22 de outubro de 2026

Christopher Wyze & The Tellers - Naptown Blues 2026

 

1. I'm Going Back To Tennessee (4:03)
2. Naptown Blues (2:54)
3. How Long - How Long Blues (4:21)
4. The Truth About The Thing (3:12)
5. My Own Lonesome Blues (2:51)
6. Midnight Hour Blues (3:28)
7. Kokomo Blues (3:52)
8. Tired Of Your Low Down Ways (3:06)
9. You Got To Reap What You Sow (3:09)
10. Prison Bound Blues (4:40)
11. Birthday In Jail (4:06)
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O tributo de Christopher Wyze a Leroy Carr e Scrapper Blackwell, gravado a três quilômetros do estúdio de 1928

Naptown Blues, de Christopher Wyze & The Tellers, saiu em 2 de outubro de 2026 pela Big Radio Records: onze faixas, cerca de 40 minutos, blues semiacústico. É um tributo a Leroy Carr e Scrapper Blackwell, os pioneiros do blues de Indianápolis.

Wyze canta e toca gaita. John Boyle III nas guitarras e no Hammond. Gerry Murphy no baixo acústico. Não há bateria nem percussão. A produção é de Jim Riley. As sessões foram no Postal Studios, em Indianápolis, a menos de três quilômetros do lugar onde Carr e Blackwell gravaram pela primeira vez em junho de 1928. Todas as faixas, menos a última, são composições da dupla: “I’m Going Back to Tennessee”, a faixa-título, “How Long – How Long Blues”, “Midnight Hour Blues”, “Kokomo Blues”, “Prison Bound Blues” e as outras. A Americana Highways destaca essas e “Birthday in Jail”. O disco vem com encarte de 24 páginas e visual de 78 rpm.

Carr e Blackwell gravaram “How Long, How Long Blues” em 1928 e ajudaram a popularizar o formato piano e guitarra. “Kokomo Blues”, de Blackwell, serviu de base para “Sweet Home Chicago”, de Robert Johnson. Wyze e a banda já tinham lançado Stuck in the Mud e Live in Clarksdale. Este chegou ao 1º no Roots Music Report dos álbuns de Indiana e ao 6º no Acoustic Blues.

Se gostou, veja também Stuck in the Mud e Live in Clarksdale. Naptown Blues está nas plataformas desde 2 de outubro de 2026 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



The Marcus King Band – Darling Blue (2025)

 

1. On & On (03:02)
2. Here Today (02:56)
3. Honky Tonk Hell (03:15)
4. Heartlands (03:42)
5. Die Alone (03:32)
6. Somebody Else (03:23)
7. Levi’s & Goodbyes (03:03)
8. Carolina Honey (04:10)
9. No Room For Blue (02:46)
10. Blue Ridge Mountain Moon (03:16)
11. Dirt (03:31)
12. The Shadows (04:07)
13. Pretty Petty (02:39)
14. Carry Me Home (03:45)
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O primeiro disco da Marcus King Band em sete anos, gravado no Capricorn Studios

Darling Blue, da Marcus King Band, saiu em 26 de setembro de 2025 pela American Records/Republic: quatorze faixas, southern rock com country, blues e soul. É o primeiro álbum completo da banda desde Carolina Confessions, de 2018.

As gravações foram no Capricorn Studios, em Macon, Geórgia, o mesmo estúdio dos Allman Brothers e do Marshall Tucker Band. A produção é de Eddie Spear. Marcus King toca guitarra, banjo, mandolin e vocal. Seth Taylor no banjo e na guitarra, Jack Ryan na bateria, Mike Runyon nos teclados, Drew Smithers no slide e no dobro. Há ainda sax, trombone, trompete, fiddle e pedal steel. Os convidados são Jamey Johnson e Kaitlin Butts em “Here Today”, Jesse Welles em “Somebody Else”, Billy Strings em “Dirt” e Noah Cyrus em “The Shadows”. O Forbes isola “Honky Tonk Hell”, “Levi’s & Goodbyes” e “No Room for Blue” como os mais rock; “Die Alone” mais folk-country; “Heartlands” com fiddle e mandolin; “Carolina Honey” com soul-funk. “Carry Me Home” é dedicada às Blue Ridge Mountains.

King é de Greenville, Carolina do Sul. Ele descreveu o disco como uma carta de amor às montanhas e à esposa Briley. O single “Honky Tonk Hell” saiu antes do álbum. Depois de três discos solo, a banda se reuniu de novo para este.

Se gostou, veja também Carolina Confessions e Mood Swings. Darling Blue está nas plataformas desde setembro de 2025 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



21 de outubro de 2026

Ana Popovic – Dance To The Rhythm 2025

 

01. Dance to the Rhythm (4:11)
02. Worked Up (3:07)
03. 50 Ways to Leave Your Lover (4:34)
04. California Chase (3:28)
05. Hurt So Good (4:26)
06. Sho Nuf (3:47)
07. Dwell On The Feeling (3:45)
08. Soulution (4:29)
09. Hottest Ticket in Town (2:52)
10. Sisters And Brothers (4:11)
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O disco de 2025 em que Ana Popovic misturou guitarra e dança, 
com cover de Paul Simon

Dance to the Rhythm, de Ana Popovic, saiu em 2025 pela Electric Heel Records: dez faixas, cerca de 39 minutos, blues rock com funk, soul e toques latinos. O digital chegou em setembro; o físico, em 30 de outubro. Ela co-produziu e arranjou com Corey LaDell “Buthel” Burns.

