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25 de outubro de 2026

Silvia Josifoska - Closer 2022

 

 1. I'll make You feel so high - 5:02
 2. In a subway - 5:13
 3. Red blood - 4:13
 4. Midnight fire - 5:43
 5. I can't make You love me - 5:02
 6. Grooved - 5:27
 7. Closer - 5:46
 8. Every man needs a woman - 4:33
 9. You - 3:59
10. Baby please don't go - 6:09
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Closer: Silvia Josifoska abre a porta do blues 
eslovaco com voz e banda afiada

Closer, de 2022, é o álbum em que a cantora eslovaca Silvia Josifoska, três vezes eleita melhor cantora de blues do ano no país, mistura o blues elétrico moderno com toques de soul, funk e rock, apoiada por uma formação instrumental de peso.

No núcleo estão Martin Gašpar (baixo e produção), Erich Boboš Procházka (gaita), Pišta Lengyel (guitarra), Martin Wittgruber (teclados) e Ajdži Sabo (bateria e percussão), com participações de Radovan “Vrabec” Orth, Katarina Korcek (voz e alguns textos), Ondrej Juráši (trompete) e Martin Zajko (guitarra). As faixas que ganharam destaque nas apresentações e no streaming incluem “I’ll Make You Feel So High” e “Midnight Fire” (músicas compostas por Josifoska), além de “Red Blood”, cover do Blues Company de 1993 que virou single com clipe, e o clássico “Baby Please Don’t Go” em arranjo da banda. O som carrega a gaita de Procházka, o groove do baixo e da bateria, e a voz de Josifoska com sua cor característica e interpretação sensível.

Pela primeira vez Josifoska assina a música de três faixas — “In a Subway”, “I’ll Make You Feel So High” e “Midnight Fire” —, enquanto Procházka escreveu “Closer”, “You” e “Grooved”. O disco foi gravado e mixado por Roman Turtev nos estúdios AMA 21, em Bratislava, e Oakland, na Eslováquia, e masterizado por Brian Murphree nos EUA; o lançamento oficial veio com batismo no clube Randal, em Bratislava, no dia 7 de setembro de 2022.

Se gostou, veja também o trabalho anterior da cantora com a banda e as colaborações em projetos eslovacos. Dá uma ouvida agora no Spotify, deixa um comentário e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



23 de outubro de 2026

Angel Forrest - A Beautiful Life 2026

 

1. Beautiful Thing (3:19)
2. Me, Myself & I (3:35)
3. Con't Say My Name (3:44)
4. Can You Feel Her (Mother Earth) (3:17)
5. Guitbox (3:19)
6. Beautiful Boy (2:42)
7. Not Without A Plea (4:01)
8. Rhythm Of Reality (2:58)
9. Wasted Days (3:59)
10. Find Me An Ocean (3:33)
11. Your Voice (3:41)
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O primeiro álbum independente de Angel Forrest em anos, 
com blues, rock e soul

A Beautiful Life, de Angel Forrest, saiu em 8 de setembro de 2026: onze faixas, cerca de 38 minutos, blues com rock e soul. É o primeiro lançamento totalmente independente dela em anos recentes. A cantora canadense começou em 1988.

As faixas incluem “Beautiful Thing”, “Me, Myself & I”, “Don’t Say My Name”, “Can You Feel Her (Mother Earth)”, “Guitbox”, “Beautiful Boy”, “Not Without a Plea”, “Rhythm of Reality”, “Wasted Days”, “Find Me an Ocean” e “Your Voice”. Forrest descreveu o título como contraste entre desespero e esperança, influenciado pelo caos do mundo durante a escrita. O disco anterior, Angel’s 11 Vol. II, de 2022, reuniu colaborações com Crystal Shawanda, Harry Manx, Dawn Tyler Watson, Brandon Isaak e Ricky Paquette. Angel’s 11, de 2016, foi um álbum conceito com onze guitarristas canadenses.

Ela tem dez Maple Blues Awards, oito deles de Female Vocalist of the Year, além de prêmios de Songwriter e Producer/Recording of the Year. Foi finalista do International Blues Challenge em Memphis em 2018 e indicada ao JUNO por Hell Bent with Grace. Here for You vendeu mais de 30 mil cópias. O álbum saiu em 8 de setembro de 2026 e está nas plataformas.

