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23 de abril de 2026

Leo Caipora & Os Panfletos em Pira - Perna de Marfim 2022

 

1. Mergulha 1:00
2. Riso D'uma Caipora 5:05
3. Lua em Brasa 4:20
4. Panfleto 5:07
5. Lena 2:57
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Leo Caipora & Os Panfletos em Pira:  EP que mistura rock e MPB com perna de marfim afiada!
Em 15 de julho de 2022: Perna de Marfim, o EP de estreia de Leo Caipora & Os Panfletos em Pira. É rock brasileiro com alma de MPB, cru, poético e experimental, exatamente o tipo de som que une suingue e reflexão sem frescura.
A formação é quinteto de respeito: Leo Caipora (voz e violão), Daniel Zivko e Davi Bizuti nas guitarras, Murilo Camargo no baixo e André Pousa na bateria. As faixas que mais marcam são “Lua em Brasa”, com seu clima incendiário, o groove afiado de “Panfleto” e o desabafo visceral de “Desabafo em Si Menor”. O som é vivo: violão que sustenta tudo, guitarras que cortam, cozinha que balança e participações especiais de órgão, trompete, piano, sanfona e percussão – tudo gravado em grande parte no estúdio de Daniel Zivko e mixado por Franco Torrezan.
Curiosidade: as demos das músicas existiam desde 2013, quando o grupo se conheceu em um encontro de bandas escolares em Americana (SP). O projeto só ganhou forma profissional no começo de 2020, graças ao baterista André Pousa que deu o empurrão. Leo, paulista que se mudou para Florianópolis, e parte da banda radicada entre a Ilha e Piracicaba, celebraram o reencontro com shows de lançamento nas duas cidades.
Bota o EP pra tocar agora e me conta: qual faixa te acertou em cheio? Compartilha sua favorita aí nos comentários! A arte da capa e da artista urbana e ilustradora belbellucci a @bbel.


3 de abril de 2026

Jefferson Gonçalves - Gréia 2003

 


1. Rolling' Along - 4:44
2. Don't Look Back - 3:20
3. How Long Blues - 3:06
4. Café Expresso - 2:54
5. Hard Times - 5:15
6. All Along The Watchtower - 4:04
7. Walkin' With The Danger - 3:59
8. Forró Dos Amigos - 2:13
9. Win The Lotto - 3:17
10. Gréia - 2:38
11. I'll Fated Woman Blues - 5:25
12. Pifado - 1:03
13. Wild Girl - 3:54
14. Rabeconha Blues - 2:12
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Gréia: A Tempestade Perfeita da Harmônica que Sacode o Blues Brasileiro!
O álbum Gréia, de Jefferson Gonçalves, de 2003, é daqueles que te pega de jeito! O disco solo do mestre da gaita entrega um blues vibrante, com influências de rock, forró, criando uma sinfonia harmônica que soa como uma tempestade perfeita de talento.
Destaques: vão para faixas icônicas como “All Along The Watchtower”, que ganha uma versão eletrizante e cheia de groove, “Forró Dos Amigos”, puro balanço nacional, e a faixa-título “Gréia”, que resume toda a energia do trabalho. As colaborações surpresa com monstros como Airto Moreira, Norton Buffalo e Peter Madcat Ruth trazem percussão e sopros inovadores que deixam o som ainda mais vivo e imprevisível.
Curiosidade: Jefferson reuniu esses gigantes em estúdio para um verdadeiro jam session improvisado, capturando uma energia crua que só rola quando os mestres se encontram. Outro fato bacana é que o álbum marca seu primeiro voo solo após anos com o Baseado em Blues e turnês internacionais, consolidando o cara como referência da gaita no Brasil.

27 de março de 2026

Omar Coleman & Igor Prado – Old, New, Funky & Blue (2026)

 

1. I’m Leaving My No Good Woman (5:27)
2. I Only Have Love (4:13)
3. Cut You Loose (4:53)
4. Moving on to Better Days (5:26)
5. Answer Your Phone (4:33)
6. I Let a Good Girl Go (4:18)
7. Brown Nosin’ Man (3:46)
8. I Wanna Do the Do (4:09)
9. Don’t Give It Away (3:09)
10. Night Fishin’ (5:30)
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Chicago e Brasil no Mesmo Groove: Omar Coleman & Igor Prado Explodem com "Old, New, Funky & Blue"
O duo formado pelo vocalista e gaitista de Chicago Omar Coleman e o guitarrista brasileiro Igor Prado acaba de entregar um dos discos mais quentes de blues do ano. Old, New, Funky & Blue (2026, NOLA Blue) vai muito além do tradicional 12-bar: é funk sujo, soul de Memphis e energia de West Side Chicago com um tempero brasileiro irresistível.
Prado, que toca guitarra right-handed de cabeça para baixo (à la Albert King e Jimi Hendrix), assina a produção e a maioria das guitarras incendiárias. Coleman canta com paixão visceral e solta sua harmônica em quatro faixas. Juntos, eles compuseram seis das onze músicas, misturando shuffles dançantes, funk greasy e baladas confessionais. 
Destaques: a abertura stomping “I’m Leaving My No Good Woman” (com metais potentes), o soul de Hi Records em “I Only Have Love”, o groove de “Moving on to Better Days”, o cover matador de Bobby Rush em “Night Fishin’” e o blues acústico final “Blue Line Train in Chicago”.
Curiosidade: o álbum foi inteiramente gravado em São Paulo, com o baterista Yuri Prado e o baixista Ted Furtado no núcleo da banda. Depois do ótimo Strange Times de Coleman com Eddie Roberts (2024), esta parceria é prova de que o blues virou mesmo uma linguagem universal.