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12 de janeiro de 2026

Katie Knipp • Take it With You 2018

 

 01. Ya Make It So Hard To Sing The Blues
 02. I Don’t Sing For You
 03. Letters
 04. Metro In Paris
 05. I Will Stick Around
 06. Come Back
 07. Get Outta My Dream
 08. Santa Cruz Blues
 09. Another Round
 10. Last Man Out
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Leve o Blues na Veia: A Explosão Multifacetada de 'Take It With You' de Katie Knipp!
Lançado em 2018 de forma independente, "Take It With You" é o quarto álbum de Katie Knipp, a talentosa multi-instrumentista de Alameda, Califórnia, que funde blues cru com rock, folk, americana e toques de early jazz, evocando o espírito de Nova Orleans. Sua voz diesel-poderosa e versátil domina, acompanhada por piano, dobro guitar, harmonica e Hammond organ – tudo tocado por ela mesma!
Destaques: "Ya Make It So Hard To Sing The Blues", com groove irresistível, a introspectiva "Metro In Paris" e a melancólica "Santa Cruz Blues". A banda brilha com Neil Campisano na bateria, Zachary Proteau no baixo e tuba, Brett Vaughn Rechtfertig na guitarra elétrica, além de metais como Al Bent no trombone e Chet Chwalik na trompete (com arranjos em "I Don’t Sing For You").
Curiosidade: Todas as faixas foram compostas por Knipp, com produção dela e Christopher Horton, gravadas em sessões íntimas que capturam uma energia orgânica e espontânea. 
Detalhe: Como sua primeira obra em oito anos desde "Midnight Mind", reflete a maturidade de uma artista influenciada pelo blues como forma de resistência cultural em um mundo militarizado.

Pat Metheny Group – Imaginary Day (Reissue) (2026)


 

01 – Imaginary Day
02 – Follow Me
03 – Into the Dream
04 – A Story Within the Story
05 – The Heat Of The Day (Album Version-Imaginary Day)
06 – Across the Sky
07 – The Roots of Coincidence
08 – Too Soon Tomorrow
09 – The Awakening
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spotify / via: intmusic


Redescobrindo Sonhos Sonoros: A Reedição de 'Imaginary Day' do Pat Metheny Group
A reedição de 2026 de Imaginary Day, clássico de 1997 do Pat Metheny Group, traz de volta essa obra-prima com som remasterizado, destacando a fusão inovadora de jazz contemporâneo com influências mundiais, como ritmos iranianos e indonésiosO álbum mistura melodias cativantes, texturas orquestrais e experimentações eletrônicas, criando uma narrativa sonora hipnótica.
Destaques: "The Roots of Coincidence", com sua energia frenética e toques progressivos, e "Across the Sky", uma balada etérea. O quarteto principal – Pat Metheny nas guitarras (incluindo a exótica Pikasso de 42 cordas), Lyle Mays nos teclados, Steve Rodby no baixo e Paul Wertico na bateria – brilha ao lado de convidados como Mark Ledford (vocais e trompete) e David Blamires, adicionando camadas vocais e percussivas únicas.
Curiosidade: Metheny compôs grande parte do material durante turnês globais, incorporando sons exóticos capturados em viagens, o que deu ao álbum sua essência multicultural durante as gravações em Nova York
Detalhe: Lançado no auge da era digital do jazz, Imaginary Day venceu o Grammy de Melhor Álbum de Jazz Contemporâneo em 1999, marcando um pico criativo para o grupo.

5 de janeiro de 2026

New Jersey Kings - Stratosphere Breakdown 1999

 

01. Dreamwaves
02. On Or Off
03. Green Screen
04. Smokin'
05. Les Joies De L'Amour
06. Stoned On Denmark Street
07. Super Seven
08. Stratosphere Breakdown
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Groove Cósmico: O Estrondo do Stratosphere Breakdown

Lançado em 1999, Stratosphere Breakdown do New Jersey Kings é um mergulho vibrante no universo do acid jazz e funk britânico. O álbum reúne faixas intensas como “Dreamwaves”, “Smokin’” e “Super Seven”, que traduzem a energia crua e contagiante da banda. A formação é de peso: James Taylor no Hammond e voz, Andrew McKinney no baixo elétrico, Adam Betts na bateria e Chris Montage na guitarra — cada um imprimindo sua marca em arranjos cheios de groove e improviso.

