18 de outubro de 2026

Lone Kellermann & Rockbandet ‎- Tilfældigt Forbi 1979

 

01. Boogie Bar — 3:23
02. Den Allersidste Vals — 3:35
03. Barn Af Fede Tider — 3:59
04. Midnats Blues — 5:53
05. Ved Frokosten — 4:15
06. Ud Over Grænsen — 3:45
07. Lyngbyvej — 3:58
08. Fri Fantasi — 3:37
09. Kate — 5:32
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O segundo disco dos dinamarqueses, com blues rock, 
sax e Sebastian na segunda faixa

Tilfældigt Forbi, de Lone Kellermann & Rockbandet, saiu em 29 de abril de 1979 pela CBS: rock com blues, nove faixas, pouco menos de 39 minutos. É o segundo LP do grupo, depois de Før Natten Bli’r Til Dag, de 1978.

Lone Kellermann canta. Nils Henriksen toca guitarra e produz. Joachim Ussing está no baixo, Thor Backhausen nos teclados, Bjørn Uglebjerg na bateria. Søren Rislund entra com gaita em “Boogie Bar” e “Ud Over Grænsen”. Sebastian toca violão e faz backing em “Den Allersidste Vals”, onde também aparece Lis Sørensen. Niels “Flipper” Stuart toca saxofone em “Midnats Blues”. Rebecca e Sanne Brüel fazem backing em “Ud Over Grænsen”. As faixas incluem ainda “Barn Af Fede Tider”, “Ved Frokosten”, “Lyngbyvej”, “Fri Fantasi” e “Kate”.

O grupo foi formado no fim de 1976. Em 1977, a formação se estabilizou com Henriksen e Backhausen no lugar de três músicos anteriores. Før Natten Bli’r Til Dag vendeu 130 mil cópias e o single “Se Venedig og Dø”, escrito pelo Gasolin’, vendeu 25 mil. Tilfældigt Forbi vendeu outras 25 mil. Depois deste disco, Ussing e Henriksen saíram e a banda teve mudanças rápidas antes de gravar Fod Under Eget Bord em 1981.

Se gostou, veja também Før Natten Bli’r Til Dag. Tilfældigt Forbi está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



Corey Crowder - Gold And The Sand 2008

 

1. Southern Way - 4:26
 2. Love - 3:41
 3. Look How Far We've Come - 3:11
 4. Higher Ground - 3:52
 5. Leaving You - 3:02
 6. Helpless Heart - 3:29
 7. Innocence - 2:57
 8. Changes - 4:33
 9. Devils - 2:19
10. Slow Down - 4:22
11. I've Become Something - 4:44
12. Lonesome Road - 4:55
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O disco da Tooth & Nail em que Corey Crowder trouxe 
o country acústico para o selo de rock

Gold and the Sand, de Corey Crowder, saiu em 11 de novembro de 2008 pela Tooth & Nail: doze faixas, cerca de 46 minutos, roots rock e country-folk de um cantor de Greenville, Carolina do Sul, criado na Geórgia. Foi a estreia nacional dele no selo, depois de discos independentes que já tinham rodado em trilha de TV.

A produção é de Aaron Sprinkle. O Shazam descreve violão acústico e bateria contida na maior parte, com “Higher Ground” e “Southern Way” ganhando mais peso de roots rock. A Indie Vision Music isola a abertura “Southern Way” e “Love” como as mais pegajosas, e aponta “Innocence” como o ponto alto. O Christianity Today, de Andree Farias, ouve calor de John Mayer com ecos de Ryan Adams e Jakob Dylan, e registra que no MySpace ele listava Hank Williams e Bob Dylan. “Leaving You”, “Helpless Heart” e “I’ve Become Something” entram mais lentos. As doze faixas são creditadas a ele.

O disco chegou às lojas em 11 de novembro de 2008. O Shazam nota que os lançamentos independentes anteriores ganharam atenção via trilha de televisão; o Jesusfreakhideout chama a parceria com a Tooth & Nail — selo conhecido por rock de Seattle — de um dos experimentos maiores do catálogo. Crowder vinha de Greenville, na Carolina do Sul.

