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13 de março de 2026

Elles Bailey • Can't Take My Story Away 2026

 

01. Can't Take My Story Away 04:12
 02. Growing Roots 04:00
 03. Better Days 05:21
 04. Blessed 04:37
 05. Constant Need To Keep Going 04:29
 06. Take A Step Back 03:30
 07. How Do You Do It 03:20
 08. Angel 04:20
 09. Dandelions 04:34
 10. Tightrope 03:12
 11. Starling 05:20
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O Triunfo Soulful de Elles Bailey em 'Can't Take My Story Away'!
O quinto álbum de estúdio da britânica Elles Bailey, lançado em 16 de janeiro de 2026, é uma explosão de soul tingido de R&B, grooves funky e baladas emocionais, com toques de rock e influências pantanosas à la Little Feat. Sua voz rouca e grave, comparada a Bonnie Raitt, guia narrativas pessoais de superação, amor e resiliência, sem medo de vulnerabilidade.
Destaques: incluem a opener "Can't Take My Story Away", com metais vibrantes e backing vocals; "Growing Roots", funky e contagiante; "Better Days", soul uplifting com fills de guitarra; e "Blessed", uma balada folk impecável com cordas e baixo acústico. Produzido por Luke Potashnick (The Temperance Movement), o disco brilha com uma banda afiada, incluindo piano NOLA e slide guitar.
Curiosidade: Bailey lapidou as canções por anos, mas só encontrou o som perfeito ao colaborar com Potashnick há três anos, focando em impacto emocional maior que em álbuns anteriores. Vencedora de prêmios como UK Blues Vocalist of the Year 2025, o álbum reflete uma década de perdas e crescimento mental, marcando seu pico artístico no cenário roots europeu.

25 de fevereiro de 2026

Eva Carboni – The Blues Archives (2025)

 

01 – Someone Else’s Life
02 – Love Me Tonight (Archives Mix)
03 – Turning My Back on the Blues
04 – Bad Blood (Archives Mix)
05 – Something’s Gotta Give
06 – Goin’ Back Home (Freedom Mix)
07 – The Magic (Archives Mix)
08 – Unfinished Business (feat. Mick Simpson)
09 – A Woman Scorned (Bar Room Mix)
10 – River of Life
11 – Wrong Turn (Archives Mix)
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Eva Carboni em 'The Blues Archives' (2025)
"The Blues Archives", quarto álbum da cantora italiana Eva Carboni, lançado em junho de 2025 pela Mad Ears Productions, é um mergulho profundo no blues clássico com toques soulful e grooves guitar-driven, compilando faixas inéditas, remixes e raridades que exalam emoção crua. Com 11 tracks em 42 minutos, o disco destaca a voz poderosa e expressiva de Eva, influenciada por divas como Etta James, em canções como a abertura lenta e cativante "Someone Else’s Life" e o remix funky de "Love Me Tonight". 
Outros pontos altos incluem "Unfinished Business", com feat. do guitarrista britânico Mick Simpson, cujos solos flamejantes adicionam intensidade, e "A Woman Scorned (Bar Room Mix)", perfeita para noites de bar.
Curiosidade: O álbum nasceu de uma "caça ao tesouro" nos arquivos pessoais de Eva, resgatando demos e mixes alternativos gravados ao longo de anos, sem overdubs modernos para preservar a essência vintage. 
Detalhe: Gravado em estúdios na Itália e Reino Unido, o disco alcançou o chart de mais tocados da IBBA em 2025, consolidando Eva como uma das vozes emergentes do blues europeu

30 de novembro de 2025

James Brown - Say It Live And Loud - Live In Dallas (1998)

 

1. Show Introduction (0:38)
2. If I Ruled the World (3:45)
3. James Brown Thanks (0:49)
4. Introduction to Say It Loud - I'm Black and I'm Proud (1:33)
5. Say It Loud - I'm Black and I'm Proud (3:08)
6. I Guess I'll Have to Cry, Cry, Cry (4:19)
7. Kansas City (4:13)
8. Suds (5:17)
9. Soul Pride (3:01)
10. Tighten Up (7:11)
11. Introduction to Star Time! (0:42)
12. Licking Stick - Licking Stick (4:13)
13. Cold Sweat (12:51)
14. There Was a Time (4:57)
15. Medley - Try Me,Lost Someone,Bewildered (6:14)
16. Papa's Got a Brand New Bag (0:30)
17. I Got the Feeling (2:44)
18. Maybe the Last Time (1:13)
19. I Got You (I Feel Good) (0:27)
20. Please, Please, Please (2:15)
21. I Can't Stand Myself (When You Touch Me) (3:09)
22. Cold Sweat (reprise) (0:46)
23. I Got The Feeling (reprise) (0:27)
24. Say It Loud, I'm Black and I'm Proud (reprise) (3:00)
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James Brown: “Say It Live And Loud – Live in Dallas 1968” (2018)!
Gravado em 1968, este é James Brown no auge absoluto do poder – puro funk explosivo, soul revolucionário e energia que faz o chão tremer!
  • Estilo: Hard funk primal, com a banda mais afiada da história do soul e grooves que inventaram o futuro.
  • Momentos de perder o fôlego:
    • “Say It Loud – I’m Black and I’m Proud” (versão completa e eletrizante que incendiou o movimento Black Power).
    • “Cold Sweat” de quase 13 minutos – uma aula de tensão e explosão funk.
    • O medley “Try Me/Lost Someone/Bewildered” e o final apoteótico com “Please, Please, Please”.
  • Banda lendária: Fred Wesley (trombone), Maceo Parker (sax), Jimmy Nolen (guitarra), Clyde Stubblefield e Nate Jones na bateria – o time que criou o funk moderno.
  • Curiosidade: O show aconteceu meses após o assassinato de Martin Luther King e foi transmitido ao vivo pela TV para acalmar os ânimos nos EUA – Brown literalmente segurou cidades inteiras em pé.
  • Detalhe histórico: Ficou engavetado por 50 anos até ser lançado oficialmente em 2018 pela Polydor.



8 de novembro de 2025

Dom Salvador, Adrian Younge, Ali Shaheed Muhammad – JID024 (2025)

 

Dom Salvador e Jazz Is Dead Revivem a Revolução Brasileira
O icônico Dom Salvador, natural de Rio Claro em São Paulo, une forças com Adrian Younge e Ali Shaheed Muhammad no selo Jazz Is Dead, para um tributo eletrizante que funde samba, jazz, funk e soul – ecoando as raízes afro-brasileiras dos anos 70. Salvador, pioneiro do álbum Som, Sangue e Raça (1971) e líder da Abolição, traz sua humildade visionária ao lado dos produtores mestres em analog, criando um diálogo transcontinental entre Black Brazil e Black America.
O estilo pulsa com grooves profundos de samba-funk e composições jazzísticas reflexivas, capturando a consciência negra em produções impecáveis. Faixas que expandem o legado de Salvador, como hinos que misturam ritmos afro-brasileiros com toques pós-direitos civis americanos, cheias de sinergia rítmica e texturas analógicas quentes – um banquete sonoro para fãs de Black Rio e Parliament.
Gravado espontaneamente em estúdio, sem edições ou pré-planejamento, tudo em analógico puro, como Salvador descreve: “uma experiência estimulante, capturando o momento”. O álbum reconecta o pós-civil rights dos EUA com a luta negra brasileira, mostrando como Salvador pavimentou o caminho para essa ponte cultural duradoura.