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3 de agosto de 2026

Reckoners - "Where The Hell Am I? 2026

 

01. Second Skin 04:37
02. Look Out Below 04:09
03. We Saw It All 04:14
04. Where The Hell Am I? 04:20
05. Silver Stallion 04:20
06. Running Wild 04:37
07. Don't Look Down 03:17
08. It Will Be Mine 04:43
09. Consuelo 03:49
10. Not To Worry 02:53
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Onde diabos está a alma do rock? Os Reckoners respondem com fogo puro!

Where The Hell Am I? é o segundo álbum dos Reckoners, lançado em 15 de maio de 2026 pela Gitcha Records, e entrega um soul roots rock cheio de blues e classic rock que te agarra pelo pescoço e não larga. É daqueles discos que soam ao mesmo tempo novos e familiarmente quentes, feitos para tocar alto e sentir o chão tremer.

No comando está o vocalista e guitarrista Tim Gearan, enquanto o extraordinário Johnny Trama (Bettye LaVette, The Silks) lidera as guitarras e a formação. O ritmo pesa nas mãos do baterista Tom Arey (Peter Wolf, J. Geils Band, G. Love), com Marc Hickox no baixo (Bettye LaVette, Charlie Musselwhite) e Darby Wolf nos teclados (Bettye LaVette, Rubblebucket). 

Faixas como “We Saw It All”, com seu órgão estalando e groove contagiante, “Don’t Look Down”, que mistura energia de country-blues com breaks de bateria e solos afiados, e o fechamento funk-soul de “Not to Worry” mostram o coração do disco: riffs de guitarra otimistas, órgão épico, baixo suado e uma produção limpa que deixa a banda soar ao vivo e solta. 

Formação: o grupo, montado por Trama em Boston a partir de 2019 (antes conhecido como Band of Killers), reúne veteranos que já rodaram com nomes pesados e agora se consolidam como uma unidade all-star de verdade. O som mistura grit de barroom rock com calor de soul e blues, co-produzido, gravado, mixado e masterizado por Alan Evans (Soulive), e o resultado é um álbum de dez faixas que cresce a cada escuta, cheio de swing e emoção genuína.

O processo de gravação com Evans revelou uma banda tão ensaiada e afinada que a maioria das músicas saiu em no máximo três takes, deixando espaço para magia espontânea no estúdio. “Silver Stallion” é um cover gritty e fiel da clássica de Lee Clayton (1978), também gravada pelo supergrupo The Highwaymen.

1 de agosto de 2026

Fantastic Negrito – Alive! (2026)

 


1. An Honest Man (Live from Leeds, England) 5:03
2. How Long? (Live) 3:37
3. Living with Strangers (Live from Leeds, England) 6:22
4. Bullshit Anthem (Live from Leeds, England) 2:56
5. Night Has Turned to Day (Live from Leeds, England) 2:44
6. In the Pines (Live from Leeds, England) 10:24
7. Beat Salad (Live from Rubigen, Switzerland) 4:57
8. Good Feeling (Live from Leeds, England) 4:42
9. California Loner (Live) 5:35
10. I Hope Somebody's Loving You (Live from Leeds, England) 4:55
11. Eat Less Sugar Have More Sex (Live from Portsmouth,
New Hampshire) 2:01
12. Working Poor (Live from Sogliano, Italy) 4:33
13. Plastic Hamburgers / Long Long Road (Live from
Leeds, England) 5:56
14. The Duffler (Live from Leeds, England) 1:34
15. Please Computer (Live from Brooklyn, New York) 5:09
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O Blues que Explode ao Vivo com Fúria, Funk e Alma Inconfundível!

Lançado em 17 de julho de 2026 pela Storefront Records, Fantastic Negrito Alive! é um álbum ao vivo eletrizante que captura o artista raiz Xavier Dphrepaulezz em performances cruas e imprevisíveis de blues, soul, funk e rock, onde as versões fogem completamente dos estúdios e se alimentam da energia explosiva da plateia.

Fantastic Negrito lidera com sua voz rouca e poderosa — mistura de Jack White grave com Prince no modo rock — apoiado por uma banda de quatro peças talentosa que acompanha suas viradas inesperadas. 

