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29 de outubro de 2026

The Southern Locomotive Band - Somewhere In Time

 

 1. The Time Machine - 3:46
 2. Last Dollar Bill - 5:11
 3. Cat On A Hot Tin Roof - 3:22
 4. Walk Away - 3:06
 5. Lucky Just To Be Alive - 3:35
 6. Home Of The Memphis Blues - 3:14
 7. Living In The City - 2:39
 8. The Rolling Stone - 3:49
 9. Hershel's Farm - 3:29
10. Won't Be Back No More - 2:49
11. We're Gonna All Wash Away - 4:45
12. Angel On My Shoulder - 3:37
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O disco de estreia dos Southern Locomotive Band, 
com power trio da Geórgia

Somewhere in Time, dos Southern Locomotive Band, saiu em 1º de junho de 2020 como lançamento independente: doze faixas, cerca de 43 minutos, southern rock com blues rock. É o primeiro álbum da banda, da Geórgia.

Danny Southern canta e toca guitarra e Hammond. Greg Carter no baixo e nos vocais de apoio. Curtis Hummer na bateria. As faixas são “The Time Machine”, “Last Dollar Bill”, “Cat on a Hot Tin Roof”, “Walk Away”, “Lucky Just to Be Alive”, “Home of the Memphis Blues”, “Living in the City”, “The Rolling Stone”, “Hershel’s Farm”, “Won’t Be Back No More”, “We’re Gonna All Wash Away” e “Angel on My Shoulder”. O material abre com “The Time Machine”, que traz o apito de locomotiva. O disco foi lançado de forma independente, creditado a Danny Southern, e está nas plataformas desde junho de 2020. Depois dele a banda lançou Luck of the Draw (2021) e Back in Town Tonight (2022). spotify

A formação é um power trio. As gravações misturam southern rock e blues com guitarras à frente e órgão. O álbum saiu em 1º de junho de 2020 e está disponível no Spotify e outras plataformas.

Se gostou, veja também Luck of the Draw e Back in Town Tonight. Somewhere in Time está nas plataformas desde 2020 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.




Valerie June - Under Cover 2022

 

1. Pink Moon - 2:24
 2. Fade Into You - 4:45
 3. Look At Miss Ohio - 3:25
 4. Godspeed - 2:49
 5. Imagine - 3:07
 6. Don’t It Make You Want To Go Home - 4:39
 7. Tonight I’ll Be Staying Here With You - 3:04
 8. Into My Arms - 4:11
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As oito versões que Valerie June escolheu para o Under Cover

Under Cover, de Valerie June, saiu em 26 de agosto de 2022 pela Fantasy Records: oito faixas, cerca de 28 minutos, folk com blues, soul e R&B. É uma coleção de covers curada pela cantora e multi-instrumentista, indicada ao Grammy.

Valerie June canta em todas. Nos créditos do Discogs aparecem Dan Iead no pedal steel e nas guitarras, Dave Sherman no piano e teclados, Jason DiMatteo no baixo e Greg Wieczorek na bateria e percussão. Ben Rice engenhou e mixou. As faixas são “Pink Moon” (Nick Drake), “Fade Into You” (Mazzy Star), “Look at Miss Ohio” (Gillian Welch), “Godspeed” (Frank Ocean), “Imagine” (John Lennon), “Don’t It Make You Want to Go Home” (Joe South), “Tonight I’ll Be Staying Here with You” (Bob Dylan) e “Into My Arms” (Nick Cave & The Bad Seeds). Resenhas do No Depression e do Folk Alley isolam “Pink Moon” com piano, “Fade Into You” com pedal steel e a leitura mais pessoal de “Godspeed”. “Tonight I’ll Be Staying Here with You” mantém o pedal steel de Nashville. “Into My Arms” fecha com piano e vocal.

Duas faixas — “Pink Moon” e “Imagine” — já tinham saído na edição deluxe digital de The Moon and Stars: Prescriptions for Dreamers. “Tonight I’ll Be Staying Here with You” existia só como Amazon Original. O restante é novo ou single anterior. O disco saiu em CD, digital e vinil pela Fantasy, com distribuição Concord. June é do Tennessee e já tinha lançado Pushin’ Against a Stone, produzido por Dan Auerbach.

