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14 de junho de 2026

Jay Collins – Northern Resistance – 2026

 

01. 3 Days In Paris 04:31
02. Till You’re Ready 04:48
03. Top Of The Town 04:19
04. Cradle Of Civilization 05:35
05. More Than Enough (Woman For Me) 05:25
06. Poem For You Today 05:54
07. Porch Light Blues 03:54
08. Why Are People Like That? 03:53
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Jay Collins Une Rock, Blues e Jazz em um Manifesto Raiz do Vale do Hudson!
Jay Collins, saxofonista, cantor e líder experiente, entrega em 2026 o álbum Northern Resistance com sua banda homônima, formada por jovens talentos do Vale do Hudson, em Nova York. O disco traz um estilo vibrante de rock-and-roll injetado de jazz, blues e roots music, com grooves cheios de alma e energia ao vivo.
A formação principal conta com Jay Collins nos vocais, saxofones, teclados e flauta, ao lado de Peter Dougan na guitarra, Kyle Esposito no baixo e vocais, Ross Rice nos teclados e vocais, e Manuel Quintana na bateria. 
Destaques: “Porch Light Blues”, com seu blues intimista e groove marcante; “Cradle Of Civilization”, que ganha força épica; e “Why Are People Like That?”, uma versão pulsante da canção de Bobby Charles. O som se define pela instrumentação robusta, saxofone em destaque, grooves roqueiros energéticos misturados a toques jazzísticos, soul e ritmos roots, criando fusões naturais e cheias de feeling.
O processo criativo reflete a longa jornada de Jay como músico: faixas como “Porch Light Blues” foram co-produzidas por Manuel Quintana no Beet Studios, enquanto “Cradle Of Civilization” é uma regravação de um velho instrumental jazz de sua discografia, agora com influências latinas e percussão vibrante. Historicamente, Jay carrega um currículo de peso, com prêmios Grammy ao lado de Levon Helm e turnês marcantes com Gregg Allman e Little Feat; este lançamento celebra suas raízes na cena musical histórica de Woodstock com uma nova geração de artistas locais.

11 de junho de 2026

The Gregg Allman Band – Great As Ever: Live In Philadelphia ’86 (2026)

 

1. Don't Want You No More
2. Ain't My Cross To Bear
3. Sweet Feelin'
4. Hot 'Lanta
5. Need Your Love So Bad
6. Trouble No More
7. Things You Used To Do
8. Queen Of Hearts
10. Midnight Rider
11. Just Ain't Easy
12. I'm No Angel
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Gregg Allman ainda mandava ver em "Great As Ever: Live In Philadelphia ’86"
Em janeiro de 1986, Gregg Allman subiu no palco do Chestnut Cabaret, em Philadelphia, e entregou um show que agora chega como Great As Ever: Live In Philadelphia ’86. O disco mostra o cantor no comando de sua banda solo, com a voz rouca e cheia de alma que sempre foi sua marca registrada.
A formação trazia Dan Toler na guitarra, Frankie Toler na bateria, Bruce Waibel no baixo, Chaz Trippy na percussão e Tim Heding nos teclados. O set privilegia faixas mais diretas e emotivas em vez dos longos jams dos Allman Brothers. “Hot ’Lanta” chega curta e certeira, com ótima química entre bateria e baixo. “Melissa”, dedicada a Dickey Betts, soa especialmente doce e melancólica. Já “Queen of Hearts” e “Just Ain’t Easy” ganham espaço pra Gregg mostrar toda a sua entrega vocal, enquanto “I’m No Angel” fecha o show com aquele groove que já apontava pro disco solo que viria em 1987.
O título do álbum vem de uma saudação que Gregg fez ao público lotado naquela noite. A gravação é de som direto, sem firulas, e preserva bem a energia crua do momento. É mais um capítulo valioso dos arquivos dele, capturando um período em que o cantor seguia firme, cantando com a mesma paixão de sempre.

