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13 de setembro de 2026

Blod – Förlorarnas Natt (2026)

 

1. Jennys Sång — 2:39
2. Förberedelse För Fest — 0:47
3. Förlorarnas Natt - Synt — 2:16
4. Mamma & Pappa — 4:20
5. Förlorarnas Natt — 2:07
6. Halvvägs Till Himlen — 2:41
7. Benny — 2:25
8. Halvvägs Till Helvetet — 2:16
9. Minnesluckor — 4:31
10. Benny - Synt — 2:26
11. Där Förlorarna Bor — 1:09
12. Jennys Sång - Repris — 2:39
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“Noite dos Perdedores”, trilha sem filme

Em 27 de abril de 2026 o selo Discreet Music, de Gotemburgo, soltou Förlorarnas Natt (“Noite dos Perdedores”), do projeto Blod de Gustaf Dicksson: doze instrumentais pensados como trilha de um filme de formação que ainda não existe. Soft rock e folk dos anos 70, Rhodes, Korg vintage, guitarra sem pose, baixo simples e bateria felpuda.

Dicksson toca quase tudo e assina a arte. Ola Höglund entra na bateria em várias faixas, grava e mistura no Omnivox Studio, em Borlänge; Lasse Marhaug masteriza. A noite segue Jenny: “Jennys Sång” abre e volta em repris; “Förberedelse För Fest” dura menos de um minuto e já cheira a festa; “Halvvägs Till Himlen” embala o primeiro copo e o olhar para Benny; “Mamma & Pappa” alonga o clima; “Minnesluckor” é o apagão depois da casa dos outros. 

O selo cita Piero Umiliani, Patty Pravo, Björn Isfält e Benny Andersson como bússola; a Pitchfork ouve também o parentesco com a partitura de A Swedish Love Story, de Roy Andersson.

É o primeiro Blod inteiro em estúdio desde Livets Ord, de 2018 — gravado na primavera de 2025, depois de anos de fita em casa e hinos de paróquia. Saiu em CD de 300 cópias (DMCD07), com livreto de oito páginas, e está no Spotify e no Bandcamp da Discreet Music, loja e gravadora que o próprio Dicksson mantém na linha do Progg sueco.

8 de setembro de 2026

Izzo Blues Coalition – Rise Again (2026)

 

01. Go Cat Go (4:44)
02. Tickle Me Pink (3:28)
03. Mea Culpa (4:19)
04. Rise Again (6:15)
05. Bye Bye Baby Blues (3:29)
06. Train Wreck (3:23)
07. Break It Clean (4:17)
08.Go (4:50)
09. Sugar (3:38)
10. Graham Road (3:51)
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Rise Again é o álbum de blues rock contemporâneo 

Izzo Blues Coalition soltou em 6 de fevereiro de 2026: dez faixas, cerca de 42 minutos, crédito de copyright para Bob Telaro.

O quarteto é de Montreal. Tino Izzo canta e toca guitarra. Annie Major-Matte divide o vocal e o teclado. Domenic Romanelli segura o baixo e o backing. Telaro está na bateria. “Go Cat Go” abre. “Tickle Me Pink”, “Rise Again”, “Go”, “Sugar” e “Graham Road” entram no meio — a banda soltou clipe oficial de várias delas no mesmo ciclo. 

Antes deste inglês vieram Complicated Man (2019), Take It or Leave It (outono de 2021) e Cabrel en blues (2025). 

Em dezembro de 2024 a Cashbox Canada já anunciava Rise Again ao lado do single “Merry Christmas Baby”. Izzo, que também produz, já trabalhou com Céline Dion, Roch Voisine, Garou e Bobby Bazini, e nos anos 1990 levou um Billboard Choice Award por discos instrumentais de guitarra.

7 de setembro de 2026

Prince – Timeless (2026)

 

1. I Am You (04:43)
2. Tick Tick Bang (03:12)
3. Heaven (04:28)
4. I Wonder (04:10)
5. With This Tear (03:52)
6. Stone (03:07)
7. Calabama (03:30)
8. The Guilty Ones (04:14)
9. Bestest Friend (04:37)
10. How Come U Don’t Call Me Anymore (Live) (05:53)
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As dez faixas que atravessam 1977 a 2016

Timeless é a coletânea póstuma de Prince que o Estate e a Legacy Recordings soltaram em 28 de agosto de 2026: pop, funk e R&B tirados do Vault, dez faixas em ordem de gravação.

Prince canta, toca e produz a maior parte sozinho. “I Am You” abre em 1977, ainda Minneapolis. “Tick Tick Bang”, de 1981, é a versão que depois mudou de roupa no Graffiti Bridge. “Heaven” vem das sessões de 1985 no Sunset Sound, com Susannah Melvoin no backing. “With This Tear”, gravada em novembro de 1991 no Paisley Park, é a versão dele da balada que ele deu para Céline Dion. “Stone”, de 1995, tem letra de Sandra St. Victor, Tom Hammer e Jules Van Even. “The Guilty Ones”, rock de 26 de outubro de 2007, Ian Boxill no Paisley Park. “Bestest Friend” é de 2012, Chris James no mesmo estúdio. 