As gravações foram no Kona Town Recording Studio, em Redondo Beach, Califórnia, com Jeff Bates. Buthel toca baixo e faz backing. Michele Papadia e Jeremy Thomas nos teclados. Chris Coleman e Donnel Spencer na bateria. Há seção de metais com Claudio Giovagnoli, Davide Ghidoni, Jordan Carr, Evan Knight e Brett Lamel. Karl Vandenbosche e Frank Moca na percussão. Vocais de apoio de Traci Nelson, Skyler Gordon, J Sabin e Jordana Kelley. O Blues Rock Review e o Blues Blast Magazine isolam a faixa-título, o cover de “50 Ways to Leave Your Lover” de Paul Simon (com acentos latinos, bongô e backing gospel), “Dwell on the Feeling” e “Sisters and Brothers”. Popovic usa a Stratocaster custom Foggy. As outras faixas são “Worked Up”, “California Chase”, “Hurt So Good”, “Sho Nuf”, “Soulution” e “Hottest Ticket in Town”.

Ela é da Sérvia e mora na Califórnia. O disco anterior, Power, de 2023, documentou a luta contra o câncer de mama durante a pandemia. Este saiu pela Electric Heel, com distribuição Amplified. Popovic foi indicada sete vezes ao Blues Music Award.

Se gostou, veja também Power e Like It on Top. Dance to the Rhythm está nas plataformas desde setembro de 2025 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



Tim Wolf – Down And Under – 2025

 

01. Thief of Joy
02. Don’t Be Comin’ Round Here
03. I’m Just Getting Started
04. Scars and Stripes
05. Looking for Trouble
06. Shine Like the Sun
07. Can’t Outrun a Bullet
08. This Town
09. Ring That Bell
10. 10 Virgins
11. Somewhere
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Tim Wolf entre a Austrália e a Nova Zelândia

Down And Under, de Tim Wolf, saiu em 15 de agosto de 2025 pela Mulberry Records: onze faixas, cerca de 36 minutos, blues com rock alternativo. O cantor e compositor, baseado em Nashville, descreve o disco como um acerto de contas e um recomeço.

As músicas foram escritas na cabine do navio Majestic Princess, durante uma viagem entre a Austrália e a Nova Zelândia. O press release isola “Thief of Joy”, inspirada na frase de Theodore Roosevelt de que a comparação é o ladrão da alegria; “Scars and Stripes”, que usa fogos de artifício de 4 de julho como metáfora de relacionamento quebrado; “Looking for Trouble”, um drama de três minutos; e “Shine Like the Sun”, sobre perseverança. O resto da tracklist traz “Don’t Be Comin’ Round Here”, “I’m Just Getting Started”, “Can’t Outrun a Bullet”, “This Town”, “Ring That Bell”, “10 Virgins” e “Somewhere”. 

Wolf disse que estava frustrado com a carreira e a vida, mas confiante. O álbum saiu em 15 de agosto de 2025, pela Mulberry Records, e está nas plataformas. Antes dele, no catálogo recente, estão Riley B. Gone (2024) e Everything I Learned in Grade School (2022).

Se gostou, veja também Riley B. Gone e Born in South Dakota. Down And Under está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



20 de outubro de 2026

Dom Salvador e Abolição - Som, Sangue e Raça 1971

 

Uma Vida
Hei! Você
Tema Pro Gaguinho
O Rio
Evo
Number One
Folia De Reis
Moeda Reza E Côr
Samba Do Malandrinho
Tio Macrô
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O único disco do Dom Salvador com a Abolição, 
o que misturou samba, funk e soul em 1971

Som, Sangue e Raça, de Dom Salvador e Abolição, saiu em 1971 pela CBS: doze faixas, cerca de 35 minutos, soul, funk e samba-jazz. Foi o único trabalho do pianista com esse grupo. Depois de anos fora de circulação, Charles Gavin relançou o disco pelo selo Banguela em 2001.

Dom Salvador toca piano. Oberdan Magalhães no sax alto e na flauta, Luiz Carlos “Batera” na bateria e no vocal, Rubão Sabino no baixo, Carlos Darcy no trompete e no flugelhorn, José Carlos na guitarra, Nelsinho na percussão e no vocal, Mariá no vocal e Serginho no trombone. A direção artística é de Ian Guest. O AllMusic, na resenha de Philip Jandovský, chama o disco de marco na música brasileira e isola “Hei! Você” (com baião e R&B), “Folia de Reis”, “Guanabara” (com flauta de Oberdan) e “O Rio”. Tárik de Souza, no CliqueMusic, deu 4 de 5 e descreveu como obra estuária. As faixas incluem ainda “Uma Vida”, “Tema Pro Gaguinho”, “Evo”, “Number One”, “Moeda, Reza e Côr”, “Samba Do Malandrinho” e “Tio Macrô”.

Oberdan Magalhães, Luiz Carlos e outros integrantes da Abolição seguiram depois para a Banda Black Rio. Dom Salvador vinha do Rio 65 Trio com Edison Machado. O disco original saiu em 1971 pela CBS; o relançamento de 2001 foi o que devolveu o material ao catálogo.

Se gostou, veja também os discos da Banda Black Rio e o trabalho solo de Dom Salvador. Som, Sangue e Raça está nas plataformas e em reedições desde 2001 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify