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31 de outubro de 2026

Eric Clapton - Nothing But The Blues (Live) 2022

 

 1. Blues All Day Long - 4:19
 2. Standin' Round Crying - 4:51
 3. Forty-Four - 4:17
 4. It Hurts Me Too - 3:18
 5. Early in the Morning - 5:05
 6. Five Long Years - 5:22
 7. Crossroads - 6:18
 8. Malted Milk Blues - 2:46
 9. Motherless Child - 3:24
10. How Long Blues - 3:24
11. Reconsider Baby - 3:39
12. Sinner's Prayer - 3:49
13. Everyday I Have the Blues - 4:50
14. Someday After a While - 3:43
15. Have You Ever Loved a Woman - 6:51
16. I'm Tore Down - 3:25
17. Groaning the Blues - 7:10
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O ao vivo de 1994 de Eric Clapton, finalmente lançado em 2022 como trilha de Nothing But the Blues

Nothing But the Blues (Live), de Eric Clapton, saiu em 24 de junho de 2022 pela Reprise: dezessete faixas, cerca de 77 minutos, blues e blues rock ao vivo. São performances inéditas gravadas em 1994, durante a turnê do álbum From the Cradle.

As gravações vêm de dois shows no Fillmore, em São Francisco, em 8 e 9 de novembro de 1994. Simon Climie, co-produtor de longa data, remixou o áudio das fitas multi-track originais. Algumas músicas também estão no From the Cradle — “Motherless Child”, “Standin’ Round Crying” e “I’m Tore Down” —, mas as versões são diferentes. Outras não estavam no disco de estúdio: “Blues All Day Long” (Jimmy Rogers), “Malted Milk Blues” (Robert Johnson), “Everyday I Have the Blues” e “Forty-Four”. A lista inclui ainda “Crossroads”, “Five Long Years”, “Have You Ever Loved a Woman” e “Groaning the Blues”. O material acompanha o filme Nothing But the Blues, que foi ao ar uma vez na PBS em 1995, indicado ao Emmy, e agora saiu remasterizado em 4K.

From the Cradle, de 1994, foi o primeiro álbum inteiramente de blues de Clapton e ganhou Grammy de Best Traditional Blues Album. A turnê documentada aqui veio logo depois. O filme ficou sem lançamento oficial por anos, até a edição de 2022.

Se gostou, veja também From the Cradle e Unplugged. Nothing But the Blues (Live) está nas plataformas desde junho de 2022 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



Rick Berthod - Get Back Home 2026

 

1. Travelin South - 4:51
 2. So Fine - 5:06
 3. Texas Rain - 6:28
 4. Welcome Back - 3:57
 5. Get Back Home - 3:33
 6. Whips & Chains - 4:53
 7. Runnin From Love - 4:25
 8. Take Me Back - 6:46
 9. Southern Sky - 4:47
10. Evil Eyes - 4:19
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Get Back Home: Rick Berthod ainda no caminho, 
com a Telecaster e o coração abertos

Get Back Home chega como o décimo álbum do guitarrista e cantor Rick Berthod, um trabalho de blues rock direto, gravado em Las Vegas e auto-lançado em setembro de 2026.

Berthod assume guitarra, slide, acústico e voz, ao lado de Stoney Curtis e Jason Walker nas guitarras (Walker também nos backing vocals), Keith Brennaman no saxofone, Jeff Mullen no baixo e Greg Culotti na bateria. O disco abre com “Travelin South”, cover de Albert Collins de 1991, em que Berthod canta a estrada longa e o cansaço de quem tenta voltar. “Texas Rain” traz o slide de Berthod e o saxofone de Brennaman em meio ao vento e à chuva texana; “Welcome Back” reforça o sax em tom de reencontro depois de anos. As faixas carregam o blues rock sujo e quente típico do artista, com espaço para o groove da banda e as linhas de guitarra que ele constrói desde os tempos em que Collins o ajudou a montar o grupo na Costa Oeste.

O álbum foi co-produzido e engenhado por Stoney Curtis no Counts Desert Moon Productions, em Las Vegas, onde os dois já tinham trabalhado juntos no tributo a Peter Green de 2022. Esse disco anterior chegou ao número 1 do Roots Music Report Top 50 Blues Album Chart na semana de 19 de novembro de 2022, e Berthod foi induzido ao Las Vegas Blues Hall of Fame por Rita King, filha de B.B. King.

Se gostou, veja também o tributo a Peter Green e o Peripheral Visions. Dá uma ouvida agora no Spotify, deixa um comentário e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



Harrison Kennedy (with special guests Ruthie Foster and Colin Linden) - Thanks for Tomorrow

 

1. All I Need is You (feat. Ruthie Foster & Colin Linden) - 3:24
 2. Easiest Thing (feat. Colin Linden) - 3:39
 3. Thanks for Tomorrow (feat. Colin Linden) - 3:33
 4. On Call Man - 3:23
 5. Women - 2:41
 6. Checkin' You Out - 2:56
 7. Crazy Love - 3:39
 8. Memphis Trippin' (feat. Colin Linden) - 3:52
 9. Cranky Woman (feat. Colin Linden) - 3:39
10. Doomed - 3:31
11. You Lost Me (feat. Colin Linden) - 2:56
12. Just Wanna Play - 2:14
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O disco de 2022 em que Harrison Kennedy, aos 80, 
chamou Ruthie Foster e Colin Linden

Thanks for Tomorrow, de Harrison Kennedy, saiu em 17 de junho de 2022 pela Electro-Fi Records: doze faixas, cerca de 40 minutos, blues. Kennedy, fundador dos Chairmen of the Board, gravou com a guitarra de Colin Linden e o dueto de Ruthie Foster em “All I Need Is You”.

As sessões foram no Jukasa Studios, em Oshweken, Ontário. Kennedy canta e toca gaita (e guitarra em uma faixa). Linden e Chris Caddell nas guitarras. Gary Craig na bateria e Johnny Dymond no baixo, a seção dos Blackie and the Rodeo Kings. Jesse O’Brien co-produziu e tocou teclados. O Blues Blast Magazine isola o dueto de abertura, a faixa-título funky e “On Call Man”. Há ainda “Easiest Thing”, “Women”, o cover de “Crazy Love” (Van Morrison), “Memphis Trippin’”, “Cranky Woman”, “Doomed”, “You Lost Me” e “Just Wanna Play”. A maioria das faixas é original de Kennedy.

Kennedy nasceu em Hamilton, Ontário, com raízes familiares no Tennessee e em New Orleans. Em 1970 se mudou para Detroit e entrou nos Chairmen of the Board, montados por Holland-Dozier-Holland. Ele tem várias indicações ao Blues Music Award como artista acústico. O disco anterior com Linden, This Is from Here, de 2014, ganhou Juno. Thanks for Tomorrow saiu pela Electro-Fi em junho de 2022 e está nas plataformas.

Se gostou, veja também This Is from Here e High Country Blues. Thanks for Tomorrow está nas plataformas desde junho de 2022 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



30 de outubro de 2026

Janiva Magness - Hard To Kill 2022

 

 1. Strong As Steel - 4:09
 2. The Last Time - 4:34
 3. Don't You Forget About Me - 3:27
 4. Fireman - 3:27
 5. Lover Girl - 4:20
 6. Comes Around - 4:48
 7. You And Me - 3:22
 8. I'm Still Here - 4:26
 9. Right Here - 3:29
10. Closer - 4:01
11. Standing On The Moon - 3:48
12. Oh Pearl - 5:18
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O disco de 2022 em que Janiva Magness ligou 
as músicas ao livro Weeds Like Us

Hard to Kill, de Janiva Magness, saiu em 24 de junho de 2022 pela Fathead Records: doze faixas, cerca de 49 minutos, blues com soul e funk. É o primeiro disco novo dela em três anos e saiu junto com a edição em audiobook da memória Weeds Like Us, de 2019.

Dave Darling produziu e tocou guitarra. Magness co-escreveu quatro faixas. Darling escreveu ou co-escreveu seis. As músicas de abertura e fechamento — “Strong As Steel” e “Oh Pearl” — foram feitas com Lauren Bliss e Andrew Lowden. “Oh Pearl” é uma carta aberta à filha que ela entregou para adoção aos 17 anos. “I’m Still Here”, “Don’t You Forget About Me” e “Closer” foram co-escritas com Annie Mack. Há o cover de “The Last Time”, de John Hiatt. Nos créditos do Discogs aparecem Gary Davenport no baixo, Matt Tecu na bateria, Zach Zunis e Dave Darling nas guitarras, Jim Alfredson no órgão e piano. John Németh canta em uma faixa.

