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5 de junho de 2026

Samantha Martin & Delta Sugar - A Beautiful Buzz (Live) 2026

 

 1. Love is All Around (Live) - 3:35
 2. Don’t Have To Be (Live) - 3:02
 3. You’re The Love (Live) - 3:36
 4. Good Trouble (Live) - 3:18
 5. All Night Long (Live) - 4:39
 6. The Shape I’m In (Live) - 3:57
 7. I’ve Got a Feeling (Live) - 6:58
 8. My Crown (Live) - 5:52
 9. Loving You Is Easy (Live) - 7:24
10. Band Introductions (Live) - 1:48
11. Pass Me By (Live) - 3:30
12. Them Changes (Live) - 3:54
13. Loving Cup (Live) - 6:25
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Samantha Martin & Delta Sugar
“A Beautiful Buzz (Live)” (2026): Soul em estado bruto

Samantha Martin & Delta Sugar lançam A Beautiful Buzz (Live), um registro arrebatador que captura toda a intensidade de sua mistura de soul, gospel e blues moderno. Gravado durante a turnê Love Is All Around pelo oeste do Canadá em 2022, o álbum chega via Gypsy Soul Records em 22 de maio de 2026 e reafirma a reputação da banda como uma das mais eletrizantes do país.

Com a voz poderosa e visceral de Samantha Martin à frente, o grupo entrega performances que lembram a energia de clássicos como Mad Dogs & Englishmen.

Destaques: “Love Is All Around”, “My Crown” e “Loving You Is Easy” são destaques absolutos, trazendo grooves intensos, improvisos incendiários e uma sonoridade que reverencia Mavis Staples e Otis Redding, mas com a urgência contemporânea que já rendeu à cantora indicações ao JUNO e ao Canadian Blues Award.

Curiosidades: o disco foi gravado em shows lotados, onde a comunhão entre banda e público se tornou parte essencial da experiência. E não por acaso, críticos europeus já a apelidaram de “o novo tornado da soul do sul”, colocando seu nome ao lado de Etta James e Aretha Franklin.


3 de junho de 2026

Curtis Salgado – Legacy Rewind: Live in ’25 (2026)

 

SIDE A

SIDE B
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Energia que Nem Serra Elétrica Corta: Legacy Rewind, o Primeiro Ao Vivo Explosivo de Curtis Salgado!
O Legacy Rewind: Live in ’25, primeiro álbum ao vivo da carreira de Curtis Salgado, acaba de chegar e é puro R&B, funk, soul e rock’n’roll em estado bruto. 
Gravado em 5 de abril de 2025 no lendário Triple Door, em Seattle, o disco captura o cantor e harmonicista em casa, com uma banda de 15 músicos que transforma o palco num furacão de groove. Com arranjos novos cheios de metais em quatro partes e três backing vocals poderosos, o som ganha peso e swing. 
Destaques: “Wiggle Out of This” abre com horns cortantes, B3 sujo e batidas que não param; “Sweet Jesus Buddha the Doctor” vira um funk irresistível com baixo grosso e grunhidos que fazem a gente ver Salgado andando no palco; e “20 Years of B.B. King” explode em humor sarcástico e energia raivosa. A voz rouca e imponente dele, mais a harmônica certeira em “Clean Getaway”, domina tudo sem esforço.
Curiosidade: a ideia nasceu em 2019, quando o fã e produtor Randy Maag sugeriu o projeto no próprio Triple Door – e só seis anos depois, em 2025, o plano virou realidade. Melhor ainda: apesar de ter passado por transplante de fígado e cirurgias de bypass no coração, Salgado nunca soou tão potente e vivo. O cara entrega um show que você sente na pele. Se curte soul de verdade, esse disco é obrigatório.

