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7 de agosto de 2026

Will Johns - Something Old, Something New... 2017

 

 1. I Heard You Love the Blues - 3:15
 2. Blues Police - 3:33
 3. Won't Go Down - 3:51
 4. Righteous Road - 4:44
 5. Turn It On - 4:05
 6. Lucy's Kitchen - 2:58
 7. All That Glitters - 3:11
 8. Into Your Love - 3:34
 9. Action - 3:07
10. Mousetails - 4:33
11. Tears of a Butterfly (feat. OYME) - 4:49
12. Last Page - 3:32
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O amuleto blues que protege a alma e faz o corpo dançar

Lançado em 2016, o terceiro álbum do guitarrista e vocalista inglês (filho do lendário produtor Andy Johns e sobrinho de Eric Clapton) traz faixas antigas de suas bandas iniciais, como a Cloud Nine, ao lado de composições recentes. É um blues-rock cheio de groove e guitarra afiada que mistura raízes clássicas com um toque moderno e dançante. 

Will Johns comanda a gravação quase sozinho, com bateria própria sob o nome fictício Chad Logan, baixo de Russell Grooms, teclados de Nick Judd, sax de Chez Grimble e backing vocals de Emma Wilson. 

Destaques: “Blues Police”, “Righteous Road” (uma das primeiras composições dele, dos anos 90) e “Tears of a Butterfly” (com o grupo vocal russo OYME, da Mordóvia) explodem em riffs cortantes, grooves funkados, baladas e blues mais lentos, tudo arranjado em casa no computador e mixado por Paul Winstanley

Foi o álbum mais solitário que ele já gravou, feito em grande parte em home studio, com a ideia de “algo velho, algo novo” servindo como talismã contra o mau-olhado, simbolizado pelo olho azul da capa. A participação de OYME em “Tears of a Butterfly” nasceu das turnês russas de Johns e deu um colorido étnico único a uma das faixas mais trabalhadas do disco.  

6 de agosto de 2026

The Rolling Stones - Dirty Work (1986)

 

A1. One Hit
A2. Fight
A3. Harlem Shuffle
A4. Hold Back
A5. Too Rude
B1. Winning Ugly
B2. Back to Zero
B3. Dirty Work
B4. Had It with You
B5. Sleep Tonight
B6. Untitled hidden track
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O disco que quase matou os Rolling Stones — e ainda assim arrebenta

Dirty Work, de 1986, é o álbum em que os Rolling Stones tentaram voltar às raízes do rock & roll depois de experimentos dançantes, mas saíram com um som agressivo, sujo e carregado da tensão que quase destruiu a banda. 

Mick Jagger (voz), Keith Richards e Ronnie Wood (guitarras), Bill Wyman (baixo) e Charlie Watts (bateria) gravaram em Paris sob a produção de Steve Lillywhite, num clima tão pesado que Jagger e Richards mal se falavam — Lillywhite fazia de intermediário. 

Faixas como “One Hit (To the Body)” (com Jimmy Page no solo de guitarra), “Winning Ugly” e “Had It With You” explodem em riffs cortantes e energia bruta, enquanto o cover de “Harlem Shuffle” vira single de sucesso. 

O disco ainda conta com convidados como Bobby Womack, Tom Waits e Patti Scialfa, e termina com uma faixa oculta em homenagem ao pianista Ian Stewart, morto no ano anterior. 

As sessões foram um inferno: Keith e Ronnie jamavam por horas enquanto Jagger priorizava a carreira solo e a banda quase não conseguia se reunir no estúdio. Apesar das críticas mistas na época e da recusa de Jagger em sair em turnê, Dirty Work chegou ao Top 5 nos EUA e Reino Unido e vendeu platina. 

5 de agosto de 2026

Jesper Lindell – Royal (2026)

 

1. Wearin' That Loved-On Look 03:27
2. King of the Cowboys 03:21
3. Sweeter Tomorrow 03:29
4. I Can't Stand the Rain 02:44
6. The Letter 03:19
7. No Easy Way Down 02:49 vídeo
8. Tryin' to Live My Life Without You (feat. Frazey Ford) 02:49 vídeo
9. Whicha Way Did It Go 02:42
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Soul sueco no coração de Memphis: Jesper Lindell explode o Royal Studios!

Royal, lançado em junho de 2026, é o álbum de covers de blue-eyed soul de Jesper Lindell e sua banda The Brunnsvik Sounds, gravado no lendário Royal Studios de Memphis e repleto do sujo e suado som da soul do sul americano dos anos 60 e 70.

Lindell, no vocal e guitarra, lidera o sexteto com Anton Lindell no baixo, Simon Wilhelmsson na bateria, Jimmy Reimers nas guitarras e um time de teclados, percussão, metal e backing vocals que transforma cada faixa em pura energia de estúdio. 

