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20 de janeiro de 2026

Philip Glass: Solo Piano - Bojan Gorišek [2013]

 

1. Metamorphosis 1 7:51 
2. Metamorphosis 2 7:08 
3. Metamorphosis 3 3:07 
4. Metamorphosis 4 6:34 
5. Metamorphosis 5 7:01 
6. Mad Rush 16:39 
9. Glassworks 5:43
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Pianos Hipnóticos: A Jornada Minimalista de Philip Glass com Bojan Gorišek
Lançado em 2013, Philip Glass: Solo Piano interpretado pelo pianista esloveno Bojan Gorišek é uma celebração vibrante do minimalismo, com padrões repetitivos e melodias hipnóticas que capturam a essência da obra de Glass. O álbum explora composições para piano solo, criando uma atmosfera introspectiva e meditativa, perfeita para fãs de música contemporânea que buscam imersão sonora.
Destaques: série "Metamorphosis" (One a Five), com suas transformações sutis e emocionais que evoluem como um sonho, "Mad Rush", uma peça épica de 16 minutos cheia de energia pulsante, e "Wichita Vortex Sutra", inspirada em poesia beat. Outras faixas marcantes são "Opening (from Glassworks)", com sua simplicidade cativante, e "Modern Love Waltz", uma valsa moderna e delicada. Gorišek traz uma interpretação lírica e expressiva, destacando texturas únicas com reverberação espaçosa que amplifica a profundidade minimalista.
Curiosidade: o álbum foi gravado em apenas dois dias, 20 e 21 de abril de 2013, no histórico Grand Union Hall em Liubliana, Eslovênia, usando um piano Steinway model D. Outro detalhe fascinante é o contexto: Gorišek, especialista em compositores contemporâneos, revitaliza peças dos anos 70 e 80 de Glass, conectando-as à cena indie clássica dos 2010s.

29 de dezembro de 2025

Janet Ryan - Mama Soul (2013)

 

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Janet Ryan Incendeia o Soul em "Mama Soul"!

Lançado em 2013, "Mama Soul" de Janet Ryan é uma explosão de soul blues maduro, misturando grooves jazzísticos, funk pulsante e baladas emotivas, impulsionados pela voz poderosa e versátil da cantora. Com 13 faixas, o álbum destaca a energia contagiante de "He Burned That Bridge", com piano vibrante de Chuck Mabrey e slide guitar afiado de Jerry Sartain, e o blues arrebatador de "Mr. Misery", onde Ray Chaput entrega riffs santanescos blistering. Outros pontos altos incluem a cover de "Women Be Wise" de Sippie Wallace, interpretada com feeling autêntico e piano elegante de Elliot, e "Take Your Shoes Off", um soul chugging com solo de guitarra marcante de Chaput sobre B3.
A banda estelar conta com músicos como Steve Howard no trompete, Mike Sizer no sax tenor e Joe Meo no sax, criando uma sonoridade rica e orgânica, sem excessos. 
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões colaborativas que capturaram improvisos espontâneos, refletindo a paixão de Ryan por jams ao vivo. 
Detalhe: em uma era de revival soul, Ryan, com influências de James Brown e blues clássico, posiciona-se como uma voz feminina forte, conquistando rádios com baladas polidas como "What Was I Thinking".

14 de setembro de 2025

Koby Israelite - Blues from Elsewhere 2013

 

1. Johnny has no cash no more
2. Why Don't You Take My Brain and Sell it to the NIght? (Featuring Annique)
3. Blues from Elsewhere (Suite Part 1)
4. Accordian is the New Guitar (Suite Part 2)
5. The Dreams Thief (Suite Part 3)
6. Crayfish Hora (Suite Part 4)
7. Subterranean Homesick Blues (Featuring Annique)
8. East of Nashville
9. Bulgarian Boogie
10. Rural Ghost
11. My Way the Right Way
12. Lemi Evke (Featuring Mor Karbasi)
13. Peckham Rai
14. Two Colonels
15. Just Cliches

16. Kashmir (Bonus Track)
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Koby Israelite: O Mundo em Notas com Blues From Elsewhere
Koby Israelite, o gênio israelense que desafia rótulos, transforma Blues From Elsewhere numa viagem sonora global. Misturando blues, folk americano e ritmos balcânicos, o álbum, lançado pela Asphalt Tango, rompe com o foco judaico de seus trabalhos na Tzadik Records. Koby toca quase todos os instrumentos, com Yaron Stavi no baixo e Tigran Aleksanyan no duduk. Destaques incluem “Kashmir”, um tributo a Led Zeppelin com introdução armênia, e “Lemi Evke”, um jewish blues com a voz marcante de Mor Karbasi. Annique brilha em “Subterranean Homesick Blues” e “Why Don’t You Take My Brain...”. As quatro suítes, com acordeão e banjo, reinventam o rock americano. A participação de Fanfare Ciocărlia em “Walk On” adiciona um explosivo toque cigano.

7 de setembro de 2025

Magic Sam - Live At The Avant Garde! (1968/2013)

 

1. San-Ho-Zay
2. Don't Want No Woman
3. I Need You So Bad
4. Feelin' Good
5. It's All Your Fault Baby
6. You Belong to Me
7. Bad Luck Blues
8. Come on in This House
9. Hoochie Coochie Man
10. Still a Fool
11. That's All I Need
12. All Your Love (I Miss Loving)
13. That's All Right
14. Lookin' Good
15. Everynight Everyday
16. Hully Gully Twis
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A Magia Elétrica de Magic Sam: Ao Vivo no Avant Garde!
Imagine mergulhar em 1968, um ano de rebeliões e sonhos, com Magic Sam incendiando o palco do Avant Garde em Milwaukee. Esse álbum ao vivo, gravado em 22 de junho de 1968 e lançado em 2013 pela Delmark, é uma explosão de Chicago blues elétrico – cru, soulful e hipnótico. O som de Sam é único: guitarra com tremolo vibrante, voz que corta a alma como uma lâmina afiada, misturando harmonias profundas com riffs que pulsam de energia. Acompanhado pelo baixista Big Mojo Elem e o baterista Bob Richey, o trio entrega mais de 65 minutos de puro fogo.
"San-Ho-Zay" abre com um instrumental instrumental frenético, "All Your Love (I Miss Loving)" (de Otis Rush) ganha nova vida com o toque mágico de Sam, e covers como "Hoochie Coochie Man" (Willie Dixon) e "Still a Fool" (Muddy Waters) brilham com intensidade fresca. "Lookin' Good" é um rockabilly blues greasoso que te faz dançar!
Gravado por um engenheiro amador, o estudante Jim Charne, com equipamento básico – mas o áudio é cristalino, capturando a intimidade do clube como se você estivesse lá. O Avant Garde, um café folk radical que recebia hippies e protestadores, foi fechado pela polícia meses depois, em meio à agitação social pré-Woodstock. Magic Sam, que morreu jovem aos 32, deixa aqui um testamento eterno de genialidade.

ESTRADAS INFINITAS 2024
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19 de agosto de 2025

Rokia Traore • Beautiful Africa 2013

 

01. Lalla 3:29
 02. Kouma 4:00
 03. Sikey 3:28
 04. Ka Moun Kè 6:26
 05. Mélancolie 4:08
 06. N'téri 9:27
 07. Tuit Tuit 5:23
 08. Beautiful Africa 3:34
 09. Sarama 5:03
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via:arhsam

O Rugido do Mokele Mbembe: Rock Renascido no Coração da África

Prepare-se para ser arrebatado por Beautiful Africa, um álbum que desafia fronteiras e redefine o espírito do rock. Com raízes pulsantes no Mali e alma global, Rokia Traoré mistura riffs elétricos com tambores tribais, criando uma sonoridade visceral e libertadora. Faixas como “Ka Moun Kè” e “N’téri” são verdadeiras jornadas sonoras, onde guitarras se entrelaçam com balafons e vozes ancestrais.

O destaque vai para “Beautiful Africa”, faixa-título que celebra a força e beleza do continente com energia contagiante. Parte do álbum foi gravada em Bamako durante um período de instabilidade política, o que só intensificou sua urgência e potência emocional.

Com produção de John Parish (colaborador de PJ Harvey), o disco é um manifesto sonoro: o rock não morreu — ele renasceu sob o sol africano, vibrante, feroz e glorioso.

13 de julho de 2025

Omar Sosa - Eggūn·The Afri-Lectric Experience (2013)

 

01. Alejet
02. El Alba
03. Interludio I
04. Alternativo Sketches
05. Interludio II
06. Madre Mia (Traditional)
07. Interludio III
08. So All Freddie
09. Interludio IV
10. Rumba Connection
11. Interludio V
12. Angustiado
13. Angustiado Reprise
14. Interludio VI
15. Calling Eggūn
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Omar Sosa - Eggūn: Uma Homenagem Vibrante e Original
Em Eggūn: The Afri-Lectric Experience (2013), Omar Sosa transforma o clássico Kind of Blue de Miles Davis em uma celebração afro-latina vibrante, encomendada pelo Barcelona Jazz Festival de 2009. Misturando jazz, ritmos africanos e latinos, como merengue, bolero e rumba, Sosa cria uma suíte única, com texturas ricas e melodias envolventes. Faixas como “Alejet”, com sua sensualidade noturna, e “So All Freddie”, que funde fragmentos de Davis com grooves latinos, destacam-se pela elegância. A trompete de Joo Kraus e o baixo elétrico de Childo Tomas brilham, junto a participações de Lionel Loueke e Peter Apfelbaum. Sosa usou células melódicas dos solos de Davis para criar composições originais, mantendo um diálogo com o passado. O título Eggūn remete aos espíritos ancestrais na tradição Ifá, refletindo a conexão entre passado e futuro na música de Sosa.