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25 de julho de 2026

Muddy Waters - Fathers and Sons 1969

 

A1 - All Aboard (McKinley Morganfield) 2:50
A2 - Mean Disposition (McKinley Morganfield) 5:42
A3 - Blow Wind Blow (McKinley Morganfield) 3:35
A4 - Can't Lose What You Ain't Never Had (McKinley Morganfield) 3:03
A5 - Walkin Thru The Park (McKinley Morganfield) 3:07
B1 - Forty Days and Forty Nights (McKinley Morganfield) 3:04
B2 - Standin 'Round Crying (McKinley Morganfield) 4:01
B3 - I'm Ready (Willie Dixon) 3:33
B4 - Twenty Four Hours (Eddie Boyd) 4:46
B5 - Sugar Sweet (McKinley Morganfield) 2:16


C1 - Long Distance Call (McKinley Morganfield) 6:35
C2 - Baby Please Don't Go (McKinley Morganfield) 3:05
C3 - Honey Bee (McKinley Morganfield) 3:57
D1 - The Same Thing (Willie Dixon) 6:00
D2 - Got My Mojo Working Part 1) (Preston Foster, McKinley Morganfield) 3:39
D3 - Got My Mojo Working Part 2) (Preston Foster, McKinley Morganfield) 5:33
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Muddy Waters reúne lendas e reacende o blues de Chicago

Saiu em 1969 pela Chess Records, Fathers and Sons é um álbum duplo que mistura gravações de estúdio e ao vivo do bluesman Muddy Waters. O disco captura a essência poderosa do blues de Chicago com uma banda estelar, equilibrando tradição e energia renovada.

Muddy Waters lidera nos vocais e guitarra, acompanhado por grandes nomes como Michael Bloomfield e Paul Butterfield (da Paul Butterfield Blues Band), Otis Spann no piano, Donald “Duck” Dunn no baixo e Sam Lay na bateria. 

Destaques: “Mean Disposition”, o clássico “I’m Ready” e a versão ao vivo estendida de “Got My Mojo Working”, dividida em duas partes cheias de improviso e garra. O som se caracteriza por harmônica flamejante, guitarras afiadas e uma fusão de blues elétrico tradicional com a vitalidade dos convidados jovens.

Gravado em abril de 1969 em Chicago, o álbum foi o maior sucesso comercial de Waters até então, alcançando a 70ª posição na Billboard 200. A parte ao vivo foi capturada no evento Super Cosmic Joy-Scout Jamboree, reunindo veteranos e novos talentos em um encontro histórico que celebrou o legado do blues de Chicago.

19 de junho de 2026

Wilson Pickett – Hey Jude 1969

 

1. Save Me – 2:37
2. Hey Jude – 4:07
3. Back in Your Arms – 2:57
4. Toe Hold – 2:50
5. Night Owl – 2:22
6. My Own Style of Loving – 2:44
7. A Man and a Half – 2:52
8. Sit Down and Talk This Over – 2:21
9. Search Your Heart – 2:46
10. Born to Be Wild – 2:46
11. People Make the World – 2:46
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O Solo que Mudou o Destino do Rock: Wilson Pickett e "Hey Jude" (1969)
Em 1969, Wilson Pickett lançou seu nono álbum de estúdio, Hey Jude, gravado nos lendários estúdios Muscle Shoals, na Alabama, e inspirado na faixa dos Beatles. O disco representa o auge do soul sulista, com a voz intensa, poderosa e cheia de feeling de Pickett no comando.
A formação reuniu a seção rítmica dos Swampers — incluindo David Hood no baixo e Roger Hawkins na bateria — além do jovem Duane Allman na guitarra, em uma de suas primeiras gravações como session player
Destaques: o cover de "Hey Jude", que virou hit e alcançou a 23ª posição na Billboard Hot 100 e a 13ª no R&B, com o solo improvisado e explosivo de Allman combinando perfeitamente com o vocal de Pickett. Outra faixa marcante é "Born to Be Wild", que ganha uma versão soul dançante e cheia de atitude. O som se define pela instrumentação robusta e apertada dos Swampers, metais potentes e a fusão natural entre o soul cru e o rock trazido pelas improvisações de guitarra.
Durante as sessões de 1968, foi o próprio Duane Allman quem sugeriu gravar a cover dos Beatles, resultando em uma performance que uniu vozes e guitarras de forma memorável. Historicamente, esse trabalho chamou a atenção de Eric Clapton — que convidou Allman para o projeto Derek and the Dominos — e foi creditado pelo guitarrista Jimmy Johnson, dos Muscle Shoals, como o marco inicial do que viria a ser conhecido como Southern Rock.