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2 de agosto de 2026

Alex Skolnick Trio - Last Day In Paradise 2007

 

1.Mercury Retrogade
4.Shades Of Grey
5.Practica Lo Que Predicas (Practice What You Preach)
6.The Lizard
7.Channel 4
8.Revelation (Mother Earth)
9.Out There Somewhere
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Quando o metal de Testament virou jazz 

Em 2007 o Alex Skolnick Trio soltou Last Day In Paradise, um álbum de jazz que respira rock progressivo e carrega a inspiração explícita do jazz europeu

Alex Skolnick na guitarra (elétrica, acústica e de doze cordas), Nathan Peck no baixo acústico e Matt Zebroski na bateria formam a base que transforma sete originais e três clássicos do hard rock em algo totalmente novo: “Tom Sawyer” ganha cara de jazz com toque eletrônico ao vivo, “Practica Lo Que Predicas” vira uma versão latina explosiva do clássico do Testament e “Western Sabbath Stomp” chega com slide guitar e riffs que pisam fundo. 

Loops eletrônicos, melodias vocais, baixo com arco, efeitos especiais e improvisações livres empurram o trio para além do formato tradicional e criam um som que é ao mesmo tempo sedoso e poderoso. 

Na gravação de outubro de 2006 no Spin Music Studios, em Long Island City, o grupo decidiu incorporar esses recursos de estúdio para entregar o disco mais original e ousado da carreira até então. O próprio título nasceu da reflexão de Skolnick sobre os tempos turbulentos do mundo: a ideia de viver cada dia como se fosse o último no paraíso.  

Blodwyn Pig – The Recordings 1969-1974 (2026)

 

DISC ONE
Ahead Rings Out
1. It's Only Love (3:23)
2. Dear Jill (5:19)
3. Sing Me A Song That I Know (3:09)
4. The Modern Alchemist (5:38)
5. Up And Coming (5:31)
6. Leave It With Me (3:54)
7. The Change Song (3:44)
8. Back Wash (0:53)
9. Ain't Ya Coming Home, Babe? (6:06)
10. The Change Song (BBC David Symonds session February 1969) (4:25)
11. It's Only Love (BBC "Top Gear" session March 1969) (3:33)
12. Sweet Caroline (B-side of single) (2:50)
13. Walk On The Water (A-side of single) (3:42)
14. Summer Day (B-side of single) (3:44)
15. McGregor Muckabout (recorded during sessions for 'Ahead Rings Out') (10:32)
16. Walk On The Water (alternate version) (3:50)

DISC TWO
Getting To This
1. Drive Me (3:21)
2. Variations On Nainos (3:47)
3. See My Way (5:06)
4. Long Bomb Blues (1:08)
5. The Squirreling Must Go On (4:26)
6. San Francisco Sketches (8:14)
7. Worry (3:42)
8. Toys (3:03)
9. To Rassman(1:30)
10. Send Your Son To Die (4:31)
11. Same Old Story (A-side of single)(2:35)
12. Slow Down (B-side of single) (4:18)
13. Meanie Mornay (Recorded during sessions for 'Getting To This') (4:44)
14. One Thing Leads To Another (Recorded during sessions for 'Getting To This') (3:40)

DISC THREE
Blodwyn Pig at the BBC 1969 - 1974
1. Ain't Ya Coming Come Babe (Top Gear session March 1969) (3:49)
2. The Modern Alchemist (Top Gear session March 1969) (4:48)
3. Mr. Green's Blues (Top Gear session March 1969) (3:50)
4. Worry (Sounds of the 70s session March 1970) (4:02)
5. Variations On Nainos (Sounds of the 70s session May 1970) 4:59)
6. Moon's Gone (Sounds of the 70s session September 1970) (3:01)
7. The Lady Of Liberty (Sounds of the 70s session September 1970) (4:24)
8. See My Way (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (5:59)
9. Baby Girl (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (3:55)
10. Leaving Song (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (4:53)
11. Blues Of A Dunstable Truck Driving Man (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (2:48)
12. See My Way (Radio 1 "In Concert" August 1974) (7:32)
13. I Know (Radio 1 "In Concert" August 1974) (9:44)
14. Cosmografication (Radio 1 "In Concert" August 1974) (6:21)
15. Six Days On The Road (Radio 1 "In Concert" August 1974) (4:20)
16. It's Only Love (Radio 1 "In Concert" August 1974) (3:22)
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The Recordings 1969-1974, lançado em março de 2026 pela Esoteric Recordings (Cherry Red), reúne o blues-rock sujo e jazzado do Blodwyn Pig em três CDs, com os dois álbuns de estúdio, singles e sessões da BBC.