Fecha o disco o ao vivo de “How Come U Don’t Call Me Anymore”, lado B de “1999”, etiquetado como 2016. Mix e master ficaram com Chris James; a compilação, com L. Londell McMillan, Charles F. Spicer Jr. e o próprio James. 

Saiu em CD, vinil preto e vinil marmorizado roxo.Em “Calabama”, de 2003, a voz de Prince pede horns duas vezes: o Estate mandou Greg Boyer, Adrian Crutchfield e Lynn Grissett cobrirem o sintetizador; no resto do disco, diz o comunicado, não houve overdub nem IA

O pacote foi anunciado em 4 de junho de 2026, no Prince Celebration em Paisley Park, no ano em que se completaram dez anos da morte dele.


6 de setembro de 2026

Ruthie Foster - Just Say Yes 2026

 

1. Thank You (3:20)
2. Come On Up (Feat. Larkin Poe) (3:56)
3. Hold On (2:23)
4. Yes (4:07)
5. Take Time (4:33)
6. Doubling Back (2:48)
7. Tangled (4:15)
8. Sitting Still (3:55)
9. Maybe It Up (2:59)
10. Reachin' (2:47)
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A voz, Ruthie Foster

Just Say Yes é o disco de blues, soul e Americana que Ruthie Foster soltou em 28 de agosto de 2026 pela Sun Records: dez faixas, 35 minutos, gravado em Nashville.

Foster é de Austin. Tyler Bryant, do The Shakedown, produziu, engenhou e mixou. Ela escreveu com Bryant, Rebecca Lovell e Megan Lovell, do Larkin Poe, e com Mike Seal. “Thank You” abre: blues-rock e gospel sobre quem duvidou dela depois do Grammy. “Come On Up” traz o Larkin Poe no palco. 

“Yes”, “Take Time”, “Tangled” e “Sitting Still” seguem o recado que o Austin Chronicle descreveu como roots rock com igreja no fundo. 

É o segundo álbum dela na Sun, depois de Mileage (2024).O título saiu de um post-it que ela colou para si mesma: “Just say yes”. Mileage lhe deu o primeiro Grammy, de Melhor Álbum de Contemporary Blues — e o primeiro Grammy da própria Sun Records.


Bryan Adams – The Ballad Of Terry Fox 2026

 

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Uma perna de aço, um single no Toronto International Film Festival

Bryan Adams soltou em 27 de agosto de 2026: uma balada de guitarra sobre a Marathon of Hope de 1980. 

No mesmo ano, em 1º de julho, ele já tinha posto no ar 51st State, rock curto pelo Canada Day.

Adams escreveu a balada. O clipe é de Sean Menard, o mesmo que dirige o documentário Run Terry Run, onde a faixa fecha o filme. A estreia do doc é no Toronto International Film Festival, em setembro; nos cinemas canadenses, 9 de outubro. 

A letra passa pela perna de osso e a de aço, pelos 26 milhas por dia e pela parada perto de Thunder Bay. Adams já tocou as duas músicas na Roll With The Punches Tour. A gravadora dos singles é a Badams Music. 

O YouTube oficial e o show em Hamilton apontam a balada no disco que vem em outubro, How’s It Goin’

Adams tinha 20 anos em 1980, tocando clube de 200 lugares no Canadá, quando Fox correu; no dia 1º de setembro, quando a maratona parou perto de Thunder Bay, ele tinha acabado de tocar em Ottawa. Em Hamilton, na primeira vez que a banda tocou a balada ao vivo, o público levantou e gritou o nome de Terry.

5 de setembro de 2026

Jeff Hoagland Blues Band – 9111 East Jefferson Ave – 2026

 

01. Thrown Away By You 03:42
02. Hot Water 05:30
03. Black Snake Blues 07:01
04. Three In The Morning 07:04
05. Downriver Woman 04:12
06. I’m Tired 04:13
07. Suicide Blues 05:16
08. Fightin’ Words 05:34
09. El Gallo Grande 05:36
10. Back To Chicago 04:43
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Um endereço de Detroit no título, dez faixas no streaming

9111 East Jefferson Ave é o disco de 2026 da Jeff Hoagland Blues Band: blues rock de Detroit, dez faixas, cerca de 53 minutos. Saiu em 9 de maio, creditado à própria banda no Spotify.

Jeff Hoagland nasceu em Detroit e toca guitarra. Ele montou a banda em 2004, depois da morte de Curtis e Clarence Butler — os Butler Twins, com quem foi o último guitarrista-solo. Em 2017 o jornal de Port Huron o localizava em Melvindale, com Donny Burton na bateria e Brian Smith (“Windsor Slim”) na gaita; a formação deste disco de 2026 não veio creditada nas plataformas. 

