23 de março de 2026

R.J. Mischo - He Came To Play 2005

 

1. The Train
2. 20% Alcohol
3. Mojo Lounge
4. The Switch
5. Telephone Driver (Hang Up And Drive)
6. The Pull
7. Bluebird Blues
8. Please Help
9. Hippie's Playground
10. The Waddle
11. Come And Get It
12. I Came To Play
13. Jokerhead
14. Uh Huh
.

R.J. Mischo - He Came To Play: O Marciano da Harmônica que Invadiu o Blues!
Veterano da harmônica blues desde o final dos anos 70 em Minneapolis, onde dividiu o palco com lendas como Mojo Buford, Percy Strother e Milwaukee Slim, R.J. Mischo se mudou para San Francisco em 1998 e lançou, em 2005, um dos álbuns mais energéticos de sua carreira: He Came To Play.
Gravado no Wally Sound, em Oakland, o disco entrega 14 faixas de blues elétrico cru e vibranteChicago dos anos 50/60 com swing californiano, grooves irresistíveis, humor e uma harmônica afiada e inovadora.
Destaques: “The Train”, “20% Alcohol”, “Mojo Lounge”, a instrumental psicodélica “The Switch” e a faixa-título “I Came To Play”. A banda de elite inclui Frank Goldwasser e Chris “Kid” Andersen nas guitarras, Sid Morris no piano upright, Marcus Carino no baixo, June Core na bateria e participações especiais de Barry Shulman no saxofone.
Curiosidade: a capa icônica mostra Mischo como um marciano verde desembarcando com gaita na mão – e a crítica descreveu o álbum exatamente como “uma invasão de outro planeta” de blues selvagem e divertido!

22 de março de 2026

Tracy K - What’s the Rush? 2016

 

1. Everybody Wants – 4:24
2. I Got the Honey – 2:32
3. What Tomorrow Brings – 4:44
4. Heartstrung – 3:06
5. Done Gone Wrong – 5:47
6. Indigo Heart – 5:07
7. Time Machine – 3:21
8. I'm Guilty – 5:44 (cover de Randy Newman)
.

Blues Canadense Sem Pressa: Tracy K Acelera o Groove com "What's the Rush?" (2016)
Tracy K, a powerhouse canadense de Winnipeg, entrega em What’s the Rush? (2016) um petardo de blues rock autêntico e visceral – seu quarto álbum, gravado no Bedside Studios com o engenheiro Len Milne. Com 34 minutos de pura energia, o disco mistura riffs elétricos ferozes, gaita uivante e grooves irresistíveis, evocando Bonnie Raitt, Koko Taylor e Janis Joplin. São sete originais cheios de alma mais o cover emocionante de Randy Newman em “I’m Guilty”.
Destaques: O opener “Everybody Wants” explode como festival de rua, com guitarras growling de Jason Nowicki, Terry Barnett e Tony Desmarteau. “I Got the Honey” pede palmas com dobro de Jamie Steinhoff; “Done Gone Wrong” e “Heartstrung” (inspirada numa história real de casal de workshop) são puro belting vocal e harpa selvagem; “Time Machine” traz scat jazz acústico. A banda de luxo – Leonard Shaw (teclados e sopros), baixos potentes e baterias incendiárias – cria um som festival-ready, cru e intimista.
Curiosidade: Tracy produziu tudo sozinha após voltar a Manitoba como “empty nester”, transformando demos em hit que chegou ao #1 das paradas nacionais de Folk/Roots/Blues. Outra joia: o cover de “I’m Guilty” homenageia sua eterna inspiração Bonnie Raitt, com efeitos sonoros que arrepiam.Se curtiu, mergulhe também em Old, New, Borrowed & Blues (2006) ou no acústico Canned Heat (2011, duo com Steinhoff). Tracy K prova: o blues bom não tem pressa – e este álbum é vício puro!

Williboy Taxi - Down the Road 2022

 

1. Intro (C.C. Rider) (0:33)
2. Revolution Chair (2:36)
3. Baby Don't Cry (3:10)
4. Learnin' to Lie (4:01)
5. Hurt and Pain (3:36)
6. Black Crow (3:39)
7. Taxi Blues (2:52)
8. Possession of You (3:32)
9. Feel Alright Blues (3:49)
10. Two Sisters (4:03)
11. S.U.R.T. (Sardinia-Usa Round Trip) (3:12)
.

Taxista Bluesman da Sardenha: Williboy Taxi Entrega o Delta em “Down the Road”!
Em 2022, o italiano William Rossi – taxista de profissão e conhecido como Williboy Taxi – lançou seu primeiro álbum solo Down the Road, um verdadeiro tesouro de blues acústico cru e profundamente emocional. Embora viva em Cagliari, na Sardenha, Rossi soa como se tivesse nascido nas margens do Mississippi, bebendo direto da fonte de John Lee Hooker, Leadbelly e Robert Johnson.
O disco abre com uma breve amostra a cappella de “C.C. Rider” e entrega 11 faixas majoritariamente originais, cheias de letras poéticas e melancólicas. Destaques absolutos: “Baby Don’t Cry” (com o violino delicado de Anna Maria Viani), “Hurt and Pain”, “Possession of You” e a autobiográfica “Taxi Blues”. O guitarrista Vittorio Pitzalis brilha em resonator, guitarra acústica e elétrica em quase todas as músicas, criando uma textura íntima e poderosa.
Curiosidade: todo o álbum foi gravado e mixado em apenas dois meses (janeiro e fevereiro de 2022) pelo produtor local Andrea Locci, enquanto Rossi conciliava turnos de táxi com as sessões de estúdio. Detalhe fascinante: apesar de estar a milhares de quilômetros do Delta, sua música carrega uma autenticidade tão visceral que fãs americanos juram que ele é “do blues raiz”.

21 de março de 2026

Jenny Bohman - Live At Mosebacke 2009 (2011)

 

1. The Party Is Over (6:00)
2. Billy's Walk (4:37)
3. Coming Home (4:45)
4. I Just Want Your Money (4:18)
5. Another Woman (5:33)
6. Waste (5:38)
7. I Wanna Be Loved (6:08)
8. The Reason Why (10:59)
.

Jenny Bohman - Live At Mosebacke: O Blues que Transformou Tragédia em Triunfo!
Em 13 de outubro de 2009, a lendária cantora e harpista sueca Jenny Bohman subiu ao palco do icônico Mosebacke, em Estocolmo, para o lançamento de seu primeiro álbum solo Coming Home. O que poderia ter sido uma noite de despedida se transformou em pura celebração: mesmo lutando contra um câncer pancreático avançado, Jenny entregou um show eletrizante que derreteu a tristeza da plateia lotada de amigos, família e fãs.
O álbum Live At Mosebacke (lançado em 2011 pela Rootsy) captura esse momento mágico em oito faixas de blues autêntico sueco com alma soul e rock cru. 
Destaques: para as versões ao vivo incendiárias de “The Party Is Over”, “Waste” e “Coming Home”, além do épico “The Reason Why” (quase 11 minutos de pura intensidade).
Acompanhada por uma banda de elite – Brian Kramer (guitarra slide), Christer Lyssarides (guitarra), Björn Lundqvist (baixo) e Kjell Gustavsson (bateria) –, Jenny brilha com sua voz poderosa e harmônica virtuosa, considerada uma das maiores da Suécia.
Curiosidade: gravado enquanto ela enfrentava prognóstico de poucos meses de vida, o disco é um testamento vivo de resiliência – a tristeza inicial deu lugar a aplausos e lágrimas de emoção. Um tesouro imperdível para quem ama blues verdadeiro e histórias que emocionam. Jenny partiu em novembro de 2010, mas seu legado continua ecoando forte!