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16 de março de 2026

Curtis Knight & The Squires - You Can't Use My Name: The RSVP/PPX Sessions (2015)

 

2. Gotta Have A New Dress 3:10
3. Don't Accuse Me 3:57
4. Fool For You Baby 2:17
5. No Such Animal 4:52
6. Welcome Home 3:49
7. Knock Yourself Out (Flying On Instruments) 6:55
8. Simon Says 3:49
9. Station Break 5:56
10. Strange Things 2:58
11. Hornet's Nest 5:11
12. You Don't Want Me 2:23
13. You Can't Use My Name 0:57
14. Gloomy Monday 3:32
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As Sessões Perdidas de Jimi Hendrix com Curtis Knight
Lançado em 2015 pela Experience Hendrix, You Can't Use My Name: The RSVP/PPX Sessions resgata gravações raras de 1965-1966 (e uma de 1967) de Curtis Knight & The Squires, com Jimi Hendrix como guitarrista de apoio antes de sua fama global. Esse compilado posthumous mergulha no R&B cru e enérgico, misturando soul, blues e toques de rock, onde o talento de Hendrix brilha em riffs afiados e solos que prenunciam sua revolução psicodélica.
Destaques: incluem "How Would You Feel", um hino antirracista inspirado em Bob Dylan, com vocais passionais de Knight e guitarra incendiária de Hendrix; e os instrumentais "Knock Yourself Out" e "Hornet's Nest", compostos por Jimi, cheios de grooves funky e experimentações sonoras únicas. A banda conta com Knight nos vocais, Hendrix na guitarra e backing vocals, além de baixistas como Ed "Bugs" Gregory e bateristas como Marion Booker, criando um som orgânico e vibrante.
Curiosidade: O título vem de uma fala gravada de Hendrix pedindo ao produtor Ed Chalpin para não usar seu nome na divulgação, em meio a disputas contratuais que assombraram sua carreira. Outro detalhe fascinante: Hendrix assinou o contrato por apenas US$ 1 e 1% de royalties, achando que era só uma garantia de pagamento, mas isso levou a anos de litígios resolvidos só em 2003. Remasterizado por Eddie Kramer, o álbum oferece as versões originais sem overdubs, capturando Jimi no limiar da estrela que viria a ser.

Canned Heat & John Lee Hooker – Hooker N’ Heat Live At The Fox Venice Theatre (1986)

 

01. Hell Hound
 03. Open Up Your Back Door
 04. House Of Blue Lights
 05. It Hurts Me Too
 06. Wrapped Up
 07. Medley; Let's Work Together-Going Up the Country
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Boogie Explosivo ao Vivo: "Hooker N’ Heat" no Fox Venice Theatre
Canned Heat e John Lee Hooker reacendem sua parceria lendária em Hooker N’ Heat: Recorded Live At The Fox Venice Theatre, gravado em 1978 e lançado em 1981 pela Rhino Records, com reedição em 1986. Esse álbum ao vivo pulsa com blues rock elétrico e boogie contagiante, misturando riffs hipnóticos de guitarra, harmonica soulful e energia crua que captura a essência do blues californiano dos anos 70. Destaques incluem o medley rock 'n' roll "Let's Work Together / Going Up The Country", a rockabilly vibrante "Strut My Stuff" e as faixas finais com Hooker: a possessiva "Tease Me Baby", a subjugante "Serves Me Right To Suffer" e o boogie épico "Nobody Else But You", com sua presença rasgada e guitarra enérgica.
A banda: Bob "The Bear" Hite nos vocais e harmonica, Adolfo "Fito" de la Parra na bateria, Ronnie Barron no piano e The Chambers Brothers nos backing vocals, adicionando um toque R&B. 
Curiosidade: a gravação ocorreu em uma noite memorável que se estendeu até 3:30 da manhã, ideia de Hite, que faleceu em 1981 antes do lançamento, ganhando uma dedicatória no disco. 
Detalhe: essa reunião veio quase oito anos após o icônico álbum de estúdio de 1971, provando que a química entre mestres e discípulos permanecia intacta, mesmo com mudanças na formação do Canned Heat.

13 de março de 2026

Elles Bailey • Can't Take My Story Away 2026

 

01. Can't Take My Story Away 04:12
 02. Growing Roots 04:00
 03. Better Days 05:21
 04. Blessed 04:37
 05. Constant Need To Keep Going 04:29
 06. Take A Step Back 03:30
 07. How Do You Do It 03:20
 08. Angel 04:20
 09. Dandelions 04:34
 10. Tightrope 03:12
 11. Starling 05:20
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O Triunfo Soulful de Elles Bailey em 'Can't Take My Story Away'!
O quinto álbum de estúdio da britânica Elles Bailey, lançado em 16 de janeiro de 2026, é uma explosão de soul tingido de R&B, grooves funky e baladas emocionais, com toques de rock e influências pantanosas à la Little Feat. Sua voz rouca e grave, comparada a Bonnie Raitt, guia narrativas pessoais de superação, amor e resiliência, sem medo de vulnerabilidade.
Destaques: incluem a opener "Can't Take My Story Away", com metais vibrantes e backing vocals; "Growing Roots", funky e contagiante; "Better Days", soul uplifting com fills de guitarra; e "Blessed", uma balada folk impecável com cordas e baixo acústico. Produzido por Luke Potashnick (The Temperance Movement), o disco brilha com uma banda afiada, incluindo piano NOLA e slide guitar.
Curiosidade: Bailey lapidou as canções por anos, mas só encontrou o som perfeito ao colaborar com Potashnick há três anos, focando em impacto emocional maior que em álbuns anteriores. Vencedora de prêmios como UK Blues Vocalist of the Year 2025, o álbum reflete uma década de perdas e crescimento mental, marcando seu pico artístico no cenário roots europeu.

12 de março de 2026

Krzak • Krzak 1981

 

 01. Blues E-dur
 02. Lidek
 03. Czakuś
 04. Chwile z B.
 05. Dla Fredka
 06. Skałki
 07. Łatka
 08. Blues H-moll - Smuteczek
 09. Przewrotna samba
 10. Dżemowa maszynka
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Explosão Polonesa: O Ápice do Fusion em Krzak (1981)
O álbum de estreia ao vivo da banda polonesa Krzak, gravado em dezembro de 1979 no icônico clube Riviera Remont de Varsóvia e lançado em 1981 pela Pronit, captura a essência do jazz-blues-rock-fusion com maestria. Sem vocais, o quarteto brilha em riffs intensos e improvisos hipnóticos, misturando blues cru com toques de jazz e rock progressivo.
Destaques: incluem faixas como "Czakuś", um blues enérgico com violino cortante de Jan Błędowski; "Przewrotna Samba", que injeta ritmos latinos inesperados; e "Blues E-dur", puro dinamismo. O lineup clássico – Błędowski (violino), Leszek Winder (guitarra), Jerzy Kawalec (baixo) e Andrzej Ryszka (bateria) – entrega uma química impecável, sem participações especiais, mas com sonoridade única graças ao violino como protagonista no rock.
Curiosidade: A gravação aconteceu em apenas duas noites, capturando a vibração crua do público polonês, resultando em um som vivo e autêntico que vendeu 135 mil cópias, ganhando status de "disco de ouro" na Polônia comunista. 
Detalhe: Formada em Katowice (ex-Stalinogrod), a banda emergiu no auge da cena rock underground, desafiando o regime com sua liberdade instrumental.