10 de junho de 2026

Lillian Boutte (meets Christian Willisohn) - Lipstick Traces: A New Orleans R&B Session 1991

 

 1. Lipstick Traces - 3:07
 2. Why Don't You Do Right? - 4:24
 3. One For The Highway - 3:24
 4. Music Is My Life - 4:56
 5. Rough And Ready - 4:15
 6. Cherry Red - 2:26
 7. Tribute To Jay McShann - 2:38
 8. Something's Got A Hold On Me - 3:14
 9. The Sounds Of James Booker - 3:38
10. Dr. Feelgood - 5:39
11. Keep Your Hands Off Him - 3:46
12. Boogie Woogie Stomp - 4:09
13. Cry To Me - 3:00
14. Downhearted Blues - 4:17
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Lipstick Traces: o R&B de Nova Orleans que swinga com classe e alma
Lillian Boutté e o pianista alemão Christian Willisohn se encontram em 1991 e entregam Lipstick Traces: A New Orleans R&B Session, um disco cheio de swing que mistura R&B clássico de Nova Orleans, soul do sul, blues feminino e toques de jazz sofisticado. Tudo sem gritar: ela acaricia as músicas com phrasing elegante, mais perto do jazz do que do grito blues, mas com groove que não deixa dúvida — é blues com sabor de casa.
Formação: Lillian brilha nos vocais, Willisohn cuida do piano e vocais, o lendário Joseph “Smokey” Johnson segura a bateria, Ervin Charles Jr. no baixo elétrico, Manuel Lopez na guitarra, Ludwig Seuss no órgão e Thomas L’Etienne no sax tenor e clarinete. 
Destaque: “Lipstick Traces”, o boogie animado de “Boogie Woogie Stomp” e o soul profundo de “Dr. Feelgood”. O som é quente, cheio de improvisos naturais e uma instrumentação que mistura tradição de Nova Orleans com elegância swingada.
Curiosidade: o álbum foi gravado em apenas três dias — 5, 6 e 7 de abril de 1991 — no lendário Sea Saint Studios de Nova Orleans. Conta com backing vocal do irmão dela, John Boutté, e tributos diretos a Jay McShann e James Booker, dois gigantes que marcaram a cena.

8 de junho de 2026

Burnin' Red Ivanhoe 1970

 

1. Across The Windowsill (7:40)
2. Canaltrip (5:21)
3. Rotating Irons (8:19)
4. Gong-Gong, The Elephant Song (5:40)
5. Near The Sea (3:58)
6. Secret Oyster Service (9:48)
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Burnin' Red Ivanhoe 1970: O Jazz-Rock Dinamarquês que John Peel Produziu e Incendiou o Underground!
Saxofones selvagens, guitarras flamejantes e ritmos que não param: é exatamente isso que o segundo álbum homônimo de Burnin' Red Ivanhoe, lançado em dezembro de 1970, entrega do início ao fim. Um dos grandes clássicos do jazz-rock europeu, com forte pegada blues e energia progressiva, gravado logo depois do debut experimental M 144.
Formação: banda dinamarquesa está no auge: Ole Fick nas guitarras elétricas e de 12 cordas e vocais, Kim Menzer detonando mouthharp, trombone, sax tenor, flauta e percussão, Karsten Vogel nos saxofones soprano e alto, órgão e piano, Jess Stæhr no baixo e guitarra acústica, e Bo Thrige Andersen na bateria e percussão. 
Destaque: “Across The Windowsill”, carregada de blues rock inspirador, a energética “Rotating Irons” e o fechamento épico “Secret Oyster Service” mostram o que o disco tem de melhor: instrumentação rica, improvisos afiados e uma fusão explosiva de jazz, rock e blues que soa fresca até hoje.
Curiosidade: o álbum foi gravado em julho de 1970, durante a primeira turnê da banda no Reino Unido – um mês de shows no Lyceum, Roundhouse e Plumpton Festival, com pouquíssimo dinheiro e quase zero sono. Tudo aconteceu nos CBS Studios em Londres, com John Peel (sob o pseudônimo Eddie Lee Beppeaux) e o baixista Tony Reeves, do Colosseum, como produtores e amigos presentes no estúdio. O disco saiu no selo Dandelion do próprio Peel, selando a ponte entre o som dinamarquês e o underground britânico.