Se gostou, veja também The Moon and Stars: Prescriptions for Dreamers e Pushin’ Against a Stone. Under Cover está nas plataformas desde agosto de 2022 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



28 de outubro de 2026

Litto Nebbia & La Luz - The Blues Parte I (2007)

 

1. Mexican Blues
2. Balada del hombre solo
3. Pena Blues
4. Por un sueño
5. El día que llegaste vos
6. Silbame un Blues
7. No sé si entendiste nena
8. Sueños I (Dreams I)
9. La oscuridad
10. Blues nocturno
11. Un hombre que no sabe llorar
12. Un minuto
13. Los chivos emisarios
14. The Blues
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Litto Nebbia & La Luz cruzam o blues com o espírito rosarino

Em 2007 Litto Nebbia lança com La Luz The Blues (subtítulo Mexican Blues - Blues rosarino), o segundo disco da formação, um trabalho de rock e blues composto integralmente por ele e editado pelo seu selo independente Melopea Discos. A banda é o quarteto que o acompanha desde 2005: Nebbia na voz, guitarra, piano, sintetizadores, percussão, melódica e coros; Ariel Minimal na guitarra e coros; Federico Boaglio no baixo e coros; e Daniel Colombres na bateria e percussão, com Ciro Fogliatta entrando só no solo de órgão de “No Sé Si Entendiste, Nena”.

O booklet documenta solos distribuídos entre Nebbia e Minimal em várias faixas — guitarra de Minimal em “Mexican Blues”, piano de Nebbia em “Balada del hombre solo”, dois solos de guitarra em “Pena Blues” — e destaca a presença especial de Fogliatta. “Mexican Blues” relata o exílio de Nebbia no México e carrega uma citação de “She’s A Woman” dos Beatles; outras peças como “Balada del hombre solo” e “Blues nocturno” nasceram entre 2005 e início de 2006. O som se apoia nas guitarras elétricas, nos improvisos compartilhados e nos teclados, com Nebbia voltando a tocar guitarra de forma mais direta depois de um período em que explorava outros caminhos.

Uma curiosidade comprovada da formação é que, ao ouvir um solo de Nebbia nos ensaios, Minimal começou a brincar de chamá-lo por apelidos de bluesmen, como Johnny Delta, Big Blues Rosario ou Félix Finger, o que gerou uma série de desenhos da esposa de Nebbia, Alexandra Deluca, para o projeto.

As motivações do álbum fizeram Nebbia retomar as guitarras, comprar instrumentos novos e desenvolver formas de blues que conhecia tecnicamente mas nunca havia usado nas próprias canções, o que o levou de novo à improvisação ao lado de Minimal. O disco foi gravado em 2006 nos Estudios del Nuevo Mundo (exceto a faixa “The Blues”, feita em Tigre Sound), com engenharia e masterização de Mario Sobrino, e saiu em julho de 2007 como homenagem declarada ao blues e às canções argentinas inspiradas por ele.

Se gostou, veja também Danza del corazón e The Blues parte dos, os discos imediatos da mesma banda. Ouçam agora no Spotify, comentem o que acharam e passem no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ para mais.



Johnny Rawls - Going Back to Mississippi 2022

 

 1. Midnight Train - 3:56
 2. Reap What You Sew - 3:42
 4. If You Ever Get Lonely - 4:21
 5. I Got It - 3:49
 6. Noki Noki - 3:54
 7. Your Love - 3:53
 8. Amazing Love - 4:12
10. Love Machine - 4:14
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Johnny Rawls crava o pé no Mississippi e o groove não perdoa

Em 2022 Johnny Rawls solta Going Back to Mississippi, o 21º disco da carreira, um pacote de dez originais de southern soul e soul-blues gravado com a urgência de quem nunca saiu de estrada. A base é o trio alemão de origem turca Özdemirs — Erkan no baixo, Kenan na guitarra e Levent na bateria —, com o italiano Alberto Marsico no Hammond e nas teclas, coproduzindo junto com Rawls. Completam o quadro uma seção de metais (trompete, sax e trombone) e participações pontuais de Ramona Collins e Elvin Bishop.

As resenhas apontam o abrir de “Midnight Train”, soul-blues cru sobre despedida sem volta, com guitarra pontuda; “Reap What You Sew”, um dos cortes mais fortes, relação e groove limpo; e a faixa-título, de groove propulsivo em que Rawls canta o estado natal com paixão, clavinet e metais empurrando. O som se apoia em metais enxutos, guitarra limpa e espirituosa, órgão e, em “Straight from the Bottle”, slide e funk de juke joint com Elvin Bishop. O encerramento “Love Machine” vira boogie-woogie com Marsico solto no piano. Uma curiosidade confirmada da formação: depois da turnê europeia de março de 2019 com os Özdemirs e Marsico, o grupo decidiu entrar em estúdio juntos.

A gravação foi dividida entre Haymen Studios em Copenhague, Dinamarca, e Bigfoot Studios em Waterville, Ohio, com sessões conduzidas de forma despojada por Rawls e Marsico para preservar a imediatidade. É o quarto álbum de Rawls no selo Third Street Cigar Records, o mesmo que o levou de volta ao circuito após anos como diretor musical de O.V. Wright.

Se gostou, veja também I Miss Otis Clay e Where Have All the Soul Men Gone, do mesmo período com o selo. Ouçam agora no Spotify, comentem o que acharam e passem no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ para mais.



27 de outubro de 2026

Josh Alan Band - Josh Alan Band 2001

 

1. Josh's Breakdown (2:23) 2. Strike a Match (2:26) 3. When a Poor Man Gets Rich (3:28) 4. Rollin' and Tumblin' (2:58) 5. Highway 61 Revisited (4:17) 6. Her City (4:42) 7. Mean Town Blues (4:24) 8. No One Owns the Blues (2:53) 9. The Honey Dripper (3:54) 10. Billionaire of the Blues (2:38) 11. As Chanukah Passes Me By (3:16)
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O disco de blues texano de 2001 em que Josh Alan tocou com Robby Garner e Derek Rougeot

Josh Alan Band, o álbum de estreia do Josh Alan Band, saiu em 2001 pela Topcat Records (CD de junho de 2002): onze faixas, cerca de 37 minutos, blues texano com rock. Josh Alan toca guitarra e canta. Robby Garner no baixo, Derek Rougeot na bateria.

Bernard Wright entra no órgão. Jeffrey Barnes no clarinete e na gaita. David “Fathead” Newman no sax tenor. Hash Brown na gaita. Bill Eden nos saxofones. Frank Saffiotti na trompete. Bobby Baranowski também na bateria. Entre as faixas estão os originais “Josh’s Breakdown”, “Strike a Match”, “When a Poor Man Gets Rich”, “Her City”, “No One Owns the Blues”, “Billionaire of the Blues” e “As Chanukah Passes Me By”. Os covers são “Rollin’ and Tumblin’”, “Highway 61 Revisited”, “Mean Town Blues” (Johnny Winter) e “The Honey Dripper, Pt. 2”. A engenharia e a mixagem são de David Rosenblad e Kevin Brown.

O disco foi lançado pela Topcat Records, de Dallas. Josh Alan Friedman é creditado como produtor em algumas fichas. As sessões reuniram músicos de blues texano e convidados de jazz e soul. O material mistura composições próprias com standards de blues e rock.

Se gostou, veja também outros discos de blues texano da Topcat e o trabalho posterior de Josh Alan. Josh Alan Band está disponível em CD e nas plataformas — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify 



25 de outubro de 2026

Silvia Josifoska - Closer 2022

 

 1. I'll make You feel so high - 5:02
 2. In a subway - 5:13
 3. Red blood - 4:13
 4. Midnight fire - 5:43
 5. I can't make You love me - 5:02
 6. Grooved - 5:27
 7. Closer - 5:46
 8. Every man needs a woman - 4:33
 9. You - 3:59
10. Baby please don't go - 6:09
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Closer: Silvia Josifoska abre a porta do blues 
eslovaco com voz e banda afiada

Closer, de 2022, é o álbum em que a cantora eslovaca Silvia Josifoska, três vezes eleita melhor cantora de blues do ano no país, mistura o blues elétrico moderno com toques de soul, funk e rock, apoiada por uma formação instrumental de peso.

No núcleo estão Martin Gašpar (baixo e produção), Erich Boboš Procházka (gaita), Pišta Lengyel (guitarra), Martin Wittgruber (teclados) e Ajdži Sabo (bateria e percussão), com participações de Radovan “Vrabec” Orth, Katarina Korcek (voz e alguns textos), Ondrej Juráši (trompete) e Martin Zajko (guitarra). As faixas que ganharam destaque nas apresentações e no streaming incluem “I’ll Make You Feel So High” e “Midnight Fire” (músicas compostas por Josifoska), além de “Red Blood”, cover do Blues Company de 1993 que virou single com clipe, e o clássico “Baby Please Don’t Go” em arranjo da banda. O som carrega a gaita de Procházka, o groove do baixo e da bateria, e a voz de Josifoska com sua cor característica e interpretação sensível.

Pela primeira vez Josifoska assina a música de três faixas — “In a Subway”, “I’ll Make You Feel So High” e “Midnight Fire” —, enquanto Procházka escreveu “Closer”, “You” e “Grooved”. O disco foi gravado e mixado por Roman Turtev nos estúdios AMA 21, em Bratislava, e Oakland, na Eslováquia, e masterizado por Brian Murphree nos EUA; o lançamento oficial veio com batismo no clube Randal, em Bratislava, no dia 7 de setembro de 2022.

Se gostou, veja também o trabalho anterior da cantora com a banda e as colaborações em projetos eslovacos. Dá uma ouvida agora no Spotify, deixa um comentário e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



24 de outubro de 2026

The Doors – Unbound and Dangerous (Live) (2026)

 

01 – Introduction (Live, 1970) [2026 Mix]
02 – Dead Cats, Dead Rats (Live, 1970) [2026 Mix]
03 – Break On Through (to the Other Side) [Live, 1970] [2026 Mix]
04 – When the Music’s Over (Live, 1970) [2026 Mix]
05 – Roadhouse Blues (Live, 1970) [2026 Mix]
06 – Alabama Song (Whisky Bar) [Live, 1970] [2026 Mix]
07 – Back Door Man (Live, 1970) [2026 Mix]
08 – Five to One (Live, 1970) [2026 Mix]
09 – Build Me a Woman (Live, 1970) [2026 Mix]
10 – Petition the Lord With Prayer (Live, 1970) [2026 Mix]
11 – Light My Fire (Live, 1970) [2026 Mix]
12 – Crawling King Snake (Live, 1970) [2026 Mix]
13 – Soul Kitchen (Live, 1969) [2026 Mix]
14 – Bring Out Your Dead (Live, 1970) [2026 Mix]
15 – The End (Live, 1970) [2026 Mix]
16 – Thank You and Good Night (Live, 1970) [2026 Mix]
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O ao vivo de 1970 dos Doors, remixado por 
Bruce Botnick com Krieger e Densmore

Unbound and Dangerous, dos Doors, sai em 23 de outubro de 2026 pela Rhino: dezesseis faixas ao vivo, rock com blues e psicodelia. A maioria das gravações vem da turnê Roadhouse Blues de 1970. Robby Krieger, John Densmore e o engenheiro Bruce Botnick montaram e sequenciaram a coleção.

As performances foram remixadas de shows em Nova York, Filadélfia, Pittsburgh, Detroit e Hollywood. “Soul Kitchen” é a única de 1969, do segundo show de 21 de julho no Aquarius Theatre, em Hollywood. A sequência abre com “Introduction” e “Dead Cats, Dead Rats”, segue para “Break On Through (to the Other Side)” e um “When the Music’s Over” longo. Depois vêm “Roadhouse Blues”, “Alabama Song (Whisky Bar)”, “Back Door Man”, “Five to One”, “Build Me a Woman”, “Light My Fire”, “Crawling King Snake” e um “The End” de cerca de quinze minutos, precedido por Jim Morrison gritando “Bring out your dead!”. O disco chega em CD, vinil duplo vermelho translúcido e Blu-ray com mixagens Dolby Atmos e estéreo high-res de Botnick.

A turnê aconteceu no período do Morrison Hotel, que chegou ao 4º nos EUA em 1970 e foi o quinto Top 10 consecutivo da banda. Botnick engenhou as gravações originais da turnê. Krieger e Densmore trabalharam com ele na seleção. O álbum foi anunciado em setembro de 2026 e sai em 23 de outubro.

