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18 de outubro de 2026

Corey Crowder - Gold And The Sand 2008

 

1. Southern Way - 4:26
 2. Love - 3:41
 3. Look How Far We've Come - 3:11
 4. Higher Ground - 3:52
 5. Leaving You - 3:02
 6. Helpless Heart - 3:29
 7. Innocence - 2:57
 8. Changes - 4:33
 9. Devils - 2:19
10. Slow Down - 4:22
11. I've Become Something - 4:44
12. Lonesome Road - 4:55
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O disco da Tooth & Nail em que Corey Crowder trouxe 
o country acústico para o selo de rock

Gold and the Sand, de Corey Crowder, saiu em 11 de novembro de 2008 pela Tooth & Nail: doze faixas, cerca de 46 minutos, roots rock e country-folk de um cantor de Greenville, Carolina do Sul, criado na Geórgia. Foi a estreia nacional dele no selo, depois de discos independentes que já tinham rodado em trilha de TV.

A produção é de Aaron Sprinkle. O Shazam descreve violão acústico e bateria contida na maior parte, com “Higher Ground” e “Southern Way” ganhando mais peso de roots rock. A Indie Vision Music isola a abertura “Southern Way” e “Love” como as mais pegajosas, e aponta “Innocence” como o ponto alto. O Christianity Today, de Andree Farias, ouve calor de John Mayer com ecos de Ryan Adams e Jakob Dylan, e registra que no MySpace ele listava Hank Williams e Bob Dylan. “Leaving You”, “Helpless Heart” e “I’ve Become Something” entram mais lentos. As doze faixas são creditadas a ele.

O disco chegou às lojas em 11 de novembro de 2008. O Shazam nota que os lançamentos independentes anteriores ganharam atenção via trilha de televisão; o Jesusfreakhideout chama a parceria com a Tooth & Nail — selo conhecido por rock de Seattle — de um dos experimentos maiores do catálogo. Crowder vinha de Greenville, na Carolina do Sul.

Se gostou, veja também os discos de Aaron Sprinkle e o roots da época na Tooth & Nail. Gold and the Sand está nas plataformas desde 2008 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



16 de outubro de 2026

Shane Howard - Back To The Track (1988)

 

Lado A
1. Just A Feeling – 5:21 (Bart Willoughby, Shane Howard)
2. Big City Blue – 3:16 (S. Howard)
3. Mother Earth – 3:22 (S. Howard)
4. One Eye Johnny – 4:10 (S. Howard)
5. Long Way Away From My Country – 3:34 (Jimmy Chi)

Lado B
6. Back To The Track – 3:02 (S. Howard)
7. Brothers & Sisters – 5:16 (S. Howard)
8. Make No Mistake – 3:48 (S. Howard)
9. Come On Make Me – 4:45 (S. Howard)
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O primeiro solo de Shane Howard, montado à mão em quinhentas cassetes depois do Goanna

Back to the Track, de Shane Howard, saiu em 1988 pela Uluru Music com distribuição da RCA Victor: nove faixas, folk rock com blues e country, o disco solo que ele fez depois do fim do Goanna. Ele mesmo produziu e gravou no Sing Sing Studios, em Melbourne.

Howard canta e toca violão acústico e didgeridoo. No baixo passam Pasquale Monea, Spiro Phillipas e Jo Imbrol. Dave Stewart na bateria, Simon O’Dwyer no bodhrán. Phil Butson e Simon Curphy na guitarra elétrica. Marcia Howard no piano e nas cordas, e nos vocais de harmonia com Rose Bygrave e Curphy. Steve Gilbert na gaita. Kaj Dahlstrom engenheiro e mixagem. “Just a Feeling” é de Bart Willoughby e Howard. “Long Way Away From My Country” é de Jimmy Chi. As outras sete são dele: “Big City Blue”, “Mother Earth”, “One Eye Johnny”, a faixa-título, “Brothers & Sisters”, “Make No Mistake” e “Come On Make Me”.

A entrevista de Vincent Maskell no Juke, de 10 de dezembro de 1988, conta que as sessões foram feitas em pedaços — ele ia a Melbourne tocar para pagar tempo de estúdio — e que a tiragem inicial foi de quinhentas cassetes, com livretos que ele mesmo cortou, dobrou e grampeou. Ele morava então em Far North Queensland. O single “Back to the Track” chegou ao 148º na Austrália. O disco saiu depois do colapso do Goanna e do casamento, como ele contou ao The Age em outubro de 1988.

