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17 de março de 2026

Jenny Bohman Roots Revue - Jenny Bohman Roots Revue 2022

 

1. You Need Water (3:47)
2. Coming Home (3:49)
3. The Reason Why (4:03)
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Jenny Bohman Roots Revue:

Um Tributo à Rainha do Blues Sueco

Lançado em 2022, o EP Jenny Bohman Roots Revue é uma celebração emocionante da obra de Jenny Bohman, considerada a “Rainha do Blues” da Suécia. Com três faixas marcantes — You Need Water (3:47), Coming Home (3:49) e The Reason Why (4:03) — o disco traz interpretações poderosas que mantêm viva a energia e a autenticidade da artista, falecida em 2010.

O projeto reúne nomes de peso da cena blues escandinava, como Lisa Lystam (vocais, harmônica), Ida Bang (vocais, teclado), Tove Gustavsson (vocais, guitarra, percussão), Andreas Rydman (guitarra), Surjo Benigh (baixo, backing vocals) e Kjell Gustavsson (bateria, backing vocals). O resultado é um som cru e envolvente, que mistura tradição e frescor, honrando a voz natural e o talento multifacetado de Jenny.

Curiosidade: o EP nasceu da união de músicos que, de alguma forma, foram inspirados por Jenny e decidiram registrar suas próprias versões como forma de homenagem. Além disso, o lançamento coincidiu com os 10 anos de sua partida, reforçando o caráter histórico e emocional do tributo.


Ian Carr's Nucleus - Roots 1973 (2022)

 

1. Roots (9:24)
2. Images (4:55)
3. Caliban (4:35)
4. Whapatiti (3:23)
5. Capricorn (4:01)
6. Odokamona (3:24)
7. Southern Roots And Celebration (7:43)
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Raízes do Groove: O Fusion Explosivo de Ian Carr's Nucleus em Roots!
Lançado originalmente em 1973 e remasterizado com brilho em 2021 pela Be With Records, Roots de Ian Carr's Nucleus é uma joia do jazz-rock britânico, misturando funk soulful, toques progressivos e improvisos eletrizantes. O som orgânico pulsa com energia, evocando Miles Davis em sua era Bitches Brew, mas com um swing funky e ahead-of-time que soa fresco até hoje.
Destaques: incluem a faixa-título "Roots", um rompante preguiçoso de 9 minutos com riffs de guitarra funky de Jocelyn Pitchen e trompete flamejante de Carr; "Images", soul-jazz doce com vocais etéreos de Joy Yates e flauta hipnótica de Brian Smith; e "Southern Roots And Celebration", um mergulho espacial em Rhodes que fecha com vibe de verão infinito. A banda, com Dave MacRae no piano elétrico e Clive Thacker na bateria, cria texturas únicas, cheias de grooves telepatia.
Curiosidade: Apesar de não ser bem recebido na época, o álbum virou clássico no século 21, sampleado por Madlib e Lootpack em beats hip-hop. Outro fato: Gravado pós-vitória no Montreux Jazz Festival de 1970, captura Nucleus no auge, fundindo jazz com rock em uma era de experimentações elétricas.

Harmonica Williams - Harmonica Williams With Little Freddie 1971

 

A1. Baby Don't You Know
A2. Juke Boy
A3. Sideways
A4. Declaration Day
B1. Born Dead
B2. The King's Special
B3. Williams' Special
B4. Highway 82
B5. Williams' Goodbye
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Blues Explosivo do Delta: Harmonica Williams e Little Freddie King em Sintonia Perfeita!
Prepare-se para mergulhar no blues elétrico cru e visceral de Harmonica Williams With Little Freddie King, um tesouro de 1971 lançado pela Ahura Mazda Records. Esse álbum captura o espírito do Delta blues amplificado, com harmonias intensas e riffs de guitarra que ecoam as raízes mississippianas dos artistas. John "Harmonica" Williams brilha na harmônica e nos vocais roucos, enquanto o guitarrista Little Freddie King (nascido Fread Martin) adiciona um toque elétrico hipnótico, apoiados pelo baixista A.B. Bruer e o baterista Rudy Taylor.
Destaques: incluem a energética "Baby Don't You Know", o instrumental pulsante "The King's Special" e "Born Dead" – com vocal convidado de Newton Greer, dono do icônico clube The Crystal em Nova Orleans, onde Williams se apresentava. As faixas exalam autenticidade, misturando grooves dançantes e lamentos profundos, perfeitas para fãs de John Lee Hooker ou Lightnin' Hopkins.
Curiosidade: Gravado em apenas dois dias (2 e 3 de junho de 1971), foi o primeiro álbum de blues elétrico de Nova Orleans, marcando a transição do acústico para o amplificado na cena local. Outro detalhe fascinante: Apesar de vender mal na época, hoje é uma raridade colecionável, o único da gravadora não relançado pela Fat Possum, valorizado por até US$ 500 em leilões.

16 de março de 2026

Curtis Knight & The Squires - You Can't Use My Name: The RSVP/PPX Sessions (2015)

 

2. Gotta Have A New Dress 3:10
3. Don't Accuse Me 3:57
4. Fool For You Baby 2:17
5. No Such Animal 4:52
6. Welcome Home 3:49
7. Knock Yourself Out (Flying On Instruments) 6:55
8. Simon Says 3:49
9. Station Break 5:56
10. Strange Things 2:58
11. Hornet's Nest 5:11
12. You Don't Want Me 2:23
13. You Can't Use My Name 0:57
14. Gloomy Monday 3:32
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As Sessões Perdidas de Jimi Hendrix com Curtis Knight
Lançado em 2015 pela Experience Hendrix, You Can't Use My Name: The RSVP/PPX Sessions resgata gravações raras de 1965-1966 (e uma de 1967) de Curtis Knight & The Squires, com Jimi Hendrix como guitarrista de apoio antes de sua fama global. Esse compilado posthumous mergulha no R&B cru e enérgico, misturando soul, blues e toques de rock, onde o talento de Hendrix brilha em riffs afiados e solos que prenunciam sua revolução psicodélica.
Destaques: incluem "How Would You Feel", um hino antirracista inspirado em Bob Dylan, com vocais passionais de Knight e guitarra incendiária de Hendrix; e os instrumentais "Knock Yourself Out" e "Hornet's Nest", compostos por Jimi, cheios de grooves funky e experimentações sonoras únicas. A banda conta com Knight nos vocais, Hendrix na guitarra e backing vocals, além de baixistas como Ed "Bugs" Gregory e bateristas como Marion Booker, criando um som orgânico e vibrante.
Curiosidade: O título vem de uma fala gravada de Hendrix pedindo ao produtor Ed Chalpin para não usar seu nome na divulgação, em meio a disputas contratuais que assombraram sua carreira. Outro detalhe fascinante: Hendrix assinou o contrato por apenas US$ 1 e 1% de royalties, achando que era só uma garantia de pagamento, mas isso levou a anos de litígios resolvidos só em 2003. Remasterizado por Eddie Kramer, o álbum oferece as versões originais sem overdubs, capturando Jimi no limiar da estrela que viria a ser.