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10 de abril de 2026

Dr. John – Live at Rockpalast 1999 (2026)

 

1. Iko Iko 2. Qualified 3. I Walk On Gilded Splinters 3. Soulful Warrior 5. I’m Gonna Go Fishin’ 6. Sweet Home New Orleans 7. Right Place, Wrong Time 8. Such A Night 9. Goin’ Back To New Orleans 10. Mama Roux 11. Big Chief
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Dr. John: A Noite Triunfante em Rockpalast 1999!

Acabamos de desenterrar uma joia rara: "Dr. John – Live at Rockpalast 1999 (2026)". Este não é apenas um álbum ao vivo, é um portal sonoro direto para a alma de Nova Orleans, capturando o lendário Dr. John em seu auge. Misturando blues, funk, R&B e as místicas tradições crioulas, o "Nighttripper" nos entrega uma performance inesquecível, gravada sob o céu do lendário Loreley, na Alemanha.

Acompanhado por um trio de feras – David Barard no baixo, Bobby Broom na guitarra e Herman Ernest na bateria – Dr. John tece um manto sonoro com clássicos como "Iko Iko", a contagiante "Right Place, Wrong Time" e a hipnótica "I Walk On Gilded Splinters". Cada nota ressoa com a energia crua e a sabedoria musical de um artista que definiu gêneros. O álbum é um testemunho vibrante de seu legado, mantendo seu espírito vivo para as novas gerações.

Este show, em particular, é um presente para os fãs, mostrando a maestria de Dr. John em transitar entre o sagrado e o profano de sua música. Uma performance que transcende o tempo e nos convida a celebrar um ícone.


3 de abril de 2026

Robben Ford - Two Shades Of Blue 2026

 

1. Make My Own Weather (4:26)
2. Jealous Guy (4:30)
3. Perfect Illusion (4:14)
4. Black Night (4:23)
5. Two Shades Of Blue (5:26)
6. The Fire Flute (6:08)
7. The Light Fandango (6:36)
8. Feeling's Mutual (4:57)
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Robben Ford – O Azul em Duas Dimensões

Robben Ford retorna em 2026 com Two Shades of Blue, um álbum que reafirma sua versatilidade entre o blues, o jazz e o folk, sempre com aquele timbre inconfundível de sua Stratocaster. Gravado em duas formações distintas, nos EUA e na Europa, o disco reúne músicos de estúdio de altíssimo nível, mas mantém a pegada direta e sem excessos.

Destaques: a releitura soul gospel de Jealous Guy emociona pela intensidade, enquanto Perfect Illusion ganha vida com teclados envolventes e uma seção de metais vibrante. Já Two Shades of Blue e Black Night mostram o lado mais cru e bluesy de Ford, contrastando com o groove contagiante de Feeling’s Mutual, que encerra o álbum em clima de celebração.

Curiosidade: o projeto nasceu como uma homenagem ao lendário Jeff Beck, inspiração para os solos incisivos que permeiam o disco. Além disso, Ford relembra sua passagem pela banda de Miles Davis, experiência que moldou sua abordagem jazzística precisa.

Um trabalho moderno, bem produzido e cheio de nuances — vale dar o play e deixar-se levar por essas duas tonalidades de azul. Depois, conte qual faixa te conquistou mais.


28 de março de 2026

Tracy K - Welcome to My Fantasy (2000)

 

1. I'd Do Anything – 4:43
2. Honky Tonk Man – 4:18
3. Slow Dance – 6:04
4. Yellow Moon – 3:52
5. Mojo Mama – 3:53
6. Welcome to My Fantasy – 4:04
7. No Peace of Mind – 5:09
8. Austin Shuffle – 3:49
9. Workin' On Lovin' You – 9:11
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Fantasia Blues: Tracy K Explode no Debut Autoral de 2000
Com Welcome to My Fantasy (2000), Tracy K, a powerhouse de Winnipeg, lançou seu álbum de estreia solo. Totalmente composto por originais, o disco de nove faixas entrega blues roots visceral misturado a toques jazzísticos sofisticados, vocais soulful e rasgados (herdeiros diretos de Bonnie Raitt e Janis Joplin) e uma gaita flamejante que já anunciava sua coroa como “Canada’s First Lady of the Blues Harp”.
Destaques: a sensual e ardente “Slow Dance”, o groove viciante de “Mojo Mama”, o swing preguiçoso de “Yellow Moon”, o sassy “Austin Shuffle” e o épico encerramento “Workin’ On Lovin’ You”, que passa dos nove minutos de pura intensidade acústica. Gravado com craques do jazz de Winnipeg – Nenad Zdjelar no baixo, Ron Halldorson, Greg Black e Tony Desmarteau na guitarra –, o som é cru, elegante e festival-ready.
Curiosidade: Tracy criou o álbum enquanto era mãe de três crianças pequenas em Beausejour, equilibrando fraldas e riffs. O lançamento independente que a catapultou para festivais por todo o Canadá e EUA.Outros albuns, em Old, New, Borrowed & Blues (2006) e no explosivo What’s the Rush? (2016).