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23 de outubro de 2026

Bruce Dickinson – Accident of Birth (2026)

 

01 – Freak (2026 Remix)
02 – Toltec 7 Arrival (2026 Remix)
03 – Starchildren (2026 Remix)
04 – Taking the Queen (2026 Remix)
05 – Darkside of Aquarius (2026 Remix)
06 – Road to Hell (2026 Remix)
07 – Man of Sorrows (2026 Remix)
08 – Accident of Birth (2026 Remix)
09 – The Magician (2026 Remix)
10 – Welcome to the Pit (2026 Remix)
11 – Omega (2026 Remix)
12 – Arc of Space (2026 Remix)
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O remix de 2026 do Accident of Birth, feito por 
Brendan Duffey para Dolby Atmos

Accident of Birth (2026 Remix), de Bruce Dickinson, é a nova mixagem do quarto álbum solo dele, originalmente lançado em 3 de junho de 1997. Heavy metal, doze faixas. O remix saiu no Reino Unido em 17 de outubro de 2026 (National Album Day) e no resto do mundo em 23 de outubro, pela BMG, em CD digisleeve e vinil duplo splatter.

Brendan Duffey, que trabalhou em The Mandrake Project, fez as novas mixagens em estéreo e Dolby Atmos. Dickinson disse que foi prazeroso revisitar o catálogo solo com ele e atualizar o som. No original, a produção era de Roy Z. Adrian Smith tocou guitarra — os dois estavam fora do Iron Maiden na época. As sessões foram no Silver Cloud Recording, em Redondo Beach, e no Sound City Studios, em Los Angeles. As faixas incluem “Freak”, “Toltec 7 Arrival”, “Starchildren”, “Taking the Queen”, “Darkside of Aquarius”, “Road to Hell”, “Man of Sorrows”, a faixa-título, “The Magician”, “Welcome to the Pit”, “Omega” e “Arc of Space”. Dickinson comentou que o disco acendeu o fogo de novo como compositor e foi uma boa chance de trabalhar com Adrian novamente.

O álbum original saiu pela Raw Power/Castle no Reino Unido e CMC International nos EUA, depois do mais experimental Skunkworks. Dickinson e Smith voltaram ao Iron Maiden em 1999. O remix de 2026 foi anunciado em setembro e está disponível em formatos físicos e digitais.

Se gostou, veja também The Chemical Wedding e The Mandrake Project. O Accident of Birth remixado está nas plataformas desde outubro de 2026 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



Angel Forrest - A Beautiful Life 2026

 

1. Beautiful Thing (3:19)
2. Me, Myself & I (3:35)
3. Con't Say My Name (3:44)
4. Can You Feel Her (Mother Earth) (3:17)
5. Guitbox (3:19)
6. Beautiful Boy (2:42)
7. Not Without A Plea (4:01)
8. Rhythm Of Reality (2:58)
9. Wasted Days (3:59)
10. Find Me An Ocean (3:33)
11. Your Voice (3:41)
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O primeiro álbum independente de Angel Forrest em anos, 
com blues, rock e soul

A Beautiful Life, de Angel Forrest, saiu em 8 de setembro de 2026: onze faixas, cerca de 38 minutos, blues com rock e soul. É o primeiro lançamento totalmente independente dela em anos recentes. A cantora canadense começou em 1988.

As faixas incluem “Beautiful Thing”, “Me, Myself & I”, “Don’t Say My Name”, “Can You Feel Her (Mother Earth)”, “Guitbox”, “Beautiful Boy”, “Not Without a Plea”, “Rhythm of Reality”, “Wasted Days”, “Find Me an Ocean” e “Your Voice”. Forrest descreveu o título como contraste entre desespero e esperança, influenciado pelo caos do mundo durante a escrita. O disco anterior, Angel’s 11 Vol. II, de 2022, reuniu colaborações com Crystal Shawanda, Harry Manx, Dawn Tyler Watson, Brandon Isaak e Ricky Paquette. Angel’s 11, de 2016, foi um álbum conceito com onze guitarristas canadenses.

Ela tem dez Maple Blues Awards, oito deles de Female Vocalist of the Year, além de prêmios de Songwriter e Producer/Recording of the Year. Foi finalista do International Blues Challenge em Memphis em 2018 e indicada ao JUNO por Hell Bent with Grace. Here for You vendeu mais de 30 mil cópias. O álbum saiu em 8 de setembro de 2026 e está nas plataformas.

