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5 de outubro de 2026

Kels – Dirty Blues Princess (2026)

 

01 – Gone
02 – Daddy’s Not The One
03 – 6Ft Under
04 – Fly On The Wall
05 – Call Me
06 – Worn Out Shoes
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A princesa do dirty blues que escreveu o disco entre faxina, 
estrada e jam de jazz

Dirty Blues Princess, EP de estreia de KELS lançado em 12 de junho de 2026, é o ponto em que a cantora de Pittsburgh radicada em Atlanta batiza de vez o som que vinha testando nos bares: o que ela mesma chama de dirty blues, mistura de blues, folk, country e soul nascida da formação em jazz. São seis faixas, cerca de 19 minutos, todas escritas por ela e co-produzidas por ela, sob licença da KELS Music para a Universal Records Distribution, com vinil cherry red pela Cherry Red.

No palco o quinteto que a acompanha em gravações ao vivo recentes junta Tim Neumann na bateria, Nate Light no baixo, Woody Aplanalp na guitarra e Pat Wailes no saxofone — o sopro que puxa o arranjo para o lado de um soul revue em vez do doze compassos reto. As lojas e o material de lançamento destacam “Gone”, “Daddy’s Not The One” e “Call Me”; “Gone”, single de 2025, é o corte que a divulgação trata como ponto de ruptura, depois de meses de posts diários. “Daddy’s Not The One”, último single antes do EP, entra com linha de baixo lisa e vocal de peso em torno de traição, drama de cidade pequena e acerto de contas. “6ft Under”, single de março de 2026 sobre trauma geracional, ancora o disco na leitura da SEE ROCK LIVE.

Ela contou à The Current que as seis músicas saíram entre 2023 e 2026, várias escritas em Atlanta, outras na estrada e algumas em Los Angeles, e que só agora sentiu ter público para um primeiro projeto de verdade. Em 2 de setembro de 2026 postou “6ft Under” ao vivo numa oficina mecânica, caminhonete parada ao fundo, com o mesmo quinteto e uma leitura mais solta do que a de estúdio.

Em 22 de agosto de 2026, no primeiro show europeu, lotou a sala pequena do Paradiso, em Amsterdã, com cerca de 250 pessoas: cinco das seis faixas do EP entraram no set, “Daddy’s Not The One” ganhou aplauso de reconhecimento e “Gone” fechou com a plateia cantando junto — a banda ficou nos Estados Unidos e ela tocou com backing tracks. O EP chegou ao 36º lugar do Official Album Downloads Chart do Reino Unido na semana de 25 de junho; no mesmo ano ela cantou o hino no Draft da NFL, em Pittsburgh, e no jogo 2 das finais da NBA.

Se gostou, veja também o single “Gone” e o registro ao vivo na oficina. O EP está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.


2 de outubro de 2026

Misty Blues – Still Ticking (2026)

 

01 – State Of The Union
02 – I Don’t Wanna Be
03 – Gimme Some More
04 – This Love
05 – On The Town
06 – Endless Tears
07 – Roll Right In
08 – Trifling Man (feat. Lady Bianca)
09 – Mess With Me
10 – Passion
11 – Battle Cry (feat. Chantell McCulloch, Candice Ivory, 
Carly Harvey, Alexis P. Suter & Kat Riggins)
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O relógio do blues ainda bate em Massachusetts

Still Ticking, 18º disco de estúdio do Misty Blues, saiu em 31 de julho de 2026 pela Guitar One Records. 

A própria banda chama o som de blues fusion: cada faixa nasce no blues e se enrola em funk, folk, jazz ou soul.No centro está Gina Coleman, voz e guitarra, com Seth Fleischmann na guitarra, Rob Tatten na bateria, Aaron Dean no sax, Diego Mongue no baixo, órgão e percussão e David Vittone nos teclados. 

As resenhas e o anúncio voltam sobretudo a Battle Cry, primeiro single com Chantell McCulloch, Candice Ivory, Carly Harvey, Alexis P. Suter e Kat Riggins; a Trifling Man, dueto com Lady Bianca; e a Passion. Sax, órgão e o groove da seção rítmica sustentam o disco de onze faixas, também disponível em CD e vinil.

Pela primeira vez a capa foi feita sob medida por Michael Mongue, marido de Gina e pai de Diego, em vez de aproveitar uma obra já existente.A maior parte das canções foi escrita por Coleman em 2025 e arranjada num fim de semana da banda em Nantucket, em novembro; a gravação rolou em fevereiro e março de 2026 no Playing Field Studio, em Williamstown, com Diego como engenheiro principal. 

O título marca o 27º ano do grupo: depois de dezoito álbuns, o Misty Blues ainda está no relógio.Se gostou, veja também… dê o play, comente e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ — e no Spotify




27 de setembro de 2026

Chris Pierce – Songs for the Heavy Hearted (2026)

 

1.This Sunlit Morning
2. First Day of School
3. Madonna of the San Joaquin
4. It Ain’t Ever Wrong to Be Free
5. Kalief Browder (feat. Allison Russell)
6. Spirits All Over This Land
7. We Ain’t There Yet (feat. Garrison Starr)
8. You Do Not Weep Alone
9. That Was My Pride (feat. Grey DeLisle)
10. Yours Can Go With Mine
11. Two Angels (feat. Steve Earle)
12. A Soft Place to Land
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Chris Pierce abre o peito no folk e o coração pesado ganha voz

Em 21 de agosto de 2026, Chris Pierce lançou Songs for the Heavy Hearted (CMG / Dos Leones): folk e americana de canção de protesto e de casa. 

Produziram David Resnik e Niko Bolas. Na base, Doug Pettibone na guitarra, Stella Mozgawa na bateria, Reggie Hamilton no baixo, Gabe Witcher no violino, Phil Parlapiano nos teclados e Dave Palmer no piano. 

Entram Allison Russell em “Kalief Browder”, Garrison Starr em “We Ain’t There Yet”, Grey DeLisle em “That Was My Pride” e Steve Earle em “Two Angels”. 

O single de anúncio foi “This Sunlit Morning”; The Bluegrass Situation destacou “First Day of School”, que Pierce descreveu como um pedido de um pai na porta da escola. Harmônica, violão, acordeão e fiddle carregam o disco. 

O álbum é o oitavo solo dele e saiu com vinil e CD no próprio site. Em setembro de 2026 figurou como o mais adicionado da semana nas paradas da Americana Music Association / CDX Traction. Se gostou, veja também… ouça agora no Spotify, comente o que ficou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify




26 de setembro de 2026

The Bernie Leadon • Michael Georgiades Band - Natural Progressions (1977) 2013

 

2. How Can You Live Without Love? - 3:48
3. Breath - 3:28
4. Rotation - 6:19
6. Tropical Winter - 4:33
7. As Time Goes On - 3:08
8. The Sparrow - 3:25
9. At Love Again - 4:21
10.Glass Off - 6:45
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da Costa Oeste respira mais baixo

Em 1977, The Bernie Leadon–Michael Georgiades Band lançou Natural Progressions pela Asylum: country-rock e soft rock acústico, com vocais em revezamento. 

Leadon canta e toca guitarra, mandolim, banjo e steel; Georgiades divide voz e guitarra. Com eles, Bryan Garofalo no baixo, David Kemper na bateria, Steve Goldstein nos teclados e Glyn Johns na produção. Fontes apontam “How Can You Live Without Love?”, “The Sparrow” e o fechamento “Glass Off”; AllMusic também destaca o voo de “You’re the Singer”. 

O som é harmonia, cordas leves e clima de estúdio californiano, sem o drive que os Eagles tomaram depois da saída de Leadon. 

A gravação principal foi nas montanhas de Santa Monica; as sessões de orquestra, no Olympic Sound Studios, em Londres. Foi o único disco da dupla: saiu pela Asylum, não decolou nas vendas e não teve sequência. 

Em 2013 o selo relançou o álbum em CD no Japão (WPCR-15248). Se gostou, veja também… ouça agora, comente o que ficou na cabeça e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify 


Jethro Tull – J-Tull Dot Com (Another Cast Of The Net) (2026)

 

CD1: Original Mix:
01 – Spiral
02 – Dot Com
03 – AWOL
04 – Nothing @ All
05 – Wicked Windows
06 – Hunt by Numbers
07 – Hot Mango Flush
08 – El Nino
09 – Black Mamba
10 – Mango Surprise
11 – Bends Like a Willow
12 – Far Alaska
13 – The Dog-Ear Years
14 – A Gift of Roses & Tweet-Tweet

CD2: 2026 Remix By Bruce Soord:
01 – Spiral
02 – Dot Com
03 – AWOL
04 – Nothing @ All
05 – Wicked Windows
06 – Hunt by Numbers
07 – Hot Mango Flush
08 – El Nino
09 – Black Mamba
10 – Mango Surprise
11 – Bends Like a Willow
12 – Far Alaska
13 – The Dog-Ear Years
14 – A Gift of Roses

CD3: Bonus Material:
01 – Aborted Soliloquy
02 – Dot Com Acoustic
03 – It All Trickles Down
04 – Recollection No 5
05 – Pipes (Close to You)
06 – Sad Suit
07 – Stigmata
08 – The Secret Language of Birds (2026 remix)
09 – Hunt by Numbers (Live in Katowice, 2000)
10 – Dot Com (Live in Katowice, 2000)
11 – Awol (Live in Katowice, 2000)
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O Tull joga a rede outra vez

J-Tull Dot Com: Another Cast Of The Net, lançado em 14 de agosto de 2026 pela InsideOutMusic, relê o vigésimo disco de estúdio do Jethro Tull, gravado em 1999. 

O tom oficial continua o de folk-rock e rock progressivo da banda, com um verniz de produção mais contemporâneo da virada do milênio.

A formação é a de Ian Anderson na voz, flauta, violão e bouzouki, Martin Barre nas guitarras, Andrew Giddings em teclados, Hammond e acordeão, Jonathan Noyce no baixo e Doane Perry na bateria, com Najma Akhtar nos vocais extras de Dot Com. 

O anúncio e as resenhas da reedição voltam sobretudo a Spiral, abertura de flauta e guitarra usada como cartão do remix, a AWOL e a Bends Like a Willow. Bruce Soord remixou o álbum em estéreo, 5.1 e Dolby Atmos; o box 3CD+Blu-ray traz o mix original, o remix de 2026, seis faixas de estúdio inéditas e três ao vivo em Katowice, em 2000.

Ian Anderson produziu o disco no próprio estúdio. Em alguns CDs de 1999, The Secret Language of Birds aparecia escondida depois de um silêncio em A Gift of Roses; agora ela entra remixada no material extra. 

O álbum original saiu em 23 de agosto de 1999 e só nesta edição ganhou vinil oficial, num 2LP de 180 g com o remix de Soord.Se gostou, veja também… escute agora, deixe um comentário e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ — e no Spotify 


25 de setembro de 2026

Manfred Mann’s Earth Band – The Roaring Silence 50th Anniversary Edition (2026)

 

CD1 (Original album)
1. Blinded By The Light
2. Singing The Dolphin Through
3. Waiter, There’s A Yawn In My Ear
4. The Road To Babylon
5. This Side Of Paradise
6. Starbird
7. Questions

CD2 (50th Anniversary Bonus Album)
1. Bird on the Wire
2. Stronger than Me
3. Solos Compilation Part 1
4. Captain Bobby Stout (Live 2025)
5. Davy's on the Road Again (Live 2025)
6. Martha's Madman (Live 2025)
7. Blinded by the Light (Live 2025)
8. Captain Bobby stout (Live 70's)
9. The Mighty Quinn (Live 70s)
10. Time is Right (Live 70s)
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O silêncio que ainda ruge depois de meio século

A Creature Music relança em setembro de 2026 The Roaring Silence em edição de 50 anos, dois CDs que reúnem o álbum original de 1976 e material extra. 

O disco mistura progressive rock com folk, jazz e blues.A formação da época trazia Chris Thompson nos vocais e guitarra rítmica, Manfred Mann nos teclados, Dave Flett na guitarra solo, Colin Pattenden no baixo e Chris Slade na bateria. 

“Blinded By The Light”, cover de Bruce Springsteen, chegou ao primeiro lugar da Billboard em 1977. “The Road To Babylon” une um cânone do século XVIII a um trecho de Don McLean, “Questions” parte de um Impromptu de Schubert.

O som tem teclados marcantes de Mann, vocais de Thompson e arranjos que citam clássicos sem perder o groove.O álbum foi gravado no Workhouse Studios, em Londres. A edição traz um booklet de 40 páginas com entrevistas e fotos raras.

23 de setembro de 2026

Seasick Steve – The Last Season of America (2026)

 

1. The Last Season of America 
2. Bad Things 
3. Above Ground Boogie 
4. Bootstraps 
5. El Camino 
6. Surf's Flat 
7. Free Man 
8. Somebody 
9. Mathilda From Ottowa 
10. Feel The Sun 
11. Simple and Free
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Seasick Steve lança o blues de protesto mais direto de 2026

Em 18 de setembro de 2026, Seasick Steve lançou The Last Season of America pela Eastcote Recordings: blues e folk de protesto em dez faixas. 

Na fita estão Steve na voz e na guitarra, Dan Magnusson na bateria, Dave Okumu na guitarra e Martin Terefe no baixo e na produção, gravados no Eastcote Studios, em Londres. 

As fontes do anúncio puxam a faixa-título, “Bad Things” e “Somebody”; “Bootstraps” saiu depois como single. O clima é violão seco, boogie e letra de quem atravessou o país de Miami a Los Angeles com a mulher, Elisabeth, em 2024, e viu pobreza e divisão no caminho. 

O título nasceu num clube de Nova Orleans, quando o líder da house band apresentou dois belgas com a frase “welcome to the last season of America”. 

É o primeiro disco de Steve no selo Eastcote, sucessor de A Trip a Stumble a Fall Down on Your Knees (2024). Se gostou, veja também… ouça agora, comente o que te pegou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify