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18 de janeiro de 2026

Itamar Assumpção - Beleléu e Banda Isca de Polícia 1980 (1998)

 

1. Vinheta I (0:32)
2. Luzia (Itamar Assumpção) 4:21
3. Fon fin fan fin fun (Older Brigo, Itamar Assumpção) 2:22
4. Fico louco (Itamar Assumpção) 5:16
5. Aranha (Rondó, Arrigo Barnabé, Neusa Pinheiro Freitas) 1:14
6. Se eu fiz tudo (Marcio Werneck, Itamar Assumpção) 3:52
7. Vinheta II (0:39)
8. Baby (Itamar Assumpção) 3:46
9. Embalos (Itamar Assumpção) 3:26
10. Nega música (Itamar Assumpção) 2:10
11. Beijo na boca (Itamar Assumpção) 2:23
12. Vinheta radiofônica (1:22)
13. Nego Dito (Itamar Assumpção) 4:31
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Itamar Assumpção: Beleléu, Leléu, Eu – O Caos Criativo que Definiu a Vanguarda Paulista!
"Beleléu, Leléu, Eu", álbum de estreia de Itamar Assumpção com a Banda Isca de Polícia, lançado em 1980 e relançado em 1998, é um marco da cena underground de São Paulo. Fundindo rock experimental, samba distorcido, jazz livre e letras poéticas cheias de ironia, o disco exala rebeldia com arranjos imprevisíveis e a voz magnética de Itamar, que navega entre o teatral e o visceral.
Pontos altos: "Fico Louco", um turbilhão rítmico com percussão pulsante e guitarras cortantes; "Nega Música", minimalista e introspectiva; e "Nego Dito", com baixo groovy de Kiko e guitarra afiada de Jean. Itamar domina como multi-instrumentista (voz, baixo, guitarra, percussão, violão, acordeão, bateria, piano), apoiado por talentos como Paulo Barnabé na bateria, Rondó na guitarra e Luís nos teclados. Vinhetas radiofônicas adicionam um toque narrativo único, como colagens sonoras.
Curiosidade: A gravação ocorreu em estúdios precários de SP, com sessões improvisadas que viravam happenings artísticos, capturando a essência espontânea da banda. Outro detalhe intrigante: Em plena regime militar, o álbum simbolizou resistência cultural, influenciando nomes como Arrigo Barnabé (coautor de "Aranha" e irmão de Paulo).

12 de janeiro de 2026

Katie Knipp • Take it With You 2018

 

 01. Ya Make It So Hard To Sing The Blues
 02. I Don’t Sing For You
 03. Letters
 04. Metro In Paris
 05. I Will Stick Around
 06. Come Back
 07. Get Outta My Dream
 08. Santa Cruz Blues
 09. Another Round
 10. Last Man Out
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Leve o Blues na Veia: A Explosão Multifacetada de 'Take It With You' de Katie Knipp!
Lançado em 2018 de forma independente, "Take It With You" é o quarto álbum de Katie Knipp, a talentosa multi-instrumentista de Alameda, Califórnia, que funde blues cru com rock, folk, americana e toques de early jazz, evocando o espírito de Nova Orleans. Sua voz diesel-poderosa e versátil domina, acompanhada por piano, dobro guitar, harmonica e Hammond organ – tudo tocado por ela mesma!
Destaques: "Ya Make It So Hard To Sing The Blues", com groove irresistível, a introspectiva "Metro In Paris" e a melancólica "Santa Cruz Blues". A banda brilha com Neil Campisano na bateria, Zachary Proteau no baixo e tuba, Brett Vaughn Rechtfertig na guitarra elétrica, além de metais como Al Bent no trombone e Chet Chwalik na trompete (com arranjos em "I Don’t Sing For You").
Curiosidade: Todas as faixas foram compostas por Knipp, com produção dela e Christopher Horton, gravadas em sessões íntimas que capturam uma energia orgânica e espontânea. 
Detalhe: Como sua primeira obra em oito anos desde "Midnight Mind", reflete a maturidade de uma artista influenciada pelo blues como forma de resistência cultural em um mundo militarizado.

