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22 de outubro de 2026

The Marcus King Band – Darling Blue (2025)

 

1. On & On (03:02)
2. Here Today (02:56)
3. Honky Tonk Hell (03:15)
4. Heartlands (03:42)
5. Die Alone (03:32)
6. Somebody Else (03:23)
7. Levi’s & Goodbyes (03:03)
8. Carolina Honey (04:10)
9. No Room For Blue (02:46)
10. Blue Ridge Mountain Moon (03:16)
11. Dirt (03:31)
12. The Shadows (04:07)
13. Pretty Petty (02:39)
14. Carry Me Home (03:45)
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O primeiro disco da Marcus King Band em sete anos, gravado no Capricorn Studios

Darling Blue, da Marcus King Band, saiu em 26 de setembro de 2025 pela American Records/Republic: quatorze faixas, southern rock com country, blues e soul. É o primeiro álbum completo da banda desde Carolina Confessions, de 2018.

As gravações foram no Capricorn Studios, em Macon, Geórgia, o mesmo estúdio dos Allman Brothers e do Marshall Tucker Band. A produção é de Eddie Spear. Marcus King toca guitarra, banjo, mandolin e vocal. Seth Taylor no banjo e na guitarra, Jack Ryan na bateria, Mike Runyon nos teclados, Drew Smithers no slide e no dobro. Há ainda sax, trombone, trompete, fiddle e pedal steel. Os convidados são Jamey Johnson e Kaitlin Butts em “Here Today”, Jesse Welles em “Somebody Else”, Billy Strings em “Dirt” e Noah Cyrus em “The Shadows”. O Forbes isola “Honky Tonk Hell”, “Levi’s & Goodbyes” e “No Room for Blue” como os mais rock; “Die Alone” mais folk-country; “Heartlands” com fiddle e mandolin; “Carolina Honey” com soul-funk. “Carry Me Home” é dedicada às Blue Ridge Mountains.

King é de Greenville, Carolina do Sul. Ele descreveu o disco como uma carta de amor às montanhas e à esposa Briley. O single “Honky Tonk Hell” saiu antes do álbum. Depois de três discos solo, a banda se reuniu de novo para este.

Se gostou, veja também Carolina Confessions e Mood Swings. Darling Blue está nas plataformas desde setembro de 2025 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



21 de outubro de 2026

Ana Popovic – Dance To The Rhythm 2025

 

01. Dance to the Rhythm (4:11)
02. Worked Up (3:07)
03. 50 Ways to Leave Your Lover (4:34)
04. California Chase (3:28)
05. Hurt So Good (4:26)
06. Sho Nuf (3:47)
07. Dwell On The Feeling (3:45)
08. Soulution (4:29)
09. Hottest Ticket in Town (2:52)
10. Sisters And Brothers (4:11)
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O disco de 2025 em que Ana Popovic misturou guitarra e dança, 
com cover de Paul Simon

Dance to the Rhythm, de Ana Popovic, saiu em 2025 pela Electric Heel Records: dez faixas, cerca de 39 minutos, blues rock com funk, soul e toques latinos. O digital chegou em setembro; o físico, em 30 de outubro. Ela co-produziu e arranjou com Corey LaDell “Buthel” Burns.

As gravações foram no Kona Town Recording Studio, em Redondo Beach, Califórnia, com Jeff Bates. Buthel toca baixo e faz backing. Michele Papadia e Jeremy Thomas nos teclados. Chris Coleman e Donnel Spencer na bateria. Há seção de metais com Claudio Giovagnoli, Davide Ghidoni, Jordan Carr, Evan Knight e Brett Lamel. Karl Vandenbosche e Frank Moca na percussão. Vocais de apoio de Traci Nelson, Skyler Gordon, J Sabin e Jordana Kelley. O Blues Rock Review e o Blues Blast Magazine isolam a faixa-título, o cover de “50 Ways to Leave Your Lover” de Paul Simon (com acentos latinos, bongô e backing gospel), “Dwell on the Feeling” e “Sisters and Brothers”. Popovic usa a Stratocaster custom Foggy. As outras faixas são “Worked Up”, “California Chase”, “Hurt So Good”, “Sho Nuf”, “Soulution” e “Hottest Ticket in Town”.

Ela é da Sérvia e mora na Califórnia. O disco anterior, Power, de 2023, documentou a luta contra o câncer de mama durante a pandemia. Este saiu pela Electric Heel, com distribuição Amplified. Popovic foi indicada sete vezes ao Blues Music Award.

Se gostou, veja também Power e Like It on Top. Dance to the Rhythm está nas plataformas desde setembro de 2025 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



Tim Wolf – Down And Under – 2025

 

01. Thief of Joy
02. Don’t Be Comin’ Round Here
03. I’m Just Getting Started
04. Scars and Stripes
05. Looking for Trouble
06. Shine Like the Sun
07. Can’t Outrun a Bullet
08. This Town
09. Ring That Bell
10. 10 Virgins
11. Somewhere
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Tim Wolf entre a Austrália e a Nova Zelândia

Down And Under, de Tim Wolf, saiu em 15 de agosto de 2025 pela Mulberry Records: onze faixas, cerca de 36 minutos, blues com rock alternativo. O cantor e compositor, baseado em Nashville, descreve o disco como um acerto de contas e um recomeço.

As músicas foram escritas na cabine do navio Majestic Princess, durante uma viagem entre a Austrália e a Nova Zelândia. O press release isola “Thief of Joy”, inspirada na frase de Theodore Roosevelt de que a comparação é o ladrão da alegria; “Scars and Stripes”, que usa fogos de artifício de 4 de julho como metáfora de relacionamento quebrado; “Looking for Trouble”, um drama de três minutos; e “Shine Like the Sun”, sobre perseverança. O resto da tracklist traz “Don’t Be Comin’ Round Here”, “I’m Just Getting Started”, “Can’t Outrun a Bullet”, “This Town”, “Ring That Bell”, “10 Virgins” e “Somewhere”. 

Wolf disse que estava frustrado com a carreira e a vida, mas confiante. O álbum saiu em 15 de agosto de 2025, pela Mulberry Records, e está nas plataformas. Antes dele, no catálogo recente, estão Riley B. Gone (2024) e Everything I Learned in Grade School (2022).

Se gostou, veja também Riley B. Gone e Born in South Dakota. Down And Under está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



16 de outubro de 2026

The Burrito Brothers – The Magic Time Machine of Love (2025)

 

01. Intro – Gram Parsons
02. A Whiter Shade Of Pale
03. Captain Bobby Stout
04. Pride Of Man
05. Peace Song
06. Used To Do
07.Gram Praises
08.More And More
09. What Goes On
10. Time Machine
11. Whiskey Woman
12. Tales Of Desire
13. Number 19
14. Right Where We Belong
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Gram Parsons no disco, versos inéditos de 
“A Whiter Shade of Pale” e o country rock de Nashville

The Magic Time Machine of Love, dos Burrito Brothers, saiu em 1º de agosto de 2025 pela Think Like A Key Music: country rock de quatorze faixas que mistura gravações novas com material de arquivo, de 1983 a 2024. Não é antologia pura. É o nome atual do ramo que sobrou dos Flying Burrito Brothers.

A formação é Chris P. James (vocal e teclados), Bob Hatter (guitarra), Tony Paoletta (pedal steel) e Peter Young (bateria). Jon Corneal e Ian Dunlop, dos tempos originais dos Flying Burrito, entram em “Used to Do”. Al Perkins toca steel em “More and More”. Os James Brothers fazem harmonia em “What Goes On”, dos Beatles. O disco abre com um trecho de entrevista de Gram Parsons, de 1972. Em “Pride of Man” e “More and More”, a voz de Parsons — isolada com a mesma tecnologia de IA usada no “Now and Then” dos Beatles, a partir de gravações antigas, não uma voz gerada do zero — aparece sobre base nova. “A Whiter Shade of Pale” ganha arranjo country-soul e versos de Keith Reid que não tinham sido usados. O texto da banda ainda aponta “Tales of Desire” e o snap de Bakersfield em “Love Blast”.

A produção é de Chris P. James; a masterização, de Tommy Wiggins. O CD traz digipak com encarte de oito páginas e comentário faixa a faixa de James. Saiu em 1º de agosto de 2025, digital e físico, pela Think Like A Key Music, sob licença dos Burrito Brothers. Parsons morreu em 1973; aqui a voz dele volta em duas faixas a partir de arquivo.

Se gostou, veja também os discos dos Flying Burrito Brothers com Gram Parsons e Chris Hillman. The Magic Time Machine of Love está na Think Like A Key desde agosto de 2025 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



15 de outubro de 2026

Joel Dasilva - Live at Revelry 2025

 

 1. Ollie's Bounce (Live) -  4:30
 2. Catfish Blues (Live) - 11:11
 3. Let's Not Fight, Let's Make Some Love (Live) -  5:36
 4. Lover's Rhumba (Live) -  6:04
 5. Boogie Real Low (Live) -  4:12
 6. Use Me (Live) -  4:26
 7. Killing Floor (Live) -  2:46
 8. The Closer (Live) -  1:00
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Oito faixas ao vivo do Revelry, em Pompano Beach, soltas em agosto de 2025

Live at Revelry, de Joel DaSilva, saiu em 1º de agosto de 2025: blues rock ao vivo, oito faixas, cerca de 40 minutos, gravado no Revelry, em Pompano Beach, Flórida. O fonograma é dele. A distribuição passou pela CDBaby.

DaSilva canta e toca guitarra. Nasceu e foi criado em Chicago, tem raízes brasileiras e toca no circuito da Flórida do Sul. O texto do próprio Revelry descreve o som como blues de Chicago, soul de Memphis e rock do sul. No disco, “Catfish Blues” estica até 11 minutos e 11 segundos. “Killing Floor” entra curto, com menos de três minutos. “Use Me”, “Lover’s Rhumba”, “Boogie Real Low” e “Let’s Not Fight, Let’s Make Some Love” completam o miolo. “Ollie’s Bounce” abre; “The Closer”, de um minuto, fecha. Não há resenha de veículo grande separando a formação da noite.

O álbum foi liberado em 1º de agosto de 2025, com o selo Joel DaSilva. Ele tem residência no Revelry — 227 S Federal Hwy, Pompano Beach — com shows regulares de rock e blues. Antes deste ao vivo, o disco de estúdio Against the Grain é de 2021.

Se gostou, veja também Against the Grain e os shows dele no Revelry. Live at Revelry está nas plataformas desde agosto — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



5 de outubro de 2026

Tempra Rose – Blues Of The Soul – 2025

 

01. Back To St. Louis 04:29
02. Thighs And Prayers 04:35
03. Blues Of The Soul 05:03
04. The Old Time Religion 03:20
05. Scarlet Rose 04:58
06. Breaking The Chains 04:50
07. Shelby Jean 04:15
08. Back To The Crossroads 03:55
09. Daddy’s Little Girl 02:39
10. Early One Morning 03:50
11. A New Love 03:43
12. The Last Of The Real Ones’s 02:39
13. The Day You Died 04:16
14. Take Me Down To The River 06:46
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Catorze faixas, um nome e o selo Kingrid

Blues Of The Soul (2025) é um disco de blues creditado a TEMPRA ROSE, lançado nos Estados Unidos pela Kingrid Records em 23 de setembro.

Nos metadados do Qobuz e do Apple Music, Scott Stoltz aparece como compositor, letrista e produtor de todas as quatorze faixas; Tempra Rose entra como voz. Títulos como “Back to St. Louis”, “Thighs and Prayers”, a faixa-título e o fechamento de quase sete minutos “Take Me Down To The River”, cerca de 59 minutos no total. O YouTube Topic do projeto aponta distribuição DistroKid.

No mesmo ano a Kingrid colocou no ar mais álbuns sob o mesmo nome — The Book of Grace em outubro e um disco homônimo em novembro — ao lado de outros projetos do selo no mesmo circuito digital.

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4 de outubro de 2026

Catch 23 – Bullet Full of Blues (2025)

 

1. Bullet Full of Blues (02:52)
2. Words (03:40)
3. Guilty (03:13)
4. Wrong End of the Barrel (03:38)
5. Dying for my Time (03:23)
6. A Broken Man (03:57)
7. Busy Getting Busy (02:42)
8. Stepping on Another Man’s Toes (02:36)
9. Something for Nothing (03:37)
10. Same Thing Different Day (03:16)
11. In for a Penny (02:30)
12. Bad Situation (03:19)
13. Let it Roll (04:13)
14. Bullet full of Blues (Reprise) (02:00)
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Segundo tiro de Melbourne: blues rock com pólvora própria

Bullet Full of Blues (2025) é o segundo disco dos Catch 23, quarteto de Melbourne que mistura blues e rock em 14 originais.

A banda se formou em 2018: Brendan Alexander na voz, guitarra e gaita; Andrew Baker na guitarra; Ron E. Smith no baixo e voz; Andy Miller na bateria. Smith e Baker assinam as canções. 

O site oficial aponta “Wrong End of the Barrel” e “Dying for My Time” como singles que resumem o disco, e “A Broken Man” como balada lenta; a faixa-título abre e volta no reprise. No Qobuz e no Apple Music constam guitarras elétricas, seção rítmica firme, produção da própria banda, mix de Baker e engenharia de Alex Quayle.

A gravação saiu do Salt Studios, em Melbourne. O lançamento independente — CD e digital, 19 de outubro de 2025 — chega depois de Blues Hotel (2022), que chegou ao 2º lugar no AMRAP e ao 9º no ABARAC Blues and Roots.

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Frentz – With The Blues – 2025

 

01. Bartender 03:07
02. Border Of Time 03:16
03. Friends With The Blues 03:32
04. I Wish 04:00
05. Labor Makes Love 04:26
06. Old And Battered 03:32
07. Out Of My Head 04:48
08. The Page 04:05
09. What If 03:48
10. Where Did I Loose You 03:23
11. Where Do You Go Tonight 03:59
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Onze faixas e um nome holandês no catálogo do blues

With The Blues, de 2025, chega creditado a Frentz — e, no copyright, a Lex Frentz — como disco holandês de blues/rock com onze faixas em inglês.

Não há entrevistas, encarte detalhado nem resenha de veículo sólido que nomeie banda, estúdio ou faixas de destaque. 

O que se confirma no catálogo é o próprio recorte: títulos como “Bartender”, “Friends With The Blues”, “Labor Makes Love”, “Old And Battered” e “Where Did I Loose You”, durações entre cerca de três e cinco minutos, e o registro de “Border of Time” (3:16) sob © 2025 Lex Frentz. 

O mesmo nome já havia aparecido em 2021 com Don’t Know Why (Traxfree), álbum de blues produzido com Maurits de Weerd, misturando composição própria e leituras de B.B. King, John Hiatt e Warren Haynes.

Plataformas digitais listam Frentz como intérprete e, em pelo menos uma faixa do disco novo, também creditam Suno AI na música. 

Sem nota de gravação publicada, fica só o fato de catálogo: o lançamento existe como álbum de 2025, não como objeto coberto pela imprensa blues holandesa.

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1 de setembro de 2026

One Rusty Band - Line After Line 2025

 


1. Line After Line (3:15)
2. I Wanna Kill You (3:28)
3. Mr Catfishman (3:42)
4. Dust Bowl (4:20)
5. Happy Mess (4:34)
6. Wild Child (2:21)
7. Again (3:47)
8. She's A Vagabond (2:49)
9. Across The Country (3:59)
10. Anger Bones (2:39)
11. Come Back Home (3:29)
12. Lazy Land (5:15)
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O blues-rock francês que se grava em casa e explode na estrada

Line After Line, terceiro disco do One Rusty Band, saiu em 6 de junho de 2025 como dirty blues-rock cru: gaita, riff, washboard e sapateado no lugar da bateria. 

O próprio duo coloca o som entre The White Stripes e Seasick Steve — e o tema é a estrada, as turnês e os encontros.

Greg Garghentini é o one-man-band elétrico: voz, guitarra, gaita e bumbo e caixa nos pés, ainda por cima engenheiro de som que mixou o álbum. Léa Barbier segura o pulso com claquetes, washboard, percussão, acrobacias e agora também o canto, como no single “I Wanna Kill You”. A faixa-título descreve as linhas brancas infinitas do asfalto; “Mr Catfishman” entra no groove sujo; “She’s a Vagabond” solta o sapateado em clima de liberdade; “Lazy Land” fecha o disco depois da tempestade. 

O som que define o trabalho é o ao vivo em home studio na Bretanha — instrumentos feitos à mão por Greg, ritmo de pé e de sapato, doze faixas compostas, gravadas e arranjadas pelos dois, com Léa assinando a arte da capa. 

Curiosidade: rock de um lado, circo e rua do outro, um casal que transformou o palco em pista e oficina.

Cada faixa foi registrada ao vivo no estúdio caseiro para guardar a energia do show; só o mastering saiu de casa, com Alexis Bardinet, da Globe Audio. O kit de imprensa e as páginas de festival ainda cravam que o duo já abriu para nomes como Jeff Beck e Christone “Kingfish” Ingram.