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10 de março de 2026

Rio Grande - Rose's Cafe 2015

 

01. Let’s Play 03:42
02. Rose’s Cafe 04:07
03. White Shoes 04:23
04. Sold 06:01
05. Gypsy Spell 04:02
06. Life Goes By 04:25
07. Far And Near 03:55
08. Get Me Out 04:10
09. Uneasy 05:04
10. Deep Red 04:31
11. It’s A Deal 05:19
12. Wagging Tale 03:02
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Rose's Cafe: O Blues Brasileiro que Encanta com Alma e Groove Irresistível!
Lançado em março de 2015 de forma independente, Rose's Cafe é o segundo álbum da banda brasileira Rio Grande, um power trio de blues de São Paulo formado em 2007 por Claudio Ant (guitarras, violão e vocais), Fabio Terra (baixo e produção) e Paulo Arcari (bateria e produção). Inspirado no blues clássico de Chicago, o disco funde riffs energéticos, harmonias soulful e letras introspectivas, com 12 faixas originais que capturam a essência do gênero em um contexto brasileiro vibrante.
Destaques: "Rose's Cafe" (4:07), com grooves hipnóticos e vocais marcantes, e a épica "Sold" (6:01), cheia de solos de guitarra intensos. Outras joias como "Gypsy Spell" (4:02) brilham pela fusão de blues e folk, enquanto "Uneasy" (5:04) entrega tensão emocional. Participações especiais elevam o som: Adriano Grineberg (teclados), Edu Gomes (guitarra), Pa Moreno (backing vocals) e Matheus Marconi (guitarra), adicionando camadas ricas e colaborativas.
Curiosidade: Gravado no Groovie Music Studio em Piracicaba (SP) e produzido por Claudio Formiga, o álbum nasceu de sessões colaborativas que celebram a comunidade blues brasileira. 
Detalhe: A banda, influenciada por lendas como Muddy Waters, integra a cena blues paulista, tendo tocado em festivais como o Sesc Sorocaba, promovendo o gênero com autenticidade local desde seu debut Rainy Day (2011).

22 de janeiro de 2026

Blues Etílicos - San-Ho-Zay (1990)

 

01. San-Ho-Zay - 5:01
02. Walking The Streets - 3:26
03. My Babe She's Gonna Leave Me - 4:17
04. Boogie Pro Lao - 2:04
05. No Way - 2:51
06. What's On Your Mind - 3:58
07. Last Night - 6:20
08. Juker - 4:10
09. You Mean Trouble - 3:29
10. If I Had Possession Over Judgement Day - 3:11
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spotify / via: br320



San-Ho-Zay: O Blues Brasileiro que Eletriza os Sentidos!
Lançado em 1990 pela Gravadora Eldorado, San-Ho-Zay é o segundo álbum do Blues Etílicos, banda pioneira do blues rock no Brasil. Formado em 1985 no Rio de Janeiro, o grupo traz uma fusão energética de blues elétrico com toques brasileiros, destacando-se pela harmônica vigorosa de Flávio Guimarães, as guitarras afiadas de Otávio Rocha e Greg Wilson, o baixo sólido de Cláudio Bedran e a bateria pulsante de Gil Eduardo.
O disco, com 10 faixas, mistura covers clássicos como "San-Ho-Zay" (de Freddie King) e "If I Had Possession Over Judgement Day" (de Robert Johnson) com originais intensos, como "Boogie Pro Lao" e "Last Night". Pontos altos incluem os solos emocionantes de Greg em tracks como "My Babe She's Gonna Leave Me" e "No Way", além da sonoridade crua e cativante que captura a essência do blues urbano.
Curiosidade: Gravado e mixado em apenas um mês, fevereiro de 1990, nos Estúdios Transamérica (RJ), o álbum reflete a urgência criativa da banda em meio à emergente cena blues nacional. Outro detalhe: Greg Wilson, vocalista americano, trouxe influências diretas do blues clássico, consolidando o Blues Etílicos como referência duradoura no gênero por mais de três décadas.

