25 de maio de 2026

Leeann Atherton - Good God 2026

 

 1. Saved - 2:52
 2. Drinkin' That Wine - 4:29
 3. Joy - 3:51
 4. Put A Little Love In Your Heart - 3:36
 5. Call On The Lord - 4:39
 6. Games People Play - 3:58
 7. I'll Fly Away - 2:43
 8. I'm Looking For A Miracle - 3:33
 9. This Little Light Of Mine - 3:40
10. How Great Thou Art - 3:29
11. Smack Dab In A Miracle - 3:29
12. More Peace And Love - 2:10
13. Angel Band (feat. Austin Storm Atherton) - 2:39
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Good God: Leeann Atherton Traz Luz, Fé e Alma do Texas em 2026
Lançado em maio de 2026, Good God é o novo álbum de Leeann Atherton, uma celebração vibrante de fé, comunidade e o poder transformador da música. Misturando country gospel, blues e soul com raízes sulistas profundas, o disco entrega esperança genuína e energia contagiante sem soar forçado.
Leeann Atherton comanda os vocais principais, acompanhada por Johnny Vernazza na guitarra e backing vocals, Mac McNabb na guitarra, Edward Cleveland na bateria, Rob LaMonica e Bob Berman nos teclados, além de baixistas como TJ Moss e um time de backing vocals que inclui Austin Atherton. 
Destaques: as originais “Joy”, “Call On The Lord” e “Smack Dab In A Miracle”, que brilham com lirismo pessoal, além de interpretações marcantes de “Saved” (Leiber/Stoller) e o a cappella emocionante de “Angel Band”. O som se caracteriza pela fusão natural de gospel fervoroso, blues cru e soul caloroso, com vocais potentes, arranjos orgânicos e uma sensação comunitária que faz o coração bater mais forte.
Curiosidades: Gravado com a talentosa equipe de estúdio de Austin (liderada por nomes como TJ Moss e Johnny Vernazza), o álbum nasceu como uma celebração da fé e da força da música para unir pessoas. Lançado com festa de release no lendário Continental Club em maio de 2026, Good God reforça o caminho de Atherton, que já gravou em estúdios como o de Willie Nelson e carrega influências de grandes como Mavis Staples e Sam Cooke.
Se gostou, veja também… os trabalhos anteriores de Leeann Atherton ou álbuns gospel/blues de artistas como Mavis Staples.

24 de maio de 2026

Dick Parry (1942-2026)


Dick Parry, saxofonista britânico histórico do Pink Floyd, faleceu em 22 de maio de 2026, aos 83 anos. A notícia foi confirmada pelo guitarrista David Gilmour, com quem Parry manteve uma parceria musical desde a adolescência.

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Parry brilhou em Shine On You Crazy Diamond, trazendo intensidade e melancolia ao tributo a Syd Barrett. Sua contribuição foi essencial para criar atmosferas únicas, misturando rock progressivo com jazz e blues. Com frases longas e cheias de sentimento, Parry deixou sua marca na história da música, tornando-se referência de expressão e criatividade no saxofone.

Parry é mundialmente reconhecido por seus solos marcantes em clássicos do Pink Floyd, incluindo:
"Money" e "Us and Them" (álbum The Dark Side of the Moon, 1973)
"Shine On You Crazy Diamond" (álbum Wish You Were Here, 1975)
"Wearing the Inside Out" (álbum The Division Bell, 1994)

Além de suas contribuições de estúdio, ele acompanhou a banda em turnês e participou do único show de reunião da formação clássica do Pink Floyd no Live 8, em 2005. Sua morte foi anunciada sem a divulgação da causa específica.

