22 de fevereiro de 2026

Evergreen Blues - 'Comin' On' 1969 (2019)

 

1. Please Take Me Now (Ken Walther, Steve Lawrence) - 4:25
2. Girl I Got Wise (Ken Walther, Steve Lawrence) - 3:08
3. Eye In The Sky (Ken Walther, Steve Lawrence) - 2:28
4. Don't Mess Up My Mind (Lou T. Josie) - 2:36
5. Funky Woman (Steve McSweyn) - 3:04
6. The Moon Is High (Ken Walther, Steve Lawrence) - 4:24
7. W.L.A. (Ken Walther, Steve Lawrence) - 3:45
8. Try A Little Tenderness (Harry Woods, James Campbell, Reginald Connelly) - 4:08
9. Quickest Way Out (Sam Lombardo, Tom Bray) - 3:18
10.Bring It On Back (Lou T. Josie) - 2:43
11.Another Night (Ken Walther, Steve Lawrence) - 4:57
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Evergreen Blues em 'Comin' On' (1969, Remaster 2019)

"Comin' On", o segundo álbum da Evergreen Blues, banda icônica do East LA que capturou a essência do Eastside Sound nos anos 60. Lançado originalmente em 1969 pela ABC Records, este disco é uma explosão de blue-eyed soul funky, com influências de blues psicodélico e brass rock vigoroso, impulsionado por órgãos pulsantes, saxofones e trombones que dão um punch irresistível. 
Destaques: incluem a energética "Please Take Me Now", com apelo comercial e groove contagiante, e o cover soulful de "Try a Little Tenderness" (de Otis Redding), interpretado com alma por Manny Esparza nos vocais – antes mesmo do hit do Three Dog Night.
Formação: talentos como Hank Barrio (guitarra), Joe McSweyn (baixo), Sam Lombardo (bateria) e Steve Lawrence (teclados e sax), a banda misturava R&B cru com toques pop, refletindo a efervescência da cena latina de Los Angeles. 
Curiosidade: Gravado no American Studios, com engenheiro Richard Podolar em algumas faixas, especula-se que isso inspirou o Three Dog Night a gravar a mesma canção, virando megahit. Outro detalhe fascinante: Aos 17 anos, o grupo já excursionava nacionalmente em limos e aviões privados, compartilhando palcos com lendas como Chuck Berry. A remasterização coreana de 2019, em mini-LP deluxe,

Los Abuelos De La Nada - En Vivo Teatro Coliseo 1982

 

01- Creo que es un sueño más
02- Sin gamulán
03- Hermana Teresa
04- Espía de Dios
05- Levantando temperatura
06- Guindilla ardiente
07- 24 horas
08- Mari
posas de madera
09- Buen día, día
10- Ir a más
11- Te vas rica (con Charly García)
12- Se me olvidó que te olvidé
13- En la cama o en el suelo
14- Tristeza de la ciudad
15- No te enamores nunca de aquel marinero bengalí
16- No te enamores nunca de aquel marinero bengalí (Bis)
17- Como debo andar
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Los Abuelos de la Nada Ao Vivo no Coliseo 1982
"En Vivo Teatro Coliseo 1982" captura o furor da segunda fase de Los Abuelos de la Nada, em shows explosivos nos dias 22 e 23 de outubro, no icônico Teatro Coliseo de Buenos Aires. Esse bootleg bootleg, com som aceitável gravado diretamente da mesa de som, mescla rock nacional argentino com toques de funk, new wave e reggae, impulsionado pela vitalidade poética de Miguel Abuelo na voz e percussão.
Destaques: incluem hits como "Sin Gamulán", com seu ritmo contagiante e brass afiado; "No te enamores nunca de aquel marinero bengalí", repetida em bis para delírio da plateia; e "Try a Little Tenderness" – ops, não, faixas como "Guindilla Ardiente" e "Tristeza de la ciudad", onde o groove da banda brilha. A formação estelar conta com Andrés Calamaro nos teclados, Gustavo Bazterrica na guitarra afiada, Daniel Melingo no sax e clarinete, Cachorro López no baixo e Polo Corbella na bateria. Participação especial: Charly García nos sintetizadores, elevando o show a outro nível!
Curiosidade: O bootleg foi gravado de forma semi-oficial da consola, preservando a energia crua sem overdubs. Outro detalhe fascinante: O show do dia 23 coincidiu com o aniversário de 31 anos de Charly, que também produziu o álbum debut da banda, marcando o renascimento do rock argentino pós-ditadura.