Se gostou, veja também Angel’s 11 e Hell Bent with Grace. A Beautiful Life está no Spotify e outras plataformas — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



21 de outubro de 2026

Ana Popovic – Dance To The Rhythm 2025

 

01. Dance to the Rhythm (4:11)
02. Worked Up (3:07)
03. 50 Ways to Leave Your Lover (4:34)
04. California Chase (3:28)
05. Hurt So Good (4:26)
06. Sho Nuf (3:47)
07. Dwell On The Feeling (3:45)
08. Soulution (4:29)
09. Hottest Ticket in Town (2:52)
10. Sisters And Brothers (4:11)
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O disco de 2025 em que Ana Popovic misturou guitarra e dança, 
com cover de Paul Simon

Dance to the Rhythm, de Ana Popovic, saiu em 2025 pela Electric Heel Records: dez faixas, cerca de 39 minutos, blues rock com funk, soul e toques latinos. O digital chegou em setembro; o físico, em 30 de outubro. Ela co-produziu e arranjou com Corey LaDell “Buthel” Burns.

As gravações foram no Kona Town Recording Studio, em Redondo Beach, Califórnia, com Jeff Bates. Buthel toca baixo e faz backing. Michele Papadia e Jeremy Thomas nos teclados. Chris Coleman e Donnel Spencer na bateria. Há seção de metais com Claudio Giovagnoli, Davide Ghidoni, Jordan Carr, Evan Knight e Brett Lamel. Karl Vandenbosche e Frank Moca na percussão. Vocais de apoio de Traci Nelson, Skyler Gordon, J Sabin e Jordana Kelley. O Blues Rock Review e o Blues Blast Magazine isolam a faixa-título, o cover de “50 Ways to Leave Your Lover” de Paul Simon (com acentos latinos, bongô e backing gospel), “Dwell on the Feeling” e “Sisters and Brothers”. Popovic usa a Stratocaster custom Foggy. As outras faixas são “Worked Up”, “California Chase”, “Hurt So Good”, “Sho Nuf”, “Soulution” e “Hottest Ticket in Town”.

Ela é da Sérvia e mora na Califórnia. O disco anterior, Power, de 2023, documentou a luta contra o câncer de mama durante a pandemia. Este saiu pela Electric Heel, com distribuição Amplified. Popovic foi indicada sete vezes ao Blues Music Award.

Se gostou, veja também Power e Like It on Top. Dance to the Rhythm está nas plataformas desde setembro de 2025 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



20 de outubro de 2026

Dom Salvador e Abolição - Som, Sangue e Raça 1971

 

Uma Vida
Hei! Você
Tema Pro Gaguinho
O Rio
Evo
Number One
Folia De Reis
Moeda Reza E Côr
Samba Do Malandrinho
Tio Macrô
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O único disco do Dom Salvador com a Abolição, 
o que misturou samba, funk e soul em 1971

Som, Sangue e Raça, de Dom Salvador e Abolição, saiu em 1971 pela CBS: doze faixas, cerca de 35 minutos, soul, funk e samba-jazz. Foi o único trabalho do pianista com esse grupo. Depois de anos fora de circulação, Charles Gavin relançou o disco pelo selo Banguela em 2001.

Dom Salvador toca piano. Oberdan Magalhães no sax alto e na flauta, Luiz Carlos “Batera” na bateria e no vocal, Rubão Sabino no baixo, Carlos Darcy no trompete e no flugelhorn, José Carlos na guitarra, Nelsinho na percussão e no vocal, Mariá no vocal e Serginho no trombone. A direção artística é de Ian Guest. O AllMusic, na resenha de Philip Jandovský, chama o disco de marco na música brasileira e isola “Hei! Você” (com baião e R&B), “Folia de Reis”, “Guanabara” (com flauta de Oberdan) e “O Rio”. Tárik de Souza, no CliqueMusic, deu 4 de 5 e descreveu como obra estuária. As faixas incluem ainda “Uma Vida”, “Tema Pro Gaguinho”, “Evo”, “Number One”, “Moeda, Reza e Côr”, “Samba Do Malandrinho” e “Tio Macrô”.

Oberdan Magalhães, Luiz Carlos e outros integrantes da Abolição seguiram depois para a Banda Black Rio. Dom Salvador vinha do Rio 65 Trio com Edison Machado. O disco original saiu em 1971 pela CBS; o relançamento de 2001 foi o que devolveu o material ao catálogo.

