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20 de outubro de 2026

Dom Salvador e Abolição - Som, Sangue e Raça 1971

 

Uma Vida
Hei! Você
Tema Pro Gaguinho
O Rio
Evo
Number One
Folia De Reis
Moeda Reza E Côr
Samba Do Malandrinho
Tio Macrô
.

O único disco do Dom Salvador com a Abolição, 
o que misturou samba, funk e soul em 1971

Som, Sangue e Raça, de Dom Salvador e Abolição, saiu em 1971 pela CBS: doze faixas, cerca de 35 minutos, soul, funk e samba-jazz. Foi o único trabalho do pianista com esse grupo. Depois de anos fora de circulação, Charles Gavin relançou o disco pelo selo Banguela em 2001.

Dom Salvador toca piano. Oberdan Magalhães no sax alto e na flauta, Luiz Carlos “Batera” na bateria e no vocal, Rubão Sabino no baixo, Carlos Darcy no trompete e no flugelhorn, José Carlos na guitarra, Nelsinho na percussão e no vocal, Mariá no vocal e Serginho no trombone. A direção artística é de Ian Guest. O AllMusic, na resenha de Philip Jandovský, chama o disco de marco na música brasileira e isola “Hei! Você” (com baião e R&B), “Folia de Reis”, “Guanabara” (com flauta de Oberdan) e “O Rio”. Tárik de Souza, no CliqueMusic, deu 4 de 5 e descreveu como obra estuária. As faixas incluem ainda “Uma Vida”, “Tema Pro Gaguinho”, “Evo”, “Number One”, “Moeda, Reza e Côr”, “Samba Do Malandrinho” e “Tio Macrô”.

Oberdan Magalhães, Luiz Carlos e outros integrantes da Abolição seguiram depois para a Banda Black Rio. Dom Salvador vinha do Rio 65 Trio com Edison Machado. O disco original saiu em 1971 pela CBS; o relançamento de 2001 foi o que devolveu o material ao catálogo.

Se gostou, veja também os discos da Banda Black Rio e o trabalho solo de Dom Salvador. Som, Sangue e Raça está nas plataformas e em reedições desde 2001 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



15 de outubro de 2026

Joel Dasilva - Live at Revelry 2025

 

 1. Ollie's Bounce (Live) -  4:30
 2. Catfish Blues (Live) - 11:11
 3. Let's Not Fight, Let's Make Some Love (Live) -  5:36
 4. Lover's Rhumba (Live) -  6:04
 5. Boogie Real Low (Live) -  4:12
 6. Use Me (Live) -  4:26
 7. Killing Floor (Live) -  2:46
 8. The Closer (Live) -  1:00
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Oito faixas ao vivo do Revelry, em Pompano Beach, soltas em agosto de 2025

Live at Revelry, de Joel DaSilva, saiu em 1º de agosto de 2025: blues rock ao vivo, oito faixas, cerca de 40 minutos, gravado no Revelry, em Pompano Beach, Flórida. O fonograma é dele. A distribuição passou pela CDBaby.

DaSilva canta e toca guitarra. Nasceu e foi criado em Chicago, tem raízes brasileiras e toca no circuito da Flórida do Sul. O texto do próprio Revelry descreve o som como blues de Chicago, soul de Memphis e rock do sul. No disco, “Catfish Blues” estica até 11 minutos e 11 segundos. “Killing Floor” entra curto, com menos de três minutos. “Use Me”, “Lover’s Rhumba”, “Boogie Real Low” e “Let’s Not Fight, Let’s Make Some Love” completam o miolo. “Ollie’s Bounce” abre; “The Closer”, de um minuto, fecha. Não há resenha de veículo grande separando a formação da noite.

O álbum foi liberado em 1º de agosto de 2025, com o selo Joel DaSilva. Ele tem residência no Revelry — 227 S Federal Hwy, Pompano Beach — com shows regulares de rock e blues. Antes deste ao vivo, o disco de estúdio Against the Grain é de 2021.

Se gostou, veja também Against the Grain e os shows dele no Revelry. Live at Revelry está nas plataformas desde agosto — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



21 de setembro de 2026

Cristiano Ferreira - The Teacher's Rules! 2017

 

1. Give Your Love To Me - 4:27
 2. Wee Baby Blues - 4:46
 3. Brioi Blues - 2:52
 4. If You Care About Me - 4:46
 5. Angelica - 3:20
 6. Lonesome Blues - 3:32
 7. Swing Do Pampa - 3:30
 8. Travelin' Blues - 2:26
 9. If You Love Me, Baby - 2:46
10. Who's Gonna Be Your Sweet Man - 3:16
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Em 2017 o guitarrista Cristiano Ferreira lançou The Teacher’s Rules, segundo disco solo, pelo selo Chico Blues Records. 

É um trabalho de blues feito de composições próprias e releituras, fruto de mais de duas décadas de estrada.

O título brinca com o apelido que músicos da cena catarinense lhe deram. No disco entram Luciano Leães no piano e no Hammond, Adrián Jiménez na harmônica, Clark Carballo no washboard e Tomas Oliveira no contrabaixo acústico. 

O combo que o acompanha traz Alexandre Green nos teclados, Dayvk Martins na bateria, Danilo Brito no baixo e Juampi Carranza no contrabaixo acústico.

O álbum chegou no segundo semestre daquele ano e ganhou show de lançamento no Teatro Ademir Rosa, no CIC de Florianópolis, dentro do projeto Grandes Encontros da Fundação Catarinense de Cultura. 

O próprio Cristiano assina a produção artística do trabalho. O apelido de professor, nascido entre os músicos da ilha, virou o nome do disco. 