Destaques: “In the Pines”, estendida para mais de dez minutos com atitude soulful e intensidade crescente; “Beat Salad”, um showpiece gospel com call-and-response explosivo (“I got the blues this morning” / “Everything’s gonna be alright”); e “The Duffler”, um pounding soul-metal que sacode tudo. A instrumentação prioriza grooves pesados, improvisações selvagens, fusões de funk James Brown, gospel suado e toques psychedelic-soul com inclinações avant-jazz, tudo amarrado por vocais gritantes e uma banda apertada que segue o fluxo caótico e vibrante.

Compilado das melhores performances de uma turnê recente — com faixas capturadas em Leeds, Rubigen, Brooklyn e outros palcos —, o disco revela um artista que transforma cada show em algo único e imprevisível. Três vezes vencedor do Grammy de Best Contemporary Blues Album, Fantastic Negrito revitalizou sua carreira com um nome incomum e uma abordagem que mistura protesto socioeconômico (“Working Poor”) com puro caos criativo, provando que o blues vivo ainda pode ser o melhor party album do ano.

28 de julho de 2026

Michael Bloomfield - Living In The Fast Lane 1980

 

1. Sammy Knows How To Party (King, David) 2:19
2. Shine On Love (Troy) 4:56
3. Roots (King-David) 3:35
4. Let Them Talk (Thompson) 5:09
5. Watkin's Rag (King-David) 1:46
6. Andy's Bad (King-David) 4:01
7. When I Get Home (Bloomfield) 4:27
8. Used To It (King-David) 2:50
9. Big C Blues (Bloomfield) 3:36
10. The Dizz Rag (King-David) 3:36
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O Blues Rock Final que Acelerou com Alma, Gospel e Ragtime!

Lançado em 1980, "Living In The Fast Lane" é um registro vibrante de blues rock de Michael Bloomfield, com fortes influências de Chicago blues, R&B, gospel e elementos ragtime jazzy, gravado nos estúdios Blossom & Zoetrope de San Francisco entre 1976 e 1977. Cheio de energia soulful e fusões irresistíveis, o álbum captura o mestre em um momento de reencontros criativos e vitalidade musical.

Com Bloomfield assumindo quase tudo — vocais principais, guitarras elétricas, slide, acústicas, órgão, piano e até percussão criativa como blocos de lixa e baquetas no chão —, a formação brilha com Mark Naftalin nos teclados (piano e ARP), Roger Troy no baixo e vocais em faixas como "Shine On Love", George Marsh na bateria e uma legião de convidados: seções de metais (Duke Tito & The Marin County Playboys), corais gospel (Singers of the Church of God in Christ) e multi-instrumentistas como Bob Jones. 

Destaques: "Shine On Love", com sua melodia soul Motown-esque e vocais cativantes de Troy; "Roots", explosiva em funk tribal e vozes múltiplas; e "Big C Blues", onde o slide e o vocal de Bloomfield brilham em puro blues autêntico. A instrumentação é rica em improvisações fluidas, guitarras emotivas que "conversam" com os vocais e fusões de gospel, R&B e ragtime que dão ao disco uma atmosfera amigável, festiva e cheia de vida.

Gravado com produtor Norman Dayron e antigos companheiros de jornada (como Naftalin e Troy, do Electric Flag), o álbum reflete reencontros felizes em meio a uma fase criativa intensa. Lançado em vinil em 1980 — pouco antes da morte de Bloomfield em fevereiro de 1981 —, ele foi reeditado em CD em 1988 e permanece um testamento magnífico da versatilidade e paixão do guitarrista lendário.

27 de julho de 2026

Cyril Neville - Don't Wait Til I'm Gone 2026

 

 1. Sunrise On The River part one - 2:28
 2. Don't Wait Til I'm Gone - 3:50
 3. Lemonade - 2:59
 4. Poppa Wa Ditty - 3:51
 5. This Rat Race - 3:35
 6. Call On Me - 4:00
 7. Our Love - 4:54
 8. You Hold Me Down - 2:58
 9. Positive Is How I Live - 2:40
10. Sunrise On The River, Pt. 2 - 4:21
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Cyril Neville solta Don’t Wait Til I’m Gone em 2026 e entrega um funk, soul e blues de Nova Orleans contagiante, misturado com gospel e o ritmo second-line que é a marca registrada da cidade. 

