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4 de agosto de 2026

Lester Winchester McKendree – They Got It All (2026)

 


1. I'm No Amateur
2. Delaney And The Ditch
4. Surf The Allman Ballroom
5. Down The Same Street
6. Baby's Carburetor
7. Bad Mantras
8. Dylan Ain't Spillin'
9.The Right Pose
10. Along With The Sunshine
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Trio sem guitarra que explode de groove e carisma

Eles chegaram sem guitarra, com um baixo de só duas cordas e um piano que não para quieto, e mesmo assim entregaram um dos discos mais contagiante de roots rock do ano. 

They Got It All, o álbum de estreia do Lester Winchester McKendree, é pure energia de Nashville: roots rock rollickante, cheio de soul, rockabilly e batidas que grudam na cabeça.

No comando está Mark W. Winchester no baixo de duas cordas (inspirado no lendário Mark Sandman do Morphine), voz e todas as composições, ao lado do baterista Jimmy Lester (ex-Webb Wilder e Los Straitjackets) e do tecladista Kevin McKendree (parceiro de longa data de Delbert McClinton e créditos com Brian Setzer e Tinsley Ellis). 

As faixas “They Got It All”, “Baby’s Carburetor” e “Dylan Ain’t Spillin’” mostram exatamente o que define o disco: o baixo crú e melódico de Winchester, o piano que vai do swagger de Jerry Lee Lewis ao groove Booker T., e a bateria precisa e divertida de Lester, tudo sem nenhum excesso. 

A formação nasceu do feeling que os três tiveram tocando juntos com Garry Tallent (E Street Band) em 2017 e ganhou forma definitiva quando Winchester colocou só duas cordas no baixo e as canções começaram a sair sozinhas.

A gravação aconteceu em apenas dois dias “ao vivo” no Rock House Studio de McKendree, em Franklin, Tennessee, sem pressão e com a química de quem já se conhece há décadas. O resultado é um álbum de dez faixas que soa maior do que o trio e prova que menos instrumentos podem render muito mais diversão.

3 de agosto de 2026

Reckoners - "Where The Hell Am I? 2026

 

01. Second Skin 04:37
02. Look Out Below 04:09
03. We Saw It All 04:14
04. Where The Hell Am I? 04:20
05. Silver Stallion 04:20
06. Running Wild 04:37
07. Don't Look Down 03:17
08. It Will Be Mine 04:43
09. Consuelo 03:49
10. Not To Worry 02:53
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Onde diabos está a alma do rock? Os Reckoners respondem com fogo puro!

Where The Hell Am I? é o segundo álbum dos Reckoners, lançado em 15 de maio de 2026 pela Gitcha Records, e entrega um soul roots rock cheio de blues e classic rock que te agarra pelo pescoço e não larga. É daqueles discos que soam ao mesmo tempo novos e familiarmente quentes, feitos para tocar alto e sentir o chão tremer.

No comando está o vocalista e guitarrista Tim Gearan, enquanto o extraordinário Johnny Trama (Bettye LaVette, The Silks) lidera as guitarras e a formação. O ritmo pesa nas mãos do baterista Tom Arey (Peter Wolf, J. Geils Band, G. Love), com Marc Hickox no baixo (Bettye LaVette, Charlie Musselwhite) e Darby Wolf nos teclados (Bettye LaVette, Rubblebucket). 

Faixas como “We Saw It All”, com seu órgão estalando e groove contagiante, “Don’t Look Down”, que mistura energia de country-blues com breaks de bateria e solos afiados, e o fechamento funk-soul de “Not to Worry” mostram o coração do disco: riffs de guitarra otimistas, órgão épico, baixo suado e uma produção limpa que deixa a banda soar ao vivo e solta. 

Formação: o grupo, montado por Trama em Boston a partir de 2019 (antes conhecido como Band of Killers), reúne veteranos que já rodaram com nomes pesados e agora se consolidam como uma unidade all-star de verdade. O som mistura grit de barroom rock com calor de soul e blues, co-produzido, gravado, mixado e masterizado por Alan Evans (Soulive), e o resultado é um álbum de dez faixas que cresce a cada escuta, cheio de swing e emoção genuína.

