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24 de fevereiro de 2026

Fiona Boyes - Live In Atlanta 2004

 

1. I'll Be Your Fool 4:43
2. Ten Foot Tall (and Bullet Proof) 3:25
3. Women Be Wise 3:44
4. Stranger In Your Eyes 4:36
5. Love Changing Blues 6:45
6. Sailing 4:31
7. Run Here 5:58
8. Travelling Mood 3:42
9. My Baby Cooks 3:07
10. Ember 4:46
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Blues Eletrizante: "Live In Atlanta" de Fiona Boyes
Live In Atlanta, lançado em 2004 pela Blue Empress Records, captura a essência vibrante do blues ao vivo, misturando elétrico e semi-acústico com raízes no Delta e Chicago. A australiana Fiona Boyes, com sua guitarra afiada e voz rouca, lidera o show, apoiada por uma banda estelar: Gina Leigh no piano, John McKnight na bateria, Jon Schwenke no baixo e convidados especiais como 'Steady Rollin' Bob Margolin (ex-guitarrista de Muddy Waters) e Mark 'Kaz' Kazanoff (harmônica e sax, dos Texas Horns). O som único surge da interação espontânea, com riffs intensos e grooves contagiosos que evocam jam sessions clássicas.
Destaques: incluem "Love Changing Blues", uma jam extensa de 6:45 minutos cheia de emoção, e "Women Be Wise", reinterpretada com energia crua. Outras como "Ten Foot Tall (and Bullet Proof)" e "Stranger In Your Eyes" pulsam com vitalidade elétrica.
Curiosidade: Gravado ao vivo em uma única noite de 2003 no Blue Note West Club, em Atlanta, sem overdubs – puro improviso, como atesta Margolin nas notas: "os Deuses do Blues sorriram para nós naquela noite".
Detalhe: Lançado logo após Boyes vencer o International Blues Challenge em 2003 (única não-americana até então), o álbum marca sua invasão triunfal no cenário blues dos EUA, vendendo inicialmente apenas em shows selecionados.

23 de fevereiro de 2026

Fiona Boyes, Mookie Brill, Rich DelGrosso - Live From Bluesville 2008

 

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Blues Acústico: "Live From Bluesville"
Viagem acústica inesquecível com Live From Bluesville, lançado em 2008 pela Blue Empress Records. Este álbum une a australiana Fiona Boyes, virtuosa na guitarra e vocais roucos, ao baixista e harmonicista americano Mookie Brill e ao mestre do mandolin Rich DelGrosso, formando um trio intimista que respira blues rural. O estilo mescla influências do Delta do Mississippi, Texas e Louisiana, com toques de Chicago pré-Segunda Guerra, tudo em arranjos desplugados que evocam o espírito cru das origens do gênero.
Destaques: incluem a reinterpretação etérea de "Smokestack Lightning" de Howlin' Wolf, transformada em um passeio acústico hipnótico, e "Early in the Morning" de Sonny Boy Williamson, com Brill brilhando na harmônica. Originais como "Homegrown Sin" de Boyes, um tributo divertido ao cânhamo, e "Hard To Live With" de DelGrosso, com vocais encharcados de whiskey, adicionam frescor contemporâneo. O som único vem da interação sincopada entre guitarra, mandolin e baixo slap, criando uma vibe de varanda sulista.
Curiosidade: Gravado ao vivo em apenas quatro horas nos estúdios da XM Satellite Radio em Washington, D.C., sem overdubs ou ensaios formais – puro improviso blues! Outro detalhe fascinante: o álbum foi indicado ao Blues Music Awards de 2009 como Álbum Acústico do Ano e venceu o Blues Critic Award, homenageando lendas como Lightnin' Hopkins e J.B. Lenoir.

Jimmie Vaughan - Plays Blues, Ballads & Favorites 2010

 

1. The Pleasure's All Mine (3:43)
2. Come Love (3:16)
3. I'm Leaving It Up To You (3:08)
4. Comin' & Goin' (2:55)
5. Wheel Of Fortune (4:04)
6. How Can You Be So Mean (2:54)
7. Just A Little Bit (3:05)
8. Lonely Weekend (2:37)
9. Miss You So (2:50)
10. RM Blues (3:55)
11. Roll, Roll, Roll (2:53)
12. Send Me Some Lovin' (2:56)
13. Why, Why, Why (4:31)
14. (She's Got The) Blues For Sale (2:39)
15. Funny How Time Slips Away (5:34)
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Blues, Baladas e Favoritos: Jimmie Vaughan Revive Clássicos
O blues texano de Plays Blues, Ballads & Favorites, o álbum de 2010 de Jimmie Vaughan que captura o cool dos anos 50 com R&B, jump blues e baladas soulful, tudo regado a um tom limpo e quente. Como pioneiro da cena de Austin com os Fabulous Thunderbirds, Vaughan brilha com solos de guitarra concisos e treblados, priorizando o groove da canção sobre exibicionismo.
Destaques: incluem duetos quentes com Lou Ann Barton em quatro faixas, como o swingante "Come Love" de Jimmy Reed (com harpa de Vaughan) e a balada "Wheel of Fortune", além de "Funny How Time Slips Away" cantada por Bill Willis. Os metais – baritone sax de Mark Kazanoff, tenor de Greg Piccolo e trumpete de Ephraim Owens – adicionam um flair jazzy único, enquanto George Rains na bateria e Derek O'Brien na guitarra rítmica ancoram o som relaxado.
Curiosidade: Gravado ao vivo no estúdio Top Hat em Austin, com a banda em uma sala única e microfone compartilhado, capturando uma vibe espontânea sem overdubs excessivos.
Detalhe: Irmão mais velho de Stevie Ray Vaughan, Jimmie dedica o disco a ídolos como Clarence 'Gatemouth' Brown, marcando seu retorno após nove anos

21 de fevereiro de 2026

Eric Burdon & Jimmy Witherspoon- Guilty!- 1971

 


01. I've Been Drifting/Once Upon A Time
02. Steam Roller
03. The Laws Must Change
04. Have Mercy Judge
05. Goin' Down Slow
06. Soledad
07. Home Dream
08. Headin' For Home
09. The Time Has Come
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Guilty!: O Blues Explosivo de Burdon e Witherspoon 
Guilty!, o álbum de 1971 que une o rock visceral de Eric Burdon (ex-Animals e War) ao blues profundo de Jimmy Witherspoon, um mestre do gênero desde os anos 50. Essa colaboração é uma fusão eletrizante de blues elétrico com toques de rock e soul, marcada por vocais alternados cheios de alma, harmonicas cortantes de Lee Oskar e Bob Mercereau, e o groove irresistível da banda War – incluindo Papa Dee Allen nas congas, Charles Miller no sax tenor e Howard Scott na guitarra.
Destaques: incluem faixas como "Goin' Down Slow", um lamento bluesy de seis minutos, e "Have Mercy Judge", com apelo urgente de Chuck Berry reinterpretado. O som único vem da intensidade gráfica das letras, que exploram temas de culpa, liberdade e injustiça.
Curiosidade: "Goin' Down Slow" foi gravada na prisão de San Quentin, com a banda local de detentos e guitarra do prisioneiro Ike White, adicionando autenticidade crua ao conceito de álbum sobre saída da cadeia e medos pós-libertação.
Em 1971, ano de rebeliões prisionais como Attica, Guilty! reflete o contexto de tensões raciais e sociais, sendo relançado como Black & White Blues.