14 de outubro de 2026

Gary Moore - Back To The Blues (2001)

 

1. The Blues Is Alright – 4:50
2. Too Tired – 5:05
3. Jumpin’ at Shadows – 4:40
4. Have You Heard – 5:20
5. Still Got the Blues (For You) – 6:05
6. Since I Met You Baby – 4:45
7. All Your Love – 5:10
8. The Prophet – 4:50
9. I Could Have Had Religion – 5:20
10. Oh Pretty Woman – 4:35
11. Walking By Myself – 3:50
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Depois de dois discos experimentais, 
Moore voltou ao blues elétrico com Mooney na bateria

Back to the Blues, décimo terceiro álbum solo de Gary Moore, saiu em 12 de março de 2001 pela Sanctuary: blues rock de dez faixas, 53 minutos e 25 segundos, a volta ao elétrico com que ele tinha feito nome desde 1990, depois de dois discos mais experimentais. O anterior na cronologia é A Different Beat, de 1999.

Moore canta e toca guitarra. No baixo está Pete Rees, nos teclados Vic Martin, e na bateria Darrin Mooney, primeira gravação de estúdio do baterista com ele; Mooney ficaria nos dois álbuns seguintes e no projeto Scars. Metais só entram em “You Upset Me Baby”, de B.B. King: trompete de Martin Drover, sax tenor de Frank Mead e Nick Pentelow, sax barítono de Nick Payn, arranjo de Moore e Payn. 

A AllMusic, na resenha de Hal Horowitz, coloca o disco na linha de Still Got the Blues, After Hours e Blues Alive, seis anos depois do tributo a Peter Green, e aponta os solos sustentados e o trio enxuto. O Musoscribe destaca a abertura “Enough of the Blues”, só voz e dobro no começo, e “Looking Back”, de Johnny “Guitar” Watson, com o órgão de Martin. No meio há ainda “Stormy Monday”, de T-Bone Walker, e “I Ain’t Got You”, de Calvin Carter.

A produção é de Moore e Chris Tsangarides; a capa é Moore no depósito de bondes de Therapia Lane, em Croydon. O álbum saiu em 12 de março de 2001, SANCD072 no Reino Unido, e foi o primeiro de estúdio com Mooney, que seguiria na cadeira até Scars; em 2017 as dez faixas reapareceram na compilação Blues and Beyond.

Se gostou, veja também Still Got the Blues e Blues for Greeny. Back to the Blues está no Spotify (https://open.spotify.com/album/6AYLIj7kgFGZiXpbF9q7kT) — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



Morgan Freeman – Morgan Freeman’s Symphonic Blues Experience (2026)

 

01. Dark Was the Night, Cold Was the Ground (2:49)
02. Crossroads (3:36)
03. Death Letter Blues (4:01)
04. Dust My Broom (2:38)
05. The Thrill Is Gone (4:10)
06. Cadillac Assembly Line (3:44)
07. Somebody’s Knockin’ (3:49)
08. Traveling Riverside Blues (3:42)
09. I’ll Take You There (3:09)
10. Love Me Or Leave Me (4:16)
11. Someday (4:04)
12. I Lied To You (From “Sinners”) (3:27)
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Doze faixas de Delta com orquestra, narradas por Morgan Freeman e gravadas no Royal Studios

Morgan Freeman’s Symphonic Blues Experience saiu em agosto de 2026 pela Decca, com a Chineke! Orchestra: doze faixas que atravessam cerca de cem anos de blues, do Delta do Mississippi ao cinema. Freeman não canta. Ele narra e co-produz, com Eric Meier, sócio dele no Ground Zero Blues Club, em Clarksdale.

O disco abre com “Dark Was the Night, Cold Was the Ground”, ligado ao Blind Willie Johnson de 1927, com Keith Johnson. Taj Mahal canta e toca slide em “Death Letter Blues”, de Son House — o primeiro single, solto no Juneteenth. Keb’ Mo’ entra em “Cadillac Assembly Line”. Shemekia Copeland faz “Traveling Riverside Blues”. Alvin Youngblood Hart aparece em “The Thrill Is Gone”. Super Chikan em “Crossroads”, Lady Adrena em “Dust My Broom”, Anthony “Big A” Sherrod em “Somebody’s Knockin’”. “I’ll Take You There” traz Tiernii Jackson com o coro da Stax Music Academy. Fecha com “I Lied to You”, da trilha de Sinners. Lawrence “Boo” Mitchell supervisionou as sessões no Royal Studios, em Memphis.

Freeman disse que ouviu blues pela primeira vez na varanda da avó, no Delta. O single de Juneteenth com Taj Mahal saiu antes do álbum; as gravações foram no Royal Studios, com a orquestra da Chineke! e a produção compartilhada com Meier. Os shows ao vivo começaram em julho de 2025; em 2026 ainda restavam datas em Memphis e Gulfport. O lançamento oficial pela Decca foi em agosto.

Se gostou, veja também os discos de Taj Mahal, Keb’ Mo’ e Shemekia Copeland. O álbum está nas plataformas desde agosto — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify 



13 de outubro de 2026

Luke – Modern Blues Trio – 2026

 

01. Double Trouble Boogie
02. Dancing With The Blues
03. They Don’t Remember My Name
04. Doin’ It All For My Baby
05. If I Were You
06. You Keep Me Hanging On
07. On and On
08. It Ain’t No Rock ‘N’ Roll
09. Open Your Eyes
11. Don’t Let Me Down
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O trio de Saarbrücken que gravou quase tudo ao vivo no Kahnelabs

Modern Blues Trio, de Luke, saiu em 2026 pela On Stage Records: blues rock de onze faixas, 52 minutos, o disco que o cantor e guitarrista de Saarbrücken chama de o mais cru que já fez. O digital chegou em 25 de setembro; o físico, com data de 2 de outubro.

Luke é Lukas Schüßler. No baixo está Stefan Engelmann, na bateria Elmar Federkeil. O texto da loja Hoanzl isola “If I Were You”, com tom soul-pop, e “Dancing With The Blues”, mais aberto à improvisação. O resto — “Double Trouble Boogie”, “They Don’t Remember My Name”, “Doin’ It All For My Baby”, “You Keep Me Hanging On”, “On and On”, “It Ain’t No Rock ‘N’ Roll”, “Open Your Eyes”, “Joanna Is Gone” e “Don’t Let Me Down” — entra na ficha. O som é de Stratocaster, baixo e bateria, com groove cru e letra direta.

A maior parte foi gravada ao vivo no estúdio, no Kahnelabs, com o produtor Stefan Kahne — sem as faixas isoladas de sempre. Luke tem mais de quinze anos de palco, abriu para Patti Smith, Keb’ Mo’, Taj Mahal e Pur, e foi indicado três vezes à German Blues Challenge, de 2023 a 2025. Este é o disco em que ele volta ao formato de trio clássico.

Se gostou, veja também The Truth Remains The Same e Strange Boy in Town. Modern Blues Trio está no Spotify  — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



Diego Figueiredo – Horse Blues (2026)

 

01 – Good Vibe
02 – Horse Blues
03 – Telluride
04 – Aug Blues
05 – Clown
06 – Mr. Benson
07 – Nice Road
08 – Just Relax
09 – From Memphis to New Orleans
10 – For Willy
11 – Back To The 60’s
12 – View From The Sky
13 – Blues in F
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Treze originais gravados em Franca, com 
violão e guitarra elétrica no mesmo disco

Horse Blues, de Diego Figueiredo, saiu em 2026 pela Arbors: treze faixas, cerca de 47 minutos, jazz e blues com ritmos brasileiros e improvisação. O digital chegou em 28 de agosto; o CD, com data de 9 de outubro.

Figueiredo toca violão e guitarra elétrica. No baixo elétrico está Tacio Figueiredo, na bateria Anderson Matos, na gaita Uira Cabral e nos teclados Gi Reis. As composições são dele. O texto de lançamento isola “Good Vibe”, “Just Relax” e “From Memphis to New Orleans”. O resto — “Horse Blues”, “Telluride”, “Aug Blues”, “Clown”, “Mr. Benson”, “Nice Road”, “For Willy”, “Back to the 60’s”, “View from the Sky” e “Blues in F” — entra na ficha sem resenha que separe.

As sessões foram em Franca, em maio e junho de 2026. O selo é a Arbors Records; o digital foi liberado em 28 de agosto e o CD físico tem data de 9 de outubro. Antes dele, na discografia recente, estão Violão Caipira (2025) e I Love Samba (2024).

Se gostou, veja também Violão Caipira e I Love Samba. Horse Blues está nas plataformas desde agosto — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



12 de outubro de 2026

Stevie Nicks • Bella Donna 1981

 

1. Bella Donna – 5:21
2. Kind of Woman – 3:12
3. Stop Draggin’ My Heart Around – 4:04 
(com Tom Petty and the Heartbreakers)
4. Think About It – 3:35
5. After the Glitter Fades – 3:31
6. Edge of Seventeen – 5:28
7. How Still My Love – 3:54
8. Leather and Lace – 3:44 (com Don Henley)
9. Outside the Rain – 4:19
10. The Highwayman – 4:49
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O primeiro disco solo de Stevie Nicks, o que levou 
Tom Petty, Don Henley e um número 1

Bella Donna, estreia solo de Stevie Nicks, saiu em 27 de julho de 1981 pela Modern/Atco: rock com toque country, dez faixas, pouco menos de 42 minutos. Ela ainda estava no Fleetwood Mac. Este é o disco que ela fez fora da banda.

A produção é de Jimmy Iovine e Tom Petty. Benmont Tench, dos Heartbreakers, foi diretor musical e toca órgão e piano na maior parte. Waddy Wachtel e Davey Johnstone entram na guitarra; Bob Glaub e Duck Dunn no baixo; Stan Lynch na bateria em algumas faixas. 

Os convidados que a ficha isola são dois. Tom Petty canta e toca em “Stop Draggin’ My Heart Around”, que ele e Mike Campbell escreveram — chegou ao 3º da Hot 100. Don Henley canta em “Leather and Lace”, 6º. “Edge of Seventeen” bateu no 11º; “After the Glitter Fades”, no 32º. Os vocais de apoio são de Sharon Celani e Lori Perry. Roy Bittan, da E Street Band, coescreveu “Think About It”; Don Felder, dos Eagles, toca em “The Highwayman”.

Nicks ensaiou em casa com Tench, Celani e Perry antes de entrar no estúdio. As sessões foram do outono de 1980 à primavera de 1981 e levaram cerca de três meses e meio — ela disse ao Billboard Book of Number One Albums que queria o disco soando como Tom Petty e que Iovine, que terminava Hard Promises, intermediou. Entrou em 1º na Billboard 200 em setembro de 1981, ficou quase três anos no chart e virou platina em outubro; depois, quádrupla. No Reino Unido chegou ao 11º. Ela voltou ao Fleetwood Mac para gravar Mirage logo em seguida.

Se gostou, veja também The Wild Heart e os discos do Fleetwood Mac da época. Bella Donna está nas plataformas desde os anos 1980 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify