29 de junho de 2026

Chris Bergson – East River Blues (2026)

 

2. Little Girl Blue
4. Sad Strains
5. Kindless Villain
6. What Would I Do Without You
7. Driftin’
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Chris Bergson Despeja Blues, Jazz e Alma em um Rio de Emoção
Lançado em 2026, raízes do blues, temperada pelo groove soul-jazz dos anos 60, criando um som atemporal que parece fluir naturalmente como o rio que dá nome ao disco.
No centro está o trio formado por Bergson na guitarra e voz, o baixista Larry Grenadier e o baterista Herlin Riley — com o saxofonista Jay Collins se juntando em três faixas para acrescentar calor e fogo. 
Destaques: “Mean Disposition”, de Muddy Waters, com tons vocais na guitarra; o instrumental funky boogaloo do título “East River Blues”, com trocas de licks animadas; e o swing vibrante de “Driftin’”, de Herbie Hancock. O disco se define por instrumentação intimista, improvisações generosas gravadas em uma ou duas takes, fusão fluida de blues, jazz e soul, e um groove empático que transmite autoridade relaxada.
A gravação nos Catskills quase seguiu outro rumo: o baterista original Al Foster faleceu semanas antes, e Bergson convidou Herlin Riley após uma jam no Jazz at Lincoln Center — coincidência marcante, já que Riley e Grenadier tocaram juntos na noite anterior à sessão, algo que o guitarrista descreve como “meant to be”. O álbum reflete três décadas de carreira de Bergson em Nova York, onde ele é reconhecido como Master Blues Artist no Hall da Fama do Blues de Nova York.

Michael Katon - Boogie, Pt. 1 & Pt. 2 - 2025

 

1. Get Yer Boogie On, Pt. 1 (3:44)
2. I Came Here To Boogie, Pt. 1 (4:10)
3. Lazy Boy Boogie, Pt. 1 (4:52)
4. Get Yer Boogie On, Pt. 2 (4:01)
5. Wildass Boogie, Pt. 1 (4:35)
6. Boogie Town, Pt. 2 (3:50)
7. Wildass Boogie, Pt. 2 (3:41)
8. Boogie Town, Pt. 1 (6:31)
9. Lazy Boy Boogie, 2. rész (3:26)
10. I Came Here To Boogie, 2. rész (5:04)
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O Rei do Boogie, Volta do Inferno com "Boogie, Pt. 1 & Pt. 2" 
Lançado em novembro de 2025 de forma independente, ele traz o guitarrista e cantor de Michigan de volta com 10 faixas cheias de energia boogie, vocais roucos e solos que não dão folga.
No comando está o próprio Michael Katon, que cuida da guitarra principal e dos vocais com aquela pegada característica dele. 
Destaques: “Boogie Town, Pt. 1”, “I Came Here To Boogie, Pt. 2” e “Lazy Boy Boogie, Pt. 1”, que entregam riffs pesados, solos galopantes e uma batida dançante irresistível. O disco se destaca pelo formato Pt. 1 e Pt. 2 das músicas, criando variações que mantêm a adrenalina alta o tempo todo, com guitarras distorcidas “mean” e solos à vontade – puro rock and roll boogie sem enrolação.
Curiosidade: depois de quase 19 anos sem álbum de estúdio novo (desde “Diablo Boogie” de 2006), Katon surpreendeu todo mundo com esse lançamento focado 100% no tema boogie. Tudo foi gravado em seu estúdio caseiro em Hell, Michigan, onde ele produz a maior parte de seu trabalho há décadas.

28 de junho de 2026

Charlie Daniels - Charlie Daniels 1970

 

1. Great Big Bunches Of Love - 3:23
2. Little Boy Blue - 4:10
3. Ain't No Way - 3:25
4. Don't Let Your Man Find Out - 3:00
5. Trudy - 3:50
6. Long Long Way (Back Home) - 4:00
7. Georgia - 4:15
8. The Pope And The Dope - 2:15
9. Life Goes On (Jerry Corbitt) - 2:00
10.Thirty Nine Miles From Mobile - 6:00
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O Debut Selvagem de Charlie DanielsO Southern Rock em sua Forma Mais Bruta e Autêntica de 1970
Lançado em 1970 pela Capitol Records, o álbum autointitulado de Charlie Daniels é um marco vibrante dos primórdios do southern rock. Misturando raízes country profundas com guitarras pesadas, energia rock crua e um espírito redneck irreverente, ele soa ao mesmo tempo novo e atemporal.
Charlie Daniels comanda na guitarra, fiddle e vocais, ao lado de Jerry Corbitt na guitarra e produção, Joel “Taz” DiGregorio nos teclados e vocais, Ben Keith no steel e slide guitar, e uma base rítmica de peso com Billy Cox no baixo. 
Destaques: “The Pope and the Dope”, com seu humor contracultural afiado; a celebração apaixonada do Sul em “Georgia”; e o encerramento épico “Thirty Nine Miles from Mobile”, com quase seis minutos de solos de guitarra incendiários e jams soltas. O som se define por seção rítmica descontraída, improvisações generosas, fusão natural de country, blues e hard rock, além dos toques de fiddle que dão alma sulista autêntica.
Gravado nos Woodland Sound Studios em Nashville sob produção de Jerry Corbitt, o disco captura Daniels no auge de sua fase como um dos session musicians mais requisitados de Music City, logo após colaborações marcantes com Bob Dylan. Lançado exatamente quando o southern rock começava a tomar forma, esse projeto bruto e imprevisível já apontava para uma música sem fronteiras entre os gêneros do Sul.

Benny Rivers - Where The Hurt Lives 2026

 

1. Rise On Up - 3:43
 2. Step by Step in Time - 4:29
 3. Right Now Feel Good - 4:11
 4. Still a Man - 3:39
 5. I Won’t Fall Again - 4:27
 6. What Pain Taught Me - 3:24
 7. Devil Got My Heart - 4:27
 8. Talking to Your Picture - 4:11
 9. The Past Still Calls - 3:47
10. Tell Me What We’re Doing - 4:45
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O Blues que Veio do Algoritmo e Já Tem Milhões de Plays!
Em 2026, surgiu Where the Hurt Lives, álbum de Benny Rivers que mistura soul blues vintage com storytelling emocional profundo, grooves pesados de guitarra e entregas vocais soulful. 
Descrito como uma jornada por heartbreak, resiliência e sobrevivência, o disco evoca elementos de B.B. King, Stax, Memphis country-soul, Motown e Curtis Mayfield.
Sem formação tradicional de músicos reais — o projeto é inteiramente gerado por inteligência artificial —, o álbum entrega faixas marcantes como “Step by Step in Time” (que já ultrapassou milhões de plays no Spotify), “What Pain Taught Me” e “Talking to Your Picture”. O som se destaca pelos grooves de guitarra intensos, vocais expressivos e arranjos que priorizam a narrativa emocional, criando uma atmosfera autêntica apesar da origem digital.
O processo criativo não envolve gravações em estúdio com artistas humanos: tudo foi produzido via ferramentas de IA como a plataforma Suno. Lançado em maio de 2026, o álbum ganhou tração rápida nas plataformas de streaming, gerando debates sobre o impacto da inteligência artificial na música e a criação de personas fictícias que simulam artistas lendários.