O processo de gravação com Evans revelou uma banda tão ensaiada e afinada que a maioria das músicas saiu em no máximo três takes, deixando espaço para magia espontânea no estúdio. “Silver Stallion” é um cover gritty e fiel da clássica de Lee Clayton (1978), também gravada pelo supergrupo The Highwaymen.

1 de agosto de 2026

Fantastic Negrito – Alive! (2026)

 


1. An Honest Man (Live from Leeds, England) 5:03
2. How Long? (Live) 3:37
3. Living with Strangers (Live from Leeds, England) 6:22
4. Bullshit Anthem (Live from Leeds, England) 2:56
5. Night Has Turned to Day (Live from Leeds, England) 2:44
6. In the Pines (Live from Leeds, England) 10:24
7. Beat Salad (Live from Rubigen, Switzerland) 4:57
8. Good Feeling (Live from Leeds, England) 4:42
9. California Loner (Live) 5:35
10. I Hope Somebody's Loving You (Live from Leeds, England) 4:55
11. Eat Less Sugar Have More Sex (Live from Portsmouth,
New Hampshire) 2:01
12. Working Poor (Live from Sogliano, Italy) 4:33
13. Plastic Hamburgers / Long Long Road (Live from
Leeds, England) 5:56
14. The Duffler (Live from Leeds, England) 1:34
15. Please Computer (Live from Brooklyn, New York) 5:09
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O Blues que Explode ao Vivo com Fúria, Funk e Alma Inconfundível!

Lançado em 17 de julho de 2026 pela Storefront Records, Fantastic Negrito Alive! é um álbum ao vivo eletrizante que captura o artista raiz Xavier Dphrepaulezz em performances cruas e imprevisíveis de blues, soul, funk e rock, onde as versões fogem completamente dos estúdios e se alimentam da energia explosiva da plateia.

Fantastic Negrito lidera com sua voz rouca e poderosa — mistura de Jack White grave com Prince no modo rock — apoiado por uma banda de quatro peças talentosa que acompanha suas viradas inesperadas. 

Destaques: “In the Pines”, estendida para mais de dez minutos com atitude soulful e intensidade crescente; “Beat Salad”, um showpiece gospel com call-and-response explosivo (“I got the blues this morning” / “Everything’s gonna be alright”); e “The Duffler”, um pounding soul-metal que sacode tudo. A instrumentação prioriza grooves pesados, improvisações selvagens, fusões de funk James Brown, gospel suado e toques psychedelic-soul com inclinações avant-jazz, tudo amarrado por vocais gritantes e uma banda apertada que segue o fluxo caótico e vibrante.

Compilado das melhores performances de uma turnê recente — com faixas capturadas em Leeds, Rubigen, Brooklyn e outros palcos —, o disco revela um artista que transforma cada show em algo único e imprevisível. Três vezes vencedor do Grammy de Best Contemporary Blues Album, Fantastic Negrito revitalizou sua carreira com um nome incomum e uma abordagem que mistura protesto socioeconômico (“Working Poor”) com puro caos criativo, provando que o blues vivo ainda pode ser o melhor party album do ano.

30 de julho de 2026

Russ Green - Stone Cold 2026

 

1. Lint Redux (6:38)
2. Stone Cold (4:08)
3. 12 Feet Of Water (5:35)
4. Hey Man (3:39)
5. Waitin' On You (4:40)
6. Nobody Knows (4:41)
7. Need You So Bad (5:20)
8. I Believe (6:12)
9. Troubled World (5:27)
10. Boogie Joint (3:38)
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Russ Green chega com Stone Cold e joga gasolina no blues de Chicago

O harmonica player, cantor e compositor de Chicago Russ Green solta Stone Cold, seu álbum de 2026 recheado de dez originais que atualizam o blues da cidade com voz soulful, gaita afiada e songwriting moderno enraizado na tradição. 

Ele comanda o show com a gaita e os vocais, apoiado por Giles Corey e Vince Agwada nas guitarras, Vic Jackson no baixo, Felix “D-Kat” Pollard na bateria e Joe Munroe nos teclados, numa formação que entrega grooves profundos, solos escaldantes e histórias de rua. 

