16 de julho de 2026

America – Halcyon Days (2026)

 

01 – A Horse With No Name
02 – I Need You
03 – Sandman
04 – Ventura Highway
05 – Tin Man
06 – Sister Golden Hair
07 – Daisy Jane
08 – The Border
09 – Survival
10 – All My Life
11 – Paradise
12 – World Of Light
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America revive o brilho dos dias dourados 
com regravações que ainda emocionam

Em julho de 2026, a lendária banda America lançou Halcyon Days, uma coleção vibrante de seus maiores sucessos regravados que mergulha direto no soft rock folk dos anos 70

Com harmonias vocais estreitas e uma atmosfera californiana leve e evocativa, o disco celebra o som que conquistou gerações desde o início da carreira da banda.

Liderada por Dewey Bunnell — um dos fundadores que segue nas turnês —, e com a participação especial de Gerry Beckley (co-fundador aposentado das estradas, mas presente na divulgação), o álbum destaca faixas icônicas como “A Horse With No Name”, “Ventura Highway” e “Sister Golden Hair”. 

As regravações feitas em 2011 mantêm a essência original: guitarras acústicas brilhantes, arranjos harmônicos ricos e aquela fusão natural de folk, pop e rock que sempre marcou o estilo da America, trazendo frescor sem perder a magia dos clássicos.

Curiosidade: essas versões foram registradas originalmente em 2011 para uma edição de aniversário e agora ganham nova vida em vinil prensado em laranja vibrante, com edições limitadas assinadas. O lançamento chega em um momento de renovado interesse cultural, impulsionado pela viralidade de “A Horse With No Name” (que entrou no Billions Club) e inclui o bônus “World Of Light”, que finalmente recebe destaque em formatos físicos e digitais.

Savoy Brown – Too Much Of A Good Thing: Savoy Brown Collection 1992-2007 (2026)

 

01. Going Down To Mobile
02. Little Wheel
03. Keep On Rollin’
04. That’s All I Want Baby
05. The Blues Keep Me Holding On
06. I Don’t Remember You
07. Flat Out
08. When It Rains
09. Yesterday’s Blues
10. Monday Morning Blues
11. Feel Like Crying
12. She’s Leaving
13. Where Has Your Heart Gone
14. Too Much Of A Good Thing (Live)
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Savoy Brown resgata o blues rock dos anos 90 e 2000 
em reedição de 2026

Em 2026, chega a reedição de Too Much Of A Good Thing: Savoy Brown Collection 1992-2007, uma compilação que reúne o melhor do blues rock da lendária banda britânica nesse período. 

Com guitarras potentes, ritmos boogie e a energia crua do blues, o disco captura a fase madura de Savoy Brown sob a liderança de Kim Simmonds fundador, guitarrista e principal compositor, que guiou a banda por décadas com seu estilo marcante. 

Destaques: “Little Wheel”, com seu groove contagiante, a épica “Where Has Your Heart Gone” e o bônus ao vivo “Too Much Of A Good Thing (Live)”, que traz a banda no auge da performance. O som se caracteriza por riffs bluesy intensos, harmonias vocais diretas e uma fusão de blues tradicional com rock enérgico, sem firulas — puro feeling de estrada.

Curiosidade: a faixa ao vivo “Too Much Of A Good Thing” estreou exatamente nesta compilação original de 2009, nunca antes lançada. O lançamento de 2026 revive esse material justamente quando o legado de Kim Simmonds (falecido em 2022) ganha nova atenção dos fãs de blues rock clássico.

15 de julho de 2026

Marco Bartoccioni – Bartok (2026)

 

01 – No Way Back
02 – He Comes To Me
03 – Politicians Puppets
04 – Love Is Gone
05 – Wild Dogs
06 – Lies and Lies
07 – I’ve Got No Money
08 – Burn in Your Soul
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O Blues-Rock que Arde na Alma e Reinventa o Gênero em 2026!

Lançado em junho de 2026, o álbum homônimo Bartok de Marco Bartoccioni (seu alter ego) é uma explosão de blues-rock moderno que mistura raízes tradicionais com texturas eletrônicas minimalistas, tendo a lap steel guitar como voz principal e protagonista de um som cru, pessoal e cheio de alma.

Logo na abertura, “No Way Back” chega com intensidade brutal, estabelecendo um tom de decisões irreversíveis e responsabilidade. “Politicians Puppets” explode em rebeldia rock, com guitarra distorcida, baixo pesado e uma crítica social humanista que não deixa ninguém indiferente. 

O ponto alto emocional fica por conta de “Burn in Your Soul”, dedicado ao pai do artista, onde piano e guitarras orgânicas se encontram em uma melancolia catártica e poderosa. 

A produção quase inteiramente assinada por Marco — com bateria de Piero Pierantozzi e participações pontuais de convidados como Sarah Jane Olog — entrega uma autenticidade rara, reforçada pelo uso acrobático e inovador da lap steel.

Curiosidade: boa parte das composições nasceu durante a doença do pai de Marco, servindo como forma de estabilidade emocional e resgate interior sem cair no patético. O disco foi gravado e mixado na Itália, no Mid & Side Studio, e masterizado em Nashville, nos Estados Unidos, unindo o talento italiano à tradição americana do blues após 25 anos de carreira internacional do músico.

Paul Brett's Sage - Schizophrenia (1972) 2009

 

1. Custom Angel Man (Paul Brett) - 2:35
2. Charlene (John Hutcheson) - 3:06
3. Song Of Life - Song O f Death (John Hutcheson) - 2:44
4. Slow Down Ma! (John Hutcheson) - 2:59
5. Saviour Of The World (John Hutcheson) - 3:39
6. Limp Willie (Bob Voice, Dick Dufall, Paul Brett, Stuart Cowell) - 1:41
7. Tale Of A Rainy Night (Paul Brett) - 3:03
8. Take Me Back And I Will Love You (John Hutcheson) - 4:13
9. Autumn (Paul Brett) - 4:43
10.Make It Over (Goddard, Phillips) - 3:10
11.Bee (Paul Brett) - 1:01
12.Dahlia (Bonus Track) (Paul Brett) - 4:14
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O Álbum Final que Misturou Guitarras Pesadas, Sleigh Bells e uma Dose de Loucura Folk-Rock!

Lançado em 1972 como o terceiro e último álbum de Paul Brett's Sage, Schizophrenia é uma obra fascinante do folk-rock psicodélico que combina uma nova pesadez nas guitarras elétricas com uma base acústica intimista e harmonias vocais marcantes.

Logo na abertura, “Custom Angel Man” surpreende com grooves pesados de guitarra elétrica que martelam entre os alto-falantes. “Song Of Life – Song Of Death” entrega um rock autêntico, completo com sleigh bells – um toque festivo raro, parecido apenas com “I Believe In Father Christmas”, de Greg Lake

Já “Autumn” volta ao charme original com flauta, oboé, guitarra acústica e bongôs, enquanto os instrumentais “Limp Willie” e “Bee” funcionam como vitrines puras da maestria de Paul Brett na guitarra. Dave Lambert (piano e órgão) e Rod Coomes (bateria), ambos dos Strawbs, adicionam camadas extras de textura.Uma curiosidade marcante é que, com a saída do baixista Dufall, a banda virou trio e o baixo ficou sem créditos. 

A nota do encarte de “Limp Willie” sugere “beba oito rum duplos e você pode inventar suas próprias palavras”, e a faixa bônus “Dahlia” traz um violino incrível de Mike Piggott.Coloque o disco pra tocar e mergulhe nessa viagem sonora dos anos 70. 

14 de julho de 2026

Mason Jennings – Dark Wings (2026)

 

1. Say Goodbye to the Ground
2. State of the State
3. Sacred Heart
4. If
5. Eagle
6. Bone Walks Alone
7. Dark Wings
8. Wild Oceans
9. Try Me
10. Crimson Cross
11. Spirit Mountain
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Mason Jennings Alça Voo com Fé, Dor e Colaboração em seu 18º Álbum

Lançado em 10 de julho de 2026 pela Loosegroove Records, Dark Wings é o 18º álbum de estúdio de Mason Jennings, um folk-rock maduro, texturizado e profundamente humano que mistura honestidade crua sobre trauma e fé com uma teimosa esperança no poder do amor e da criação.

Gravado em sessões colaborativas com o baterista e produtor Scott McPherson (conhecido por seu trabalho com Elliott Smith, Beck e She & Him) e engenharia de Aaron Featherstone, o disco conta com uma formação rotativa de músicos que inclui Dave Mehling (teclados e guitarra), Dan Lawonn (violoncelo), Nick Salisbury (baixo), Jennifer Furches (vocais) e Erik Schee (marimba). 

Destaques: “Say Goodbye to the Ground”, com sua energia direta e cativante, a introspectiva e delicada “If”, e a poderosa “Eagle”, que capturam a jornada emocional de Jennings. O som se destaca pela riqueza instrumental, arranjos orgânicos e atmosfera espontânea, criando uma textura mais cheia e viva em comparação com o trabalho mais solitário de seu disco anterior, Magnifier.

As gravações começaram com uma única faixa, “Try Me”, e se transformaram em um projeto de meses no ateliê de design de McPherson em Minneapolis, transformado em estúdio improvisado entre novembro de 2024 e janeiro de 2026. O resultado é o álbum mais maduro e colaborativo da carreira de Jennings, um testemunho de resiliência criado em meio a tempos desafiadores e marcado pela fé no espírito criativo e na força do coração humano.