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15 de fevereiro de 2026

Philip Glass Solo (2024)

 

1. Opening | 5:57
2. Mad Rush | 16:35
3. Metamorphosis I | 7:26
4. Metamorphosis II | 7:31
5. Metamorphosis III | 6:17
6. Metamorphosis V | 5:29
7. Truman Sleeps | 4:39
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Philip Glass Solo: O Piano Mais Íntimo do Mestre Minimalista
Em plena pandemia de 2020-2021, enquanto o mundo parava, Philip Glass parou também — mas para voltar ao piano. Gravado em seu apartamento no coração de Nova York, no mesmo instrumento e no mesmo cômodo onde compôs grande parte de sua obra, Philip Glass Solo (2024) é o álbum mais pessoal e revelador de toda a sua carreira.
Com apenas sete faixas, todas para piano solo, o disco reúne clássicos que Glass revisitou com olhos de quem tem oito décadas de música nas mãos. Destaques absolutos: a hipnótica “Opening” (de Glassworks), o monumental “Mad Rush” (16 minutos de pura transcendência), as quatro “Metamorphosis” e uma nova versão, mais contemplativa, de “Truman Sleeps”, do filme O Show de Truman.
O estilo é puro Glass: minimalismo cristalino, repetições que parecem ondas, silêncio que respira. Sem orquestra, sem ensemble, só o piano e o homem. O resultado é íntimo, quase diário — como se o ouvinte estivesse sentado ao lado dele na sala.
Curiosidade: este é o primeiro registro em que Glass toca todas as peças no piano onde elas foram criadas, e o microfone captou, sutilmente, o “zumbido quieto de Nova York” ao fundo. Um verdadeiro time capsule de 2021 e um convite para entrar na mente de um dos maiores compositores vivos.Para quem ama piano minimalista, reflexão e emoção sem filtros, Philip Glass Solo é indispensável.

20 de janeiro de 2026

Philip Glass: Solo Piano - Bojan Gorišek [2013]

 

1. Metamorphosis 1 7:51 
2. Metamorphosis 2 7:08 
3. Metamorphosis 3 3:07 
4. Metamorphosis 4 6:34 
5. Metamorphosis 5 7:01 
6. Mad Rush 16:39 
9. Glassworks 5:43
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Pianos Hipnóticos: A Jornada Minimalista de Philip Glass com Bojan Gorišek
Lançado em 2013, Philip Glass: Solo Piano interpretado pelo pianista esloveno Bojan Gorišek é uma celebração vibrante do minimalismo, com padrões repetitivos e melodias hipnóticas que capturam a essência da obra de Glass. O álbum explora composições para piano solo, criando uma atmosfera introspectiva e meditativa, perfeita para fãs de música contemporânea que buscam imersão sonora.
Destaques: série "Metamorphosis" (One a Five), com suas transformações sutis e emocionais que evoluem como um sonho, "Mad Rush", uma peça épica de 16 minutos cheia de energia pulsante, e "Wichita Vortex Sutra", inspirada em poesia beat. Outras faixas marcantes são "Opening (from Glassworks)", com sua simplicidade cativante, e "Modern Love Waltz", uma valsa moderna e delicada. Gorišek traz uma interpretação lírica e expressiva, destacando texturas únicas com reverberação espaçosa que amplifica a profundidade minimalista.
Curiosidade: o álbum foi gravado em apenas dois dias, 20 e 21 de abril de 2013, no histórico Grand Union Hall em Liubliana, Eslovênia, usando um piano Steinway model D. Outro detalhe fascinante é o contexto: Gorišek, especialista em compositores contemporâneos, revitaliza peças dos anos 70 e 80 de Glass, conectando-as à cena indie clássica dos 2010s.

17 de janeiro de 2026

Big Joe Duskin - Don't Mess With The Boogie Man 1988

 

Don't Mess With The Boogie Man
Down On My Bended Knees
Big Joe's Boogie Prayer
Oodle Addle
Mean And Evil
Dirty Rat Swing
Cuban Sugar Mill
Call My Job
Keep It To Yourself
Low Down Dog
C. C. Rider
So Long
Boogie Woogie On St. Louis Blues
Ida B
Yancey Special
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spotify / via: verylastofadyingbreed

Big Joe Duskin: Não Mexa com o Rei do Boogie!
"Don't Mess With The Boogie Man", o álbum de 1988 de Big Joe Duskin, relançado em CD em 1997 pela Indigo Recordings com faixas bônus. Essa obra-prima do boogie-woogie e blues piano irradia energia crua, com ritmos dançantes e vocais potentes que homenageiam lendas como Albert Ammons e Pete Johnson.
O estilo é puro boogie clássico, misturando piano vigoroso a swings animados, ideal para fãs de blues autêntico. 
Destaques: "Don't Mess With The Boogie Man", a espiritual "Big Joe's Boogie Prayer" e clássicos como "Boogie Woogie On St. Louis Blues" e "Yancey Special", que brilham com a maestria de Duskin ao piano. A banda conta com feras como o baterista Mickey Waller, o guitarrista e produtor Dave Peabody, e saxofonistas Paul Clarke e Alan Nicholls, criando um som rico e coeso.
Curiosidade: o álbum foi gravado em março de 1988 no Ideal Sound, em Londres, durante uma turnê britânica que culminou em uma performance de despedida no 100 Club. Outro detalhe fascinante: Duskin, veterano de Cincinnati que pausou a carreira por motivos religiosos nos anos 1950, retornou nos 1970s, e este disco captura seu auge tardio no revival do blues.

29 de julho de 2025

Champion Jack Dupree – Blues From The Gutter 1959

 

01 - Strollin'
02 - T.B. Blues
03 - Can't kick the Habit
04 - Evil Woman
05 - Nasty Boogie

06 - Junker's Blues
07 - Bad Blood
08 - Goin' Down Slow
09 - Frankie & Johnny 
10 - Stack-O-Lee
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via: rick4200

Blues From The Gutter: A Obra-Prima de Champion Jack Dupree
Lançado em 1958 pela Atlantic, Blues From The Gutter é o ápice da carreira de Champion Jack Dupree, um marco do blues de New Orleans. Com seu piano barrelhouse e vocais cheios de alma, Dupree mergulha em temas crus como vício, doença e amor desfeito, misturando gravidade e humor. Faixas como “Junker’s Blues”, que inspirou “The Fat Man” de Fats Domino, e “Can’t Kick the Habit” destacam sua destreza lírica, enquanto “T.B. Blues” e “Nasty Boogie” brilham pela intensidade emocional. Acompanhado por Pete Brown no sax alto e Ennis Lowery na guitarra, o álbum, produzido por Jerry Wexler, exsuda autenticidade. Gravado em um único dia em Nova York, captura a espontaneidade do blues. Detalhe marcante: o trabalho de Lowery inspirou Brian Jones, dos Rolling Stones.