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5 de abril de 2026

Jivin' Gene - It's Never Too Late 2009

 

2. Up, Up And Away
3. You Make A Fool Of Me
4. I'd Like To Hear From You
5. I Found My Baby (By The Crawdad Hole)
6. You're Jealous
7. This Thing Called Cheatin'
8. Genie Bom Beanie
9. You Tellin' A Lie
10. Ain't No Way
11. Somebody Please
12. Key To My Heart
13. Love Medicine
14. I've Already Had My Cry
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O Retorno de Jivin' Gene
Lançado em setembro de 2009 pela histórica Jin Records, It’s Never Too Late é o primeiro álbum completo da carreira de Jivin’ Gene (Gene Bourgeois), o pioneiro do swamp pop nascido em 1940 em Port Arthur, Texas. Após sucessos regionais nos anos 50/60 como “Breaking Up Is Hard To Do” e décadas trabalhando na construção, Gene voltou aos palcos graças ao incentivo de amigos e entregou este disco aos 69 anos — título mais perfeito, impossível!
O som é swamp pop clássico e vibrante: mistura de R&B, rock’n’roll, country e Cajun, com vocais cheios de alma, seção de metais afiada, acordeom e o lendário Warren Storm (bateria e rubboard) dando aquele groove irresistível. Destaques vão para a inspiradora faixa-título, o animado “I Found My Baby (By The Crawdad Hole)”, o soul profundo de “This Thing Called Cheatin’” (5 minutos de pura emoção) e a divertida “Genie Bom Beanie”. Com Randy Creel na guitarra, Ken Marvel (co-produtor e teclados) e arranjos de Doug Deane, o álbum soa fresco e autêntico.
Gravado no icônico LaLouisianne Studio, em Lafayette, Louisiana, o disco reúne lendas do gênero e celebra o legado de quem ajudou a inventar o som do Golfo.

3 de abril de 2026

Jefferson Gonçalves - Gréia 2003

 


1. Rolling' Along - 4:44
2. Don't Look Back - 3:20
3. How Long Blues - 3:06
4. Café Expresso - 2:54
5. Hard Times - 5:15
6. All Along The Watchtower - 4:04
7. Walkin' With The Danger - 3:59
8. Forró Dos Amigos - 2:13
9. Win The Lotto - 3:17
10. Gréia - 2:38
11. I'll Fated Woman Blues - 5:25
12. Pifado - 1:03
13. Wild Girl - 3:54
14. Rabeconha Blues - 2:12
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Gréia: A Tempestade Perfeita da Harmônica que Sacode o Blues Brasileiro!
O álbum Gréia, de Jefferson Gonçalves, de 2003, é daqueles que te pega de jeito! O disco solo do mestre da gaita entrega um blues vibrante, com influências de rock, forró, criando uma sinfonia harmônica que soa como uma tempestade perfeita de talento.
Destaques: vão para faixas icônicas como “All Along The Watchtower”, que ganha uma versão eletrizante e cheia de groove, “Forró Dos Amigos”, puro balanço nacional, e a faixa-título “Gréia”, que resume toda a energia do trabalho. As colaborações surpresa com monstros como Airto Moreira, Norton Buffalo e Peter Madcat Ruth trazem percussão e sopros inovadores que deixam o som ainda mais vivo e imprevisível.
Curiosidade: Jefferson reuniu esses gigantes em estúdio para um verdadeiro jam session improvisado, capturando uma energia crua que só rola quando os mestres se encontram. Outro fato bacana é que o álbum marca seu primeiro voo solo após anos com o Baseado em Blues e turnês internacionais, consolidando o cara como referência da gaita no Brasil.

2 de abril de 2026

Yothu Yindi - Tribal Voice 1991

 

Lado A
1. Gapu
2. Treaty
3. Dharpa (Tree)
5. Dhum Dhum (Bush Wallaby)
6. Matjala (Driftwood)

Lado B
1. Mainstream
2. YinyDJapana (Dolphin)
3. Djapana (Sunset Dreaming)
4. Hope
5. Gapirri – Stingray
6. Beyarrmak (Comic)
7. Treaty (Filthy Lucre Radio Mix)
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Tribal Voice: O Álbum que Fez o Didgeridoo Dançar com o Rock!
Lançado em 1991, Tribal Voice é o segundo álbum do Yothu Yindi e um dos discos mais importantes da música australiana. O grupo, liderado por Mandawuy Yunupingu, une a tradição Yolngu — com yidaki (didgeridoo), clapsticks e cantos em língua indígena — ao rock, pop e reggae, criando um som fresco, dançante e profundamente autêntico.
Entre as faixas que brilham estão a poderosa “Treaty” (coescrita com Paul Kelly e Peter Garrett, do Midnight Oil, e com backing vocals de Tim Finn e Archie Roach), a hipnótica “Djapana (Sunset Dreaming)”, a faixa-título “Tribal Voice” e “Gapirri – Stingray”, com Gurrumul Yunupingu impressionando no didgeridoo. O álbum ainda traz arranjos assinados por Geoffrey Yunupingu e Witiyana Marika, que respeitam as raízes ancestrais sem perder a energia moderna.
Curiosidade: “Treaty” nasceu da frustração com a promessa não cumprida do primeiro-ministro Bob Hawke de assinar um tratado com os povos indígenas — transformando revolta em um hino que tocou no rádio e nas pistas de dança.

Luther Allison - Montreux Complete Show 1976

 

A3The Bum Is Mine
A4Same Thing
B1Easy Baby
B2Bloomington Closing
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Montreux 1976: O Furacão Blues que Mudou a Carreira de Luther Allison!
Gravado ao vivo no dia 3 de julho de 1976, no lendário Montreux Jazz Festival, o álbum Montreux 1976 Complete Show (lançado em 2021 pela Ruf Records) captura o show completo e explosivo que marcou a estreia europeia de Luther Allison. Aos 37 anos, o guitarrista e cantor de Chicago entregou um set incendiário de blues elétrico carregado de soul, rock e pura energia, com sua guitarra flamejante e voz rasgada no comando.
Acompanhado por sua banda americana de turnê — James Solberg (guitarra), Larry Byrne (teclados), Jeff Aldrich (baixo), Jay Mattes (bateria) e Fat Richard Drake (sax) —, Allison brilha em faixas como o opener “Gambler’s Blues” (de B.B. King), o clássico “Sweet Home Chicago”, o groove pesado de “Same Thing” (Willie Dixon) e o épico “Little Red Rooster” de 12 minutos, com duelo memorável de sax e guitarra. Destaque ainda para a original “Bloomington Closing” e o soul de “Easy Baby”.
Curiosidade: este foi o primeiro show da turnê que levou Allison à Europa permanentemente — ele sumiu da cena americana logo após o disco Night Life (Motown) e só voltou em 1995. Um registro histórico de quando o blues ganhou o Velho Mundo.