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19 de novembro de 2025

Honey Creek - Live Am Schloss 2018

 

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 spotify / via: plazerna

Live Am Schloss: O Rugido Blues de Honey Creek que Incendeia Palcos Alemães

Live Am Schloss, o álbum ao vivo de 2018 da Honey Creek (Kawumm Records), capturando a energia crua de uma banda alemã do sudeste que transforma shows em festas inesquecíveis. Do boogie voraz de "Rattlesnake And The Junkyard Dog" ao shuffle hipnótico de "After All These Years" – com slide afiado de James Boyle –, passando pelo rocker eletrizante "Favorite Kind Of Sin" e a balada reflexiva "On The Road", o disco varia de ballads sensíveis a riffs pesados, com toques pop em "Bleeding Heart" e folk mandolinado em "Heaven Can’t Be Bought". A seção rítmica impecável de Holger Janes (baixo) e Martin Donner (bateria) sustenta os solos flamejantes de Michael Reufsteck na guitarra, enquanto Boyle, o carismático vocalista e multi-instrumentista californiano, domina com sua voz rouca e harmônica versátil.
Gravado em uma única sessão no castelo de Saarbrücken, o álbum preserva a espontaneidade de uma jam que durou horas, sem overdubs. Boyle, ex-punk de Oxnard (EUA), só abraçou o blues aos 50 anos em 2013, criando com Reufsteck um som fresco que evadiu clichês, ecoando sucessos como o chart-topping Devil’s Lullaby

14 de novembro de 2025

Lillian Boutté Meets Christian Willisohn – Lipstick Traces (A New Orleans R & B Session) 1991

 

Tracks Listing:
 1. Lipstick Traces - 3:07
 2. Why Don't You Do Right? - 4:24
 3. One For The Highway - 3:24
 4. Music Is My Life - 4:56
 5. Rough And Ready - 4:15
 6. Cherry Red - 2:26
 7. Tribute To Jay McShann - 2:38
 8. Something's Got A Hold On Me - 3:14
 9. The Sounds Of James Booker - 3:38
10. Dr. Feelgood - 5:39
11. Keep Your Hands Off Him - 3:46
12. Boogie Woogie Stomp - 4:09
13. Cry To Me - 3:00
14. Downhearted Blues - 4:17
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Lipstick Traces: O Beijo Blues de New Orleans que Encanta o Mundo

Lipstick Traces, o álbum de estreia de Lillian Boutté em parceria com o pianista alemão Christian Willisohn, lançado em 1991 pela Blues Beacon. Uma fusão eletrizante de R&B classudo de New Orleans, soul sulista, blues femininos clássicos e toques de jazz pop, onde Boutté não grita: ela acaricia as melodias com phrasing jazzístico e um balanço irresistível, criando um som sofisticado e viciante.
Destaques incluem a maliciosa "Why Don't You Do Right?", o blues hipnótico "Dr. Feelgood" e o soul choroso "Cry To Me", impulsionados pela banda estelar: Thomas L'Etienne no sax e clarinete (marido de Boutté), o lendário baterista Smokey Johnson, guitarrista Manuel Lopez, baixista Ervin Charles Jr., organista Ludwig Seuss e backing vocals do irmão John Boutté.
Gravado em apenas três dias no icônico Sea Saint Studios, berço de hits de Dr. John e Allen Toussaint. Esse encontro transatlântico, nascido no Kemptener Jazzfestival de 1988, captura a essência resiliente de New Orleans. 

6 de novembro de 2025

Matheus Mendes - Bad, Bad Blues 2022

 

 1. Turning The Wheels - 4:13
 2. I Don`t Wanna Be A Vagetable - 3:47
 3. Chardonnay - 3:56
 4. New Generation - 2:50
 5. John, My Son - 3:38
 6. Riding My Life - 3:46
 7. No Shame In Hard Work - 4:25
 8. Leroy, The Lizard - 4:00
 9. I Love You Babe (And You Know) - 3:56
10. Bad, Bad Blues - 4:15
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spotify / via: plazerna


Bad, Bad Blues, o segundo álbum do guitarrista e cantor paranaense Matheus Mendes, lançado em dezembro de 2022. Com blues como espinha dorsal, o disco funde rock, jazz, soul e funk, ecoando influências de Frank Zappa, David Bowie e sons de New Orleans, tudo regado a toques brasileiros e letras em inglês afiadas – de críticas sociais a humor afiado, inspiradas na icônica frase de Mae West.
A opener "Turning The Wheels" (4:13), um riff hipnótico com clipe pronto para viralizar; "New Generation" (2:50), um sopro fresco de otimismo; e o fechamento homônimo "Bad, Bad Blues" (4:15), uma jam explosiva que define o caos criativo. A banda, com Luciano Galbiati na bateria, Sara Delallo no baixo e metais de Reinaldo Resquetti Neto, entrega grooves impecáveis, produzidos por Mendes e Marco Aurélio Silva.
As gravações começaram em março de 2020, no pico da pandemia, com takes remotos em home studios – só depois veio o fogo ao vivo no Moontan Studio, em Londrina! Como bônus, o antecessor Thornton Lee & The Dirty Blues Company (2018) conquistou elogios na Europa e EUA, mas voou baixo no Brasil.

3 de novembro de 2025

Gregg Juke & The Mighty No-Stars - Blues Power 2006

 

1. Wild & Blue - 4:54
 2. Nomo Loot - 3:20
 3. Oh Well - 3:44
 4. Unlucky - 4:40
 5. Dust Tracks - 2:09
 6. This Can't Go On - 3:00
 7. Baby, You've Got What It Takes - 3:03
 8. Planet Mars - 4:44
 9. No Parasol - 3:22
10. Jesus Just Left Chicago - 4:44
11. Battle-Ax - 2:42
12. Cooking Pot - 4:57
13. Elmwood Shuffle - 5:33
14. My Three Sons - 6:20
15. Blue Rhumba - 4:31
16. The Walk - 4:12
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Blues Power: Incendeia a Alma Blueseira!

Lançado em 2006, Blues Power, de Gregg Juke & The Mighty No-Stars, é uma explosão de rhythm & blues elétrico, soul enraizado e rock cru que captura a essência da tradição americana com um twist moderno e irreverente. Gregg Juke, à frente da banda com sua gaita afiada e vocais roucos, comanda uma seção rítmica impecável, entregando grooves que fazem o corpo se mexer e a alma vibrar.
Destaques imperdíveis incluem a opener "Wild & Blue", um hino selvagem de 4:54 minutos que define o tom feroz; o cover magistral de "Jesus Just Left Chicago", do ZZ Top, reinterpretado com fúria blueseira; e o instrumental hipnótico "The Walk", perfeito para noites de jam session. Não perca "Blue Rhumba", com suas texturas latinas sutis, e "My Three Sons", uma epopeia de 6:20 que fecha com chave de ouro.
O álbum foi gravado em sessões intensas em um estúdio caseiro em Chicago, onde a banda capturou takes ao vivo para preservar a espontaneidade crua – sem overdubs excessivos, só pura energia! Como detalhe extra, Blues Power foi eleito um dos top 10 lançamentos independentes de blues do ano, impulsionando Gregg Juke como voz fresca no circuito underground.