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18 de julho de 2026

Jump 66 - Every Dog Has Its Day 2026

 

1. Ain't That Fine (3:40)
2. Ticket Agent Blues (4:13)
3. Every Dog Has Its Day (3:01)
4. Straight From The Bottle (5:00)
5. Out Of Your Head (3:27)
6. I Needs To Be Be'd Wid (3:40)
7. Every Little Helps (3:55)
8. Let's Have A Natural Ball (3:37)
9. Safe, Warm & Fed (5:16)
10. Thinking And Drinking (3:49)
11. If It Ain't Broke (5:17)
12. Out Of Sight (3:58)
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Jump 66 faz o rhythm & blues dos anos 50 pular no palco

Em 2026, Jump 66 lançou Every Dog Has Its Day, seu primeiro álbum de músicas originais. Nascido do amor por rhythm & blues saltitante dos anos 50, swing, soul e rocksteady inicial, o disco mantém a energia que leva o público às pistas de dança desde 2008.

Formação: Paul Kissaun nos vocais, Rhod Davies na guitarra, Paul King no baixo, Gary Richardson na bateria, Andy Burns no saxofone e Peter Saunders nos teclados. 

Destaques: “Every Dog Has Its Day”, testado exaustivamente nas turnês, o groove animado de “Straight From The Bottle” e a ousada versão de um blues acústico de Blind Willie McTell, transformada em puro skanking dancehall. O som se caracteriza por saxofone marcante, teclados dançantes, guitarras afiadas e uma fusão natural entre o clássico dos anos 50 e a vitalidade do palco.

Gravado em um único fim de semana na fazenda de alpacas de Gaz, em Welwyn, perto de Londres, o álbum captura a química da banda ao vivo. Entre os originais, há covers que ganham o tratamento Jump 66 de artistas como James Harman, Albert King, John Nemeth e Eddie “Cleanhead” Vinson.

17 de julho de 2026

JP Soars & Anne Harris – Gypsy Blue Revue (2026)

 

1. Jessie Mae
2. Go With The Flow
3. Viper
4. Paradise
5. Goin’ To South Carolina
6. May Mountain Waltz
7. Old Silver Bridge
8. Minor Blues
9. Cigar Box Jam
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JP Soars e Anne Harris selam uma fusão explosiva de raízes e improviso

Em maio de 2026, JP Soars e Anne Harris lançaram Gypsy Blue Revue, um álbum que captura a química crua de dois virtuosos das raízes musicais. Misturando soul sulista, roadhouse blues, gypsy jazz, grooves latinos e folk eclético, o disco soa como um show ao vivo — gravado tudo junto, sem cliques nem overdubs excessivos.

JP Soars brilha na guitarra (elétrica, lap steel, cigar box e mais), vocais e composição da maioria das faixas, enquanto Anne Harris adiciona violin e mandolin incendiários, além de vocais marcantes. 

Destaques: “Jessie Mae”, um blues slide elétrico em homenagem a Jessie Mae Hemphill com letra de Rev. Billy C. Wirtz, o groove latino de “Paradise” e o épico instrumental de 18 minutos “Cigar Box Jam”, que homenageia Santana, Hendrix e até os Beatles. O som se define por improvisações livres, trocas dinâmicas entre guitarra e violino e uma energia de palco que transborda para o estúdio.

A gravação aconteceu ao vivo em um estúdio rural em Ohio, com Soars e sua banda (Chris Peet na bateria e Cleveland Frederick no baixo) buscando exatamente a sensação dos shows. A parceria entre Soars e Harris começou em 2019 nos festivais e ganhou força no Big Blues Bender em Las Vegas.

