29 de abril de 2026

Blues Traveler - Travelogue: Blues Traveler Classics 2002

 

1. But Anyway - 4:10
 2. Gina - 4:03
 3. Mulling It Over - 3:42
 4. 100 Years - 3:42
 5. Optimistic Thought - 3:28
 6. Sweet Pain - 7:41
 7. Mountain Cry - 9:07
 8. Love & Greed - 4:13
 9. Conquer Me - 5:09
10. Regarding Steven - 4:42
11. Run-Around - 4:40
12. The Mountains Win Again - 5:06
13. Crash Burn - 2:58
14. Hook - 4:48
15. Carolina Blues - 4:44
16. Canadian Rose - 4:32
17. Just For Me - 3:04
.

Blues Traveler Resume Seus Anos de Glória em Travelogue!
O Blues Traveler lançou Travelogue: Blues Traveler Classics, o compilado que fecha com chave de ouro a era deles na A&M Records. É blues rock puro, com aquela pegada jam cheia de groove, harmonica voadora e improvisos que fazem qualquer show virar festa.
A banda, que explodiu com o sextuplo platina Four e o hit “Run-Around” no Top 10, ainda emplacou “Hook” no Top 40 e encheu as rádios com “Carolina Blues” e “Conquer Me”. Depois da morte trágica do baixista Bob Sheehan em 1999 (overdose acidental) e dos problemas de saúde do John Popper (que passou por angioplastia de emergência e cirurgia bariátrica), o grupo voltou em 2001 com Bridge, mas as vendas baixas marcaram o fim do contrato com a major. Mike Ragogna montou esse disco de quase 80 minutos com os clássicos da fase A&M, incluindo raridade “Regarding Steven” (B-side), o épico “Mountain Cry” (dueto com Gregg Allman no órgão) e “The Mountains Win Again” (com slide de Warren Haynes).
Não é só uma coletânea: é o adeus emocionante a uma banda que levou o blues rock dos anos 90 para o mainstream sem perder a alma. 

28 de abril de 2026

Palito Seco - Ballads in the Crowd 2020

 

 1. Ballads in the Crowd - 4:00
 2. She Loves Life - 3:56
 3. Mother - 3:36
 4. You Got Me - 3:26
 5. Night Talk - 3:00
 6. Out of the Blue - 3:11
 7. Fuck This Shit - 3:22
 8. Poem from Another Page - 3:25
 9. Christmas Insane - 3:39
10. Three Time - 3:41
.

Palito Seco: baladas que gritam no meio da multidão!
Saiu em outubro de 2020 e ainda soa como se tivesse sido gravado ontem: Ballads in the Crowd, o disco de estreia do músico venezuelano Palito Seco. É um trabalho cru de singer-songwriter, direto no peito, com aquela mistura de reflexão pessoal e urgência que só as melhores baladas entregam.
O álbum tem dez faixas cheias de alma, com Palito Seco assumindo voz e composição em todas. Destaques ficam com a faixa-título “Ballads in the Crowd”, o desabafo sem filtro de “Fuck This Shit” e a delicadeza de “Mother”. O som é intimista, com instrumentação enxuta que privilegia a voz e o sentimento, sem firulas – puro roots contemporâneo que vai do acústico ao elétrico com naturalidade.
Pouco se sabe sobre o processo de gravação: Palito mantém perfil discreto e não há entrevistas ou making-of circulando por aí. O que chama atenção é o contexto: lançado em plena pandemia de 2020, o debut de um venezuelano que, seis anos depois, já acumula quatro álbuns cheios, mostrando que a música autoral não precisa de holofotes para existir.

Do Delírio aos Pés 2026

 

O show Do Delírio aos Pés terá sua estreia em 18/06.
Está rolando uma campanha de financiamento coletivo para conseguir fazer esse show acontecer da maneira mais bacana, e o link está na  bio @leocaipora

Se você gosta de ver shows e propostas culturais acontecendo corre lá que têm várias recompensas em troca do seu apoio. Inclusive camiseta com essa arte linda!. 

Arte feita pelo @maisumroberto


John Hiatt with The Jerry Douglas Band – Leftover Feelings (2021)

 

3. The Music Is Hot – 3:45 (ou 3:46 em algumas edições)
4. All The Lilacs In Ohio – 3:29
5. I’m In Asheville – 3:26
7. Little Goodnight – 4:43
8. Buddy Boy – 3:26
9. Changes In My Mind – 3:34
10. Keen Rambler – 3:25
11. Sweet Dream – 4:28
.

Slide das Lendas no RCA Studio B: John Hiatt e Jerry Douglas Entregam Leftover Feelings!
John Hiatt une forças com o rei do dobro Jerry Douglas e sua banda para Leftover Feelings, um roots rock visceral com alma blues rock e toques de Americana, tudo captado ao vivo e sem bateria pra deixar voz, letras e grooves respirarem livres.
Hiatt manda ver na voz e guitarra acústica, Douglas detona no dobro e lap steel (e produz), com a turma afiada: Daniel Kimbro (baixo e tic-tac), Mike Seal (guitarras acústica e elétrica), Christian Sedelmyer (violino e arranjos de cordas) e Carmella Ramsey (backing vocals). 
Destaques: “Long Black Electric Cadillac” abre rasgando como um road rocker com dobro voando; “Mississippi Phone Booth” desliza num Delta blues fantasmagórico; e “Light Of The Burning Sun” entrega narrativa épica com solo expansivo de Douglas que arrepia. O som é puro instinto: duetos slide-guitarra, fiddle etéreo, picking rápido e fusão orgânica de roots, blues e toques bluegrass-like, tudo gravado em tempo real.
Curiosidade: o disco foi registrado em outubro de 2020 no histórico RCA Studio B, em Nashville, durante a pandemia, com a banda toda na sala reagindo no calor do momento, máscaras e distanciamento mas zero overdubs nos takes principais. Primeira collab desses dois gigantes – Hiatt, que sempre volta pro slide desde o Ry Cooder de 1987, encontra o parceiro perfeito no estúdio que já viu Elvis, Dolly e Waylon criarem história.