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5 de maio de 2026

Van Morrison - Meets Bob Dylan & John Lee Hooker - 1992

 


1. Crazy Love 2:40
2. Baby Please Don’t Go 4:12
3. Wednesday Evening Blues 3:39
4. Vanlose Stairway 5:35
5. I Will Be There 2:42
6. Foreign Window 4:05
7. One Irish Rover 2:53
8. Raglan Road 4:39
9. Don’t Look Back 3:49
10. Enlightenment 2:38
11. So Complicated 3:21
12. The Fair of County Down 2:23
13. Just Like A Woman 7:41
14. Caledonia Soul Music 16:18
15. Don’t Look Back (Bonus) 6:42
16. Gloria (Bonus) 5:19
17. Rainy Day (Bonus) 5:53
18. Travellin’ Blues (Bonus) 5:37
19. Wasted Years (Bonus) 4:00
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Van Morrison e as Lendas: O Bootleg que Juntou Dylan, Hooker e o Rei do Soul Irlandês!
Van Morrison, o gênio de Belfast, dividindo o palco com Bob Dylan e John Lee Hooker. O bootleg Van Morrison Meets Bob Dylan & John Lee Hooker, lançado em 1992 pela Living Legend Records (Itália), é exatamente isso – uma reunião rara de blues, folk e soul que soa como uma jam session entre titãs.
Destaques: Dylan entra com voz e guitarra acústica em “Crazy Love” e “One Irish Rover”, Hooker traz o blues elétrico cru em “Baby Please Don’t Go” e “Don’t Look Back”, e ainda rola Van com os Chieftains em “Raglan Road” e com Georgie Fame mais o Danish Radio Big Band em “Vanlose Stairway”. O som é puro: gaita, guitarras pulsantes, improvisos quentes e aquela fusão que só Van consegue – blues visceral com alma irlandesa.
Curiosidade: nove faixas saíram direto do documentário da BBC One Irish Rover (1991), que filmou Van celebrando sua carreira com esses convidados lendários. O resto veio de shows de 1971, 1974 e 1991, transformando o disco no “melhor dos bootlegs”.

3 de março de 2026

Milton Hopkins & Jewel Brown - Milton Hopkins & Jewel Brown 2012

 

 1. Jerry - 4:18
 2. Can't Get Enough Of You - 2:55
 3. Daddy Daddy - 3:22
 4. The Whale Has Swallowed Me - 2:14
 5. Evening Breeze - 6:28
 6. There's A Light - 1:55
 7. Cry Me A River - 5:21
 8. I'm Shakin' - 3:02
 9. Back To The Shimmy - 2:43
10. I'm Leaving You Now - 3:57
11. How Can I Lose - 2:21
12. Tater Tots - 2:54
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Milton Hopkins & Jewel Brown em Sintonia Perfeita!
"Milton Hopkins & Jewel Brown", lançado em 2012 pela Dialtone Records. Essa joia mescla hip gospel, soul relaxado e grooves cool, evocando a era de ouro do blues de Houston com toques de jazz e R&B. A voz poderosa de Jewel Brown, aos 75 anos na época, brilha em faixas como o swingante "Jerry" e o emotivo "Cry Me A River", enquanto a guitarra precisa de Milton Hopkins, primo de Lightnin' Hopkins, adiciona camadas de profundidade em "I'm Shakin'" e "The Whale Has Swallowed Me". 
A banda: músicos de elite, cria uma sonoridade vintage e vibrante, perfeita para quem curte ritmos dançantes e introspectivos.
Curiosidade: O álbum marca a primeira gravação conjunta dos dois veteranos, idealizada pelo produtor Eddie Stout, que os uniu para capturar essências perdidas do blues texano em sessões ao vivo e cruas. 
Detalhe: Ambos saíram dos bairros Fifth e Third Ward de Houston, com carreiras lendárias – Milton tocou com B.B. King por nove anos, e Jewel foi vocalista de Louis Armstrong na década de 1960.

21 de fevereiro de 2026

Eric Burdon & Jimmy Witherspoon- Guilty!- 1971

 


01. I've Been Drifting/Once Upon A Time
02. Steam Roller
03. The Laws Must Change
04. Have Mercy Judge
05. Goin' Down Slow
06. Soledad
07. Home Dream
08. Headin' For Home
09. The Time Has Come
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Guilty!: O Blues Explosivo de Burdon e Witherspoon 
Guilty!, o álbum de 1971 que une o rock visceral de Eric Burdon (ex-Animals e War) ao blues profundo de Jimmy Witherspoon, um mestre do gênero desde os anos 50. Essa colaboração é uma fusão eletrizante de blues elétrico com toques de rock e soul, marcada por vocais alternados cheios de alma, harmonicas cortantes de Lee Oskar e Bob Mercereau, e o groove irresistível da banda War – incluindo Papa Dee Allen nas congas, Charles Miller no sax tenor e Howard Scott na guitarra.
Destaques: incluem faixas como "Goin' Down Slow", um lamento bluesy de seis minutos, e "Have Mercy Judge", com apelo urgente de Chuck Berry reinterpretado. O som único vem da intensidade gráfica das letras, que exploram temas de culpa, liberdade e injustiça.
Curiosidade: "Goin' Down Slow" foi gravada na prisão de San Quentin, com a banda local de detentos e guitarra do prisioneiro Ike White, adicionando autenticidade crua ao conceito de álbum sobre saída da cadeia e medos pós-libertação.
Em 1971, ano de rebeliões prisionais como Attica, Guilty! reflete o contexto de tensões raciais e sociais, sendo relançado como Black & White Blues.

Steely Dan – Pretzel Logic (1974)

 

01. Rikki Don't Lose That Number – 04:33
02. Night By Night – 03:39
03. Any Major Dude Will Tell You – 03:07
04. Barrytown – 03:21
05. East St. Louis Toodle -Oo – 02:48
06. Parker's Band – 02:38
07. Through With Buzz – 01:33
08. Pretzel Logic – 04:31
09. With A Gun – 02:17
10. Charlie Freak – 02:44
11. Monkey In Your Soul – 02:41
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 Steely Dan em 'Pretzel Logic' (1974)
"Pretzel Logic", terceiro álbum do Steely Dan, lançado em 20 de fevereiro de 1974 pela ABC Records, é uma masterpiece de jazz-rock fusionado com pop inteligente, blues e arranjos orquestrados que exalam elegância e ironia. Com apenas 34 minutos, o disco pulsa com grooves precisos, letras enigmáticas e harmonias vocais impecáveis, marcando a transição da banda para um projeto de estúdio.
Destaques: incluem o mega-hit "Rikki Don't Lose That Number", que chegou ao Top 4 nos EUA com seu riff inspirado em Horace Silver; a balada reconfortante "Any Major Dude Will Tell You"; e a bluesy title track, com solos de guitarra afiados. Liderados por Donald Fagen (vocais, teclados) e Walter Becker (baixo, guitarra), o lineup final da banda como quinteto – com Denny Dias, Jim Hodder e Jeff "Skunk" Baxter – brilha, apoiado por session stars como o baterista Jim Gordon (de Derek and the Dominos) e Michael Omartian nos keys.
Curiosidade: Gravado no The Village Recorder em Los Angeles, o álbum surgiu após o flop de "Countdown to Ecstasy", levando Fagen e Becker a recrutar músicos de elite para perfeccionar o som – um pivô que encerrou as turnês como banda. 
Detalhe: Alcançou o Top 10 nos EUA, coroado Álbum do Ano pela NME, e influenciou gerações com sua mistura de cinismo e virtuosismo.