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11 de janeiro de 2026

Kyle Rowland – Not Holding Back! (2025)

 

1. Convict No. 1
2. Wishing You The Best
3. I'll Take You Back
4. We're Still Friends
5. Kissing at Midnight
6. You Got The Nerve Of A Brass Monkey
7. Gamblin' Blues
8. E.G.O.
9. Complete This Order
10. Coffee Man
11. Stockton Boulevard
12. Backtracking
13. Must've Been a Dream
14. The Country Pen
15. This Train
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A Explosão Harmônica de 'Not Holding Back!' de Kyle Rowland!
Lançado em setembro de 2025 pela Little Village Foundation, "Not Holding Back!" é o álbum que consagra Kyle Rowland como mestre do blues pantanoso, misturando Chicago shuffle, Texas grit e jump da Costa Oeste com toques de soul e gospel. Sua voz rouca e harmonica visceral brilham em 15 faixas, com oito originais e sete covers obscuros, criando um som cru, orgânico e profissional.
Destaques: "You Got the Nerve of a Brass Monkey" com solo de piano de Kyle e guitarra de Anson Funderburgh, a delta-style "Gamblin' Blues" onde ele arrasa no violão, e o intenso slow blues "Backtracking" com Johnny Burgin. O instrumental "Stockton Boulevard" evoca Paul Butterfield, enquanto "This Train" fecha com vibe gospel reminiscent de The Blasters. A banda estelar conta com Kid Andersen na guitarra e baixo, Jim Pugh nos teclados e Rick Estrin em percussão criativa.
Curiosidade: Gravado no Greaseland Studios, o disco foi co-produzido por Andersen e Estrin – este último, mentor de Kyle desde os 10 anos, transformando lições em parceria épica. Detalhe interessante: Aos 32 anos, Kyle é o mais jovem induzido no Sacramento Blues Hall of Fame, provando seu legado precoce no blues moderno.

Van Morrison ‎– His Band And The Street Choir 1970

 



Coro de Rua e Alma Irlandesa: A Vibração Explosiva de 'His Band And The Street Choir'!
Lançado em novembro de 1970 pela Warner Bros., "His Band And The Street Choir" é o quarto álbum de estúdio de Van Morrison, uma fusão irresistível de R&B livre, blues cru e influências soul, com toques de gospel e funk que capturam a essência da música americana dos anos 70. A voz rouca e poética de Morrison brilha em faixas como o hit "Domino", com seu groove contagiante, "Blue Money" e "I've Been Working", cheias de energia rítmica, além da romântica "Call Me Up In Dreamland". O som destaca backing vocals harmoniosos do "Street Choir", incluindo a esposa Janet Planet, e músicos de peso como o saxofonista Jack Schroer e o guitarrista John Platania, criando texturas sonoras únicas e minimalistas.
Curiosidade: Originalmente concebido como um álbum a cappella chamado "Virgo's Fool", o projeto mudou rumo por interferência da gravadora, resultando em gravações com overdubs mínimos para um feel mais orgânico e ao vivo. No contexto histórico, veio logo após o sucesso de "Moondance", consolidando Morrison como ícone do soul irlandês e influenciando gerações.

9 de janeiro de 2026

James Brown - Messing with the Blues (1957-1985)

 

CD 1:
1. Like It Is, Like It Was (The Blues) (4:57)
2. Don't Cry Baby (3:00)
3. Caldonia (2:54)
4. Somebody Done Changed The Lock On My Door (3:39)
5. Ain't Nobody Here But Us Chickens (2:59)
6. Good Rockin' Tonight (2:38)
7. I Love You, Yes I Do (2:47)
8. Messing With The Blues (2:12)
9. Waiting In Vain (2:48)
10. For You, My Love (2:18)
11. Blues For My Baby (3:02)
12. Everyday I Have The Blues (4:29)
13. Love Don't Love Nobody (False Start) (0:49)
14. Love Don't Love Nobody (2:04)
15. Goin' Home (5:04)
16. Have Mercy Baby (2:14)
17. Kansas City (3:24)
18. The Bells (3:37)