18 de janeiro de 2026

Itamar Assumpção - Beleléu e Banda Isca de Polícia 1980 (1998)

 

1. Vinheta I (0:32)
2. Luzia (Itamar Assumpção) 4:21
3. Fon fin fan fin fun (Older Brigo, Itamar Assumpção) 2:22
4. Fico louco (Itamar Assumpção) 5:16
5. Aranha (Rondó, Arrigo Barnabé, Neusa Pinheiro Freitas) 1:14
6. Se eu fiz tudo (Marcio Werneck, Itamar Assumpção) 3:52
7. Vinheta II (0:39)
8. Baby (Itamar Assumpção) 3:46
9. Embalos (Itamar Assumpção) 3:26
10. Nega música (Itamar Assumpção) 2:10
11. Beijo na boca (Itamar Assumpção) 2:23
12. Vinheta radiofônica (1:22)
13. Nego Dito (Itamar Assumpção) 4:31
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Itamar Assumpção: Beleléu, Leléu, Eu – O Caos Criativo que Definiu a Vanguarda Paulista!
"Beleléu, Leléu, Eu", álbum de estreia de Itamar Assumpção com a Banda Isca de Polícia, lançado em 1980 e relançado em 1998, é um marco da cena underground de São Paulo. Fundindo rock experimental, samba distorcido, jazz livre e letras poéticas cheias de ironia, o disco exala rebeldia com arranjos imprevisíveis e a voz magnética de Itamar, que navega entre o teatral e o visceral.
Pontos altos: "Fico Louco", um turbilhão rítmico com percussão pulsante e guitarras cortantes; "Nega Música", minimalista e introspectiva; e "Nego Dito", com baixo groovy de Kiko e guitarra afiada de Jean. Itamar domina como multi-instrumentista (voz, baixo, guitarra, percussão, violão, acordeão, bateria, piano), apoiado por talentos como Paulo Barnabé na bateria, Rondó na guitarra e Luís nos teclados. Vinhetas radiofônicas adicionam um toque narrativo único, como colagens sonoras.
Curiosidade: A gravação ocorreu em estúdios precários de SP, com sessões improvisadas que viravam happenings artísticos, capturando a essência espontânea da banda. Outro detalhe intrigante: Em plena regime militar, o álbum simbolizou resistência cultural, influenciando nomes como Arrigo Barnabé (coautor de "Aranha" e irmão de Paulo).

Sérgio Sampaio – Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua (1973)

 

Lado A
1. Leros e Leros e Boleros
2. Filme de Terror
3. Cala a Boca Zé Bedeu
4. Pobre Meu País
6. Labirintos Negros
6. Eu Sou Aquele Que Disse
 
Lado B
1. Viajei de Trem
2. Não Tenha Medo Não (Rua Moreira 65)
3. DNA Maria de Lourdes
4. Odete
5. Eu Quero É Botar Meu Bloco na Rua
6. Rauzito Seixas

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Bloco na Rua: O Explosivo Debut Solo de Sérgio Sampaio!
Em 1973, Sérgio Sampaio irrompeu na cena musical brasileira com Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua, um álbum que pulsa energia e versatilidade. Produzido pelo lendário Raul Seixas, o disco funde samba contagiante, blues melancólico, chorinho nostálgico, rock'n'roll rebelde e boleros românticos, criando uma sonoridade única que captura o espírito contestador da época da regime militar.
Destaques: "Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua", hino de liberdade com ritmo carnavalesco; "Filme de Terror", um blues sombrio e poético; e "Cala a Boca Zebedeu", com sua crítica social afiada. A banda de estúdio é um timaço: Alexandre Malheiros no baixo, Ivan "Mamão" Conti na bateria e José Roberto Bertrami nos teclados – trio que logo formaria o icônico Azymuth, garantindo uma "cama" instrumental impecável e groovy.
Curiosidade: Após serem demitidos da CBS pelo polêmico Sociedade da Grã-Ordem Kavernista, Sampaio e Raul bateram na porta da Philips, usando o Festival Internacional da Canção como trampolim para esse LP solo. Outro detalhe fascinante: o álbum reflete o contexto de repressão cultural no Brasil dos anos 70, misturando protesto velado com irreverência tropical.