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3 de outubro de 2026

Robin Trower – Shine (2026)

 

1. The Missing Piece — 02:54
2. Shine — 03:49
3. Love By Any Other Name — 04:34
4. Live Your Time — 03:06
5. Faith — 03:32
6. Driving On Through — 03:28
7. Truth — 04:06
8. The Race — 03:51
9. Without You — 03:21
10. It's Not Time — 06:27
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Dez faixas e o Marshall ainda no talo

Shine (Provogue / Artone, 25 de setembro de 2026) é blues-rock de Robin Trower: dez originais, cerca de 39 minutos.

Ele produz e toca guitarra e baixo. Chris Taggart está na bateria; Richard Watts canta. Jess Hayes entra em “Truth”. Fontes e o site oficial destacam o single “Live Your Time” (3:06), cujo riff soul-funk o próprio Trower descreve como um dos melhores que já teve, além de “Faith” e o encerramento “It’s Not Time” (6:27). O tom vem da Stratocaster no Marshall alto, com groove, wah e solos longos.

As sessões começaram no Studio 91, em Newbury, e fecharam no The Pines, com o engenheiro Sam Winfield. O disco chega um ano depois de Come And Find Me (2025), na mesma linha recente do músico que passou por Procol Harum e por Bridge of Sighs (1974).

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2 de outubro de 2026

Misty Blues – Still Ticking (2026)

 

01 – State Of The Union
02 – I Don’t Wanna Be
03 – Gimme Some More
04 – This Love
05 – On The Town
06 – Endless Tears
07 – Roll Right In
08 – Trifling Man (feat. Lady Bianca)
09 – Mess With Me
10 – Passion
11 – Battle Cry (feat. Chantell McCulloch, Candice Ivory, 
Carly Harvey, Alexis P. Suter & Kat Riggins)
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O relógio do blues ainda bate em Massachusetts

Still Ticking, 18º disco de estúdio do Misty Blues, saiu em 31 de julho de 2026 pela Guitar One Records. 

A própria banda chama o som de blues fusion: cada faixa nasce no blues e se enrola em funk, folk, jazz ou soul.No centro está Gina Coleman, voz e guitarra, com Seth Fleischmann na guitarra, Rob Tatten na bateria, Aaron Dean no sax, Diego Mongue no baixo, órgão e percussão e David Vittone nos teclados. 

As resenhas e o anúncio voltam sobretudo a Battle Cry, primeiro single com Chantell McCulloch, Candice Ivory, Carly Harvey, Alexis P. Suter e Kat Riggins; a Trifling Man, dueto com Lady Bianca; e a Passion. Sax, órgão e o groove da seção rítmica sustentam o disco de onze faixas, também disponível em CD e vinil.

Pela primeira vez a capa foi feita sob medida por Michael Mongue, marido de Gina e pai de Diego, em vez de aproveitar uma obra já existente.A maior parte das canções foi escrita por Coleman em 2025 e arranjada num fim de semana da banda em Nantucket, em novembro; a gravação rolou em fevereiro e março de 2026 no Playing Field Studio, em Williamstown, com Diego como engenheiro principal. 

O título marca o 27º ano do grupo: depois de dezoito álbuns, o Misty Blues ainda está no relógio.Se gostou, veja também… dê o play, comente e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ — e no Spotify




28 de setembro de 2026

Junior Wells & Buddy Guy – New York City Blues – Live 1978 (2026)

 

01 – Cleo’s Back (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
02 – The Thrill Is Gone (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
03 – How Blue Can You Get (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
04 – Chicken Heads (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
05 – Little By Little (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
06 – Help Me (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
07 – Ships On The Ocean / Someday Baby (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
08 – Early In The Morning (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
09 – Juke (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
10 – Instrumental Blues (Live at The Bottom Line, New York, 1978)
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Chicago no Bottom Line, gravado e guardado até 2026

New York City Blues – Live 1978 traz Junior Wells e Buddy Guy ao vivo no The Bottom Line, em Nova York, num set de Chicago blues com jams longas, gaita e guitarra à frente. 

A Cleopatra Blues lançou o registro em 17 de julho de 2026, sob licença do espólio de Junior Wells.No palco, com Wells na voz e na gaita e Guy na guitarra, entram Philip Guy na segunda guitarra, Kenny Ray no baixo, Douglas Fagen no sax tenor e Merle Perkins na bateria. 

O selo e a resenha de estreia apontam Cleo’s Back, instrumental de abertura puxado pelo sax, How Blue Can You Get, que passa dos 14 minutos com a guitarra de Guy, e o medley Ships On The Ocean / Someday Baby, com Wells no vocal e na harmônica. 

The Thrill Is Gone saiu como primeiro single; Help Me é apresentada no show como tributo a Sonny Boy Williamson.

O show gravado para este disco é o de 9 de janeiro de 1978. Quase meio século depois, o set de dez faixas e cerca de 65 minutos chega em CD e nas plataformas, no catálogo ao vivo que a Cleopatra vem publicando da dupla.
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27 de setembro de 2026

Chris Pierce – Songs for the Heavy Hearted (2026)

 

1.This Sunlit Morning
2. First Day of School
3. Madonna of the San Joaquin
4. It Ain’t Ever Wrong to Be Free
5. Kalief Browder (feat. Allison Russell)
6. Spirits All Over This Land
7. We Ain’t There Yet (feat. Garrison Starr)
8. You Do Not Weep Alone
9. That Was My Pride (feat. Grey DeLisle)
10. Yours Can Go With Mine
11. Two Angels (feat. Steve Earle)
12. A Soft Place to Land
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Chris Pierce abre o peito no folk e o coração pesado ganha voz

Em 21 de agosto de 2026, Chris Pierce lançou Songs for the Heavy Hearted (CMG / Dos Leones): folk e americana de canção de protesto e de casa. 

