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18 de maio de 2026

The Tribe – Neil Young Rascals 2023

 

01 – A Beautiful Morning
02 – Cinnamon Girl
03 – Groovin’
04 – How Can I Be Sure
05 – Like a Hurricane
06 – Mr. Soul
07 – My My Hey Hey
08 – Only Love Can Break Your Heart
09 – Rockin’ in the Free World
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Um encontro de lendas e hinos eternos

O álbum The Tribe – Neil Young Rascals 2023 é uma celebração vibrante do rock clássico, reunindo faixas icônicas que atravessam gerações e continuam a ecoar com força em 2023. Com uma sonoridade que mistura energia crua e melodias envolventes, o disco reafirma a vitalidade de um repertório que marcou a história da música.

Os músicos que participam do álbum The Tribe – Neil Young Rascals 2023 são parte de um coletivo de artistas de Los Angeles, reunindo nomes consagrados e integrantes da banda The Tribe. Entre eles estão guitarristas, baixistas, vocalistas e instrumentistas de destaque que já tocaram com lendas do rock e do soul.

Guitarristas: Grant Geissman (conhecido por seu trabalho com Chuck Mangione) e Fuzzbee Morse (que já colaborou com Lou Reed). Baixo: George Bunnell, integrante original da banda psicodélica Strawberry Alarm Clock. Sopros: Mark Pender e Joe Sublett, ligados à banda de Kenny Wayne Shepherd. Teclados: John “JT” Thomas (Bruce Hornsby, Rita Coolidge) no acordeão e órgão. Harmônica: Stanley Behrens, da banda War.

Destaques: brilham interpretações poderosas de “Cinnamon Girl” e “Like a Hurricane”, que trazem a intensidade característica de Neil Young, além da suavidade nostálgica de “Groovin’”, dos Rascals. A formação reúne músicos experientes que dão nova vida a clássicos, com arranjos que equilibram guitarras elétricas marcantes, vocais cheios de emoção e momentos de improviso que remetem às jam sessions dos anos 70. O resultado é uma fusão sonora que conecta o espírito rebelde do rock com a leveza do soul e do pop psicodélico.

Curiosidade: o projeto nasceu como uma homenagem às raízes do rock norte-americano, resgatando tanto a energia contestadora de Young quanto a vibração positiva dos Rascals. Além disso, faixas como “Rockin’ in the Free World” ganham ainda mais relevância no contexto atual, reafirmando seu papel como hino de resistência e liberdade.


13 de maio de 2026

Neil Young – Before and After (2023)

 

01. I’m The Ocean (6:44)
02. Homefires (2:05)
03. Burned (2:06)
04. On the Way Home (3:16)
05. If You Got Love (3:31)
06. A Dream That Can Last (4:33)
07. Birds (2:47)
08. My Heart (3:02)
09. When I Hold You In My Arms (5:23)
10. Mother Earth (3:43)
11. Mr. Soul (3:43)
12. Comes a Time (3:21)
13. Don’t Forget Love (3:42)
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A Intimidade Atemporal de Before and After

Em Before and After, Neil Young mergulha em um formato minimalista e profundamente introspectivo, revisitando sua própria obra com arranjos acústicos contínuos e quase meditativos. O álbum se apresenta como uma suíte única, onde as faixas se conectam sem pausas, criando uma experiência fluida e emocionalmente densa.

Gravado majoritariamente em voz e violão, o disco destaca a interpretação crua e madura de Young, acompanhado por sutis camadas de guitarra elétrica e ambiência. 

Faixas como: “I’m The Ocean”, “Burned” e “Comes a Time” ganham novas cores, mais lentas e reflexivas, evidenciando nuances que muitas vezes passam despercebidas nas versões originais. A ausência de banda completa reforça a sensação de proximidade, como se o ouvinte estivesse dentro do estúdio com o artista.

Curiosidade: o álbum foi gravado ao vivo em estúdio, sem edições pesadas, preservando a espontaneidade das execuções. Além disso, o projeto reforça a tradição de Young de revisitar seu catálogo sob novas perspectivas — algo que ele já explorou em diferentes fases da carreira, sempre com resultados surpreendentes.


30 de abril de 2026

Neil Young – Coastal 2025

 

1. I Am The Ocean 7:18
2. Comes A Time 3:17
3. Love Earth 2:38
4. Prime Of Life 3:40
5. Throw Your Hatred Down 4:39
6. Vampire Blues 2:45
7. When I Hold You In My Arms 6:20
8. Expecting To Fly 3:51
9. Song X 2:42
10. I Am A Child 3:01
11. Don’t Forget Love 0:53
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Neil Young: Coastal – Solo Acústico que Navega pela Costa da Alma!
O Coastal: The Soundtrack, lançado em 18 de abril de 2025 pela Reprise Records, é o álbum ao vivo solo de Neil Young que captura a essência da sua turnê acústica de 2023. Folk-rock íntimo e despojado, o disco entrega 11 faixas gravadas ao vivo, com Neil sozinho no palco: violão, piano, gaita e aquela voz rouca que conta histórias como ninguém.Neil Young (guitarra, piano, harmonica e vocais) manda ver sem banda, recriando pérolas da carreira com emoção à flor da pele. 
Destaques: a abertura épica de I Am The Ocean (do Mirror Ball), o blues sujo de Vampire Blues e a delicadeza de I Am A Child (clássico do Buffalo Springfield). O som é cru, quente e minimalista: violão dedilhado, piano solene, gaita chorosa e improvisos que parecem conversa de amigo.
Curiosidade: o álbum é a trilha sonora oficial do documentário Coastal, dirigido pela esposa Daryl Hannah, que filma a turnê solo pós-Covid com intimidade rara – ônibus, bastidores e palco. E o fato histórico: o filme estreou em cinemas por uma noite só em 17 de abril de 2025, e o disco saiu no dia seguinte, mas os primeiros CDs e vinis foram recolhidos por glitches de masterização – hoje rola perfeito no streaming.

14 de janeiro de 2026

Neil Young - Time Fades Away (1973)

 

4. L.A.
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O Tempo Desvanece: A Explosão Crua de Neil Young ao Vivo!
Lançado em 1973, Time Fades Away é o primeiro álbum ao vivo de Neil Young, capturando uma energia raw de rock e folk-rock com toques de country, gravado durante a turnê de apoio a Harvest. Longe dos hits polidos, o disco traz oito faixas inéditas, cheias de intensidade emocional e guitarras distorcidas que ecoam a turbulência pessoal de Young.
Destaques: "Time Fades Away", com seu riff hipnótico e letras reflexivas; "Don't Be Denied", uma jornada autobiográfica poderosa; e "Last Dance", um fechamento caótico e épico. A banda The Stray GatorsBen Keith (steel guitar e vocais), Jack Nitzsche (piano), Tim Drummond (baixo) e Johnny Barbata (bateria) – entrega uma performance orgânica, com harmonias vocais únicas e um som sem overdubs, puro e imperfeito.
Curiosidade: Gravado em uma turnê desastrosa de 62 shows, onde Young lidava com o luto pela overdose fatal de Danny Whitten (ex-guitarrista demitido), e a banda se desintegrava no palco, resultando em um registro honesto e caótico.
Detalhe: Marca o início da "Trilogia do Fosso" (com On the Beach e Tonight's the Night), uma fase rebelde onde Young rejeitou o sucesso comercial, influenciando o grunge e o rock alternativo dos anos 90.