17 de fevereiro de 2026

Trudy Lynn - Turning the Same Ole Corners 2026

 

 1. Can't Even Get the Blues No More - 3:54
 2. Turning the Same Ole Corners - 5:28
 3. Snatching it Back - 5:34
 4. Do Ya - 4:24
 5. If My Pillow Could Talk - 4:55
 6. No Deposit No Return - 4:47
 7. C.O.D. - 3:48
 8. Helping Hand Blues - 5:13
 9. Precious Moments - 4:48
10. Reneged on Me - 4:39
11. Memories of You - 5:41
12. I Know Why - 5:24
.


Trudy Lynn lança “Turning the Same Ole Corners” em 2026!
Chegou em 13 de fevereiro de 2026 o novo (e ao mesmo tempo antigo) álbum de Trudy Lynn pela Jus’ Blues Records: Turning the Same Ole Corners. Na verdade, trata-se do relançamento digital inédito de seu disco de 2002, originalmente chamado Memories of You, que agora ganha vida plena como parte da celebração de 25 anos da fundação.
Com 12 faixas e quase 59 minutos de puro soul-blues de primeira linha, o álbum mistura seis composições originais de Trudy com clássicos reimaginados num clima quente, cheio de groove, metais e órgão Hammond. O destaque absoluto é a participação do saudoso Lucky Peterson (falecido em 2020) na guitarra solo e no B-3 – uma verdadeira aula de feeling que transforma o disco num tributo emocionante ao mestre que começou a tocar aos cinco anos sob a orientação de Willie Dixon.
Banda é de luxo: Versai Sain (guitarra ritmo e backing), Frankie L. Floyd (baixo), Haran Griffin (teclados), Lynell Boone (Fender Rhodes), Greg C. Mullin (bateria) e um naipe de sopros com Sam Anderson (sax), Russell Gunn (trompete) e Little Joe Burton (trombone). Trudy, a “Golden Girl” de Houston, divide a produção com Charles Mitchell e entrega sua voz poderosa e emotiva como sempre.
Curiosidade: o álbum foi gravado em 2002 (Griffin Studio em Atlanta e King Snake Studio na Flórida), mas ficou guardado por mais de duas décadas. Agora, finalmente disponível em todas as plataformas, ele chega como um presente para os fãs e uma forma de a Jus’ Blues Music Foundation seguir preservando a história do blues.
Se você curte Etta James, Koko Taylor e o soul-blues clássico dos anos 60/70, esse disco é obrigatório. Trudy Lynn, aos 70 e poucos anos, continua sendo uma das vozes mais autênticas e emocionantes do gênero.

JB - My Mississippi Roots 2026

 

 1. Get up and Go Blues - 4:29
 2. Gotta Make a Change - 4:19
 3. Brown Eyed Blues Man - 4:12
 4. When Did Crime Become Legal - 2:41
 5. Southern Girl - 4:56
 6. My Mississippi Roots - 5:09
 7. The JB Shuffle - 4:10
 8. Sara Smile - 4:03
 9. Lonesome Stranger - 5:19
10. Wild Horses - 5:41
11. Blues Falling Down Like Rain - 5:44
12. Brush with The Blues - 7:28
13. Stand Up and Give Peace and Love a Chance - 4:11
.

"My Mississippi Roots" de James "JB" Barnes é puro legado vivo!
Lançado em outubro de 2025 e ainda ecoando forte em 2026, o segundo álbum de James “JB” Barnes é um verdadeiro testamento emocional do blues. Com 13 faixas e 63 minutos de pura alma, o disco mistura blues-rock soulful, toques de rock setentista à la Hendrix e soul retrô, tudo costurado pelo fio condutor inabalável do blues autêntico.
Produzido por Anthony Krizan (ex-Spin Doctors), que assina guitarra flamejante e vocais principais na maioria das faixas, o álbum conta com JB no baixo e backing vocals, seu filho Jarred “Arktkt” Barnes nos teclados e participações de luxo: Steven Braxton (vocais principais em várias faixas), Will Wilde (gaita) e Carmine Diorio (bateria).
Destaques: a faixa-título “My Mississippi Roots”, coescrita com Krizan, conta a história real do pai de JB, Jerry Lee Barnes Sr., que deixou o Mississippi nos anos 1950 em busca de uma vida melhor – uma das mais emocionantes do disco. Outras pérolas são o blues lento e reflexivo “Gotta Make a Change”, a reimaginação soul de “Sara Smile” (Hall & Oates), o groove festivo “The JB Shuffle” e o instrumental épico de 7 minutos “Brush with The Blues”, tributo a Jeff Beck.
Curiosidade: Krizan revelou que a gravação foi cheia de diversão e cumplicidade, resultando num “carrinho emocional” que vai do blues mais cru ao funk setentista do fechamento “Stand Up and Give Peace and Love a Chance”.Induzido ao New Jersey Blues Hall of Fame em 2016 e líder da banda BBD Rhythm & Blues desde 2012, JB prova que o blues não é nostalgia: é herança que continua crescendo. Um álbum obrigatório para quem ama blues de verdade, com coração e história.

16 de fevereiro de 2026

B.B. & The Blues Shacks – Blues Is A Stew (2026)

 

01 – That Kind Of Woman
02 – Till The Break Of Dawn
03 – Dead Love
04 – Blues Is A Stew
05 – Let Me Know
06 – Please Don’t Leave
07 – Wrong Direction
08 – That Don’t Look Good
09 – When A Long Time Friend Is Gone
10 – T – 100
11 – Bad Luck
12 – End Up Well
13 – Gold Diggin’ Woman
14 – It’s Good To See You Baby
15 – Hope You’re Doing Good
.

Blues Is A Stew: O Ensopado Quente que o Blues Europeu Merecia!
B.B. & The Blues Shacks, a lendária banda alemã de Hildesheim, entregou em 2026 um dos álbuns mais saborosos do ano: Blues Is A Stew. Com 15 faixas — 11 originais dos irmãos Arlt e 4 covers clássicos do início do R&B —, o disco é uma explosão de blues tradicional, swing, jump blues, Chicago e West Coast, tudo regado a muito soul e um groove retro irresistível.
O quinteto, liderado por Michael Arlt (voz e harpa) e Andreas Arlt (guitarra), conta com a precisão cirúrgica de Fabian Fritz (piano e órgão), Henning Hauerken (baixo) e Andre Werkmeister (bateria). Destaque absoluto para a seção de metais convidada (Drew Davies e Tom Müller nos saxes, Stefan Gossinger no trompete), que dá brilho especial a faixas como a swingante “That Kind Of Woman”, a soul ballad “Dead Love” (cover de Little Milton) e a própria “Blues Is A Stew”, um verdadeiro ensopado R&B com baixo gordo, trompete, piano e harpa rasgando.
Curiosidade: o álbum foi gravado em estúdio analógico na Finlândia, no Suprovox de Tomi Leino, que ainda participa com um solo de guitarra quente em “Gold Diggin’ Woman”. Depois de mais de 30 anos de estrada, 4 mil shows e palcos divididos com B.B. King, Bob Dylan e Elvis Costello, os Shacks provam que ainda estão no auge.Se você curte blues autêntico, soul de verdade e som analógico que aquece a alma, Blues Is A Stew é prato principal obrigatório.