Mostrando postagens com marcador grooves. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador grooves. Mostrar todas as postagens

17 de julho de 2026

JP Soars & Anne Harris – Gypsy Blue Revue (2026)

 

1. Jessie Mae
2. Go With The Flow
3. Viper
4. Paradise
5. Goin’ To South Carolina
6. May Mountain Waltz
7. Old Silver Bridge
8. Minor Blues
9. Cigar Box Jam
.

JP Soars e Anne Harris selam uma fusão explosiva de raízes e improviso

Em maio de 2026, JP Soars e Anne Harris lançaram Gypsy Blue Revue, um álbum que captura a química crua de dois virtuosos das raízes musicais. Misturando soul sulista, roadhouse blues, gypsy jazz, grooves latinos e folk eclético, o disco soa como um show ao vivo — gravado tudo junto, sem cliques nem overdubs excessivos.

JP Soars brilha na guitarra (elétrica, lap steel, cigar box e mais), vocais e composição da maioria das faixas, enquanto Anne Harris adiciona violin e mandolin incendiários, além de vocais marcantes. 

Destaques: “Jessie Mae”, um blues slide elétrico em homenagem a Jessie Mae Hemphill com letra de Rev. Billy C. Wirtz, o groove latino de “Paradise” e o épico instrumental de 18 minutos “Cigar Box Jam”, que homenageia Santana, Hendrix e até os Beatles. O som se define por improvisações livres, trocas dinâmicas entre guitarra e violino e uma energia de palco que transborda para o estúdio.

A gravação aconteceu ao vivo em um estúdio rural em Ohio, com Soars e sua banda (Chris Peet na bateria e Cleveland Frederick no baixo) buscando exatamente a sensação dos shows. A parceria entre Soars e Harris começou em 2019 nos festivais e ganhou força no Big Blues Bender em Las Vegas.

13 de março de 2026

Elles Bailey • Can't Take My Story Away 2026

 

01. Can't Take My Story Away 04:12
 02. Growing Roots 04:00
 03. Better Days 05:21
 04. Blessed 04:37
 05. Constant Need To Keep Going 04:29
 06. Take A Step Back 03:30
 07. How Do You Do It 03:20
 08. Angel 04:20
 09. Dandelions 04:34
 10. Tightrope 03:12
 11. Starling 05:20
.

O Triunfo Soulful de Elles Bailey em 'Can't Take My Story Away'!
O quinto álbum de estúdio da britânica Elles Bailey, lançado em 16 de janeiro de 2026, é uma explosão de soul tingido de R&B, grooves funky e baladas emocionais, com toques de rock e influências pantanosas à la Little Feat. Sua voz rouca e grave, comparada a Bonnie Raitt, guia narrativas pessoais de superação, amor e resiliência, sem medo de vulnerabilidade.
Destaques: incluem a opener "Can't Take My Story Away", com metais vibrantes e backing vocals; "Growing Roots", funky e contagiante; "Better Days", soul uplifting com fills de guitarra; e "Blessed", uma balada folk impecável com cordas e baixo acústico. Produzido por Luke Potashnick (The Temperance Movement), o disco brilha com uma banda afiada, incluindo piano NOLA e slide guitar.
Curiosidade: Bailey lapidou as canções por anos, mas só encontrou o som perfeito ao colaborar com Potashnick há três anos, focando em impacto emocional maior que em álbuns anteriores. Vencedora de prêmios como UK Blues Vocalist of the Year 2025, o álbum reflete uma década de perdas e crescimento mental, marcando seu pico artístico no cenário roots europeu.

25 de fevereiro de 2026

Eva Carboni – The Blues Archives (2025)

 

01 – Someone Else’s Life
02 – Love Me Tonight (Archives Mix)
03 – Turning My Back on the Blues
04 – Bad Blood (Archives Mix)
05 – Something’s Gotta Give
06 – Goin’ Back Home (Freedom Mix)
07 – The Magic (Archives Mix)
08 – Unfinished Business (feat. Mick Simpson)
09 – A Woman Scorned (Bar Room Mix)
10 – River of Life
11 – Wrong Turn (Archives Mix)
.