2 de junho de 2026

Romeo Void – Live ’81-’85 (2026)

 

1. In The Dark
2. Flashflood
3. Shake The Hands
4. Not Safe
5. Undercover Kept
6. White Sweater
7. S.O.S.
9. I Meant It
10. Billy's Birthday
11. Just Too Easy
12. Say No
14. A Girl In Trouble
15. Band Intro
16. Out On My Own
17. Six Days And One
18. Chinatown
19. Myself To Myself


Romeo Void acende o palco de novo em "Live ’81–’85"
A Liberation Hall lançou para o Record Store Day de 2026 um tesouro pra quem curte new wave raiz: Live ’81–’85, um disco duplo ao vivo que captura Romeo Void em plena forma durante shows em Ann Arbor, Albany, Londres e Berlim. O resultado é cru, urgente e cheio daquela tensão nervosa que sempre definiu a banda.
Debora Iyall lidera tudo com uma presença magnética, alternando entre frieza e emoção pura. O baixo de Frank Zincavage e o saxofone de Benjamin Bossi criam um diálogo afiado, enquanto os bateristas Larry Carter e Aaron Smith mantêm o groove vivo. 
Destaques: “Never Say Never”, que explode no palco, “A Girl In Trouble (Is a Temporary Thing)”, que ganha ainda mais peso ao vivo, e “Instincts”, que mostra a banda no auge da sua fase mais experimental. O som mistura post-punk com toques funk e uma urgência que não envelheceu nada.
O mais legal é que as fitas vieram direto do arquivo pessoal da banda — muitas gravadas em cassete —, e a curadoria priorizou as noites em que tudo realmente encaixou. O pacote físico ainda vem caprichado: capa gatefold desenhada por Zincavage, encarte com letras, fotos raras e memorabilia.



26 de maio de 2026

Jerry Garcia & Merl Saunders – GarciaLive Volume 22: September 25th, 1971 (2026)

 

Early Show
1. Band Introductions – 1:03
2. Save Mother Earth (Edmund Lewis / Merl Saunders) – 11:28
3. Imagine (John Lennon) – 5:25
4. One Kind Favor (Blind Lemon Jefferson) – 8:48
5. I Was Made To Love Her (Henry Cosby / Lula Mae Hardaway / Stevie Wonder / 
Sylvia Rose Moy) – 9:50
6. Baby What You Want Me To Do? (Jimmy Reed) – 3:49
7. Biloxi (Jesse Winchester) – 6:58

Late Show
1. Hi-Heel Sneakers (Robert Higginbotham) – 8:50
2. Man-Child (Edmund Lewis / Merl Saunders) – 10:18
3. Summertime (George & Ira Gershwin / DuBose & Dorothy Heyward) – 10:19
4. That’s A Touch I Like (Jesse Winchester) – 6:01
5. Annie Had A Baby (Henry Glover / Nathan Sydney) – 2:53
6. W-P-L-J (Luther McDaniel) – 3:23
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Magia no Lion's Share: Garcia e Saunders em uma Noite de 1971 que o Tempo Guardou
Em maio de 2026, a série GarciaLive lançou o Volume 22, trazendo os shows early e late de 25 de setembro de 1971 no intimista Lion's Share, em San Anselmo. Com Jerry Garcia e Merl Saunders no comando, o disco entrega um rock exploratório cheio de groove, R&B e improvisações livres, gravado em um pequeno clube que permitia total liberdade criativa.
A formação reunia Garcia na guitarra e voz, Saunders nos teclados e voz, Tom Fogerty na guitarra rítmica, John Kahn no baixo e Bill Kreutzmann na bateria. 
Destaques: “Save Mother Earth > Imagine”, com jams longos e cheios de alma; a versão estendida e soulful de “I Was Made To Love Her”; e o late show explosivo com “Man-Child > Summertime”, que inclui a primeira performance conhecida de “That’s A Touch I Like”. O som se caracteriza pela química orgânica dos dois guitarristas, grooves poderosos, transições naturais e uma energia crua que transforma covers em experiências quase espirituais.
Gravado em fitas analógicas por Betty Cantor-Jackson e Bob Matthews, o lançamento preserva quase toda a noite (faltou só o encerramento do late show). 
Detalhe: a presença de Tom Fogerty, recém-saído do Creedence Clearwater Revival, que adicionou uma camada extra de groove a essa parceria inicial de Garcia e Saunders, marcada pela pura diversão e exploração musical.