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15 de maio de 2026

Tedeschi Trucks Band – I Am the Moon: III. The Fall (2022)

 

1. Somehow – 5:09
2. None Above – 2:33
3. Yes We Will – 6:31
4. Gravity – 6:44
5. Emmaline – 3:34
6.Take Me As I Am – 5:27
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The Fall: Tedeschi Trucks Band acende o fogo do soul blues no terceiro capítulo de 2022!
Em 29 de julho de 2022, a Tedeschi Trucks Band lançou I Am the Moon: III. The Fall, o terceiro ato da série épica de quatro álbuns. É puro rock and soul com alma blues, gospel e funk, cheio de groove, improvisos e emoção à flor da pele.
Susan Tedeschi comanda os vocais e guitarra, Derek Trucks solta solos incendiários, e o clima fica ainda mais democrático com Gabe Dixon (teclados e vocais) e Mike Mattison (guitarra e vocais) assinando várias faixas. 
Destaques: “Somehow” abre com metais bombando e Susan exigindo respostas no amor; “Yes We Will” é um shuffle gospel urgente com vocais de coro e wah-wah nas guitarras; “Gravity” traz funk nova-orleans com sousafone, metais e Dixon no vocal principal. Tudo isso com percussão pesada, harmonias ricas e improvisos que fazem o disco respirar ao vivo.
Curiosidade: o álbum faz parte de um projeto ambicioso gravado na pandemia, com quatro discos e quatro filmes curtos inspirados no poema persa do século 12 Layla e Majnun, sobre amor e loucura. “Emmaline”, de Mattison, ainda carrega um toque pessoal de luto pela perda do tecladista Kofi Burbridge.
Se gostou, veja também os outros capítulos de I Am the Moon: IV. Farewell (2022).

10 de maio de 2026

Fania All Stars - Latin - Soul - Rock (1974/2000)

 

1. Viva Tirado (5:23)
2. Chanchullo (5:38)
3. Smoke (4:06)
4. There you go (3:11)
5. Mama guela (2:56)
6. El raton (7:56)
7. Soul makossa (5:49)
8. Congo bongo (10:18)
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Fania All Stars: Latin, Soul e Rock em Chamas no Estádio!
O Latin ~ Soul ~ Rock, lançado em 1974 pela Fania Records (com reedições que chegaram até 2000), é um disco ao vivo explosivo que mistura salsa, funk, soul e rock com pegada afro-cubana. Gravado em shows históricos de 1973, o álbum captura o auge da Fania All Stars provando que a música latina podia dominar qualquer ritmo.
Com Johnny Pacheco no comando (guiro, chimes e percussão), o time de monstros inclui Hector Lavoe, Ismael Miranda, Willie Colón, Ray Barretto, Mongo Santamaría e o baixista Bobby Valentin. Os convidados internacionais roubam a cena: o guitarrista Jorge Santana (irmão de Carlos), o saxofonista Manu Dibango, o baterista Billy Cobham e o organista Jan Hammer (Mahavishnu Orchestra). 
Destaques: o groove contagiante de Viva Tirado, o jam épico de El Ratón (7 minutos de pura energia) e o fechamento incendiário de Congo Bongo, com percussão que não para. É improvisação, metais afiados e baixos pulsantes em fusão perfeita.
Curiosidade: Jerry Masucci, fundador da Fania, montou o repertório especialmente para mostrar ao mundo que músicos latinos mandavam em soul e rock – e o show no Yankee Stadium, para mais de 40 mil pessoas, foi tão louco que os fãs invadiram o campo e cortaram o concerto no final de “Congo Bongo”. “Soul Makossa” precisou ser gravada depois em Porto Rico para entrar no disco.