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12 de setembro de 2026

Jerry Garcia Band – After Midnight (Kean College 1980)

 

CD1
01. Sugaree (14:51)
02. Catfish John (11:21)
03. That’s What Love Will Make You Do (10:04)

CD2
01. How Sweet It Is To Be Loved By You (10:24)
02. After Midnight (13:13)
03. Eleanor Rigby (03:20)
04. After Midnight (Reprise) (06:34)

CD3
01. I’ll Take A Melody (14:01)
02. Tore Up Over You (10:26)
04. The Harder They Come (12:43)
05. Tiger Rose (03:42)
06. Promontory Rider (04:31)
07. Mission In The Rain (11:29)
08. Midnight Moonlight (07:07)
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After Midnight no Wilkins: o quarteto que não durou o ano

No Wilkins Theatre, em Union, Nova Jersey, a Jerry Garcia Band tocou duas sessões em 28 de fevereiro de 1980. A Rhino publicou as duas, early e late, em 28 de setembro de 2004, no triplo After Midnight: Kean College, 2/28/80 rock ao vivo, soul, reggae e Dylan esticados até o osso. 

Quatro no palco, e só. Garcia na guitarra e no microfone, John Kahn no baixo, Ozzie Ahlers no teclado e no vocal, Johnny De Foncesca na bateria. 

“After Midnight”, de J.J. Cale, abre para um instrumental de “Eleanor Rigby” e volta no reprise. No segundo set sobe Robert Hunter — que naquela turnê da Costa Leste abriu no lugar de Rachel Sweet — e canta “Tiger Rose” e “Promontory Rider”. O texto do encarte também é dele.

Tom Flye mixou no Record Plant de Sausalito; Joe Gastwirt masterizou. A formação não chegou a seis meses: menos de um mês depois do Wilkins, Greg Errico assumiu a bateria. 

31 de agosto de 2026

Joanna Connor – Live On 11/11 (2026)

 

1. Cissy Strut
2. Shake Your Money Maker
3. The Sky Is Crying
4. Further On Up The Road
5. You’re So Fine
6. Are You Going With Me
7. I Just Wanna Make Love To You
8. Magic Sam Boogie
9. Can’t Find My Way Home
10. When the Levee Breaks
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Joanna Connor grava o blues no porão e o mundo inteiro escuta

Live On 11/11, de Joanna Connor, saiu em 21 de agosto de 2026 pela M.C. Records como blues-rock ao vivo — dez covers de uma única noite no The Fallout Shelter, em Norwood, Massachusetts.

Connor no vocal e na slide, Dan Souvigny nos teclados, Shaun Gotti Calloway no baixo e Jason “J Roc” Edwards na bateria. 

O set abre com “Cissy Strut”, explode em “Shake Your Money Maker” e “The Sky Is Crying”, de Elmore James, passa por “Further On Up the Road” e “Magic Sam Boogie” e fecha com quase nove minutos de “When the Levee Breaks”. No meio, “Can’t Find My Way Home”, do Blind Faith, baixa a temperatura. 

O disco é clube pequeno — cem lugares —, slide em fogo, órgão e piano de Souvigny empurrando o trio, sem originais: só rearranjos que distorcem o que o ouvinte achava que conhecia. 

A curiosidade da sessão é o próprio endereço: o Fallout Shelter já era estúdio de gravação e transmissão, e o show de 11 de novembro de 2025 foi anunciado como noite de álbum ao vivo, com ingressos esgotados.

Connor cresceu em Worcester, a poucos quilômetros dali, antes de virar nome de Chicago. Em 2021 ela tinha gravado 4801 South Indiana Avenue com Joe Bonamassa; este ao vivo volta à casa da Nova Inglaterra.

24 de agosto de 2026

Eric Clapton e Steve Winwood - Live From Madison Square Garden 2009

 

1.Had to Cry Today(Blind Faith cover)
2.Low Down(J.J. Cale cover)
3.After Midnight(J.J. Cale cover)
4.Presence of the Lord(Blind Faith cover)
5.Glad(Traffic cover)
6.Well.... All Right(Buddy Holly cover)
7.Tuff Luck Blues(Big Maceo cover)
8.While You See a Chance(Steve Winwood cover)
9.Key to the Highway(Charles Segar cover)
10.Midland Maniac(Steve Winwood cover)
11.Cross Road Blues(Robert Johnson cover)
12.Georgia (on My Mind)(Hoagy Carmichael and His Orchestra cover)
13.Driftin' Blues(Johnny Moore’s Three Blazers cover) (acoustic)
14.How Long Blues(Leroy Carr cover) (acoustic)
15.Layla(Derek and the Dominos cover) (acoustic)
16.Can't Find My Way Home(Blind Faith cover) (acoustic)
17.Gimme Some Lovin'(The Spencer Davis Group cover)
18.Voodoo Chile(The Jimi Hendrix Experience cover)
19.Cocaine(J.J. Cale cover)
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Quando dois gigantes do rock reencontraram 
o fogo perdido no Madison Square Garden

Live from Madison Square Garden, lançado em 2009, captura a química ao vivo de Eric Clapton e Steve Winwood em blues rock puro, gravado durante três noites históricas em Nova York.

No palco, Clapton nas guitarras e vocais se une a Winwood no Hammond, piano, guitarra e voz, com Willie Weeks no baixo, Chris Stainton nos teclados e Ian Thomas na bateria, formando uma unidade sólida que troca solos e vocais de forma equilibrada. 

Faixas como a abertura “Had to Cry Today”, a intensa “Voodoo Chile” de quase 16 minutos e a emotiva “Can’t Find My Way Home” definem o disco, misturando improvisações longas, grooves relaxados e faíscas de virtuosismo em covers de Blind Faith, Traffic, Hendrix e J.J. Cale. 

A gravação nasceu da química que voltou a brilhar depois de um jam no Crossroads Festival de 2007, quase 40 anos após a breve experiência no Blind Faith, e o resultado é um encontro sem ego, focado no prazer de tocar juntos.

Na véspera da morte de Buddy Miles, os dois tocaram “Them Changes” e ele ouviu a performance pelo celular de um amigo, o que levou a uma dedicatória especial no show seguinte. O álbum marca o primeiro registro ao vivo de Winwood como artista solo e o nono de Clapton, selando o reencontro oficial após décadas.

17 de agosto de 2026

The Guess Who - Live At The Paramount 1972 (2000)

 

1. Pain Train (Burton Cummings, Kurt Winter) - 7:00
2. Albert Flasher (Burton Cummings)  - 2:59
3. New Mother Nature (Burton Cummings)  - 4:26
4. Runnin' Back to Saskatoon (Burton Cummings, Kurt Winter) - 6:52
5. Rain Dance (Burton Cummings, Kurt Winter) - 2:53
6. These Eyes (Randy Bachman, Burton Cummings) - 4:29
7. Glace Bay Blues (Don McDougal, Blair MacLean, Gary MacLean) - 3:19
8. Sour Suite (Burton Cummings) - 3:58
9. Hand Me Down World (Kurt Winter) - 3:53
10.American Woman (Burton Cummings, Jim Kale, Garry Peterson, Randy Bachman) - 16:53
11.Truckin' Off Across the Sky (Burton Cummings, Kurt Winter, Jim Kale, Garry Peterson, Don McDougal) - 7:21
12.Share the Land (Burton Cummings) - 4:46
13.No Time (Randy Bachman, Burton Cummings) - 6:06
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Seattle 1972: o show que transformou os Guess Who em máquina de rock ao vivo

Live at the Paramount é o álbum ao vivo de rock dos Guess Who gravado em 22 de maio de 1972 no Paramount Theatre de Seattle e relançado em 2000 pela Buddha com 13 faixas e 75 minutos de pura energia.

Com Burton Cummings nos vocais, piano, flauta e harmônica, Kurt Winter e Don McDougal nas guitarras solo (ataque duplo que define o som ao vivo da banda), Jim Kale no baixo e Garry Peterson na bateria, o disco explode em “American Woman” (quase 17 minutos de jam blues-rock alucinante), “Pain Train” (com solo de Winter que corta como faca) e “Sour Suite” (vitrine de Cummings no piano e voz). 

A instrumentação mistura rock pesado, blues improvisado e groove canadense, com as duas guitarras se enfrentando e Cummings no auge. 

Curiosidade: foi o primeiro disco com McDougal (que entrou no meio da turnê) e o último com Kale. As gravações usaram só a primeira das duas noites planejadas (a segunda foi descartada) e o produtor Jack Richardson captou o show completo. 