Faixas como “Lint Redux”, a title track “Stone Cold” e “12 Feet Of Water” explodem com a harmônica em primeiro plano, riffs sujos, teclados quentes e uma energia de bandstand que mistura blues gritante, soul e funky sem perder a essência de Chicago. Inspirado por Jimi Hendrix, Green sonhava em tocar guitarra, mas como estudante de cinema sem grana comprou uma gaita e encontrou seu caminho, moldado pelos mestres Sugar Blue e Billy Branch

Seu debut City Soul, de 2018, foi eleito um dos melhores álbuns de blues do ano pela DownBeat e entrou na lista dos 60 melhores da década da Living Blues. Se gostou, veja também… coloca Stone Cold pra tocar agora e me conta qual faixa te deixou de queixo caído.

29 de julho de 2026

Greg Piccolo & Heavy Juice - Who Knows What The Future Holds 2026

 

1. I've Lost Faith (3:17)
2. Truth Is A Sly Fox (4:30)
3. People Are Hot (3:54)
4. Let's Play It In The Car (2:56)
5. She Couldn't Stay (3:39)
6. Don't Tell Me The Truth (4:18)
7. Dream Girl (3:48)
8. Break In The Clouds (4:25)
9. Guilty (4:26)
10. Who Knows What The Future Holds (4:32)
11. I'm Movin' On (4:11)
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Greg Piccolo e no novo 
Who Knows What The Future Holds

O saxofonista, cantor e compositor Greg Piccolo, com sua banda Heavy Juice, lança Who Knows What The Future Holds, álbum de 2026 recheado de onze originais que misturam blues, rhythm & blues e rock & roll com grooves espontâneos e storytelling afiado. 

Greg Piccolo comanda os vocais e o tenor sax, cercado por Dean Shot na guitarra, Paul Tomasello no baixo, Bob Ruggiero na bateria, Shinichi Otsu nos teclados (piano, Hammond B3 e Wurlitzer) e a seção de metais de Mark Kazanoff no barítono e Al Gomez no trompete, com o grupo vocal 14 Karat Soul no título. 

Faixas como “I’ve Lost Faith”, “Dream Girl” e “Who Knows What The Future Holds” explodem com arranjos de metal pontiagudos, solos econômicos de sax, baixos sujos e um swing que vai do jump-blues clássico a toques de reggae e soul, sempre com a voz de Piccolo no centro e a energia de show ao vivo. 

As canções vinham guardadas há mais de trinta anos e só agora foram gravadas, sob a produção de Terry Manning no lendário Sonic Ranch, perto de El Paso — Manning faleceu logo após as primeiras mixes, tornando o disco um de seus últimos trabalhos. 

Piccolo, que passou 25 anos solidificando o som do Roomful of Blues e já dividiu palco e estúdio com Stevie Ray Vaughan, Jimmie Vaughan, Eric Clapton e Big Joe Turner, chega aos 75 anos mostrando que ainda tem muita história pra contar. Se gostou, veja também… coloca Who Knows What The Future Holds pra tocar agora e me conta qual faixa te pegou de jeito.

28 de julho de 2026

Parker Barrow – Hold The Mash (The Album) (2026)

 

1. The Healer (3:44)
2. Blinded (3:38)
3. Nothing Left To Save (3:40)
4. Novocaine (3:57)
5. Oliva Lane (4:13)
6. Make It (3:26)
7. Glass Eyes (4:22)
9. My Morning Song (4:22)
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Parker Barrow Mistura Southern Rock, Blues e Alma 
em um Coquetel Explosivo de 2026!

Lançado em julho de 2026, Hold The Mash é o aguardado segundo álbum do Parker Barrow, um mergulho vibrante no blues-infused Southern rock com grooves pesados, riffs clássicos e toques de soul que definem o som “vintage-shop rock” da banda de Nashville.

Liderados pelo duo marido e mulher Megan Kane nos vocais eletrizantes e Dylan Turner na bateria, com Alex Bender na guitarra e direção musical, Will Tipton na guitarra, Kyle Priber no baixo e Eric Safka nos teclados, o sexteto entrega energia contagiante. 

Destaques: “Blinded”, com seu riff Stonesy irresistível e abordagem “menos é mais” inspirada em Keith Richards; “The Healer”, que revela um lado novo com solo de órgão psicodélico de Safka; e “Glass Eyes”, carregada de groove e alma soul. A instrumentação prioriza riffs inventivos e fogo na guitarra, batidas pesadas, vocais poderosos e camadas de teclados que criam fusões de southern rock, blues e rock clássico em um pacote coeso e cheio de atitude.

Gravado com contribuições frescas de Bender na composição — expandindo o EP homônimo de 2025 com quatro faixas inéditas —, o disco captura a evolução da banda após o sucesso de Jukebox Gypsies (2023). O nome Parker Barrow, inspirado nos famosos foras da lei Bonnie e Clyde, reflete o espírito ousado do grupo, que em 2026 invade as estradas americanas, faz turnê de destaque no Reino Unido e sobe no Rock Legends Cruise ao lado de lendas como Gene Simmons e Blue Öyster Cult.

Foy Vance - The Wake 2026

 

1. A.I. (9:04)
2. Hi, I’m The Preacher's Son (4:06)
3. I Think I Preferred The Question (4:31)
4. We Almost Made It (4:21)
5. I'm Not Celebrating (3:32)
6. Ever Feel Like Everybody's Just Coming At You? (2:07)
7. Call Me Anytime (4:18)
8. I Ain't Sold On Time (4:13)
9. Money (5:26)
10. Sleazy Bastards (5:13)
11. Fiberoptic Love (3:41)
12. When I See You At The Right Time (2:28)
13. Bathed In Light (2:26)
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O Último Despertar de Foy Vance

Em 2026 Foy Vance lançou The Wake, seu sétimo álbum de estúdio, um trabalho de folk, soul e southern blues que fecha um ciclo de décadas. 

Vance no vocal e guitarra, ao lado do produtor Ethan Johns (que também toca guitarras e outros instrumentos), do pianista Neil Cowley, do baterista Jeremy Stacey e do baixista Rex Horan, com harmonia de Bonnie Bishop, criam um som cru e vital em faixas como a longa e psicodélica “A.I.”, a confessional “Hi, I’m The Preacher’s Son” e a redentora “Bathed In Light”. 

O disco mistura texturas de gospel-blues, Americana e folk com produção íntima e dinâmica, gravações que respiram ao vivo e letras que vão do lamento ao êxtase. Finalizado exatamente 26 anos depois da morte do pai de Vance, o álbum foi gravado no Three Crows Studio, em Bath, com Johns organizando as faixas para soar como familiares reunidos em um velório. 

O título e o projeto inteiro marcam o fim de uma jornada de sete discos iniciada no dia em que Vance, no palco em Lanzarote, descobriu a morte do pai, um pregador itinerante.  

27 de julho de 2026

Cyril Neville - Don't Wait Til I'm Gone 2026

 

 1. Sunrise On The River part one - 2:28
 2. Don't Wait Til I'm Gone - 3:50
 3. Lemonade - 2:59
 4. Poppa Wa Ditty - 3:51
 5. This Rat Race - 3:35
 6. Call On Me - 4:00
 7. Our Love - 4:54
 8. You Hold Me Down - 2:58
 9. Positive Is How I Live - 2:40
10. Sunrise On The River, Pt. 2 - 4:21
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Cyril Neville solta Don’t Wait Til I’m Gone em 2026 e entrega um funk, soul e blues de Nova Orleans contagiante, misturado com gospel e o ritmo second-line que é a marca registrada da cidade. 

Produzido por Shamarr Allen, o disco reúne Aaron Neville, Ivan Neville, Leo Nocentelli, Donald Harrison, Kermit Ruffins e membros do Hot 8 Brass Band, e explode em faixas como a emocionante título (com Aaron), a irrefreável “Lemonade” (com o Hot 8) e a positiva “Positive Is How I Live” (com Kermit). 

O que define o som são os arranjos de metais frescos, as improvisações cheias de groove, as fusões de funk com soul e gospel, e as colaborações que unem veteranos e a nova geração num só calor. 

O álbum nasceu de forma orgânica, sem plano formal nem orçamento, a partir de um simples telefonema de Shamarr Allen, e a faixa “Lemonade” saiu pronta em minutos no estúdio. E tem mais: é o primeiro disco solo de Cyril em vários anos e a faixa-título é uma parceria especial com o irmão Aaron, que também canta.