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11 de setembro de 2026

Surreal Faces Group – Show Me Something Out Of Nothing (2024)

 


01. I Got Something (05:38)
02. Jake Knows (04:06)
03. Am I Going Fast Enough (Reprise) (04:49)
04. Fuckin’ In Da Band (04:44)
05. Johnny Flying Saucerman (03:30)
06. Direct Receiver (05:25)
07. Jake Knows (Reprise) (01:49)
08. Janky (05:36)
09. Pack A Bowl (03:39)
10. DoobTube (03:07)
11. Funky Stuff (06:27)
12. Johnny Flying Saucerman (Reprise) (02:25)
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26 de janeiro: terceiro disco, jam no tamanho de rádio

Show Me Something Out Of Nothing é o terceiro álbum de estúdio do Surreal Faces Group, dos EUA: progressive, psychedelic rock e jam band. Saiu em 26 de janeiro de 2024.

A formação deste disco é Steve Thomas na bateria e percussão, Buck Wayne no vocal e no teclado, Scott “Bongwrecker” Longnecker no baixo e no vocal e GrizLd WizRd na guitarra e no vocal. 

São doze faixas. Entram “I Got Something”, “Fuckin’ In Da Band”, “Johnny Flying Saucerman”, “Direct Receiver”, “Janky”, “Pack A Bowl” e “Funky Stuff”, com reprises de “Jake Knows”, “Am I Going Fast Enough” e de novo “Johnny Flying Saucerman”. 

No vídeo oficial a banda diz que aqui não tem jam de doze minutos nem outro alongado — música no tamanho de rádio. 

As sessões da banda rodam no Hawk’s Place, no High Desert do sul da Califórnia. No mesmo começo de 2024 eles ainda largaram o EP longo The Desert Party Monster, o avesso deste disco.

10 de setembro de 2026

Rene Huard Project – Blues Calling – 2024

 

01. Hard Times 02:57
02.Child’s Play 04:14
03. Blues Calling 04:15
04. Demolition Man 03:55
05. Favorite Shirt 04:16
06. I Do 03:02
07. Retsina 03:17
08. Blindspot 04:41
09. Sharp Curves 04:55
10. Broken Halo 04:15
11. Hurry Up Slow 05:12
12. Ten Pound Stone 03:58
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Niagara no microfone, computador quebrado, disco no chão

Blues Calling é o disco de blues e blues rock que o René Huard Project soltou em 2024, no Canadá: doze originais, cerca de 49 minutos, lançamento próprio.

Huard é de Niagara: voz, gaita, guitarra base e slide. Jack de Keyzer produziu, gravou, mixou, masterizou e toca guitarra. Alec Fraser Jr. está no baixo, Al Cross na bateria, Eric Lambier no teclado e Richard Thornton na percussão. 

“Hard Times” abre. “Child’s Play” e a faixa-título seguem; em “Blues Calling” ele cita quem o puxou para o blues e põe slide. Blues Blast e Bman’s apontam ainda “I Do”, “Blindspot”, “Sharp Curves” e o fecho “Ten Pound Stone”. 

Gravaram ao vivo, com pouco overdub, no estúdio caseiro de de Keyzer em Courtice, Ontário.Fraser e Huard vinham arranjando desde 2014; a sessão em Toronto caiu na véspera porque o computador do estúdio quebrou, e de Keyzer chamou o bando para a casa dele. O single “Hard Times” saiu no fim de 2023; o disco, no começo de 2024.

13 de agosto de 2026

Lucinda Williams – Lucinda Williams Sings The Beatles from Abbey Road (2024)

 

01. Don’t Let Me Down
02. I’m Looking Through You
03. Can’t Buy Me Love
04. Rain
05. While My Guitar Gently Weeps
06. Let It Be
07. Yer Blues
08. I’ve Got a Feeling
09. I’m So Tired
10. Something
11. With a Little Help from My Friends
12. The Long And Winding Road
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Os Beatles na voz rouca de Lucinda, direto do Abbey Road

Lucinda Williams Sings the Beatles From Abbey Road é o disco de covers de roots-rock e Americana em que a cantora coloca sua marca única sobre clássicos dos Fab Four

Com os guitarristas Doug Pettibone e Marc Ford, o baixista David Sutton, o baterista Butch Norton e o tecladista Richard Causon, Williams transforma faixas como “While My Guitar Gently Weeps”, “Rain” e “Don’t Let Me Down” em versões cheias de grito sulista, solos ferozes e um groove de bar. 

As guitarras rugem, o órgão enche o espaço e a voz rouca dela dá um tom de sabedoria cansada às melodias. O álbum foi gravado ao vivo no chão do Studio Two do Abbey Road em apenas três dias. E Lucinda é a primeira artista importante a registrar covers dos Beatles nesse estúdio sagrado, além dos próprios Fab Four.  

11 de agosto de 2026

Beggars Blue - Busting My Tail 2024

 

1. Busting My Tail - 3:23
 2. One of These Days - 3:24
 3. I Can't Turn My Back on You - 3:28
 4. What Do You Miss - 3:45
 5. At the End of the Day - 5:07
 6. Paranoia Symptoms - 4:46
 7. These Memories - 4:54
 8. Old Grumpy Man - 3:21
 9. Running Away - 4:02
10. Give Me a Chance - 2:51
11. Barrelhouse - 3:19
12. Going Too Fast - 4:24
13. I Did It All Wrong - 3:17
14. There's a Time for Everything - 3:34
15. Nobody Want's to Be Alone - 2:54
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O blues dinamarquês explode em Busting My Tail 

É o quarto álbum da Beggars Blue, um blues dinâmico de Aalborg que mistura raízes tradicionais com folk, rock e soul de forma autêntica e cheia de energia. 

Jan Edvard comanda vocal e guitarra, ao lado de Andreas O’Carroll na guitarra, Casper Bue no baixo e Jan Hvingel na bateria, com Sten Kjærsgaard reforçando piano e órgão em todas as faixas. 

O disco entrega 15 originais do próprio grupo: a faixa-título “Busting My Tail” abre com riff forte e drive de estrada, “Running Away” traz um toque jazzado com linhas de guitarra elegantes, e “At the End of the Day” desacelera em clima introspectivo e soulful. 

O som se define pela vocal potente de Edvard, ritmos dinâmicos e a base de blues que flui para country e rock sem perder a identidade. 

Curiosidade: o álbum marca os 25 anos de estrada da banda, gravado como trio principal desde 2017 e complementado pelo teclado em todas as faixas. Lançado em 24 de novembro de 2024 (com versão em vinil de 10 faixas e CD/streaming com as 15), o disco é todo escrito e produzido pelo próprio grupo. 

A Beggars Blue já consolidou público sólido na Dinamarca e Noruega, com shows em festivais como Skanderborg e Den Blå Festival ao longo de mais de duas décadas.  

9 de julho de 2026

Cactus – Temple of Blues: Influences and Friends (2024)

 

