21 de abril de 2026

Pete Cornelius & The DeVilles - Suburban Hell 2008

 

1. Missin' You (4:43)
2. Done Got Over It (4:33)
3. Dirty Little Mama (4:41)
4. Coal Miner (4:20)
5. Suburban Hell (5:18)
6. What's Wrong (4:06)
7. Whiskey Drinkin' Woman (2:36)
8. Hard Times (5:53)
9. 3 O'Clock (3:49)
10. No Good Woman (4:36)
11. Love Locks (4:09)
12. Don't Go (3:12)
13. Playboy Blues (3:27)
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“Suburban Hell: O Blues Ardente de Pete Cornelius & The DeVilles” 🔥

Em 2008, Pete Cornelius & The DeVilles lançaram Suburban Hell, um álbum que pulsa no blues rock com pitadas de jazz e boogie, revelando a força da guitarra de Cornelius e sua voz carregada de emoção. Gravado na Austrália, o disco é um mergulho intenso em histórias de amor, dor e resistência, embaladas por grooves envolventes e improvisos cheios de alma.

Destaques: brilham “Suburban Hell”, faixa-título que sintetiza a crítica social e o peso do blues moderno; “Whiskey Drinkin’ Woman”, com pegada crua e divertida; e “Hard Times”, que traduz a essência melancólica do gênero. A formação conta com músicos de peso: Ben Edwards no baixo acústico, George Brugmans na bateria, James Maddock no sax tenor e Kelly Ottaway nos teclados, criando uma sonoridade rica em camadas, onde o swing do R&B dos anos 50 se encontra com a energia contemporânea.

Curiosidade: o álbum foi inspirado diretamente pelos sons clássicos do R&B dos anos 50, mas com a assinatura única de Cornelius, que começou sua carreira ainda adolescente e rapidamente se tornou referência na cena australiana. Além disso, Suburban Hell consolidou sua reputação como um dos guitarristas mais autênticos de sua geração.


20 de abril de 2026

Melody Angel – Indie Blues Girl (2023)

 

01 – Blues In My Hands
02 – I’ll Tell You
03 – Down To The River
04 – My Southern Man
05 – He’s A Man
06 – Survivor’s Guilt
07 – What’s Done Is Done
08 – I Could’ve Loved You
09 – No Second Chances
10 – Hold On (Spiritual)
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Indie Blues Girl: a força de Melody Angel

Em 2023, a guitarrista e cantora Melody Angel lançou Indie Blues Girl, um álbum que mistura blues moderno com pegada soul e rock alternativo, reafirmando sua identidade como uma das vozes mais autênticas da cena independente. O disco é intenso, visceral e cheio de mensagens de resistência e emoção.

Destaques: “Blues In My Hands” abre como um manifesto pessoal, enquanto “Down To The River” mergulha em espiritualidade e raízes. “Survivor’s Guilt” traz um peso emocional raro, expondo vulnerabilidades com riffs cortantes. Já “Hold On (Spiritual)” encerra como um hino de esperança, com atmosfera quase gospel.

Curiosidade: parte das composições nasceu durante turnês em clubes pequenos, onde Melody testava novas ideias diretamente com o público. Além disso, o álbum marca uma fase em que a artista se consolidou como presença constante em festivais de blues, sendo apontada como sucessora natural de grandes nomes do gênero.

Indie Blues Girl é mais que um disco — é um retrato de força, autenticidade e paixão.


Papaslide - The Deepest Pain 2015

 

1. Ain'T The Same (3:46)
2. Master Mechanic (3:13)
3. Don'T Drink With A Drunk (3:41)
4. The Deepest Pain (4:14)
5. Got To Have You (3:56)
6. Six Blade Knive (Live) (5:52)
7. Don'T Keep Fighting With Your Soul (4:01)
8. Vooing You (3:46)
9. If You Got A Good Woman (3:56)
10. Hurricane (3:17)
11. Give Me My Blues (4:17)
12. Serious As A Heartattack (3:53)
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The Deepest Pain: O Slide Norueguês que Faz Johnny Winter Gritar do Outro Lado! 
Papaslide – The Deepest Pain, o terceiro álbum de Rune Nordvik, o norueguês que transforma dor em groove puro, cheio de blues rock elétrico com toques de jazz soulful e aquele boogie que acelera o coração!
Rune “Papaslide” Nordvik comanda tudo com slide guitar afiada e vocal rouco que lembra Howlin’ Wolf, acompanhado pela banda afiada: Bjarte Aasmul na guitarra elétrica, Are Stenfeldt-Nilsen no baixo, Geir Åge Johnson na bateria e Lars Hammersland no órgão quente. 
Destaques: “Master Mechanic” (cover de Johnny Winter) explode em slide furioso; “Six Blade Knife (Live)” do Dire Straits vira jam de quase 6 minutos com improvisos que te levam pra estrada; e o título “The Deepest Pain” mistura groove soul com elementos de jazz que arrepiam.
Curiosidade: o disco inteiro é um tributo emocionante ao ídolo Johnny Winter, que havia falecido em 2014, com três covers dele mais faixas de Albert Collins e Dire Straits – tudo gravado com energia crua pra honrar o mestre. Fato histórico: lançado em 27 de março de 2015, consolidou Papaslide como um dos grandes nomes do blues escandinavo que conquista o mundo com slide e paixão autêntica.

19 de abril de 2026

Crosby & Nash – Crosby & Nash 2004

 

Disco 1 1-1 Lay Me Down – 3:37 1-2 Puppeteer – 4:06 1-3 Through Here Quite Often – 4:05 1-4 Grace – 0:46 1-5 Jesus Of Rio – 4:12 1-6 I Surrender – 4:15 1-7 Luck Dragon – 4:45 1-8 On The Other Side Of Town – 3:55 1-9 Half Your Angels – 5:05 1-10 They Want It All – 5:35 1-11 How Does It Shine? – 5:21

Disco 2 2-1 Don't Dig Here – 6:10 2-2 Milky Way Tonight – 3:25 2-3 Charlie – 3:34 2-4 Penguin In A Palm Tree – 3:50 2-5 Michael (Hedges Here) – 2:41 2-6 Samurai – 1:42 2-7 Shining On Your Dreams – 2:35 2-8 Live On (The Wall) – 3:22 2-9 My Country 'Tis Of Thee – 1:43

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Crosby & Nash: Harmonias que Sobreviveram!
Em agosto de 2004, David Crosby e Graham Nash soltaram o álbum duplo Crosby & Nash, o primeiro disco de estúdio do duo em 28 anos e o último de material original de qualquer formação CSNY. Um folk-rock melódico, acústico e cheio de alma, com violões suaves, piano delicado e aquelas harmonias vocais lendárias que ainda dão arrepio.
A banda de luxo reuniu James Raymond (teclados, filho de Crosby) e Jeff Pevar (guitarras) do projeto CPR, mais os veteranos Dean Parks (guitarras), Leland Sklar (baixo) e Russell Kunkel (bateria e percussão). 
Destaques: “Lay Me Down” abre com harmonias exuberantes sobre violões sussurrantes; “Puppeteer” entrega um groove pulsante e rockeiro; e “Samurai” é pura magia a cappella, só as vozes dos dois. Tudo costurado com percussão sutil e arranjos que misturam folk intimista com toques de adult contemporary.
Curiosidade: o álbum inteiro foi gravado em apenas um mês – de 12 de janeiro a 12 de fevereiro de 2004 – entre Center Staging em Burbank e Kazoo Studios no Kauai. E é o ponto final da discografia original do duo, fechando com chave de ouro uma das parcerias mais bonitas da história do rock.