. Singing Another Blues Song - 3:33
 7. I'm a Real Blues Man - 4:04
 8. I'll Be Your Plumber Man - 3:46
 9. Your Troubling Mind - 4:26
10. Just One More Blues Song (feat. Mark Van Mourik) - 3:39
11. What Should I Do - 4:52
12. Have You Seen My Baby - 3:24
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Doze faixas que o próprio Roy escolheu

Em 2020, Roy Roberts lançou só no digital Nothin’ But The Blues, compilação de doze faixas do próprio acervo, soul blues com metais, órgão e guitarra no ponto. 

O veterano de Livingston, Tennessee, radicado em Greensboro, já tocou atrás de Solomon Burke, Otis Redding e Eddie Floyd.“I Got a Gypsy Woman” abre com riffs de guitarra, órgão e sopros que empurram o groove. “Dirty Old Man” traz o slide de Bob Margolin, antigo sideman de Muddy Waters, e o Hammond de Skeeter Brandon. “I’m a Real Blues Man” anda no jump, piano tilintando e voz solta. 

A produção sai nítida, os arranjos equilibrados, a guitarra de Roberts nunca tapa o conjunto.As faixas foram gravadas no estúdio Rock House Records, em Greensboro. Mark Van Mourik, músico holandês que Roberts acolheu em turnês pela Europa, assina a letra de “Just One More Blues Song”. 

O disco saiu em novembro de 2020, no mesmo período em que o músico colocou nas plataformas seu primeiro single de Natal pelo próprio selo.

Tito & Tarantula – Andalucia (2002)

 

01. Missed Your Eyes
02. It’s My Mistake
05. Torn To Pieces
06. Hey Hey Hey Whaddya Say
07. Bullets From A Gun
08. Make Me
09. My Power Is In Your Hands
10. Ready Made
11. Effortless
12. In Between
14. La Flor De Mal (Bonus Track)

Bonus CD – Malaga Acoustic Session:
15. You’re The One I Love (Malaga Acoustic Session)
16. In Between (Malaga Acoustic Session)
17. Make Me (Malaga Acoustic Session)
18. Torn To Pieces (Malaga Acoustic Session)
19. Mexican Sky (Malaga Acoustic Session)
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Andalucia: o deserto de L.A. gravado na Espanha

Quarto disco do Tito & Tarantula, Andalucia saiu em 4 de março de 2002 pela Goldrush/BMG: chicano rock, blues e stoner, agora com piano e duas guitarras na frente.

Tito Larriva canta, segura o ritmo e o teclado de um dedo. Peter Atanasoff e Steven Hufsteter — o segundo veio dos Cruzados — cruzam os solos. Io Perry assume o baixo no lugar de Jennifer Condos. Marcus Praed entra no piano, na mesa e na mixagem. Johnny “Vatos” Hernandez segura a bateria. 

O produtor assina BigDaddyT. para na balada “You’re the One I Love”. A Visions aponta “California Girl”, “Mexican Sky” e “Torn to Pieces”. 

A Plattentests.de ainda puxa “Bullets From a Gun” e a sessão acústica de Málaga. “La Flor de Mal”, no bônus, é cover dos Cruzados, de Larriva e Hufsteter.

No fim de 2001 o grupo se tranca num sítio em Málaga, no El Cortijo, e fecha as fitas no Eraserhead e no Coney Island, em Glendale, e no Electromos, em Osnabrück; Gavin Lurssen masteriza em Hollywood. A edição alemã limitada vem em dois CDs, com o Malaga Acoustic Session — cinco faixas no estúdio, Vatos fora, Achim Färber na caixa — e o clipe de “California Girl”.

16 de setembro de 2026

Robin Banks - Honestly 2001

 

1. Don't Ya Love Me Like That? (3:44)
2. The Whiskey Song (4:35)
3. Thinkin' 'Bout You (4:40)
4. Work It Out (2:51)
5. I'm In Love With Another Man (3:11)
6. I Need A Lovin' Man (3:46)
7. Honestly (3:38)
8. None 'A Nothin' (5:36)
9. My Kinda Lover (4:46)
10. Hold On To My Baby Tonight (3:32)
11. I'd Be Everything To You (4:57)
12. Evil Things (2:59)
13. Thunder And Lightnin' (3:21)
14. I Say A Little Prayer (4:31)
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De Ontário a Dallas, sem maquiar o blues

Honestly (2001) é o segundo disco de Robin Banks: blues elétrico moderno, com soul no canto. AllMusic registra o álbum no selo Robin Bank$ / SOCAN; no Deezer a ficha traz copyright de Beverly Banks e 14 faixas, 56 minutos.

Banks cresceu a uns 80 km de Detroit, ouviu Motown, estudou jazz na faculdade e, em 1992, montou The Robin Banks Blues Band. O estreia Permanent Record (AllMusic: 1998, Mohog Music) rodou rádio fora do Canadá e, em 1997, a Robin Bank$ Blues Band levou o Maple Blues Award de New Artist of the Year. 

Em 1999 ela muda para Dallas e refaz a banda. Em Honestly entram nomes da cena local: Sam Myers, Hash Brown, Pat Boyack, Randy McAllister e Holland K. Smith. 

A lista fecha com “I Say a Little Prayer”, de Burt Bacharach e Hal David. Nenhuma resenha sólida isolou faixa deste disco.A gravação é de Dallas, depois da mudança de 1999, com esse elenco texano. No ano seguinte sai After Dark, também no próprio selo.