Curiosidade: O disco nasceu em meio à efervescência da cena londrina dos anos 90, quando o acid jazz ganhava espaço nos clubes e rádios independentes. O Hammond de Taylor, já reconhecido como assinatura sonora, foi gravado em takes quase ao vivo, preservando a espontaneidade e a força da performance. Outro detalhe interessante é a conexão do grupo com o James Taylor Quartet, referência absoluta do gênero, o que reforça o caráter histórico e a relevância do álbum.

Stratosphere Breakdown é mais que um registro musical: é um retrato fiel da pulsação criativa de uma época em que o jazz se reinventava com atitude funk e alma urbana.


3 de janeiro de 2026

Circles Around The Sun - Interludes For The Dead II 2025

 

01 – Golden Boot

02 – Hot Pursuit

03 – Starburn

04 – Redeyes

05 – Charleston Choogle

06 – Radiant Radish

07 – Vol de Nuit

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spotify / via: goodmusicfromearth3

Circles Around The Sun Gira Novamente com "Interludes for the Dead: Volume 2"!
Circles Around The Sun, a superbanda instrumental de Los Angeles, lança "Interludes for the Dead: Volume 2" (2025, Rhino Records), uma sequência hipnótica ao clássico de 2015 que celebra os 60 anos do Grateful Dead com grooves psicodélicos e improvisações infinitas. O estilo é puro jam instrumental, misturando funk cósmico, soul e texturas espaciais que evocam o espírito deadhead, sem vocais – só pura viagem sonora.
Formado por John Lee Shannon na guitarra (substituindo o saudoso Neal Casal), Dan Horne no baixo, Adam MacDougall nos teclados, Mark Levy na bateria e o convidado Mikaiah na percussão, o quarteto (mais um) entrega faixas épicas como "Golden Boot", com seus 11 minutos de riffs hipnóticos; "Starburn", uma explosão estelar; e "Charleston Choogle", cheia de swing funky. A sonoridade única vem das gravações ao vivo no estúdio, com improvisos criados na hora e mínimos overdubs, capturando a essência orgânica das jams 
Detalhe: Este álbum duplo de canções longas marca a evolução do grupo pós-Casal, consolidando seu legado no revival psicodélico e conquistando corações com energia cósmica irresistível.

2 de janeiro de 2026

Yussef Dayes – Black Classical Music 2023

 

01. Black Classical Music (feat. Venna & Charlie Stacey)
03. Raisins Under the Sun (feat. Shabaka Hutchings)
04. Rust (feat. Tom Misch)
06. The Light (feat. Bahia Dayes)
07. Pon di Plaza (feat. Chronixx)
08. Magnolia Symphony
11. Birds of Paradise
12. Gelato
13. Marching Band (feat. Masego)
14. Crystal Palace Park (feat. Elijah Fox)
15. Presidential (feat. Jahaan Sweet)
16. Jukebox
17. Woman's Touch (feat. Jamilah Barry)
18. Tioga Pass (feat. Rocco Palladino)
19. Cowrie Charms (feat. Leon Thomas and Barbara Hicks)
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Yussef Dayes: A Explosão Rítmica de Black Classical Music!
O baterista britânico Yussef Dayes estreia em carreira solo com Black Classical Music (2023), um álbum vibrante que funde jazz contemporâneo com influências de afrobeat, funk e toques clássicos, criando grooves hipnóticos e energéticos. Com 19 faixas, o disco pulsa com ritmos intensos, como em "Rust" (com Tom Misch na guitarra), "Pon di Plaza" (feat. Chronixx na voz e baixo) e "Chasing the Drum", onde a bateria de Dayes brilha como protagonista.
A banda principal: Rocco Palladino no baixo, Charlie Stacey nos teclados, Malik Venna nos saxofones e Alexander Bourt na percussão. Participações especiais elevam o som: Shabaka Hutchings no clarinete baixo, Masego na voz, a Chineke! Orchestra adicionando cordas orquestrais, além de Chronixx, Elijah Fox e Jamilah Barry, entre outros, trazendo camadas sonoras únicas e colaborativas.
Curiosidade: Muitas faixas foram gravadas ao vivo no estúdio, capturando a energia orgânica da banda em tempo real, em vez de overdubs isolados. Outro detalhe fascinante: o título homenageia as contribuições de músicos negros à música clássica e ao jazz, refletindo o legado cultural de Dayes na cena londrina moderna.