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17 de outubro de 2026

Gary Moore - After Hours (1992)

 

1. Cold Black Night – 5:20
2. Since I Met You Baby – 4:50 (feat. B.B. King)
3. You Upset Me Baby – 4:10
4. Story of the Blues – 5:00
5. All Your Love – 4:30
6. I Could Have Had Religion – 4:25
7. The Stumble – 4:15
8. Too Tired – 5:05 (feat. Albert Collins)
9. Oh Pretty Woman – 3:45
10. I’d Rather Be Blind – 5:20
11. All Your Love (Live) – 5:10 (bonus track on some editions)
.

O disco que levou Moore ao 4º lugar na Inglaterra, 
com B.B. King e Albert Collins na fita

After Hours, de Gary Moore, saiu em 9 de março de 1992 pela Virgin (Charisma nos Estados Unidos): blues elétrico de onze faixas, 48 minutos, o sucessor de Still Got the Blues e o álbum solo que chegou mais alto na Inglaterra. Não é hard rock disfarçado. É o blues de metais, órgão e guitarra sustentada que ele vinha cravando desde 1990.

Moore canta e toca guitarra. No baixo se revezam Will Lee, Bob Daisley, Andy Pyle e Johnny B. Gaydon; na bateria, Graham Walker e Anton Fig; nos teclados, Tommy Eyre. Carol Kenyon e Linda Taylor fazem os vocais de apoio, Richard Morgan entra no oboé, e há sopros — entre eles os Memphis Horns. 

Os convidados que a ficha isola são dois. B.B. King canta e toca em “Since I Met You Baby”. Albert Collins faz o mesmo em “The Blues Is Alright”. A AllMusic ouviu o disco como continuação calculada do anterior, mas com o mesmo fraseado impassionado. Os singles foram “Cold Day in Hell” (24º no Reino Unido), “Story of the Blues” (40º) e o dueto com King (59º). No miolo ainda cabem “Don’t You Lie to Me (I Get Evil)”, de Hudson Whittaker, “Key to Love”, de John Mayall, e “Jumpin’ at Shadows”, de Duster Bennett.

As sessões foram de agosto a dezembro de 1991, em Sountec, Beartracks, Carriage House e Guillaume Tell; as cordas em Abbey Road, os metais no Outside, a mixagem no Sarm West. A produção é de Moore e Ian Taylor. Entrou no UK Albums Chart em 4º lugar em 21 de março de 1992 e ficou treze semanas, o melhor posto de um disco solo dele por lá. King aparece por cortesia da MCA; Collins, da Pointblank.

Se gostou, veja também Still Got the Blues e Blues Alive. After Hours está nas plataformas desde 1992 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



14 de outubro de 2026

Gary Moore - Back To The Blues (2001)

 

1. The Blues Is Alright – 4:50
2. Too Tired – 5:05
3. Jumpin’ at Shadows – 4:40
4. Have You Heard – 5:20
5. Still Got the Blues (For You) – 6:05
6. Since I Met You Baby – 4:45
7. All Your Love – 5:10
8. The Prophet – 4:50
9. I Could Have Had Religion – 5:20
10. Oh Pretty Woman – 4:35
11. Walking By Myself – 3:50
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Depois de dois discos experimentais, 
Moore voltou ao blues elétrico com Mooney na bateria

Back to the Blues, décimo terceiro álbum solo de Gary Moore, saiu em 12 de março de 2001 pela Sanctuary: blues rock de dez faixas, 53 minutos e 25 segundos, a volta ao elétrico com que ele tinha feito nome desde 1990, depois de dois discos mais experimentais. O anterior na cronologia é A Different Beat, de 1999.

Moore canta e toca guitarra. No baixo está Pete Rees, nos teclados Vic Martin, e na bateria Darrin Mooney, primeira gravação de estúdio do baterista com ele; Mooney ficaria nos dois álbuns seguintes e no projeto Scars. Metais só entram em “You Upset Me Baby”, de B.B. King: trompete de Martin Drover, sax tenor de Frank Mead e Nick Pentelow, sax barítono de Nick Payn, arranjo de Moore e Payn. 

