8 de setembro de 2026

Izzo Blues Coalition – Rise Again (2026)

 

01. Go Cat Go (4:44)
02. Tickle Me Pink (3:28)
03. Mea Culpa (4:19)
04. Rise Again (6:15)
05. Bye Bye Baby Blues (3:29)
06. Train Wreck (3:23)
07. Break It Clean (4:17)
08.Go (4:50)
09. Sugar (3:38)
10. Graham Road (3:51)
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Rise Again é o álbum de blues rock contemporâneo 

Izzo Blues Coalition soltou em 6 de fevereiro de 2026: dez faixas, cerca de 42 minutos, crédito de copyright para Bob Telaro.

O quarteto é de Montreal. Tino Izzo canta e toca guitarra. Annie Major-Matte divide o vocal e o teclado. Domenic Romanelli segura o baixo e o backing. Telaro está na bateria. “Go Cat Go” abre. “Tickle Me Pink”, “Rise Again”, “Go”, “Sugar” e “Graham Road” entram no meio — a banda soltou clipe oficial de várias delas no mesmo ciclo. 

Antes deste inglês vieram Complicated Man (2019), Take It or Leave It (outono de 2021) e Cabrel en blues (2025). 

Em dezembro de 2024 a Cashbox Canada já anunciava Rise Again ao lado do single “Merry Christmas Baby”. Izzo, que também produz, já trabalhou com Céline Dion, Roch Voisine, Garou e Bobby Bazini, e nos anos 1990 levou um Billboard Choice Award por discos instrumentais de guitarra.

Curtis Mayfield – There's No Place Like America Today 1975

 

1. Billy Jack — 6:07
2. When Seasons Change — 5:23
3. So In Love — 5:10
4. Jesus — 6:10
5. Blue Monday People — 4:45
6. Hard Times — 3:42
7. Love To The People — 4:06
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Não há lugar como a América de Curtis Mayfield 

Em maio de 1975, no selo Curtom, Curtis Mayfield lançou o sétimo disco solo, There's No Place Like America Today: soul e funk de Chicago, sete faixas todas suas, gravadas no Curtom Studios. 

O título é ironia. A capa recolore a foto de Margaret Bourke-White de 1937, At the Time of the Louisville Flood — fila negra sob o outdoor da família branca sorridente e o slogan original “There's No Way Like the American Way”. 

Mayfield produz, canta, toca guitarra e teclado. Rich Tufo arranja e senta no teclado; Phil Upchurch e Gary Thompson nas guitarras; Lucky Scott no baixo; Quinton Joseph na bateria; Henry Gibson em congas e bongôs; Harold Dessent nas madeiras. Bruce Eder, no AllMusic, destaca a abertura “Billy Jack”, canção de violência armada com naipe de metais de Tufo; “When Seasons Change”, urbanismo com gospel e soul; e “So in Love”, o single que foi ao 67º lugar da Billboard Hot 100 e ao 9º do R&B. 

No meio do disco entram “Jesus” e “Blue Monday People”; “Hard Times” aperta o groove antes do fecho “Love to the People”. Em junho de 1975, Mayfield disse à Billboard que o álbum falava da depressão em que o país estava. 

Anos depois, à NME, colocou o disco entre os seus favoritos. Chegou ao 120º lugar da Billboard 200 e ao 13º das Soul LPs; está em 1001 Albums You Must Hear Before You Die e, em 2013, no 373º lugar da lista da NME. 

7 de setembro de 2026

Oozie Blues - Blues School 2008

 

1. Blues School (4:17)
2. Girl You Must Be Crazy (3:18)
3. Lost Generation (4:40)
4. Alligators (4:40)
5. Why Don't You Let Me Be (5:23)
6. Stormin' Norman (2:54)
7. Too Hard To Please (4:16)
8. I'm Tired Of Cryin' (3:58)
9. Time Tells (3:57)
10. Fat Tuesday (3:12)
11. Hide And Seek (3:31)
12. My Best Friend (4:54)
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Blues School: a aula particular da Oozie Blues Band 

Em 2008, a Oozie Blues Band, do sul da Califórnia, gravou Blues School: doze originais de blues elétrico e American Roots — com saltos de country blues, jump e R&B old school — escritos e cantados por Norman Pingrey, Terry DeRouen e Stephen Guillory

Pingrey, baixista e líder, veio da cena da Bay Area (1988–1995), onde tocou com T.W. Henderson e Deacon Jones e abriu para John Lee Hooker, Elvin Bishop e Joe Louis Walker. 

No disco, a base é voz, duas guitarras, baixo e bateria — Delacy White na caixa — com Guillory, que também ajudou na produção, entrando de gaita, dobro, órgão e conga só quando a faixa pedia. 

DeRouen e Guillory, quatro anos juntos na banda na época da gravação, dividem os solos: o duo aparece em “Lost Generation”, o órgão em “Alligators”, e a gaita em “Why Don't You Let Me Be”, “Time Tells”, “Hide And Seek” e “My Best Friend”. 
A faixa-título abre o programa; “My Best Friend”, de Pingrey, fecha o disco como dedicatória ao fundador Match “Hambone” Hammond.

O CD circulou como registro independente, de repertório 100% autoral, sem a cobertura de AllMusic ou Discogs que costuma acompanhar os nomes grandes do gênero. Anos depois a formação já incluía Ray Brooks, sax e o mesmo Guillory nos palcos do Real Blues Festival of Orange County e do Festival of Lights, em Riverside.

Prince – Timeless (2026)

 

1. I Am You (04:43)
2. Tick Tick Bang (03:12)
3. Heaven (04:28)
4. I Wonder (04:10)
5. With This Tear (03:52)
6. Stone (03:07)
7. Calabama (03:30)
8. The Guilty Ones (04:14)
9. Bestest Friend (04:37)
10. How Come U Don’t Call Me Anymore (Live) (05:53)
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As dez faixas que atravessam 1977 a 2016

Timeless é a coletânea póstuma de Prince que o Estate e a Legacy Recordings soltaram em 28 de agosto de 2026: pop, funk e R&B tirados do Vault, dez faixas em ordem de gravação.

Prince canta, toca e produz a maior parte sozinho. “I Am You” abre em 1977, ainda Minneapolis. “Tick Tick Bang”, de 1981, é a versão que depois mudou de roupa no Graffiti Bridge. “Heaven” vem das sessões de 1985 no Sunset Sound, com Susannah Melvoin no backing. “With This Tear”, gravada em novembro de 1991 no Paisley Park, é a versão dele da balada que ele deu para Céline Dion. “Stone”, de 1995, tem letra de Sandra St. Victor, Tom Hammer e Jules Van Even. “The Guilty Ones”, rock de 26 de outubro de 2007, Ian Boxill no Paisley Park. “Bestest Friend” é de 2012, Chris James no mesmo estúdio. 

Fecha o disco o ao vivo de “How Come U Don’t Call Me Anymore”, lado B de “1999”, etiquetado como 2016. Mix e master ficaram com Chris James; a compilação, com L. Londell McMillan, Charles F. Spicer Jr. e o próprio James. 

Saiu em CD, vinil preto e vinil marmorizado roxo.Em “Calabama”, de 2003, a voz de Prince pede horns duas vezes: o Estate mandou Greg Boyer, Adrian Crutchfield e Lynn Grissett cobrirem o sintetizador; no resto do disco, diz o comunicado, não houve overdub nem IA

O pacote foi anunciado em 4 de junho de 2026, no Prince Celebration em Paisley Park, no ano em que se completaram dez anos da morte dele.


6 de setembro de 2026

Ruthie Foster - Just Say Yes 2026

 

1. Thank You (3:20)
2. Come On Up (Feat. Larkin Poe) (3:56)
3. Hold On (2:23)
4. Yes (4:07)
5. Take Time (4:33)
6. Doubling Back (2:48)
7. Tangled (4:15)
8. Sitting Still (3:55)
9. Maybe It Up (2:59)
10. Reachin' (2:47)
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A voz, Ruthie Foster

Just Say Yes é o disco de blues, soul e Americana que Ruthie Foster soltou em 28 de agosto de 2026 pela Sun Records: dez faixas, 35 minutos, gravado em Nashville.

Foster é de Austin. Tyler Bryant, do The Shakedown, produziu, engenhou e mixou. Ela escreveu com Bryant, Rebecca Lovell e Megan Lovell, do Larkin Poe, e com Mike Seal. “Thank You” abre: blues-rock e gospel sobre quem duvidou dela depois do Grammy. “Come On Up” traz o Larkin Poe no palco. 

“Yes”, “Take Time”, “Tangled” e “Sitting Still” seguem o recado que o Austin Chronicle descreveu como roots rock com igreja no fundo. 

É o segundo álbum dela na Sun, depois de Mileage (2024).O título saiu de um post-it que ela colou para si mesma: “Just say yes”. Mileage lhe deu o primeiro Grammy, de Melhor Álbum de Contemporary Blues — e o primeiro Grammy da própria Sun Records.