Se gostou, veja também os discos da Banda Black Rio e o trabalho solo de Dom Salvador. Som, Sangue e Raça está nas plataformas e em reedições desde 2001 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



Vaneese Thomas – Window to My Soul (2026)

 

1. I Still Got The Blues
3. I'm A Diamond
4. Ain't Gonna Be No None's Fool
5. Ain't No Reason (For A Man Like You)
6. That's A Woman
7. Save Me
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O disco de 2026 em que Vaneese Thomas volta ao soul-blues com a família Thomas por trás e cornetas na frente

Window to My Soul, de Vaneese Thomas, saiu em 25 de setembro de 2026 pela Overton Music: oito faixas, cerca de 32 minutos, soul-blues com gospel e R&B. A produção é de Wayne Warnecke e dela mesma. Ela canta e toca teclados.

A base tem Dave Keyes no órgão e no piano, Paul Adamy no baixo, Al Orlo na guitarra e Ross Pederson na bateria. Há seção de metais com Tim Ouinnette na trompete, Cliff Lyons no tenor, John Isley no barítono e Andy Drelles no clarinete. Rob Paparozzi entra com gaita em “Ain’t No Reason (For a Man Like You)”. Os vocais de apoio são de Kati Mac, Angela Clemmons, Jason L. Terry e Emily Bendiger. As resenhas isolam a abertura “I Still Got the Blues”, a balada “Every Moment Is a Lifetime”, “I’m a Diamond”, “Ain’t Gonna Be No One’s Fool” e o encerramento gospel “Save Me”, além de “Livin’ with a Lie”. Thomas escreveu ou coescreveu quase tudo, menos “I’m a Diamond”.

Ela é filha de Rufus Thomas, irmã de Carla Thomas e de Marvell Thomas. O primeiro álbum solo saiu em 1987; o segundo, When My Back’s Against the Wall, em 1998. Blues for My Father, de 2013, rendeu indicações ao Blues Music Award. Ela fez backing para Bob James, Joe Cocker, Sting, Stevie Wonder, Michael Jackson e outros. Este disco foi gravado na área de Nova York e saiu em setembro de 2026.

Se gostou, veja também Blues for My Father e Stories in Blue. Window to My Soul está nas plataformas desde setembro — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



19 de outubro de 2026

Leon Russell - Carney (1972)

 

01. Tight Rope - 2:58
02. Out In The Woods - 3:35
03. Me And Baby Jane - 3:52
04. Manhattan Island Serenade - 3:24
05. Cajun Love Song - 3:08
06. Roller Derby - 2:21
07. Carney - 0:46
08. Acid Annapolis - 2:48
09. If The Shoe Fits - 2:21
10. My Cricket - 2:55
11. This Masquerade - 4:21
12. Magic Mirror - 4:54
13. Roller Derby-Roll Away The Stone (Bonus Live 1972)
14. Out In The Woods (Bonus Live 1972)
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O disco de 1972 em que Leon Russell chegou ao 2º da Billboard com “Tight Rope” e “This Masquerade”

Carney, terceiro disco solo de Leon Russell, saiu em 26 de junho de 1972 pela Shelter: roots rock com toques de psicodelia, doze faixas, cerca de 37 minutos. Chegou ao 2º da Billboard 200 e vendeu um milhão de cópias. A produção é de Denny Cordell e do próprio Russell.

Russell canta e toca piano, guitarra e baixo. Don Preston e Joey Cooper nas guitarras. John Gallie no órgão. Carl Radle no baixo. Chuck Blackwell e Jim Keltner na bateria. Vocais de apoio de Patrick, Phyllis, Mary Anne e Wacy. “Tight Rope” abre o lado A, com ritmo sincopado e metáfora de circo, e chegou ao 11º da Hot 100 (B-side era “This Masquerade”). “Out in the Woods” tem vibe swamp-blues, “Cajun Love Song” e “Roller Derby” puxam para o R&B de Nova Orleans. “This Masquerade”, balada de jazz-soul, virou hit do George Benson em 1976. “Acid Annapolis” é coescrita com Don Preston. As sessões foram no Skyhill (Hollywood), Muscle Shoals e Paradise (Oklahoma).

