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19 de fevereiro de 2026

Miss Emily – The Medicine (2025)

 

4. Maybe
6. Running Again
7. Solid Ground
8. Smith's Bay Drowning
9. Remember This Song
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A Medicina que Cura a Alma: Miss Emily Despeja Soul e Blues !
The Medicine, o álbum de 2025 da canadense Miss Emily (Emily Fennell), que funde soul rouco, blues profundo, jazz sutil e roots rock em um som eclético e uplifting! Com vocais throaty e poderosos, Emily infunde intensidade emocional em canções originais que transcendem gêneros, criando uma experiência cativante e terapêutica.
Destaques: incluem a abertura acapella de "My Freedom", com groove funky e solo acústico de guitarra; "Stand Together, Band Together", um hino gospel-inspirado com Hammond B3 e backing vocals soulful, perfeito para sing-alongs; e "You Make Believe", um blues lento com sax noir que evoca k.d. lang. Produzido pelo vencedor do Grammy Colin Linden (que toca guitarra em todas as faixas), o disco conta com músicos de elite, como de bandas de Bob Dylan e Keb' Mo', adicionando camadas ricas e propulsive.
Curiosidade: gravado em Nashville, o álbum reflete a parceria simbiótica entre Emily e Linden, que capturou sessões espontâneas para preservar a autenticidade raw das performances. No contexto, após 20 anos de carreira no Canadá – com 5 Maple Blues Awards e nomeação ao Juno –, The Medicine mira o mercado americano, impulsionado pelo apoio de The Tragically Hip.

14 de janeiro de 2026

Neil Young - Time Fades Away (1973)

 

4. L.A.
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O Tempo Desvanece: A Explosão Crua de Neil Young ao Vivo!
Lançado em 1973, Time Fades Away é o primeiro álbum ao vivo de Neil Young, capturando uma energia raw de rock e folk-rock com toques de country, gravado durante a turnê de apoio a Harvest. Longe dos hits polidos, o disco traz oito faixas inéditas, cheias de intensidade emocional e guitarras distorcidas que ecoam a turbulência pessoal de Young.
Destaques: "Time Fades Away", com seu riff hipnótico e letras reflexivas; "Don't Be Denied", uma jornada autobiográfica poderosa; e "Last Dance", um fechamento caótico e épico. A banda The Stray GatorsBen Keith (steel guitar e vocais), Jack Nitzsche (piano), Tim Drummond (baixo) e Johnny Barbata (bateria) – entrega uma performance orgânica, com harmonias vocais únicas e um som sem overdubs, puro e imperfeito.
Curiosidade: Gravado em uma turnê desastrosa de 62 shows, onde Young lidava com o luto pela overdose fatal de Danny Whitten (ex-guitarrista demitido), e a banda se desintegrava no palco, resultando em um registro honesto e caótico.
Detalhe: Marca o início da "Trilogia do Fosso" (com On the Beach e Tonight's the Night), uma fase rebelde onde Young rejeitou o sucesso comercial, influenciando o grunge e o rock alternativo dos anos 90.

8 de janeiro de 2026

Othman Wahabi - Catfish Blues 2025

 

 1. The Blues Is Black - 4:14
 2. Ride Til I Die - 3:26
 3. Down and Out - 3:23
 4. The Blues Whisperer - 4:14
 5. I'm Coming Home - 3:36
 6. Sailing to Tahiti - 3:59
 7. Talkin' Blues (feat. Kader Sundy) - 5:21
 8. Catfish Blues (Black Snake Version) - 5:05
 9. Clean My Soul - 3:51
10. Night Trippin' - 5:15
11. True Love - 4:48
12. Guitar Drift - 4:31
13. Rahma - 4:38
14. Catfish Blues - 6:01
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spotify / via: plazerna

Catfish Blues: O Renascimento Blues de Othman Wahabi!

O cantor e guitarrista marroquino-canadense Othman Wahabi lança "Catfish Blues" (2025), um álbum que mergulha nas raízes do blues com toques de jazz, rock e reggae, destacando sua assinatura na slide guitar que ecoa emoção crua e versátil. 
Com 14 faixas totalizando 62 minutos, o disco é uma viagem sonora hipnótica, com destaques como a épica "Catfish Blues" (6:01), revisitando seu hit viral de 2014, e a "Catfish Blues (Black Snake Version)" (5:05), com arranjos sombrios e intensos. Outra joia é "Talkin' Blues" (5:21), com participação especial de Kader Sundy, adicionando camadas vocais colaborativas e ritmos pulsantes. "The Blues Is Black" (4:14) abre com riffs energéticos, enquanto "Rahma" (4:38) traz influências marroquinas únicas.
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões ao vivo em um estúdio de Montreal, capturando improvisos noturnos que evocam o espírito autêntico do blues clássico. Em contexto, Wahabi, ex-integrante de bandas de metal em Casablanca, funde sua herança multicultural com o blues internacional, conquistando fãs ecléticos desde seu vídeo com mais de um milhão de views.