O programa abre com “Thrown Away By You”. “Hot Water”, “Black Snake Blues” e “Three In The Morning” alongam o meio. “El Gallo Grande” e “Back To Chicago” fecham o lado mais largo. 

O lançamento é autoral, © 2026 Jeff Hoagland Blues Band. A banda chegou ao International Blues Challenge de Memphis em 2017, depois do segundo lugar no Detroit Blues Challenge de 2015.

2 de setembro de 2026

Ten Years After – Cricklewood Green [Deluxe Edition] (2026)

 

CD 1 – 2026 Remaster
1. Sugar The Road
2. Working On The Road
3. 50,000 Miles Beneath My Brain
4. Year 3,000 Blues
5. Me And My Baby
6. Love Like A Man (Single Edit)
7. Circles
8. As The Sun Still Burns Away
9. Love Like A Man
10. Warm Sun
11. To No One
12. Cricklewood Jam (Demo) *

CD 2 – Live at Fillmore East (February 27, 1970 – Set Two)
1. Love Like A Man
2. Good Morning Little Schoolgirl
3. Working On The Road
4. 50,000 Miles Beneath My Brain
5. I Can’t Keep From Crying Sometimes
6. I’m Going Home
7. Sweet Little Sixteen
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Cricklewood Green: o blues que explodiu depois de Woodstock 


Cricklewood Green, quarto disco de estúdio do Ten Years After, saiu em 17 de abril de 1970 e volta em 2026 numa edição deluxe remasterizada: blues-rock britânico com pitadas psicodélicas, gravado no Olympic Studios, em Londres. 

É o som de uma banda que acabava de estourar em Woodstock e ainda estava no auge da formação clássica.

Alvin Lee na guitarra e no vocal, Leo Lyons no baixo, Ric Lee na bateria e Chick Churchill no órgão e no piano. “Love Like a Man” virou hit no Top 10 britânico e clássico das rádios FM, com versos curtos abrindo espaço para o solo relâmpago de Lee; “50,000 Miles Beneath My Brain” é o outro jam pesado do disco, que cresce em ritmo e volume; “Me and My Baby” mostra o lado jazz do quarteto, com piano de Churchill. 

O engenheiro Andy Johns — e George Chkiantz em “Me and My Baby” — misturou efeitos de estúdio, manipulação de fita e a seção rítmica em disparada. 

Curiosidade da gravação: no Olympic, em 1969, nasceu também o instrumental “Cricklewood Jam”, demo inédito que só agora aparece no primeiro CD desta edição.O compacto de “Love Like a Man” saiu com o lado A editado em 45 rpm e o lado B ao vivo, de quase oito minutos, em 33 rpm — um truque raro para a época. 

O segundo CD traz o set 2 do Fillmore East, em 27 de fevereiro de 1970, recém-mixado, com “I’m Going Home” esticada por cerca de onze minutos.


31 de agosto de 2026

Joanna Connor – Live On 11/11 (2026)

 

1. Cissy Strut
2. Shake Your Money Maker
3. The Sky Is Crying
4. Further On Up The Road
5. You’re So Fine
6. Are You Going With Me
7. I Just Wanna Make Love To You
8. Magic Sam Boogie
9. Can’t Find My Way Home
10. When the Levee Breaks
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Joanna Connor grava o blues no porão e o mundo inteiro escuta

Live On 11/11, de Joanna Connor, saiu em 21 de agosto de 2026 pela M.C. Records como blues-rock ao vivo — dez covers de uma única noite no The Fallout Shelter, em Norwood, Massachusetts.

Connor no vocal e na slide, Dan Souvigny nos teclados, Shaun Gotti Calloway no baixo e Jason “J Roc” Edwards na bateria. 

O set abre com “Cissy Strut”, explode em “Shake Your Money Maker” e “The Sky Is Crying”, de Elmore James, passa por “Further On Up the Road” e “Magic Sam Boogie” e fecha com quase nove minutos de “When the Levee Breaks”. No meio, “Can’t Find My Way Home”, do Blind Faith, baixa a temperatura. 

O disco é clube pequeno — cem lugares —, slide em fogo, órgão e piano de Souvigny empurrando o trio, sem originais: só rearranjos que distorcem o que o ouvinte achava que conhecia. 

A curiosidade da sessão é o próprio endereço: o Fallout Shelter já era estúdio de gravação e transmissão, e o show de 11 de novembro de 2025 foi anunciado como noite de álbum ao vivo, com ingressos esgotados.

Connor cresceu em Worcester, a poucos quilômetros dali, antes de virar nome de Chicago. Em 2021 ela tinha gravado 4801 South Indiana Avenue com Joe Bonamassa; este ao vivo volta à casa da Nova Inglaterra.