O álbum original de 1972 chegou ao top 40 da Billboard e a versão 2000 trouxe hits que não cabiam no vinil, como “These Eyes” e “No Time”.

13 de agosto de 2026

The Head and the Heart – Live at Neumos 2011 (2026)

 

1. Cats and Dogs
2. Couer D'Alene
3. Ghosts
4. Long Time Away
5. Sounds Like Hallelujah
6. Honey Come Home
7. Josh McBride
8. Heaven Go Easy On Me
9. Lost In My Mind
10. T Is For Texas (Blue Yodel No. 1)
11. Winter Song
12. Down In The Valley
13. Rivers and Roads
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O show capturou o folk de The Head and the Heart

Live at Neumos 2011, dos The Head and the Heart, é o registro ao vivo do indie-folk que definiu uma geração: um show de janeiro de 2011 na casa de shows mais querida da banda em Seattle, lançado agora em 2026 para celebrar os 15 anos do álbum de estreia platina. 

Na formação original, Jonathan Russell e Josiah Johnson dividiam os vocais e as guitarras, Charity Rose Thielen trazia o violino e a voz que cortava o ar, Kenny Hensley no piano, Chris Zasche no baixo e Tyler Williams na bateria. 

Faixas como “Lost In My Mind”, “Rivers and Roads” e “Down In The Valley” explodem com as harmonias a três vozes, o violino que dança em cima do groove e o piano que empurra tudo pra frente, num som ao mesmo tempo íntimo e estourado de plateia lotada. 

O disco traz todas as canções do debut mais duas inéditas — a original “Long Time Away” e o cover de Jimmie Rodgers “T Is For Texas” — capturando a banda exatamente no momento em que o boato se transformava em furacão. Naquela noite, a energia era de quem ainda não sabia o tamanho do que estava acontecendo, com a plateia já cantando junto e a certeza coletiva de que algo enorme estava nascendo. 

E esse foi o show em que o futuro membro Matt Gervais abriu a noite com a própria banda e conheceu Charity Rose Thielen, mudando a história do grupo pra sempre.  

8 de agosto de 2026

Janiva Magness - Truth In The Room - The Clearmountain Sessions (Live) 2026

 

 1. My Bad Luck Soul (Live) - 2:27
 2. Slipped, Tripped and Fell In Love (Live) - 4:35
 3. Make It Rain (Live) - 5:01
 4. You Were Never Mine (Live) - 5:14
 5. That's What Love Will Make You Do (Live) - 5:22
 6. The Devil Is An Angel Too (Live) - 4:33
 7. Closer (Live) - 4:27
 8. Hammer (Live) - 3:39
 9. Love Wins Again (Live) - 3:51
10. Things Left Undone (Live) - 5:05
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Janiva Magness trava o tempo e o blues vira verdade crua

Truth In The Room – The Clearmountain Sessions (2026) é o primeiro álbum ao vivo completo de Janiva Magness, um blues visceral e direto que captura a energia de quem faz a sala inteira parar, ouvir e sentir de verdade. 

Janiva Magness comanda o show com sua voz poderosa e presença inconfundível, em dez faixas ao vivo gravadas por Bob Clearmountain diante de apenas 150 convidados íntimos. “Make It Rain” cai com intensidade e groove de tirar o fôlego, “You Were Never Mine” traz a graça e a dor de quem viveu cada palavra, e “The Devil Is An Angel Too” explode com o humor e a força que marcam a carreira dela. 

O som é cru e presente, cheio da troca real entre artista e plateia, sem filtros de estúdio, mostrando o grit, a ternura e a convicção de mais de três décadas no blues americano

Curiosidade: tudo foi capturado ao vivo em um sound stage, exatamente como os fãs sempre pediram. O disco sai em 7 de agosto de 2026 pela Blue Élan Records e marca o sexto trabalho dela na gravadora. É o documento que coroa a trajetória de quem já levou o prêmio B.B. King Entertainer of the Year e sempre colocou o palco no centro de tudo.  

11 de julho de 2026

The Doors – Live In Copenhagen 1968 (2025)

 

1. Applause And Introduction (0:20)
2. When The Music’s Over (12:55)
3. Back Door Man (2:26)
4. Five To One (4:37)
5. Break On Through (To The Other Side) (4:14)
6. Alabama Song (Whiskey Bar) (3:38)
7. The Wasp (Texas Radio & The Big Beat) (1:19)
8 Hello, I Love You (2:44)
9 Wake Up! (1:20)
10 Light My Fire (10:46)
11 A Little Game (5:20)
12 The Unknown Soldier (4:53)
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]O Show Inédito que Finalmente Sai do Cofre e Coloca Fogo na Plateia

O álbum Live In Copenhagen (2025), lançado em vinil cristal limitado para o Record Store Day Black Friday, registra o concerto completo da formação clássica dos The Doors em 17 de setembro de 1968, no Falkoner Centret, em Copenhague. 

Gravado no auge da banda, o disco entrega um rock psicodélico cru e intenso, com raízes no blues, marcado pela energia selvagem e pela presença magnética de Jim Morrison no palco europeu.

Na formação, Jim Morrison comanda os vocais com sua intensidade poética e xamânica, ao lado de Ray Manzarek nos teclados e órgão, Robby Krieger na guitarra e John Densmore na bateria. 

Destaques: versão estendida e hipnótica de “Light My Fire” (mais de 10 minutos de improviso), o épico “When The Music’s Over” (quase 13 minutos de tensão crescente) e o explosivo “Break On Through (To The Other Side)”, que abre o set com toda a urgência da banda. O som se caracteriza por longas jams instrumentais, o órgão hipnótico de Manzarek, a guitarra afiada de Krieger e a bateria pulsante de Densmore, criando uma atmosfera escura, atmosférica e cheia de improvisos que capturam a essência crua dos shows dos Doors.

Gravado durante a turnê europeia de 1968, o concerto mostra a banda em momento de pico criativo, logo após o sucesso estrondoso de “Light My Fire”. Trata-se do primeiro lançamento oficial completo deste show lendário — bootlegs circularam por décadas —, agora preservado com qualidade de estúdio pela Rhino e descrito como uma “comunhão espiritual” pela própria banda.

10 de julho de 2026

John Hammond - Walkin' Blues Live...Chicago & Toronto (2017)

 

Chicago Blues Festival, Grant Park – 16 de junho de 1991 (WBEZ-FM)

1. Milkcow Calf Blues
2. Me & The Devil Blues
3. Traveling Riverside Blues
4. Hellhound Blues (Hellhound on My Trail)
5. They're Red Hot
6. Walkin' Blues
7. Drunken Hearted Man
8. 32-20 Blues


Albert's Hall, Toronto – julho de 1992 (CBC-FM)

9. Station Introduction
10. I'm Leaving Early In The Morning
11. See That My Grave Is Kept Clean
12. I'm In The Mood For Love
13. Dreamy Eyed Girl
14. Ride Til I Die (Jockey Blues)
15. Honest I Do
16. Preachin' Blues
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John Hammond revive o espírito de Robert Johnson em shows históricos

O álbum Walkin' Blues Live... Chicago & Toronto (2017), lançado pela Klondike Records, reúne gravações ao vivo de John Hammond capturadas em dois momentos marcantes: o Chicago Blues Festival de 1991 e um show em Albert's Hall, Toronto, em 1992. Com um estilo de blues tradicional, country e delta

Hammond entrega interpretações cruas e narrativas que homenageiam as raízes do gênero.John Hammond comanda os vocais, guitarra acústica e slide (com possível uso de harmônica), em apresentações solo ou minimalistas que destacam sua técnica e presença de palco. 

No set de Chicago, brilham os tributos a Robert Johnson como “Walkin' Blues”, “Me & The Devil Blues”, “Traveling Riverside Blues” e “Hellhound Blues”, cheios de feeling autêntico. Já em Toronto, destaque para “See That My Grave Is Kept Clean”, “Honest I Do” e “Preachin' Blues”, com improvisações fluidas e grooves envolventes. O som se caracteriza pela energia crua ao vivo, voz expressiva e contadora de histórias, guitarra precisa e uma atmosfera íntima que transporta o ouvinte direto para o clube ou festival. O disco de Chicago foi um tributo completo a Robert Johnson no palco do Grant Park. 

Curiosidade: o show de Toronto promovia o álbum Got Love If You Want It (1992), indicado ao Grammy de melhor álbum tradicional de blues, e o lançamento de 2017 resgata broadcasts originais de FM remasterizados com fotos raras e notas.