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7 de abril de 2026

The BFH Blues Band – Against The Odds – 2026

 

01. Baby 04:22
02. Dyslexic Blues 04:14
03. Doin’ Time 04:57
04. Long Gone Train 05:47
05. Southern Skies 04:33
06. One of Those Days 04:05
07. Pick It Up (It Ain’t Shit!) 03:58
08. And Now I Cry 08:18
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O Blues Rock do Sul de Ohio que Desafia Tudo em 2026!
Direto do coração do sul de Ohio, a The BFH Blues Band acaba de lançar Against The Odds, um álbum de blues rock puro e visceral que chega em março de 2026 pelo selo independente Hammer Down Music. Com 40 minutos de pura eletricidade, o disco mistura grooves pesados, guitarras cortantes, harmônicas soul e vocais cheios de feeling – o som clássico do blues americano atualizado com a garra de quem toca há anos nos bares e festivais locais.
Os destaques: a contagiante “Baby”, o swing malandro de “Dyslexic Blues”, a viagem ferroviária de “Long Gone Train” e a monumental “And Now I Cry”, uma balada épica de mais de 8 minutos que fecha o álbum com emoção à flor da pele. “One of Those Days” e “Pick It Up (It Ain’t Shit!)” mostram a banda no modo festa, enquanto “Southern Skies” abre espaço para atmosferas mais abertas e reflexivas.
Curiosidade: várias faixas, como “One of Those Days”, já eram testadas ao vivo desde 2021 em sessões de rádio e shows regionais – o disco captura exatamente essa energia de palco, gravada com a mesma formação que roda o circuito de Ohio há anos. Detalhe imperdível: o título “Against The Odds” resume a trajetória da banda, que segue firme na cena blues independente mesmo em tempos difíceis, provando que paixão e talento sempre vencem.

The Bluetonics - Farsta Boogie 2026

 

1. Turn Me Blue (3:04)
2. Moves My Soul (3:26)
3. Farsta Boogie (2:48)
4. Where I Belong (3:23)
5. Come Get You Some (3:04)
6. You Gotta Move (4:06)
7. Here Comes The Woman (2:43)
8. Talk To Me Baby (4:06)
9. The Love I Feel (4:22)
10. Come On, Let's Boogie (2:18)
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The BluetonicsO Boogie que vem de Farsta

Em Farsta Boogie (2026), os suecos The Bluetonics mostram como o blues pode ser reinventado com energia crua, improvisação ousada e uma pitada de funk e soul. Inspirados por mestres como Magic Sam, John Lee Hooker e Freddie King, eles entregam um som que é ao mesmo tempo tradicional e surpreendentemente moderno.

Destaques: Turn Me Blue e Moves My Soul revelam a força melódica da banda, enquanto Farsta Boogie dá nome ao álbum com um groove contagiante que mistura humor e virtuosismo. Já You Gotta Move e Talk To Me Baby trazem a herança elétrica do blues clássico, contrastando com a suavidade apaixonada de The Love I Feel.

Curiosidade: parte das gravações foi feita em sessões noturnas improvisadas em estúdios de Estocolmo, capturando a espontaneidade que define o disco. Outro detalhe marcante é que o álbum nasceu como uma celebração dos 60 anos do blues elétrico europeu, conectando gerações de músicos.


6 de abril de 2026

Ira Walker - Be That Man 2026

 

1. You Should Know by Now (3:17)
2. Be That Man (3:01)
3. Gone but Not Forgotten (4:19)
4. I Can’t Forget (2:52)
5. Creole Stew (3:17)
6. Western Hero (3:26)
7. If You Were Mine (3:23)
8. Be Alone (4:00)
9. Imaginary Woman (3:36)
10. Baby Done Left Me (3:03)
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Ira Walker: Blues da Alma que Cura em “Be That Man”Com Be That Man (2023), Ira Walker entrega um Southern Blues orgânico, autêntico e cheio de alma. O multi-instrumentista americano — que já tocou baixo com Eddie Money, dividiu palco com Steve Miller, Carlos Santana, Joe Satriani, Brian May e Neal Schon — é praticamente a banda inteira, com participações cirúrgicas de Wilson Brooks e Lorenzo Hawkins (bateria), Ron Cole (piano e acordeão), Steve Canali (slide guitar) e harmonicas de Rick Baskin e Ro’ Harpo.
Destaques: incluem a faixa-título “Be That Man”, intensa e soulful, o groove country-blues de “If You Were Mine” com solo de guitarra incendiário, o piano marcante de “Imaginary Woman” e o funk dançante de “Creole Stew”. “Western Hero” fecha com batida pesada e harpas hipnóticas, enquanto “I Can’t Forget” brilha com backbeat brass e teclados de Cole.
Curiosidade: após largar uma banda, Walker encontrou Eddie Money num bar, que lhe pagou uma cerveja e o convidou para tocar baixo — dias depois, ele se apresentava para 50 mil fãs em Oakland. Gravado no Dundas Castle Studios, no Canadá, o álbum prova que, para Ira, “música é remédio”.
spotify 

B.B. & The Blues Shacks - Come Along 2013

 