Produziram David Resnik e Niko Bolas. Na base, Doug Pettibone na guitarra, Stella Mozgawa na bateria, Reggie Hamilton no baixo, Gabe Witcher no violino, Phil Parlapiano nos teclados e Dave Palmer no piano. 

Entram Allison Russell em “Kalief Browder”, Garrison Starr em “We Ain’t There Yet”, Grey DeLisle em “That Was My Pride” e Steve Earle em “Two Angels”. 

O single de anúncio foi “This Sunlit Morning”; The Bluegrass Situation destacou “First Day of School”, que Pierce descreveu como um pedido de um pai na porta da escola. Harmônica, violão, acordeão e fiddle carregam o disco. 

O álbum é o oitavo solo dele e saiu com vinil e CD no próprio site. Em setembro de 2026 figurou como o mais adicionado da semana nas paradas da Americana Music Association / CDX Traction. Se gostou, veja também… ouça agora no Spotify, comente o que ficou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify




26 de setembro de 2026

Thorbjorn Risager, Emil Balsgaard – Past Time Shadow (2026)

 

01. I Got A Feeling
02. Old Heartache
03. Copenhagen Winter
04. Something Holding Me Back
05. Kidney Stew
06. Hesitation Blues
07. Regression Rag
08. I’ll Be Yours
09. Past Time Shadow
10. Buckets Of Rain
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Trinta anos de piano e guitarra, sem a banda no meio

Past Time Shadow é o disco de blues e blues-rock que Thorbjørn Risager e Emil Balsgaard soltaram em 28 de agosto de 2026: voz, guitarra e piano, sem o resto do Black Tornado.

Os dois se conhecem há trinta anos, desde o Rad Gumbo, banda de blues’n’funk de Nova Orleans. No duo, Risager canta e toca guitarra; Balsgaard segura o piano. 

O anúncio oficial descreve o som como blues, roots, boogie-woogie e gospel, com canções da história comum dos dois. “I Got A Feeling” abre. “Copenhagen Winter” leva o inverno da capital dinamarquesa no título. “Kidney Stew” e “Hesitation Blues” entram no meio do programa. “Past Time Shadow” dá nome ao disco; “Buckets Of Rain” fecha. 

Produziu Søren Bøjgaard — o baixo do Tornado. Capa de Thomas Crawford, fotos de Mette Kramer. 

Saiu em vinil e nas plataformas, selo The Black Tornado. A turnê íntima passou por Dinamarca e Suécia logo depois do lançamento.

O álbum chegou de surpresa no próprio site da banda, no mesmo dia em que o vinil começou a circular. É o encontro de duas décadas de Black Tornado com três décadas de parceria que começou no Rad Gumbo.

Jethro Tull – J-Tull Dot Com (Another Cast Of The Net) (2026)

 

CD1: Original Mix:
01 – Spiral
02 – Dot Com
03 – AWOL
04 – Nothing @ All
05 – Wicked Windows
06 – Hunt by Numbers
07 – Hot Mango Flush
08 – El Nino
09 – Black Mamba
10 – Mango Surprise
11 – Bends Like a Willow
12 – Far Alaska
13 – The Dog-Ear Years
14 – A Gift of Roses & Tweet-Tweet

CD2: 2026 Remix By Bruce Soord:
01 – Spiral
02 – Dot Com
03 – AWOL
04 – Nothing @ All
05 – Wicked Windows
06 – Hunt by Numbers
07 – Hot Mango Flush
08 – El Nino
09 – Black Mamba
10 – Mango Surprise
11 – Bends Like a Willow
12 – Far Alaska
13 – The Dog-Ear Years
14 – A Gift of Roses

CD3: Bonus Material:
01 – Aborted Soliloquy
02 – Dot Com Acoustic
03 – It All Trickles Down
04 – Recollection No 5
05 – Pipes (Close to You)
06 – Sad Suit
07 – Stigmata
08 – The Secret Language of Birds (2026 remix)
09 – Hunt by Numbers (Live in Katowice, 2000)
10 – Dot Com (Live in Katowice, 2000)
11 – Awol (Live in Katowice, 2000)
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O Tull joga a rede outra vez

J-Tull Dot Com: Another Cast Of The Net, lançado em 14 de agosto de 2026 pela InsideOutMusic, relê o vigésimo disco de estúdio do Jethro Tull, gravado em 1999. 

O tom oficial continua o de folk-rock e rock progressivo da banda, com um verniz de produção mais contemporâneo da virada do milênio.

A formação é a de Ian Anderson na voz, flauta, violão e bouzouki, Martin Barre nas guitarras, Andrew Giddings em teclados, Hammond e acordeão, Jonathan Noyce no baixo e Doane Perry na bateria, com Najma Akhtar nos vocais extras de Dot Com. 

O anúncio e as resenhas da reedição voltam sobretudo a Spiral, abertura de flauta e guitarra usada como cartão do remix, a AWOL e a Bends Like a Willow. Bruce Soord remixou o álbum em estéreo, 5.1 e Dolby Atmos; o box 3CD+Blu-ray traz o mix original, o remix de 2026, seis faixas de estúdio inéditas e três ao vivo em Katowice, em 2000.

Ian Anderson produziu o disco no próprio estúdio. Em alguns CDs de 1999, The Secret Language of Birds aparecia escondida depois de um silêncio em A Gift of Roses; agora ela entra remixada no material extra. 

O álbum original saiu em 23 de agosto de 1999 e só nesta edição ganhou vinil oficial, num 2LP de 180 g com o remix de Soord.Se gostou, veja também… escute agora, deixe um comentário e passe no blog https://quemtempoe.blogspot.com/ — e no Spotify