Produzido por Shamarr Allen, o disco reúne Aaron Neville, Ivan Neville, Leo Nocentelli, Donald Harrison, Kermit Ruffins e membros do Hot 8 Brass Band, e explode em faixas como a emocionante título (com Aaron), a irrefreável “Lemonade” (com o Hot 8) e a positiva “Positive Is How I Live” (com Kermit). 

O que define o som são os arranjos de metais frescos, as improvisações cheias de groove, as fusões de funk com soul e gospel, e as colaborações que unem veteranos e a nova geração num só calor. 

O álbum nasceu de forma orgânica, sem plano formal nem orçamento, a partir de um simples telefonema de Shamarr Allen, e a faixa “Lemonade” saiu pronta em minutos no estúdio. E tem mais: é o primeiro disco solo de Cyril em vários anos e a faixa-título é uma parceria especial com o irmão Aaron, que também canta.

23 de julho de 2026

Sobo Blues Band - Shooba Do 2007

 

1. Shooba Do 3:41
2. All My World 3:47
3. When A Flower Noble 4:03
4. I'm Ready 4:06
5. Who's Been Talking 4:10
6. In The Sky 3:11
7. Won't Break 4:43
8. Joy In The Heart 5:47
10. Cure For The Blues 2:22
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O blues de Jerusalém que mistura slide, funk e alma do Oriente Médio

Lançado em 16 de novembro de 2007, Shooba Do é o segundo álbum do SOBO Blues Band, trio israelense-americano que funde blues, rock, R&B e funk com o som único da slide guitar e toques étnicos do Oriente Médio. 

Assaf “Sammy” Ganzman (vocais e baixo), Daniel “Sobodan” Kriman (slide guitar, gaita e backing vocals) e Elimelech “Fish” Grundman (bateria) lideram, com convidados como Yakov Muravin nos teclados e Ilia Mazya no duduk

Faixas marcantes incluem o título “Shooba Do”, o groove intenso de “I’m Ready” e a cover energética de “You Can’t Always Get What You Want”, com improvisações de slide virtuoso, harmônicas e fusões ritmadas que criam um crunch poderoso e dançante. 

O disco recebeu críticas elogiosas e saiu no mesmo ano em que a banda foi headliner no Lefortovo Blues Festival, em Moscou. Formado em 1995 em um bar de Jerusalém, o SOBO já havia representado Israel no International Blues Challenge de Memphis em 2004, tocando no lendário Blues City Cafe.

14 de julho de 2026

The Rolling Stones – Foreign Tongues (2026)

 

01 – Rough And Twisted
02 – In The Stars
03 – Jealous Lover
04 – Mr Charm
05 – Divine Intervention
06 – Ringing Hollow
07 – Never Wanna Lose You
08 – Hit Me In The Head
09 – You Know I’m No Good
10 – Some Of Us
11 – Covered In You
12 – Side Effects
13 – Back In Your Life
14 – Beautiful Delilah
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Os Rolling Stones Falam a Língua do Rock com Garras Afiadas e Energia Renovada

Lançado em 10 de julho de 2026, Foreign Tongues é o 25º álbum de estúdio dos Rolling Stones, um rock vibrante e cheio de garra que mistura blues cru com ritmos mais robustos e grooves soul. Menos de três anos após o sucesso de Hackney Diamonds, a banda entrega um disco direto, energético e com personalidade própria.

Com Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood no comando, ao lado de Steve Jordan na bateria e Darryl Jones no baixo, o álbum brilha em faixas marcantes como o opener cru e bluesy “Rough and Twisted”, o contagiante e dançante “In the Stars” e o cover fiel de Amy Winehouse em “You Know I’m No Good”. A seção rítmica ganha destaque especial, com Darryl Jones e Steve Jordan impulsionando grooves mais funk e dançantes, enquanto as guitarras de Richards e Wood mantêm o DNA clássico da banda. Colaborações pontuais, como Paul McCartney no baixo em “Covered in You” e Robert Smith na guitarra em “Divine Intervention”, adicionam camadas frescas sem roubar o protagonismo dos Stones.

Gravado em menos de um mês no Metropolis Studios, em Londres, a partir de material remanescente das sessões de Hackney Diamonds, o álbum captura uma energia intensa e rápida, como contou Mick Jagger sobre a paixão no estúdio. Historicamente, traz uma participação póstuma de Charlie Watts em “Hit Me in the Head” e fecha com um tributo acústico a Chuck Berry em “Beautiful Delilah”, reforçando as raízes que continuam impulsionando a banda lendária.

13 de julho de 2026

Exeter Blues - Mumbo Jumbo Deluxe 2017

 

 1. Have A Little Faith - 4:19
 2. Mumbo Jumbo - 3:14
 3. Hard Time Waiting Blues - 4:00
 4. Beauty Of It All - 4:42
 5. I Gotta Go - 2:30
 6. Let It Flow - 3:39
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O blues cru que mistura Delta, cajun e punk funk em um pacote explosivo!

Lançado em 2017, Mumbo Jumbo Deluxe é o álbum do projeto Exeter Blues que entrega um blues cru, raivoso e cheio de atitude, marcado pela fusão vibrante de slide guitar do Delta do Mississippi, country cajun e groove moderno de punk funk. 

Dave O’Leary, cantor, compositor e guitarrista slide australiano, divide o palco com o músico de ritmo e groove Beej Barker. O disco brilha em faixas como o enérgico título “Mumbo Jumbo”, o blues intenso e sofrido de “Hard Time Waiting Blues” e a bela e reflexiva “Beauty Of It All”, todas sustentadas por guitarras slide afiadas, batidas marcantes e letras gritantes que falam de vida na estrada. 

O som cru, sem firulas, mistura improvisação roots com energia contemporânea, criando um resultado autêntico e viciante. O projeto Exeter Blues já acumula seis álbuns de material original, todos construídos a partir das experiências reais de O’Leary viajando e tocando. 

Além disso, O’Leary carrega uma trajetória impressionante: nos anos 1990 integrou o duo folk oleary&lalli, cujo disco homônimo recebeu airplay em mais de 50 estações de rádio folk na América do Norte, e ao longo da carreira abriu shows para lendas como Muddy Waters, Eric Clapton, Joni Mitchell, Frank Zappa e Bo Diddley.

4 de julho de 2026

Jörg Danielsen's Vienna Blues Association - Vienna Blues Association 2016

 

1. Shake Your Hips (3:49)
2. I'll Be Your Doctor (3:25)
3. One Of Those Mama Songs (3:52)
4. A Hug (6:05)
5. The Pleasure Is All Mine (3:39)
6. Good Old Beer (5:15)
7. Ain't Nobody's Business (6:20)
8. One Scotch, One Bourbon, One Beer (3:59)
9. True Love (3:05)
10. Next Time You See Me (3:41)
11. Chase Your Troubles Away (4:28)
12. There's A Party Goin' On (3:06)
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O Chicago Blues de Viena que Chega com Groove, Humor e Alma

O álbum de estreia “Vienna Blues Association”, do Jörg Danielsen’s Vienna Blues Association, lançado em 2016, mergulha fundo no blues de Chicago com toques de funk e soul, entregando uma energia crua, autêntica e cheia de personalidade.
A formação principal reúne Jörg Danielsen nos vocais e guitarra, Kiko Perez no baixo elétrico e Christian Kurz na bateria. Em metade das faixas, eles contam com o reforço de amigos talentosos como Edi Fenzl (vocais e guitarra), o harpista Gerry Lülik, Gerhard Beisteiner no contrabaixo e o tecladista Moritz Haugk. 
Destaques: “Good Old Beer”, um funk contagiante e dançante; “Chase Your Troubles Away”, uma linda peça soul com coros sutis e envolventes; e “True Love”, uma declaração humorística de amor à TV colorida que prova o lado divertido de Jörg. O som se define por fusões naturais de estilos, colaborações vibrantes e uma base sólida de Chicago blues que ganha camadas de groove e leveza.
Gravado com Chris Scheidl e lançado pelo selo Styx Records, o disco traz oito originais de Jörg e apenas quatro covers de standards clássicos. Historicamente, é o primeiro registro da banda formada em 2008 por Jörg Danielsen, guitarrista e vocalista austríaco que desde cedo se apaixonou pelo blues elétrico de Chicago, abrindo caminho para turnês internacionais e uma discografia crescente que mantém viva a tradição com frescor e bom humor.