21 de fevereiro de 2026

Eric Burdon & Jimmy Witherspoon- Guilty!- 1971

 


01. I've Been Drifting/Once Upon A Time
02. Steam Roller
03. The Laws Must Change
04. Have Mercy Judge
05. Goin' Down Slow
06. Soledad
07. Home Dream
08. Headin' For Home
09. The Time Has Come
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Guilty!: O Blues Explosivo de Burdon e Witherspoon 
Guilty!, o álbum de 1971 que une o rock visceral de Eric Burdon (ex-Animals e War) ao blues profundo de Jimmy Witherspoon, um mestre do gênero desde os anos 50. Essa colaboração é uma fusão eletrizante de blues elétrico com toques de rock e soul, marcada por vocais alternados cheios de alma, harmonicas cortantes de Lee Oskar e Bob Mercereau, e o groove irresistível da banda War – incluindo Papa Dee Allen nas congas, Charles Miller no sax tenor e Howard Scott na guitarra.
Destaques: incluem faixas como "Goin' Down Slow", um lamento bluesy de seis minutos, e "Have Mercy Judge", com apelo urgente de Chuck Berry reinterpretado. O som único vem da intensidade gráfica das letras, que exploram temas de culpa, liberdade e injustiça.
Curiosidade: "Goin' Down Slow" foi gravada na prisão de San Quentin, com a banda local de detentos e guitarra do prisioneiro Ike White, adicionando autenticidade crua ao conceito de álbum sobre saída da cadeia e medos pós-libertação.
Em 1971, ano de rebeliões prisionais como Attica, Guilty! reflete o contexto de tensões raciais e sociais, sendo relançado como Black & White Blues.

Steely Dan – Pretzel Logic (1974)

 

01. Rikki Don't Lose That Number – 04:33
02. Night By Night – 03:39
03. Any Major Dude Will Tell You – 03:07
04. Barrytown – 03:21
05. East St. Louis Toodle -Oo – 02:48
06. Parker's Band – 02:38
07. Through With Buzz – 01:33
08. Pretzel Logic – 04:31
09. With A Gun – 02:17
10. Charlie Freak – 02:44
11. Monkey In Your Soul – 02:41
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 Steely Dan em 'Pretzel Logic' (1974)
"Pretzel Logic", terceiro álbum do Steely Dan, lançado em 20 de fevereiro de 1974 pela ABC Records, é uma masterpiece de jazz-rock fusionado com pop inteligente, blues e arranjos orquestrados que exalam elegância e ironia. Com apenas 34 minutos, o disco pulsa com grooves precisos, letras enigmáticas e harmonias vocais impecáveis, marcando a transição da banda para um projeto de estúdio.
Destaques: incluem o mega-hit "Rikki Don't Lose That Number", que chegou ao Top 4 nos EUA com seu riff inspirado em Horace Silver; a balada reconfortante "Any Major Dude Will Tell You"; e a bluesy title track, com solos de guitarra afiados. Liderados por Donald Fagen (vocais, teclados) e Walter Becker (baixo, guitarra), o lineup final da banda como quinteto – com Denny Dias, Jim Hodder e Jeff "Skunk" Baxter – brilha, apoiado por session stars como o baterista Jim Gordon (de Derek and the Dominos) e Michael Omartian nos keys.
Curiosidade: Gravado no The Village Recorder em Los Angeles, o álbum surgiu após o flop de "Countdown to Ecstasy", levando Fagen e Becker a recrutar músicos de elite para perfeccionar o som – um pivô que encerrou as turnês como banda. 
Detalhe: Alcançou o Top 10 nos EUA, coroado Álbum do Ano pela NME, e influenciou gerações com sua mistura de cinismo e virtuosismo.