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22 de fevereiro de 2026

Los Abuelos De La Nada - En Vivo Teatro Coliseo 1982

 

01- Creo que es un sueño más
02- Sin gamulán
03- Hermana Teresa
04- Espía de Dios
05- Levantando temperatura
06- Guindilla ardiente
07- 24 horas
08- Mari
posas de madera
09- Buen día, día
10- Ir a más
11- Te vas rica (con Charly García)
12- Se me olvidó que te olvidé
13- En la cama o en el suelo
14- Tristeza de la ciudad
15- No te enamores nunca de aquel marinero bengalí
16- No te enamores nunca de aquel marinero bengalí (Bis)
17- Como debo andar
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Los Abuelos de la Nada Ao Vivo no Coliseo 1982
"En Vivo Teatro Coliseo 1982" captura o furor da segunda fase de Los Abuelos de la Nada, em shows explosivos nos dias 22 e 23 de outubro, no icônico Teatro Coliseo de Buenos Aires. Esse bootleg bootleg, com som aceitável gravado diretamente da mesa de som, mescla rock nacional argentino com toques de funk, new wave e reggae, impulsionado pela vitalidade poética de Miguel Abuelo na voz e percussão.
Destaques: incluem hits como "Sin Gamulán", com seu ritmo contagiante e brass afiado; "No te enamores nunca de aquel marinero bengalí", repetida em bis para delírio da plateia; e "Try a Little Tenderness" – ops, não, faixas como "Guindilla Ardiente" e "Tristeza de la ciudad", onde o groove da banda brilha. A formação estelar conta com Andrés Calamaro nos teclados, Gustavo Bazterrica na guitarra afiada, Daniel Melingo no sax e clarinete, Cachorro López no baixo e Polo Corbella na bateria. Participação especial: Charly García nos sintetizadores, elevando o show a outro nível!
Curiosidade: O bootleg foi gravado de forma semi-oficial da consola, preservando a energia crua sem overdubs. Outro detalhe fascinante: O show do dia 23 coincidiu com o aniversário de 31 anos de Charly, que também produziu o álbum debut da banda, marcando o renascimento do rock argentino pós-ditadura.

13 de fevereiro de 2026

Eric Clapton and Steve Winwood - Live from Madison Square Garden 2008

 

CD 1
1. Had to Cry Today – 7:47
2. Low Down – 4:10
3. Them Changes – 5:10
4. Forever Man – 3:33
5. Sleeping in the Ground – 4:50
6. Presence of the Lord – 5:23
7. Glad – 4:13
8. Well All Right – 5:35
9. Double Trouble – 8:06
10. Pearly Queen – 6:10
11. Tell the Truth – 6:42
12. No Face, No Name, No Number – 4:09

CD 2
1. After Midnight – 4:45
2. Split Decision – 6:25
3. Rambling on My Mind (Clapton solo) – 4:01
4. Georgia on My Mind (Winwood solo) – 5:05
5. Little Wing – 6:42
6. Voodoo Chile – 16:23
7. Can’t Find My Way Home – 5:33
8. Dear Mr. Fantasy – 7:41
9. Cocaine – 6:41
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Clapton e Winwood: o reencontro que o rock esperava há 40 anos!
Em fevereiro de 2008, Eric Clapton e Steve Winwood subiram juntos ao palco do Madison Square Garden pela primeira vez desde o fim do Blind Faith, em 1969. O resultado foi o álbum duplo Live from Madison Square Garden, lançado em maio de 2009, que captura quatro noites históricas em CD e DVD.
O show é puro rock clássico com alma blues: riffs incendiários, teclados soul e vozes que parecem não ter envelhecido. Entre os destaques estão a abertura explosiva de “Had to Cry Today”, a jam épica de 16 minutos de “Voodoo Chile” (Hendrix deve ter sorrido lá de cima), o solo visceral de Clapton em “Rambling on My Mind” e a interpretação emocionante de Winwood em “Georgia on My Mind”. A banda de apoio – Willie Weeks (baixo), Ian Thomas (bateria) e Chris Stainton (teclados) – está afiadíssima. Show a parte de Clapton com “Cocaine” (Eric Clapton / J.J. Cale):
A música que fala abertamente sobre o uso de cocaína.
Mostra como as pessoas recorrem à droga para esquecer problemas, fugir do tédio ou “levantar o astral”, mas avisa que ela é viciante e traiçoeira.
Mensagem principal (em poucas palavras):
“Cocaína não mente: ela te ajuda no momento, mas te destrói e o que você perde nunca mais volta.”
É uma canção de alerta!

Curiosidade: na véspera da morte de Buddy Miles, os dois tocaram “Them Changes” ao telefone para ele. No dia seguinte, dedicaram a performance no Garden ao amigo.Quase quatro décadas depois do Blind Faith, o encontro provou que a química entre Clapton e Winwood nunca se perdeu. Um documento emocionante de dois mestres ainda no auge.

4 de fevereiro de 2026

Lucinda Williams – The Long Road Home (Live) (2025)

 

01 – Metal Firecracker (Live 1995)
02 – Greenville (Live 1995)
03 – Right In Time (Live 1995)
04 – Car Wheels On A Gravel Road (Live 1995)
05 – 2 Kool 2 Be 4-Gotten (Live 1995)
06 – Blaze (Live 1995)
07 – Can’t Let Go (Live 1995)
08 – Still I Long For Your Kiss (Live 1995)
09 – Joy (Live 1995)
10 – Disgusted (Live 1995)
11 – Lake Charles (Live 1995)
12 – I Lost It (Live 1981)
13 – King of Hearts (Live 1981)
14 – Bill (Live 1981)
15 – Happy Woman Blues (Live 1981)
16 – Sharp Cutting Wings (Live 1981)
17 – Lafayette (Live 1981)
18 – Ramblin’ On My Mind (Live 1981)
19 – Nothing in Rambling (Live 1981)
20 – Abandoned (Live 1981)
21 – All I Want (Live 1981)
22 – Song For The Jewelry Maker (Live 1981)
23 – Pancakes (Live 1981)
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A Jornada Viva de Lucinda Williams: The Long Road Home!
Em 2025, Lucinda Williams presenteou os fãs com The Long Road Home (Live), um álbum ao vivo que captura a essência crua do Americana, misturando country, folk, blues e rock com vocais roucos e cheios de emoção. Gravado em sessões de 1995 e 1981, o disco revela a evolução da artista, de raízes folk-blues para um som mais robusto e elétrico.
Destaques: incluem faixas icônicas como "Car Wheels On A Gravel Road" e "Joy" (de 1995), com solos de guitarra intensos e energia palpável, além de baladas melancólicas como "Lake Charles". As gravações de 1981, como "Happy Woman Blues" e "Ramblin’ On My Mind", mostram uma Lucinda jovem e visceral. Sem participações especiais listadas, o foco está na banda de apoio, que entrega performances autênticas e orgânicas.
Curiosidade: as faixas de 1995 foram capturadas em uma sessão no World Cafe da WXPN, em Filadélfia, antecipando o clássico álbum Car Wheels on a Gravel Road de 1998. Outro detalhe interessante: as de 1981 vêm de uma transmissão ao vivo na KUT-FM, em Austin, Texas, destacando o contexto das rádios independentes que impulsionaram sua carreira inicial.