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11 de outubro de 2026

Ladies of Soul – Live at the Ziggo Dome (2026)

 

01 – Ouverture 2026 (Live)
02 – Woman’s World (Live)
03 – Let The Music Play (Live)
04 – Where Is My Husband (Live)
05 – We’ve Got Tonight (Live)
06 – Soul Medley (Clean Up Woman/Mr. Postman/Backstabbers/I Wish I Didn’t Miss You/Love Train/Respect) (Live)
07 – Never Love This Way Again / Miss You Like Crazy (Live)
08 – Die With A Smile
09 – If I Were a Boy (Live)
10 – Chuckii Booker – Soul Triilogy (Live)
11 – If I Ain’t Got You / One Night Only (Live)
12 – Back in the Days Medley Part 1 – Ben/Baby Love/Back to Life (Live)
13 – Back in the Days Medley Part 2 – Always There/Keep the Fires Burning/ Teardrops/Super Freak/U Can’t Touch This (Live)
14 – Free (Live)
15 – Healing (Live)
16 – Too Much, Too Little, Too Late (Live)
17 – Imagine (Live)
18 – We Got A Love Thang (Live)
19 – Finally (Live)
20 – Medley Stevie Wonder (Live)
21 – Medley CHIC (Live)
22 – Medley Prince (Live)
23 – We Don’t Have To Take Our Clothes Off / Gimme Gimme Gimme (Live)
24 – When a Man Loves a Woman (Live)
25 – I’m So Excited (Live)
26 – Could This Be Magic / Hot Stuff / Last Dance (Live)
27 – Stool Pigeon (Live)
28 – I Am a Wonderful Thing Baby (Live)
29 – Annie, I’m Not Your Daddy (Live)
30 – Finale – Disco Dance Floor Medley (Live)
31 – Don’t Leave Me This Way (Live)
32 – Let’s Hear It For The Boy (Live)
33 – Never Knew Love Like This Before
34 – Woman’s World – Reprise (Live)
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Quatro vozes fixas, Ziggo Dome lotado e os convidados de 2026

Live at the Ziggo Dome, das Ladies of Soul, registra a 14ª edição do show anual em Amsterdã, no fim de semana da Páscoa de 2026: soul, disco e funk ao vivo, com a base fixa de Edsilia Rombley, Trijntje Oosterhuis, Berget Lewis e Candy Dulfer. O conceito existe desde 2014. A sala estava esgotada.

A Maxazine, no relato de 5 de abril, separa o Soul Medley — com “Mr. Postman” e “Respect” no meio — e o bloco solo de Edsilia em “Never Love This Way Again” e “Miss You Like Crazy”. Trijntje aparece em “Die With a Smile” e no medley de Stevie Wonder; Berget, no medley de CHIC; Candy Dulfer, no bloco de Prince, com “Kiss” e “1999”. 

Os convidados confirmados pelo canal oficial e pelo Ziggo Dome são Deniece Williams (“Let’s Hear It for the Boy”, “Free”, “Healing”, “Too Much, Too Little, Too Late” com Keith John), Kid Creole & The Coconuts (“Stool Pigeon”, “I’m a Wonderful Thing Baby”, “Annie, I’m Not Your Daddy”), CeCe Peniston, Numidia (“If I Ain’t Got You”), Irma Derby e Aïsha Rowan. A produção e os arranjos são de TJ Oosterhuis, para a D.E.M.P. Music.

Os shows foram em 3 e 4 de abril de 2026 no Ziggo Dome, com portas às 18h30 e início às 20h. No palco, as quatro Ladies ainda trocaram de instrumento num trecho — Candy na bateria, Trijntje no saxofone, Edsilia no baixo, Berget nos teclados — e anunciaram as Pointer Sisters para a edição de 2027.

Se gostou, veja também o Live at the Ziggo Dome 2025 e o single “Woman’s World”. Os vídeos de 2026 estão no canal oficial — ouve o que já saiu, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



The Holiday Band - Sweet Love 2011

 

 1. She Sure Got A Way With My Heart - 2:49
 2. I'll Walk Away - 3:54
 3. Don't Play That Song - 3:28
 4. Someone Like You - 3:59
 5. Wanting You - 3:33
 6. Your Sweet Love - 3:36
 7. Jukebox - 3:17
 8. How Long - 3:40
 9. Smooth Sailin' - 3:33
10. Sweet Caroline - 3:27
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Dez faixas de beach music, gravadas em Charlotte 
e soltas pela Green Dot em 2011

Sweet Love, do The Holiday Band, saiu em 26 de abril de 2011 pela Green Dot Discs: dez faixas, 35 minutos e 19 segundos, classificado como blues nas plataformas e encostado, nas playlists, no beach music e no shag da Carolina. 