Mick Abrahams (guitarra e vocais, ex-Jethro Tull) lidera a formação clássica ao lado de Jack Lancaster (saxofone, flauta e violino), Andy Pyle (baixo) e Ron Berg (bateria). Faixas como o blues pesado de “Ain’t Ya Coming Home, Babe?”, o rock com troca de riffs de “See My Way” e o jazz fusion de “The Modern Alchemist” mostram o som marcante: guitarra slide afiada de Abrahams, sopros e flauta de Lancaster e uma base rítmica que permite improvisos livres. 

Curiosidade: o grupo nasceu logo depois que Abrahams saiu do Jethro Tull em 1968, buscando um caminho mais blues, e logo virou favorito do underground britânico. O box traz Ahead Rings Out (1969) e Getting To This (1970) remasterizados, com bônus de singles, outtakes e 16 faixas ao vivo da BBC entre 1969 e 1974, incluindo o retorno de 1974.

Os dois discos originais chegaram ao top 10 do Reino Unido e foram gravados para a Chrysalis. Abrahams reformou a banda em 1974 só para sessões da BBC com John Peel e o programa In Concert, registradas aqui em alta qualidade.

1 de agosto de 2026

Fantastic Negrito – Alive! (2026)

 


1. An Honest Man (Live from Leeds, England) 5:03
2. How Long? (Live) 3:37
3. Living with Strangers (Live from Leeds, England) 6:22
4. Bullshit Anthem (Live from Leeds, England) 2:56
5. Night Has Turned to Day (Live from Leeds, England) 2:44
6. In the Pines (Live from Leeds, England) 10:24
7. Beat Salad (Live from Rubigen, Switzerland) 4:57
8. Good Feeling (Live from Leeds, England) 4:42
9. California Loner (Live) 5:35
10. I Hope Somebody's Loving You (Live from Leeds, England) 4:55
11. Eat Less Sugar Have More Sex (Live from Portsmouth,
New Hampshire) 2:01
12. Working Poor (Live from Sogliano, Italy) 4:33
13. Plastic Hamburgers / Long Long Road (Live from
Leeds, England) 5:56
14. The Duffler (Live from Leeds, England) 1:34
15. Please Computer (Live from Brooklyn, New York) 5:09
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O Blues que Explode ao Vivo com Fúria, Funk e Alma Inconfundível!

Lançado em 17 de julho de 2026 pela Storefront Records, Fantastic Negrito Alive! é um álbum ao vivo eletrizante que captura o artista raiz Xavier Dphrepaulezz em performances cruas e imprevisíveis de blues, soul, funk e rock, onde as versões fogem completamente dos estúdios e se alimentam da energia explosiva da plateia.

Fantastic Negrito lidera com sua voz rouca e poderosa — mistura de Jack White grave com Prince no modo rock — apoiado por uma banda de quatro peças talentosa que acompanha suas viradas inesperadas. 

Destaques: “In the Pines”, estendida para mais de dez minutos com atitude soulful e intensidade crescente; “Beat Salad”, um showpiece gospel com call-and-response explosivo (“I got the blues this morning” / “Everything’s gonna be alright”); e “The Duffler”, um pounding soul-metal que sacode tudo. A instrumentação prioriza grooves pesados, improvisações selvagens, fusões de funk James Brown, gospel suado e toques psychedelic-soul com inclinações avant-jazz, tudo amarrado por vocais gritantes e uma banda apertada que segue o fluxo caótico e vibrante.

Compilado das melhores performances de uma turnê recente — com faixas capturadas em Leeds, Rubigen, Brooklyn e outros palcos —, o disco revela um artista que transforma cada show em algo único e imprevisível. Três vezes vencedor do Grammy de Best Contemporary Blues Album, Fantastic Negrito revitalizou sua carreira com um nome incomum e uma abordagem que mistura protesto socioeconômico (“Working Poor”) com puro caos criativo, provando que o blues vivo ainda pode ser o melhor party album do ano.

20 de julho de 2026

Jeff Beck • The Best Of Beck 1995

 

1 - The Pump - 5:48
2 - People Get Ready - 4:54
3 - Freeway Jam - 5:00
4 - Shapes Of Things - 3:19
5 - Where Were You - 3:17
6 - Beck's Bolero - 2:52
7 - Going Down - 6:51
8 - Jailhouse Rock - 3:14
9 - Goodbye Pork Pie Hat - 5:29
10 - Blue Wind - 6:11
11 - Plynth (Water Down The Drain) - 3:06
12 - Two Rivers - 5:21
13 - Scatterbrain - 5:40
14 - She's A Woman - 4:29
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spotify

14 Faixas que Capturam o Espírito Inquieto de Jeff Beck!

Lançado em 1995, "The Best Of Beck" é uma compilação empolgante de 14 faixas que retrata a carreira versátil de Jeff Beck, do rock cru dos anos 60 ao jazz fusion dos 70, tudo guiado por sua guitarra virtuosa, cheia de alma e experimentação.

Destaques: "Shapes Of Things" resgata a energia selvagem da era Yardbirds, um clássico que ainda acelera o coração. "People Get Ready" brilha com a voz marcante de Rod Stewart na reunião dos anos 80, trazendo feeling puro e emotivo. Já "Freeway Jam" e "Beck's Bolero" revelam seu lado inovador no fusion, com solos inventivos e texturas que misturam rock e jazz de forma genial, enquanto covers como "Goodbye Pork Pie Hat" mostram sua maestria única.

Curiosidade: Compilado em 1995 para esboçar o retrato de um artista sempre inquieto, o disco junta momentos gravados ao longo de décadas, refletindo como Beck nunca parava de mudar de direção e testar novos sons na guitarra. Outro fato intrigante é a participação de Rod Stewart em fases diferentes da carreira, unindo dois lendas em faixas que capturam a essência do rock britânico.

17 de julho de 2026

JP Soars & Anne Harris – Gypsy Blue Revue (2026)

 

1. Jessie Mae
2. Go With The Flow
3. Viper
4. Paradise
5. Goin’ To South Carolina
6. May Mountain Waltz
7. Old Silver Bridge
8. Minor Blues
9. Cigar Box Jam
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JP Soars e Anne Harris selam uma fusão explosiva de raízes e improviso

Em maio de 2026, JP Soars e Anne Harris lançaram Gypsy Blue Revue, um álbum que captura a química crua de dois virtuosos das raízes musicais. Misturando soul sulista, roadhouse blues, gypsy jazz, grooves latinos e folk eclético, o disco soa como um show ao vivo — gravado tudo junto, sem cliques nem overdubs excessivos.

JP Soars brilha na guitarra (elétrica, lap steel, cigar box e mais), vocais e composição da maioria das faixas, enquanto Anne Harris adiciona violin e mandolin incendiários, além de vocais marcantes. 

Destaques: “Jessie Mae”, um blues slide elétrico em homenagem a Jessie Mae Hemphill com letra de Rev. Billy C. Wirtz, o groove latino de “Paradise” e o épico instrumental de 18 minutos “Cigar Box Jam”, que homenageia Santana, Hendrix e até os Beatles. O som se define por improvisações livres, trocas dinâmicas entre guitarra e violino e uma energia de palco que transborda para o estúdio.

A gravação aconteceu ao vivo em um estúdio rural em Ohio, com Soars e sua banda (Chris Peet na bateria e Cleveland Frederick no baixo) buscando exatamente a sensação dos shows. A parceria entre Soars e Harris começou em 2019 nos festivais e ganhou força no Big Blues Bender em Las Vegas.

Jason Ricci – 13 Hours (2026)

 

1. Sick Of This Shit
2. Tired Of Tryin’
3. The Big DisEasey
4. Leo Watkins Rag
5. Long Twisted Night
6. Bubble Gum Pop
7. River’s Invitation
8. Renegade
9. Nuit Waltz
10. 13 Hours
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Jason Ricci explode no blues com fusões ousadas e alma crua

Em maio de 2026, Jason Ricci & The Bad Kind lançaram 13 Hours, um disco que mergulha fundo no blues com toques de funk, prog e jazz, sem perder a essência raw e pessoal. Ricci, um dos maiores nomes da gaita de boca atual, entrega um trabalho intenso e honesto, marcado por frustração, resiliência e experimentação.

Com Ricci na gaita e vocais, ao lado de Brent Johnson na guitarra e Kaitlin Dibble (sua esposa) nos vocais principais, o álbum brilha em faixas como “The Big DisEasey” — uma fusão funky/prog/jazz de sete minutos com rap e vibrafone de Mike Dillon — e o instrumental “Leo Watkins Rag”, que exibe sua velocidade e precisão impressionantes na gaita. 

O encerramento épico “13 Hours” traz slide guitar de Johnson e um solo longo e emocional de Ricci, equilibrando energia e profundidade. O som se destaca pela gaita flamejante, colaborações inesperadas e letras diretas sobre exaustão, vícios e o caos da vida moderna.

Curiosidade: Ricci foi escolhido para tocar na homenagem a Paul Butterfield no Rock and Roll Hall of Fame em 2015, provando seu talento para o mundo. O disco é dedicado ao ex-baterista John Perkins, e a faixa-título reflete as longas viagens da banda, misturando celebração e saudade.

11 de julho de 2026

Nina Simone - Pastel Blues (1965)

 

 A2. Nobody Knows You When You're Down & Out
 A3. End Of The Line
 A4. Trouble In Mind
 A5. Tell Me More & More & Then Some
 B1. Chilly Winds Don't Blow
 B2. Ain't No Use
 B3. Strange Fruit
 B4. Sinnerman
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Nina Simone pinta o blues com dor, alma e fogo em 1965

Lançado em outubro de 1965 pela Philips, Pastel Blues é um dos álbuns mais intensos e pessoais de Nina Simone, mergulhando no blues vocal e no jazz com uma pegada intimista, melancólica e espiritual. Longe do big band, o disco prioriza a voz crua e o piano de Nina, criando uma atmosfera de clube noturno sombrio.

Nina Simone brilha ao piano e nos vocais, acompanhada por Al Schackman (guitarra e harmônica), Rudy Stevenson (guitarra e flauta), Lisle Atkinson (baixo) e Bobby Hamilton (bateria), sob produção de Hal Mooney

Destaques: “Sinnerman” (mais de 10 minutos de construção gospel explosiva e improvisações hipnóticas) e o arrepiante “Strange Fruit”, com sua entrega dramática e pausas carregadas de tensão. O álbum também traz interpretações marcantes de “Nobody Knows You When You’re Down and Out” e “Be My Husband”, que Nina transforma em algo quase primal, com palmas e voz nua.

Gravado em sessões esparsas em Nova York entre 1964 e 1965, o disco inclui “Be My Husband”, composição do então marido de Nina, Andy Stroud, inspirada em um canto tradicional de campo de trabalho. 

Curiosodade: “Strange Fruit” — clássico anti-linchamento popularizado por Billie Holiday — ganhou aqui uma releitura ainda mais sombria no auge do movimento pelos direitos civis, reforçando o papel de Nina como voz de resistência.


3 de julho de 2026

Greg Piccolo & Heavy Juice - Red Lights 1997

 

1. Old Maid Boogie (6:54)
2. Rockin' Chair (4:23)
3. My Baby's Gone (Alicia's Song) (6:24)
4. Acid Blue (7:22)
5. Red Lights (5:32)
6. Everytime I Turn Around (6:17)
7. Tired Of Waitin' For A Change (6:04)
8. Blue Pepper (Far East Of The Blues) (6:46)
9. What Would I Do Without You (3:33)
10. Money (7:07)
11. Moondog Boogie (3:23)
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Greg Piccolo Expande o Blues com Heavy Juice em 1997!
Ex-saxofonista do Roomful of Blues, Greg Piccolo lança em 1997 seu terceiro álbum solo, Red Lights, com a Heavy Juice — seu disco mais ambicioso até então. Nele, Piccolo salta entre swing, bop, jazz ácido, soul ballads e rock’n’roll, mantendo a raiz blues com energia de boogie e um toque de fusão que surpreende a cada curva.
Piccolo comanda no tenor sax robusto e wailings intensos, na guitarra lead em estilo cru mas efetivo (lembrando Roy Buchanan e Carlos Santana) e no alto sax que extrai texturas de acid jazz. A Heavy Juice entrega suporte estelar em múltiplos estilos, enquanto o 14 Karat Soul enriquece com backing vocals em “Money” e na faixa-título. 
Destaques: “Acid Blue”, que explora improvisações fluidas e sons ácidos do sax alto; “Red Lights”, carregada de groove e emoção; e “Money”, com vocais de apoio que elevam o soul. A instrumentação versátil e as fusões dinâmicas — do jazz sofisticado ao rock cru — criam momentos de pura excitação.
Gravado com a química natural da banda regular de Piccolo, o álbum reflete toda sua evolução criativa após deixar o Roomful of Blues em 1990. Além disso, a participação especial do 14 Karat Soul em duas faixas adiciona camadas vocais ricas, transformando Red Lights num marco ambicioso e generoso da carreira solo dele.