1 de outubro de 2026

Bucky Lindsey - Back Bay Blues 2002

 

 1. Gros Vent - 5:03
 2. Back Bay Blues - 3:44
 3. Hog Killin' Time - 3:05
 4. The Hard Way - 4:21
 5. King of the Blues - 3:58
 6. Blue Twistin' - 6:13
 7. Battlin' the Blues - 4:09
 8. Good Day for the Blues - 4:39
 9. Big House - 3:20
10. Love Conquers All - 4:53
11. Four Walls - 4:14
12. While the Gettin's Good - 6:30
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O compositor que só gravou um disco — e bastou

Back Bay Blues, de Bucky Lindsey, saiu em 2002 pela Gulftone Records, de Pensacola, e é um disco de blues com R&B, soul e um resto de country. Foram 12 faixas e pouco mais de 54 minutos: o único álbum solo do baixista e compositor nascido Harvey Hoy Lindsey, de Biloxi.

Lindsey canta, toca baixo e guitarra. Dan Penn produziu, entrou no piano e nas vozes. No estúdio estavam Carson Whitsett nos teclados, Mike Durham e Richard Fleming nas guitarras, Jim Brock na bateria, trompete de Terry Townson, sax de Dennis Taylor e vocais de Lisa Best, Buzz Cason, Larry Shell, Jim e Chuck Glass. A crítica da La Hora del Blues tratou o conjunto como redondo; o material promocional da época aponta “Hog Killin’ Time”, “The Hard Way” e a versão do próprio autor de “Good Day for the Blues”, canção já gravada por Ruth Brown.

As sessões aconteceram em dois pontos do mapa: Bert’s Place, em Fort Walton Beach, na Flórida, e o Dandy Studios, em Nashville. No mesmo ano em que o CD saiu, Lindsey coescreveu com Penn e Whitsett o título de Don’t Give Up On Me, de Solomon Burke.

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Carvin Jones - Born To Win 2023


 1. R U Ready For A Good Time - 3:35
 2. Born To Win - 3:42
 3. Teeny Weeny Bit - 3:45
 4. I Wanna Walk Witcha - 3:27
 5. I'm What You Need - 3:11
 6. Short Fuse - 3:57
 7. I'm Tore Down - 3:44
 8. Bad Day - 5:21
 9. Gas Pump Blues - 4:46
10. Hey Good Lookin' - 2:55
11. The Blues I Alright - 4:19
12. Strawberry Shortcake - 4:24
13. Boom Boom - 2:18
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Nasceu pra vencer, e o blues não deixa mentir

Born To Win, de Carvin Jones, saiu em 2023 como um disco de blues direto, com 13 faixas e cerca de 49 minutos. O texano radicado em Phoenix, conhecido como King of Strings, mistura originais e clássicos no mesmo espírito de palco que o acompanhou por décadas.

A faixa-título, que ele mesmo escreveu, ganhou destaque nas próprias redes: aos 12 anos um professor disse que ele nunca faria carreira na música; décadas depois, com turnês em dezenas de países e o reconhecimento da Guitarist entre os 50 maiores guitarristas de blues, Jones transformou a frase em refrão. No repertório aparecem também “I’m Tore Down”, “Hey Good Lookin’” e “Boom Boom”, ao lado de números como “R U Ready For A Good Time”, “Gas Pump Blues” e “The Blues I Alright”. O som é o blues de raiz do Leste do Texas — guitarra à frente, swing e um pé no rock and roll —, lançado de forma independente, com CD e download pelo site do próprio artista.

A canção “Born To Win” já existia há alguns anos antes de entrar no disco e, segundo Jones, virou o maior hit dele na época. O álbum chegou às plataformas em novembro de 2023, depois de uma carreira construída no palco, não em um único grande lançamento.

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30 de setembro de 2026

The Hamburg Scene - 8 Days In April (1972)

 

2. Ann Toomuch (Jean-Jacques Kravetz, Udo Lindenberg) (7:55)
3. Routes (Udo Lindenberg) (7:27)
4. When The Dream Is Over (Udo Lindenberg) (3:14)
5. Master Of Time (Udo Lindenberg) (9:40)
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Hamburgo em oito dias de abril: o teclado de Kravetz e o rock pesado em cena

Em 1972 saiu na Vertigo o disco solo Kravetz, de Jean-Jacques Kravetz: rock progressivo e blues-rock gravado em Hamburgo. 

Depois o mesmo álbum reapareceu como 8 Days In April – The Hamburg Scene. Kravetz toca órgão, piano e sintetizador; Udo Lindenberg canta e toca bateria; Steffi Stephan no baixo; Thomas Kretzschmer na guitarra; Inga Rumpf entra no vocal de “I’d Like To Be a Child Again”; Roger Hook na guitarra de 12 cordas em duas faixas. 

Fontes apontam essa abertura longa, “Ann Toomuch” e o encerramento “Master of Time”, com órgão à frente e solos de guitarra. Kravetz produziu; Thomas Kukuck gravou. 

O título da reedição vem do estúdio: oito dias de abril de 1972 no Windrose-Dumont-Time, em Hamburgo. 