Se gostou, veja também Spirit of Place, do Goanna, e River, o solo seguinte. Back to the Track está nas plataformas desde 1988 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



12 de outubro de 2026

Stevie Nicks • Bella Donna 1981

 

1. Bella Donna – 5:21
2. Kind of Woman – 3:12
3. Stop Draggin’ My Heart Around – 4:04 
(com Tom Petty and the Heartbreakers)
4. Think About It – 3:35
5. After the Glitter Fades – 3:31
6. Edge of Seventeen – 5:28
7. How Still My Love – 3:54
8. Leather and Lace – 3:44 (com Don Henley)
9. Outside the Rain – 4:19
10. The Highwayman – 4:49
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O primeiro disco solo de Stevie Nicks, o que levou 
Tom Petty, Don Henley e um número 1

Bella Donna, estreia solo de Stevie Nicks, saiu em 27 de julho de 1981 pela Modern/Atco: rock com toque country, dez faixas, pouco menos de 42 minutos. Ela ainda estava no Fleetwood Mac. Este é o disco que ela fez fora da banda.

A produção é de Jimmy Iovine e Tom Petty. Benmont Tench, dos Heartbreakers, foi diretor musical e toca órgão e piano na maior parte. Waddy Wachtel e Davey Johnstone entram na guitarra; Bob Glaub e Duck Dunn no baixo; Stan Lynch na bateria em algumas faixas. 

Os convidados que a ficha isola são dois. Tom Petty canta e toca em “Stop Draggin’ My Heart Around”, que ele e Mike Campbell escreveram — chegou ao 3º da Hot 100. Don Henley canta em “Leather and Lace”, 6º. “Edge of Seventeen” bateu no 11º; “After the Glitter Fades”, no 32º. Os vocais de apoio são de Sharon Celani e Lori Perry. Roy Bittan, da E Street Band, coescreveu “Think About It”; Don Felder, dos Eagles, toca em “The Highwayman”.

Nicks ensaiou em casa com Tench, Celani e Perry antes de entrar no estúdio. As sessões foram do outono de 1980 à primavera de 1981 e levaram cerca de três meses e meio — ela disse ao Billboard Book of Number One Albums que queria o disco soando como Tom Petty e que Iovine, que terminava Hard Promises, intermediou. Entrou em 1º na Billboard 200 em setembro de 1981, ficou quase três anos no chart e virou platina em outubro; depois, quádrupla. No Reino Unido chegou ao 11º. Ela voltou ao Fleetwood Mac para gravar Mirage logo em seguida.

Se gostou, veja também The Wild Heart e os discos do Fleetwood Mac da época. Bella Donna está nas plataformas desde os anos 1980 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



5 de outubro de 2026

Kels – Dirty Blues Princess (2026)

 

01 – Gone
02 – Daddy’s Not The One
03 – 6Ft Under
04 – Fly On The Wall
05 – Call Me
06 – Worn Out Shoes
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A princesa do dirty blues que escreveu o disco entre faxina, 
estrada e jam de jazz

Dirty Blues Princess, EP de estreia de KELS lançado em 12 de junho de 2026, é o ponto em que a cantora de Pittsburgh radicada em Atlanta batiza de vez o som que vinha testando nos bares: o que ela mesma chama de dirty blues, mistura de blues, folk, country e soul nascida da formação em jazz. São seis faixas, cerca de 19 minutos, todas escritas por ela e co-produzidas por ela, sob licença da KELS Music para a Universal Records Distribution, com vinil cherry red pela Cherry Red.

No palco o quinteto que a acompanha em gravações ao vivo recentes junta Tim Neumann na bateria, Nate Light no baixo, Woody Aplanalp na guitarra e Pat Wailes no saxofone — o sopro que puxa o arranjo para o lado de um soul revue em vez do doze compassos reto. As lojas e o material de lançamento destacam “Gone”, “Daddy’s Not The One” e “Call Me”; “Gone”, single de 2025, é o corte que a divulgação trata como ponto de ruptura, depois de meses de posts diários. “Daddy’s Not The One”, último single antes do EP, entra com linha de baixo lisa e vocal de peso em torno de traição, drama de cidade pequena e acerto de contas. “6ft Under”, single de março de 2026 sobre trauma geracional, ancora o disco na leitura da SEE ROCK LIVE.

Ela contou à The Current que as seis músicas saíram entre 2023 e 2026, várias escritas em Atlanta, outras na estrada e algumas em Los Angeles, e que só agora sentiu ter público para um primeiro projeto de verdade. Em 2 de setembro de 2026 postou “6ft Under” ao vivo numa oficina mecânica, caminhonete parada ao fundo, com o mesmo quinteto e uma leitura mais solta do que a de estúdio.