Russell vinha de anos como músico de estúdio em Los Angeles, tinha liderado a banda de Joe Cocker no Mad Dogs & Englishmen e tocado no Concert for Bangladesh. O disco saiu depois do sucesso do álbum de estreia. Ele morreu em 13 de novembro de 2016, em Nashville, aos 74 anos. Esta versão inclui ainda dois bonus ao vivo de 28 de agosto de 1972, no Long Beach Arena: “Roller Derby-Roll Away the Stone” e “Out in the Woods”.

Se gostou, veja também o álbum de estreia e os discos com Joe Cocker. Carney está nas plataformas desde os anos 1970 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



15 de outubro de 2026

Joel Dasilva - Live at Revelry 2025

 

 1. Ollie's Bounce (Live) -  4:30
 2. Catfish Blues (Live) - 11:11
 3. Let's Not Fight, Let's Make Some Love (Live) -  5:36
 4. Lover's Rhumba (Live) -  6:04
 5. Boogie Real Low (Live) -  4:12
 6. Use Me (Live) -  4:26
 7. Killing Floor (Live) -  2:46
 8. The Closer (Live) -  1:00
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Oito faixas ao vivo do Revelry, em Pompano Beach, soltas em agosto de 2025

Live at Revelry, de Joel DaSilva, saiu em 1º de agosto de 2025: blues rock ao vivo, oito faixas, cerca de 40 minutos, gravado no Revelry, em Pompano Beach, Flórida. O fonograma é dele. A distribuição passou pela CDBaby.

DaSilva canta e toca guitarra. Nasceu e foi criado em Chicago, tem raízes brasileiras e toca no circuito da Flórida do Sul. O texto do próprio Revelry descreve o som como blues de Chicago, soul de Memphis e rock do sul. No disco, “Catfish Blues” estica até 11 minutos e 11 segundos. “Killing Floor” entra curto, com menos de três minutos. “Use Me”, “Lover’s Rhumba”, “Boogie Real Low” e “Let’s Not Fight, Let’s Make Some Love” completam o miolo. “Ollie’s Bounce” abre; “The Closer”, de um minuto, fecha. Não há resenha de veículo grande separando a formação da noite.

O álbum foi liberado em 1º de agosto de 2025, com o selo Joel DaSilva. Ele tem residência no Revelry — 227 S Federal Hwy, Pompano Beach — com shows regulares de rock e blues. Antes deste ao vivo, o disco de estúdio Against the Grain é de 2021.

Se gostou, veja também Against the Grain e os shows dele no Revelry. Live at Revelry está nas plataformas desde agosto — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



11 de outubro de 2026

Ladies of Soul – Live at the Ziggo Dome (2026)

 

01 – Ouverture 2026 (Live)
02 – Woman’s World (Live)
03 – Let The Music Play (Live)
04 – Where Is My Husband (Live)
05 – We’ve Got Tonight (Live)
06 – Soul Medley (Clean Up Woman/Mr. Postman/Backstabbers/I Wish I Didn’t Miss You/Love Train/Respect) (Live)
07 – Never Love This Way Again / Miss You Like Crazy (Live)
08 – Die With A Smile
09 – If I Were a Boy (Live)
10 – Chuckii Booker – Soul Triilogy (Live)
11 – If I Ain’t Got You / One Night Only (Live)
12 – Back in the Days Medley Part 1 – Ben/Baby Love/Back to Life (Live)
13 – Back in the Days Medley Part 2 – Always There/Keep the Fires Burning/ Teardrops/Super Freak/U Can’t Touch This (Live)
14 – Free (Live)
15 – Healing (Live)
16 – Too Much, Too Little, Too Late (Live)
17 – Imagine (Live)
18 – We Got A Love Thang (Live)
19 – Finally (Live)
20 – Medley Stevie Wonder (Live)
21 – Medley CHIC (Live)
22 – Medley Prince (Live)
23 – We Don’t Have To Take Our Clothes Off / Gimme Gimme Gimme (Live)
24 – When a Man Loves a Woman (Live)
25 – I’m So Excited (Live)
26 – Could This Be Magic / Hot Stuff / Last Dance (Live)
27 – Stool Pigeon (Live)
28 – I Am a Wonderful Thing Baby (Live)
29 – Annie, I’m Not Your Daddy (Live)
30 – Finale – Disco Dance Floor Medley (Live)
31 – Don’t Leave Me This Way (Live)
32 – Let’s Hear It For The Boy (Live)
33 – Never Knew Love Like This Before
34 – Woman’s World – Reprise (Live)
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Quatro vozes fixas, Ziggo Dome lotado e os convidados de 2026

Live at the Ziggo Dome, das Ladies of Soul, registra a 14ª edição do show anual em Amsterdã, no fim de semana da Páscoa de 2026: soul, disco e funk ao vivo, com a base fixa de Edsilia Rombley, Trijntje Oosterhuis, Berget Lewis e Candy Dulfer. O conceito existe desde 2014. A sala estava esgotada.