Se gostou, veja também Angel’s 11 e Hell Bent with Grace. A Beautiful Life está no Spotify e outras plataformas — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



22 de outubro de 2026

Christopher Wyze & The Tellers - Naptown Blues 2026

 

1. I'm Going Back To Tennessee (4:03)
2. Naptown Blues (2:54)
3. How Long - How Long Blues (4:21)
4. The Truth About The Thing (3:12)
5. My Own Lonesome Blues (2:51)
6. Midnight Hour Blues (3:28)
7. Kokomo Blues (3:52)
8. Tired Of Your Low Down Ways (3:06)
9. You Got To Reap What You Sow (3:09)
10. Prison Bound Blues (4:40)
11. Birthday In Jail (4:06)
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O tributo de Christopher Wyze a Leroy Carr e Scrapper Blackwell, gravado a três quilômetros do estúdio de 1928

Naptown Blues, de Christopher Wyze & The Tellers, saiu em 2 de outubro de 2026 pela Big Radio Records: onze faixas, cerca de 40 minutos, blues semiacústico. É um tributo a Leroy Carr e Scrapper Blackwell, os pioneiros do blues de Indianápolis.

Wyze canta e toca gaita. John Boyle III nas guitarras e no Hammond. Gerry Murphy no baixo acústico. Não há bateria nem percussão. A produção é de Jim Riley. As sessões foram no Postal Studios, em Indianápolis, a menos de três quilômetros do lugar onde Carr e Blackwell gravaram pela primeira vez em junho de 1928. Todas as faixas, menos a última, são composições da dupla: “I’m Going Back to Tennessee”, a faixa-título, “How Long – How Long Blues”, “Midnight Hour Blues”, “Kokomo Blues”, “Prison Bound Blues” e as outras. A Americana Highways destaca essas e “Birthday in Jail”. O disco vem com encarte de 24 páginas e visual de 78 rpm.

Carr e Blackwell gravaram “How Long, How Long Blues” em 1928 e ajudaram a popularizar o formato piano e guitarra. “Kokomo Blues”, de Blackwell, serviu de base para “Sweet Home Chicago”, de Robert Johnson. Wyze e a banda já tinham lançado Stuck in the Mud e Live in Clarksdale. Este chegou ao 1º no Roots Music Report dos álbuns de Indiana e ao 6º no Acoustic Blues.

Se gostou, veja também Stuck in the Mud e Live in Clarksdale. Naptown Blues está nas plataformas desde 2 de outubro de 2026 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



20 de outubro de 2026

Vaneese Thomas – Window to My Soul (2026)

 

1. I Still Got The Blues
3. I'm A Diamond
4. Ain't Gonna Be No None's Fool
5. Ain't No Reason (For A Man Like You)
6. That's A Woman
7. Save Me
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O disco de 2026 em que Vaneese Thomas volta ao soul-blues com a família Thomas por trás e cornetas na frente

Window to My Soul, de Vaneese Thomas, saiu em 25 de setembro de 2026 pela Overton Music: oito faixas, cerca de 32 minutos, soul-blues com gospel e R&B. A produção é de Wayne Warnecke e dela mesma. Ela canta e toca teclados.

A base tem Dave Keyes no órgão e no piano, Paul Adamy no baixo, Al Orlo na guitarra e Ross Pederson na bateria. Há seção de metais com Tim Ouinnette na trompete, Cliff Lyons no tenor, John Isley no barítono e Andy Drelles no clarinete. Rob Paparozzi entra com gaita em “Ain’t No Reason (For a Man Like You)”. Os vocais de apoio são de Kati Mac, Angela Clemmons, Jason L. Terry e Emily Bendiger. As resenhas isolam a abertura “I Still Got the Blues”, a balada “Every Moment Is a Lifetime”, “I’m a Diamond”, “Ain’t Gonna Be No One’s Fool” e o encerramento gospel “Save Me”, além de “Livin’ with a Lie”. Thomas escreveu ou coescreveu quase tudo, menos “I’m a Diamond”.

Ela é filha de Rufus Thomas, irmã de Carla Thomas e de Marvell Thomas. O primeiro álbum solo saiu em 1987; o segundo, When My Back’s Against the Wall, em 1998. Blues for My Father, de 2013, rendeu indicações ao Blues Music Award. Ela fez backing para Bob James, Joe Cocker, Sting, Stevie Wonder, Michael Jackson e outros. Este disco foi gravado na área de Nova York e saiu em setembro de 2026.

