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24 de outubro de 2026

The Doors – Unbound and Dangerous (Live) (2026)

 

01 – Introduction (Live, 1970) [2026 Mix]
02 – Dead Cats, Dead Rats (Live, 1970) [2026 Mix]
03 – Break On Through (to the Other Side) [Live, 1970] [2026 Mix]
04 – When the Music’s Over (Live, 1970) [2026 Mix]
05 – Roadhouse Blues (Live, 1970) [2026 Mix]
06 – Alabama Song (Whisky Bar) [Live, 1970] [2026 Mix]
07 – Back Door Man (Live, 1970) [2026 Mix]
08 – Five to One (Live, 1970) [2026 Mix]
09 – Build Me a Woman (Live, 1970) [2026 Mix]
10 – Petition the Lord With Prayer (Live, 1970) [2026 Mix]
11 – Light My Fire (Live, 1970) [2026 Mix]
12 – Crawling King Snake (Live, 1970) [2026 Mix]
13 – Soul Kitchen (Live, 1969) [2026 Mix]
14 – Bring Out Your Dead (Live, 1970) [2026 Mix]
15 – The End (Live, 1970) [2026 Mix]
16 – Thank You and Good Night (Live, 1970) [2026 Mix]
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O ao vivo de 1970 dos Doors, remixado por 
Bruce Botnick com Krieger e Densmore

Unbound and Dangerous, dos Doors, sai em 23 de outubro de 2026 pela Rhino: dezesseis faixas ao vivo, rock com blues e psicodelia. A maioria das gravações vem da turnê Roadhouse Blues de 1970. Robby Krieger, John Densmore e o engenheiro Bruce Botnick montaram e sequenciaram a coleção.

As performances foram remixadas de shows em Nova York, Filadélfia, Pittsburgh, Detroit e Hollywood. “Soul Kitchen” é a única de 1969, do segundo show de 21 de julho no Aquarius Theatre, em Hollywood. A sequência abre com “Introduction” e “Dead Cats, Dead Rats”, segue para “Break On Through (to the Other Side)” e um “When the Music’s Over” longo. Depois vêm “Roadhouse Blues”, “Alabama Song (Whisky Bar)”, “Back Door Man”, “Five to One”, “Build Me a Woman”, “Light My Fire”, “Crawling King Snake” e um “The End” de cerca de quinze minutos, precedido por Jim Morrison gritando “Bring out your dead!”. O disco chega em CD, vinil duplo vermelho translúcido e Blu-ray com mixagens Dolby Atmos e estéreo high-res de Botnick.

A turnê aconteceu no período do Morrison Hotel, que chegou ao 4º nos EUA em 1970 e foi o quinto Top 10 consecutivo da banda. Botnick engenhou as gravações originais da turnê. Krieger e Densmore trabalharam com ele na seleção. O álbum foi anunciado em setembro de 2026 e sai em 23 de outubro.

Se gostou, veja também Morrison Hotel e os outros ao vivos oficiais dos Doors. Unbound and Dangerous está nas plataformas e em formatos físicos desde outubro — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



15 de outubro de 2026

Lefthand Freddy & The Aces - Out on the Road (Live) 1996

 

 1. Out on the Road (Live) - 2:29
 2. Lonely Man (Live) - 3:48
 3. Run Here Babe (Live) - 4:51
 4. Little Bit More Lovin' (Live) - 5:25
 5. Try Me One More Time (Live) - 4:02
 6. Somes Changes Made (Live) - 5:59
 7. Drinkin' Whiskey (Live) - 3:09
 8. What's Wrong with Me (Live) - 2:39
 9. Trouble in My Life (Live) - 5:24
10. Good for Back Luck (Live) - 2:33
11. Guitar on My Mind (Live) - 2:17
12. One More Thing (Live) - 1:46
13. Can't Get Enough (Live) - 3:37
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O ao vivo de 1996 em que Lefthand Freddy e os Aces 
registraram o blues holandês na estrada

Out on the Road (Live), de Lefthand Freddy & The Aces, saiu em 1996 pela Music & Words/Blue Kapibara: blues ao vivo, treze faixas, cerca de 48 minutos. Fred Reining, nascido em 1958, já tinha se apresentado solo no meio dos anos 1980 antes de formar o grupo no começo da década seguinte.

A formação registrada inclui Lefthand Freddy na guitarra e no vocal, Berend (Boogie B) Reining na guitarra, André van der Werf no baixo e no vocal, e Hans Waterman na bateria. O disco traz “Out on the Road”, “Lonely Man”, “Run Here Babe”, “Little Bit More Lovin’”, “Try Me One More Time”, “Somes Changes Made”, “Drinkin’ Whiskey” e o resto da tracklist, tudo marcado como live. Não há resenha grande separando destaques, mas a banda já tinha o primeiro CD, Buried in Blues, que virou item de colecionador.

O álbum foi lançado em 1996. A banda depois tocou na Bélgica, Alemanha e Itália, e passou por festivais como Gloucester Blues Festival, Leverkusener Jazztage e Sziget. O tecladista William Kooistra entrou no fim dos anos 1990 e aparece no quarto CD, Urban Blues Adventures.

Se gostou, veja também Buried in Blues e Urban Blues Adventures. Out on the Road (Live) está nas plataformas desde 1996 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify 



Joel Dasilva - Live at Revelry 2025

 

 1. Ollie's Bounce (Live) -  4:30
 2. Catfish Blues (Live) - 11:11
 3. Let's Not Fight, Let's Make Some Love (Live) -  5:36
 4. Lover's Rhumba (Live) -  6:04
 5. Boogie Real Low (Live) -  4:12
 6. Use Me (Live) -  4:26
 7. Killing Floor (Live) -  2:46
 8. The Closer (Live) -  1:00
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Oito faixas ao vivo do Revelry, em Pompano Beach, soltas em agosto de 2025

Live at Revelry, de Joel DaSilva, saiu em 1º de agosto de 2025: blues rock ao vivo, oito faixas, cerca de 40 minutos, gravado no Revelry, em Pompano Beach, Flórida. O fonograma é dele. A distribuição passou pela CDBaby.

DaSilva canta e toca guitarra. Nasceu e foi criado em Chicago, tem raízes brasileiras e toca no circuito da Flórida do Sul. O texto do próprio Revelry descreve o som como blues de Chicago, soul de Memphis e rock do sul. No disco, “Catfish Blues” estica até 11 minutos e 11 segundos. “Killing Floor” entra curto, com menos de três minutos. “Use Me”, “Lover’s Rhumba”, “Boogie Real Low” e “Let’s Not Fight, Let’s Make Some Love” completam o miolo. “Ollie’s Bounce” abre; “The Closer”, de um minuto, fecha. Não há resenha de veículo grande separando a formação da noite.

O álbum foi liberado em 1º de agosto de 2025, com o selo Joel DaSilva. Ele tem residência no Revelry — 227 S Federal Hwy, Pompano Beach — com shows regulares de rock e blues. Antes deste ao vivo, o disco de estúdio Against the Grain é de 2021.

Se gostou, veja também Against the Grain e os shows dele no Revelry. Live at Revelry está nas plataformas desde agosto — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



11 de outubro de 2026

Ladies of Soul – Live at the Ziggo Dome (2026)

 

01 – Ouverture 2026 (Live)
02 – Woman’s World (Live)
03 – Let The Music Play (Live)
04 – Where Is My Husband (Live)
05 – We’ve Got Tonight (Live)
06 – Soul Medley (Clean Up Woman/Mr. Postman/Backstabbers/I Wish I Didn’t Miss You/Love Train/Respect) (Live)
07 – Never Love This Way Again / Miss You Like Crazy (Live)
08 – Die With A Smile
09 – If I Were a Boy (Live)
10 – Chuckii Booker – Soul Triilogy (Live)
11 – If I Ain’t Got You / One Night Only (Live)
12 – Back in the Days Medley Part 1 – Ben/Baby Love/Back to Life (Live)
13 – Back in the Days Medley Part 2 – Always There/Keep the Fires Burning/ Teardrops/Super Freak/U Can’t Touch This (Live)
14 – Free (Live)
15 – Healing (Live)
16 – Too Much, Too Little, Too Late (Live)
17 – Imagine (Live)
18 – We Got A Love Thang (Live)
19 – Finally (Live)
20 – Medley Stevie Wonder (Live)
21 – Medley CHIC (Live)
22 – Medley Prince (Live)
23 – We Don’t Have To Take Our Clothes Off / Gimme Gimme Gimme (Live)
24 – When a Man Loves a Woman (Live)
25 – I’m So Excited (Live)
26 – Could This Be Magic / Hot Stuff / Last Dance (Live)
27 – Stool Pigeon (Live)
28 – I Am a Wonderful Thing Baby (Live)
29 – Annie, I’m Not Your Daddy (Live)
30 – Finale – Disco Dance Floor Medley (Live)
31 – Don’t Leave Me This Way (Live)
32 – Let’s Hear It For The Boy (Live)
33 – Never Knew Love Like This Before
34 – Woman’s World – Reprise (Live)
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Quatro vozes fixas, Ziggo Dome lotado e os convidados de 2026