Pat Metheny Group – Imaginary Day (Reissue) (2026)


 

01 – Imaginary Day
02 – Follow Me
03 – Into the Dream
04 – A Story Within the Story
05 – The Heat Of The Day (Album Version-Imaginary Day)
06 – Across the Sky
07 – The Roots of Coincidence
08 – Too Soon Tomorrow
09 – The Awakening
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spotify / via: intmusic


Redescobrindo Sonhos Sonoros: A Reedição de 'Imaginary Day' do Pat Metheny Group
A reedição de 2026 de Imaginary Day, clássico de 1997 do Pat Metheny Group, traz de volta essa obra-prima com som remasterizado, destacando a fusão inovadora de jazz contemporâneo com influências mundiais, como ritmos iranianos e indonésiosO álbum mistura melodias cativantes, texturas orquestrais e experimentações eletrônicas, criando uma narrativa sonora hipnótica.
Destaques: "The Roots of Coincidence", com sua energia frenética e toques progressivos, e "Across the Sky", uma balada etérea. O quarteto principal – Pat Metheny nas guitarras (incluindo a exótica Pikasso de 42 cordas), Lyle Mays nos teclados, Steve Rodby no baixo e Paul Wertico na bateria – brilha ao lado de convidados como Mark Ledford (vocais e trompete) e David Blamires, adicionando camadas vocais e percussivas únicas.
Curiosidade: Metheny compôs grande parte do material durante turnês globais, incorporando sons exóticos capturados em viagens, o que deu ao álbum sua essência multicultural durante as gravações em Nova York
Detalhe: Lançado no auge da era digital do jazz, Imaginary Day venceu o Grammy de Melhor Álbum de Jazz Contemporâneo em 1999, marcando um pico criativo para o grupo.

5 de janeiro de 2026

New Jersey Kings - Stratosphere Breakdown 1999

 

01. Dreamwaves
02. On Or Off
03. Green Screen
04. Smokin'
05. Les Joies De L'Amour
06. Stoned On Denmark Street
07. Super Seven
08. Stratosphere Breakdown
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Groove Cósmico: O Estrondo do Stratosphere Breakdown

Lançado em 1999, Stratosphere Breakdown do New Jersey Kings é um mergulho vibrante no universo do acid jazz e funk britânico. O álbum reúne faixas intensas como “Dreamwaves”, “Smokin’” e “Super Seven”, que traduzem a energia crua e contagiante da banda. A formação é de peso: James Taylor no Hammond e voz, Andrew McKinney no baixo elétrico, Adam Betts na bateria e Chris Montage na guitarra — cada um imprimindo sua marca em arranjos cheios de groove e improviso.

Curiosidade: O disco nasceu em meio à efervescência da cena londrina dos anos 90, quando o acid jazz ganhava espaço nos clubes e rádios independentes. O Hammond de Taylor, já reconhecido como assinatura sonora, foi gravado em takes quase ao vivo, preservando a espontaneidade e a força da performance. Outro detalhe interessante é a conexão do grupo com o James Taylor Quartet, referência absoluta do gênero, o que reforça o caráter histórico e a relevância do álbum.

Stratosphere Breakdown é mais que um registro musical: é um retrato fiel da pulsação criativa de uma época em que o jazz se reinventava com atitude funk e alma urbana.


3 de janeiro de 2026

Circles Around The Sun - Interludes For The Dead II 2025

 

01 – Golden Boot

02 – Hot Pursuit

03 – Starburn

04 – Redeyes

05 – Charleston Choogle

06 – Radiant Radish

07 – Vol de Nuit

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spotify / via: goodmusicfromearth3

Circles Around The Sun Gira Novamente com "Interludes for the Dead: Volume 2"!
Circles Around The Sun, a superbanda instrumental de Los Angeles, lança "Interludes for the Dead: Volume 2" (2025, Rhino Records), uma sequência hipnótica ao clássico de 2015 que celebra os 60 anos do Grateful Dead com grooves psicodélicos e improvisações infinitas. O estilo é puro jam instrumental, misturando funk cósmico, soul e texturas espaciais que evocam o espírito deadhead, sem vocais – só pura viagem sonora.
Formado por John Lee Shannon na guitarra (substituindo o saudoso Neal Casal), Dan Horne no baixo, Adam MacDougall nos teclados, Mark Levy na bateria e o convidado Mikaiah na percussão, o quarteto (mais um) entrega faixas épicas como "Golden Boot", com seus 11 minutos de riffs hipnóticos; "Starburn", uma explosão estelar; e "Charleston Choogle", cheia de swing funky. A sonoridade única vem das gravações ao vivo no estúdio, com improvisos criados na hora e mínimos overdubs, capturando a essência orgânica das jams 
Detalhe: Este álbum duplo de canções longas marca a evolução do grupo pós-Casal, consolidando seu legado no revival psicodélico e conquistando corações com energia cósmica irresistível.