Destaques: o groove funk-rock de “Wearin’ That Loved-On Look” (clássico de Elvis), o dueto inflamado de “Tryin’ to Live My Life Without You” com a canadense Frazey Ford e o fechamento hipnótico de “Whicha Way Did It Go” (Staple Singers) mostram o poder da instrumentação: guitarras ecoadas, baixo travado, órgão suingado e seção de metais vibrante que o engenheiro e mixer Boo Mitchell (filho de Willie Mitchell) capturou com precisão vintage. 

Curiosidade: a banda voou da Suécia e registrou as nove faixas ao vivo em apenas dois dias de jet lag no Royal Studios, em setembro de 2024, deixando os overdubs de horns e coros para depois, tudo produzido por Björn Pettersson, Rasmus Fors e o próprio Lindell. 

O resultado é um disco curto, intenso e cheio de reverência, que mistura hits como “I Can’t Stand the Rain” e “When Something Is Wrong with My Baby” com raridades de Stax, soando ao mesmo tempo fiel e fresco.

A sessão no Royal Studios foi parte da mesma viagem de quatro dias que também gerou o álbum companheiro 3614 Jackson Highway no Muscle Shoals, com Boo Mitchell assinando a mixagem de tudo. Frazey Ford quase rouba a cena no dueto de Otis Clay, trazendo uma voz sultry que combina perfeitamente com a intensidade de Lindell.

4 de agosto de 2026

Gentle Giant – In A Glass House (1973, Remastered 2026)

 

01. The Runaway (7:24)
02. An Inmates Lullaby (4:29)
03. Way of Life (7:52)
04. Experience (7:48)
05. A Reunion (2:11)
06. In a Glass House (7:40)
07. Index (0:22)
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Vidro quebrando e prog em alta voltagem: 
Gentle Giant reabre a casa de vidro em 2026!

In a Glass House, o quinto álbum do Gentle Giant lançado em 21 de setembro de 1973, é progressive rock puro, denso e sem concessões, com assinaturas de tempo complexas, motivos medievais e mudanças bruscas de direção. 

Formação quintetoDerek Shulman nos vocais, saxofones e flauta doce; Gary Green nas guitarras de 6 e 12 cordas, mandolim e percussão; Kerry Minnear nos teclados, percussão afinada e vocais; Ray Shulman no baixo, violino e guitarra acústica; e John Weathers na bateria — entrega um som que mistura rock duro, estruturas clássicas e texturas inesperadas. 

Destaques: “The Runaway”, com seu loop de vidro estilhaçado que explode em teclados vulcânicos e groove muscular, o sprint rítmico de “Way of Life” e a virada medieval de “Experience” mostram a instrumentação intrincada: guitarras entrelaçadas, violino, xilofone, órgão e vocais em camadas que nunca param quietos. 

Curiosidade: este foi o primeiro disco gravado depois da saída de Phil Shulman, e a banda respondeu aumentando a complexidade em vez de simplificar, registrando tudo em julho de 1973 no Advision Studios de Londres. 

O remix e remaster de 2026, feito pelo produtor ganhador do Grammy Eber Pinheiro ao lado de Derek Shulman, traz clareza nova às linhas de guitarra e baixo, revelando detalhes que antes ficavam no fundo.

O álbum nunca saiu oficialmente nos EUA em 1973 porque a Columbia o considerou “não comercial”, circulando só como importação até reedições posteriores, e mesmo assim vendeu cerca de 150 mil cópias. A versão 2026 chega em vinil 180g, CD e Blu-ray com mixes em 5.1 e Dolby Atmos, oferecendo a clareza que a banda sempre quis.

Lester Winchester McKendree – They Got It All (2026)

 


1. I'm No Amateur
2. Delaney And The Ditch
4. Surf The Allman Ballroom
5. Down The Same Street
6. Baby's Carburetor
7. Bad Mantras
8. Dylan Ain't Spillin'
9.The Right Pose
10. Along With The Sunshine
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Trio sem guitarra que explode de groove e carisma

Eles chegaram sem guitarra, com um baixo de só duas cordas e um piano que não para quieto, e mesmo assim entregaram um dos discos mais contagiante de roots rock do ano. 

They Got It All, o álbum de estreia do Lester Winchester McKendree, é pure energia de Nashville: roots rock rollickante, cheio de soul, rockabilly e batidas que grudam na cabeça.

