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14 de abril de 2026

Robben Ford & The Blue Line 1992

 

1. The Brother (For Jimmie & Stevie) – 4:41
2. You Cut Me To The Bone – 4:48
3. I'm A Real Man – 5:29
4. My Love Will Never Die – 5:26
5. Step On It – 5:57
6; Prison Of Love – 4:26
7. Tell Me I'm Your Man – 6:13
8. Start It Up – 3:47
9. Life Song (One For Annie)
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Robben Ford & The Blue Line: Blues em Alta Voltagem (1992)

Poucos discos traduzem tão bem a energia crua do blues moderno quanto Robben Ford & The Blue Line, lançado em 1992. Misturando virtuosismo na guitarra com grooves intensos, o álbum mergulha no blues elétrico com pitadas de soul e jazz, criando uma sonoridade vibrante e sofisticada.

Destaques: “The Brother (For Jimmie & Stevie)” abre como uma homenagem emocionante, enquanto “You Cut Me To The Bone” mostra a força lírica e instrumental de Ford. Já “My Love Will Never Die”, clássico de Otis Rush e Willie Dixon, ganha uma interpretação visceral que reafirma o talento da banda. A presença de músicos como Roscoe Beck no baixo e Tom Brechtlein na bateria garante uma base sólida e pulsante, enquanto os sopros de Bob Malach e Dan Fornero adicionam brilho extra.

Curiosidade: o álbum foi gravado no lendário Sound City Studios, palco de registros históricos do rock, e contou com a produção de Robben Ford e Roscoe Beck. Outro detalhe marcante é o envolvimento de Chick Corea como produtor executivo, reforçando o peso artístico do projeto.

Se você busca um blues cheio de alma e técnica impecável, Robben Ford & The Blue Line é audição obrigatória.


1 de março de 2026

Kitaro – Dream 1992

 

1. Symphony of the Forest (4:43)
2. Mysterious Island (3:40)
3. Lady of Dreams (8:17)
4. A Drop of Silence (2:56)
5. A Passage of Life (8:00)
6. Agreement (6:31)
7. Dream of Chant (3:53)
8. Magical Wave (3:06)
9. Symphony of Dreams (5:44)
10. Island of Life (9:41)
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Kitaro e Jon Anderson em "Dream" (1992)
"Dream", álbum de 1992 do pioneiro japonês Kitaro, funde sintetizadores etéreos, flautas, guitarras e percussões exóticas em um som new age instrumental com toques de world music e rock progressivo. Com 10 faixas totalizando 56 minutos, o disco explora temas de amor transcendental e espiritualidade, criando paisagens sonoras hipnóticas e relaxantes.
Destaques: incluem as colaborações vocais de Jon Anderson (Yes) em "Lady of Dreams", "Agreement", "Dream of Chant" e "Island of Life", adicionando camadas líricas poéticas e vocais angelicais. Kitaro lidera como compositor e arranjador, com músicos como Hiroshi Araki e Jimmy Haun nas guitarras, Kristin Stordahl Kanda na flauta, Ty Burhoe no tabla e arranjos de cordas por Reijiro Koroku, enriquecendo o som com influências globais.
Curiosidade: foi a primeira vez que Kitaro incorporou canto lírico em um álbum, com Anderson escrevendo as letras enquanto Kitaro compunha a música, gravado nos EUA para capturar uma fusão cultural. 
Detalhe: lançado pela Geffen, o disco marcou uma ponte entre o new age oriental e o rock ocidental dos anos 90, inspirando gerações de música ambiental.

1 de fevereiro de 2026

Dr . John : Goin' back in New Orleans 1992

 

1. Litanie Des Saints
2. Careless Love
3. My Indian Red
4. Milneburg Joys
5. I Thought I Heard Buddy Bolden say
6. Basin Street blues
7. Didn't He Ramble
8. Do You Call That A Buddy?
9. How Come My Dog Don't bark when you come 'round
10. Good Night, Irene
11. Fess Up
12. Since I Fell for you
13. I'll Be Glad when you' re Dead , you rascal you
14. Cabbage Head
15. Goin' Home Tomorrow
16. Blue Monday
17. Scald Dog
18. Goin' Back To New Orleans
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Dr. John: Mergulho nas Raízes Voodoo de New Orleans
Em 1992, o lendário pianista Dr. John, ícone do funk e blues de New Orleans, (fase meio um Clovis Bornay do rock) lançou Goin' Back to New Orleans, um álbum vibrante que celebra as tradições musicais da cidade do jazz. Misturando ritmos de R&B, blues clássico e toques de voodoo charm, o disco é uma homenagem energética às origens da música americana, com arranjos ricos em piano, metais e percussão que evocam as ruas do French Quarter.
Destaques: "Litanie Des Saints", que abre com um misticismo cativante, e "Basin Street Blues", um clássico revigorado com swing irresistível. "My Indian Red" e "Milneburg Joys" brilham com a essência do Mardi Gras, enquanto "Blue Monday" injeta funk contagiante. Dr. John conta com participações especiais de astros como os Neville Brothers, o trompetista Al Hirt e o clarinetista Pete Fountain, criando um som autêntico e colaborativo.
Uma curiosidade: o álbum foi gravado em estúdios de New Orleans, capturando improvisos ao vivo que refletem o espírito improvisado da cidade. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico — lançado pós-recessão dos anos 80, ele revitalizou o interesse pelo blues tradicional, rendendo a Dr. John um Grammy de Melhor Álbum de Blues Tradicional.

8 de dezembro de 2025

Alvin Lee - Zoom (1992)

 


02 - Real Life Blues 04:35
04 - Moving The Blues 04:05
05 - Lost In Love 04:09
07 - It Don't Come Easy 05:08
08 - Remember Me 04:39
09 - Anything For You 05:00
11 - Use That Power 04:20
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Zoom: Alvin Lee Acelera nos Anos 90 com Blues-Rock Explosivo!
Zoom marca o retorno triunfal de Alvin Lee (ex-Ten Years After) com um álbum vibrante que mistura blues-rock clássico, boogie acelerado e toques de soul e funk. É puro Alvin: guitarra afiada, voz rouca cheia de alma e energia contagiante.
Faixas que brilham:
  • “A Little Bit Of Love” e “Real Life Blues” abrem com swing irresistível
  • “The Price Of The Love” e “Lost In Love” trazem baladas emotivas
  • It Don’t Come Easy” e “Use That Power” são rockões com pegada pesada
Time dos sonhos: Além da banda base com Tim Hinkley (teclados), Steve Grant (baixo) e Richard Newman (bateria), o disco conta com participações luxuosas: George Harrison na slide guitar em “Real Life Blues”, Jon Lord (Deep Purple) no Hammond e Clarence Clemons (E Street Band) soltando saxofone tenor em duas faixas.
Curiosidade: Alvin gravou o álbum em seu estúdio caseiro Space Studio, em Hook End (Inglaterra), com liberdade total – e em apenas três semanas!
Um detalhe histórico: Zoom foi o primeiro lançamento da própria gravadora de Alvin, a Castle Records, provando que, mesmo fora das grandes majors, o rei do Woodstock ainda mandava muito bem.