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14 de janeiro de 2026

Neil Young - Time Fades Away (1973)

 

4. L.A.
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O Tempo Desvanece: A Explosão Crua de Neil Young ao Vivo!
Lançado em 1973, Time Fades Away é o primeiro álbum ao vivo de Neil Young, capturando uma energia raw de rock e folk-rock com toques de country, gravado durante a turnê de apoio a Harvest. Longe dos hits polidos, o disco traz oito faixas inéditas, cheias de intensidade emocional e guitarras distorcidas que ecoam a turbulência pessoal de Young.
Destaques: "Time Fades Away", com seu riff hipnótico e letras reflexivas; "Don't Be Denied", uma jornada autobiográfica poderosa; e "Last Dance", um fechamento caótico e épico. A banda The Stray GatorsBen Keith (steel guitar e vocais), Jack Nitzsche (piano), Tim Drummond (baixo) e Johnny Barbata (bateria) – entrega uma performance orgânica, com harmonias vocais únicas e um som sem overdubs, puro e imperfeito.
Curiosidade: Gravado em uma turnê desastrosa de 62 shows, onde Young lidava com o luto pela overdose fatal de Danny Whitten (ex-guitarrista demitido), e a banda se desintegrava no palco, resultando em um registro honesto e caótico.
Detalhe: Marca o início da "Trilogia do Fosso" (com On the Beach e Tonight's the Night), uma fase rebelde onde Young rejeitou o sucesso comercial, influenciando o grunge e o rock alternativo dos anos 90.

8 de janeiro de 2026

Othman Wahabi - Catfish Blues 2025

 

 1. The Blues Is Black - 4:14
 2. Ride Til I Die - 3:26
 3. Down and Out - 3:23
 4. The Blues Whisperer - 4:14
 5. I'm Coming Home - 3:36
 6. Sailing to Tahiti - 3:59
 7. Talkin' Blues (feat. Kader Sundy) - 5:21
 8. Catfish Blues (Black Snake Version) - 5:05
 9. Clean My Soul - 3:51
10. Night Trippin' - 5:15
11. True Love - 4:48
12. Guitar Drift - 4:31
13. Rahma - 4:38
14. Catfish Blues - 6:01
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spotify / via: plazerna

Catfish Blues: O Renascimento Blues de Othman Wahabi!

O cantor e guitarrista marroquino-canadense Othman Wahabi lança "Catfish Blues" (2025), um álbum que mergulha nas raízes do blues com toques de jazz, rock e reggae, destacando sua assinatura na slide guitar que ecoa emoção crua e versátil. 
Com 14 faixas totalizando 62 minutos, o disco é uma viagem sonora hipnótica, com destaques como a épica "Catfish Blues" (6:01), revisitando seu hit viral de 2014, e a "Catfish Blues (Black Snake Version)" (5:05), com arranjos sombrios e intensos. Outra joia é "Talkin' Blues" (5:21), com participação especial de Kader Sundy, adicionando camadas vocais colaborativas e ritmos pulsantes. "The Blues Is Black" (4:14) abre com riffs energéticos, enquanto "Rahma" (4:38) traz influências marroquinas únicas.
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões ao vivo em um estúdio de Montreal, capturando improvisos noturnos que evocam o espírito autêntico do blues clássico. Em contexto, Wahabi, ex-integrante de bandas de metal em Casablanca, funde sua herança multicultural com o blues internacional, conquistando fãs ecléticos desde seu vídeo com mais de um milhão de views.

16 de dezembro de 2025

Norine Braun - December Falls 2020

 

 1. Solstice (This Day the Sun Stands Still) - 4:26
 2. I Saw 3 Ships - 2:19
 3. Mistletoe Blues - 4:23
 4. The Winter After Elvis Died - 3:58
 5. Poinsettia Pearl - 2:45
 6. Blue Christmas - 2:59
 7. December Falls - 3:31
 8. Put A Wreathe On It - 5:11
 9. O Christmas Tree / O Tannenbaum - 2:07
10. Last Christmas - 3:44
11. Christmas Bells - 3:24
12. Silent Night - 4:12
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spotify / via: plazerna



Norine Braun Resgata o Verdadeiro Espírito do Natal com “December Falls 2020
Lançado em pleno coração da pandemia, December Falls 2020 é o presente que a cantora canadense Norine Braun deu ao mundo quando mais precisávamos de calor humano. Com sua voz aveludada, bluesy e absurdamente acolhedora, ela transforma 12 faixas num cobertor sonoro perfeito para noites geladas.
Aqui tem de tudo: clássicos repaginados com alma (“Blue Christmas” nunca soou tão sexy, “Silent Night” vira uma prece íntima e emocionante) e originais matadores como a swingada “Mistletoe Blues”, a nostálgica “The Winter After Elvis Died” e a faixa-título “December Falls”, puro folk-blues de derreter o coração. 
O destaque: A versão delicada e quase sussurrada de “I Saw Three Ships” que parece saída de um Natal inglês dos anos 50.
Curiosidade: o álbum foi gravado quase inteiramente em casa, com Norine e o produtor Adam Popowitz trocando arquivos à distância — uma resposta criativa ao isolamento de 2020. Participação especial deliciosa do guitarrista Huggybear Johnson em várias faixas, trazendo aquele toque vintage irresistível.

12 de dezembro de 2025

The Souljazz Orchestra – Inner Fire 2014

 

1. Initiation
7. East Flows The River
8. Sommet En Sommet
10. Completion
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The Souljazz Orchestra – Inner Fire (2014)

Liderados pelo tecladista e visionário Pierre Chrétien, The Souljazz Orchestra funde afrobeat, latin jazz, funk, salsa dura, highlife e spiritual jazz em um caldeirão explosivo que faz o corpo mexer sem parar.
O hino jazz-latino “Kingdom Come”, a rumba-reggaeton “One Life To Live”, a bossa elétrica “As The Crow Flies”, o funk sensual “Black Orchid”, a caribenha “Agoya” e o cover arrasador de “Celestial Blues” (original de Gary Bartz NTU Troop, 1971) com vocais poderosos da percussionista Marielle Rivard.
O disco foi gravado 100% em equipamentos analógicos vintage no estúdio da própria banda em Ottawa, buscando o calor e a imperfeição dos anos 70. Detalhe extra: várias faixas são homenagens diretas a lendas obscuras como Mulatu Astatke, Ray Barretto e Milton Nascimento – puro crate-digging transformado em ouro.