No comando está Mark W. Winchester no baixo de duas cordas (inspirado no lendário Mark Sandman do Morphine), voz e todas as composições, ao lado do baterista Jimmy Lester (ex-Webb Wilder e Los Straitjackets) e do tecladista Kevin McKendree (parceiro de longa data de Delbert McClinton e créditos com Brian Setzer e Tinsley Ellis). 

As faixas “They Got It All”, “Baby’s Carburetor” e “Dylan Ain’t Spillin’” mostram exatamente o que define o disco: o baixo crú e melódico de Winchester, o piano que vai do swagger de Jerry Lee Lewis ao groove Booker T., e a bateria precisa e divertida de Lester, tudo sem nenhum excesso. 

A formação nasceu do feeling que os três tiveram tocando juntos com Garry Tallent (E Street Band) em 2017 e ganhou forma definitiva quando Winchester colocou só duas cordas no baixo e as canções começaram a sair sozinhas.

A gravação aconteceu em apenas dois dias “ao vivo” no Rock House Studio de McKendree, em Franklin, Tennessee, sem pressão e com a química de quem já se conhece há décadas. O resultado é um álbum de dez faixas que soa maior do que o trio e prova que menos instrumentos podem render muito mais diversão.

3 de agosto de 2026

Reckoners - "Where The Hell Am I? 2026

 

01. Second Skin 04:37
02. Look Out Below 04:09
03. We Saw It All 04:14
04. Where The Hell Am I? 04:20
05. Silver Stallion 04:20
06. Running Wild 04:37
07. Don't Look Down 03:17
08. It Will Be Mine 04:43
09. Consuelo 03:49
10. Not To Worry 02:53
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Onde diabos está a alma do rock? Os Reckoners respondem com fogo puro!

Where The Hell Am I? é o segundo álbum dos Reckoners, lançado em 15 de maio de 2026 pela Gitcha Records, e entrega um soul roots rock cheio de blues e classic rock que te agarra pelo pescoço e não larga. É daqueles discos que soam ao mesmo tempo novos e familiarmente quentes, feitos para tocar alto e sentir o chão tremer.

No comando está o vocalista e guitarrista Tim Gearan, enquanto o extraordinário Johnny Trama (Bettye LaVette, The Silks) lidera as guitarras e a formação. O ritmo pesa nas mãos do baterista Tom Arey (Peter Wolf, J. Geils Band, G. Love), com Marc Hickox no baixo (Bettye LaVette, Charlie Musselwhite) e Darby Wolf nos teclados (Bettye LaVette, Rubblebucket). 

Faixas como “We Saw It All”, com seu órgão estalando e groove contagiante, “Don’t Look Down”, que mistura energia de country-blues com breaks de bateria e solos afiados, e o fechamento funk-soul de “Not to Worry” mostram o coração do disco: riffs de guitarra otimistas, órgão épico, baixo suado e uma produção limpa que deixa a banda soar ao vivo e solta. 

Formação: o grupo, montado por Trama em Boston a partir de 2019 (antes conhecido como Band of Killers), reúne veteranos que já rodaram com nomes pesados e agora se consolidam como uma unidade all-star de verdade. O som mistura grit de barroom rock com calor de soul e blues, co-produzido, gravado, mixado e masterizado por Alan Evans (Soulive), e o resultado é um álbum de dez faixas que cresce a cada escuta, cheio de swing e emoção genuína.

O processo de gravação com Evans revelou uma banda tão ensaiada e afinada que a maioria das músicas saiu em no máximo três takes, deixando espaço para magia espontânea no estúdio. “Silver Stallion” é um cover gritty e fiel da clássica de Lee Clayton (1978), também gravada pelo supergrupo The Highwaymen.

2 de agosto de 2026

Alex Skolnick Trio - Last Day In Paradise 2007

 

1.Mercury Retrogade
4.Shades Of Grey
5.Practica Lo Que Predicas (Practice What You Preach)
6.The Lizard
7.Channel 4
8.Revelation (Mother Earth)
9.Out There Somewhere
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Quando o metal de Testament virou jazz 

Em 2007 o Alex Skolnick Trio soltou Last Day In Paradise, um álbum de jazz que respira rock progressivo e carrega a inspiração explícita do jazz europeu

Alex Skolnick na guitarra (elétrica, acústica e de doze cordas), Nathan Peck no baixo acústico e Matt Zebroski na bateria formam a base que transforma sete originais e três clássicos do hard rock em algo totalmente novo: “Tom Sawyer” ganha cara de jazz com toque eletrônico ao vivo, “Practica Lo Que Predicas” vira uma versão latina explosiva do clássico do Testament e “Western Sabbath Stomp” chega com slide guitar e riffs que pisam fundo. 

Loops eletrônicos, melodias vocais, baixo com arco, efeitos especiais e improvisações livres empurram o trio para além do formato tradicional e criam um som que é ao mesmo tempo sedoso e poderoso. 

