24 de fevereiro de 2026

Gogol Bordello – We Mean It, Man! (2026)

 

01 – We Mean It, Man!
02 – Life Is Possible Again
03 – No Time For Idiots
04 – Hater Liquidator
05 – Boiling Point (feat. Grace Bergere)
06 – Ignition
07 – From Boyarka to Boyaca (feat. Puzzled Panther)
08 – Mystics
09 – We Did Good With The Good We Did
10 – Crayons
11 – State Of Shock
12 – Solidarity (Nick Launay Mix) (feat. Bernard Sumner)
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Explosão Cigana Punk: Gogol Bordello Detona em 'We Mean It, Man!' (2026)
"We Mean It, Man!", nono álbum do Gogol Bordello, lançado em 13 de fevereiro de 2026 pela Casa Gogol, é uma furiosa mistura de gypsy punk, post-punk, hardcore e techno, com toques de folk ucraniano e grooves eletrônicos que incendeiam pistas. Liderado pelo carismático Eugene Hütz nos vocais, com Sergey Ryabtsev no violino cinematográfico, a banda entrega hinos de resistência como a title track "We Mean It, Man!", com riffs metálicos à la Bad Brains; "No Time for Idiots", cheia de raiva protestante; e "Hater Liquidator", um vencedor absoluto. 
Participações: Grace Bergere em "Boiling Point", Puzzled Panther em "From Boyarka to Boyaca" e Bernard Sumner (New Order) no remix de "Solidarity".
Curiosidade: Uma colaboração de 2023 com Sumner inspirou loops, baterias gatilhadas e grooves bass-driven, marcando a "vingança post-punk" da banda. 
Detalhe: Produzido por Nick Launay (Nick Cave, Idles) e Adam Greenspan, o álbum canaliza a fúria contra a invasão russa na Ucrânia, transformando raiva em otimismo cíclico

Fiona Boyes - Live In Atlanta 2004

 

1. I'll Be Your Fool 4:43
2. Ten Foot Tall (and Bullet Proof) 3:25
3. Women Be Wise 3:44
4. Stranger In Your Eyes 4:36
5. Love Changing Blues 6:45
6. Sailing 4:31
7. Run Here 5:58
8. Travelling Mood 3:42
9. My Baby Cooks 3:07
10. Ember 4:46
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Blues Eletrizante: "Live In Atlanta" de Fiona Boyes
Live In Atlanta, lançado em 2004 pela Blue Empress Records, captura a essência vibrante do blues ao vivo, misturando elétrico e semi-acústico com raízes no Delta e Chicago. A australiana Fiona Boyes, com sua guitarra afiada e voz rouca, lidera o show, apoiada por uma banda estelar: Gina Leigh no piano, John McKnight na bateria, Jon Schwenke no baixo e convidados especiais como 'Steady Rollin' Bob Margolin (ex-guitarrista de Muddy Waters) e Mark 'Kaz' Kazanoff (harmônica e sax, dos Texas Horns). O som único surge da interação espontânea, com riffs intensos e grooves contagiosos que evocam jam sessions clássicas.
Destaques: incluem "Love Changing Blues", uma jam extensa de 6:45 minutos cheia de emoção, e "Women Be Wise", reinterpretada com energia crua. Outras como "Ten Foot Tall (and Bullet Proof)" e "Stranger In Your Eyes" pulsam com vitalidade elétrica.
Curiosidade: Gravado ao vivo em uma única noite de 2003 no Blue Note West Club, em Atlanta, sem overdubs – puro improviso, como atesta Margolin nas notas: "os Deuses do Blues sorriram para nós naquela noite".
Detalhe: Lançado logo após Boyes vencer o International Blues Challenge em 2003 (única não-americana até então), o álbum marca sua invasão triunfal no cenário blues dos EUA, vendendo inicialmente apenas em shows selecionados.

23 de fevereiro de 2026

Fiona Boyes, Mookie Brill, Rich DelGrosso - Live From Bluesville 2008

 

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Blues Acústico: "Live From Bluesville"
Viagem acústica inesquecível com Live From Bluesville, lançado em 2008 pela Blue Empress Records. Este álbum une a australiana Fiona Boyes, virtuosa na guitarra e vocais roucos, ao baixista e harmonicista americano Mookie Brill e ao mestre do mandolin Rich DelGrosso, formando um trio intimista que respira blues rural. O estilo mescla influências do Delta do Mississippi, Texas e Louisiana, com toques de Chicago pré-Segunda Guerra, tudo em arranjos desplugados que evocam o espírito cru das origens do gênero.
Destaques: incluem a reinterpretação etérea de "Smokestack Lightning" de Howlin' Wolf, transformada em um passeio acústico hipnótico, e "Early in the Morning" de Sonny Boy Williamson, com Brill brilhando na harmônica. Originais como "Homegrown Sin" de Boyes, um tributo divertido ao cânhamo, e "Hard To Live With" de DelGrosso, com vocais encharcados de whiskey, adicionam frescor contemporâneo. O som único vem da interação sincopada entre guitarra, mandolin e baixo slap, criando uma vibe de varanda sulista.
Curiosidade: Gravado ao vivo em apenas quatro horas nos estúdios da XM Satellite Radio em Washington, D.C., sem overdubs ou ensaios formais – puro improviso blues! Outro detalhe fascinante: o álbum foi indicado ao Blues Music Awards de 2009 como Álbum Acústico do Ano e venceu o Blues Critic Award, homenageando lendas como Lightnin' Hopkins e J.B. Lenoir.

Jimmie Vaughan - Plays Blues, Ballads & Favorites 2010

 

1. The Pleasure's All Mine (3:43)
2. Come Love (3:16)
3. I'm Leaving It Up To You (3:08)
4. Comin' & Goin' (2:55)
5. Wheel Of Fortune (4:04)
6. How Can You Be So Mean (2:54)
7. Just A Little Bit (3:05)
8. Lonely Weekend (2:37)
9. Miss You So (2:50)
10. RM Blues (3:55)
11. Roll, Roll, Roll (2:53)
12. Send Me Some Lovin' (2:56)
13. Why, Why, Why (4:31)
14. (She's Got The) Blues For Sale (2:39)
15. Funny How Time Slips Away (5:34)
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Blues, Baladas e Favoritos: Jimmie Vaughan Revive Clássicos
O blues texano de Plays Blues, Ballads & Favorites, o álbum de 2010 de Jimmie Vaughan que captura o cool dos anos 50 com R&B, jump blues e baladas soulful, tudo regado a um tom limpo e quente. Como pioneiro da cena de Austin com os Fabulous Thunderbirds, Vaughan brilha com solos de guitarra concisos e treblados, priorizando o groove da canção sobre exibicionismo.
Destaques: incluem duetos quentes com Lou Ann Barton em quatro faixas, como o swingante "Come Love" de Jimmy Reed (com harpa de Vaughan) e a balada "Wheel of Fortune", além de "Funny How Time Slips Away" cantada por Bill Willis. Os metais – baritone sax de Mark Kazanoff, tenor de Greg Piccolo e trumpete de Ephraim Owens – adicionam um flair jazzy único, enquanto George Rains na bateria e Derek O'Brien na guitarra rítmica ancoram o som relaxado.
Curiosidade: Gravado ao vivo no estúdio Top Hat em Austin, com a banda em uma sala única e microfone compartilhado, capturando uma vibe espontânea sem overdubs excessivos.
Detalhe: Irmão mais velho de Stevie Ray Vaughan, Jimmie dedica o disco a ídolos como Clarence 'Gatemouth' Brown, marcando seu retorno após nove anos