Se gostou, veja também Blues for My Father e Stories in Blue. Window to My Soul está nas plataformas desde setembro — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



15 de outubro de 2026

Willie Buck & The Secret 4 - Walk On In 2026

 

 1. Big Boss Man - 4:45
 2. Walk On In - 6:41
 3. Walk'n By Myself - 2:44
 4. Can't Be Satisfied - 4:31
 5. Lucky Lou - 3:10
 6. King Bee - 5:35
 7. Don't Let Worries Get You Down - 4:42
 8. Double Trouble - 6:22
 9. Willies Boogie - 5:15
10. That Same Thing - 4:18
11. Smoke Stack Lighting - 5:16
13. I Got You Baby - 5:29
14. Ever Change - 6:49
15. Wild Rock'n - 4:07
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Willie Buck & Secret 4 e o sax de Anthony Bruno

Walk On In, de Willie Buck & The Secret 4 com Anthony Bruno, saiu em setembro de 2026 pela Arrow: blues de Chicago, quinze faixas, cerca de 74 minutos. O fonograma é do próprio grupo. O digital chegou em 18 de setembro.

Buck canta. O Secret 4 é a banda instrumental de Chicago que já tinha gravado o ao vivo Lab Jam com ele em 2024, também na Arrow. Anthony Bruno entra no saxofone — o YouTube credita a faixa “Walk’n By Myself” a ele junto do grupo. Essa é um Jimmy Rogers, publicada pela BMG Platinum Songs. No resto da tracklist cabem “Big Boss Man”, “Can’t Be Satisfied”, “King Bee”, “Double Trouble”, “Smoke Stack Lighting”, “Chitlins Con Carne” e “Walk On In”. Não há resenha de veículo grande separando quem toca o quê em cada corte.

O álbum digital foi liberado em 18 de setembro de 2026. O show de lançamento foi em 20 de setembro no Buddy Guy’s Legends, em Chicago, com o vinil só naquela noite. Willie Buck nasceu Willie Crawford em Houston, Mississippi, chegou a Chicago em 1953 e entrou no Chicago Blues Hall of Fame em 2004. Antes deste disco, o Lab Jam (Live) com o Secret 4 saiu em novembro de 2024, também pela Arrow.

Se gostou, veja também Lab Jam (Live) e os discos clássicos de Chicago. Walk On In está nas plataformas desde setembro — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



14 de outubro de 2026

Morgan Freeman – Morgan Freeman’s Symphonic Blues Experience (2026)

 

01. Dark Was the Night, Cold Was the Ground (2:49)
02. Crossroads (3:36)
03. Death Letter Blues (4:01)
04. Dust My Broom (2:38)
05. The Thrill Is Gone (4:10)
06. Cadillac Assembly Line (3:44)
07. Somebody’s Knockin’ (3:49)
08. Traveling Riverside Blues (3:42)
09. I’ll Take You There (3:09)
10. Love Me Or Leave Me (4:16)
11. Someday (4:04)
12. I Lied To You (From “Sinners”) (3:27)
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Doze faixas de Delta com orquestra, narradas por Morgan Freeman e gravadas no Royal Studios

Morgan Freeman’s Symphonic Blues Experience saiu em agosto de 2026 pela Decca, com a Chineke! Orchestra: doze faixas que atravessam cerca de cem anos de blues, do Delta do Mississippi ao cinema. Freeman não canta. Ele narra e co-produz, com Eric Meier, sócio dele no Ground Zero Blues Club, em Clarksdale.

O disco abre com “Dark Was the Night, Cold Was the Ground”, ligado ao Blind Willie Johnson de 1927, com Keith Johnson. Taj Mahal canta e toca slide em “Death Letter Blues”, de Son House — o primeiro single, solto no Juneteenth. Keb’ Mo’ entra em “Cadillac Assembly Line”. Shemekia Copeland faz “Traveling Riverside Blues”. Alvin Youngblood Hart aparece em “The Thrill Is Gone”. Super Chikan em “Crossroads”, Lady Adrena em “Dust My Broom”, Anthony “Big A” Sherrod em “Somebody’s Knockin’”. “I’ll Take You There” traz Tiernii Jackson com o coro da Stax Music Academy. Fecha com “I Lied to You”, da trilha de Sinners. Lawrence “Boo” Mitchell supervisionou as sessões no Royal Studios, em Memphis.

