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5 de fevereiro de 2026

The Siegel-Schwall Band - The Siegel-Schwall Band (1971)

 

1. (Wish I Was on a) Country Road (Jim Post, Corky Siegel) – 3:19
2. Devil (Corky Siegel) – 5:10
3. Leavin' (Jim Schwall) – 3:10
4. Corrina (Tradicional) – 6:05
5. I Won't Hold My Breath (Corky Siegel) – 4:01
6. Next to You (Jim Schwall) – 4:20
7. Hush Hush (Jimmy Reed) – 11:06
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Blues de Chicago em Alta Voltagem: The Siegel-Schwall Band (1971)
Lançado em 1971, o álbum auto-intitulado da The Siegel-Schwall Band é uma joia do blues-rock, misturando harmonica vigorosa, piano honky-tonk e guitarras afiadas em um groove irresistível. Liderada por Corky Siegel (harmonica, piano e vocais) e Jim Schwall (guitarra e vocais), com Rollo Radford no baixo e Shelly Plotkin na bateria, a banda captura a essência da cena elétrica de Chicago, influenciada por mestres como Paul Butterfield.
Destaques: incluem a boogie animada de "(Wish I Was On A) Country Road", co-escrita com Jim Post, e a tradicional "Corrina", um blues gutbucket gravado ao vivo com solos hipnóticos. A épica "Hush, Hush", com seus 10:45 minutos, é um jam hipnótico que fecha o lado B com intensidade. Outras faixas como "Devil" e "I Won’t Hold My Breath" trazem toques de gospel e New Orleans, destacando a versatilidade sonora única da banda.
Curiosidade: o álbum ganhou um Grammy pela arte da capa, um design inovador que reflete o espírito criativo do grupo. No contexto histórico, ele surge no auge do revival blues nos anos 70, gravado parcialmente ao vivo no icônico Quiet Knight Club, capturando a energia palpável da era.

4 de fevereiro de 2026

Lucinda Williams – The Long Road Home (Live) (2025)

 

01 – Metal Firecracker (Live 1995)
02 – Greenville (Live 1995)
03 – Right In Time (Live 1995)
04 – Car Wheels On A Gravel Road (Live 1995)
05 – 2 Kool 2 Be 4-Gotten (Live 1995)
06 – Blaze (Live 1995)
07 – Can’t Let Go (Live 1995)
08 – Still I Long For Your Kiss (Live 1995)
09 – Joy (Live 1995)
10 – Disgusted (Live 1995)
11 – Lake Charles (Live 1995)
12 – I Lost It (Live 1981)
13 – King of Hearts (Live 1981)
14 – Bill (Live 1981)
15 – Happy Woman Blues (Live 1981)
16 – Sharp Cutting Wings (Live 1981)
17 – Lafayette (Live 1981)
18 – Ramblin’ On My Mind (Live 1981)
19 – Nothing in Rambling (Live 1981)
20 – Abandoned (Live 1981)
21 – All I Want (Live 1981)
22 – Song For The Jewelry Maker (Live 1981)
23 – Pancakes (Live 1981)
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A Jornada Viva de Lucinda Williams: The Long Road Home!
Em 2025, Lucinda Williams presenteou os fãs com The Long Road Home (Live), um álbum ao vivo que captura a essência crua do Americana, misturando country, folk, blues e rock com vocais roucos e cheios de emoção. Gravado em sessões de 1995 e 1981, o disco revela a evolução da artista, de raízes folk-blues para um som mais robusto e elétrico.
Destaques: incluem faixas icônicas como "Car Wheels On A Gravel Road" e "Joy" (de 1995), com solos de guitarra intensos e energia palpável, além de baladas melancólicas como "Lake Charles". As gravações de 1981, como "Happy Woman Blues" e "Ramblin’ On My Mind", mostram uma Lucinda jovem e visceral. Sem participações especiais listadas, o foco está na banda de apoio, que entrega performances autênticas e orgânicas.
Curiosidade: as faixas de 1995 foram capturadas em uma sessão no World Cafe da WXPN, em Filadélfia, antecipando o clássico álbum Car Wheels on a Gravel Road de 1998. Outro detalhe interessante: as de 1981 vêm de uma transmissão ao vivo na KUT-FM, em Austin, Texas, destacando o contexto das rádios independentes que impulsionaram sua carreira inicial.

Katmandu - A Case For The Blues 1985

 

2.One More Night Without You
3.Crane's Train Boogie
4.Boogie All The Way
5.Zulu Gone West
6.Blowing All My Troubles Away
9.Who's That Knocking
10.The Case
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Revivendo o Blues com Katmandu
Em 1985, o álbum A Case For The Blues, do supergrupo britânico Katmandu, trouxe uma dose revigorante de blues rock clássico, misturando riffs crus e harmonias soulful que ecoam as raízes do gênero. Formado por lendas como Peter Green (ex-Fleetwood Mac) na guitarra e vocais, Ray Dorset (Mungo Jerry) e Vincent Crane (Atomic Rooster) nos teclados, o disco pulsa com energia improvisada, destacando faixas marcantes como "Dust My Broom" – um cover explosivo de Elmore James – e "Stranger Blues", com solos de guitarra hipnóticos que capturam a essência melancólica do blues.
Os pontos altos: incluem a química única entre os músicos, criando um som orgânico e autêntico, com toques de boogie e baladas emotivas como "Sweet Sixteen". 
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões casuais entre 1983 e 1984, em um estúdio modesto, refletindo o espírito espontâneo do projeto – quase como uma jam session entre amigos talentosos.No contexto dos anos 80, quando o blues via um revival com veteranos retornando aos palcos, A Case For The Blues se destaca como o único lançamento de Katmandu, um tesouro para fãs que buscam autenticidade e virtuosismo.

3 de fevereiro de 2026

Phil Upchurch - Darkness, Darkness 1972

 

A1 - Darkness, Darkness   9:35
A2 - Fire And Rain   7:35
B1 - What We Call The Blues   6:35
B2 - Cold Sweat   6:35
B3 - Please Send Me Someone To Love   5:07
C1 - Inner City Blues   6:42
C2 - You've Got A Friend   8:39
D1 - Love And Peace   5:24
D2 - Swing Low, Sweet Chariot   6:36
D3 - Sausalito Blues   4:05

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O Clássico Esquecido de Phil Upchurch
"Darkness, Darkness", lançado em 1972 por Phil Upchurch, é uma joia dupla do soul-jazz que funde jazz, blues, rock, soul e funk em um fluxo irresistível. Gravado logo após Upchurch deixar a Cadet Records – onde brilhou como guitarrista preferido de Curtis Mayfield e Jerry Butler –, o álbum marca sua migração para a costa oeste, sob produção de Tommy LiPuma. O som é limpo e brilhante, com grooves relaxados e guitar work alucinante que dispensa distorções, focando na essência das notas.
Destaques: incluem a cover hipnótica de "Darkness, Darkness" (Youngbloods), transformada em funk sujo com arranjos de Donny Hathaway no Fender Rhodes; "Fire and Rain" (James Taylor), reinventada como boogaloo funky com acordes à la Wes Montgomery; e "Cold Sweat" (James Brown), suavizada mas feroz. Participações estelares como Chuck Rainey no baixo e Joe Sample no piano elevam tudo a outro nível.
Curiosidade: Upchurch gravou em 1971, capturando a transição do som cru de Chicago para a vibe polida de Los Angeles. Outro detalhe: Apesar de subestimado na época, é considerado o álbum soul-jazz definitivo dos anos 70 – uma transcendência funky que ainda inspira!