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9 de janeiro de 2026

James Brown - Messing with the Blues (1957-1985)

 

CD 1:
1. Like It Is, Like It Was (The Blues) (4:57)
2. Don't Cry Baby (3:00)
3. Caldonia (2:54)
4. Somebody Done Changed The Lock On My Door (3:39)
5. Ain't Nobody Here But Us Chickens (2:59)
6. Good Rockin' Tonight (2:38)
7. I Love You, Yes I Do (2:47)
8. Messing With The Blues (2:12)
9. Waiting In Vain (2:48)
10. For You, My Love (2:18)
11. Blues For My Baby (3:02)
12. Everyday I Have The Blues (4:29)
13. Love Don't Love Nobody (False Start) (0:49)
14. Love Don't Love Nobody (2:04)
15. Goin' Home (5:04)
16. Have Mercy Baby (2:14)
17. Kansas City (3:24)
18. The Bells (3:37)

CD 2:
1. Don't Deceive Me (Please Don't Go) (11:43)
2. The Things That I Used To Do (2:48)
3. Need Your Love So Bad (3:27)
4. Like A Baby (2:53)
5. Honky Tonk, Parts 1 & 2 (6:10)
6. Suffering With The Blues (3:05)
7. Further On Up The Road (3:46)
8. Radio Spot (1:04)
9. Talk To Me, Talk To Me (3:28)
10. Kansas City (7:48)
11. Wonder When You're Coming Home (2:33)
12. Like It Is, Like Was (The Blues, Continued) (6:31)
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James Brown no Ritmo do Blues: Descubra 'Messing with the Blues' (1957-1985)
A compilação Messing with the Blues de James Brown é um tesouro imperdível! Este álbum duplo reúne 30 faixas que mergulham nas raízes blues e R&B do Godfather of Soul, misturando interpretações passionais com toques de sua energia polirrítmica inovadora. O estilo é um blues clássico com influências de R&B pioneiro, onde Brown revisita hits antigos ao lado de experimentações vocais e instrumentais, criando um som cru e cativante.
Destaques: incluem a épica versão de 11 minutos de "Don't Deceive Me (Please Don't Go)", de Chuck Willis, com improvisos intensos, e o vamp blues-rap em duas partes "Like It Is, Like It Was (The Blues)", que captura a essência dos anos 70. Brown lidera com sua voz inconfundível, apoiado por bandas rotativas que incluem músicos como Bootsy Collins em sessões posteriores, adicionando grooves únicos e camadas percussivas.
Curiosidade: Muitas faixas foram gravadas nos anos 60, durante a transição de Brown de um estilo convencional para suas inovações em funk, com sessões espontâneas que capturavam sua evolução criativa. 
Detalhe: O álbum cobre covers de lendas como Louis Jordan e Bobby Bland, contextualizando as raízes de Brown no R&B pós-guerra, e inclui takes inéditos e versões não editadas, revelando um lado mais suave e autêntico do artista.

31 de dezembro de 2025

Jill Newman - Little Bit Of Luck 2025

 

1. Little Bit Of Luck (4:18)
2. Lost Without You (3:35)
3. Lay My Worries Down (4:06)
4. Making Up For Lost Time (4:03)
5. Not Gonna Change My Mind (3:26)
6. Someone Like You (3:42)
7. Crying Out Loud (3:55)
8. I've Had Enough (2:55)
9. Yellow Dog Shuffle (3:08)
10. Love Has No Pride (3:58)
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Jill Newman Brilha em "Little Bit Of Luck"!
Em 2025, Jill Newman, a talentosa cantora e guitarrista do Pacífico Noroeste, lança seu terceiro álbum, "Little Bit Of Luck", uma fusão cativante de Americana com influências blues, repleta de melodias sinceras e arranjos intimistas. Com nove originais e uma cover ("Love Has No Pride"), o disco destaca vocais claros e sem exageros de Jill, acompanhados por sua guitarra slide e rítmica que evocam emoção pura. Faixas como a animada "Little Bit Of Luck" e a reflexiva "Lost Without You" são pontos altos, com grooves suaves e harmonias envolventes.
A banda regular inclui Scott Smith na guitarra, Patrick McDanel no baixo e Kelly Van Camp na bateria e harmônica, com convidados como Annie Jantzer nos backing vocals em cinco faixas, Peggy Lee no cello em uma e teclados de Joe Doria ou Chris Gestrin em sete.  
Curiosidade: as canções foram compostas com a companhia fiel de sua cadela Lucy, inspirando a autenticidade do processo criativo. 
Detalhe interessante é o contexto – vinda de uma banda tributo feminina ao Led Zeppelin em Vancouver, Jill revitaliza o Americana em shows por Seattle e Canadá, provando ser uma voz fresca no gênero.

28 de dezembro de 2025

The Blues Kid Combo - Gaston's Guitar 2025

 

1. Congratulations (4:57)
2. Monkey On My Back (3:17)
3. My Home Town - Slight Return (3:39)
4. Big Bad Wolf (3:38)
5. 'Yac And 'Pane (1:54)
6. Hotel By The Sea (4:36)
7. Morgantown (3:04)
8. Wishing Spoon (They Put A Man On The Moon) (3:12)
9. Son Of Jose (3:01)
10. Another Song (3:32)
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O Prodígio do Blues: Enzo Cappadona Domina as Cordas em "Gaston's Guitar"!
Lançado em 2025 pelo The Blues Kid Combo, "Gaston's Guitar" é uma explosão de blues autêntico com influências rock e soul, liderado pelo talento precoce de Enzo Cappadona, o garoto de Marseille que aos 18 anos já soa como um veterano. Sua guitarra afiada e vocais cheios de alma impulsionam faixas marcantes como "The King Of The Six Strings", um hino aos mestres das cordas, e "Devil Lady", com riffs hipnóticos e groove irresistível. O álbum destaca a banda compacta: Laurent Basso no baixo, Léo Jimenez na bateria e Benoît Ribière nos teclados, criando uma sonoridade orgânica e energética, sem overdubs excessivos, que evoca jams ao vivo.
Curiosidade: o disco foi gravado em sessões inspiradas nas jams regionais de Enzo, capturando improvisos espontâneos que refletem sua paixão precoce pelo blues. Outro detalhe fascinante é o contexto – Enzo, que aos 12 anos já subia ao palco com lendas como Lucky Peterson e Sandra Hall, traz uma ponte geracional, revitalizando o gênero em uma era digital.

20 de dezembro de 2025

Watermelon Slim - Winners Of Us All 2024

 

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Winners Of Us All (2024): Watermelon Slim solta o grito do homem comum com slide afiado e alma de veterano
Lançado em 2024, o novo álbum de Watermelon Slim é um tratado de blues cru, folk raivoso e histórias de vida que só quem passou pelo inferno pode contar. Aos 75 anos, o ex-combatente do Vietnã, caminhoneiro, fazendeiro de melancia e gênio certificado pela Mensa entrega 14 faixas originais carregadas de verdade.
  • Estilo: Blues roots com slide cortante à la Slim Harpo, toques de folk, country e protesto – às vezes até foge do blues puro, mas sempre soa autêntico e urgente.
  • Faixas que pegam fogo: “Pick Up My Guidon” (hino anti-guerra), “Mean Streets”, “They Never Even Gave Us A Parade” (dedicada aos veteranos esquecidos), “WBCN” (nostalgia rock de Boston), “Northern Blues” e a épica “Dark Genius”.
  • Time de apoio: Joanna Miller (bateria), Gilles Fournier (contrabaixo), Jay Nowicki (guitarra elétrica), Jeremy Rusu (piano, clarinete, acordeão), Don Zueff (violino) e backing vocals de Jolene Higgins, Sol James e Ray “Coco” Stevenson.
  • Curiosidade: Várias letras nasceram enquanto Slim dirigia caminhão por milhares de quilômetros, cantando a cappella sozinho na boleia para se manter acordado – método que ele usa desde os anos 70.
  • Detalhe histórico: Único artista na história a receber 6 indicações ao Blues Music Awards em dois anos seguidos (2007 e 2008), ao lado de lendas como B.B. King e Buddy Guy. Aqui ele transforma dor pessoal (Vietnã, ataque cardíaco quase fatal em 2002, vida de trabalhador braçal) em arte que fala por milhões.