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2 de junho de 2026

Romeo Void – Live ’81-’85 (2026)

 

1. In The Dark
2. Flashflood
3. Shake The Hands
4. Not Safe
5. Undercover Kept
6. White Sweater
7. S.O.S.
9. I Meant It
10. Billy's Birthday
11. Just Too Easy
12. Say No
14. A Girl In Trouble
15. Band Intro
16. Out On My Own
17. Six Days And One
18. Chinatown
19. Myself To Myself


Romeo Void acende o palco de novo em "Live ’81–’85"
A Liberation Hall lançou para o Record Store Day de 2026 um tesouro pra quem curte new wave raiz: Live ’81–’85, um disco duplo ao vivo que captura Romeo Void em plena forma durante shows em Ann Arbor, Albany, Londres e Berlim. O resultado é cru, urgente e cheio daquela tensão nervosa que sempre definiu a banda.
Debora Iyall lidera tudo com uma presença magnética, alternando entre frieza e emoção pura. O baixo de Frank Zincavage e o saxofone de Benjamin Bossi criam um diálogo afiado, enquanto os bateristas Larry Carter e Aaron Smith mantêm o groove vivo. 
Destaques: “Never Say Never”, que explode no palco, “A Girl In Trouble (Is a Temporary Thing)”, que ganha ainda mais peso ao vivo, e “Instincts”, que mostra a banda no auge da sua fase mais experimental. O som mistura post-punk com toques funk e uma urgência que não envelheceu nada.
O mais legal é que as fitas vieram direto do arquivo pessoal da banda — muitas gravadas em cassete —, e a curadoria priorizou as noites em que tudo realmente encaixou. O pacote físico ainda vem caprichado: capa gatefold desenhada por Zincavage, encarte com letras, fotos raras e memorabilia.



1 de junho de 2026

Shaun Murphy - Brand New Blues 2026

 

1. Mama's Home (3:18)
2. Bad Luck And Trouble (3:24)
3. Mobile (5:33)
4. Brand New Blues (4:30)
5. Against The Wind (3:21)
6. Killing Time (3:51)
7. Flatlands (3:32)
8. Just As I Am (4:54)
9. Take My Kiss Up Off Your Lips (3:14)
10. I'm Gonna Take The Money (3:21)
11. Big Gurlz Don't Cry (3:06)
12. Love Me Like You Used To Love Me (5:27)
13. Love's Track (3:13)
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Blues novinho em folha que chega pegando fogo!
Brand New Blues da Shaun Murphy, lançado fresquinho em maio de 2026, o disco é puro blues e R&B com aquela pegada soul poderosa, cheia de groove e emoção que só quem tem estrada sabe entregar.
Shaun lidera com sua voz arrasadora e conta com a banda de turnê afiadíssima: Tom DelRossi na bateria e percussão, Mike Means no baixo e Anthony Saddle nos teclados. 
Destaques: a título “Brand New Blues”, que abre o jogo com classe, o single “I’m Gonna Take the Money”, cheio de atitude, e “Love Me Like You Used To Love Me”, um lento que emociona e mostra toda a potência vocal dela. O som é quente, com produção rica de Nashville, instrumentação precisa e improvisos que fluem naturais, misturando blues raiz com toques de soul e rock sem perder a essência.
Curiosidade: o álbum foi todo gravado no Coming Soon Sounds, em Nashville, junto com a banda que ela leva na estrada, e Shaun mesma disse que esse é o seu favorito de todos os tempos, o “lucky #12”. Depois de uma carreira que começou em 1969 no primeiro Ann Arbor Blues Festival e passou por Little Feat, Bob Seger, Eric Clapton e tanta gente grande, ela ainda entrega um trabalho que soa renovado e cheio de vida.

31 de maio de 2026

Alice Armstrong - Blood In The Water 2026


1. Scratching Walls (Live) - 4:00
 2. Built For Comfort (Live) - 3:04
 3. Blood In The Water (Live) - 3:19
 4. Autoassassin (Live) - 7:04
 5. Good Love (Live) - 3:27
 6. Punchline (Live) - 4:22
 7. B-Side (Live) - 8:52
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Sangue na Água: Alice Armstrong solta a fera ao vivo e ninguém sai ileso!
Blood In The Water, o EP ao vivo da Alice Armstrong que parece ter sido gravado dentro de um show lotado e suado. É aquele blues com alma, soul que emociona, rock que aperta o peito e funk que faz o corpo mexer – tudo cru, sem filtro.
Kev Hickman detonando na bateria, Josh Rigal segurando o groove no baixo e Olly Knight-Smith tirando solos que arrepiam na guitarra formam a trinca impecável que acompanha a voz dela. 
Destaques: “Blood In The Water”, balada gospel que te deixa com o coração na mão, no épico “Autoassassin” de sete minutos que explode e acalma na hora certa, e no cover de Willie Dixon em “Built For Comfort” – ela canta com tanta gana que parece que o blues original ganhou vida nova. O público gritando e batendo palma entra na mixagem e vira personagem.
O disco foi capturado em shows esgotados no fim de 2025 pela Europa, com a energia da plateia praticamente saindo dos alto-falantes. E o contexto? Logo depois de vencer o European Blues Challenge e levar o prêmio de Artista Contemporânea do Ano no UK Blues Awards por dois anos seguidos, ela ainda aparece indicada no Jazz FM Blues Act of the Year junto com nomes como Gary Clark Jr. e Mavis Staples.

Grainne Duffy - What Am I Supposed to Do 2026

 

1. Early in the Morning - 2:32
 2. What Am I Supposed to Do - 3:06
 3. Streets of Love - 2:59
 4. Tearing Me Apart - 2:23
 5. Tragedy - 4:12
 6. Hurts Just the Same - 2:45
 7. Taking My Heart Away - 2:54
 8. Got to Give It Up - 3:14
 9. Need Your Love so Bad - 4:07
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Gráinne Duffy – “What Am I Supposed to Do” (2026):
Blues, alma e rock em alta voltagem

A irlandesa Gráinne Duffy retorna com força total em What Am I Supposed to Do, um álbum que reafirma sua posição como uma das vozes mais intensas do blues contemporâneo. Com raízes profundas no soul e no rock & roll, Duffy entrega um trabalho vibrante, cheio de emoção e autenticidade.

Formação: Kenny Aronoff (bateria), Jørgen Carlsson (baixo), Peter Levin (teclados), Marc Ford (guitarra) e Paul Sherry, parceiro de longa data. O resultado é um som encorpado, que transita entre grooves pulsantes e baladas carregadas de sentimento.

Destaques: “Streets of Love”, “Tragedy” e a própria “What Am I Supposed to Do” se destacam pela fusão de riffs marcantes, improvisos cheios de energia e a voz poderosa de Duffy, que conduz cada canção com paixão e entrega total.

Curiosidades: parte do álbum foi gravada em estúdios lendários de Londres, reforçando a conexão de Duffy com a tradição britânica do blues-rock. Além disso, sua trajetória inclui apresentações memoráveis no Glastonbury Festival e abertura de shows para ícones como Robben Ford e The Yardbirds.


30 de maio de 2026

The Record Company – Give It Back to You (Deluxe Edition) (2026)

 

Álbum original (2016)

1. Off The Ground
2. Don’t Let Me Get Lonely
4. On The Move
5. Hard Day Coming Down
6. Feels So Good
7. Turn Me Loose
8. Give It Back To You
9. This Crooked City
10. In The Mood For You

Live at TRC Studios (2013 – “Living Room Concert”)

11. Feels So Good (Live At TRC Studios)
12. Roll Bones (Live At TRC Studios)
13. Hard Day Coming Down (Live At TRC Studios)
14. Baby I'm Broken (Live At TRC Studios)
15. Darlin' Jane (Live At TRC Studios)
16. Old Time Rock & Roll (Live At TRC Studios)
17.Don’t Let Me Get Lonely (Live At TRC Studios)

Live at The Echoplex (2016)

18. Off The Ground (Live At The Echoplex)
19. Turn Me Loose (Live At The Echoplex)
20. In The Mood For You (Live At The Echoplex)
21. The Burner (Live At The Echoplex)

Extras, raridades e versões especiais

22. Rita Mae Young (Extended Mix)
23. Baby I'm Broken (Original Mix)
24. Off The Ground (Demo)
25. Don’t Let Me Get Lonely (Superdead EP Version)
26. On The Move (Superdead EP Version)
27. I Want Change
28. Stay Up High
29. I Wanna Be Your Dog
30. Tallahassee Lassie
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Give It Back to You: 10 Anos de Blues-Rock Cru que Ainda Faz o Chão Tremer!
A Craft Recordings acaba de soltar a edição deluxe de Give It Back to You, o disco de estreia do The Record Company que completa dez anos em 2026. Indicado ao Grammy em 2016, o álbum volta com as 10 faixas originais remasterizadas e um bônus histórico: o lendário Living Room Concert gravado na sala de casa do baixista Alex Stiff, em Los Feliz, ainda em 2013. É blues-rock puro, direto, com groove que não precisa de polimento pra bater forte.
O trio californianoChris Vos (voz e guitarra), Alex Stiff (baixo) e Marc Cazorla (bateria) – entrega química explosiva. Os destaques são “Off the Ground”, que explodiu no topo da rádio AAA, o suingue contagiante de “Rita Mae Young” e o balanço irresistível de “On the Move”. 
No estúdio, o som é quente, com riffs ásperos e grooves que crescem naturalmente. No ao vivo da sala, as músicas ganham vida ainda mais: dinâmica solta, tensão que sobe e desce, e aquela intimidade de quem toca só pro prazer do momento.
Curiosidade: o Living Room Concert foi o primeiro show da banda, registrado bem antes do disco sair – é o berço de tudo. O álbum original passou meses na parada Heatseekers da Billboard, abriu portas pra TV noturna e mostrou que o blues-rock cru ainda tem lugar no coração do público.