Freeman disse que ouviu blues pela primeira vez na varanda da avó, no Delta. O single de Juneteenth com Taj Mahal saiu antes do álbum; as gravações foram no Royal Studios, com a orquestra da Chineke! e a produção compartilhada com Meier. Os shows ao vivo começaram em julho de 2025; em 2026 ainda restavam datas em Memphis e Gulfport. O lançamento oficial pela Decca foi em agosto.

Se gostou, veja também os discos de Taj Mahal, Keb’ Mo’ e Shemekia Copeland. O álbum está nas plataformas desde agosto — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify 



13 de outubro de 2026

Luke – Modern Blues Trio – 2026

 

01. Double Trouble Boogie
02. Dancing With The Blues
03. They Don’t Remember My Name
04. Doin’ It All For My Baby
05. If I Were You
06. You Keep Me Hanging On
07. On and On
08. It Ain’t No Rock ‘N’ Roll
09. Open Your Eyes
11. Don’t Let Me Down
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O trio de Saarbrücken que gravou quase tudo ao vivo no Kahnelabs

Modern Blues Trio, de Luke, saiu em 2026 pela On Stage Records: blues rock de onze faixas, 52 minutos, o disco que o cantor e guitarrista de Saarbrücken chama de o mais cru que já fez. O digital chegou em 25 de setembro; o físico, com data de 2 de outubro.

Luke é Lukas Schüßler. No baixo está Stefan Engelmann, na bateria Elmar Federkeil. O texto da loja Hoanzl isola “If I Were You”, com tom soul-pop, e “Dancing With The Blues”, mais aberto à improvisação. O resto — “Double Trouble Boogie”, “They Don’t Remember My Name”, “Doin’ It All For My Baby”, “You Keep Me Hanging On”, “On and On”, “It Ain’t No Rock ‘N’ Roll”, “Open Your Eyes”, “Joanna Is Gone” e “Don’t Let Me Down” — entra na ficha. O som é de Stratocaster, baixo e bateria, com groove cru e letra direta.

A maior parte foi gravada ao vivo no estúdio, no Kahnelabs, com o produtor Stefan Kahne — sem as faixas isoladas de sempre. Luke tem mais de quinze anos de palco, abriu para Patti Smith, Keb’ Mo’, Taj Mahal e Pur, e foi indicado três vezes à German Blues Challenge, de 2023 a 2025. Este é o disco em que ele volta ao formato de trio clássico.

Se gostou, veja também The Truth Remains The Same e Strange Boy in Town. Modern Blues Trio está no Spotify  — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



11 de outubro de 2026

Ladies of Soul – Live at the Ziggo Dome (2026)

 

01 – Ouverture 2026 (Live)
02 – Woman’s World (Live)
03 – Let The Music Play (Live)
04 – Where Is My Husband (Live)
05 – We’ve Got Tonight (Live)
06 – Soul Medley (Clean Up Woman/Mr. Postman/Backstabbers/I Wish I Didn’t Miss You/Love Train/Respect) (Live)
07 – Never Love This Way Again / Miss You Like Crazy (Live)
08 – Die With A Smile
09 – If I Were a Boy (Live)
10 – Chuckii Booker – Soul Triilogy (Live)
11 – If I Ain’t Got You / One Night Only (Live)
12 – Back in the Days Medley Part 1 – Ben/Baby Love/Back to Life (Live)
13 – Back in the Days Medley Part 2 – Always There/Keep the Fires Burning/ Teardrops/Super Freak/U Can’t Touch This (Live)
14 – Free (Live)
15 – Healing (Live)
16 – Too Much, Too Little, Too Late (Live)
17 – Imagine (Live)
18 – We Got A Love Thang (Live)
19 – Finally (Live)
20 – Medley Stevie Wonder (Live)
21 – Medley CHIC (Live)
22 – Medley Prince (Live)
23 – We Don’t Have To Take Our Clothes Off / Gimme Gimme Gimme (Live)
24 – When a Man Loves a Woman (Live)
25 – I’m So Excited (Live)
26 – Could This Be Magic / Hot Stuff / Last Dance (Live)
27 – Stool Pigeon (Live)
28 – I Am a Wonderful Thing Baby (Live)
29 – Annie, I’m Not Your Daddy (Live)
30 – Finale – Disco Dance Floor Medley (Live)
31 – Don’t Leave Me This Way (Live)
32 – Let’s Hear It For The Boy (Live)
33 – Never Knew Love Like This Before
34 – Woman’s World – Reprise (Live)
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Quatro vozes fixas, Ziggo Dome lotado e os convidados de 2026