A Maxazine, no relato de 5 de abril, separa o Soul Medley — com “Mr. Postman” e “Respect” no meio — e o bloco solo de Edsilia em “Never Love This Way Again” e “Miss You Like Crazy”. Trijntje aparece em “Die With a Smile” e no medley de Stevie Wonder; Berget, no medley de CHIC; Candy Dulfer, no bloco de Prince, com “Kiss” e “1999”. 

Os convidados confirmados pelo canal oficial e pelo Ziggo Dome são Deniece Williams (“Let’s Hear It for the Boy”, “Free”, “Healing”, “Too Much, Too Little, Too Late” com Keith John), Kid Creole & The Coconuts (“Stool Pigeon”, “I’m a Wonderful Thing Baby”, “Annie, I’m Not Your Daddy”), CeCe Peniston, Numidia (“If I Ain’t Got You”), Irma Derby e Aïsha Rowan. A produção e os arranjos são de TJ Oosterhuis, para a D.E.M.P. Music.

Os shows foram em 3 e 4 de abril de 2026 no Ziggo Dome, com portas às 18h30 e início às 20h. No palco, as quatro Ladies ainda trocaram de instrumento num trecho — Candy na bateria, Trijntje no saxofone, Edsilia no baixo, Berget nos teclados — e anunciaram as Pointer Sisters para a edição de 2027.

Se gostou, veja também o Live at the Ziggo Dome 2025 e o single “Woman’s World”. Os vídeos de 2026 estão no canal oficial — ouve o que já saiu, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



8 de outubro de 2026

Spike Fuck – evidence (2026)

 

1. Can't Get It Up [4:38]
2. Had Your Way [4:04]
3. Sweet Release [3:27]
4. Bored to Death [3:31]
5. All by Myself [2:38]
6. Getting Sober [3:33]
7. Bluelight [4:35]
8. Hate Me [7:44]
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Dez anos depois do Smackwave, o “prova de vida” 
que Spike Fuck gravou em três meses

Evidence, disco de estreia de Spike Fuck, saiu em 2 de outubro de 2026 pela Sacred Bones: oito faixas de um artista de Melbourne que a New Noise descreve como casamento desigual de alt-country e new wave, abrasivo e soul ao mesmo tempo. O EP The Smackwave é de 2016; este é o primeiro álbum completo.

Quem produziu foi Adam Hyde, do Peking Duk e do projeto Keli Holiday. O próprio Spike listou Pere Ubu, New York Dolls, The Temptations e Bettye Swan como referências, e disse querer um disco que cortasse como faca. 

A New Noise isola a abertura “Can’t Get It Up”, new wave dos anos 1980 com punk setentista na linha dos Heartbreakers; “Had Your Way”, mais lenta, bateria de marcha fúnebre e vocal que lembra Leonard Cohen; e “Sweet Release”, a faixa mais forte da resenha, balada crua, com toque country no texto da Line of Best Fit. “All by Myself”, single anunciado em julho, é o corte glam, o mais perto de um pop. “Bored to Death” entra como soul, e “Hate Me” fecha em balada autodepreciativa. “Getting Sober” saiu com clipe dias antes do álbum.

Hyde o procurou porque gostava de “Smackwave” e o convidou para a final da AFL; o disco foi escrito e gravado em três meses, numa leva que Spike descreveu ao Quietus como afronta ao processo de Pure O, álbum quase pronto e depois abandonado, feito de ressentimento, raiva e deslocamento. 

No meio da década entre o EP e este lançamento houve vício, um período curto de treino monástico e o retorno: a New Noise e a Musikexpress registram que ele viveu como mulher trans e depois detransicionou; ele chama evidence de prova de vida e, se pressionado, de um disco sobre desejo.

Se gostou, veja também The Smackwave EP. evidence está na Sacred Bones desde 2 de outubro — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify