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28 de junho de 2026

Benny Rivers - Where The Hurt Lives 2026

 

1. Rise On Up - 3:43
 2. Step by Step in Time - 4:29
 3. Right Now Feel Good - 4:11
 4. Still a Man - 3:39
 5. I Won’t Fall Again - 4:27
 6. What Pain Taught Me - 3:24
 7. Devil Got My Heart - 4:27
 8. Talking to Your Picture - 4:11
 9. The Past Still Calls - 3:47
10. Tell Me What We’re Doing - 4:45
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O Blues que Veio do Algoritmo e Já Tem Milhões de Plays!
Em 2026, surgiu Where the Hurt Lives, álbum de Benny Rivers que mistura soul blues vintage com storytelling emocional profundo, grooves pesados de guitarra e entregas vocais soulful. 
Descrito como uma jornada por heartbreak, resiliência e sobrevivência, o disco evoca elementos de B.B. King, Stax, Memphis country-soul, Motown e Curtis Mayfield.
Sem formação tradicional de músicos reais — o projeto é inteiramente gerado por inteligência artificial —, o álbum entrega faixas marcantes como “Step by Step in Time” (que já ultrapassou milhões de plays no Spotify), “What Pain Taught Me” e “Talking to Your Picture”. O som se destaca pelos grooves de guitarra intensos, vocais expressivos e arranjos que priorizam a narrativa emocional, criando uma atmosfera autêntica apesar da origem digital.
O processo criativo não envolve gravações em estúdio com artistas humanos: tudo foi produzido via ferramentas de IA como a plataforma Suno. Lançado em maio de 2026, o álbum ganhou tração rápida nas plataformas de streaming, gerando debates sobre o impacto da inteligência artificial na música e a criação de personas fictícias que simulam artistas lendários.

27 de junho de 2026

Artimus The Poet – Blues to Rock it (2026)

 

1. What is up for the day? (2:55)
2. Petty Wars (3:17)
3. Forever Yours, in Dreams (5:05)
4. All in Now (3:39)
5. I’m a Maneater (3:47)
6. Facination Spot (4:47)
7. Love in DMs (5:43)
8. Like Dancing Naked it is (4:20)
9. Trust is a two way street (4:33)
10. I Bring Lightning (4:24)
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Do Blues ao Rock com Alma Poética: Artimus The Poet Lança "Blues to Rock it"
O álbum “Blues to Rock it” de Artimus The Poet chegou em 2026 para te surpreender. Com 10 faixas e pouco mais de 42 minutos, ele entrega uma fusão direta entre blues e rock, cheia de energia e sensibilidade.
Destaques: “I’m a Maneater”, com sua pegada direta e título chamativo; “Love in DMs”, que mistura temas contemporâneos com melodia envolvente; e “Forever Yours, in Dreams”, mais longa e emotiva. O disco se define pela instrumentação rock sólida, com toques bluesy nas guitarras e arranjos, além de letras poéticas que contam histórias pessoais de forma cativante e sem firulas.
Curiosidade: o artista nasceu de uma jornada de autodescoberta através da poesia, que virou letras e música com um toque de magia digital. Outra: de Crescent City, na Califórnia, Artimus The Poet carrega na bagagem memórias familiares de jazz, com o pai tocando trompete em bandas antigas.

26 de junho de 2026

Roosevelt Hoover III – Backyard Blues – 2026

 

01. Back At The Chicken Shack 04:58
02. If You Want Me To Stay 05:11
03. Comin’ Home Baby 04:42
04. Cissy Strut 04:16
05. All Blues 06:01
06. Cold Duck Time 04:50
07. Stormy Monday 03:43
08. Green Onions 03:54
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No Quintal de Roosevelt Hoover III, o Soul, Jazz e Funk se encontram 
Roosevelt Hoover III lançou de forma independente Backyard Blues, um disco que mistura soul, jazz e funk em grooves quentes, acolhedores e cheios de alma. Liderado pelo seu órgão de timbre vintage, o álbum entrega uma energia contagiante que parece saída de um quintal onde a música acontece de verdade.
Roosevelt comanda no órgão e piano, acompanhado por Joel Behrman no trompete, Dan Robins no baixo, Phil Hawkins na bateria, Johnny Valdez na guitarra e Dereck Rollando nas congas, além dos vocais de Luther Richmond, Michelle Hawkins e Roslyn Hoover
Destaques: abertura energética de “Back At The Chicken Shack”, o funk cru e dançante de “Cissy Strut” e a leitura elegante, modal e cheia de espaço de “All Blues”, de Miles Davis. Os arranjos são sólidos, o interplay rítmico é apertado e preciso, com acentos de metais e uma pulsação que evoca as grandes gravações soul dos anos 70 — tudo sem perder a nuance nem o prazer de tocar.
O disco funciona como uma retrospectiva pessoal da trajetória de Hoover, que aprendeu música de ouvido ainda criança, inspirado pelo pai. Uma curiosidade especial são as participações vocais de familiares em duas faixas, reforçando o tema da herança musical passada de geração em geração. Lançado de forma independente, Backyard Blues celebra o simples prazer de fazer música boa em boa companhia.

Beth Hart – You Still Got Me (Deluxe) (2026)

 

1. Savior With A Razor (feat. Slash)
2. Suga N My Bowl (feat. Eric Gales)
3. Never Underestimate A Gal
4. Drunk On Valentine
5. Wanna Be Big Bad Johnny Cash
6. Wonderful World
7. Little Heartbreak Girl
8. Don’t Call The Police
10. Pimp Like That
11. Machine Gun Vibrato
Bonus Tracks
1. Savior With A Razor (Extended Version)
2. Wonderful World (Extended Version)
4. Wanna Be Big Bad Johnny Cash (Extended Version)
5. Don’t Call The Police (Extended Version)
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Beth Hart Ainda Tem Você: O Blues Rock que Mistura Fúria, Funk e Alma em 2026!
Beth Hart lança a edição deluxe de You Still Got Me, um álbum que mistura blues rock com rock e Americana, temperado por grooves funky e uma carga emocional intensa. O disco original já foi um fenômeno global, liderando as paradas de blues nos EUA e Reino Unido com mais de 11 milhões de streams.
Beth Hart comanda tudo com sua voz explosiva e cheia de alma, ao lado de convidados de peso como Slash na guitarra afiada de “Savior With A Razor” e Eric Gales no riff sujo de “Suga N My Bowl”. 
Destaques: o incendiário “Savior With A Razor”, o funk filthy e dançante de “Suga N My Bowl” e o poderoso “Don’t Call The Police”, onde seu vocal sobe e desce como uma onda arrebatadora. A instrumentação traz fusões naturais de blues, rock, country twang e piano smoky no clima Tom Waits, criando grooves cheios de atitude que balançam com energia e explodem em momentos de pura fúria.
Curiosidade: A versão deluxe resgata seis faixas bônus que antes só existiam em boxset limitado, incluindo extended versions e inéditas como “Mean Ole Man of Mine” e “Stuff For You”. Com o sucesso estrondoso do original e uma turnê europeia confirmada de maio a julho (mais shows em novembro), Beth Hart prova que continua entregando tudo — no estúdio e no palco — com a mesma intensidade de sempre.