CD 2:
1. Don't Deceive Me (Please Don't Go) (11:43)
2. The Things That I Used To Do (2:48)
3. Need Your Love So Bad (3:27)
4. Like A Baby (2:53)
5. Honky Tonk, Parts 1 & 2 (6:10)
6. Suffering With The Blues (3:05)
7. Further On Up The Road (3:46)
8. Radio Spot (1:04)
9. Talk To Me, Talk To Me (3:28)
10. Kansas City (7:48)
11. Wonder When You're Coming Home (2:33)
12. Like It Is, Like Was (The Blues, Continued) (6:31)
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James Brown no Ritmo do Blues: Descubra 'Messing with the Blues' (1957-1985)
A compilação Messing with the Blues de James Brown é um tesouro imperdível! Este álbum duplo reúne 30 faixas que mergulham nas raízes blues e R&B do Godfather of Soul, misturando interpretações passionais com toques de sua energia polirrítmica inovadora. O estilo é um blues clássico com influências de R&B pioneiro, onde Brown revisita hits antigos ao lado de experimentações vocais e instrumentais, criando um som cru e cativante.
Destaques: incluem a épica versão de 11 minutos de "Don't Deceive Me (Please Don't Go)", de Chuck Willis, com improvisos intensos, e o vamp blues-rap em duas partes "Like It Is, Like It Was (The Blues)", que captura a essência dos anos 70. Brown lidera com sua voz inconfundível, apoiado por bandas rotativas que incluem músicos como Bootsy Collins em sessões posteriores, adicionando grooves únicos e camadas percussivas.
Curiosidade: Muitas faixas foram gravadas nos anos 60, durante a transição de Brown de um estilo convencional para suas inovações em funk, com sessões espontâneas que capturavam sua evolução criativa. 
Detalhe: O álbum cobre covers de lendas como Louis Jordan e Bobby Bland, contextualizando as raízes de Brown no R&B pós-guerra, e inclui takes inéditos e versões não editadas, revelando um lado mais suave e autêntico do artista.

5 de janeiro de 2026

The Chambers Brothers - A New Time-A New Day (1968)

 

A side
A5. Love Is All I Have (Brian Keenan)
A6. You Got the Power - To Turn Me On (Willie Chambers)

B side
B1. I Wish It Would Rain (B. Strong, N. Whitefield, R. Penzabene)
B3. No, No, No, Don't Say Good-By (Willie Chambers)
B5. A New Time - A New Day (Brian Keenan, Joseph Chambers)
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A New Time - A New Day: O Álbum que Fundiu Soul Psicodélico e Energia Revolucionária nos Anos 60!
Lançado em 8 de outubro de 1968 pela Columbia Records, A New Time - A New Day é o segundo álbum de estúdio dos The Chambers Brothers, uma explosão de psychedelic rock, soul, R&B e funk que captura a essência da era contracultural. Os irmãos afro-americanos do Mississippi, com raízes no gospel, entregam uma sonoridade vibrante com harmonias coletivas potentes, guitarras psicodélicas e ritmos funky, destacando a transição para o soul elétrico.
Faixas marcantes: o hit "I Can't Turn You Loose", cover enérgico de Otis Redding que chegou ao Top 40; a épica título "A New Time - A New Day", com 7:26 minutos de freakout R&B; e rearranjos inspirados como "Where Have All the Flowers Gone" em gospel-soul e "I Wish It Would Rain". 
Os integrantes brilham: Willie Chambers (guitarras, piano, vocais), Lester (harp, vocais), Joe (guitarras, vocais), George (baixo, vocais) e o baterista Brian Keenan, com instrumentação apertada e vocais vitais.
Curiosidade: Gravado às pressas para capitalizar o sucesso de "Time Has Come Today" do álbum anterior, foi produzido por Tim O'Brien, que co-escreveu "Satisfy You" e trouxe influências de seu grupo Flavor. No contexto histórico, o disco reflete o empoderamento negro e psicodelia de 1968, peaking no #16 da Billboard e com lançamento na África do Sul sem fotos da banda multi-racial devido ao apartheid.