Live at the Ziggo Dome, das Ladies of Soul, registra a 14ª edição do show anual em Amsterdã, no fim de semana da Páscoa de 2026: soul, disco e funk ao vivo, com a base fixa de Edsilia Rombley, Trijntje Oosterhuis, Berget Lewis e Candy Dulfer. O conceito existe desde 2014. A sala estava esgotada.

A Maxazine, no relato de 5 de abril, separa o Soul Medley — com “Mr. Postman” e “Respect” no meio — e o bloco solo de Edsilia em “Never Love This Way Again” e “Miss You Like Crazy”. Trijntje aparece em “Die With a Smile” e no medley de Stevie Wonder; Berget, no medley de CHIC; Candy Dulfer, no bloco de Prince, com “Kiss” e “1999”. 

Os convidados confirmados pelo canal oficial e pelo Ziggo Dome são Deniece Williams (“Let’s Hear It for the Boy”, “Free”, “Healing”, “Too Much, Too Little, Too Late” com Keith John), Kid Creole & The Coconuts (“Stool Pigeon”, “I’m a Wonderful Thing Baby”, “Annie, I’m Not Your Daddy”), CeCe Peniston, Numidia (“If I Ain’t Got You”), Irma Derby e Aïsha Rowan. A produção e os arranjos são de TJ Oosterhuis, para a D.E.M.P. Music.

Os shows foram em 3 e 4 de abril de 2026 no Ziggo Dome, com portas às 18h30 e início às 20h. No palco, as quatro Ladies ainda trocaram de instrumento num trecho — Candy na bateria, Trijntje no saxofone, Edsilia no baixo, Berget nos teclados — e anunciaram as Pointer Sisters para a edição de 2027.

Se gostou, veja também o Live at the Ziggo Dome 2025 e o single “Woman’s World”. Os vídeos de 2026 estão no canal oficial — ouve o que já saiu, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



7 de outubro de 2026

The Blues Overdrive – Live Slices (2026)

 

01 – Rolling Thunder (Live)
02 – Lay Your Burden Down (Live)
03 – I Was Wrong (Live)
04 – Aurora (Live)
05 – Pistol Blues (Live)
06 – Jealous (Live)
07 – 16 Tons (Live)
08 – I Need Your Lovin’ (Live)
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O especial da DK4 que virou o segundo disco ao vivo da banda

Live Slices, de The Blues Overdrive, é o segundo álbum ao vivo do quarteto de Copenhague e o primeiro lançamento de estúdio ou palco do grupo desde Overdrive Live!, de 2017: blues rock de raiz, gravado em concerto, com o groove arrastado que a crítica dinamarquesa trata como marca da banda. O streaming saiu em 22 de maio de 2026 pela Cherry Records; o vinil, o primeiro da carreira deles, chegou em 2025.

A formação fixa é Martin Olsen no vocal e na guitarra, Andreas Andersen na guitarra solo, Thor Boding no baixo — no lugar de Thomas Birck desde o disco ao vivo anterior — e Louisian Boltner na bateria. No especial, o veterano Ole Frimer entra como convidado. 

As resenhas se detêm sobretudo em “16 Tons”, leitura da canção de Merle Travis em homenagem a Peter Thorup, que cantou o texto dinamarquês, com Frimer na guitarra; em “Rolling Thunder”, que o Bluesnews.dk descreve como paráfrase moderna de “Rollin’ and Tumblin’”, com os floreios de Olsen; e nos andamentos lentos “Aurora” e “Jealous”, em que o mesmo veículo aponta uma atmosfera de deserto empoeirado. Sete das oito faixas são originais. Andersen aparece com atitude de rock and roll e disciplina apertada; a base segura o groove.

O material vem de cortes escolhidos do especial de uma hora da TV dinamarquesa DK4, gravado em Aarhus em abril de 2024, com arranjos novos e a participação de Frimer numa faixa só. O programa foi reprisado depois em canais da França, da Alemanha e dos Países Baixos; o vinil saiu em 2025 — o Bluesnews.dk data 29 de agosto — e o digital, em 22 de maio de 2026, quase nove anos depois de Overdrive Live!, disco com o qual a banda já tinha levado o European Blues Award de melhor álbum, como fizera antes com Clinch! (2015).

Se gostou, veja também Clinch! e Overdrive Live!. Live Slices está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



12 de setembro de 2026

Jerry Garcia Band – After Midnight (Kean College 1980)

 

CD1
01. Sugaree (14:51)
02. Catfish John (11:21)
03. That’s What Love Will Make You Do (10:04)

CD2
01. How Sweet It Is To Be Loved By You (10:24)
02. After Midnight (13:13)
03. Eleanor Rigby (03:20)
04. After Midnight (Reprise) (06:34)

CD3
01. I’ll Take A Melody (14:01)
02. Tore Up Over You (10:26)
04. The Harder They Come (12:43)
05. Tiger Rose (03:42)
06. Promontory Rider (04:31)
07. Mission In The Rain (11:29)
08. Midnight Moonlight (07:07)
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After Midnight no Wilkins: o quarteto que não durou o ano

No Wilkins Theatre, em Union, Nova Jersey, a Jerry Garcia Band tocou duas sessões em 28 de fevereiro de 1980. A Rhino publicou as duas, early e late, em 28 de setembro de 2004, no triplo After Midnight: Kean College, 2/28/80 rock ao vivo, soul, reggae e Dylan esticados até o osso. 

Quatro no palco, e só. Garcia na guitarra e no microfone, John Kahn no baixo, Ozzie Ahlers no teclado e no vocal, Johnny De Foncesca na bateria. 

“After Midnight”, de J.J. Cale, abre para um instrumental de “Eleanor Rigby” e volta no reprise. No segundo set sobe Robert Hunter — que naquela turnê da Costa Leste abriu no lugar de Rachel Sweet — e canta “Tiger Rose” e “Promontory Rider”. O texto do encarte também é dele.

Tom Flye mixou no Record Plant de Sausalito; Joe Gastwirt masterizou. A formação não chegou a seis meses: menos de um mês depois do Wilkins, Greg Errico assumiu a bateria. 

31 de agosto de 2026

Joanna Connor – Live On 11/11 (2026)

 

1. Cissy Strut
2. Shake Your Money Maker
3. The Sky Is Crying
4. Further On Up The Road
5. You’re So Fine
6. Are You Going With Me
7. I Just Wanna Make Love To You
8. Magic Sam Boogie
9. Can’t Find My Way Home
10. When the Levee Breaks
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Joanna Connor grava o blues no porão e o mundo inteiro escuta

Live On 11/11, de Joanna Connor, saiu em 21 de agosto de 2026 pela M.C. Records como blues-rock ao vivo — dez covers de uma única noite no The Fallout Shelter, em Norwood, Massachusetts.

Connor no vocal e na slide, Dan Souvigny nos teclados, Shaun Gotti Calloway no baixo e Jason “J Roc” Edwards na bateria. 

O set abre com “Cissy Strut”, explode em “Shake Your Money Maker” e “The Sky Is Crying”, de Elmore James, passa por “Further On Up the Road” e “Magic Sam Boogie” e fecha com quase nove minutos de “When the Levee Breaks”. No meio, “Can’t Find My Way Home”, do Blind Faith, baixa a temperatura. 

O disco é clube pequeno — cem lugares —, slide em fogo, órgão e piano de Souvigny empurrando o trio, sem originais: só rearranjos que distorcem o que o ouvinte achava que conhecia. 

A curiosidade da sessão é o próprio endereço: o Fallout Shelter já era estúdio de gravação e transmissão, e o show de 11 de novembro de 2025 foi anunciado como noite de álbum ao vivo, com ingressos esgotados.

Connor cresceu em Worcester, a poucos quilômetros dali, antes de virar nome de Chicago. Em 2021 ela tinha gravado 4801 South Indiana Avenue com Joe Bonamassa; este ao vivo volta à casa da Nova Inglaterra.

24 de agosto de 2026

Eric Clapton e Steve Winwood - Live From Madison Square Garden 2009

 

1.Had to Cry Today(Blind Faith cover)
2.Low Down(J.J. Cale cover)
3.After Midnight(J.J. Cale cover)
4.Presence of the Lord(Blind Faith cover)
5.Glad(Traffic cover)
6.Well.... All Right(Buddy Holly cover)
7.Tuff Luck Blues(Big Maceo cover)
8.While You See a Chance(Steve Winwood cover)
9.Key to the Highway(Charles Segar cover)
10.Midland Maniac(Steve Winwood cover)
11.Cross Road Blues(Robert Johnson cover)
12.Georgia (on My Mind)(Hoagy Carmichael and His Orchestra cover)
13.Driftin' Blues(Johnny Moore’s Three Blazers cover) (acoustic)
14.How Long Blues(Leroy Carr cover) (acoustic)
15.Layla(Derek and the Dominos cover) (acoustic)
16.Can't Find My Way Home(Blind Faith cover) (acoustic)
17.Gimme Some Lovin'(The Spencer Davis Group cover)
18.Voodoo Chile(The Jimi Hendrix Experience cover)
19.Cocaine(J.J. Cale cover)
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Quando dois gigantes do rock reencontraram 
o fogo perdido no Madison Square Garden

Live from Madison Square Garden, lançado em 2009, captura a química ao vivo de Eric Clapton e Steve Winwood em blues rock puro, gravado durante três noites históricas em Nova York.

No palco, Clapton nas guitarras e vocais se une a Winwood no Hammond, piano, guitarra e voz, com Willie Weeks no baixo, Chris Stainton nos teclados e Ian Thomas na bateria, formando uma unidade sólida que troca solos e vocais de forma equilibrada. 

Faixas como a abertura “Had to Cry Today”, a intensa “Voodoo Chile” de quase 16 minutos e a emotiva “Can’t Find My Way Home” definem o disco, misturando improvisações longas, grooves relaxados e faíscas de virtuosismo em covers de Blind Faith, Traffic, Hendrix e J.J. Cale. 

A gravação nasceu da química que voltou a brilhar depois de um jam no Crossroads Festival de 2007, quase 40 anos após a breve experiência no Blind Faith, e o resultado é um encontro sem ego, focado no prazer de tocar juntos.

Na véspera da morte de Buddy Miles, os dois tocaram “Them Changes” e ele ouviu a performance pelo celular de um amigo, o que levou a uma dedicatória especial no show seguinte. O álbum marca o primeiro registro ao vivo de Winwood como artista solo e o nono de Clapton, selando o reencontro oficial após décadas.

17 de agosto de 2026

The Guess Who - Live At The Paramount 1972 (2000)

 

1. Pain Train (Burton Cummings, Kurt Winter) - 7:00
2. Albert Flasher (Burton Cummings)  - 2:59
3. New Mother Nature (Burton Cummings)  - 4:26
4. Runnin' Back to Saskatoon (Burton Cummings, Kurt Winter) - 6:52
5. Rain Dance (Burton Cummings, Kurt Winter) - 2:53
6. These Eyes (Randy Bachman, Burton Cummings) - 4:29
7. Glace Bay Blues (Don McDougal, Blair MacLean, Gary MacLean) - 3:19
8. Sour Suite (Burton Cummings) - 3:58
9. Hand Me Down World (Kurt Winter) - 3:53
10.American Woman (Burton Cummings, Jim Kale, Garry Peterson, Randy Bachman) - 16:53
11.Truckin' Off Across the Sky (Burton Cummings, Kurt Winter, Jim Kale, Garry Peterson, Don McDougal) - 7:21
12.Share the Land (Burton Cummings) - 4:46
13.No Time (Randy Bachman, Burton Cummings) - 6:06
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Seattle 1972: o show que transformou os Guess Who em máquina de rock ao vivo

Live at the Paramount é o álbum ao vivo de rock dos Guess Who gravado em 22 de maio de 1972 no Paramount Theatre de Seattle e relançado em 2000 pela Buddha com 13 faixas e 75 minutos de pura energia.

Com Burton Cummings nos vocais, piano, flauta e harmônica, Kurt Winter e Don McDougal nas guitarras solo (ataque duplo que define o som ao vivo da banda), Jim Kale no baixo e Garry Peterson na bateria, o disco explode em “American Woman” (quase 17 minutos de jam blues-rock alucinante), “Pain Train” (com solo de Winter que corta como faca) e “Sour Suite” (vitrine de Cummings no piano e voz). 

A instrumentação mistura rock pesado, blues improvisado e groove canadense, com as duas guitarras se enfrentando e Cummings no auge. 

Curiosidade: foi o primeiro disco com McDougal (que entrou no meio da turnê) e o último com Kale. As gravações usaram só a primeira das duas noites planejadas (a segunda foi descartada) e o produtor Jack Richardson captou o show completo. 

O álbum original de 1972 chegou ao top 40 da Billboard e a versão 2000 trouxe hits que não cabiam no vinil, como “These Eyes” e “No Time”.