Se gostou, veja também os discos de Aaron Sprinkle e o roots da época na Tooth & Nail. Gold and the Sand está nas plataformas desde 2008 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



17 de outubro de 2026

Gary Moore - After Hours (1992)

 

1. Cold Black Night – 5:20
2. Since I Met You Baby – 4:50 (feat. B.B. King)
3. You Upset Me Baby – 4:10
4. Story of the Blues – 5:00
5. All Your Love – 4:30
6. I Could Have Had Religion – 4:25
7. The Stumble – 4:15
8. Too Tired – 5:05 (feat. Albert Collins)
9. Oh Pretty Woman – 3:45
10. I’d Rather Be Blind – 5:20
11. All Your Love (Live) – 5:10 (bonus track on some editions)
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O disco que levou Moore ao 4º lugar na Inglaterra, 
com B.B. King e Albert Collins na fita

After Hours, de Gary Moore, saiu em 9 de março de 1992 pela Virgin (Charisma nos Estados Unidos): blues elétrico de onze faixas, 48 minutos, o sucessor de Still Got the Blues e o álbum solo que chegou mais alto na Inglaterra. Não é hard rock disfarçado. É o blues de metais, órgão e guitarra sustentada que ele vinha cravando desde 1990.

Moore canta e toca guitarra. No baixo se revezam Will Lee, Bob Daisley, Andy Pyle e Johnny B. Gaydon; na bateria, Graham Walker e Anton Fig; nos teclados, Tommy Eyre. Carol Kenyon e Linda Taylor fazem os vocais de apoio, Richard Morgan entra no oboé, e há sopros — entre eles os Memphis Horns. 

Os convidados que a ficha isola são dois. B.B. King canta e toca em “Since I Met You Baby”. Albert Collins faz o mesmo em “The Blues Is Alright”. A AllMusic ouviu o disco como continuação calculada do anterior, mas com o mesmo fraseado impassionado. Os singles foram “Cold Day in Hell” (24º no Reino Unido), “Story of the Blues” (40º) e o dueto com King (59º). No miolo ainda cabem “Don’t You Lie to Me (I Get Evil)”, de Hudson Whittaker, “Key to Love”, de John Mayall, e “Jumpin’ at Shadows”, de Duster Bennett.

As sessões foram de agosto a dezembro de 1991, em Sountec, Beartracks, Carriage House e Guillaume Tell; as cordas em Abbey Road, os metais no Outside, a mixagem no Sarm West. A produção é de Moore e Ian Taylor. Entrou no UK Albums Chart em 4º lugar em 21 de março de 1992 e ficou treze semanas, o melhor posto de um disco solo dele por lá. King aparece por cortesia da MCA; Collins, da Pointblank.

Se gostou, veja também Still Got the Blues e Blues Alive. After Hours está nas plataformas desde 1992 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



The Velvet Underground – The Velvet Undeground & Nico (Deluxe) – 1967 (2012)

 

CD1: The Velvet Underground & Nico (1967)

Stereo Version
01. Sunday Morning (02:54)
03. Femme Fatale (02:38)
04. Venus in Furs (05:12)
05. Run Run Run (04:22)
07. Heroin (07:12)
08. There She Goes Again (02:41)
10. The Black Angel’s Death Song (03:11)
11. European Son (07:46)
Alternate Versions
12. All Tomorrow’s Parties (alternate single voice version) (05:57)
13. European Son (09:06)
14. Heroin (06:17)
15. All Tomorrow’s Parties (alternate instrumental mix) (05:51)
16. I’ll Be Your Mirror (alternate mix) (02:20)
***Originally issued as Verve V6-5008, March 1967

CD2: Scepter Studios Sessions, April 25, 1966

01.European Son (Alternate version) (09:02)
02.The Black Angel’s Death Song (Alternate mix) (03:16)
03.All Tomorrow’s Parties (Alternate version) (05:53)
04.I’ll Be Your Mirror (Alternate mix) (02:11)
05.Heroin (Alternate version) (06:16)
06.Femme Fatale (Alternate mix) (02:36)
07.Venus in Furs (Alternate version) (04:29)
08.I’m Waiting for the Man (Alternate version, here titled Waiting for the Man) (04:10)
09.Run Run Run(Alternate mix) (04:23)
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O disco da banana em estéreo, mais as sessões 
do Scepter de abril de 1966

The Velvet Underground & Nico, na edição deluxe de 2012 da Universal, reúne o álbum de março de 1967 — rock psicodélico e art-rock, originalmente Verve V6-5008 — com versões alternativas e as sessões do Scepter Studios. O disco de estreia saiu quase sem barulho. Esta reedição de 45 anos coloca o material bruto ao lado da versão final.

A formação é Lou Reed, John Cale, Sterling Morrison, Maureen Tucker e Nico. Andy Warhol produziu. No CD1, a versão estéreo traz “Sunday Morning”, “I’m Waiting for the Man”, “Femme Fatale”, “Venus in Furs”, “Heroin”, “All Tomorrow’s Parties” e o resto das onze faixas, mais alguns mixes alternativos. O CD2 é o Scepter: nove takes de 25 de abril de 1966, gravados antes do contrato com a Verve, com títulos ainda soltos — “Waiting for the Man”, “All Tomorrow’s Parties”, “Heroin”, “Venus in Furs”. A A.V. Club, na resenha da super deluxe, notou que no Scepter as peças já estão lá, mas a química da versão final ainda não. “All Tomorrow’s Parties” sem vocal mostra o quanto Nico pesava na faixa.

As sessões do Scepter duraram quatro dias em abril de 1966, em Nova York; Norman Dolph cortou o acetato e o mandou para as gravadoras. A banda assinou com a MGM/Verve em 2 de maio. O álbum original saiu em março de 1967, com a banana descascável de Warhol na capa. A reedição de 2012, remasterizada por Bill Levenson no Sterling Sound, saiu em outubro — a versão de dois CDs com estéreo, ensaios da Factory e Scepter, e a super deluxe de seis discos com mono, Chelsea Girl e o ao vivo de Columbus.

Se gostou, veja também White Light/White Heat e Chelsea Girl, de Nico. A edição de 2012 está nas plataformas e em CD — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



16 de outubro de 2026

Shane Howard - Back To The Track (1988)

 

Lado A
1. Just A Feeling – 5:21 (Bart Willoughby, Shane Howard)
2. Big City Blue – 3:16 (S. Howard)
3. Mother Earth – 3:22 (S. Howard)
4. One Eye Johnny – 4:10 (S. Howard)
5. Long Way Away From My Country – 3:34 (Jimmy Chi)

Lado B
6. Back To The Track – 3:02 (S. Howard)
7. Brothers & Sisters – 5:16 (S. Howard)
8. Make No Mistake – 3:48 (S. Howard)
9. Come On Make Me – 4:45 (S. Howard)
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O primeiro solo de Shane Howard, montado à mão em quinhentas cassetes depois do Goanna

Back to the Track, de Shane Howard, saiu em 1988 pela Uluru Music com distribuição da RCA Victor: nove faixas, folk rock com blues e country, o disco solo que ele fez depois do fim do Goanna. Ele mesmo produziu e gravou no Sing Sing Studios, em Melbourne.

Howard canta e toca violão acústico e didgeridoo. No baixo passam Pasquale Monea, Spiro Phillipas e Jo Imbrol. Dave Stewart na bateria, Simon O’Dwyer no bodhrán. Phil Butson e Simon Curphy na guitarra elétrica. Marcia Howard no piano e nas cordas, e nos vocais de harmonia com Rose Bygrave e Curphy. Steve Gilbert na gaita. Kaj Dahlstrom engenheiro e mixagem. “Just a Feeling” é de Bart Willoughby e Howard. “Long Way Away From My Country” é de Jimmy Chi. As outras sete são dele: “Big City Blue”, “Mother Earth”, “One Eye Johnny”, a faixa-título, “Brothers & Sisters”, “Make No Mistake” e “Come On Make Me”.

A entrevista de Vincent Maskell no Juke, de 10 de dezembro de 1988, conta que as sessões foram feitas em pedaços — ele ia a Melbourne tocar para pagar tempo de estúdio — e que a tiragem inicial foi de quinhentas cassetes, com livretos que ele mesmo cortou, dobrou e grampeou. Ele morava então em Far North Queensland. O single “Back to the Track” chegou ao 148º na Austrália. O disco saiu depois do colapso do Goanna e do casamento, como ele contou ao The Age em outubro de 1988.

Se gostou, veja também Spirit of Place, do Goanna, e River, o solo seguinte. Back to the Track está nas plataformas desde 1988 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify