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6 de março de 2026

Little Peter & The Mellowtones - Hurricane 2024

 

 1. Hurricane - 5:44
 2. Matchbox - 4:50
 3. All Night Long - 3:27
 4. Land of Dreams - 3:12
 5. Blues for Stevie - 3:28
 6. I Wouldn't Treat a Dog - 4:36
 7. Boogie Shoes - 3:06
 8. SoundCheck Blues - 4:12
 9. Peter Pepper - 3:04
10. Miss You - 4:47
11. Maggot Brain - 4:39
12. Drinking Bourbon Whiskey - 4:37
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Little Peter & The Mellowtones lançam vendaval texano em 2024!
Little Peter & The Mellowtones acabam de soltar um verdadeiro furacão sonoro com o álbum Hurricane (2024). A banda francesa entrega blues, soul e R&B cheios de energia e raiz, inspirados em lendas como Stevie Ray Vaughan, Jimi Hendrix, Stevie Wonder, Albert King e Gary Clark Jr.
O disco de 12 faixas mistura covers incendiários e originais explosivos. Destaques vão para a faixa-título “Hurricane” (5:44), o tributo emocionante “Blues for Stevie” e versões poderosas como “Maggot Brain” e “Miss You”. O groove é puro Texas shuffle com alma R&B contemporânea.
Fundado por Pierre Cayla (Little Peter), guitarrista e vocalista desde os 9 anos e apaixonado por blues, o grupo conta com Philippe Scemama (baixo), Alexandre Cantié (teclados), Didier Mouret (órgão B3) e Fabien Tournier (bateria). 
Curiosidade: Little Peter viaja sempre a Austin, Texas, e gravou o álbum ao lado de seu amigo Lucky Gus, da seção de metais de Jimmie Vaughan (The Texas Horns) e até do baterista de Stevie Ray Vaughan, Chris Layton.Do maior palco da Europa aos clubes íntimos, Hurricane prova que, quando o blues é tocado com essa paixão desde a infância, o resultado é puro fogo.

4 de março de 2026

Kirk Nelson & Jambalaya West - Savor The Moment 2024

 

1. Bounce Around - 3:01
 2. Only 12 Bars In A Day - 3:48
 3. Stay In Your Lane - 3:14
 4. Back On Up The River - 4:11
 5. Must Be A Reason - 3:40
 6. Swingin' So Low - 3:48
 7. Tamale Man - 2:31
 8. Wake Up The Rooster - 2:43
 9. Turn Yourself In - 2:58
10. Radical - 3:18
11. Basin Street Blues - 2:43
12. I'm Beginning To See The Light - 3:27
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Kirk Nelson & Jambalaya West!
"Savor The Moment", o álbum lançado em janeiro de 2024 por Kirk Nelson & Jambalaya West. Liderado pelo cantor e pianista de Los Angeles, Kirk Nelson, o disco funde raízes do Meio-Oeste com influências da Costa Oeste e uma pitada generosa de jazz funkeado de New Orleans, criando uma vibração efervescente e dançante.
Com 12 faixas – 10 originais e dois covers clássicos como "Basin Street Blues" (1928) e "I'm Beginning To See The Light" (1944) –, o álbum destaca-se pela seção de metais afiada, com trompete de Steve Crum e trombone de Dan Weinstein, além do piano honky-tonk de Nelson e guitarras ferozes de Joe Koepfli
Destaques: incluem o opener "Bounce Around", puro funk com metais, e o instrumental "Wake Up The Rooster", repleto de Hammond e sintetizadores. A banda, fundada em 2018, brilha com a ritmo apertado de Mitch Montrose (bateria) e Brian Beal (baixo).
Curiosidade: Durante a pandemia de Covid-19, com shows cancelados, o grupo transformou o isolamento em criatividade, gravando material que evoluiu para este álbum vibrante. Outro detalhe: Nelson já dividiu palcos com lendas como Buddy Guy e Robert Cray, adicionando credibilidade blueseira ao projeto.

15 de fevereiro de 2026

Philip Glass Solo (2024)

 

1. Opening | 5:57
2. Mad Rush | 16:35
3. Metamorphosis I | 7:26
4. Metamorphosis II | 7:31
5. Metamorphosis III | 6:17
6. Metamorphosis V | 5:29
7. Truman Sleeps | 4:39
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Philip Glass Solo: O Piano Mais Íntimo do Mestre Minimalista
Em plena pandemia de 2020-2021, enquanto o mundo parava, Philip Glass parou também — mas para voltar ao piano. Gravado em seu apartamento no coração de Nova York, no mesmo instrumento e no mesmo cômodo onde compôs grande parte de sua obra, Philip Glass Solo (2024) é o álbum mais pessoal e revelador de toda a sua carreira.
Com apenas sete faixas, todas para piano solo, o disco reúne clássicos que Glass revisitou com olhos de quem tem oito décadas de música nas mãos. Destaques absolutos: a hipnótica “Opening” (de Glassworks), o monumental “Mad Rush” (16 minutos de pura transcendência), as quatro “Metamorphosis” e uma nova versão, mais contemplativa, de “Truman Sleeps”, do filme O Show de Truman.
O estilo é puro Glass: minimalismo cristalino, repetições que parecem ondas, silêncio que respira. Sem orquestra, sem ensemble, só o piano e o homem. O resultado é íntimo, quase diário — como se o ouvinte estivesse sentado ao lado dele na sala.
Curiosidade: este é o primeiro registro em que Glass toca todas as peças no piano onde elas foram criadas, e o microfone captou, sutilmente, o “zumbido quieto de Nova York” ao fundo. Um verdadeiro time capsule de 2021 e um convite para entrar na mente de um dos maiores compositores vivos.Para quem ama piano minimalista, reflexão e emoção sem filtros, Philip Glass Solo é indispensável.