Jason Ricci – 13 Hours (2026)

 

1. Sick Of This Shit
2. Tired Of Tryin’
3. The Big DisEasey
4. Leo Watkins Rag
5. Long Twisted Night
6. Bubble Gum Pop
7. River’s Invitation
8. Renegade
9. Nuit Waltz
10. 13 Hours
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Jason Ricci explode no blues com fusões ousadas e alma crua

Em maio de 2026, Jason Ricci & The Bad Kind lançaram 13 Hours, um disco que mergulha fundo no blues com toques de funk, prog e jazz, sem perder a essência raw e pessoal. Ricci, um dos maiores nomes da gaita de boca atual, entrega um trabalho intenso e honesto, marcado por frustração, resiliência e experimentação.

Com Ricci na gaita e vocais, ao lado de Brent Johnson na guitarra e Kaitlin Dibble (sua esposa) nos vocais principais, o álbum brilha em faixas como “The Big DisEasey” — uma fusão funky/prog/jazz de sete minutos com rap e vibrafone de Mike Dillon — e o instrumental “Leo Watkins Rag”, que exibe sua velocidade e precisão impressionantes na gaita. 

O encerramento épico “13 Hours” traz slide guitar de Johnson e um solo longo e emocional de Ricci, equilibrando energia e profundidade. O som se destaca pela gaita flamejante, colaborações inesperadas e letras diretas sobre exaustão, vícios e o caos da vida moderna.

Curiosidade: Ricci foi escolhido para tocar na homenagem a Paul Butterfield no Rock and Roll Hall of Fame em 2015, provando seu talento para o mundo. O disco é dedicado ao ex-baterista John Perkins, e a faixa-título reflete as longas viagens da banda, misturando celebração e saudade.

16 de julho de 2026

Savoy Brown – Too Much Of A Good Thing: Savoy Brown Collection 1992-2007 (2026)

 

01. Going Down To Mobile
02. Little Wheel
03. Keep On Rollin’
04. That’s All I Want Baby
05. The Blues Keep Me Holding On
06. I Don’t Remember You
07. Flat Out
08. When It Rains
09. Yesterday’s Blues
10. Monday Morning Blues
11. Feel Like Crying
12. She’s Leaving
13. Where Has Your Heart Gone
14. Too Much Of A Good Thing (Live)
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Savoy Brown resgata o blues rock dos anos 90 e 2000 
em reedição de 2026

Em 2026, chega a reedição de Too Much Of A Good Thing: Savoy Brown Collection 1992-2007, uma compilação que reúne o melhor do blues rock da lendária banda britânica nesse período. 

Com guitarras potentes, ritmos boogie e a energia crua do blues, o disco captura a fase madura de Savoy Brown sob a liderança de Kim Simmonds fundador, guitarrista e principal compositor, que guiou a banda por décadas com seu estilo marcante. 

Destaques: “Little Wheel”, com seu groove contagiante, a épica “Where Has Your Heart Gone” e o bônus ao vivo “Too Much Of A Good Thing (Live)”, que traz a banda no auge da performance. O som se caracteriza por riffs bluesy intensos, harmonias vocais diretas e uma fusão de blues tradicional com rock enérgico, sem firulas — puro feeling de estrada.

Curiosidade: a faixa ao vivo “Too Much Of A Good Thing” estreou exatamente nesta compilação original de 2009, nunca antes lançada. O lançamento de 2026 revive esse material justamente quando o legado de Kim Simmonds (falecido em 2022) ganha nova atenção dos fãs de blues rock clássico.

15 de julho de 2026

Marco Bartoccioni – Bartok (2026)

 

01 – No Way Back
02 – He Comes To Me
03 – Politicians Puppets
04 – Love Is Gone
05 – Wild Dogs
06 – Lies and Lies
07 – I’ve Got No Money
08 – Burn in Your Soul
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O Blues-Rock que Arde na Alma e Reinventa o Gênero em 2026!

Lançado em junho de 2026, o álbum homônimo Bartok de Marco Bartoccioni (seu alter ego) é uma explosão de blues-rock moderno que mistura raízes tradicionais com texturas eletrônicas minimalistas, tendo a lap steel guitar como voz principal e protagonista de um som cru, pessoal e cheio de alma.

