28 de setembro de 2026

Elmore D. - Saturday Night Rub 2001

 

 1. Can't Afford to Do It - 2:35
 2. Drop Down Mama - 3:55
 3. If You Take Me Back - 2:04
 4. Dji N'oûveûre Qui L'londi - 3:06     
 5. It Ain't No Lie - 2:49
 6. I Want You to Know - 2:59
 7. Li Rwè Dèl Rowe D'Erquy - 2:55    
 8. Rahis' Èt rikètes - 4:19     
 9. Mama Sét - 2:29    
10. Studio Rap - 0:33
11. Tot seû - 2:42    
12. Saturday Night Rub - 1:45
13. Drop Down (I Dont Feel Welcome Here) - 2:46
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Blues de Liège com sotaque de Mississipi

Saturday Night Rub, de 2001, é o blues rural de Daniel Droixhe, o Elmore D de Liège: homagens a Sleepy John Estes, Homesick James, Big Bill Broonzy e Tampa Red, entre covers em inglês e originais no dialeto da cidade.

Elmore D canta e toca violão acústico. Lazy Horse entra na elétrica, no baixo e no bandolim. Big Dave sopra a gaita. Marc T. raspa o washboard. Willie Maze segura a bateria. 

“Li rwè dèl rowe d’Erquy” carrega riff twangy, harmônica amplificada e balanço que as resenhas da época apontaram como motivo suficiente para o disco. “Mama sét” fica só voz e violão. “Tot seû” acena para Tampa Red.

O som é seco: slide, gaita, tábua de lavar e um groove de porão.A gravação aconteceu em 2000, em Antuérpia. As primeiras faixas em valão do álbum soam como sessão puxada noite adentro. No ano do lançamento pela Frémeaux & Associés, Elmore D foi eleito Artista do Ano nos Trophées France Blues.

Junior Wells & Buddy Guy – New York City Blues – Live 1978 (2026)

 

01 – Cleo’s Back (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
02 – The Thrill Is Gone (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
03 – How Blue Can You Get (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
04 – Chicken Heads (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
05 – Little By Little (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
06 – Help Me (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
07 – Ships On The Ocean / Someday Baby (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
08 – Early In The Morning (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
09 – Juke (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
10 – Instrumental Blues (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
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Chicago no Bottom Line, gravado e guardado até 2026

New York City Blues – Live 1978 traz Junior Wells e Buddy Guy ao vivo no The Bottom Line, em Nova York, num set de Chicago blues com jams longas, gaita e guitarra à frente. 

A Cleopatra Blues lançou o registro em 17 de julho de 2026, sob licença do espólio de Junior Wells.No palco, com Wells na voz e na gaita e Guy na guitarra, entram Philip Guy na segunda guitarra, Kenny Ray no baixo, Douglas Fagen no sax tenor e Merle Perkins na bateria. 

O selo e a resenha de estreia apontam Cleo’s Back, instrumental de abertura puxado pelo sax, How Blue Can You Get, que passa dos 14 minutos com a guitarra de Guy, e o medley Ships On The Ocean / Someday Baby, com Wells no vocal e na harmônica. 

The Thrill Is Gone saiu como primeiro single; Help Me é apresentada no show como tributo a Sonny Boy Williamson.

O show gravado para este disco é o de 9 de janeiro de 1978. Quase meio século depois, o set de dez faixas e cerca de 65 minutos chega em CD e nas plataformas, no catálogo ao vivo que a Cleopatra vem publicando da dupla.
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27 de setembro de 2026

Gato Barbieri - Chapter One: Latin America (1973)

 

01- Encuentros
02- India
03- La China Leoncia Arreo La Correntinada Trajo Entre La Muchachada La Flor De La Juventud
04- Nunca Más
05- To Be Continued
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O sax argentino abre o primeiro capítulo da América Latina

Chapter One: Latin America, de Gato Barbieri, saiu em outubro de 1973 pela Impulse!. 

É free jazz e jazz latino cruzados com instrumentos folclóricos sul-americanos, primeiro disco de uma série de quatro capítulos.

Barbieri está no sax tenor com músicos tradicionais da Argentina, não com uma banda de jazz já montada: quena de Raúl Mercado, harpa indiana de Amadeo Monges, charango de Isoca Fumero, bombo de Domingo Cura, sopros andinos de Antonio Pantoja, baixo de Adalberto Cevasco. 

A AllMusic destaca o lado A com Encuentros e a releitura de India, de José Asunción Flores e Manuel Ortiz Guerrero, e a suíte em quatro partes La China Leoncia Arreo la Correntinada Trajo Entre la Muchachada la Flor de la Juventud. Em Nunca Más, Dino Saluzzi entra no bandoneón.

Quatro das cinco faixas foram gravadas em abril de 1973 no Music Hall, em Buenos Aires; To Be Continued, peça solo com overdubs e a voz de Gato, foi feita nos estúdios Odeon, no Rio. 

O contrato com a Impulse! veio depois da trilha de Último Tango em Paris, e este LP abre a tetralogia que segue em Chapter Two: Hasta Siempre, Chapter Three: Viva Emiliano Zapata e Chapter Four: Alive in New York.Se gostou, veja também… dê o play, comente e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ — e no Spotify


Chris Pierce – Songs for the Heavy Hearted (2026)

 

1.This Sunlit Morning
2. First Day of School
3. Madonna of the San Joaquin
4. It Ain’t Ever Wrong to Be Free
5. Kalief Browder (feat. Allison Russell)
6. Spirits All Over This Land
7. We Ain’t There Yet (feat. Garrison Starr)
8. You Do Not Weep Alone
9. That Was My Pride (feat. Grey DeLisle)
10. Yours Can Go With Mine
11. Two Angels (feat. Steve Earle)
12. A Soft Place to Land
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Chris Pierce abre o peito no folk e o coração pesado ganha voz

Em 21 de agosto de 2026, Chris Pierce lançou Songs for the Heavy Hearted (CMG / Dos Leones): folk e americana de canção de protesto e de casa. 

Produziram David Resnik e Niko Bolas. Na base, Doug Pettibone na guitarra, Stella Mozgawa na bateria, Reggie Hamilton no baixo, Gabe Witcher no violino, Phil Parlapiano nos teclados e Dave Palmer no piano. 

Entram Allison Russell em “Kalief Browder”, Garrison Starr em “We Ain’t There Yet”, Grey DeLisle em “That Was My Pride” e Steve Earle em “Two Angels”. 

O single de anúncio foi “This Sunlit Morning”; The Bluegrass Situation destacou “First Day of School”, que Pierce descreveu como um pedido de um pai na porta da escola. Harmônica, violão, acordeão e fiddle carregam o disco. 

O álbum é o oitavo solo dele e saiu com vinil e CD no próprio site. Em setembro de 2026 figurou como o mais adicionado da semana nas paradas da Americana Music Association / CDX Traction. Se gostou, veja também… ouça agora no Spotify, comente o que ficou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify




26 de setembro de 2026

Thorbjorn Risager, Emil Balsgaard – Past Time Shadow (2026)

 

01. I Got A Feeling
02. Old Heartache
03. Copenhagen Winter
04. Something Holding Me Back
05. Kidney Stew
06. Hesitation Blues
07. Regression Rag
08. I’ll Be Yours
09. Past Time Shadow
10. Buckets Of Rain
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Trinta anos de piano e guitarra, sem a banda no meio

Past Time Shadow é o disco de blues e blues-rock que Thorbjørn Risager e Emil Balsgaard soltaram em 28 de agosto de 2026: voz, guitarra e piano, sem o resto do Black Tornado.

Os dois se conhecem há trinta anos, desde o Rad Gumbo, banda de blues’n’funk de Nova Orleans. No duo, Risager canta e toca guitarra; Balsgaard segura o piano. 

O anúncio oficial descreve o som como blues, roots, boogie-woogie e gospel, com canções da história comum dos dois. “I Got A Feeling” abre. “Copenhagen Winter” leva o inverno da capital dinamarquesa no título. “Kidney Stew” e “Hesitation Blues” entram no meio do programa. “Past Time Shadow” dá nome ao disco; “Buckets Of Rain” fecha. 

Produziu Søren Bøjgaard — o baixo do Tornado. Capa de Thomas Crawford, fotos de Mette Kramer. 

Saiu em vinil e nas plataformas, selo The Black Tornado. A turnê íntima passou por Dinamarca e Suécia logo depois do lançamento.

O álbum chegou de surpresa no próprio site da banda, no mesmo dia em que o vinil começou a circular. É o encontro de duas décadas de Black Tornado com três décadas de parceria que começou no Rad Gumbo.