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25 de janeiro de 2026

Marianne Faithfull – Perfect Stranger: The Island Anthology (1998)

 

CD 1
01. Broken English – 04:37
02. Witches’ Song – 04:44
03. Guilt – 05:10
05. Working Class Hero – 04:42
06. Why D’ Ya Do It? – 06:44
07. Sister Morphine – 06:07
08. Sweetheart – 03:18
09. Intrigue – 04:32
10. For Beauty’s Sake – 03:32
11. So Sad – 04:31
12. Truth, Bitter Truth – 07:23
13. The Blue Millionaire – 08:24
14. Falling From Grace – 03:54
15. Running For Our Lives – 04:44

CD 2
02. Trouble in mind (the return) – 04:23
03. Boulevard of broken dreams – 03:08
04. Yesterdays – 05:21
05. Strange weather – 04:16
06. Gloomy sunday – 03:14
07. Hello stranger – 02:31
08. As tears go by – 03:47
09. A perfect stranger – 04:49
10. Conversation on a barstool – 04:19
11. A waste of time – 05:04
12. Isolation – 03:14
13. Blazing away – 04:14
14. When I find my life – live – 03:01
15. Times Square – live – 04:38
16. Ghost dance – 03:45
17. Sleep – 03:37
18. Love in the afternoon – 03:31
19. Bored by dreams – 03:10
20. She – 03:24
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Marianne Faithfull: A Antologia Perfeita que Hipnotiza e Desafia!
Marianne Faithfull brilha em A Perfect Stranger: The Island Anthology (1998), uma compilação dupla que captura sua essência de 1979 a 1995, misturando rock alternativo, cabaret sombrio e toques psicodélicos. Com voz rouca e trágica, o álbum navega por baladas introspectivas e covers ousados, destacando a intensidade emocional que a consagrou.
Pontos altos: "Broken English", com sua fúria punk; "The Ballad of Lucy Jordan", um hino melancólico; e "Ballad of the Soldier’s Wife", de Kurt Weill, onde sua interpretação assombrada ressoa profundamente. Faixas como "Strange Weather" e "Gloomy Sunday" evocam um cabaret noir, com arranjos minimalistas e atmosfera etérea. Participações especiais, como em tributos a Weill, adicionam camadas únicas, enquanto outtakes inéditos revelam sua evolução.
Curiosidade: Muitas faixas foram resgatadas de sessões perdidas, transformando sobras em tesouros, graças à visão da Island Records. Outro detalhe fascinante: No contexto pós-punk dos anos 80, Faithfull colaborou com ícones como John Lennon (em covers como "Working Class Hero") e reinventou clássicos, influenciando gerações de artistas femininas independentes.

18 de janeiro de 2026

Itamar Assumpção - Beleléu e Banda Isca de Polícia 1980 (1998)

 

1. Vinheta I (0:32)
2. Luzia (Itamar Assumpção) 4:21
3. Fon fin fan fin fun (Older Brigo, Itamar Assumpção) 2:22
4. Fico louco (Itamar Assumpção) 5:16
5. Aranha (Rondó, Arrigo Barnabé, Neusa Pinheiro Freitas) 1:14
6. Se eu fiz tudo (Marcio Werneck, Itamar Assumpção) 3:52
7. Vinheta II (0:39)
8. Baby (Itamar Assumpção) 3:46
9. Embalos (Itamar Assumpção) 3:26
10. Nega música (Itamar Assumpção) 2:10
11. Beijo na boca (Itamar Assumpção) 2:23
12. Vinheta radiofônica (1:22)
13. Nego Dito (Itamar Assumpção) 4:31
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Itamar Assumpção: Beleléu, Leléu, Eu – O Caos Criativo que Definiu a Vanguarda Paulista!
"Beleléu, Leléu, Eu", álbum de estreia de Itamar Assumpção com a Banda Isca de Polícia, lançado em 1980 e relançado em 1998, é um marco da cena underground de São Paulo. Fundindo rock experimental, samba distorcido, jazz livre e letras poéticas cheias de ironia, o disco exala rebeldia com arranjos imprevisíveis e a voz magnética de Itamar, que navega entre o teatral e o visceral.
Pontos altos: "Fico Louco", um turbilhão rítmico com percussão pulsante e guitarras cortantes; "Nega Música", minimalista e introspectiva; e "Nego Dito", com baixo groovy de Kiko e guitarra afiada de Jean. Itamar domina como multi-instrumentista (voz, baixo, guitarra, percussão, violão, acordeão, bateria, piano), apoiado por talentos como Paulo Barnabé na bateria, Rondó na guitarra e Luís nos teclados. Vinhetas radiofônicas adicionam um toque narrativo único, como colagens sonoras.
Curiosidade: A gravação ocorreu em estúdios precários de SP, com sessões improvisadas que viravam happenings artísticos, capturando a essência espontânea da banda. Outro detalhe intrigante: Em plena regime militar, o álbum simbolizou resistência cultural, influenciando nomes como Arrigo Barnabé (coautor de "Aranha" e irmão de Paulo).

24 de dezembro de 2025

Trans-Siberian Orchestra - The Christmas Attic 1998

 

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Trans-Siberian Orchestra Transforma o Natal em Ópera-Rock Épica com “The Christmas Attic”!
Lançado em 1998, The Christmas Attic continua sendo o segredo melhor guardado do Trans-Siberian Orchestra. Aqui, o natal vira uma grande narrativa sinfônica: metal progressivo, corais grandiosos, pianos dramáticos e guitarras flamejantes se encontram com clássicos natalinos em arranjos que dão arrepio.
Destaques: “Boughs of Holly” explode com riffs matadores, “Christmas Canon” (variação do Canon de Pachelbel) é pura emoção com vozes infantis e adultas entrelaçadas, e “Music Box Blues” fecha o álbum com um blues-rock de quebrar o coração. A faixa “The World That She Sees” e o instrumental “Appalachian Snowfall” mostram o lado mais delicado e cinematográfico do TSO.
Curiosidade: o álbum foi concebido como uma “carta de Natal” em forma de história, com Paul O’Neill escrevendo o conto inteiro antes de compor uma única nota. Detalhe épico: participam mais de 60 músicos e vocalistas, incluindo o lendário guitarrista Al Pitrelli e o vocalista Joe Cerisano, todos gravados em estúdios de Nova York sob a batuta obsessiva de O’Neill.

16 de dezembro de 2025

Alvin Lee - Pump Iron! (1998)

 

1. One More Chance (3:53)
3. You Told Me (3:53)
4. Have Mercy (2:48)
5. Julian Rice (4:52)
6. Time And Space (2:43)
7. Burnt Fungus (3:16)
8. The Darkest Night (2:25)
10. Truckin' Down The Other Way (2:31)
11. Let The Sea Burn Down (6:42)
12. Madness (1:50)
13. Midnight Special (4:49)
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Alvin Lee: “Pump Iron!” (1998) 
Aos 54 anos, o mito do Woodstock Alvin Lee lançou um dos discos mais ferozes da carreira solo. Sete faixas curtas, diretas e carregadas de blues-rock pesado que parecem gravadas nos anos 70, mas com atitude 90’s!
  • Estilo: Blues-rock cru, boogie explosivo e riffs na velocidade da luz – puro Ten Years After renovado.
  • Faixas matadoras:
    • “One More Chance” – riff assassino que abre te dando um soco.
    • “Try To Be Righteous” – blues sujo e pesado.
    • “Julian Rice” – linda balada dedicada ao filho, com solo de guitarra emocionante.
    • “Burnt Fungus” – boogie insano que fecha incendiando tudo.
  • Banda: Alvin Lee (guitarra/voz/baixo), Steve Gould (baixo/voz) e Alan Young (bateria) – power trio afiadíssimo.
  • Curiosidade: Gravado em apenas 10 dias no estúdio caseiro de Alvin na Espanha, quase tudo ao vivo e com energia de garagem.
  • Contexto: Primeiro álbum 100% independente depois de anos brigando com gravadoras – Lee produziu, mixou e lançou do jeito que quis.
Curto, brutal e viciante