Se gostou, veja também Morrison Hotel e os outros ao vivos oficiais dos Doors. Unbound and Dangerous está nas plataformas e em formatos físicos desde outubro — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



23 de outubro de 2026

Angel Forrest - A Beautiful Life 2026

 

1. Beautiful Thing (3:19)
2. Me, Myself & I (3:35)
3. Con't Say My Name (3:44)
4. Can You Feel Her (Mother Earth) (3:17)
5. Guitbox (3:19)
6. Beautiful Boy (2:42)
7. Not Without A Plea (4:01)
8. Rhythm Of Reality (2:58)
9. Wasted Days (3:59)
10. Find Me An Ocean (3:33)
11. Your Voice (3:41)
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O primeiro álbum independente de Angel Forrest em anos, 
com blues, rock e soul

A Beautiful Life, de Angel Forrest, saiu em 8 de setembro de 2026: onze faixas, cerca de 38 minutos, blues com rock e soul. É o primeiro lançamento totalmente independente dela em anos recentes. A cantora canadense começou em 1988.

As faixas incluem “Beautiful Thing”, “Me, Myself & I”, “Don’t Say My Name”, “Can You Feel Her (Mother Earth)”, “Guitbox”, “Beautiful Boy”, “Not Without a Plea”, “Rhythm of Reality”, “Wasted Days”, “Find Me an Ocean” e “Your Voice”. Forrest descreveu o título como contraste entre desespero e esperança, influenciado pelo caos do mundo durante a escrita. O disco anterior, Angel’s 11 Vol. II, de 2022, reuniu colaborações com Crystal Shawanda, Harry Manx, Dawn Tyler Watson, Brandon Isaak e Ricky Paquette. Angel’s 11, de 2016, foi um álbum conceito com onze guitarristas canadenses.

Ela tem dez Maple Blues Awards, oito deles de Female Vocalist of the Year, além de prêmios de Songwriter e Producer/Recording of the Year. Foi finalista do International Blues Challenge em Memphis em 2018 e indicada ao JUNO por Hell Bent with Grace. Here for You vendeu mais de 30 mil cópias. O álbum saiu em 8 de setembro de 2026 e está nas plataformas.

Se gostou, veja também Angel’s 11 e Hell Bent with Grace. A Beautiful Life está no Spotify e outras plataformas — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



22 de outubro de 2026

Christopher Wyze & The Tellers - Naptown Blues 2026

 

1. I'm Going Back To Tennessee (4:03)
2. Naptown Blues (2:54)
3. How Long - How Long Blues (4:21)
4. The Truth About The Thing (3:12)
5. My Own Lonesome Blues (2:51)
6. Midnight Hour Blues (3:28)
7. Kokomo Blues (3:52)
8. Tired Of Your Low Down Ways (3:06)
9. You Got To Reap What You Sow (3:09)
10. Prison Bound Blues (4:40)
11. Birthday In Jail (4:06)
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O tributo de Christopher Wyze a Leroy Carr e Scrapper Blackwell, gravado a três quilômetros do estúdio de 1928

Naptown Blues, de Christopher Wyze & The Tellers, saiu em 2 de outubro de 2026 pela Big Radio Records: onze faixas, cerca de 40 minutos, blues semiacústico. É um tributo a Leroy Carr e Scrapper Blackwell, os pioneiros do blues de Indianápolis.

Wyze canta e toca gaita. John Boyle III nas guitarras e no Hammond. Gerry Murphy no baixo acústico. Não há bateria nem percussão. A produção é de Jim Riley. As sessões foram no Postal Studios, em Indianápolis, a menos de três quilômetros do lugar onde Carr e Blackwell gravaram pela primeira vez em junho de 1928. Todas as faixas, menos a última, são composições da dupla: “I’m Going Back to Tennessee”, a faixa-título, “How Long – How Long Blues”, “Midnight Hour Blues”, “Kokomo Blues”, “Prison Bound Blues” e as outras. A Americana Highways destaca essas e “Birthday in Jail”. O disco vem com encarte de 24 páginas e visual de 78 rpm.

Carr e Blackwell gravaram “How Long, How Long Blues” em 1928 e ajudaram a popularizar o formato piano e guitarra. “Kokomo Blues”, de Blackwell, serviu de base para “Sweet Home Chicago”, de Robert Johnson. Wyze e a banda já tinham lançado Stuck in the Mud e Live in Clarksdale. Este chegou ao 1º no Roots Music Report dos álbuns de Indiana e ao 6º no Acoustic Blues.

Se gostou, veja também Stuck in the Mud e Live in Clarksdale. Naptown Blues está nas plataformas desde 2 de outubro de 2026 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify