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3 de junho de 2026

Curtis Salgado – Legacy Rewind: Live in ’25 (2026)

 

SIDE A

SIDE B
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Energia que Nem Serra Elétrica Corta: Legacy Rewind, o Primeiro Ao Vivo Explosivo de Curtis Salgado!
O Legacy Rewind: Live in ’25, primeiro álbum ao vivo da carreira de Curtis Salgado, acaba de chegar e é puro R&B, funk, soul e rock’n’roll em estado bruto. 
Gravado em 5 de abril de 2025 no lendário Triple Door, em Seattle, o disco captura o cantor e harmonicista em casa, com uma banda de 15 músicos que transforma o palco num furacão de groove. Com arranjos novos cheios de metais em quatro partes e três backing vocals poderosos, o som ganha peso e swing. 
Destaques: “Wiggle Out of This” abre com horns cortantes, B3 sujo e batidas que não param; “Sweet Jesus Buddha the Doctor” vira um funk irresistível com baixo grosso e grunhidos que fazem a gente ver Salgado andando no palco; e “20 Years of B.B. King” explode em humor sarcástico e energia raivosa. A voz rouca e imponente dele, mais a harmônica certeira em “Clean Getaway”, domina tudo sem esforço.
Curiosidade: a ideia nasceu em 2019, quando o fã e produtor Randy Maag sugeriu o projeto no próprio Triple Door – e só seis anos depois, em 2025, o plano virou realidade. Melhor ainda: apesar de ter passado por transplante de fígado e cirurgias de bypass no coração, Salgado nunca soou tão potente e vivo. O cara entrega um show que você sente na pele. Se curte soul de verdade, esse disco é obrigatório.

31 de maio de 2026

Grainne Duffy - What Am I Supposed to Do 2026

 

1. Early in the Morning - 2:32
 2. What Am I Supposed to Do - 3:06
 3. Streets of Love - 2:59
 4. Tearing Me Apart - 2:23
 5. Tragedy - 4:12
 6. Hurts Just the Same - 2:45
 7. Taking My Heart Away - 2:54
 8. Got to Give It Up - 3:14
 9. Need Your Love so Bad - 4:07
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Gráinne Duffy – “What Am I Supposed to Do” (2026):
Blues, alma e rock em alta voltagem

A irlandesa Gráinne Duffy retorna com força total em What Am I Supposed to Do, um álbum que reafirma sua posição como uma das vozes mais intensas do blues contemporâneo. Com raízes profundas no soul e no rock & roll, Duffy entrega um trabalho vibrante, cheio de emoção e autenticidade.

Formação: Kenny Aronoff (bateria), Jørgen Carlsson (baixo), Peter Levin (teclados), Marc Ford (guitarra) e Paul Sherry, parceiro de longa data. O resultado é um som encorpado, que transita entre grooves pulsantes e baladas carregadas de sentimento.

Destaques: “Streets of Love”, “Tragedy” e a própria “What Am I Supposed to Do” se destacam pela fusão de riffs marcantes, improvisos cheios de energia e a voz poderosa de Duffy, que conduz cada canção com paixão e entrega total.

Curiosidades: parte do álbum foi gravada em estúdios lendários de Londres, reforçando a conexão de Duffy com a tradição britânica do blues-rock. Além disso, sua trajetória inclui apresentações memoráveis no Glastonbury Festival e abertura de shows para ícones como Robben Ford e The Yardbirds.


29 de maio de 2026

Albert King • King Of The Blues Guitar 1969

 

1. Laundromat Blues   3:19
2. Overall Junction   2:19
3. Oh, Pretty Woman   2:45
4. Funk Shun   2:30
5. Crosscut Saw   2:31
6. Down Don't Bother Me   2:13
7. Born Under A Bad Sign   2:45
8. Personal Manager   4:28
9. Kansas City   2:29
10. The Very Thought Of You   3:45
11. The Hunter   2:43
12. I Almost Lost My Mind   3:25
13. As The Years Go Passing By   3:43
14. Cold Feet   2:43
15. You Sure Drive A Hard Bargain   2:55
16. I Love Lucy     2:45
17. You're Gonna Need Me   2:45
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King Of The Blues Guitar: O Disco que Coroou Albert King de Verdade!
King Of The Blues Guitar, lançado pela Atlantic em 1969, é aquela compilação matadora que junta os singles de sucesso do Albert King na Stax com faixas do clássico Born Under a Bad Sign. É blues de Chicago com alma de Memphis, soul, funk e aquele swing que faz o corpo balançar.
Albert King manda na guitarra e na voz com seus bends impossíveis na Flying V invertida, acompanhado pela máquina da Stax: Booker T. & the M.G.’s (Donald “Duck” Dunn no baixo, Al Jackson Jr. na bateria) e os Memphis Horns soltando fogo. 
As que mais pegam são “Laundromat Blues”, com aquele groove dançante e letra cheia de malícia, o hino “Born Under a Bad Sign” e “Crosscut Saw”, pura eletricidade. O som é guitarra cortante, horns soul que dançam junto e improvisos que parecem conversa de bar.
O vinil original reuniu só os singles que bombavam nas rádios R&B; a reedição em CD trouxe tudo, incluindo o álbum completo de 1967. E olha que “I Love Lucy” é um daqueles monólogos falados do Albert, onde ele conta vantagem da guitarra que ele batizou de Lucy – puro carisma.

28 de maio de 2026

Lachy Doley Group - Lovelight 2017

 

1 - We're Free - 4:21
2 - Love Come Around - 4:01
3 - Lovelight - 3:46
4 - Ain't No Love In The Heart Of The City - 4:50
5 - Only Cure For The Blues Is The Blues - 4:50
6 - Get It While You Can - 4:33
7 - Who Was I Foolin' - 4:35
8 - The Killer - 4:05
9 - Stop Listening To The Blues (Live at Blues On Broadbeach 2016) - 3:24
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'Lovelight' é Soul-Blues em Estado Bruto


Lançado em 20 de janeiro de 2017 pela All The Stops, Lovelight é o quinto álbum do Lachy Doley Group e entrega blues rock e soul com a energia visceral que consagrou Lachy como “o Jimi Hendrix do Hammond”. Gravado em apenas duas semanas, o disco estreou em #40 nas paradas australianas.

 

Destaques: Com Jackie Barnes na bateria e Jan Bangma no baixo como base principal, o trio explode logo na faixa de abertura We’re Free, um hino que coloca o Hammond B3 e o vocal rasgado de Doley em combustão total. A faixa-título ‘Lovelight’ mantém a pegada dançante e suingada, enquanto ‘Only Cure For The Blues Is The Blues’ traz ainda mais força. Nas baladas, ‘Love Come Around’ e Ain’t No Love In The Heart Of The City mostram Doley explorando registros graves e melancólicos. O disco ainda ganha camadas extras com participações especiais de Jimmy Barnes, Nathan Cavaleri e Zkye Blue


Curiosidades: Capturado direto e sem firulas, Lovelight foi pensado como tributo ao blues enquanto “grande escape” — Lachy o define como música nascida do canto dos escravos para aliviar o sofrimento. A faixa final ‘Stop Listening To The Blues’ foi registrada ao vivo no Blues on Broadbeach 2016, fechando o álbum com a mesma fúria dos shows lotados que o grupo fez pela Austrália e Europa naquele ano.