A AllMusic, na resenha de Hal Horowitz, coloca o disco na linha de Still Got the Blues, After Hours e Blues Alive, seis anos depois do tributo a Peter Green, e aponta os solos sustentados e o trio enxuto. O Musoscribe destaca a abertura “Enough of the Blues”, só voz e dobro no começo, e “Looking Back”, de Johnny “Guitar” Watson, com o órgão de Martin. No meio há ainda “Stormy Monday”, de T-Bone Walker, e “I Ain’t Got You”, de Calvin Carter.

A produção é de Moore e Chris Tsangarides; a capa é Moore no depósito de bondes de Therapia Lane, em Croydon. O álbum saiu em 12 de março de 2001, SANCD072 no Reino Unido, e foi o primeiro de estúdio com Mooney, que seguiria na cadeira até Scars; em 2017 as dez faixas reapareceram na compilação Blues and Beyond.

Se gostou, veja também Still Got the Blues e Blues for Greeny. Back to the Blues está no Spotify (https://open.spotify.com/album/6AYLIj7kgFGZiXpbF9q7kT) — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



12 de outubro de 2026

Gary Moore - BBM (1994)

 

1. Where in the World – 4:10
2. Missing Persons – 5:05
3. Hold On – 4:55
4. Can’t Look Away – 4:45
5. BBM – 5:20
6. Waiting for You – 3:55
7. Where in the World (Reprise) – 4:20
8. Time for a Change – 4:35
9. Things Change – 4:30
10. End of the Line – 4:15
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Dois terços do Cream, a guitarra de Moore e um 
disco que chegou ao 9º lugar na Inglaterra

Around the Next Dream, o único álbum do BBM, saiu em 1994 pela Virgin: blues rock de power trio, com Jack Bruce no baixo e no vocal, Ginger Baker na bateria e Gary Moore na guitarra e no canto. O nome é a sigla dos três. Não é disco solo de Moore, mas entra na cronologia dele entre Blues Alive (1993) e Ballads & Blues 1982–1994.

A formação de estúdio não ficou só no trio. Tommy Eyre toca teclado da primeira à nona faixa, Morris Murphy entra com trompete em “Glory Days” e, em “Where in the World”, a bateria é de Arran Ahmun, não de Baker. Moore assina ou coassina quase tudo, com Bruce e, em menor grau, Baker. 

A Georgia Straight, em setembro de 1994, ouviu “Waiting in the Wings” colada em “Sunshine of Your Love” e “City of Gold” na linha do “Crossroads” do Cream. “Can’t Fool the Blues” e “I Wonder Why (Are You So Mean to Me)”, esta um Albert King, carregam os solos de Moore; “Naked Flame” e “Wrong Side of Town” abrem espaço para o vocal de Bruce. O disco tem 51 minutos e 47 segundos.

Foi gravado entre o outono de 1993 e o começo de 1994 no Outside Studios e no Sarm West, produzido pelo próprio BBM com Ian Taylor na engenharia. A capa é Baker. Chegou ao 9º lugar no UK Albums Chart no verão de 1994 e ficou quatro semanas; o single “Where in the World” bateu no 57º em agosto. A banda fez uma turnê curta no Reino Unido, alguns festivais, e acabou no mesmo ano.

Se gostou, veja também Still Got the Blues e os discos do Cream com Bruce e Baker. Around the Next Dream está nas plataformas desde os anos 1990 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



10 de outubro de 2026

Gary Moore – Close as You Get (2007)

 

1. Close as You Get – 4:50
2. I Know You’re Mine – 5:10
3. I Can’t Leave You Alone – 4:45
4. Workin’ for Me – 5:20
5. The Prophet – 4:55
6. Blame It on Me – 5:05
7. Too Tired – 5:00
8. Jumpin’ at Shadows – 4:35
9. I’ll Be Alright – 4:50
10. Since I Met You Baby – 4:40
11. The Blues Is Alright – 4:50
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O blues de 2007 em que Brian Downey voltou para a bateria de Gary Moore

Close as You Get, de Gary Moore, saiu em 21 de maio de 2007 pela Eagle: blues rock elétrico, onze faixas, cerca de 52 minutos, o disco seguinte a Old New Ballads Blues e anterior a Bad for You Baby. Cinco originais e seis covers, de Chuck Berry, John Mayall, Sonny Boy Williamson, Son House e Royce Swain.