Em 22 de agosto de 2026, no primeiro show europeu, lotou a sala pequena do Paradiso, em Amsterdã, com cerca de 250 pessoas: cinco das seis faixas do EP entraram no set, “Daddy’s Not The One” ganhou aplauso de reconhecimento e “Gone” fechou com a plateia cantando junto — a banda ficou nos Estados Unidos e ela tocou com backing tracks. O EP chegou ao 36º lugar do Official Album Downloads Chart do Reino Unido na semana de 25 de junho; no mesmo ano ela cantou o hino no Draft da NFL, em Pittsburgh, e no jogo 2 das finais da NBA.

Se gostou, veja também o single “Gone” e o registro ao vivo na oficina. O EP está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.


2 de outubro de 2026

Misty Blues – Still Ticking (2026)

 

01 – State Of The Union
02 – I Don’t Wanna Be
03 – Gimme Some More
04 – This Love
05 – On The Town
06 – Endless Tears
07 – Roll Right In
08 – Trifling Man (feat. Lady Bianca)
09 – Mess With Me
10 – Passion
11 – Battle Cry (feat. Chantell McCulloch, Candice Ivory, 
Carly Harvey, Alexis P. Suter & Kat Riggins)
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O relógio do blues ainda bate em Massachusetts

Still Ticking, 18º disco de estúdio do Misty Blues, saiu em 31 de julho de 2026 pela Guitar One Records. 

A própria banda chama o som de blues fusion: cada faixa nasce no blues e se enrola em funk, folk, jazz ou soul.No centro está Gina Coleman, voz e guitarra, com Seth Fleischmann na guitarra, Rob Tatten na bateria, Aaron Dean no sax, Diego Mongue no baixo, órgão e percussão e David Vittone nos teclados. 

As resenhas e o anúncio voltam sobretudo a Battle Cry, primeiro single com Chantell McCulloch, Candice Ivory, Carly Harvey, Alexis P. Suter e Kat Riggins; a Trifling Man, dueto com Lady Bianca; e a Passion. Sax, órgão e o groove da seção rítmica sustentam o disco de onze faixas, também disponível em CD e vinil.

Pela primeira vez a capa foi feita sob medida por Michael Mongue, marido de Gina e pai de Diego, em vez de aproveitar uma obra já existente.A maior parte das canções foi escrita por Coleman em 2025 e arranjada num fim de semana da banda em Nantucket, em novembro; a gravação rolou em fevereiro e março de 2026 no Playing Field Studio, em Williamstown, com Diego como engenheiro principal. 

O título marca o 27º ano do grupo: depois de dezoito álbuns, o Misty Blues ainda está no relógio.Se gostou, veja também… dê o play, comente e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ — e no Spotify




27 de setembro de 2026

Chris Pierce – Songs for the Heavy Hearted (2026)

 

1.This Sunlit Morning
2. First Day of School
3. Madonna of the San Joaquin
4. It Ain’t Ever Wrong to Be Free
5. Kalief Browder (feat. Allison Russell)
6. Spirits All Over This Land
7. We Ain’t There Yet (feat. Garrison Starr)
8. You Do Not Weep Alone
9. That Was My Pride (feat. Grey DeLisle)
10. Yours Can Go With Mine
11. Two Angels (feat. Steve Earle)
12. A Soft Place to Land
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Chris Pierce abre o peito no folk e o coração pesado ganha voz

Em 21 de agosto de 2026, Chris Pierce lançou Songs for the Heavy Hearted (CMG / Dos Leones): folk e americana de canção de protesto e de casa. 

Produziram David Resnik e Niko Bolas. Na base, Doug Pettibone na guitarra, Stella Mozgawa na bateria, Reggie Hamilton no baixo, Gabe Witcher no violino, Phil Parlapiano nos teclados e Dave Palmer no piano. 

Entram Allison Russell em “Kalief Browder”, Garrison Starr em “We Ain’t There Yet”, Grey DeLisle em “That Was My Pride” e Steve Earle em “Two Angels”. 

O single de anúncio foi “This Sunlit Morning”; The Bluegrass Situation destacou “First Day of School”, que Pierce descreveu como um pedido de um pai na porta da escola. Harmônica, violão, acordeão e fiddle carregam o disco. 

O álbum é o oitavo solo dele e saiu com vinil e CD no próprio site. Em setembro de 2026 figurou como o mais adicionado da semana nas paradas da Americana Music Association / CDX Traction. Se gostou, veja também… ouça agora no Spotify, comente o que ficou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify




26 de setembro de 2026

The Bernie Leadon • Michael Georgiades Band - Natural Progressions (1977) 2013

 

2. How Can You Live Without Love? - 3:48
3. Breath - 3:28
4. Rotation - 6:19
6. Tropical Winter - 4:33
7. As Time Goes On - 3:08
8. The Sparrow - 3:25
9. At Love Again - 4:21
10.Glass Off - 6:45
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da Costa Oeste respira mais baixo

Em 1977, The Bernie Leadon–Michael Georgiades Band lançou Natural Progressions pela Asylum: country-rock e soft rock acústico, com vocais em revezamento. 

Leadon canta e toca guitarra, mandolim, banjo e steel; Georgiades divide voz e guitarra. Com eles, Bryan Garofalo no baixo, David Kemper na bateria, Steve Goldstein nos teclados e Glyn Johns na produção. Fontes apontam “How Can You Live Without Love?”, “The Sparrow” e o fechamento “Glass Off”; AllMusic também destaca o voo de “You’re the Singer”. 

O som é harmonia, cordas leves e clima de estúdio californiano, sem o drive que os Eagles tomaram depois da saída de Leadon. 

A gravação principal foi nas montanhas de Santa Monica; as sessões de orquestra, no Olympic Sound Studios, em Londres. Foi o único disco da dupla: saiu pela Asylum, não decolou nas vendas e não teve sequência. 

Em 2013 o selo relançou o álbum em CD no Japão (WPCR-15248). Se gostou, veja também… ouça agora, comente o que ficou na cabeça e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify 


Jethro Tull – J-Tull Dot Com (Another Cast Of The Net) (2026)

 

CD1: Original Mix:
01 – Spiral
02 – Dot Com
03 – AWOL
04 – Nothing @ All
05 – Wicked Windows
06 – Hunt by Numbers
07 – Hot Mango Flush
08 – El Nino
09 – Black Mamba
10 – Mango Surprise
11 – Bends Like a Willow
12 – Far Alaska
13 – The Dog-Ear Years
14 – A Gift of Roses & Tweet-Tweet

CD2: 2026 Remix By Bruce Soord:
01 – Spiral
02 – Dot Com
03 – AWOL
04 – Nothing @ All
05 – Wicked Windows
06 – Hunt by Numbers
07 – Hot Mango Flush
08 – El Nino
09 – Black Mamba
10 – Mango Surprise
11 – Bends Like a Willow
12 – Far Alaska
13 – The Dog-Ear Years
14 – A Gift of Roses

CD3: Bonus Material:
01 – Aborted Soliloquy
02 – Dot Com Acoustic
03 – It All Trickles Down
04 – Recollection No 5
05 – Pipes (Close to You)
06 – Sad Suit
07 – Stigmata
08 – The Secret Language of Birds (2026 remix)
09 – Hunt by Numbers (Live in Katowice, 2000)
10 – Dot Com (Live in Katowice, 2000)
11 – Awol (Live in Katowice, 2000)
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O Tull joga a rede outra vez

J-Tull Dot Com: Another Cast Of The Net, lançado em 14 de agosto de 2026 pela InsideOutMusic, relê o vigésimo disco de estúdio do Jethro Tull, gravado em 1999. 

O tom oficial continua o de folk-rock e rock progressivo da banda, com um verniz de produção mais contemporâneo da virada do milênio.

A formação é a de Ian Anderson na voz, flauta, violão e bouzouki, Martin Barre nas guitarras, Andrew Giddings em teclados, Hammond e acordeão, Jonathan Noyce no baixo e Doane Perry na bateria, com Najma Akhtar nos vocais extras de Dot Com. 

O anúncio e as resenhas da reedição voltam sobretudo a Spiral, abertura de flauta e guitarra usada como cartão do remix, a AWOL e a Bends Like a Willow. Bruce Soord remixou o álbum em estéreo, 5.1 e Dolby Atmos; o box 3CD+Blu-ray traz o mix original, o remix de 2026, seis faixas de estúdio inéditas e três ao vivo em Katowice, em 2000.

Ian Anderson produziu o disco no próprio estúdio. Em alguns CDs de 1999, The Secret Language of Birds aparecia escondida depois de um silêncio em A Gift of Roses; agora ela entra remixada no material extra. 

O álbum original saiu em 23 de agosto de 1999 e só nesta edição ganhou vinil oficial, num 2LP de 180 g com o remix de Soord.Se gostou, veja também… escute agora, deixe um comentário e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ — e no Spotify