O LP original saiu na Vertigo swirl alemã; por volta de 1974–75 a Fontana relançou o mesmo conteúdo com os nomes dos músicos na capa. Se gostou, veja também… ouça agora, comente o que te fisgou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. via: therockasteria


Colwell - Winfield Blues Band - Cold Wind Blues (1968) 2001

 

1. Free Will Fantasy (Mike Winfield) - 4:18
2. Mind To Give Up Living (Got A Mind) (Bill Colwell) - 6:49
3. Dead End Street (Ben Raleigh) - 7:54
4. Cold Wind Blues (Bill Colwell, Bruce Sweeney, Charles "Moose" Sorrento) - 4:45
5. Whole Lot Of Lovin' (Joe Josea, Maxwell Davis) - 3:33
6. Going Down Slow (St. Louis Jimmy) - 4:40
7. Govinda (Collin Tilton) - 6:00
8. Wind Is Singing (Bill Colwell) - 4:10
9. Cold Wind Blues (Version 2) (Bill Colwell, Bruce Sweeney, Charles "Moose" Sorrento) - 4:00
10.Whole Lot Of Lovin' (Version 2) (Joe Josea, Maxwell Davis) - 3:49
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Dois saxes no blues de Boston, um único disco de estúdio

Cold Wind Blues, único álbum de estúdio da Colwell-Winfield Blues Band, saiu em 1968 pela Verve Forecast. 

É blues-rock com sopros de jazz e um fio psicodélico, gravado por músicos de Boston ligados ao Berklee.

A formação confirmada no encarte é Bill Colwell na guitarra, Mike Winfield no baixo, Chuck Purro na bateria, Charles “Moose” Sorrento na voz e no piano, Jack Schroer nos saxofones alto, tenor e soprano e Collin Tilton no tenor e na flauta. 

A AllMusic destaca as faixas longas Got a Mind, Dead End Street e Govinda; o LP original tem sete músicas, entre originais e padrões como Going Down Slow. Dois saxes e flauta entram como solistas, não só como seção rítmica.

O dono do Psychedelic Supermarket, George Papadopoulos, gerenciava o grupo, fechou o contrato com a MGM/Verve e assina a supervisão da produção, com Bob Bateman na mesa. 

A reedição italiana da Akarma, de 2001, acrescenta Wind Is Singing e versões alternativas de Cold Wind Blues e Whole Lot of Lovin’; depois do disco a banda abriu para o Led Zeppelin no Fillmore e no Winterland, em abril de 1969.Se gostou, veja também… dê o play, comente e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ — e no Spotify 


29 de setembro de 2026

Crazy Horse - Scratchy • Complete Recordings (1962-73) 2005

 

Disc 1 "Crazy Horse" 1971
1. Gone Dead Train (Russ Titelman, Jack Nitzsche) - 4:10
2. Dance, Dance, Dance (Neil Young) - 2:13
3. Look At All The Things (Danny Whitten) - 3:14
4. Beggars Day (Nils Lofgren) - 4:33
5. I Don't Want To Talk About It (Danny Whitten) - 5:20
6. Downtown (Danny Whitten, Neil Young) - 3:16
7. Carolay (Jack Nitzsche, Russ Titelman) - 2:53
8. Dirty, Dirty (Danny Whitten) - 3:33
9. Nobody (Nils Lofgren) - 2:39
10.I'll Get By (Danny Whitten) - 3:08
11.Crow Jane Lady (Jack Nitzsche) - 4:27
"Loose" 1972
12.Hit And Run (John Blanton) - 2:41
13.Try (George Whitsell) - 3:18
14.One Thing I Love (Greg Leroy) - 2:37
15.Move (George Whitsell) - 3:13
16.All Alone Now (George Whitsell) - 2:46
17.All The Little Things (Greg Leroy) - 5:01
18.Fair Weather Friend (Greg Leroy) - 2:41
19.You Won't Miss Me (George Whitsell) - 2:47
20.Going Home (Greg Leroy) - 2:50
21.Don't Believe It (George Whitsell) - 3:07
22.Kind Of Woman (John Blanton) - 4:25
23.One Sided Love (George Whitsell) - 3:12
24.And She Won't Even Blow Smoke In My Direction (George Whitsell) - 1:21

Disc 2
1. Dirty, Dirty (Alternate Version) (Danny Whitten) - 3:56
2. Scratchy (Takes 1-3) (Unknown) - 12:12
3. Dear Song Singer (Unknown) - 3:10
4. Downtown (Unedited Long Version) (Danny Whitten, Neil Young) - 10:42
5. Susie's Song (Takes 1-5) (Nils Lofgren) - 6:13
6. When You Dance You Can Really Love (Neil Young) - 2:52
7. Radio Spot - 1:07
8. Danny And The Memories - Can't Help Loveing That Girl (Jerome Kern, Oscar Hammerstein II) - 2:03
9. Danny And The Memories - Don't Go (Danny Whitten) - 1:59
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Crazy Horse reabre o cofre da Reprise e o rock sai em pedra bruta

Em 2005 a Rhino Handmade reuniu em Scratchy: The Complete Reprise Recordings o primeiro disco da banda, de 1971, e o country-rock de Loose, de 1972, mais takes inéditos. É rock pesado de raiz no começo e country-rock mais solto no segundo bloco.

A formação do debut traz Danny Whitten, Nils Lofgren e Jack Nitzsche com Billy Talbot no baixo e Ralph Molina na bateria. Em Loose entram George Whitsell, Greg Leroy e John Blanton. 

O remaster puxa o baixo de Talbot e o piano de Nitzsche para a frente; AllMusic destaca o acústico de “I Don’t Want to Talk About It”, o estrondo de “Gone Dead Train” e “Downtown”, e no segundo disco o jam elétrico de doze minutos “Scratchy (Takes 1–3)”, o acústico “Dear Song Singer” e a versão longa de “Downtown”. Os takes extras saíram das sessões do primeiro álbum.

A edição original da Rhino Handmade saiu em 29 de novembro de 2005, numerada e limitada a 2.500 cópias. O pacote ainda guarda o compacto de 1962 do Danny & The Memories, grupo que antecedeu o Crazy Horse, com “Can’t Help Loving That Girl” e “Don’t Go”.Se gostou, veja também… ouça agora no Spotify, comente o que mais te pegou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.