1. True Love In Vain (3:24)
2. Love Like Cash (4:07)
3. Come Along With Me (2:54)
4. If I Should Ever Lose Your Love (3:21)
5. Get My Stuff Together (3:10)
6. Will You Be There (3:08)
7. Fool Me (3:26)
8. Don't Take Your Time (4:18)
9. The Door (3:58)
10. Anything You Do (3:28)
11. Doesn't Matter Anymore (3:21)
12. Wait In The Line (3:25)
13. I Don't Get It (3:20)
14. Whatever You Do (4:36)
15. You Can Always Depend On Me (3:14)
16. Raise Your Voice (4:54)
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B.B. & The Blues Shacks – Quando o soul encontra o blues

Em Come Along (2013), os alemães B.B. & The Blues Shacks mostram que sabem reinventar sua sonoridade. Ao invés do blues tradicional que os consagrou, a banda mergulha no soul-blues contemporâneo, com arranjos vibrantes e a presença marcante da seção de metais No Blow No Show Horns e dos vocais convidados das Shackettes.

Destaques: Whatever You Do brilha como um dueto envolvente entre Michael Arlt e a cantora sul-africana Bonita Niessen, pronto para conquistar as rádios. Já faixas como True Love In Vain e Don’t Take Your Time revelam a força emocional da banda, enquanto Raise Your Voice encerra o álbum em clima de celebração e intensidade.

Curiosidade: todas as 16 músicas foram escritas e arranjadas pela própria banda, reforçando sua identidade criativa. Além disso, o disco é frequentemente comparado ao estilo sofisticado da Robert Cray Band, mostrando a ambição de dialogar com referências internacionais.

Um trabalho cheio de groove e frescor — dê o play em Come Along e compartilhe qual faixa te conquistou de primeira.


5 de abril de 2026

Mick Kolassa - Blue To The Bone 2026

 

1. This Getting Old Is Getting Old - 3:12
 2. Bourbon And You - 2:59
 3. All It Takes Is Blues - 3:21
 4. For Better Or For Worse - 6:11
 5. Something To Look Forward To - 2:48
 6. I'd Like To Be Recycled - 4:40
 7. If My Nose Was Runnin Money - 3:43
 8. Text Me Baby - 3:37
 9. Mr Right - 3:14
10. 16 Tons - 4:35
11. Please Don't Write That Song - 3:15
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Mick Kolassa Transforma Dor, Humor e Blues em Algo Inesquecível!

Lançado como o mais recente disco de Mick Kolassa, Blue To The Bone é puro blues de Memphis: cru, emocional e irresistível. O músico, guitarrista, vocalista e dono da Endless Blues Records, reúne sua banda de elite para um álbum que mistura tragédia pessoal, triunfo e muito humor.
Destaques vão para “For Better Or For Worse” (6:11), continuação pesada de seu hit “Baby’s Got Another Lover”, que conta os últimos meses da vida de sua esposa viciada em álcool. Outras faixas marcantes são “This Getting Old is Getting Old”, “I’d Like To Be Recycled” e a divertida “If My Nose Was Runnin Money”. O disco ainda traz o clássico “16 Tons” com a participação especial do mestre da harmônica Bob Corritore, além de Jeff Jensen na produção e guitarra, Rick Steff nos teclados e a turma de Memphis (James Cunningham, Bill Ruffino, Eric Hughes e cia.).
Curiosidade: o título do álbum veio direto da Blues Blast Magazine, que definiu Mick como “Blue To The Bone”. Gravado com a turma que ele mais admira, o disco transforma as cicatrizes da vida em blues autêntico, dançante e profundamente humano.

Jivin' Gene - It's Never Too Late 2009

 

2. Up, Up And Away
3. You Make A Fool Of Me
4. I'd Like To Hear From You
5. I Found My Baby (By The Crawdad Hole)
6. You're Jealous
7. This Thing Called Cheatin'
8. Genie Bom Beanie
9. You Tellin' A Lie
10. Ain't No Way
11. Somebody Please
12. Key To My Heart
13. Love Medicine
14. I've Already Had My Cry
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O Retorno de Jivin' Gene
Lançado em setembro de 2009 pela histórica Jin Records, It’s Never Too Late é o primeiro álbum completo da carreira de Jivin’ Gene (Gene Bourgeois), o pioneiro do swamp pop nascido em 1940 em Port Arthur, Texas. Após sucessos regionais nos anos 50/60 como “Breaking Up Is Hard To Do” e décadas trabalhando na construção, Gene voltou aos palcos graças ao incentivo de amigos e entregou este disco aos 69 anos — título mais perfeito, impossível!
O som é swamp pop clássico e vibrante: mistura de R&B, rock’n’roll, country e Cajun, com vocais cheios de alma, seção de metais afiada, acordeom e o lendário Warren Storm (bateria e rubboard) dando aquele groove irresistível. Destaques vão para a inspiradora faixa-título, o animado “I Found My Baby (By The Crawdad Hole)”, o soul profundo de “This Thing Called Cheatin’” (5 minutos de pura emoção) e a divertida “Genie Bom Beanie”. Com Randy Creel na guitarra, Ken Marvel (co-produtor e teclados) e arranjos de Doug Deane, o álbum soa fresco e autêntico.
Gravado no icônico LaLouisianne Studio, em Lafayette, Louisiana, o disco reúne lendas do gênero e celebra o legado de quem ajudou a inventar o som do Golfo.