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8 de outubro de 2026

Melvin Taylor & The Slack Band - 1995

 

 1. Texas Flood - 7:36
 2. Depression Blues - 3:53
 3. Grooving In New Orleans - 4:45
 4. Talking To Anna Mae - 4:56
 5. Tin Pan Alley - 7:14
 6. All Your Love (I Miss Loving) - 4:22
 7. Don't Throw Your Love On Me So Strong - 6:42
 8. T-Bone Shuffle - 3:03
 9. Voodoo Chile (Slight Return) - 5:57
10. Tequila - 2:43
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Quatro dias em Maurice, um trio e o primeiro disco 
americano de Melvin Taylor em anos

Melvin Taylor & the Slack Band, álbum homônimo de 1995, é o primeiro lançamento de material novo do guitarrista de Chicago pela Evidence Music: blues elétrico de power trio, com poucos overdubs, mistura de originais e covers clássicos. O CD americano (ECD 26073-2) saiu em 17 de outubro; a AllMusic marca 51 minutos.

A ficha é curta e confirmada. Melvin Taylor na guitarra e no vocal, Willie Smith no baixo, Steve Potts na bateria. John Snyder produziu; Jay Newland engenheirou, com Tony Doyle na assistência. Don Snowden, na AllMusic, descreve o vocal num modo Albert King e separa a abertura “Texas Flood”, blues lento em que o wah-wah muda o fraseado o tempo todo; os originais “Depression Blues” e “Grooving in New Orleans”, com um toque de funk; e “Talking to Anna Mae”, boogie instrumental de Chicago. 

No mesmo texto, “Tin Pan Alley” e “Don’t Throw Your Love on Me So Strong”, de Albert King, são os pontos em que Taylor parece mais à vontade. A resenha da Jazzwise do relançamento em vinil, de 2024, ainda isola “All Your Love (I Miss Loving)” e ouve no solo referências a Albert King e Buddy Guy ao lado de Cornell Dupree e David T. Walker.

O disco foi gravado e mixado de 27 a 30 de março de 1995 no Dockside Studios, em Maurice, Louisiana. Era o primeiro trabalho inédito dele na Evidence depois que o selo reeditou, cerca de uma década mais tarde, os LPs do começo dos anos 1980 na Isabel francesa, Blues on the Run (1982) e Plays the Blues for You (1984); o seguinte na mesma casa, Dirty Pool, só chegaria em 1997.

Se gostou, veja também Dirty Pool e Plays the Blues for You. Ouve Melvin Taylor & the Slack Band agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



7 de outubro de 2026

The Blues Overdrive – Live Slices (2026)

 

01 – Rolling Thunder (Live)
02 – Lay Your Burden Down (Live)
03 – I Was Wrong (Live)
04 – Aurora (Live)
05 – Pistol Blues (Live)
06 – Jealous (Live)
07 – 16 Tons (Live)
08 – I Need Your Lovin’ (Live)
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O especial da DK4 que virou o segundo disco ao vivo da banda

Live Slices, de The Blues Overdrive, é o segundo álbum ao vivo do quarteto de Copenhague e o primeiro lançamento de estúdio ou palco do grupo desde Overdrive Live!, de 2017: blues rock de raiz, gravado em concerto, com o groove arrastado que a crítica dinamarquesa trata como marca da banda. O streaming saiu em 22 de maio de 2026 pela Cherry Records; o vinil, o primeiro da carreira deles, chegou em 2025.

A formação fixa é Martin Olsen no vocal e na guitarra, Andreas Andersen na guitarra solo, Thor Boding no baixo — no lugar de Thomas Birck desde o disco ao vivo anterior — e Louisian Boltner na bateria. No especial, o veterano Ole Frimer entra como convidado. 

As resenhas se detêm sobretudo em “16 Tons”, leitura da canção de Merle Travis em homenagem a Peter Thorup, que cantou o texto dinamarquês, com Frimer na guitarra; em “Rolling Thunder”, que o Bluesnews.dk descreve como paráfrase moderna de “Rollin’ and Tumblin’”, com os floreios de Olsen; e nos andamentos lentos “Aurora” e “Jealous”, em que o mesmo veículo aponta uma atmosfera de deserto empoeirado. Sete das oito faixas são originais. Andersen aparece com atitude de rock and roll e disciplina apertada; a base segura o groove.

O material vem de cortes escolhidos do especial de uma hora da TV dinamarquesa DK4, gravado em Aarhus em abril de 2024, com arranjos novos e a participação de Frimer numa faixa só. O programa foi reprisado depois em canais da França, da Alemanha e dos Países Baixos; o vinil saiu em 2025 — o Bluesnews.dk data 29 de agosto — e o digital, em 22 de maio de 2026, quase nove anos depois de Overdrive Live!, disco com o qual a banda já tinha levado o European Blues Award de melhor álbum, como fizera antes com Clinch! (2015).

Se gostou, veja também Clinch! e Overdrive Live!. Live Slices está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



Gary Moore - Power of the Blues (2004)

 

1. Cold Black Night – 5:05
2. Pickin’ Up the Pieces – 4:55
3. Too Tired – 5:10
4. Lookin’ Back – 4:45
6. There’s a Hole – 4:50
7. Bring Your Love Home – 4:40
8. I’ll Be Alright – 5:15
9. Hold On – 4:35
10.Power of the Blues – 4:50
11. Walking By Myself – 4:10
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O power trio de 2004, com Bob Daisley no baixo 
e a volta ao blues depois de Scars

Power of the Blues, de Gary Moore, saiu em 22 de junho de 2004 pela Sanctuary: blues rock de dez faixas, 41 minutos e 21 segundos, o disco de estúdio seguinte a Scars e anterior a Old New Ballads Blues. A AllMusic descreve a volta ao blues depois do desvio hard rock de 2002, com o peso do rock encaixado no elétrico que Moore vinha praticando desde Still Got the Blues.

Moore canta e toca guitarra. No baixo está Bob Daisley, nome de Ozzy Osbourne, Uriah Heep e Rainbow; na bateria, Darrin Mooney, que já tinha tocado em Scars. Jim Watson entra nos teclados só em “There’s a Hole”, “That’s Why I Play the Blues” e “Can’t Find My Baby”. O formato é de power trio. A resenha de Hal Horowitz na AllMusic isola o fechamento “Torn Inside”, em que Moore usa dinâmica e a economia aprendida com Peter Green. No meio do disco há dois Willie Dixon: “I Can’t Quit You Baby”, associada a Otis Rush, e “Evil”, ligada a Howlin’ Wolf, mais “Memory Pain”, de Percy Mayfield. A faixa-título e “Getaway Blues” são creditadas a Moore, Daisley e Mooney.

O álbum foi gravado e mixado no Sphere Studio One, com produção de Moore e Chris Tsangarides, que também engenheirou; a masterização é de Ian Cooper no Metropolis. Saiu em 22 de junho de 2004, um ano depois do ao vivo Live at Monsters of Rock e dois anos depois de Scars, o disco em que Mooney já estava na bateria e ao qual este sucede na volta ao blues elétrico.

Se gostou, veja também Scars e Still Got the Blues. Power of the Blues está nas plataformas desde 2004 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



6 de outubro de 2026

John Haydock – Street Corner Blues (2026)

 

01 – Better Than Nothing but Not by Much
02 – Meet Me ‘cross the River
03 – Too Much Water in the Well
04 – Miss Runaway
05 – Fall into Thunder
06 – River of Sin
07 – Avalanche Sky
08 – City of Stone
09 – Don’t Tell Him That It’s Over
11 – If I Ever Make It out of This Town Alive
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Onze faixas, um estúdio em casa e o blues que Haydock grava sozinho

Street Corner Blues, álbum de John Haydock lançado em 7 de agosto de 2026 pelo selo John Haydock Music, reúne onze faixas e cerca de 49 minutos no território de blues rock em que o músico de Sydney vem trabalhando disco após disco. Ele cresceu na Inglaterra, mudou-se com a família para a Austrália aos 17 e aprendeu sozinho guitarra, teclados, baixo, gaita, ukulele e bandolim; a biografia no Spotify registra ainda passagens por bandas de pop, metal e funk.

Não há formação externa creditada neste disco. O padrão dos lançamentos dele, confirmado na ficha de trabalhos anteriores e na própria página do artista, é o de gravar no estúdio caseiro, tocar todos os instrumentos e cantar. Das faixas, “Better Than Nothing but Not by Much” saiu antes, em junho, descrita por ele como um whiskey blues de madrugada, apontada a quem gosta de Chris Rea, John Illsley, Snowy White e Mark Knopfler. “Too Much Water in the Well” já circulava como single desde 7 de novembro de 2025, com crédito de composição, produção e guitarra para John Charles Haydock. “Fatherless Son” chegou no YouTube em 6 de agosto, véspera do álbum.

Ele escreveu, tocou e produziu “Fatherless Son” e, na descrição do vídeo, tratou a faixa como terapia pessoal. O álbum inteiro saiu no dia seguinte, 7 de agosto de 2026, em nome da John Haydock Music, sem gravadora externa no crédito.

Se gostou, veja também Town Full of Blues, de 2022, e o single “Too Much Water in the Well”. Street Corner Blues está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



5 de outubro de 2026

Kels – Dirty Blues Princess (2026)

 

01 – Gone
02 – Daddy’s Not The One
03 – 6Ft Under
04 – Fly On The Wall
05 – Call Me
06 – Worn Out Shoes
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A princesa do dirty blues que escreveu o disco entre faxina, 
estrada e jam de jazz

Dirty Blues Princess, EP de estreia de KELS lançado em 12 de junho de 2026, é o ponto em que a cantora de Pittsburgh radicada em Atlanta batiza de vez o som que vinha testando nos bares: o que ela mesma chama de dirty blues, mistura de blues, folk, country e soul nascida da formação em jazz. São seis faixas, cerca de 19 minutos, todas escritas por ela e co-produzidas por ela, sob licença da KELS Music para a Universal Records Distribution, com vinil cherry red pela Cherry Red.

No palco o quinteto que a acompanha em gravações ao vivo recentes junta Tim Neumann na bateria, Nate Light no baixo, Woody Aplanalp na guitarra e Pat Wailes no saxofone — o sopro que puxa o arranjo para o lado de um soul revue em vez do doze compassos reto. As lojas e o material de lançamento destacam “Gone”, “Daddy’s Not The One” e “Call Me”; “Gone”, single de 2025, é o corte que a divulgação trata como ponto de ruptura, depois de meses de posts diários. “Daddy’s Not The One”, último single antes do EP, entra com linha de baixo lisa e vocal de peso em torno de traição, drama de cidade pequena e acerto de contas. “6ft Under”, single de março de 2026 sobre trauma geracional, ancora o disco na leitura da SEE ROCK LIVE.

Ela contou à The Current que as seis músicas saíram entre 2023 e 2026, várias escritas em Atlanta, outras na estrada e algumas em Los Angeles, e que só agora sentiu ter público para um primeiro projeto de verdade. Em 2 de setembro de 2026 postou “6ft Under” ao vivo numa oficina mecânica, caminhonete parada ao fundo, com o mesmo quinteto e uma leitura mais solta do que a de estúdio.

Em 22 de agosto de 2026, no primeiro show europeu, lotou a sala pequena do Paradiso, em Amsterdã, com cerca de 250 pessoas: cinco das seis faixas do EP entraram no set, “Daddy’s Not The One” ganhou aplauso de reconhecimento e “Gone” fechou com a plateia cantando junto — a banda ficou nos Estados Unidos e ela tocou com backing tracks. O EP chegou ao 36º lugar do Official Album Downloads Chart do Reino Unido na semana de 25 de junho; no mesmo ano ela cantou o hino no Draft da NFL, em Pittsburgh, e no jogo 2 das finais da NBA.

Se gostou, veja também o single “Gone” e o registro ao vivo na oficina. O EP está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.


Tempra Rose – Blues Of The Soul – 2025

 

01. Back To St. Louis 04:29
02. Thighs And Prayers 04:35
03. Blues Of The Soul 05:03
04. The Old Time Religion 03:20
05. Scarlet Rose 04:58
06. Breaking The Chains 04:50
07. Shelby Jean 04:15
08. Back To The Crossroads 03:55
09. Daddy’s Little Girl 02:39
10. Early One Morning 03:50
11. A New Love 03:43
12. The Last Of The Real Ones’s 02:39
13. The Day You Died 04:16
14. Take Me Down To The River 06:46
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Catorze faixas, um nome e o selo Kingrid

Blues Of The Soul (2025) é um disco de blues creditado a TEMPRA ROSE, lançado nos Estados Unidos pela Kingrid Records em 23 de setembro.

Nos metadados do Qobuz e do Apple Music, Scott Stoltz aparece como compositor, letrista e produtor de todas as quatorze faixas; Tempra Rose entra como voz. Títulos como “Back to St. Louis”, “Thighs and Prayers”, a faixa-título e o fechamento de quase sete minutos “Take Me Down To The River”, cerca de 59 minutos no total. O YouTube Topic do projeto aponta distribuição DistroKid.

No mesmo ano a Kingrid colocou no ar mais álbuns sob o mesmo nome — The Book of Grace em outubro e um disco homônimo em novembro — ao lado de outros projetos do selo no mesmo circuito digital.

