24 de agosto de 2026

Tyrone Vaughan - Still Raisin' Cane: Tribute To Johnny Winter 2014

 

 1. Exclusive Interview (Vaughan, Knight, & Michaux)
2. Memory Pain
3. Thunderbird
4. Keep On Runnin'
5. Rock N' Roll People
6. Come On Johnny
7. Sixty-One Salute
8. Hustle Down N' Texas
9. World N' Trouble
10. Johnny Winter B. Goode

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O herdeiro Vaughan e o primo do blues acendem o fogo de Johnny Winter

Tyrone Vaughan e Josh Knight lançam em 2014 Still Raisin’ Cain: Tribute to Johnny Winter, um tributo carregado de rock e blues no mais puro estilo texano.

O disco une o sobrinho de Stevie Ray Vaughan e filho de Jimmie Vaughan, Tyrone, às guitarras de Josh Knight, num time que entrega solos afiados e energia crua de Texas. 

Faixas como “Thunderbird”, “Johnny Winter B. Goode” e “World N’ Trouble” explodem em riffs de Stratocaster, grooves pesados e improvisações que misturam o rock de Winter com o blues rural que corre nas veias da família Vaughan. A sonoridade é direta, suada e cheia de atitude, com guitarras frontais e ritmo que não dá trégua. 

Curiosidade: o próprio Stevie Ray Vaughan presenteou Tyrone com sua primeira guitarra aos cinco anos de idade, plantando a semente que floresce aqui ao lado de Knight.

Os dois músicos se uniram após descobrirem laços familiares distantes e lançaram o álbum como homenagem direta ao legado de Johnny Winter. O título ecoa o disco Raisin’ Cain de Winter de 1980, fechando um círculo entre gerações do blues-rock texano.

Eric Clapton e Steve Winwood - Live From Madison Square Garden 2009

 

1.Had to Cry Today(Blind Faith cover)
2.Low Down(J.J. Cale cover)
3.After Midnight(J.J. Cale cover)
4.Presence of the Lord(Blind Faith cover)
5.Glad(Traffic cover)
6.Well.... All Right(Buddy Holly cover)
7.Tuff Luck Blues(Big Maceo cover)
8.While You See a Chance(Steve Winwood cover)
9.Key to the Highway(Charles Segar cover)
10.Midland Maniac(Steve Winwood cover)
11.Cross Road Blues(Robert Johnson cover)
12.Georgia (on My Mind)(Hoagy Carmichael and His Orchestra cover)
13.Driftin' Blues(Johnny Moore’s Three Blazers cover) (acoustic)
14.How Long Blues(Leroy Carr cover) (acoustic)
15.Layla(Derek and the Dominos cover) (acoustic)
16.Can't Find My Way Home(Blind Faith cover) (acoustic)
17.Gimme Some Lovin'(The Spencer Davis Group cover)
18.Voodoo Chile(The Jimi Hendrix Experience cover)
19.Cocaine(J.J. Cale cover)
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Quando dois gigantes do rock reencontraram 
o fogo perdido no Madison Square Garden

Live from Madison Square Garden, lançado em 2009, captura a química ao vivo de Eric Clapton e Steve Winwood em blues rock puro, gravado durante três noites históricas em Nova York.

No palco, Clapton nas guitarras e vocais se une a Winwood no Hammond, piano, guitarra e voz, com Willie Weeks no baixo, Chris Stainton nos teclados e Ian Thomas na bateria, formando uma unidade sólida que troca solos e vocais de forma equilibrada. 

Faixas como a abertura “Had to Cry Today”, a intensa “Voodoo Chile” de quase 16 minutos e a emotiva “Can’t Find My Way Home” definem o disco, misturando improvisações longas, grooves relaxados e faíscas de virtuosismo em covers de Blind Faith, Traffic, Hendrix e J.J. Cale. 

A gravação nasceu da química que voltou a brilhar depois de um jam no Crossroads Festival de 2007, quase 40 anos após a breve experiência no Blind Faith, e o resultado é um encontro sem ego, focado no prazer de tocar juntos.

Na véspera da morte de Buddy Miles, os dois tocaram “Them Changes” e ele ouviu a performance pelo celular de um amigo, o que levou a uma dedicatória especial no show seguinte. O álbum marca o primeiro registro ao vivo de Winwood como artista solo e o nono de Clapton, selando o reencontro oficial após décadas.

23 de agosto de 2026

Glenn Hughes – Blues (L.A. Blues Authority Volume II) 1992

 

1. The Boy Can Sing the Blues
2. I’m the Man
3. Here Come the Rebel
4. What Can I Do for Ya?
5. You Don’t Have to Save Me Anymore
6. So Much Love to Give
7. Shake the Ground
8. Hey Buddy (You Got Me Wrong)
9. Have You Read the Book?
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Glenn Hughes Volta em 1992!

Em 1992, L.A. Blues Authority Volume II: Glenn Hughes – Blues explode como um poderoso álbum de blues rock (com toques de hard rock), reintroduzindo a voz inconfundível de Glenn Hughes após anos de ausência solo. 

