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28 de novembro de 2025

Gary Moore - Live From London (2020)

 

Gary Moore em Chamas Puras: Live From London Chega Finalmente!
 
O álbum póstumo Live From London (2020) registra o lendário guitarrista irlandês Gary Moore em uma noite inesquecível de 2 de dezembro de 2009, na Islington Academy, em Londres – um dos seus últimos grandes shows de blues.
 
Estilo musical: blues-rock elétrico cru, intenso e altamente emocional, com longos solos carregados de feeling e uma pegada quase hard rock em vários momentos.
 
Faixas marcantes:
  • “Oh, Pretty Woman” (abertura explosiva)
  • “Still Got the Blues” (emocionante como sempre)
  • “I Love You More Than You'll Ever Know” (quase 12 minutos de puro drama)
  • “Parisienne Walkways” (fechamento mágico e definitivo)
Banda e características sonoras: Darrin Mooney (bateria), Pete Rees (baixo) e Vic Martin (teclados) formam um quarteto compacto e implacável. O som é 100% analógico, quente, com a guitarra de Moore em primeiro plano – cheia de overdrive, sustain infinito e aquele timbre inconfundível de Les Paul + Marshall.
 
Curiosidade da gravação: o show foi gravado profissionalmente em multitrack, mas ficou engavetado por 10 anos até ser resgatado e mixado para lançamento póstumo.
 
Detalhe histórico: registrado apenas 14 meses antes da morte súbita de Gary Moore em fevereiro de 2011, esse é um dos últimos documentos ao vivo do guitarrista em sua fase mais blueseira .

15 de agosto de 2025

Neil Young - Fork in the Road (2009)

 

1. "When Worlds Collide" 4:14
2. "Fuel Line" 3:11
3. "Just Singing a Song" 3:31
4. "Johnny Magic" 4:18
5. "Cough Up the Bucks" 4:38
6. "Get Behind the Wheel" 3:08
7. "Off the Road" 3:22
8. "Hit the Road" 3:36
9. "Light a Candle" 3:01
10. "Fork in the Road" 5:47
.

"Fork in the Road: Neil Young Acelera com Paixão Elétrica!"
Fork in the Road (2009) é Neil Young em alta voltagem, entregando um álbum vibrante de country rock e folk rock com um toque de rebeldia. Inspirado por sua conversão de um Lincoln Continental 1959 em um híbrido elétrico, o disco é uma ode à estrada e à sustentabilidade, com riffs elétricos e letras que criticam a ganância corporativa. Faixas como “Johnny Magic” e “Get Behind the Wheel” pulsam com energia crua, enquanto “Light a Candle” oferece um momento acústico delicado. A banda, com Ben Keith na lap steel e Pegi Young nos vocais, traz um som robusto, quase como Crazy Horse. As sessões em Legacy e RAK Studios foram marcadas por improvisos, capturando a espontaneidade de Young. Lançado em 7 de abril de 2009, o álbum reflete a inquietação de Young com a crise financeira e ambiental, mantendo sua essência contestadora. 

19 de junho de 2025

Madeleine Peyroux • Bare Bones 2009

 

 o1. Instead 5:13
(Julian Coryell, Madeleine Peyroux)
 o2. Bare Bones 3:26
(Walter Becker, Larry Klein, Peyroux)
 o3. Damn the Circumstances 4:37
(David Batteau, Klein, Peyroux)
 o4. River of Tears 5:21
(Klein, Peyroux)
 o5. You Can't Do Me 5:04
(Becker, Klein, Peyroux)
 o6. Love and Treachery 4:20
(Joe Henry, Klein, Peyroux)
 o7. Our Lady of Pigalle 5:28
(Batteau, Klein, Peyroux)
 o8. Homeless Happiness 3:59
(Coryell, Peyroux)
 o9. To Love You All Over Again 3:59
(Batteau, Peyroux)
 10. I Must Be Saved 4:45
(Peyroux)
 11. Somethin' Grand 3:44
(Klein, Sean Wayland, Peyroux)
.

via: arhsam

"Bare Bones": Madeleine Peyroux Desnuda a Alma em Jazz Intimista
Lançado em 2009, Bare Bones é um marco na carreira de Madeleine Peyroux, com 11 faixas originais que misturam jazz, blues e folk em um tom confessional. Destaques como "Instead", com sua vibe otimista, e "Love and Treachery", inspirada por Leonard Cohen, revelam sua voz aveludada e letras profundas. O título vem de um livro budista de Pema Chödrön, refletindo a simplicidade da gravação, feita em takes intimistas. Steely Dan’s Walter Becker co-escreveu faixas, adicionando um toque sofisticado.