28 de fevereiro de 2026

The Doors – The Singles (2017)

 

01. Who Do You Love
02. Soul Kitchen
03. Hello, I Love You
04. People Are Strange
05. Riders On The Storm
06. Touch Me
07. Love Her Madly
08. Love Me Two Times
09. Take It As It Comes
10. Moonlight Drive
11. Light My Fire
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The Doors em "The Singles" (2017)
rock psicodélico de "The Singles", lançado em 2017 pela Rhino, é uma compilação épica que reúne os A e B-sides de todos os 20 singles americanos da banda, em versões mono e stereo remasterizadas. Com influências de blues, jazz e poesia lisérgica, o álbum captura o som inovador que definiu os anos 60 e 70, totalizando 44 faixas cheias de energia mística e riffs hipnóticos.
Destaques: incluem hinos como "Light My Fire" (com órgão icônico de Ray Manzarek), "Riders On The Storm" e "Hello, I Love You", além de raridades como "Who Scared You" e covers como "Who Do You Love". A formação lendária — Jim Morrison (vocais carismáticos), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria) — brilha em arranjos únicos, com B-sides estreando em CD.
Curiosidade: o processo de remasterização celebrou o 50º aniversário do debut da banda, resgatando mixes mono raros enviados para rádios na época. Outro detalhe fascinante: inclui faixas pós-Morrison (1971), como "The Mosquito", gravadas pelo trio sobrevivente, estendendo o legado até os anos 80.

The Rolling Stones – Sticky Fingers Live At The Fonda Theatre (2017)

 

01. Start Me Up (Live)
02. When The Whip Comes Down (Live)
03. All Down The Line (Live)
04. Sway (Live)
05. Dead Flowers (Live)
06. Wild Horses (Live)
07. Sister Morphine (Live)
08. You Gotta Move (Live)
09. Bitch (Live)
10. Can’t You Hear Me Knocking (Live)
11. I Got The Blues (Live)
12. Moonlight Mile (Live)
13. Brown Sugar (Live)
14. Rock Me Baby (Live)
15. Jumpin’ Jack Flash (Live)
16. I Can’t Turn You Loose (Live)
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The Rolling Stones em Sticky Fingers Live no Fonda Theatre (2017)
"Sticky Fingers Live At The Fonda Theatre 2017" captura a essência crua do rock'n'roll clássico, com toques de blues e country, em uma performance ao vivo explosiva. Gravado em 2015 no intimista Fonda Theatre (apenas 1.350 assentos), o álbum revive o icônico "Sticky Fingers" de 1971, mais bônus energéticos, totalizando 16 faixas cheias de groove e atitude.
Destaques: incluem clássicos como "Brown Sugar" e "Wild Horses", com riffs afiados de Keith Richards e vocais hipnóticos de Mick Jagger. A banda — Jagger, Richards, Ronnie Wood, Charlie Watts e músicos de apoio como Darryl Jones no baixo — entrega versões raras e intensas, como "Sister Morphine" e "Moonlight Mile", com som vivo e improvisos que capturam a magia do palco.
Curiosidade: essa foi a primeira vez que os Stones tocaram o álbum inteiro ao vivo, abrindo sua turnê Zip Code de 2015 com um show surpresa. Outro detalhe fascinante: lançado em formatos variados (CD, DVD, vinil), o registro destaca o contraste entre arenas gigantes e esse venue pequeno, revivendo o espírito rebelde dos anos 70 em plena era digital.

27 de fevereiro de 2026

Loopahead – Close to the Blues (2017)

 

01. Rainy Day
02. Before You Accuse Me
03. Big Boss Man
04. Barely 18
05. Down the Road a Piece
06. Louisiana Blues
07. Kate
08. Freight Train
09. High Heel Sneakers
10. Walking the Dog
11. Nine o’clock Blues
12. Little Red Rooster
13. Morning Coffee Blues
14. A Long Way Home
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Loopahead e Seu "Close to the Blues" (2017)
O álbum "Close to the Blues", lançado em 2017 pela dupla alemã Loopahead, é uma celebração vibrante das raízes do blues, rhythm'n blues, latin, rock e jazz. Formado por Udo Lummer (guitarra, lapsteel e vocais) e Paul-Gerhard Lange (baixo), o duo entrega estruturas musicais simples e reduzidas, mas cheias de emoção e groove contagiante.
Destaques: incluem faixas marcantes como "Before You Accuse Me" (clássico de Bo Diddley), o swingante "Big Boss Man" e o hipnótico "Little Red Rooster", misturando covers icônicos com originais como "Rainy Day" e "Barely 18". O som único surge de arranjos minimalistas, com toques de lapsteel que adicionam um brilho jazzístico, perfeito para quem curte blues autêntico e despojado.
Curiosidade: o processo criativo da banda often envolve inspiração direta da interação com o público durante shows ao vivo, transformando cada performance em um "unicum" musical improvisado. 
Detalhe: apesar das origens alemãs, Loopahead revive o espírito do blues americano dos anos 1950-60, gravado com fidelidade em plataformas como Apple Music e Amazon.

Van Morrison - Roll With The Punches 2017

 

1. Roll With The Punches (3:58)
2. Transformation (3:31)
3. I Can Tell (3:51)
4. Stormy Monday/Lonely Avenue (5:30)
5. Goin' To Chicago (5:22)
6. Fame (5:07)
7. Too Much Trouble (3:04)
8. Bring It On Home To Me (5:39)
9. Ordinary People (4:41)
10. How Far From God (3:47)
11. Teardrops From My Eyes (3:53)
12. Automobile Blues (3:39)
13. Benediction (3:12)
14. Mean Old World (4:59)
15. Ride On Josephine (3:03)
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Van Morrison Detona em 'Roll With The Punches' (2017)
É um nocaute! "Roll With The Punches", 37º álbum de estúdio de Van Morrison, lançado em 22 de setembro de 2017 pela Caroline Records, é uma imersão vigorosa no blues clássico, com toques de rock e soul, priorizando harmonicas vibrantes, guitarras gnarled e grooves pesados à la Chicago electric blues. Com 15 faixas em cerca de 60 minutos, o disco mescla 10 covers icônicos – de Bo Diddley, Sam Cooke e T-Bone Walker – com 5 originais de Morrison, soando atemporal e autobiográfico.
Destaques: incluem o medley explosivo "Stormy Monday/Lonely Avenue", com solo de harmonica industrial; a soulful "Bring It On Home To Me"; e a title track, um blues pugnaz original. A voz rouca e percussiva de Morrison, aos 72 anos, brilha, apoiada por convidados estelares como Jeff Beck na guitarra, Georgie Fame no Hammond organ, Paul Jones na harmonica e Chris Farlowe nos vocais.
Curiosidade: Produzido pelo próprio Morrison, o álbum surgiu de um impulso primal – "não se disseca o blues, apenas se faz", como ele afirmou, gravado em sessões espontâneas. 
Detalhe: Marca o retorno às raízes que moldaram sua carreira desde os dias de Them, transformando influências pessoais em uma narrativa musical viva.