Moore canta e toca guitarra; no baixo está Pete Rees, nos teclados Vic Martin, e na bateria, em todas as faixas, Brian Downey, colega dos tempos do Thin Lizzy. Mark Feltham entra na gaita em “Hard Times” e “Checkin’ Up on My Baby”. A AllMusic, na resenha de Hal Horowitz, aponta a guitarra inspirada em Peter Green e isola o fechamento acústico de “Sundown”, de Son House, com Moore no dobro, raro registro dele desplugado; o mesmo texto destaca o shuffle de “Checkin’ Up on My Baby” e o “Thirty Days” de Berry. A PopMatters separa a abertura “If the Devil Made Whiskey”, com bottleneck na ponte, “Trouble at Home”, “Have You Heard” e a balada longa “I Had a Dream”.

O álbum foi gravado entre outubro de 2006 e fevereiro de 2007 no Sarm Hookend, com a base de “I Had a Dream” feita no Sphere Studios; a produção é de Moore e Ian Taylor, que também engenheirou e mixou. Downey, baterista do Thin Lizzy, toca o disco inteiro, reencontro que a ficha do álbum registra faixa a faixa; o lançamento da Eagle é de 21 de maio de 2007, no meio da sequência de discos de blues que Moore vinha soltando desde Back to the Blues, de 2001.

Se gostou, veja também Old New Ballads Blues e Still Got the Blues. Close as You Get está nas plataformas desde 2007 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify


9 de outubro de 2026

Gary Moore - Dark Days in Paradise (1997)

 

3. I Can’t Wait Until Tomorrow – 4:20
4. So Far Away – 5:05
5. A Different Beat – 4:35
6. One Day – 4:50
7. In My Dreams – 5:10
8. A Man That I Can’t Buy – 4:45
9. Somewhere – 5:00
10. Close to You – 5:10
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O disco da Virgin em que o blues de Moore esbarrou 
em programação e numa faixa escondida

Dark Days in Paradise, décimo segundo álbum de estúdio de Gary Moore, saiu em junho de 1997 pela Virgin (CDV 2826, com data de catálogo em 26 de maio): onze faixas, cerca de 67 minutos, entre Blues for Greeny (1995) e A Different Beat (1999). Não é o blues elétrico dos discos do começo da década. Há teclado, programação e arranjo pop no meio do rock.

Moore canta e toca guitarra. No baixo está Guy Pratt, na bateria Gary Husband, nos vocais de apoio Dee Lewis. Teclados e programação ficam com Magnus Fiennes e Phil Nicholas. A produção é de Moore, Chris Tsangarides e Andy Bradfield. Os singles foram “One Good Reason”, 79º no Reino Unido, e “I Have Found My Love in You”, 109º. “Always There for You” sai creditada como Gary Moore vs. Professor Stretch. O texto que a resenha do Rolling Stone de 3 de julho de 1997, de Bernd Lechler, separa é “Business as Usual”, o único que ele achou autobiográfico de verdade; o resto, para ele, misturava estilos por acidente e escorregava em lugar-comum. Günther Fischer, no Spiegel de 13 de junho, foi mais generoso e elogiou a guitarra dessa mesma faixa.

Na primeira prensagem, “Business as Usual” durava 18 minutos e 2 segundos porque trazia escondida a faixa-título; nas edições seguintes “Dark Days in Paradise” aparece à parte, com pouco mais de três minutos. O álbum chegou ao 43º lugar no Reino Unido, ao 19º na Áustria, ao 22º na Suíça e ao 32º na Alemanha, dois anos depois de Blues for Greeny e dois antes de A Different Beat.

Se gostou, veja também Blues for Greeny e A Different Beat. Dark Days in Paradise está nas plataformas desde 1997 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



7 de outubro de 2026

Gary Moore - Power of the Blues (2004)

 

1. Cold Black Night – 5:05
2. Pickin’ Up the Pieces – 4:55
3. Too Tired – 5:10
4. Lookin’ Back – 4:45
6. There’s a Hole – 4:50
7. Bring Your Love Home – 4:40
8. I’ll Be Alright – 5:15
9. Hold On – 4:35
10.Power of the Blues – 4:50
11. Walking By Myself – 4:10
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O power trio de 2004, com Bob Daisley no baixo 
e a volta ao blues depois de Scars

Power of the Blues, de Gary Moore, saiu em 22 de junho de 2004 pela Sanctuary: blues rock de dez faixas, 41 minutos e 21 segundos, o disco de estúdio seguinte a Scars e anterior a Old New Ballads Blues. A AllMusic descreve a volta ao blues depois do desvio hard rock de 2002, com o peso do rock encaixado no elétrico que Moore vinha praticando desde Still Got the Blues.

Moore canta e toca guitarra. No baixo está Bob Daisley, nome de Ozzy Osbourne, Uriah Heep e Rainbow; na bateria, Darrin Mooney, que já tinha tocado em Scars. Jim Watson entra nos teclados só em “There’s a Hole”, “That’s Why I Play the Blues” e “Can’t Find My Baby”. O formato é de power trio. A resenha de Hal Horowitz na AllMusic isola o fechamento “Torn Inside”, em que Moore usa dinâmica e a economia aprendida com Peter Green. No meio do disco há dois Willie Dixon: “I Can’t Quit You Baby”, associada a Otis Rush, e “Evil”, ligada a Howlin’ Wolf, mais “Memory Pain”, de Percy Mayfield. A faixa-título e “Getaway Blues” são creditadas a Moore, Daisley e Mooney.

O álbum foi gravado e mixado no Sphere Studio One, com produção de Moore e Chris Tsangarides, que também engenheirou; a masterização é de Ian Cooper no Metropolis. Saiu em 22 de junho de 2004, um ano depois do ao vivo Live at Monsters of Rock e dois anos depois de Scars, o disco em que Mooney já estava na bateria e ao qual este sucede na volta ao blues elétrico.

Se gostou, veja também Scars e Still Got the Blues. Power of the Blues está nas plataformas desde 2004 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



31 de janeiro de 2026

Gary Moore – Run For Cover 1985

 

01. Run for Cover
02. Reach for the Sky
04. Empty Rooms (Short Version)
05. Out of My System
07 Nothing to Lose
08 Once in a Lifetime
09 All Messed Up
10 Listen to Your Heartbeat
11 Still in Love With You
12 Stop Messin' Around (Live)
13 Murder in the Skies
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Gary Moore: Correndo para a Glória com "Run For Cover"
O álbum Run For Cover, lançado por Gary Moore em 1985, é uma explosão de hard rock melódico com toques de blues elétrico que define os anos 80! Misturando riffs afiados de guitarra, teclados épicos e vocais soulful, o disco transita do blues roots de Moore para um som mais acessível e radiofônico, perfeito para arenas lotadas.
Destaques: "Out in the Fields", um dueto explosivo com Phil Lynott que atingiu o top 5 nas paradas , "Empty Rooms" (versão curta regravada, que chegou ao No. 23 no UK ) e "Military Man", com Lynott nos vocais principais. A banda estelar conta com Glenn Hughes (Deep Purple) nos vocais e baixo em várias faixas, Don Airey (teclados) e Paul Thompson (bateria), criando um som rico e dinâmico com baterias eletrônicas inovadoras.
Curiosidade: O álbum marcou uma das últimas gravações de Phil Lynott, que faleceu em 1986, tornando as colaborações com Moore um testamento emocionante à amizade deles . Outro detalhe fascinante: Considerado o breakthrough de Moore na carreira solo, ele pavimentou o caminho para seu sucesso global, influenciando gerações de guitarristas .