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4 de outubro de 2026

Catch 23 – Bullet Full of Blues (2025)

 

1. Bullet Full of Blues (02:52)
2. Words (03:40)
3. Guilty (03:13)
4. Wrong End of the Barrel (03:38)
5. Dying for my Time (03:23)
6. A Broken Man (03:57)
7. Busy Getting Busy (02:42)
8. Stepping on Another Man’s Toes (02:36)
9. Something for Nothing (03:37)
10. Same Thing Different Day (03:16)
11. In for a Penny (02:30)
12. Bad Situation (03:19)
13. Let it Roll (04:13)
14. Bullet full of Blues (Reprise) (02:00)
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Segundo tiro de Melbourne: blues rock com pólvora própria

Bullet Full of Blues (2025) é o segundo disco dos Catch 23, quarteto de Melbourne que mistura blues e rock em 14 originais.

A banda se formou em 2018: Brendan Alexander na voz, guitarra e gaita; Andrew Baker na guitarra; Ron E. Smith no baixo e voz; Andy Miller na bateria. Smith e Baker assinam as canções. 

O site oficial aponta “Wrong End of the Barrel” e “Dying for My Time” como singles que resumem o disco, e “A Broken Man” como balada lenta; a faixa-título abre e volta no reprise. No Qobuz e no Apple Music constam guitarras elétricas, seção rítmica firme, produção da própria banda, mix de Baker e engenharia de Alex Quayle.

A gravação saiu do Salt Studios, em Melbourne. O lançamento independente — CD e digital, 19 de outubro de 2025 — chega depois de Blues Hotel (2022), que chegou ao 2º lugar no AMRAP e ao 9º no ABARAC Blues and Roots.

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Frentz – With The Blues – 2025

 

01. Bartender 03:07
02. Border Of Time 03:16
03. Friends With The Blues 03:32
04. I Wish 04:00
05. Labor Makes Love 04:26
06. Old And Battered 03:32
07. Out Of My Head 04:48
08. The Page 04:05
09. What If 03:48
10. Where Did I Loose You 03:23
11. Where Do You Go Tonight 03:59
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Onze faixas e um nome holandês no catálogo do blues

With The Blues, de 2025, chega creditado a Frentz — e, no copyright, a Lex Frentz — como disco holandês de blues/rock com onze faixas em inglês.

Não há entrevistas, encarte detalhado nem resenha de veículo sólido que nomeie banda, estúdio ou faixas de destaque. 

O que se confirma no catálogo é o próprio recorte: títulos como “Bartender”, “Friends With The Blues”, “Labor Makes Love”, “Old And Battered” e “Where Did I Loose You”, durações entre cerca de três e cinco minutos, e o registro de “Border of Time” (3:16) sob © 2025 Lex Frentz. 

O mesmo nome já havia aparecido em 2021 com Don’t Know Why (Traxfree), álbum de blues produzido com Maurits de Weerd, misturando composição própria e leituras de B.B. King, John Hiatt e Warren Haynes.

Plataformas digitais listam Frentz como intérprete e, em pelo menos uma faixa do disco novo, também creditam Suno AI na música. 

Sem nota de gravação publicada, fica só o fato de catálogo: o lançamento existe como álbum de 2025, não como objeto coberto pela imprensa blues holandesa.

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3 de outubro de 2026

Robin Trower – Shine (2026)

 

1. The Missing Piece — 02:54
2. Shine — 03:49
3. Love By Any Other Name — 04:34
4. Live Your Time — 03:06
5. Faith — 03:32
6. Driving On Through — 03:28
7. Truth — 04:06
8. The Race — 03:51
9. Without You — 03:21
10. It's Not Time — 06:27
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Dez faixas e o Marshall ainda no talo

Shine (Provogue / Artone, 25 de setembro de 2026) é blues-rock de Robin Trower: dez originais, cerca de 39 minutos.

Ele produz e toca guitarra e baixo. Chris Taggart está na bateria; Richard Watts canta. Jess Hayes entra em “Truth”. Fontes e o site oficial destacam o single “Live Your Time” (3:06), cujo riff soul-funk o próprio Trower descreve como um dos melhores que já teve, além de “Faith” e o encerramento “It’s Not Time” (6:27). O tom vem da Stratocaster no Marshall alto, com groove, wah e solos longos.

As sessões começaram no Studio 91, em Newbury, e fecharam no The Pines, com o engenheiro Sam Winfield. O disco chega um ano depois de Come And Find Me (2025), na mesma linha recente do músico que passou por Procol Harum e por Bridge of Sighs (1974).

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