23 de maio de 2026

Memphis Slim - The Memphis Slim Story 1962 (2026)

 

1. We've Been Together Too Long - 4:01
 2. Sassy Mae - 2:04
 3. The Driving Wheel - 2:57
 4. Life Is Like That - 4:31
 5. All By Myself - 2:11
 6. Next Time You See Me - 2:56
 7. Misery - 2:22
 8. Kansas City - 2:27
 9. The Comeback - 3:38
10. H.C.F Boogie - 3:31
11. The Blues Is Everywhere - 4:17
12. Boogie Jam - 4:58
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spotify

O “Story” de Memphis Slim que Ganha Nova Vida em 2026
A reedição de 2026 de The Memphis Slim Story resgata um registro vibrante gravado em Paris em 11 de maio de 1962. Memphis Slim (John “Peter” Chatman) entrega blues piano autêntico, com boogie-woogie pulsante e uma atmosfera intimista que mistura energia crua e swing natural.
Memphis Slim comanda tudo no piano e nos vocais, ao lado de Benny Waters (clarinete, sax soprano e tenor), Guy Pedersen no baixo e Kansas Fields na bateria. 
Destaques: “Sassy Mae”, com seu groove original e cativante; “The Driving Wheel”, carregada de feeling profundo; e “Boogie Jam”, que solta a improvisação e a pulsação da banda. O som se define pelo piano pesado e stomping de Slim — que parece martelar as notas com peso e swing —, vocais diretos e expressivos cheios de alma, e a seção de sopros versátil de Waters, que adiciona cores jazzísticas ao blues tradicional, tudo sustentado por um ritmo sólido e vivo.
Gravado logo após Memphis Slim se mudar para a Europa, o álbum traz encarte escrito pelo próprio artista. 
Detalhe: esta sessão marca o início de sua longa fase em Paris — onde viveu até 1988 —, unindo músicos americanos e europeus sob o selo francês Disques Vogue e ajudando a plantar o blues no Velho Continente.Se gostou, veja também outros registros parisienses de Memphis Slim da mesma época!


The Moody Blues – Go Now - The Moody Blues #1 1965

 

A1. I Go Crazy – 2:08
A2. And My Baby's Gone – 2:15
A3. Go Now – 3:10
A4. It's Easy Child – 3:10
A5. Can't Nobody Love You – 4:00
A6. I Had A Dream – 2:50

B1. Let Me Go – 3:08
B2. I Don't Want To Go On Without You – 2:45
B3. True Story – 1:40
B4. It Ain't Necessarily So – 2:47
B5. Bye Bye Bird – 2:50
B6. From The Bottom Of My Heart – 3:20
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O Lado Selvagem e Esquecido dos Moody Blues

Go Now – Moody Blues #1 é o retrato de uma banda antes da fama progressiva — a formação original, com Denny Laine na guitarra e voz, Clint Warwick no baixo, Mike Pinder no piano e órgão, Ray Thomas na gaita e Graeme Edge na bateria —, entregando um R&B cru e apaixonado que poucos associam ao nome Moody Blues.

O disco vai de soul de James Brown a blues de Willie Dixon e Sonny Boy Williamson II, passando pelo pop elegante de "I Had a Dream", com a assinatura de Ellie Greenwich nas composições. A faixa-título continua sendo o ponto alto absoluto — a versão dos Moodies é fiel ao original de Bessie Banks, mas enriquecida com harmonias vocais masculinas em várias camadas que rivalizam com as dos Beatles. "From the Bottom of My Heart", parceria de Laine e Pinder, já esboça o instinto melódico que a banda desenvolveria anos depois.

A lenda conta que Paul McCartney, ao ouvir "Go Now", declarou aos colegas ter descoberto uma banda fazendo música tão boa quanto a deles.

A faixa-título chegou ao topo das paradas britânicas e ao número 10 nos EUA — e foi escolhida pela banda a partir de uma pilha de compactos fornecidos pela Seltaeb, empresa parceira (nome formado pelas letras de "Beatles" ao contrário). O clipe promocional de "Go Now" usou uma linguagem visual arrojada que antecipou em uma década o estilo do vídeo de "Bohemian Rhapsody" do Queen.

Se gostou, veja também The Magnificent Moodies (1965).