22 de abril de 2026

Paul McCartney – Paul McCartney / Man on the Run (Music from the Motion Picture Soundtrack) – 2026,


01. Silly Love Songs (Demo) – Wings (2:46)
02. That Would Be Something – Paul McCartney (2:40)
03. Long Haired Lady – Paul and Linda McCartney (6:07)
04. Too Many People – Paul and Linda McCartney (4:12)
05. Big Barn Bed – Paul McCartney and Wings (3:54)
06. Gotta Sing Gotta Dance – Paul McCartney (4:04)
07. Live And Let Die (Rockshow) – Wings (3:54)
08. Band On The Run – Paul McCartney and Wings (5:13)
09. Arrow Through Me (Rough Mix) – Wings (3:37)
10. Mull Of Kintyre – Wings (4:46)
11. Coming Up – Paul McCartney (3:53)
12. Let Me Roll It – Paul McCartney and Wings (4:51)
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Paul McCartney em Alta Velocidade: “Man on the Run” Revive o Fogo dos Anos 70 com Wings!
Em 27 de fevereiro de 2026, Paul McCartney lançou Man on the Run – Music from the Motion Picture Soundtrack, uma compilação que captura o espírito livre e elétrico dos anos 70 pós-Beatles. É puro rock com a pegada de Wings, cheio de energia crua e criatividade sem freio.Paul comanda a formação, com Linda McCartney dividindo vocais e teclados em pérolas como “Long Haired Lady” e “Too Many People”. 
Destaques: o hino “Band on the Run”, o épico escocês “Mull of Kintyre” com gaitas de fole marcantes e o demo de “Silly Love Songs”, que revela o lado leve e dançante do Paul. Tem ainda rough mixes e takes ao vivo que entregam improvisações honestas e aquela fusão irresistível de rock, pop e folk que define a era Wings.
O disco é a trilha oficial do documentário Paul McCartney: Man on the Run, dirigido pelo premiado Morgan Neville, que mergulha no renascimento criativo de Paul depois da separação dos Beatles — ele mesmo resumiu: “Tudo que eu queria era provar que há vida depois dos Beatles”. Três faixas inéditas, incluindo “Live And Let Die (Rockshow)”, do filme de concerto de 1980, e o rough mix de “Arrow Through Me”.

21 de abril de 2026

Pete Cornelius & The DeVilles - Suburban Hell 2008

 

1. Missin' You (4:43)
2. Done Got Over It (4:33)
3. Dirty Little Mama (4:41)
4. Coal Miner (4:20)
5. Suburban Hell (5:18)
6. What's Wrong (4:06)
7. Whiskey Drinkin' Woman (2:36)
8. Hard Times (5:53)
9. 3 O'Clock (3:49)
10. No Good Woman (4:36)
11. Love Locks (4:09)
12. Don't Go (3:12)
13. Playboy Blues (3:27)
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“Suburban Hell: O Blues Ardente de Pete Cornelius & The DeVilles” 🔥

Em 2008, Pete Cornelius & The DeVilles lançaram Suburban Hell, um álbum que pulsa no blues rock com pitadas de jazz e boogie, revelando a força da guitarra de Cornelius e sua voz carregada de emoção. Gravado na Austrália, o disco é um mergulho intenso em histórias de amor, dor e resistência, embaladas por grooves envolventes e improvisos cheios de alma.

Destaques: brilham “Suburban Hell”, faixa-título que sintetiza a crítica social e o peso do blues moderno; “Whiskey Drinkin’ Woman”, com pegada crua e divertida; e “Hard Times”, que traduz a essência melancólica do gênero. A formação conta com músicos de peso: Ben Edwards no baixo acústico, George Brugmans na bateria, James Maddock no sax tenor e Kelly Ottaway nos teclados, criando uma sonoridade rica em camadas, onde o swing do R&B dos anos 50 se encontra com a energia contemporânea.

Curiosidade: o álbum foi inspirado diretamente pelos sons clássicos do R&B dos anos 50, mas com a assinatura única de Cornelius, que começou sua carreira ainda adolescente e rapidamente se tornou referência na cena australiana. Além disso, Suburban Hell consolidou sua reputação como um dos guitarristas mais autênticos de sua geração.


John Hiatt – The Eclipse Sessions (2018)

 

01 – Cry To Me
02 – All The Way To The River
03 – Aces Up Your Sleeve
04 – Poor Imitation Of God
05 – Nothing In My Heart
06 – Over The Hill
07 – Outrunning My Soul
08 – Hide Your Tears
09 – The Odds Of Loving You
10 – One Stiff Breeze
11 – Robber’s Highway
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Eclipse Total no Roots Rock: John Hiatt Registra a Magia de 2017 em The Eclipse Sessions!
John Hiatt, o mestre do songwriting, solta The Eclipse Sessions – seu 23º álbum pela New West Records, um roots rock stripped-down e bluesy, gravado de forma orgânica e íntima que soa como uma conversa sincera ao vivo.
Lidera voz e guitarra, com a turma de peso: Kenneth Blevins (bateria, parceiro de longa data), Patrick O’Hearn (baixo), Kevin McKendree (teclados, piano e órgão, além da produção) e o então garoto-prodígio Yates McKendree (guitarra slide e leads incendiários). 
Destaques:Cry to Me” abre com piano rollicking e shuffle irresistível; “Aces Up Your Sleeve” entrega groove soulful e tensão emocional; e “Over the Hill” brilha com slide guitar espetacular e melodia que gruda. O som é cru, minimalista, cheio de grooves naturais, teclados quentes e aquela fusão perfeita de roots, blues e soul que só Hiatt consegue.
Curiosidade: o álbum foi gravado no The Rock House, em Franklin (TN), entre agosto e outubro de 2017, com as três primeiras faixas captadas exatamente durante o eclipse solar que varreu os EUA – por isso o título e a sensação de conexão que permeia tudo. Hiatt coloca esse disco na mesma linhagem de clássicos intimistas como Bring the Family e Crossing Muddy Waters, depois de quatro anos sem lançar nada novo. 

20 de abril de 2026

Melody Angel – Indie Blues Girl (2023)

 

01 – Blues In My Hands
02 – I’ll Tell You
03 – Down To The River
04 – My Southern Man
05 – He’s A Man
06 – Survivor’s Guilt
07 – What’s Done Is Done
08 – I Could’ve Loved You
09 – No Second Chances
10 – Hold On (Spiritual)
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Indie Blues Girl: a força de Melody Angel

Em 2023, a guitarrista e cantora Melody Angel lançou Indie Blues Girl, um álbum que mistura blues moderno com pegada soul e rock alternativo, reafirmando sua identidade como uma das vozes mais autênticas da cena independente. O disco é intenso, visceral e cheio de mensagens de resistência e emoção.

Destaques: “Blues In My Hands” abre como um manifesto pessoal, enquanto “Down To The River” mergulha em espiritualidade e raízes. “Survivor’s Guilt” traz um peso emocional raro, expondo vulnerabilidades com riffs cortantes. Já “Hold On (Spiritual)” encerra como um hino de esperança, com atmosfera quase gospel.

Curiosidade: parte das composições nasceu durante turnês em clubes pequenos, onde Melody testava novas ideias diretamente com o público. Além disso, o álbum marca uma fase em que a artista se consolidou como presença constante em festivais de blues, sendo apontada como sucessora natural de grandes nomes do gênero.

Indie Blues Girl é mais que um disco — é um retrato de força, autenticidade e paixão.