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15 de agosto de 2026

Joan Osborne – Dylanology (2025)

 

1. “Spanish Harlem Incident”
2. “Highway 61 Revisited”
3. “Rainy Day Women #12 & 35”
w/ Jackie Greene 

4. “Ballad Of Hollis Brown”
w/ Jackie Greene & Robert Randolph
5. “Buckets Of Rain”
w/ Amy Helm
6. “Masters Of War”
7. “Tonight I’ll Be Staying Here With You”
w/ Jackie Greene
8. “High Water (For Charley Patton)”
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O show ao vivo um tributo a Dylan

Dylanology, de Joan Osborne, é o álbum ao vivo de rock e folk-rock que reimagina clássicos de Bob Dylan com energia de palco e arranjos cheios de fogo. 

Joan Osborne lidera a banda de estrada com os guitarristas Jack Petruzzelli e Andrew Carillo, o tecladista Keith Cotton, o baixista Richard Hammond e o baterista Aaron Comess. 

Faixas como “Highway 61 Revisited”, “Ballad of Hollis Brown” (com Jackie Greene no órgão e Robert Randolph no lap steel) e “Buckets of Rain” (em dueto com Amy Helm) ganham camadas de guitarras gêmeas, teclados e grooves que empurram os temas pra um território blues-rock intenso. 

O disco captura um show de 2018 da turnê que seguiu o álbum de estúdio Songs of Bob Dylan, com convidados especiais que adicionam tempero e improvisação ao vivo. 

Osborne encontrou as fitas nos arquivos anos depois e decidiu lançar porque o som estava tão forte que merecia sair do baú. E a gravação aconteceu no Tarrytown Music Hall, durante a turnê especial com esses músicos lendários.  

12 de agosto de 2026

Morry Sochat & The Special 20s - Live At Space 2025

 

1. 1955 (6:47)
2. Choo Choo Cha Boogie (5:16)
3. She's A Betty (5:21)
4. Natural Born Lover (5:11)
5. Ooh Poo Pah Doo (4:39)
6. She's Got It (3:07)
7. Mary Jane (7:59)
8. Midnight Kisses (5:26)
9. Hotter Than Fire (3:46)
10. Caldonia (8:58)
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Morry Sochat e os Special 20s explodem o Chicago blues ao vivo

Live At Space (2025) é o álbum ao vivo de Morry Sochat & The Special 20s, um harmonica blues quente que mistura Chicago blues clássico com swing e rock n’ roll em pura energia de palco. 

Morry Sochat comanda a harmônica e o vocal, ao lado de Chris Neal no sax e vocal, e a banda completa que completa duas décadas juntos. “1955” abre com groove contagiante e improvisos afiados, “Caldonia” se estende em jam longa e eletrizante, e “Hotter Than Fire” queima com swing e força. 

O som se define pela harmônica afiada de Morry, metais e ritmo que capturam a vibe ao vivo do SPACE, com fusões que mantêm o blues vintage e moderno. 

Curiosidade: o disco foi captado ao vivo no Evanston SPACE e marca os 20 anos da banda. Lançado em 2025, o álbum celebra o aniversário da formação que começou em 2005 e já dividiu estúdio com produtores como Nick Moss. É a prova de que o blues de Chicago ainda queima forte e ao vivo.

11 de julho de 2026

The Doors – Live In Copenhagen 1968 (2025)

 

1. Applause And Introduction (0:20)
2. When The Music’s Over (12:55)
3. Back Door Man (2:26)
4. Five To One (4:37)
5. Break On Through (To The Other Side) (4:14)
6. Alabama Song (Whiskey Bar) (3:38)
7. The Wasp (Texas Radio & The Big Beat) (1:19)
8 Hello, I Love You (2:44)
9 Wake Up! (1:20)
10 Light My Fire (10:46)
11 A Little Game (5:20)
12 The Unknown Soldier (4:53)
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]O Show Inédito que Finalmente Sai do Cofre e Coloca Fogo na Plateia

O álbum Live In Copenhagen (2025), lançado em vinil cristal limitado para o Record Store Day Black Friday, registra o concerto completo da formação clássica dos The Doors em 17 de setembro de 1968, no Falkoner Centret, em Copenhague. 

Gravado no auge da banda, o disco entrega um rock psicodélico cru e intenso, com raízes no blues, marcado pela energia selvagem e pela presença magnética de Jim Morrison no palco europeu.

Na formação, Jim Morrison comanda os vocais com sua intensidade poética e xamânica, ao lado de Ray Manzarek nos teclados e órgão, Robby Krieger na guitarra e John Densmore na bateria. 

Destaques: versão estendida e hipnótica de “Light My Fire” (mais de 10 minutos de improviso), o épico “When The Music’s Over” (quase 13 minutos de tensão crescente) e o explosivo “Break On Through (To The Other Side)”, que abre o set com toda a urgência da banda. O som se caracteriza por longas jams instrumentais, o órgão hipnótico de Manzarek, a guitarra afiada de Krieger e a bateria pulsante de Densmore, criando uma atmosfera escura, atmosférica e cheia de improvisos que capturam a essência crua dos shows dos Doors.