1. Parchman Farm (feat. Joe Bonamassa & Billy Sheehan) (03:06)
2. Bro. Bill (feat. Randy Jackson, Randy Pratt, & Bob Daisley) (04:50)
3. Guiltless Glider (feat. Bumblefoot & Phil Soussan) (06:12)
4. Evil (feat. Dee Snider & dUg Pinnick) (03:17)
5. One Way…Or Another (feat. dUg Pinnick & Ted Nugent) (05:09)
6. Alaska (feat. Johnny A. & Tony Franklin) (03:45)
7. No Need To Worry (feat. Jorgen Carlsson & Warren Haynes) (06:13)
8. Oleo (feat. Steve Stevens & Billy Sheehan) (04:03)
9. Big Mama Boogie (feat. Pat Travers & James Caputo) (06:18)
10. You Can’t Judge A Book By The Cover (05:26)
11. Rock N’ Roll Children (feat. Britt Lightning, Vernon Reid, & Rudy Sarzo) (06:25)
12. Let Me Swim (feat. Doug Aldrich & Marco Mendoza) (04:27)
13. Restrictions (feat. Ty Tabor & Phil Soussan) (06:16)
14. Long Tall Sally (feat. Mark Stein & Fernando Perdomo) (05:09)
15. Guiltless Glider (Bonus Track) (feat. Tim “Ripper” Owens) (06:12)
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Cactus Chama os Gigantes do Rock para uma Festa de Blues Explosiva!
O álbum do Cactus, Temple of Blues – Influences & Friends (2024), liderado pelo lendário baterista Carmine Appice, o disco revisita os clássicos da banda em uma abordagem moderna e roqueira do blues tradicional, reunindo uma galera que cresceu ouvindo Cactus como grande influência.
Com Appice na bateria em todas as faixas, Jim McCarty na guitarra, Jim Stapley nos vocais, guitarra e harmônica, Jim Caputo no baixo e Artie Dillon na guitarra (incluindo turnês), o álbum ganha ainda mais força com participações de peso. 
Destaques: “Parchman Farm” (com Joe Bonamassa e Billy Sheehan), “Evil” (com Dee Snider e dUg Pinnick) e “Long Tall Sally” (com Mark Stein e Fernando Perdomo). O som é puro blues-rock poderoso: guitarras afiadas, vocais cheios de atitude e uma fusão vibrante entre o tradicional e o rock moderno, com jams cheios de energia e colaborações que elevam cada faixa.
Curiosidade: Appice decidiu fazer o disco depois de ouvir de vários amigos famosos o quanto Cactus os influenciou — ideia que ganhou força com o incentivo do presidente da Cleopatra Records. Além disso, o álbum traz participações de lendas que cresceram com a banda, como Dee Snider (que afirma soar como o vocalista original Rusty Day) e dUg Pinnick, reforçando o legado do grupo formado em 1970 por Appice e Tim Bogert.

6 de junho de 2026

John Lee Hooker - The Charcot Sessions 2024/2025

 

CD 1:
1. My Name Is Ringing (5:17)
2. Baby, Don't You Want To Go (3:07)
3. Hey Baby (3:58)
4. Going Home (3:04)
5. Things I Tell You To Do (3:57)
6. I Feel Good (4:08)
7. Mean Woman Blues (3:45)
8. We Are Cooking (6:23)
9. Dazie Mae (4:34)
10. What's The Matter Baby? (4:30)
11. Baby, Baby (4:28)
12. Call It The Night (3:38)

CD 2:
1. Bury My Body (1:14)
2. Come Back Baby (5:15)
3. Talk To Your Daughter (4:46)
4. Bottle Of Wine (5:15)
5. You Move Me (4:53)
6. I Wanna Dance All Night (3:48)
7. Baby, Don't Do Me Wrong (5:03)
8. Why Put Me Down? (2:49)
9. Stand By (5:03)
10. Roll And Tumble (5:07)
11. Looking Back Over My Day (5:20)

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Charcot Sessions: o boogie de Hooker que esperou 55 anos pra explodir!
The Charcot Sessions do John Lee Hooker, lançado em dezembro de 2024 (e com vinil triplo no RSD 2025), esse álbum duplo entrega na íntegra as gravações de outubro de 1969 no Studio Charcot, em Paris – puro country blues elétrico e boogie sem frescura.
O Rei do Boogie está acompanhado por peso pesado: Lowell Fulson na guitarra, Carey Bell na harmônica e S.P. Leary na bateria. 
Destaques: “We Are Cooking”, um groove de mais de seis minutos que cozinha no fogo baixo, “I Feel Good”, que levanta qualquer um, e “Roll And Tumble”, com aquele swing hipnótico que só Hooker sabe fazer. O som é quente, cheio de improvisos soltos, baixo pulsante e aquela energia de sessão ao vivo que não para.
Curiosidade: tudo foi gravado numa única noite no estúdio icônico de Paris, e só agora o material completo saiu do baú. Essa reunião de lendas mostra exatamente por que John Lee Hooker ganhou o título de “King of Boogie” – um retrato perfeito do seu blues natural, direto do osso.