A banda assina como performer. Em “Your Sweet Love”, o crédito de composição é de Mike Taylor, e a engenharia de Mark Stallings, no Studio East, em Charlotte, Carolina do Norte. “She Sure Got a Way with My Heart” é de Walt Aldridge e Tom Brasfield. No Spotify, as faixas que mais circulam do disco são “Jukebox”, “Your Sweet Love” e “Smooth Sailin’”. O resto da tracklist — “I’ll Walk Away”, “Don’t Play That Song”, “Someone Like You”, “Wanting You”, “How Long”, “Sweet Caroline” — aparece no álbum, sem texto crítico que as separe.

“Your Sweet Love” foi gravada no Studio East, em Charlotte, com Stallings na engenharia. O disco saiu em 26 de abril de 2011, com copyright da Green Dot Discs e fonograma do próprio The Holiday Band; depois vieram singles soltos, entre eles “I Only Have Eyes for You” (2023) e “Baby I Need Your Lovin” (2024).

Se gostou, veja também as playlists de Carolina beach e shag em que a banda aparece. Sweet Love está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



10 de outubro de 2026

Gary Moore – Close as You Get (2007)

 

1. Close as You Get – 4:50
2. I Know You’re Mine – 5:10
3. I Can’t Leave You Alone – 4:45
4. Workin’ for Me – 5:20
5. The Prophet – 4:55
6. Blame It on Me – 5:05
7. Too Tired – 5:00
8. Jumpin’ at Shadows – 4:35
9. I’ll Be Alright – 4:50
10. Since I Met You Baby – 4:40
11. The Blues Is Alright – 4:50
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O blues de 2007 em que Brian Downey voltou para a bateria de Gary Moore

Close as You Get, de Gary Moore, saiu em 21 de maio de 2007 pela Eagle: blues rock elétrico, onze faixas, cerca de 52 minutos, o disco seguinte a Old New Ballads Blues e anterior a Bad for You Baby. Cinco originais e seis covers, de Chuck Berry, John Mayall, Sonny Boy Williamson, Son House e Royce Swain.

Moore canta e toca guitarra; no baixo está Pete Rees, nos teclados Vic Martin, e na bateria, em todas as faixas, Brian Downey, colega dos tempos do Thin Lizzy. Mark Feltham entra na gaita em “Hard Times” e “Checkin’ Up on My Baby”. A AllMusic, na resenha de Hal Horowitz, aponta a guitarra inspirada em Peter Green e isola o fechamento acústico de “Sundown”, de Son House, com Moore no dobro, raro registro dele desplugado; o mesmo texto destaca o shuffle de “Checkin’ Up on My Baby” e o “Thirty Days” de Berry. A PopMatters separa a abertura “If the Devil Made Whiskey”, com bottleneck na ponte, “Trouble at Home”, “Have You Heard” e a balada longa “I Had a Dream”.

O álbum foi gravado entre outubro de 2006 e fevereiro de 2007 no Sarm Hookend, com a base de “I Had a Dream” feita no Sphere Studios; a produção é de Moore e Ian Taylor, que também engenheirou e mixou. Downey, baterista do Thin Lizzy, toca o disco inteiro, reencontro que a ficha do álbum registra faixa a faixa; o lançamento da Eagle é de 21 de maio de 2007, no meio da sequência de discos de blues que Moore vinha soltando desde Back to the Blues, de 2001.

Se gostou, veja também Old New Ballads Blues e Still Got the Blues. Close as You Get está nas plataformas desde 2007 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify


The Cinelli Brothers - Fresco 2026

 

 1. Heaven - 4:03
 2. Nobody Like You - 3:26
 3. Sandy - 3:36
 4. See About Me - 3:33
 5. Nothing New to Me - 4:52
 6. More Than A Woman - 7:19
 7. Black Hole Heart - 4:10
 8. Fuel to the Fire - 3:45
 9. Leave Me Alone - 4:47
10. Lovin' Is Easy - 4:01
11. Amen to You - 2:40
12. The G.O.A.T. - 3:44
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Doze faixas soltas no dia 1º de outubro, com o single “Heaven” escrito junto de Ian Siegal

Fresco, dos Cinelli Brothers, saiu em 1º de outubro de 2026: doze faixas, 50 minutos, blues e soul elétrico de uma banda de Londres. O copyright e o fonograma são do próprio grupo. 

A formação no clipe de “Heaven” é Marco Cinelli (vocal, violão, órgão e teclados), Alessandro Cinelli (vocal, bateria e percussão), Tom JJ (vocal e guitarra) e Jorma (vocal e baixo). “Heaven”, single de setembro, é de Marco, Alessandro e I. Siegal. “See About Me” tem bateria de Alessandro, guitarra de Marco, composição dos dois com Joseph Anderton, e produção de Al Lawson e Marco Cinelli. No Apple Music, as faixas do disco que sobem junto do single são “Nobody Like You”, “Sandy”, “The G.O.A.T.” e “Amen to You”. Não há resenha de veículo grande separando o resto.

O clipe de “Heaven” foi filmado no Bedford Pub, em Balham. No EPK, a banda chama o disco de fresco, espontâneo e “inequivocamente a gente”. Saiu em 1º de outubro de 2026, no meio de uma turnê britânica que passou por Bristol, Nottingham, Manchester, Glasgow e Londres, e seguiu para a Europa no fim do mês. Antes dele, no mesmo ano, já tinham o ao vivo Live Here and There e o single “Out Here on My Own”, com Laura Evans, na playlist da BBC Radio Wales.

Se gostou, veja também Almost Exactly… (2024) e Live Here and There. Fresco está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



9 de outubro de 2026

Dave Widow and the Line Up - Waiting for the World to End 2012

 

 1. Bluesman - 5:15
 2. Long Gone - 4:03
 3. Leave a Piece of Me - 4:21
 4. Piss You Off - 4:18
 5. Baby Wants to Rock - 4:24
 6. Reach Out - 4:18
 7. Nothin' On You - 3:44
 8. Wait On Love - 4:01
 9. Don't Press Send - 4:35
10. I Look for Things Like That - 4:42
11. Picture of You - 2:00
12. Second Hand Love - 4:16
14. Sweet Janine - 3:07
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O disco que a Blues Foundation colocou entre os 
cinco finalistas de Memphis

Waiting for the World to End, segundo CD de Dave Widow and The Line Up, saiu em 9 de junho de 2012 pelo próprio selo do grupo: catorze faixas, cerca de 57 minutos, num arco que o guitarrista de Los Angeles — nascido em Cincinnati — descreveu como funk, R&B, rock, roots, americana e blues. 

Widow co-produziu com o baterista Gary Mallaber. No estúdio entram o órgão Hammond B-3 e o piano de Mike Finnigan, o baixo de Reggie McBride, as baterias de Mallaber e James Gadson, o piano de Barry Goldberg e de David Morgan, vocais e teclados de Bill Champlin, o sax barítono de Marty Grebb e uma seção de metais. A Blues Rock Review destaca os solos de B-3 de Finnigan e arranjos limpos e justos; aponta “Reach Out”, “Picture of You” e “Sweet Janine” como os momentos em que o vocal de Widow funciona melhor, e trata “Sweet Janine” como o grande corte, ao lado de “I Look for Things Like That”. O Bman’s Blues Report abre o disco por “Bluesman”, boogie lento com metais, guitarra e teclas, e ainda separa “Piss You Off” e a faixa-título, esta em clima de funk blues.

Parte das músicas foi escrita durante as próprias sessões; outras eram peças antigas que só então ganharam gravação, com parcerias de Widow com Morgan, Mallaber, McBride, Champlin e Larry Goshorn. Em janeiro de 2013 o álbum, que já tinha airplay internacional e entrada no Roots Music Report, ficou entre os cinco finalistas de Best Self-Produced CD da Blues Foundation, representando a Ventura County Blues Society, com o vencedor anunciado em 2 de fevereiro nas finais do International Blues Challenge, em Memphis.

Se gostou, veja também o anterior, Got It Covered. Waiting for the World to End está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



8 de outubro de 2026

Melvin Taylor & The Slack Band - 1995

 

 1. Texas Flood - 7:36
 2. Depression Blues - 3:53
 3. Grooving In New Orleans - 4:45
 4. Talking To Anna Mae - 4:56
 5. Tin Pan Alley - 7:14
 6. All Your Love (I Miss Loving) - 4:22
 7. Don't Throw Your Love On Me So Strong - 6:42
 8. T-Bone Shuffle - 3:03
 9. Voodoo Chile (Slight Return) - 5:57
10. Tequila - 2:43
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Quatro dias em Maurice, um trio e o primeiro disco 
americano de Melvin Taylor em anos

Melvin Taylor & the Slack Band, álbum homônimo de 1995, é o primeiro lançamento de material novo do guitarrista de Chicago pela Evidence Music: blues elétrico de power trio, com poucos overdubs, mistura de originais e covers clássicos. O CD americano (ECD 26073-2) saiu em 17 de outubro; a AllMusic marca 51 minutos.

A ficha é curta e confirmada. Melvin Taylor na guitarra e no vocal, Willie Smith no baixo, Steve Potts na bateria. John Snyder produziu; Jay Newland engenheirou, com Tony Doyle na assistência. Don Snowden, na AllMusic, descreve o vocal num modo Albert King e separa a abertura “Texas Flood”, blues lento em que o wah-wah muda o fraseado o tempo todo; os originais “Depression Blues” e “Grooving in New Orleans”, com um toque de funk; e “Talking to Anna Mae”, boogie instrumental de Chicago. 

No mesmo texto, “Tin Pan Alley” e “Don’t Throw Your Love on Me So Strong”, de Albert King, são os pontos em que Taylor parece mais à vontade. A resenha da Jazzwise do relançamento em vinil, de 2024, ainda isola “All Your Love (I Miss Loving)” e ouve no solo referências a Albert King e Buddy Guy ao lado de Cornell Dupree e David T. Walker.

O disco foi gravado e mixado de 27 a 30 de março de 1995 no Dockside Studios, em Maurice, Louisiana. Era o primeiro trabalho inédito dele na Evidence depois que o selo reeditou, cerca de uma década mais tarde, os LPs do começo dos anos 1980 na Isabel francesa, Blues on the Run (1982) e Plays the Blues for You (1984); o seguinte na mesma casa, Dirty Pool, só chegaria em 1997.

Se gostou, veja também Dirty Pool e Plays the Blues for You. Ouve Melvin Taylor & the Slack Band agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



7 de outubro de 2026

The Blues Overdrive – Live Slices (2026)

 

01 – Rolling Thunder (Live)
02 – Lay Your Burden Down (Live)
03 – I Was Wrong (Live)
04 – Aurora (Live)
05 – Pistol Blues (Live)
06 – Jealous (Live)
07 – 16 Tons (Live)
08 – I Need Your Lovin’ (Live)
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O especial da DK4 que virou o segundo disco ao vivo da banda

Live Slices, de The Blues Overdrive, é o segundo álbum ao vivo do quarteto de Copenhague e o primeiro lançamento de estúdio ou palco do grupo desde Overdrive Live!, de 2017: blues rock de raiz, gravado em concerto, com o groove arrastado que a crítica dinamarquesa trata como marca da banda. O streaming saiu em 22 de maio de 2026 pela Cherry Records; o vinil, o primeiro da carreira deles, chegou em 2025.

A formação fixa é Martin Olsen no vocal e na guitarra, Andreas Andersen na guitarra solo, Thor Boding no baixo — no lugar de Thomas Birck desde o disco ao vivo anterior — e Louisian Boltner na bateria. No especial, o veterano Ole Frimer entra como convidado. 

As resenhas se detêm sobretudo em “16 Tons”, leitura da canção de Merle Travis em homenagem a Peter Thorup, que cantou o texto dinamarquês, com Frimer na guitarra; em “Rolling Thunder”, que o Bluesnews.dk descreve como paráfrase moderna de “Rollin’ and Tumblin’”, com os floreios de Olsen; e nos andamentos lentos “Aurora” e “Jealous”, em que o mesmo veículo aponta uma atmosfera de deserto empoeirado. Sete das oito faixas são originais. Andersen aparece com atitude de rock and roll e disciplina apertada; a base segura o groove.

O material vem de cortes escolhidos do especial de uma hora da TV dinamarquesa DK4, gravado em Aarhus em abril de 2024, com arranjos novos e a participação de Frimer numa faixa só. O programa foi reprisado depois em canais da França, da Alemanha e dos Países Baixos; o vinil saiu em 2025 — o Bluesnews.dk data 29 de agosto — e o digital, em 22 de maio de 2026, quase nove anos depois de Overdrive Live!, disco com o qual a banda já tinha levado o European Blues Award de melhor álbum, como fizera antes com Clinch! (2015).

Se gostou, veja também Clinch! e Overdrive Live!. Live Slices está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



Gary Moore - Power of the Blues (2004)

 

1. Cold Black Night – 5:05
2. Pickin’ Up the Pieces – 4:55
3. Too Tired – 5:10
4. Lookin’ Back – 4:45
6. There’s a Hole – 4:50
7. Bring Your Love Home – 4:40
8. I’ll Be Alright – 5:15
9. Hold On – 4:35
10.Power of the Blues – 4:50
11. Walking By Myself – 4:10
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O power trio de 2004, com Bob Daisley no baixo 
e a volta ao blues depois de Scars

Power of the Blues, de Gary Moore, saiu em 22 de junho de 2004 pela Sanctuary: blues rock de dez faixas, 41 minutos e 21 segundos, o disco de estúdio seguinte a Scars e anterior a Old New Ballads Blues. A AllMusic descreve a volta ao blues depois do desvio hard rock de 2002, com o peso do rock encaixado no elétrico que Moore vinha praticando desde Still Got the Blues.

Moore canta e toca guitarra. No baixo está Bob Daisley, nome de Ozzy Osbourne, Uriah Heep e Rainbow; na bateria, Darrin Mooney, que já tinha tocado em Scars. Jim Watson entra nos teclados só em “There’s a Hole”, “That’s Why I Play the Blues” e “Can’t Find My Baby”. O formato é de power trio. A resenha de Hal Horowitz na AllMusic isola o fechamento “Torn Inside”, em que Moore usa dinâmica e a economia aprendida com Peter Green. No meio do disco há dois Willie Dixon: “I Can’t Quit You Baby”, associada a Otis Rush, e “Evil”, ligada a Howlin’ Wolf, mais “Memory Pain”, de Percy Mayfield. A faixa-título e “Getaway Blues” são creditadas a Moore, Daisley e Mooney.

O álbum foi gravado e mixado no Sphere Studio One, com produção de Moore e Chris Tsangarides, que também engenheirou; a masterização é de Ian Cooper no Metropolis. Saiu em 22 de junho de 2004, um ano depois do ao vivo Live at Monsters of Rock e dois anos depois de Scars, o disco em que Mooney já estava na bateria e ao qual este sucede na volta ao blues elétrico.

Se gostou, veja também Scars e Still Got the Blues. Power of the Blues está nas plataformas desde 2004 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



6 de outubro de 2026

John Haydock – Street Corner Blues (2026)

 

01 – Better Than Nothing but Not by Much
02 – Meet Me ‘cross the River
03 – Too Much Water in the Well
04 – Miss Runaway
05 – Fall into Thunder
06 – River of Sin
07 – Avalanche Sky
08 – City of Stone
09 – Don’t Tell Him That It’s Over
11 – If I Ever Make It out of This Town Alive
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Onze faixas, um estúdio em casa e o blues que Haydock grava sozinho

Street Corner Blues, álbum de John Haydock lançado em 7 de agosto de 2026 pelo selo John Haydock Music, reúne onze faixas e cerca de 49 minutos no território de blues rock em que o músico de Sydney vem trabalhando disco após disco. Ele cresceu na Inglaterra, mudou-se com a família para a Austrália aos 17 e aprendeu sozinho guitarra, teclados, baixo, gaita, ukulele e bandolim; a biografia no Spotify registra ainda passagens por bandas de pop, metal e funk.

Não há formação externa creditada neste disco. O padrão dos lançamentos dele, confirmado na ficha de trabalhos anteriores e na própria página do artista, é o de gravar no estúdio caseiro, tocar todos os instrumentos e cantar. Das faixas, “Better Than Nothing but Not by Much” saiu antes, em junho, descrita por ele como um whiskey blues de madrugada, apontada a quem gosta de Chris Rea, John Illsley, Snowy White e Mark Knopfler. “Too Much Water in the Well” já circulava como single desde 7 de novembro de 2025, com crédito de composição, produção e guitarra para John Charles Haydock. “Fatherless Son” chegou no YouTube em 6 de agosto, véspera do álbum.

Ele escreveu, tocou e produziu “Fatherless Son” e, na descrição do vídeo, tratou a faixa como terapia pessoal. O álbum inteiro saiu no dia seguinte, 7 de agosto de 2026, em nome da John Haydock Music, sem gravadora externa no crédito.

Se gostou, veja também Town Full of Blues, de 2022, e o single “Too Much Water in the Well”. Street Corner Blues está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.