10 de maio de 2026

Zappa & The Wild Irish Lasses - Folk meets Blues Blind Man Blues (2015)

 

01. Will The Circle Be Unbroken
02. Blind Man Blues
03. Dixie Land
04. St. James Infirmary
05. Banjo Picking Girl
06. The Beautiful Valley
07. Will You Go Lassie Go
08. Down By The Riverside
09. Ring Of Fire
10. New Rivertrain
11. My Baby Is Crying
12. Our Home
14. Whiskey In The Jar
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Zappa & The Wild Irish Lasses: Folk Meets Blues Blind Man Blues O Casamento Perfeito entre Banjo e Blues!
Em 2015, Zappa & The Wild Irish Lasses lançou Folk meets Blues Blind Man Blues, um disco que faz exatamente o que promete: une folk irlandês e blues de forma crua, sincera e cheia de alma. O resultado é um som acolhedor, dançante e profundo, com clássicos reimaginados que parecem feitos para tocar no pé de uma fogueira ou num bar lotado.
A formação: Johann “Zappa” Cermak (vocais, guitarra e gaita, líder da banda de blues Bluespumpm), Judith Pechoc (vocais, violino, guitarra, banjo e bandolim) e Nadja Milfait (vocais, cello e flauta irlandesa). 
Destaques: “Blind Man Blues”, com seu feeling blueseiro marcante, o clássico “Whiskey In The Jar”, que ganha um balanço irresistível, e “Will The Circle Be Unbroken”, que mistura emoção gospel com groove folk. O disco respira banjo agitado, cello melancólico, violino dançante e guitarras que entregam aquele swing blues sem frescura.
Curiosidade: tudo começou com um encontro fatídico em 2001 entre Zappa e o duo The Wild Irish Lasses (que já tocava folk irlandês desde 1991), gerando mais shows juntos do que com a banda de blues dele. E o melhor: o projeto nasceu na Áustria, na região de Niederösterreich, e foi lançado pela Wolf Records, selo que entende de raízes autênticas.

9 de maio de 2026

Blues Company – Take The Stage 2020

 

1. Intro – 3:22
2. Evil Minds – 4:09
3. Scatter – 2:46
4. Why? – 3:20
5. Blockhead – 5:29
6. Drop Me A Line – 3:07
7. Again – 5:12
8. To The Moon! – 3:31
9. Yours – 4:12
10. Fuzzy Logic – 4:22
11. King Of Misdirection – 5:17
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Blues Company – O palco como território sagrado em Take The Stage

Lançado em 2020, Take The Stage captura a energia vibrante da veterana Blues Company em um show gravado no tradicional Bowers & Wilkins Rhythm’n’Blues Festival, na Alemanha. O disco mergulha fundo no blues elétrico, mas também passeia com naturalidade por soul, funk e blues rock, sempre com clima de apresentação incendiária.

A formação liderada por Todor 'Toscho' Todorovic entrega uma performance cheia de groove ao lado de Mike Titre, Arnold Ogrodnik e Florian Schaube, reforçada pelos metais da Fabulous BC Horns e pelos vocais das Soul Sistaz. Entre os grandes momentos estão a explosiva “Let’s Work Together”, a climática “Black Night” e o encerramento instrumental “Hideaway / Peter Gunn Theme”, que transforma o álbum em uma verdadeira celebração do blues ao vivo. Os arranjos ganham peso com solos de guitarra intensos, harmônica cortante e uma cozinha rítmica afiadíssima.

Curiosidade: o álbum nasceu porque os planos de gravação de um novo disco de estúdio foram interrompidos pela pandemia, levando a banda a resgatar essa apresentação de 2017. Em entrevistas, Todorovic afirmou que a Blues Company sempre se considerou прежде de tudo “uma banda de palco”, defendendo que é ao vivo que sua música ganha vida completa.

Se gostou, veja também… Ain't Givin' Up e Royal Tea.


Ghost Funk Orchestra – Live In Europe 2026

 

1.Intro 
2.Evil Minds 
4.Why 
5.Blockhead 
6.Drop Me A Line
7.Again 
8.To The Moon! 
9.Yours 
10.Fuzzy Logic
11.King Of Misdirection
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Ghost Funk Orchestra Conquista a Europa: Live In Europe 2026 é puro fogo ao vivo!
Imagine o som de um show esgotado ecoando entre Varsóvia e Amsterdã: é exatamente isso que o álbum Live In Europe 2026, do Ghost Funk Orchestra, entrega. Gravado ao vivo, o disco captura o soul psicodélico da banda em seu auge, com groove irresistível, energia contagiante e aquela vibração de festa que só rola no palco.
Liderado pelo multi-instrumentista e fundador Seth Applebaum, o octeto em turnê brilha com as vocalistas Romi Hanoch e Camellia Hartman dividindo os vocais principais e entregando solos marcantes. O baixista Ronald Lanzilotta ainda rouba a cena com grooves insanos. 
Destaques: “Scatter”, o single explosivo que abre caminho; “Again”, com o vocal poderoso de Romi; e “Yours”, faixa novinha arrasadora cantada por Camellia. O som é rico em metais afiados, improvisos cheios de swing e uma fusão perfeita de funk, soul e psicodelia que transforma cada música em um momento de pura euforia coletiva.
Gravado em dois shows lotados da primeira turnê europeia da banda em março de 2025 — no Jassmine de Varsóvia e no lendário Paradiso de Amsterdã, com a gravação desta última assinada pelo Abbey Road Institute —, o álbum foi mixado pelo próprio Seth. Depois de sete anos como banda ao vivo, este lançamento exclusivo do Record Store Day 2026 registra o momento em que o projeto de Seth virou uma das maiores máquinas de psicodelia ao vivo do planeta.Se gostou, veja também os álbuns de estúdio A New Kind Of Love e A Trip To The Moon.

Badge Blues Time - Tributo Al Clapton Mas Blues: Live In Roger's Temple (2026)

 

1. Before You Accuse Me (Live) ( 7:15)
2. How Long Blues (Live) ( 3:49)
3. Rollin' And Tumblin' (Live) ( 5:06)
4. Boogie Funk (Live) ( 3:57)
5. Further Up On The Road (Live) ( 9:53)
6. Key To The Highway (Live) ( 4:20)
7. 07 - Have You Ever Love A Woman? (Live).mp3 ( )
8. Crossroads (Live) ( 7:30)
9. The Thrill Is Gone (Live) (15:30)
10. Sweet Home Chicago (Live) ( 6:12)
11. Hoochie Choochie Man (Live) ( 6:03)
12. Call Me The Breeze (Live) ( 6:50)
13. Shake Your Money Maker (Live) ( 6:56)
14. Cocaine (Extra Track) ( 6:14)

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Badge Blues Time: O Tributo ao Clapton que Faz o Blues Explodir ao Vivo!
Em 2026, a Badge Blues Time lançou Tributo Al Clapton Mas Blues: Live In Roger's Temple, um disco de blues rock puro capturado 100% ao vivo. É o Clapton mais raiz, cru e elétrico, com covers que transpiram suor, groove e paixão blueseira.
Destaques: “The Thrill Is Gone” (quase 16 minutos de pura emoção e improvisos flamejantes), “Crossroads” (com aquele feeling urgente que só ao vivo entrega) e o extra “Cocaine”, que fecha o disco com energia de sobra. O som é visceral: guitarras que cortam, vocais rasgados e jams que alongam os clássicos, transformando o Roger's Temple num templo de blues de verdade.
Curiosidade: o álbum nasceu na noite épica de 5 de dezembro de 2025, quando a banda (liderada por Quim Quiñonero na guitarra e voz) gravou tudo ao vivo no Roger's Temple, em Villajoyosa (Alicante), com abertura da Estar Tres e uma jam session gigante no final. Esse é o tributo número um da Espanha ao lado mais blues do Clapton, imortalizando uma performance que já era lendária antes mesmo de virar disco.