Magness tem sete Blues Music Awards e foi a B.B. King Entertainer of the Year em 2009. Foi indicada ao Grammy em 2016. Ela começou a escrever o material na primavera de 2021, depois de um período difícil na pandemia, e contou que o marido sugeriu conversar com Darling, que a incentivou a gravar. O disco saiu pela própria gravadora dela, Fathead Records, em 24 de junho de 2022.

Se gostou, veja também Weeds Like Us e Change in the Weather. Hard to Kill está nas plataformas desde junho de 2022 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



29 de outubro de 2026

Valerie June - Under Cover 2022

 

1. Pink Moon - 2:24
 2. Fade Into You - 4:45
 3. Look At Miss Ohio - 3:25
 4. Godspeed - 2:49
 5. Imagine - 3:07
 6. Don’t It Make You Want To Go Home - 4:39
 7. Tonight I’ll Be Staying Here With You - 3:04
 8. Into My Arms - 4:11
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As oito versões que Valerie June escolheu para o Under Cover

Under Cover, de Valerie June, saiu em 26 de agosto de 2022 pela Fantasy Records: oito faixas, cerca de 28 minutos, folk com blues, soul e R&B. É uma coleção de covers curada pela cantora e multi-instrumentista, indicada ao Grammy.

Valerie June canta em todas. Nos créditos do Discogs aparecem Dan Iead no pedal steel e nas guitarras, Dave Sherman no piano e teclados, Jason DiMatteo no baixo e Greg Wieczorek na bateria e percussão. Ben Rice engenhou e mixou. As faixas são “Pink Moon” (Nick Drake), “Fade Into You” (Mazzy Star), “Look at Miss Ohio” (Gillian Welch), “Godspeed” (Frank Ocean), “Imagine” (John Lennon), “Don’t It Make You Want to Go Home” (Joe South), “Tonight I’ll Be Staying Here with You” (Bob Dylan) e “Into My Arms” (Nick Cave & The Bad Seeds). Resenhas do No Depression e do Folk Alley isolam “Pink Moon” com piano, “Fade Into You” com pedal steel e a leitura mais pessoal de “Godspeed”. “Tonight I’ll Be Staying Here with You” mantém o pedal steel de Nashville. “Into My Arms” fecha com piano e vocal.

Duas faixas — “Pink Moon” e “Imagine” — já tinham saído na edição deluxe digital de The Moon and Stars: Prescriptions for Dreamers. “Tonight I’ll Be Staying Here with You” existia só como Amazon Original. O restante é novo ou single anterior. O disco saiu em CD, digital e vinil pela Fantasy, com distribuição Concord. June é do Tennessee e já tinha lançado Pushin’ Against a Stone, produzido por Dan Auerbach.

Se gostou, veja também The Moon and Stars: Prescriptions for Dreamers e Pushin’ Against a Stone. Under Cover está nas plataformas desde agosto de 2022 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



28 de outubro de 2026

Litto Nebbia & La Luz - The Blues Parte I (2007)

 

1. Mexican Blues
2. Balada del hombre solo
3. Pena Blues
4. Por un sueño
5. El día que llegaste vos
6. Silbame un Blues
7. No sé si entendiste nena
8. Sueños I (Dreams I)
9. La oscuridad
10. Blues nocturno
11. Un hombre que no sabe llorar
12. Un minuto
13. Los chivos emisarios
14. The Blues
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Litto Nebbia & La Luz cruzam o blues com o espírito rosarino

Em 2007 Litto Nebbia lança com La Luz The Blues (subtítulo Mexican Blues - Blues rosarino), o segundo disco da formação, um trabalho de rock e blues composto integralmente por ele e editado pelo seu selo independente Melopea Discos. A banda é o quarteto que o acompanha desde 2005: Nebbia na voz, guitarra, piano, sintetizadores, percussão, melódica e coros; Ariel Minimal na guitarra e coros; Federico Boaglio no baixo e coros; e Daniel Colombres na bateria e percussão, com Ciro Fogliatta entrando só no solo de órgão de “No Sé Si Entendiste, Nena”.

O booklet documenta solos distribuídos entre Nebbia e Minimal em várias faixas — guitarra de Minimal em “Mexican Blues”, piano de Nebbia em “Balada del hombre solo”, dois solos de guitarra em “Pena Blues” — e destaca a presença especial de Fogliatta. “Mexican Blues” relata o exílio de Nebbia no México e carrega uma citação de “She’s A Woman” dos Beatles; outras peças como “Balada del hombre solo” e “Blues nocturno” nasceram entre 2005 e início de 2006. O som se apoia nas guitarras elétricas, nos improvisos compartilhados e nos teclados, com Nebbia voltando a tocar guitarra de forma mais direta depois de um período em que explorava outros caminhos.

Uma curiosidade comprovada da formação é que, ao ouvir um solo de Nebbia nos ensaios, Minimal começou a brincar de chamá-lo por apelidos de bluesmen, como Johnny Delta, Big Blues Rosario ou Félix Finger, o que gerou uma série de desenhos da esposa de Nebbia, Alexandra Deluca, para o projeto.

As motivações do álbum fizeram Nebbia retomar as guitarras, comprar instrumentos novos e desenvolver formas de blues que conhecia tecnicamente mas nunca havia usado nas próprias canções, o que o levou de novo à improvisação ao lado de Minimal. O disco foi gravado em 2006 nos Estudios del Nuevo Mundo (exceto a faixa “The Blues”, feita em Tigre Sound), com engenharia e masterização de Mario Sobrino, e saiu em julho de 2007 como homenagem declarada ao blues e às canções argentinas inspiradas por ele.

Se gostou, veja também Danza del corazón e The Blues parte dos, os discos imediatos da mesma banda. Ouçam agora no Spotify, comentem o que acharam e passem no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ para mais.



Johnny Rawls - Going Back to Mississippi 2022

 

 1. Midnight Train - 3:56
 2. Reap What You Sew - 3:42
 4. If You Ever Get Lonely - 4:21
 5. I Got It - 3:49
 6. Noki Noki - 3:54
 7. Your Love - 3:53
 8. Amazing Love - 4:12
10. Love Machine - 4:14
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Johnny Rawls crava o pé no Mississippi e o groove não perdoa

Em 2022 Johnny Rawls solta Going Back to Mississippi, o 21º disco da carreira, um pacote de dez originais de southern soul e soul-blues gravado com a urgência de quem nunca saiu de estrada. A base é o trio alemão de origem turca Özdemirs — Erkan no baixo, Kenan na guitarra e Levent na bateria —, com o italiano Alberto Marsico no Hammond e nas teclas, coproduzindo junto com Rawls. Completam o quadro uma seção de metais (trompete, sax e trombone) e participações pontuais de Ramona Collins e Elvin Bishop.

As resenhas apontam o abrir de “Midnight Train”, soul-blues cru sobre despedida sem volta, com guitarra pontuda; “Reap What You Sew”, um dos cortes mais fortes, relação e groove limpo; e a faixa-título, de groove propulsivo em que Rawls canta o estado natal com paixão, clavinet e metais empurrando. O som se apoia em metais enxutos, guitarra limpa e espirituosa, órgão e, em “Straight from the Bottle”, slide e funk de juke joint com Elvin Bishop. O encerramento “Love Machine” vira boogie-woogie com Marsico solto no piano. Uma curiosidade confirmada da formação: depois da turnê europeia de março de 2019 com os Özdemirs e Marsico, o grupo decidiu entrar em estúdio juntos.

A gravação foi dividida entre Haymen Studios em Copenhague, Dinamarca, e Bigfoot Studios em Waterville, Ohio, com sessões conduzidas de forma despojada por Rawls e Marsico para preservar a imediatidade. É o quarto álbum de Rawls no selo Third Street Cigar Records, o mesmo que o levou de volta ao circuito após anos como diretor musical de O.V. Wright.

Se gostou, veja também I Miss Otis Clay e Where Have All the Soul Men Gone, do mesmo período com o selo. Ouçam agora no Spotify, comentem o que acharam e passem no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ para mais.



27 de outubro de 2026

Josh Alan Band - Josh Alan Band 2001

 

1. Josh's Breakdown (2:23) 2. Strike a Match (2:26) 3. When a Poor Man Gets Rich (3:28) 4. Rollin' and Tumblin' (2:58) 5. Highway 61 Revisited (4:17) 6. Her City (4:42) 7. Mean Town Blues (4:24) 8. No One Owns the Blues (2:53) 9. The Honey Dripper (3:54) 10. Billionaire of the Blues (2:38) 11. As Chanukah Passes Me By (3:16)
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O disco de blues texano de 2001 em que Josh Alan tocou com Robby Garner e Derek Rougeot

Josh Alan Band, o álbum de estreia do Josh Alan Band, saiu em 2001 pela Topcat Records (CD de junho de 2002): onze faixas, cerca de 37 minutos, blues texano com rock. Josh Alan toca guitarra e canta. Robby Garner no baixo, Derek Rougeot na bateria.

Bernard Wright entra no órgão. Jeffrey Barnes no clarinete e na gaita. David “Fathead” Newman no sax tenor. Hash Brown na gaita. Bill Eden nos saxofones. Frank Saffiotti na trompete. Bobby Baranowski também na bateria. Entre as faixas estão os originais “Josh’s Breakdown”, “Strike a Match”, “When a Poor Man Gets Rich”, “Her City”, “No One Owns the Blues”, “Billionaire of the Blues” e “As Chanukah Passes Me By”. Os covers são “Rollin’ and Tumblin’”, “Highway 61 Revisited”, “Mean Town Blues” (Johnny Winter) e “The Honey Dripper, Pt. 2”. A engenharia e a mixagem são de David Rosenblad e Kevin Brown.

O disco foi lançado pela Topcat Records, de Dallas. Josh Alan Friedman é creditado como produtor em algumas fichas. As sessões reuniram músicos de blues texano e convidados de jazz e soul. O material mistura composições próprias com standards de blues e rock.

Se gostou, veja também outros discos de blues texano da Topcat e o trabalho posterior de Josh Alan. Josh Alan Band está disponível em CD e nas plataformas — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify 



24 de outubro de 2026

The Doors – Unbound and Dangerous (Live) (2026)

 

01 – Introduction (Live, 1970) [2026 Mix]
02 – Dead Cats, Dead Rats (Live, 1970) [2026 Mix]
03 – Break On Through (to the Other Side) [Live, 1970] [2026 Mix]
04 – When the Music’s Over (Live, 1970) [2026 Mix]
05 – Roadhouse Blues (Live, 1970) [2026 Mix]
06 – Alabama Song (Whisky Bar) [Live, 1970] [2026 Mix]
07 – Back Door Man (Live, 1970) [2026 Mix]
08 – Five to One (Live, 1970) [2026 Mix]
09 – Build Me a Woman (Live, 1970) [2026 Mix]
10 – Petition the Lord With Prayer (Live, 1970) [2026 Mix]
11 – Light My Fire (Live, 1970) [2026 Mix]
12 – Crawling King Snake (Live, 1970) [2026 Mix]
13 – Soul Kitchen (Live, 1969) [2026 Mix]
14 – Bring Out Your Dead (Live, 1970) [2026 Mix]
15 – The End (Live, 1970) [2026 Mix]
16 – Thank You and Good Night (Live, 1970) [2026 Mix]
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O ao vivo de 1970 dos Doors, remixado por 
Bruce Botnick com Krieger e Densmore

Unbound and Dangerous, dos Doors, sai em 23 de outubro de 2026 pela Rhino: dezesseis faixas ao vivo, rock com blues e psicodelia. A maioria das gravações vem da turnê Roadhouse Blues de 1970. Robby Krieger, John Densmore e o engenheiro Bruce Botnick montaram e sequenciaram a coleção.

As performances foram remixadas de shows em Nova York, Filadélfia, Pittsburgh, Detroit e Hollywood. “Soul Kitchen” é a única de 1969, do segundo show de 21 de julho no Aquarius Theatre, em Hollywood. A sequência abre com “Introduction” e “Dead Cats, Dead Rats”, segue para “Break On Through (to the Other Side)” e um “When the Music’s Over” longo. Depois vêm “Roadhouse Blues”, “Alabama Song (Whisky Bar)”, “Back Door Man”, “Five to One”, “Build Me a Woman”, “Light My Fire”, “Crawling King Snake” e um “The End” de cerca de quinze minutos, precedido por Jim Morrison gritando “Bring out your dead!”. O disco chega em CD, vinil duplo vermelho translúcido e Blu-ray com mixagens Dolby Atmos e estéreo high-res de Botnick.

A turnê aconteceu no período do Morrison Hotel, que chegou ao 4º nos EUA em 1970 e foi o quinto Top 10 consecutivo da banda. Botnick engenhou as gravações originais da turnê. Krieger e Densmore trabalharam com ele na seleção. O álbum foi anunciado em setembro de 2026 e sai em 23 de outubro.

Se gostou, veja também Morrison Hotel e os outros ao vivos oficiais dos Doors. Unbound and Dangerous está nas plataformas e em formatos físicos desde outubro — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify