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13 de julho de 2026

John Primer and Friends – Tribute to Theresa’s Lounge (2026)

 

1. Up in Heah – 3:44
(Daniels & Moore)
Feat. John Primer
2. 7 Nights for 7 Years – 3:20
(John Primer)
Feat. John Primer
3. The Blues Is King – 4:52
(John Primer)
Feat. John Primer
4. Sugar Sweet – 4:21
(Mel London)
Feat. Billy Branch
5. Champagne and Reefer – 4:58
(M. Morganfield)
Feat. Willie Buck
6. We All Need Help – 3:44
(John Primer)
Feat. John Primer
7. She’s Nineteen Years Old – 5:14
(M. Morganfield)
Feat. Carlos Johnson
8. Little by Little – 5:09
(Mel London)
Feat. John Primer
9. Mary’s Song – 5:06
(Mary Lane)
Feat. Mary Lane
10. Cut You A-Loose – 3:14
(Mel London)
Feat. John Primer
11. Blues Survivalist – 4:41
(John Primer)
Feat. John Primer
12. Here I Am Knockin’ at Your Door Again – 3:24
(John Watkins)
Feat. John Watkins
13. Mean Old World – 4:29
(Little Walter Jacobs)
Feat. John Primer
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John Primer e Amigos Trazem o Porão Lendário da 
Theresa’s Lounge de Volta ao Blues

Lançado em junho de 2026, o álbum Tribute to Theresa’s Lounge de John Primer and Friends é um mergulho puro e vibrante no blues tradicional de Chicago. Com grooves crus, guitarras afiadas e harmonicas cheias de alma, o disco revive o espírito do icônico porão sem qualquer desvio dos padrões clássicos que definiram a cena.

John Primer, Blues Hall of Famer e três vezes indicado ao Grammy, reúne uma formação de peso de veteranos que tocaram no clube: Billy Branch, Willie Buck, Carlos Johnson, Mary Lane (91 anos), John Watkins, Bob Stroger, Harmonica Hinds, Twist Turner e outros. 

Destaques: a abertura explosiva “Up in Heah” (o clássico que Junior Wells usava para abrir os sets), os originais de Primer “7 Nights for 7 Years” e “We All Need Help” (homenagem direta a Theresa Needham), além do encerramento potente com “Mean Old World”. A guitarra slide no estilo Muddy Waters, as harmônicas gritantes e os shuffles dançantes criam um som cru, energético e fiel à era de ouro.

Primer escreveu quatro faixas originais especialmente para o projeto e reuniu os artistas que, como ele, viveram o clube; ele comenta: “Estamos todos nos nossos setenta, oitenta e noventa agora. Estou tão feliz que todos estávamos saudáveis o suficiente para fazer este tributo juntos”. Historicamente, a Theresa’s Lounge — no subsolo da 4801 South Indiana Avenue, administrada por Theresa Needham de 1949 a 1986 — foi o refúgio e a escola onde lendas como Muddy Waters, Junior Wells e o próprio Primer lapidaram seu som, um porão que poucos clubes conseguiram igualar. Um disco essencial para quem ama blues raiz de verdade.

12 de julho de 2026

Peter Gabriel – 2026 – Live At WOMAD 1982

 

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 O Show que Estreou Clássicos e Acendeu o Fogo da World Music em 1982

O festival criado por Peter Gabriel para colocar a música do mundo no centro do palco. O álbum Live at WOMAD 1982, finalmente disponível em CD e vinil em 2026, registra exatamente essa performance histórica: um art rock cru e potente, entrelaçado com percussão africana e influências world music, gravado no dia de abertura do primeiro festival.

Na formação, Gabriel comanda vocais e teclados ao lado de David Rhodes (guitarra), Peter Hammill (guitarra e vocais), John Giblin (baixo), Larry Fast (sintetizadores) e Jerry Marotta (bateria), com o grupo Ekomé (de Bristol) trazendo percussão e energia dançante em faixas selecionadas. 

Destaques: “Shock the Monkey” explode com groove afiado e vocais intensos; “San Jacinto” ganha uma atmosfera épica e cinematográfica ao vivo; e “The Rhythm of the Heat” vira um turbilhão percussivo graças à fusão com o Ekomé. São versões cruas e cheias de vida das faixas que formariam o álbum Security, gravadas dois meses antes do lançamento do disco de estúdio.

Gabriel lembrou que, ao estrear quase todo o repertório novo, sua mente estava dividida entre a música e o risco de desastre financeiro do festival — o que transformou o show num gig “edgy” e marcante. Historicamente, esse concerto foi peça-chave no primeiro WOMAD, que reuniu artistas de mais de 20 países e provou que a world music podia ser atração principal, dando origem a um festival que já realizou mais de 160 edições em 27 países. Um documento imperdível de um momento que mudou tudo.

Tanja – Plamen 2026

 

1. Plamen
2. Cítím Srdce Tvý
3. V Ozvěnách
4. Nostalgie
5. Zapomeň
6. Jméno
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Tanja Acende a Chama: “Plamen” Reaviva o Rock Tcheco com Fogo e Nostalgia

A cantora tcheca Tanja (Tanja Kauerová) lança em 2026 o mini-álbum Plamen, seu sétimo trabalho de estúdio, que marca um retorno poderoso à cena rock nacional. 

Com um som enérgico e emocional do rock tcheco clássico, o disco mistura intensidade vocal, guitarras marcantes e uma atmosfera que equilibra força e melancolia.Tanja lidera nos vocais com sua voz carismática e potente, característica que a consagrou nos anos 80.

Destaques: “Plamen”, que dá nome ao projeto com toda a sua energia flamejante; “Nostalgie”, single lançado no fim de 2025 que recebeu ótimas críticas e serve de ponte conceitual para o disco; e “Cítím srdce svý”, composta especialmente pelo guitarrista e ícone do rock/metal tcheco Miloš “Dodo” Doležal. O som se destaca pela pegada rock direta, com guitarras afiadas, arranjos que valorizam a emoção e uma produção que preserva a essência crua e vibrante dos palcos.O projeto nasce da sequência natural do single “Nostalgie”, que reacendeu o interesse do público por sua voz. 

Curiosidade: Tanja, que brilhou ao lado da lendária banda Citron nos anos 80 e 90 (com hits como o dueto “Kam jen jdou lásky mé” e prêmios no Zlatý slavík), volta com força total após uma pausa dedicada à família, entregando um mini-álbum que une seu passado glorioso ao presente criativo.

4 de julho de 2026

R.J. Archer & The Painful Memories – Infernow 2026

 

1. I Can’t Abide (03:00)
2. Bad Vibes (04:22)
3. Circle of Wolves (02:34)
4. Grey Skies Soon Turn to Blue (03:29)
5. Rope Bridge (02:53)
6. Rock & Roll Nobody (02:07)
7. The Death of a Dream (02:40)
8. Villains Like Glamour (02:02)
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O Rock Bruto que Nasceu em Menos de 20 Horas e Já Está Incendiando Tudo!
R.J. Archer & The Painful Memories acabam de lançar Infernow, seu quarto álbum de rock cru e imediato. Com Richard Archer na guitarra e vocais, ao lado de Roger James no baixo e Marc Ritchie na bateria, a banda entrega um som cru, energético e cheio de atitude, enraizado no blues rock com influências de hard rock e punk.
O trio brilha especialmente em “I Can’t Abide”, que abre com riff funky e bateria urgente, e em “Rock & Roll Nobody”, o corte mais pesado e punk da coleção. “The Death of a Dream” destaca-se pelos vocais potentes e batida pounding, enquanto o disco inteiro captura grooves roqueiros, momentos stripped-back e uma energia ao vivo “tight-but-loose” que parece ter sido gravada direto no palco.
Gravado em apenas uma tarde de janeiro de 2026 no Half Ton Studio e mixado em uma tarde de março (todo o processo em menos de 20 horas), Infernow prioriza o feeling espontâneo sem truques de estúdio. O fio condutor é a frustração com o mundo atual — intolerância, mentiras e egos inflados —, embalado por uma arte flamejante que combina perfeitamente com o título “8 canções de inferno ordinário”.

1 de julho de 2026

George Thorogood & The Destroyers - The Baddest Show On Earth: Greatest Hits Live 2026

 

1. Who Do You Love (Live In Atlanta, Georgia 1980) (5:18)
2. Move It On Over (Live In Boston, Massachusetts 1982) (5:07)
3. One Bourbon, One Scotch, One Beer (Live In Atlanta, Georgia 1980) (10:47)
4. Ride On Josephine (Live In Roslyn, New York 1978) (5:50)
5. Madison Blues (Live In Boston, Massachusetts 1982) (5:48)
6. Bad To The Bone (Live In Boston, Massachusetts 1982) (5:10)
7. Born To Be Bad (Live In Sarasota, Florida 2024) (4:53)
8. Steppin' Out (Live In Midland, Texas 2022) (2:20)
9. Howlin' For My Baby (Live In Hyannis, Massachusetts 2023) (5:58)
10. Tail Dragger (Live In Kansas City, Missouri 2020) (6:09)
11. Boogie Chillun (Live In Toronto, Canada 1978) (12:33)
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 George Thorogood & The Destroyers com o Blues Rock Mais Bruto ao Vivo!
George Thorogood & The Destroyers acabam de lançar "The Baddest Show on Earth: Greatest Hits Live", uma explosiva coletânea ao vivo de blues rock que celebra mais de cinco décadas de turnês incansáveis. Abrangendo shows de 1978 até 2024, o disco captura a presença de palco lendária da banda de forma crua, autêntica e cheia de energia.
Clássicos como "Who Do You Love", "Bad to the Bone" gravado em Boston em 1982 e o épico "One Bourbon, One Scotch, One Beer" de 1980 são os grandes destaques. Faixas inéditas, incluindo "

Ride On Josephine" de 1978 e "Born to Be Bad" de 2024, mostram que a banda mantém a mesma potência ao vivo depois de décadas. Os riffs afiados de guitarra e o ritmo implacável criam uma experiência imersiva, como se você estivesse bem na frente do palco.

Formada em 1973, a banda construiu sua reputação com mais de 8 mil shows pelo mundo, saindo de pequenos bares do Nordeste dos Estados Unidos. O álbum traz gravações inéditas de performances antigas, oferecendo um retrato fiel da evolução e da autenticidade que só o palco pode proporcionar.



Datura4 – High On the Low Brow (2026)

 

1. Under a Rock
2. Another Fools Gate
3. Getting Through
5. On the Rebound
6. Double Dealer
7. Bugs
8. See My Way
9. Mind Sailor 
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Datura4 e Dom Mariani Servem Boogie Psicodélico Australiano com Ganchos Potentes
Alive Naturalsound Records, o sexto álbum do Datura4, High On The Low Brow, é uma explosão vibrante de boogie psicodélico, blues-rock e heavy psych australiano, carregado de energia ao vivo, riffs potentes e ganchos irresistíveis.
No comando está o frontman e fundador Dom Mariani na guitarra e vocais, ao lado de Bob Patient nos teclados — que traz camadas bluesy e soulful desde sua entrada em 2019 —, Warren Hall na bateria, Stu Loasby no baixo e Joe Grech na guitarra e vocais, com Billy Rogers no sax tenor como convidado especial. 
Destaques: “Dirty Laundry”, que abre com slide acústico Delta e explode em rock pop cativante com letra marcante sobre rumores nas redes sociais; “Another Fool’s Gate”, com seu órgão pesado e swirling no estilo Jon Lord; e a abertura “Under a Rock”, um shuffle melódico e groovy. O som se define pela fusão de boogie pulsante com momentos mais stomping e introspectivos, teclados proeminentes, guitarras afiadas e toques psicodélicos que mantêm a essência feral da banda.
Gravado em Fremantle, na Austrália Ocidental, o disco traz “Dirty Laundry” inspirado em uma experiência real de amigo de Mariani com boatos amplificados pelas redes; ele quis homenagear os slide players de blues Delta dos anos 50 e os workouts elétricos dos anos 60. Como sexto lançamento desde a estreia em 2015, High On The Low Brow reforça o status cult de Datura4 no psych heavy, liderada por Dom Mariani, ícone do rock australiano desde os anos 80 com The Stems e DM3, e membro do Hall da Fama da Música da Austrália Ocidental.