Eva Carboni em 'The Blues Archives' (2025)
"The Blues Archives", quarto álbum da cantora italiana Eva Carboni, lançado em junho de 2025 pela Mad Ears Productions, é um mergulho profundo no blues clássico com toques soulful e grooves guitar-driven, compilando faixas inéditas, remixes e raridades que exalam emoção crua. Com 11 tracks em 42 minutos, o disco destaca a voz poderosa e expressiva de Eva, influenciada por divas como Etta James, em canções como a abertura lenta e cativante "Someone Else’s Life" e o remix funky de "Love Me Tonight". 
Outros pontos altos incluem "Unfinished Business", com feat. do guitarrista britânico Mick Simpson, cujos solos flamejantes adicionam intensidade, e "A Woman Scorned (Bar Room Mix)", perfeita para noites de bar.
Curiosidade: O álbum nasceu de uma "caça ao tesouro" nos arquivos pessoais de Eva, resgatando demos e mixes alternativos gravados ao longo de anos, sem overdubs modernos para preservar a essência vintage. 
Detalhe: Gravado em estúdios na Itália e Reino Unido, o disco alcançou o chart de mais tocados da IBBA em 2025, consolidando Eva como uma das vozes emergentes do blues europeu

30 de novembro de 2025

James Brown - Say It Live And Loud - Live In Dallas (1998)

 

1. Show Introduction (0:38)
2. If I Ruled the World (3:45)
3. James Brown Thanks (0:49)
4. Introduction to Say It Loud - I'm Black and I'm Proud (1:33)
5. Say It Loud - I'm Black and I'm Proud (3:08)
6. I Guess I'll Have to Cry, Cry, Cry (4:19)
7. Kansas City (4:13)
8. Suds (5:17)
9. Soul Pride (3:01)
10. Tighten Up (7:11)
11. Introduction to Star Time! (0:42)
12. Licking Stick - Licking Stick (4:13)
13. Cold Sweat (12:51)
14. There Was a Time (4:57)
15. Medley - Try Me,Lost Someone,Bewildered (6:14)
16. Papa's Got a Brand New Bag (0:30)
17. I Got the Feeling (2:44)
18. Maybe the Last Time (1:13)
19. I Got You (I Feel Good) (0:27)
20. Please, Please, Please (2:15)
21. I Can't Stand Myself (When You Touch Me) (3:09)
22. Cold Sweat (reprise) (0:46)
23. I Got The Feeling (reprise) (0:27)
24. Say It Loud, I'm Black and I'm Proud (reprise) (3:00)
.

James Brown: “Say It Live And Loud – Live in Dallas 1968” (2018)!
Gravado em 1968, este é James Brown no auge absoluto do poder – puro funk explosivo, soul revolucionário e energia que faz o chão tremer!
  • Estilo: Hard funk primal, com a banda mais afiada da história do soul e grooves que inventaram o futuro.
  • Momentos de perder o fôlego:
    • “Say It Loud – I’m Black and I’m Proud” (versão completa e eletrizante que incendiou o movimento Black Power).
    • “Cold Sweat” de quase 13 minutos – uma aula de tensão e explosão funk.
    • O medley “Try Me/Lost Someone/Bewildered” e o final apoteótico com “Please, Please, Please”.
  • Banda lendária: Fred Wesley (trombone), Maceo Parker (sax), Jimmy Nolen (guitarra), Clyde Stubblefield e Nate Jones na bateria – o time que criou o funk moderno.
  • Curiosidade: O show aconteceu meses após o assassinato de Martin Luther King e foi transmitido ao vivo pela TV para acalmar os ânimos nos EUA – Brown literalmente segurou cidades inteiras em pé.
  • Detalhe histórico: Ficou engavetado por 50 anos até ser lançado oficialmente em 2018 pela Polydor.



8 de novembro de 2025

Dom Salvador, Adrian Younge, Ali Shaheed Muhammad – JID024 (2025)

 

Dom Salvador e Jazz Is Dead Revivem a Revolução Brasileira
O icônico Dom Salvador, natural de Rio Claro em São Paulo, une forças com Adrian Younge e Ali Shaheed Muhammad no selo Jazz Is Dead, para um tributo eletrizante que funde samba, jazz, funk e soul – ecoando as raízes afro-brasileiras dos anos 70. Salvador, pioneiro do álbum Som, Sangue e Raça (1971) e líder da Abolição, traz sua humildade visionária ao lado dos produtores mestres em analog, criando um diálogo transcontinental entre Black Brazil e Black America.
O estilo pulsa com grooves profundos de samba-funk e composições jazzísticas reflexivas, capturando a consciência negra em produções impecáveis. Faixas que expandem o legado de Salvador, como hinos que misturam ritmos afro-brasileiros com toques pós-direitos civis americanos, cheias de sinergia rítmica e texturas analógicas quentes – um banquete sonoro para fãs de Black Rio e Parliament.
Gravado espontaneamente em estúdio, sem edições ou pré-planejamento, tudo em analógico puro, como Salvador descreve: “uma experiência estimulante, capturando o momento”. O álbum reconecta o pós-civil rights dos EUA com a luta negra brasileira, mostrando como Salvador pavimentou o caminho para essa ponte cultural duradoura.