Na gravação de outubro de 2006 no Spin Music Studios, em Long Island City, o grupo decidiu incorporar esses recursos de estúdio para entregar o disco mais original e ousado da carreira até então. O próprio título nasceu da reflexão de Skolnick sobre os tempos turbulentos do mundo: a ideia de viver cada dia como se fosse o último no paraíso.  

Blodwyn Pig – The Recordings 1969-1974 (2026)

 

DISC ONE
Ahead Rings Out
1. It's Only Love (3:23)
2. Dear Jill (5:19)
3. Sing Me A Song That I Know (3:09)
4. The Modern Alchemist (5:38)
5. Up And Coming (5:31)
6. Leave It With Me (3:54)
7. The Change Song (3:44)
8. Back Wash (0:53)
9. Ain't Ya Coming Home, Babe? (6:06)
10. The Change Song (BBC David Symonds session February 1969) (4:25)
11. It's Only Love (BBC "Top Gear" session March 1969) (3:33)
12. Sweet Caroline (B-side of single) (2:50)
13. Walk On The Water (A-side of single) (3:42)
14. Summer Day (B-side of single) (3:44)
15. McGregor Muckabout (recorded during sessions for 'Ahead Rings Out') (10:32)
16. Walk On The Water (alternate version) (3:50)

DISC TWO
Getting To This
1. Drive Me (3:21)
2. Variations On Nainos (3:47)
3. See My Way (5:06)
4. Long Bomb Blues (1:08)
5. The Squirreling Must Go On (4:26)
6. San Francisco Sketches (8:14)
7. Worry (3:42)
8. Toys (3:03)
9. To Rassman(1:30)
10. Send Your Son To Die (4:31)
11. Same Old Story (A-side of single)(2:35)
12. Slow Down (B-side of single) (4:18)
13. Meanie Mornay (Recorded during sessions for 'Getting To This') (4:44)
14. One Thing Leads To Another (Recorded during sessions for 'Getting To This') (3:40)

DISC THREE
Blodwyn Pig at the BBC 1969 - 1974
1. Ain't Ya Coming Come Babe (Top Gear session March 1969) (3:49)
2. The Modern Alchemist (Top Gear session March 1969) (4:48)
3. Mr. Green's Blues (Top Gear session March 1969) (3:50)
4. Worry (Sounds of the 70s session March 1970) (4:02)
5. Variations On Nainos (Sounds of the 70s session May 1970) 4:59)
6. Moon's Gone (Sounds of the 70s session September 1970) (3:01)
7. The Lady Of Liberty (Sounds of the 70s session September 1970) (4:24)
8. See My Way (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (5:59)
9. Baby Girl (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (3:55)
10. Leaving Song (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (4:53)
11. Blues Of A Dunstable Truck Driving Man (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (2:48)
12. See My Way (Radio 1 "In Concert" August 1974) (7:32)
13. I Know (Radio 1 "In Concert" August 1974) (9:44)
14. Cosmografication (Radio 1 "In Concert" August 1974) (6:21)
15. Six Days On The Road (Radio 1 "In Concert" August 1974) (4:20)
16. It's Only Love (Radio 1 "In Concert" August 1974) (3:22)
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The Recordings 1969-1974, lançado em março de 2026 pela Esoteric Recordings (Cherry Red), reúne o blues-rock sujo e jazzado do Blodwyn Pig em três CDs, com os dois álbuns de estúdio, singles e sessões da BBC.

Mick Abrahams (guitarra e vocais, ex-Jethro Tull) lidera a formação clássica ao lado de Jack Lancaster (saxofone, flauta e violino), Andy Pyle (baixo) e Ron Berg (bateria). Faixas como o blues pesado de “Ain’t Ya Coming Home, Babe?”, o rock com troca de riffs de “See My Way” e o jazz fusion de “The Modern Alchemist” mostram o som marcante: guitarra slide afiada de Abrahams, sopros e flauta de Lancaster e uma base rítmica que permite improvisos livres. 

Curiosidade: o grupo nasceu logo depois que Abrahams saiu do Jethro Tull em 1968, buscando um caminho mais blues, e logo virou favorito do underground britânico. O box traz Ahead Rings Out (1969) e Getting To This (1970) remasterizados, com bônus de singles, outtakes e 16 faixas ao vivo da BBC entre 1969 e 1974, incluindo o retorno de 1974.

Os dois discos originais chegaram ao top 10 do Reino Unido e foram gravados para a Chrysalis. Abrahams reformou a banda em 1974 só para sessões da BBC com John Peel e o programa In Concert, registradas aqui em alta qualidade.