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28 de janeiro de 2026

Van Morrison - Somebody Tried To Sell Me A Bridge 2026

 

1. Kidney Stew Blues (3:45)
2. King For A Day Blues (3:46)
3. Snatch It Back And Hold It (3:58)
4. Deep Blue Sea (Feat. Elvin Bishop) (4:18)
5. Ain't That A Shame (3:27)
6. Madame Butterfly Blues (Feat. Elvin Bishop) (5:47)
7. Can't Help Myself (Feat. Taj Mahal) (3:42)
8. Betty And Dupree (Feat. Taj Mahal) (4:59)
9. Delia's Gone (3:20)
10. On A Monday (3:21)
11. Monte Carlo Blues (2:54)
12. When It's Love Time (Feat. Elvin Bishop) (2:58)
13. Loving Memories (Feat. Elvin Bishop) (4:31)
14. Play The Honky Tonk (Feat. Elvin Bishop) (3:50)
15. (Go To The) High Place In Your Mind (Feat. John Allair) (3:53)
16. Social Climbing Scene (3:43)
17. Somebody Tried To Sell Me A Bridge (4:01)
18. You're The One (Feat. Elvin Bishop) (4:25)
19. I'm Ready (Feat. Buddy Guy) (3:29)
20. Rock Me Baby (Feat. Buddy Guy) (5:32)
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Van Morrison Volta às Raízes Blues com "Somebody Tried To Sell Me A Bridge"
Van Morrison está de volta com um álbum que pulsa com a essência do blues clássico! Lançado em 2026, Somebody Tried To Sell Me A Bridge é uma homenagem vibrante às lendas do gênero, reinterpretando hits de B.B. King, Buddy Guy e Leadbelly com o grit e a lirismo inconfundíveis de Morrison. O disco mistura emoção crua e sons atemporais, criando uma experiência feroz e viva que vai cativar fãs de blues autêntico.
Destaques: incluem faixas como "Deep Blue Sea" e "Madame Butterfly Blues", com Elvin Bishop adicionando camadas de guitarra hipnóticas, e "I'm Ready" e "Rock Me Baby", onde Buddy Guy traz fogo elétrico. Participações estelares de Taj Mahal, John Allair e outros veteranos como David Hayes e Larry Vann enriquecem o som com autenticidade.
Curiosidade: Gravado no icônico Studio D em Sausalito, Califórnia, sob a engenharia de Jim Stern, o álbum captura sessões espontâneas que ecoam as raízes do blues dos anos 50 e 60. Um detalhe fascinante é a inclusão de colaboradores de longa data, como Mitch Woods, reforçando o legado de Morrison como ponte entre gerações musicais.

27 de janeiro de 2026

Roky Erickson - All That May Do My Rhyme 1995

 

1. I'm Gonna Free Her (3:03)
2. Starry Eyes (3:38)
4. Please Judge (4:28)
6. We Are Never Talking (3:48)
7. For You (I'd Do Anything) (2:18)
8. For You (3:01)
9. Clear Night For Love (2:48)
10. Haunt (3:43)
11. Starry Eyes (3:14)
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O Renascimento de Roky Erickson em 'All That May Do My Rhyme'
Fãs de rock psicodélico, segurem-se: "All That May Do My Rhyme", lançado em 1995 pela Trance Syndicate, é uma joia do pioneiro Roky Erickson, ex-13th Floor Elevators. Misturando folk rock acústico com toques elétricos e etéreos, o álbum evoca uma atmosfera intimista e melancólica, perfeita para quem ama o charme cru do psicodelismo texano. Todas as faixas são de autoria de Roky, com vocais e guitarras que transbordam emoção genuína.
Destaques: "Starry Eyes" (em duas versões hipnóticas), "You Don't Love Me Yet" com sua melodia assombrosa, e "Don't Slander Me", um rock vigoroso. A banda estelar conta com Speedy Sparks no baixo, Barry "Frosty" Smith na bateria, e participações especiais como Charlie Sexton na guitarra e órgão, Paul Leary (Butthole Surfers) em guitarras variadas, e Lou Ann Barton nos vocais de "Starry Eyes". Sons únicos vêm do cello de John Hagen e da tuba de Summer Erickson, adicionando camadas sinfônicas inesperadas.
Curiosidade: Cinco faixas foram gravadas em 1984-85 e remixadas para o álbum, capturando uma fase de recuperação criativa de Roky. Outro detalhe fascinante: Nos anos 90, Roky foi redescoberto como herói cult, ganhando nova vida após décadas de esquecimento, graças a tributos como "Where the Pyramid Meets the Eye".