Gravado durante a turnê europeia de 1968, o concerto mostra a banda em momento de pico criativo, logo após o sucesso estrondoso de “Light My Fire”. Trata-se do primeiro lançamento oficial completo deste show lendário — bootlegs circularam por décadas —, agora preservado com qualidade de estúdio pela Rhino e descrito como uma “comunhão espiritual” pela própria banda.

9 de julho de 2026

Blood Brothers – Help Yourself (2025)

 



01. Help Yourself (Zito)
02. Can’t Be A Prophet (Castiglia)
03. Alive (Zito)
04 . Soulard Serenade (Zito, Castiglia, Sutherland, Stephens, Hangen, Johnson)
05. Low Down (J.J. Cale)
06 . The Best I Can (Zito, Castiglia)
07. Prove My Love (Zito)
08 . Ol’ Victrola (Castiglia)
09 . Running Out Of Time (Zito)
10. Do What You Gotta (Castiglia)
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Blood Brothers Servem Blues-Rock Puro e Explosivo no Segundo Round!
Segundo álbum de estúdio do supergroup Blood Brothers, Help Yourself (2025), é daqueles que chega direto no ponto. Formado pelos pesos pesados Mike Zito e Albert Castiglia, o disco entrega blues-rock contemporâneo carregado de soul e rock, gravado ao vivo no estúdio para capturar toda a química e o fogo de um show real.
Com Zito e Castiglia trocando vocais e guitarras afiadas, ao lado de Scot Sutherland no baixo, Lewis Stephens nos teclados e a bateria dupla de Matt Johnson e Ray Hangen, o álbum não tem ponto fraco. 
Destaques: “Can’t Be A Prophet”, um blues pessoal e funky sobre o ego de ser rockstar; “The Best I Can”, uma balada sultry cheia de influência soul sobre superação amorosa; e “Ol’ Victrola”, uma carta de amor ao rock antigo com nomeações de lendas e pegada honky-tonk pesada. O instrumental “Soulard Serenade”, no meio do disco, é um jam de seis minutos que passeia por mudanças de estilo e tom, criando uma jornada emocional com arco claro e groove irresistível.
Curiosidade: o álbum foi gravado ao vivo no Shock City Studios, em St. Louis, exatamente como Zito descreveu: “foi ótimo capturar a banda ao vivo no estúdio, igual no palco”. Além disso, é o segundo disco do duo na Gulf Coast Records — selo que carrega o DNA blues-rock de Zito —, trazendo ainda um cover de “Low Down”, de J.J. Cale, e reforçando a força dessa parceria que já lota shows por onde passa.

7 de julho de 2026

Faces – Early Steps (2025)

 

Lado A – Olympic Studios, Outono de 1969 (Rough Mixes)
1. Shake, Shudder, Shiver (Take 1 Rough Mix) – 3:10
(Ron Wood / Ronnie Lane)
2. Devotion (Take 1 Rough Mix) – 4:16
(Ronnie Lane)
3. Train (Take 4 Rough Mix) – 4:26
(Rod Stewart / Ron Wood / Kenney Jones)
4. Flying (Take 1 Rough Mix) – 3:50
(Rod Stewart / Ron Wood / Ronnie Lane)

Lado B – Rolling Stones Rehearsal Space / Bermondsey, Verão de 1969 (Rehearsals)
1. I Feel So Good (Rehearsal) – 6:23
(Big Bill Broonzy)
2. Evil (Rehearsal) – 6:25
(Willie Dixon)
3. Shake, Shudder, Shiver (Rehearsal) – 3:27
(Ron Wood / Ronnie Lane)
4. Pineapple and the Monkey (Rehearsal) – 4:06
(Ron Wood)
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Early Steps: O Tesouro Bruto que Mostra os Faces Antes de Virarem Lenda!
Lançado em 31 de outubro de 2025 pela Rhino Records como parte da série Rocktober, Early Steps reúne gravações cruas de ensaios e mixes brutos feitos no verão e outono de 1969 no Olympic Studios, em Londres — as primeiras sessões da banda, antes mesmo do álbum de estreia First Step.
Formação: Rod Stewart nos vocais, Ronnie Wood na guitarra, Ronnie Lane no baixo, Ian McLagan nos teclados e Kenney Jones na bateria —, o disco captura a química natural do quinteto em takes inéditos ou pouco conhecidos. 
Destaques: versões rough mix de “Shake, Shudder, Shiver” e “Devotion”, o animado “Train” e as jams cheias de feeling de “I Feel So Good” e “Evil”. O som é vibrante e direto: instrumentos explodindo com clareza, guitarras e baixo marcando presença, bateria pulsando e uma sensação ao vivo que faz você sentir como se estivesse na sala com eles, misturando rock cru com toques blues e R&B autênticos.
Curiosidade: essas fitas esporádicas de ensaio revelam o momento em que os remanescentes dos Small Faces (após a saída de Steve Marriott) se juntaram a Stewart e Wood, ambos vindos do Jeff Beck Group, para criar algo novo e explosivo. Além disso, o lançamento chega justamente quando os fãs celebram o legado da banda, que foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame em 2012 junto com os Small Faces — um lembrete perfeito de que o rock britânico dos anos 70 começou com esses passos iniciais cheios de fogo.