Logo na abertura, “No Way Back” chega com intensidade brutal, estabelecendo um tom de decisões irreversíveis e responsabilidade. “Politicians Puppets” explode em rebeldia rock, com guitarra distorcida, baixo pesado e uma crítica social humanista que não deixa ninguém indiferente. 

O ponto alto emocional fica por conta de “Burn in Your Soul”, dedicado ao pai do artista, onde piano e guitarras orgânicas se encontram em uma melancolia catártica e poderosa. 

A produção quase inteiramente assinada por Marco — com bateria de Piero Pierantozzi e participações pontuais de convidados como Sarah Jane Olog — entrega uma autenticidade rara, reforçada pelo uso acrobático e inovador da lap steel.

Curiosidade: boa parte das composições nasceu durante a doença do pai de Marco, servindo como forma de estabilidade emocional e resgate interior sem cair no patético. O disco foi gravado e mixado na Itália, no Mid & Side Studio, e masterizado em Nashville, nos Estados Unidos, unindo o talento italiano à tradição americana do blues após 25 anos de carreira internacional do músico.

14 de julho de 2026

The Rolling Stones – Foreign Tongues (2026)

 

01 – Rough And Twisted
02 – In The Stars
03 – Jealous Lover
04 – Mr Charm
05 – Divine Intervention
06 – Ringing Hollow
07 – Never Wanna Lose You
08 – Hit Me In The Head
09 – You Know I’m No Good
10 – Some Of Us
11 – Covered In You
12 – Side Effects
13 – Back In Your Life
14 – Beautiful Delilah
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Os Rolling Stones Falam a Língua do Rock com Garras Afiadas e Energia Renovada

Lançado em 10 de julho de 2026, Foreign Tongues é o 25º álbum de estúdio dos Rolling Stones, um rock vibrante e cheio de garra que mistura blues cru com ritmos mais robustos e grooves soul. Menos de três anos após o sucesso de Hackney Diamonds, a banda entrega um disco direto, energético e com personalidade própria.

Com Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood no comando, ao lado de Steve Jordan na bateria e Darryl Jones no baixo, o álbum brilha em faixas marcantes como o opener cru e bluesy “Rough and Twisted”, o contagiante e dançante “In the Stars” e o cover fiel de Amy Winehouse em “You Know I’m No Good”. A seção rítmica ganha destaque especial, com Darryl Jones e Steve Jordan impulsionando grooves mais funk e dançantes, enquanto as guitarras de Richards e Wood mantêm o DNA clássico da banda. Colaborações pontuais, como Paul McCartney no baixo em “Covered in You” e Robert Smith na guitarra em “Divine Intervention”, adicionam camadas frescas sem roubar o protagonismo dos Stones.

Gravado em menos de um mês no Metropolis Studios, em Londres, a partir de material remanescente das sessões de Hackney Diamonds, o álbum captura uma energia intensa e rápida, como contou Mick Jagger sobre a paixão no estúdio. Historicamente, traz uma participação póstuma de Charlie Watts em “Hit Me in the Head” e fecha com um tributo acústico a Chuck Berry em “Beautiful Delilah”, reforçando as raízes que continuam impulsionando a banda lendária.

13 de julho de 2026

John Primer and Friends – Tribute to Theresa’s Lounge (2026)

 

1. Up in Heah – 3:44
(Daniels & Moore)
Feat. John Primer
2. 7 Nights for 7 Years – 3:20
(John Primer)
Feat. John Primer
3. The Blues Is King – 4:52
(John Primer)
Feat. John Primer
4. Sugar Sweet – 4:21
(Mel London)
Feat. Billy Branch
5. Champagne and Reefer – 4:58
(M. Morganfield)
Feat. Willie Buck
6. We All Need Help – 3:44
(John Primer)
Feat. John Primer
7. She’s Nineteen Years Old – 5:14
(M. Morganfield)
Feat. Carlos Johnson
8. Little by Little – 5:09
(Mel London)
Feat. John Primer
9. Mary’s Song – 5:06
(Mary Lane)
Feat. Mary Lane
10. Cut You A-Loose – 3:14
(Mel London)
Feat. John Primer
11. Blues Survivalist – 4:41
(John Primer)
Feat. John Primer
12. Here I Am Knockin’ at Your Door Again – 3:24
(John Watkins)
Feat. John Watkins
13. Mean Old World – 4:29
(Little Walter Jacobs)
Feat. John Primer
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John Primer e Amigos Trazem o Porão Lendário da 
Theresa’s Lounge de Volta ao Blues