Live at the Ziggo Dome, das Ladies of Soul, registra a 14ª edição do show anual em Amsterdã, no fim de semana da Páscoa de 2026: soul, disco e funk ao vivo, com a base fixa de Edsilia Rombley, Trijntje Oosterhuis, Berget Lewis e Candy Dulfer. O conceito existe desde 2014. A sala estava esgotada.

A Maxazine, no relato de 5 de abril, separa o Soul Medley — com “Mr. Postman” e “Respect” no meio — e o bloco solo de Edsilia em “Never Love This Way Again” e “Miss You Like Crazy”. Trijntje aparece em “Die With a Smile” e no medley de Stevie Wonder; Berget, no medley de CHIC; Candy Dulfer, no bloco de Prince, com “Kiss” e “1999”. 

Os convidados confirmados pelo canal oficial e pelo Ziggo Dome são Deniece Williams (“Let’s Hear It for the Boy”, “Free”, “Healing”, “Too Much, Too Little, Too Late” com Keith John), Kid Creole & The Coconuts (“Stool Pigeon”, “I’m a Wonderful Thing Baby”, “Annie, I’m Not Your Daddy”), CeCe Peniston, Numidia (“If I Ain’t Got You”), Irma Derby e Aïsha Rowan. A produção e os arranjos são de TJ Oosterhuis, para a D.E.M.P. Music.

Os shows foram em 3 e 4 de abril de 2026 no Ziggo Dome, com portas às 18h30 e início às 20h. No palco, as quatro Ladies ainda trocaram de instrumento num trecho — Candy na bateria, Trijntje no saxofone, Edsilia no baixo, Berget nos teclados — e anunciaram as Pointer Sisters para a edição de 2027.

Se gostou, veja também o Live at the Ziggo Dome 2025 e o single “Woman’s World”. Os vídeos de 2026 estão no canal oficial — ouve o que já saiu, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



10 de outubro de 2026

The Cinelli Brothers - Fresco 2026

 

 1. Heaven - 4:03
 2. Nobody Like You - 3:26
 3. Sandy - 3:36
 4. See About Me - 3:33
 5. Nothing New to Me - 4:52
 6. More Than A Woman - 7:19
 7. Black Hole Heart - 4:10
 8. Fuel to the Fire - 3:45
 9. Leave Me Alone - 4:47
10. Lovin' Is Easy - 4:01
11. Amen to You - 2:40
12. The G.O.A.T. - 3:44
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Doze faixas soltas no dia 1º de outubro, com o single “Heaven” escrito junto de Ian Siegal

Fresco, dos Cinelli Brothers, saiu em 1º de outubro de 2026: doze faixas, 50 minutos, blues e soul elétrico de uma banda de Londres. O copyright e o fonograma são do próprio grupo. 

A formação no clipe de “Heaven” é Marco Cinelli (vocal, violão, órgão e teclados), Alessandro Cinelli (vocal, bateria e percussão), Tom JJ (vocal e guitarra) e Jorma (vocal e baixo). “Heaven”, single de setembro, é de Marco, Alessandro e I. Siegal. “See About Me” tem bateria de Alessandro, guitarra de Marco, composição dos dois com Joseph Anderton, e produção de Al Lawson e Marco Cinelli. No Apple Music, as faixas do disco que sobem junto do single são “Nobody Like You”, “Sandy”, “The G.O.A.T.” e “Amen to You”. Não há resenha de veículo grande separando o resto.

O clipe de “Heaven” foi filmado no Bedford Pub, em Balham. No EPK, a banda chama o disco de fresco, espontâneo e “inequivocamente a gente”. Saiu em 1º de outubro de 2026, no meio de uma turnê britânica que passou por Bristol, Nottingham, Manchester, Glasgow e Londres, e seguiu para a Europa no fim do mês. Antes dele, no mesmo ano, já tinham o ao vivo Live Here and There e o single “Out Here on My Own”, com Laura Evans, na playlist da BBC Radio Wales.

Se gostou, veja também Almost Exactly… (2024) e Live Here and There. Fresco está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.