26 de janeiro de 2026

Carolina Chocolate Drops – Genuine Negro Jig (15th Anniversary Edition) (2026)

 

1. Peace Behind the Bridge – 2:34  
2. Trouble in Your Mind – 2:55  
4. Hit 'Em Up Style – 3:58  
6. Snowden's Jig (Genuine Negro Jig) – 3:53  
7. Why Don't You Do Right? – 3:37  
8. Cindy Gal – 2:28  
9. Kissin' and Cussin' – 3:21  
10. Sandy Boys – 2:25  
11. Reynadine – 2:37  
12. Trampled Rose – 4:37
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Genuine Negro Jig: A Dança Revitalizada que Pulsa Tradição!
A Carolina Chocolate Drops celebra 15 anos de Genuine Negro Jig com uma edição de aniversário explosiva em 2026, revivendo o som das antigas bandas de cordas negras da Carolina do Norte do século XIX. Misturando fiddle, banjo e ritmos old-time com toques modernos, o álbum é um tributo apaixonado ao folk afro-americano, com produção cristalina de Joe Henry que equilibra rusticidade e clareza digital.
Destaques: "Trouble in Your Mind", uma balada relevante e atemporal; "Your Baby Ain’t Sweet Like Mine", com ragtime gentil; "Cindy Gal", um rompante delicioso; e "Why Don’t You Do Right?", blues natural e envolvente. A edição adiciona nove faixas bônus: sete inéditas, mais remasters de 2025 de "City of Refuge" e mix de "Memphis Shakedown". O trio – Rhiannon Giddens, Dom Flemons e Justin Robinson – brilha sob mentoria de Joe Thompson, último mestre do estilo Piedmont.
Curiosidade: As gravações capturam a essência de piqueniques e festas dos anos 30, com Henry optando por arranjos esparsos para realçar a autenticidade orgânica. Outro detalhe fascinante: No contexto do revivalismo do século XXI, o álbum transcende cópias fiéis, apontando para uma evolução cultural que influenciou o renascimento do folk negro contemporâneo.

21 de janeiro de 2026

Country Joe McDonald & The Bevis Frond: Eat Flowers & Kiss Babies 1999

 

01. I Feel Like I'm Fixin' To Die Rag  3:51
02. Here I Go Again  4:46
03. Rock Coast Blues  3:30
04. Not So Sweet Martha Lorraine  4:24
05. The Acid Commercial  0:35
06. Bass Strings  6:38
07. Who Am I?  4:42
08. Flying High  4:04
09. Rock 'N Soul Music  7:03
10. Death Sound Blues  9:09
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Revivendo o Espírito Psicodélico: Country Joe e Bevis Frond em "Eat Flowers & Kiss Babies"
Em 1999, o icônico Country Joe McDonald, lendário vocalista do Country Joe & the Fish e voz do ativismo dos anos 60, uniu forças com o gênio neo-psicodélico Nick Saloman, do The Bevis Frond, para criar o álbum Eat Flowers & Kiss Babies. Esse disco é uma explosão de rock psicodélico com toques de folk e hard rock, revivendo hinos anti-guerra com uma energia fresca e distorcida, perfeita para fãs de sons vintage com atitude moderna.
Destaques: "I Feel Like I'm Fixin' To Die Rag", com seu refrão sarcástico e solos de guitarra épicos, e a hipnótica "Death Sound Blues", que se estende por nove minutos de improviso alucinante. A faixa "Bass Strings" brilha com linhas de baixo pulsantes e camadas sonoras únicas, misturando psicodelia sessentista a uma produção lo-fi crua.
Curiosidade: o álbum foi gravado no estúdio caseiro de Saloman, no selo Woronzow, capturando uma vibe espontânea que evoca jam sessions intermináveis. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico – McDonald, veterano de protestos contra a Guerra do Vietnã, atualiza suas mensagens políticas e ecológicas, ecoando o legado de Woodstock em uma era pós-Grunge.