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19 de fevereiro de 2026

Miss Emily – The Medicine (2025)

 

4. Maybe
6. Running Again
7. Solid Ground
8. Smith's Bay Drowning
9. Remember This Song
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A Medicina que Cura a Alma: Miss Emily Despeja Soul e Blues !
The Medicine, o álbum de 2025 da canadense Miss Emily (Emily Fennell), que funde soul rouco, blues profundo, jazz sutil e roots rock em um som eclético e uplifting! Com vocais throaty e poderosos, Emily infunde intensidade emocional em canções originais que transcendem gêneros, criando uma experiência cativante e terapêutica.
Destaques: incluem a abertura acapella de "My Freedom", com groove funky e solo acústico de guitarra; "Stand Together, Band Together", um hino gospel-inspirado com Hammond B3 e backing vocals soulful, perfeito para sing-alongs; e "You Make Believe", um blues lento com sax noir que evoca k.d. lang. Produzido pelo vencedor do Grammy Colin Linden (que toca guitarra em todas as faixas), o disco conta com músicos de elite, como de bandas de Bob Dylan e Keb' Mo', adicionando camadas ricas e propulsive.
Curiosidade: gravado em Nashville, o álbum reflete a parceria simbiótica entre Emily e Linden, que capturou sessões espontâneas para preservar a autenticidade raw das performances. No contexto, após 20 anos de carreira no Canadá – com 5 Maple Blues Awards e nomeação ao Juno –, The Medicine mira o mercado americano, impulsionado pelo apoio de The Tragically Hip.

18 de fevereiro de 2026

Arelean Brown - Sings the Blues in the Loop 1977/2025

 

1. Pushing Our Love Aside - 2:55
 2. I Can't Believe It - 2:59
 3. Impeach Me - 4:06
 4. You Goin' to Miss Me Around Here - 2:14
 5. I've Broken A-Many Heart - 3:49
 6. I'm a Streaker Baby - 3:53
 7. Chicken Man - 3:01
 8. I'm So Blue - 2:46
 9. Eagle Stirs Her Nest - 2:47
10. I Love My Man - 5:19
11. Why I Love You - 3:53
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O Grito Selvagem de Arelean Brown que Eletriza o Chicago dos Anos 70!
Sings the Blues in the Loop, o único álbum completo de Arelean Brown, lançado originalmente em 1977 pelo selo Black Magic/Simmons e remasterizado em 2025 pela Red Lightnin’ para CD. Esse tesouro do blues de Chicago funde grooves funky, soul visceral e blues elétrico cru, com toques de humor e dor que capturam a essência urbana da Windy City.
Arelean, com sua voz dominante – feroz e terna ao mesmo tempo –, brilha em faixas como "Impeach Me", um dueto explosivo com Lee "Shot" Williams cheio de energia política e rítmica, "I’m a Streaker Baby", com sua irreverência funky e licks afiados, e "I Love My Man", uma balada profunda de 5 minutos que escava emoções raw. A banda Outhouse Band fornece o suporte rítmico sólido, com baixo pulsante e bateria groovy, criando um som híbrido único dos anos 70.
Curiosidade: o álbum é uma compilação de singles gravados ao longo dos anos 70, refletindo sessões espontâneas no efervescente South Side, onde Brown misturava improvisos teatrais com sinceridade crua. No contexto histórico, ele emerge da era de selos independentes como Bea & Baby Records, promovendo vozes subestimadas no blues pós-guerra.

11 de fevereiro de 2026

Milligan Vaughan Project 2017

 

01. Downtown
02. Fire Down Below 
03. Little Red Rooster
04. I Don’t Need No Doctor 
05. One Good Man
06. Tell Me 
07. You’re Killing My Love
08. It’s All Over Now
09. Trouble No More
10. Evil Gal Blues
11. I Can’t Hold Out 
12. Watching The River Flow 
13. Driftin’ Blues (Acoustic Version)
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MVP: A Explosão de Blues Texano!
Blues texano com MVP, o álbum de estreia do Milligan Vaughan Project, lançado em 2017 pela Mark One Records. Essa parceria explosiva une o vocal soulful e poderoso de Malford Milligan – um ícone de Austin, indicado múltiplas vezes ao Austin Music Awards – ao guitar slinger Tyrone Vaughan, filho de Jimmie Vaughan e sobrinho do lendário Stevie Ray Vaughan. Fusão vibrante de blues rock, soul texano, toques de jazz e funk groovy, que pulsa com energia crua e melodias cativantes.
Destaques: incluem faixas como "Soul Satisfaction", com seu riff overdriven e vibe anos 80, e "Dangerous Eyes", onde o slide guitar de Vaughan brilha intensamente. As originais se misturam a covers inspirados, culminando em duas gravações ao vivo: "What Passes For Love" e "Palace of the King", capturadas durante o SXSW em Austin, adicionando um ar autêntico e elétrico.
Curiosidade: o álbum foi gravado misturando sessões de estúdio com performances live, capturando a química orgânica da dupla em tempo real. Outro detalhe interessante: Milligan, cego desde o nascimento, traz uma profundidade emocional única, influenciada por sua trajetória em bandas como Storyville, enquanto o legado familiar de Vaughan injeta autenticidade blues raiz.

19 de janeiro de 2026

Tommy Castro & the Painkillers – Closer To The Bone (2025)

 

01. Can’t Catch A Break 3:53 (Tommy Castro & Christoffer Andersen, Tommy Castro Music admin. by Eyeball Music/Eyeball Music, BMI)
02. The Way You Do 3:13 (Jimmy Nolen, Bienstock Publ. Co./Quartet Music, ASCAP)
03. One More Night 3:56 (Johnny “Nitro” Newton, Slamco Music, BMI)
04. Crazy Woman Blues 5:25 (Tommy Castro, Mark Gilbert & Christoffer Andersen, Tommy Castro Music admin. by Eyeball Music/Mark Gilbert Music/Eyeball Music, BMI)
05. Woke Up And Smelled The Coffee 3:05 (Chris Cain, Chris Cain Music admin. by Eyeball Music, BMI)
06. Keep Your Dog Inside 3:48 (Gary Michael Duke & Joe New, M. Duke Music/Smokin Joe Music admin. by BMG Bumblebee, BMI)
07. She Moves Me 3:50 (Johnny Watson & Sam Ling, Booty Ooty Music/Universal Music Careers, BMI)
08. Ain’t Worth The Heartache 3:42 (Tommy Castro, Tommy Castro Music admin. by Eyeball Music, BMI)
09. A Fool For You 3:47 (Ray Charles, Hill & Range Songs, BMI)
10. Freight Train (Let Me Ride) 4:06 (Ron Thompson, Broom Duster Music Publ., ASCAP)
11. Everywhere I Go 3:30 (Randy McDonald, On The Wildside Music, BMI)
12. Bloodshot Eyes 2:54 (Hank Penny & Ruth Hall, Bienstock Publ. Co./Quartet Music, ASCAP)
13. Stroll Out West 3:02 (Eddie Taylor, Taliesin Music admin. by BMG Bumblebee, BMI)
14. Hole In The Wall 2:53 (Brownie McGhee, Next Decade Ent. Inc. obo Julie Music Corp., BMI)
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Tommy Castro Desossa o Blues Puro em "Closer To The Bone"
"Closer To The Bone" (2025), resgatando as raízes do gênero com um swing moderno que cativa de imediato. Influenciado por mestres como Elvin Bishop e Mike Bloomfield, do Paul Butterfield Band, Castro mistura shuffles lentos, riffs acelerados e toques de humor, criando um som cru e divertido, focado em temas clássicos como amor e mulheres problemáticas.
Pontos altos: incluem a slide resonator explosiva em "Freight Train (Let Me Ride)" (4:06), o shuffle viciante de "One More Night" (3:56) e o funky "Stroll Out West" (3:02), com Rick Estrin no harmônica. A banda principal — Castro na guitarra, vocais e resonator; Mike Emerson nos teclados; Randy McDonald no baixo e vocais; Bowen Brown na bateria — ganha reforço de convidados como Chris Cain (piano em "Crazy Woman Blues", 5:25), Billy Branch (harmônica em "Ain’t Worth The Heartache", 3:42) e Deana Bogart (sax em "She Moves Me", 3:50, e "Bloodshot Eyes", 2:54). Christoffer "Kid" Andersen produz e toca múltiplos instrumentos, elevando a produção.
Curiosidade: Castro visou recriar blues "como nos velhos tempos", selecionando três originais e 11 covers, como "A Fool For You" de Ray Charles. Outro detalhe: com 10 Blues Music Awards, incluindo B.B. King Entertainer of the Year em 2023, o álbum injeta duplos sentidos em faixas como "Keep Your Dog Inside" (3:48), ecoando a era dourada do blues.