O lançamento oficial nas plataformas aconteceu em agosto de 2017, acompanhado da apresentação no palco do CIC.Se gostou, veja também o primeiro disco solo, Buzz Me (2011). Escute agora, deixe um comentário
no https://quemtempoe.blogspot.com/ — o álbum está no Spotify.


14 de setembro de 2026

Walter Franco - Revolver 1975

 

3- Mamãe D´água
4- Partir do Alto / Animal Sentimental
5- 1 Pensamento
6- Toque Frágil
7- Nothing
8- Arte e Manha
9- Apesar de Tudo é Muito Leve
10- Cachorro Babucho
11- Bumbo do Mundo
12- Pirâmides
13- Cena Maravilhosa
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Revolver, sem acento: Walter Franco veste branco e aponta “Sim”

Revolver, segundo LP de Walter Franco, saiu em 1975 pela Continental e equilibra vanguarda com canção pop e rock, numa sonoridade que a própria biografia do compositor associa aos Beatles. 

Gravado nos Estúdios Eldorado, o disco foi produzido por Franco com arranjos e mixagem de Rodolpho Grani Júnior e Diógenes Burani, o núcleo que carrega baixo, guitarra, bateria, órgão e efeitos. 

A Folha e o Estadão destacam o rock de “Feito Gente”, o jogo concretista de “Eternamente” (“é ter na mente / éter na mente”) e “Cachorro Babucho”, além da faixa-título. No meio do lado B, “Apesar de Tudo É Muito Leve” dura seis segundos: violão e uma frase. 

A primeira prensagem veio em capa recortada, com pontos em braile — a palavra “Sim” — e Walter de terno branco na diagonal, eco visual de Lennon em Abbey Road. A primeira tiragem trazia o relevo em braile na capa e na contracapa, com janela recortada no verso. 

No mesmo ano, Franco ficou em terceiro no Festival Abertura, da Globo, e o LP entrou depois na lista dos 100 maiores discos brasileiros da Rolling Stone Brasil, na 50ª posição.

12 de agosto de 2026

Big Bat Blues Band - Haze Hot Blues 2012

 

1. Out
2. By My Side
3. Go Go Go
4. Condition Of Living
5. Nine Sreet
 6. Hard To Be Now
7. I Gotta New Babe
8. Here Is My Hand
9. Haze Repeat
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Haze Hot Blues (2012) é o segundo disco da Big Bat Blues Band, um blues elétrico cheio de groove urbano que flerta abertamente com country e rock, nascido em Vitória, Espírito Santo. 

Eugênio Goulart comanda os vocais roucos e cheios de alma, Cláudio França esculpe solos de slide guitar, Marcelo Maia segura as guitarras (e ainda entra de ukulele e viola de 10 cordas), Bruno Zanetti marca a bateria e Paulo Sodré segura o baixo acústico, com a harmônica convidada de Jefferson Gonçalves em várias faixas e o backing vocal feminino de Kessy Borges, Larissa Pacheco e Sabrina Cordeiro. ]

“Out” abre com um country-blues gostoso de ouvir, “Condition Of Living” entrega um blues clássico e sentimental, enquanto “Go Go Go” acelera o ritmo e “Haze Repeat” fecha no clima solto e quente que define o álbum. 

A instrumentação mistura slide afiado, gaita cortante e vocais que suavizam a rudeza sem perder a energia de rua, tudo num clima espontâneo e amplo que soa como uma noite de bar fervendo. 

Curiosidade: o disco marca a consolidação dessa lineup que já vinha se afinando desde meados dos anos 2000, com as meninas do backing dando um tom novo e mais aberto. 

O álbum foi lançado em 2012 com show no Festival de Jazz e Blues de Rio das Ostras, onde a banda fez cinco bis seguidos a pedido da produção, e também no Teatro do Sesi. Jefferson Gonçalves, um dos maiores gaitistas do blues brasileiro, participa como convidado especial em várias faixas, somando sua marca registrada ao som da banda.  

23 de abril de 2026

Leo Caipora & Os Panfletos em Pira - Perna de Marfim 2022

 

1. Mergulha 1:00
2. Riso D'uma Caipora 5:05
3. Lua em Brasa 4:20
4. Panfleto 5:07
5. Lena 2:57
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Leo Caipora & Os Panfletos em Pira:  EP que mistura rock e MPB com perna de marfim afiada!
Em 15 de julho de 2022: Perna de Marfim, o EP de estreia de Leo Caipora & Os Panfletos em Pira. É rock brasileiro com alma de MPB, cru, poético e experimental, exatamente o tipo de som que une suingue e reflexão sem frescura.
A formação é quinteto de respeito: Leo Caipora (voz e violão), Daniel Zivko e Davi Bizuti nas guitarras, Murilo Camargo no baixo e André Pousa na bateria. As faixas que mais marcam são “Lua em Brasa”, com seu clima incendiário, o groove afiado de “Panfleto” e o desabafo visceral de “Desabafo em Si Menor”. O som é vivo: violão que sustenta tudo, guitarras que cortam, cozinha que balança e participações especiais de órgão, trompete, piano, sanfona e percussão – tudo gravado em grande parte no estúdio de Daniel Zivko e mixado por Franco Torrezan.
Curiosidade: as demos das músicas existiam desde 2013, quando o grupo se conheceu em um encontro de bandas escolares em Americana (SP). O projeto só ganhou forma profissional no começo de 2020, graças ao baterista André Pousa que deu o empurrão. Leo, paulista que se mudou para Florianópolis, e parte da banda radicada entre a Ilha e Piracicaba, celebraram o reencontro com shows de lançamento nas duas cidades.
Bota o EP pra tocar agora e me conta: qual faixa te acertou em cheio? Compartilha sua favorita aí nos comentários! A arte da capa e da artista urbana e ilustradora belbellucci a @bbel.