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17 de maio de 2026

Van Morrison – Beyond Words (Instrumental) (2024)

 

1. Beyond Words (Instrumental) (5:24)
2. Jammin’ With Eddie (Instrumental) (5:05)
3. Driving On A Country Road (Instrumental) (6:41)
4. Breadwinner (Instrumental) (2:47)
5. Cool For Cats (Instrumental) (2:00)
6. Parisian Walkabout (Instrumental) (3:43)
7. So Complicated (Instrumental) (3:53)
8. Kerry Dancing (Instrumental) (3:22)
9. All Saints Beneficial (Instrumental) (4:26)
10. Celtic Voices (Instrumental) (3:43)
11. Mountains, Fields, Rivers & Streams (Instrumental) (5:09)
12. The Street (Instrumental) (4:57)
13. Far North (Instrumental) (4:05)
14. Time to Get Ready (Instrumental) (3:02)
15. Song of Home (Instrumental) (4:17)
16. 12 Bar Celtic (Instrumental) (3:04)
17. Greenwood Tree (Instrumental) (2:29)
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Van Morrison: Beyond Words – O Instrumental que Fala Sem Dizer Uma Palavra!
Van Morrison soltando 17 faixas puramente instrumentais, sem letra nenhuma, direto do baú de gravações inéditas que ele guardou por décadas. Beyond Words: Instrumental, lançado em 25 de agosto de 2023 pela Orangefield Records (seu novo selo de arquivos), é um mergulho no jazz, blues, funk e Celtic swing que o mestre sempre carregou no sangue.
A formação muda conforme a era, mas Morrison está em tudo: sax alto, guitarra acústica e elétrica, piano, gaita e scat vocal sem palavras. David Hayes aparece no baixo na maioria das faixas, com convidados de luxo como Eddy Ottenstein (guitarra), Mark Isham (teclados e synth), Pee Wee Ellis (sax) e até Paddy Moloney e Derek Bell (dos Chieftains) na final. 
Destaques: “Beyond Words”, com Van Morrison improvisando e scatando como se a voz fosse mais um instrumento; o groove elétrico de “Jammin’ With Eddie”, cheio de trocas de licks; e “Driving On A Country Road”, com seu balanço country-blues que faz a estrada passar. O som é orgânico, quente, com espaço para improvisos livres, sax cortante e toques celtas que flutuam.
Curiosidade: é o primeiro lançamento do selo Orangefield, criado exatamente pra resgatar esses tesouros gravados entre os anos 70 e 2000. Faixas como “Greenwood Tree” reúnem velhos parceiros dos Chieftains, provando que o espírito celta de Morrison nunca envelhece. Se você curte Van no modo puro instrumento e alma solta, bota no talo e deixa o blues falar sozinho!

5 de maio de 2026

Van Morrison - Meets Bob Dylan & John Lee Hooker - 1992

 


1. Crazy Love 2:40
2. Baby Please Don’t Go 4:12
3. Wednesday Evening Blues 3:39
4. Vanlose Stairway 5:35
5. I Will Be There 2:42
6. Foreign Window 4:05
7. One Irish Rover 2:53
8. Raglan Road 4:39
9. Don’t Look Back 3:49
10. Enlightenment 2:38
11. So Complicated 3:21
12. The Fair of County Down 2:23
13. Just Like A Woman 7:41
14. Caledonia Soul Music 16:18
15. Don’t Look Back (Bonus) 6:42
16. Gloria (Bonus) 5:19
17. Rainy Day (Bonus) 5:53
18. Travellin’ Blues (Bonus) 5:37
19. Wasted Years (Bonus) 4:00
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Van Morrison e as Lendas: O Bootleg que Juntou Dylan, Hooker e o Rei do Soul Irlandês!
Van Morrison, o gênio de Belfast, dividindo o palco com Bob Dylan e John Lee Hooker. O bootleg Van Morrison Meets Bob Dylan & John Lee Hooker, lançado em 1992 pela Living Legend Records (Itália), é exatamente isso – uma reunião rara de blues, folk e soul que soa como uma jam session entre titãs.
Destaques: Dylan entra com voz e guitarra acústica em “Crazy Love” e “One Irish Rover”, Hooker traz o blues elétrico cru em “Baby Please Don’t Go” e “Don’t Look Back”, e ainda rola Van com os Chieftains em “Raglan Road” e com Georgie Fame mais o Danish Radio Big Band em “Vanlose Stairway”. O som é puro: gaita, guitarras pulsantes, improvisos quentes e aquela fusão que só Van consegue – blues visceral com alma irlandesa.
Curiosidade: nove faixas saíram direto do documentário da BBC One Irish Rover (1991), que filmou Van celebrando sua carreira com esses convidados lendários. O resto veio de shows de 1971, 1974 e 1991, transformando o disco no “melhor dos bootlegs”.

4 de maio de 2026

Van Morrison – Remembering Now (2025)

 

01. Down To Joy (03:38)
02. If It Wasn’t For Ray (03:17)
03. Haven’t Lost My Sense Of Wonder (05:28)
04. Love, Lover and Beloved (05:13)
05. Cutting Corners (03:06)
06. Back To Writing Love Songs (03:57)
07. The Only Love I Ever Need Is Yours (02:36)
08. Once In A Lifetime Feelings (04:38)
09. Stomping Ground (05:15)
10. Memories And Visions (06:49)
11. When The Rains Came (06:22)
12. Colourblind (03:30)
13. Remembering Now (05:19)
14. Stretching Out (08:57)
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Van Morrison: Remembering Now – O Agora que o Mestre Faz Brilhar!
Van Morrison, com quase 80 anos e a voz mais rouca e sábia do que nunca, voltando com tudo para as composições originais no seu 47º álbum de estúdio. Remembering Now, lançado em 13 de junho de 2025 pela Exile/Virgin, entrega 14 faixas (quase 70 minutos) de soul, jazz, blues, folk e country misturados com aquela alma inconfundível do irlandês do Norte.
A formação: Morrison no vocal, guitarra e sax, com a banda de elite que o acompanha desde 2019 – Richard Dunn no Hammond, Stuart McIlroy no piano, Dave Keary na guitarra, Pete Hurley no baixo e Colin Griffin na bateria e percussão. Ainda tem backing vocals de Crawford Bell e Dana Masters, violino de Seth Lakeman e arranjos de cordas do veterano Fiachra Trench (parceiro desde Avalon Sunset, de 1989), tocados pelo Fews Ensemble. 
Destaques: O opener “Down To Joy”, com arranjo soul grandioso e gospel; a homenagem dançante “If It Wasn’t For Ray” (pra Ray Charles, com call-and-response e sopros); e o épico final “Stretching Out” (quase 9 minutos de improvisação cósmica). O som é quente, orgânico, com espaço pra sax, órgão e cordas que flutuam como memórias vivas.
Curiosidade de estúdio: foi o primeiro disco de originais desde 2022, depois de dois álbuns de covers, e Morrison produziu tudo falando do “flow além do pensamento”. “Down To Joy” já tinha aparecido no filme Belfast de Kenneth Branagh (Oscar e BAFTA) e agora ganha lançamento oficial – prova que o cara continua conectando passado e presente como ninguém.