Lançado em junho de 2026, o álbum Tribute to Theresa’s Lounge de John Primer and Friends é um mergulho puro e vibrante no blues tradicional de Chicago. Com grooves crus, guitarras afiadas e harmonicas cheias de alma, o disco revive o espírito do icônico porão sem qualquer desvio dos padrões clássicos que definiram a cena.

John Primer, Blues Hall of Famer e três vezes indicado ao Grammy, reúne uma formação de peso de veteranos que tocaram no clube: Billy Branch, Willie Buck, Carlos Johnson, Mary Lane (91 anos), John Watkins, Bob Stroger, Harmonica Hinds, Twist Turner e outros. 

Destaques: a abertura explosiva “Up in Heah” (o clássico que Junior Wells usava para abrir os sets), os originais de Primer “7 Nights for 7 Years” e “We All Need Help” (homenagem direta a Theresa Needham), além do encerramento potente com “Mean Old World”. A guitarra slide no estilo Muddy Waters, as harmônicas gritantes e os shuffles dançantes criam um som cru, energético e fiel à era de ouro.

Primer escreveu quatro faixas originais especialmente para o projeto e reuniu os artistas que, como ele, viveram o clube; ele comenta: “Estamos todos nos nossos setenta, oitenta e noventa agora. Estou tão feliz que todos estávamos saudáveis o suficiente para fazer este tributo juntos”. Historicamente, a Theresa’s Lounge — no subsolo da 4801 South Indiana Avenue, administrada por Theresa Needham de 1949 a 1986 — foi o refúgio e a escola onde lendas como Muddy Waters, Junior Wells e o próprio Primer lapidaram seu som, um porão que poucos clubes conseguiram igualar. Um disco essencial para quem ama blues raiz de verdade.

Exeter Blues - Mumbo Jumbo Deluxe 2017

 

 1. Have A Little Faith - 4:19
 2. Mumbo Jumbo - 3:14
 3. Hard Time Waiting Blues - 4:00
 4. Beauty Of It All - 4:42
 5. I Gotta Go - 2:30
 6. Let It Flow - 3:39
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O blues cru que mistura Delta, cajun e punk funk em um pacote explosivo!

Lançado em 2017, Mumbo Jumbo Deluxe é o álbum do projeto Exeter Blues que entrega um blues cru, raivoso e cheio de atitude, marcado pela fusão vibrante de slide guitar do Delta do Mississippi, country cajun e groove moderno de punk funk. 

Dave O’Leary, cantor, compositor e guitarrista slide australiano, divide o palco com o músico de ritmo e groove Beej Barker. O disco brilha em faixas como o enérgico título “Mumbo Jumbo”, o blues intenso e sofrido de “Hard Time Waiting Blues” e a bela e reflexiva “Beauty Of It All”, todas sustentadas por guitarras slide afiadas, batidas marcantes e letras gritantes que falam de vida na estrada. 

O som cru, sem firulas, mistura improvisação roots com energia contemporânea, criando um resultado autêntico e viciante. O projeto Exeter Blues já acumula seis álbuns de material original, todos construídos a partir das experiências reais de O’Leary viajando e tocando. 

Além disso, O’Leary carrega uma trajetória impressionante: nos anos 1990 integrou o duo folk oleary&lalli, cujo disco homônimo recebeu airplay em mais de 50 estações de rádio folk na América do Norte, e ao longo da carreira abriu shows para lendas como Muddy Waters, Eric Clapton, Joni Mitchell, Frank Zappa e Bo Diddley.