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21 de fevereiro de 2026

Steely Dan – Pretzel Logic (1974)

 

01. Rikki Don't Lose That Number – 04:33
02. Night By Night – 03:39
03. Any Major Dude Will Tell You – 03:07
04. Barrytown – 03:21
05. East St. Louis Toodle -Oo – 02:48
06. Parker's Band – 02:38
07. Through With Buzz – 01:33
08. Pretzel Logic – 04:31
09. With A Gun – 02:17
10. Charlie Freak – 02:44
11. Monkey In Your Soul – 02:41
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 Steely Dan em 'Pretzel Logic' (1974)
"Pretzel Logic", terceiro álbum do Steely Dan, lançado em 20 de fevereiro de 1974 pela ABC Records, é uma masterpiece de jazz-rock fusionado com pop inteligente, blues e arranjos orquestrados que exalam elegância e ironia. Com apenas 34 minutos, o disco pulsa com grooves precisos, letras enigmáticas e harmonias vocais impecáveis, marcando a transição da banda para um projeto de estúdio.
Destaques: incluem o mega-hit "Rikki Don't Lose That Number", que chegou ao Top 4 nos EUA com seu riff inspirado em Horace Silver; a balada reconfortante "Any Major Dude Will Tell You"; e a bluesy title track, com solos de guitarra afiados. Liderados por Donald Fagen (vocais, teclados) e Walter Becker (baixo, guitarra), o lineup final da banda como quinteto – com Denny Dias, Jim Hodder e Jeff "Skunk" Baxter – brilha, apoiado por session stars como o baterista Jim Gordon (de Derek and the Dominos) e Michael Omartian nos keys.
Curiosidade: Gravado no The Village Recorder em Los Angeles, o álbum surgiu após o flop de "Countdown to Ecstasy", levando Fagen e Becker a recrutar músicos de elite para perfeccionar o som – um pivô que encerrou as turnês como banda. 
Detalhe: Alcançou o Top 10 nos EUA, coroado Álbum do Ano pela NME, e influenciou gerações com sua mistura de cinismo e virtuosismo.

9 de fevereiro de 2026

Sean McDonald – Have Mercy! (2025)

 

01. My Soul 3:20 (Rudy Moore)
02. Fakin’ It 3:56 (S. McDonald)
03. Killing Me 5:06 (S. McDonald)
04. Rocking in the Same Old Boat 4:51 (Deadric Malone)
05. Shuffleboard Swing 4:05 (S. McDonald)
06. Angel Baby 3:00 (S. McDonald)
07. Don’t Let the Devil Ride 5:14 (Oris Mays)
08. That’s All I Need 3:10 (Ike Turner)
09. Let’s Call It A Day 3:58 (Henry Glover)
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Have Mercy! O Blues que Une Gerações com Alma e Swing
Augusta, Geórgia, berço de lendas como James Brown e Sharon Jones, agora nos presenteia com Sean “Mack” McDonald, o jovem prodígio de 24 anos que explode em Have Mercy! (2025, Little Village). Seu blues é uma fusão vibrante de jump blues, Texas swing e gospel, com influências dos três Kings (B.B., Albert e Freddie) e toques jazzísticos de Bill Jennings. Mack entrega vocais tenores quentes, com alcance impressionante e ataques de guitarra precisos, cheios de sting, sem excessos.
Destaques: incluem as originais "Fakin’ It" (R&B stomping com saxofones honking e harmonias de Lisa Leuschner Andersen), "Killing Me" (ecoando Ray Charles e B.B. King) e o instrumental "Shuffleboard Swing" (jump blues sujo com Hammond B3 de Jim Pugh). Nos covers, "Don’t Let the Devil Ride" ganha alma gospel com backing vocals dos Morgan Brothers e Marcel Smith, enquanto "Rocking in the Same Old Boat" homenageia Bobby Bland com ousadia.
Curiosidade: Gravado nos icônicos Greaseland Studios, co-produzido por Kid Andersen, o álbum captura a essência de Mack como recém-graduado em produção áudio pela Middle Tennessee University. Outro detalhe: Ele integra a "nova onda blues" com talentos como DK Harrell e Kingfish, revigorando o gênero com conhecimento enciclopédico e frescor juvenil.