Hughes comanda os vocais e o baixo em várias faixas, ao lado de Tony Franklin no baixo, Gary Ferguson na bateria, Craig Erickson na guitarra rítmica e Mark Jordan nos teclados. Destaques como “The Boy Can Sing the Blues” (com solos de John Norum e Warren DeMartini), “I’m the Man” e “Have You Read the Book?” (com Mick Mars) brilham em improvisações de guitarra afiadas e fusões energéticas de blues-rock, graças a convidados como Richie Kotzen, Mark Kendall e outros. 

O som é cru, visceral e cheio de soul, capturando a intensidade de um comeback autêntico. Gravado e mixado em apenas duas semanas no início de outubro de 1992, o disco refletiu a transformação pessoal de Hughes pós-recuperação. Foi o ponto de partida de uma fase altamente produtiva em sua carreira, dedicado aos fãs com a mensagem “It’s good to be back, one day at a time.”

Joan Osborne • Songs of Bob Dylan 2017

 

 01. Tangled Up In Blue 5:43
 02. Rainy Day Women # 12 & 35 4:05
03. Buckets Of Rain 3:55
 04. Highway 61 Revisited 4:19
 05. Quinn The Eskimo (The Mighty Quinn) 4:20
 06. Tryin' To Get To Heaven 4:26
 07. Spanish Harlem Incident 2:56
 08. Dark Eyes 4:02
 09. High Water (For Charley Patton) 3:53
 10. You're Gonna Make Me Lonesome When You Go 4:12
 11. Masters Of War 4:23
 12. You Ain't Goin' Nowhere 3:15
 13. Ring Them Bells 3:13
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Joan Osborne vestiu Dylan de blues e soul

Em setembro de 2017, Joan Osborne lançou Songs of Bob Dylan, um álbum de folk rock que revisita 13 canções do catálogo de Bob Dylan com interpretações carregadas de emoção e rearranjos que revelam facetas inéditas das letras. 

A formação principal é liderada por Joan Osborne nos vocais, ao lado dos co-produtores Jack Petruzzelli (guitarras acústicas, elétricas, slide, barítono e percussão) e Keith Cotton (piano, Wurlitzer, órgãos Hammond), com reforços de Aaron Comess na bateria, Richard Hammond no baixo e Andrew Carillo nas guitarras e sitar. 

Entre as faixas que saltam aos ouvidos estão “Rainy Day Women #12 & 35”, transformada num blues swampy lento e úmido com slide guitar cortante, longe do clima de festa da original; “Highway 61 Revisited”, desacelerada num rock sulista denso e propulsivo que ganha peso de bayou; e “Tangled Up in Blue”, que recebe um toque soul com Wurlitzer de Cotton e a voz aveludada de Osborne trazendo calor íntimo sem mudar a narrativa. 

O som do disco equilibra instrumentação enxuta — piano e violão em “Buckets of Rain” e “Ring Them Bells” — com fusões de gospel, soul e blues que valorizam as letras com contenção e profundidade emocional, resultado de sessões intensas de apenas cinco dias. 

Uma curiosidade da gravação: a maior parte das bases foi captada em analógico no Lake House Recording Studio, nas montanhas da Pensilvânia, justamente para isolar o grupo da rotina diária e criar um clima de imersão total. 

As versões nasceram das residências de Osborne no Café Carlyle, em Nova York, em 2016 e 2017, onde ela testou o material ao vivo antes de entrar em estúdio. Patti Smith sugeriu a inclusão de “Dark Eyes”, uma joia menos conhecida que Osborne não conhecia até então.  

Snowy White And The White Flames – No Faith Required 1996

 

3.In The Name Of The Lord 7:14
5.Slave Labour 5:28
6.Blues Like A Fever 5:12
7.Canyon 5:20
8.American Dream 7:23
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O blues que acende sem pedir permissão


No Faith Required, de 1996, é o álbum de estreia de Snowy White and the White Flames, um blues rock direto e cheio de alma que marca a formação definitiva da banda.

Snowy White comanda guitarras e vocais, ao lado de Walter Latupeirissa no baixo e Juan van Emmerloot na bateria e percussão, com participações de John ‘Rabbit’ Bundrick no Hammond em faixas-chave. 

Destaques como a faixa-título “No Faith Required”, o emotivo “Midnight Blues” e o groovy “A Miracle I Need” mostram solos de guitarra fluidos, bases rítmicas precisas e um clima que mistura blues tradicional com toques de rock e fusion. 

O disco foi gravado em Jacobs Studio, Black Barn Studio e Barefoot Studio, produzido pelo próprio Snowy, e captura a química fresca do trio logo no início de sua parceria.

A gravação reuniu músicos que já vinham tocando juntos ao vivo, com Bundrick trazendo o órgão em momentos decisivos para dar densidade sonora. Foi o primeiro álbum oficial creditado a Snowy White and the White Flames, abrindo uma fase produtiva depois de anos de projetos solo e colaborações.