7 de fevereiro de 2026

Little Walter : Hate To See You Go 1968

 

Side One
1. Nobody But You
2. My Baby's Sweeter
3. Roller Coaster
4. As Long as I Have You
5. Oh Baby
6. Take Me Back
7. Everything's Going to Be Alright
8. Mellow Down Easy

Side Two
1. Hate to See You Go
2. I Got to Find My Baby
3. Everybody Needs Somebody
4. Blue Midnight
5. I Had My Fun
6. Key to the Highway
7. Blue and Lonesome
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Little Walter: Adeus Amargo ao Rei da Harmônica
Em 1968, o icônico harmônica Little Walter eternizou seu legado com Hate to See You Go, uma compilação explosiva de blues clássico que captura a essência crua do Chicago blues dos anos 50. Com seu estilo inovador de harmônica amplificada, que soa como um saxofone improvisado influenciado pelo bebop jazz, o álbum pulsa com ritmo contagiante e vocais passionais, misturando R&B e soul em faixas que definem o gênero.
Destaques: "Hate to See You Go", um lamento melancólico com groove irresistível, "Key to the Highway", cheia de swing bluesy, e "Blue and Lonesome", que exala emoção profunda. A banda The Jukes, com David e Louis Myers nas guitarras e Fred Below na bateria, traz uma coesão perfeita, sem participações especiais, mas com o brilho solo de Walter em sua harmônica cromática alternada.
Curiosidade: muitas faixas foram gravadas em sessões rápidas para a Chess Records nos anos 50, usando microfones improvisados para amplificar o som, revolucionando o blues elétrico. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico – lançado no ano de sua trágica morte aos 37 anos, após uma briga de rua, o álbum serviu como tributo póstumo, influenciando gigantes como os Rolling Stones, com quem ele excursionou em 1964.

5 de fevereiro de 2026

Ina Forsman – Live (2024)


 

01 – Song To Sing
02 – Hanging Loose
03 – All There Is
04 – Before You Go Home
05 – Paratiisi
06 – Don’t Lose Today
07 – Don’t Hurt Me Now
08 – Poor Heart
09 – If You Want Me To Stay
10 – I Love You More Than You’ll Ever Know
11 – I Believe To My Soul
12 – Now You Want Me Back
13 – We Could Be Gold Diggers
14 – April Song
15 – No Room For Love
16 – Love Me
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Ina Forsman Ao Vivo: Uma Explosão de Alma Finlandesa!
O álbum ao vivo de Ina Forsman, Live, lançado em 12 de abril de 2024 pela Jazzhaus Records, é uma celebração eletrizante de soul, blues e toques de jazz, com vocais poderosos e letras carregadas de emoção que capturam a essência da performance ao vivo. A cantora finlandesa, conhecida por sua presença de palco carismática, entrega 16 faixas que misturam originais introspectivos como "Paratiisi" e "April Song" com covers soulful de clássicos como "If You Want Me To Stay" (Sly & The Family Stone) e "I Believe To My Soul" (Ray Charles), criando um mosaico transcendente de sentimentos autênticos.
Destaques: incluem a energia crua de "Song To Sing", abrindo o disco com vitalidade, e a intensidade de "Poor Heart", onde a banda brilha com músicos como o guitarrista Kalle Outila e o saxofonista Johannes Salomaa. A sonoridade única vem da fusão de backing vocals harmoniosos e improvisos instrumentais que elevam cada track.
Curiosidade: Gravado em shows espontâneos em venues icônicas como Tavastia e G Livelab, em Helsinque, o álbum reflete a paixão de Ina por apresentações ao vivo, onde ela encontra seu "maior amor pela música". 
Detalhe: É seu primeiro registro live, homenageando ícones do soul enquanto consolida sua trajetória como uma das vozes emergentes do blues europeu.