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29 de maio de 2026

Albert King • King Of The Blues Guitar 1969

 

1. Laundromat Blues   3:19
2. Overall Junction   2:19
3. Oh, Pretty Woman   2:45
4. Funk Shun   2:30
5. Crosscut Saw   2:31
6. Down Don't Bother Me   2:13
7. Born Under A Bad Sign   2:45
8. Personal Manager   4:28
9. Kansas City   2:29
10. The Very Thought Of You   3:45
11. The Hunter   2:43
12. I Almost Lost My Mind   3:25
13. As The Years Go Passing By   3:43
14. Cold Feet   2:43
15. You Sure Drive A Hard Bargain   2:55
16. I Love Lucy     2:45
17. You're Gonna Need Me   2:45
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King Of The Blues Guitar: O Disco que Coroou Albert King de Verdade!
King Of The Blues Guitar, lançado pela Atlantic em 1969, é aquela compilação matadora que junta os singles de sucesso do Albert King na Stax com faixas do clássico Born Under a Bad Sign. É blues de Chicago com alma de Memphis, soul, funk e aquele swing que faz o corpo balançar.
Albert King manda na guitarra e na voz com seus bends impossíveis na Flying V invertida, acompanhado pela máquina da Stax: Booker T. & the M.G.’s (Donald “Duck” Dunn no baixo, Al Jackson Jr. na bateria) e os Memphis Horns soltando fogo. 
As que mais pegam são “Laundromat Blues”, com aquele groove dançante e letra cheia de malícia, o hino “Born Under a Bad Sign” e “Crosscut Saw”, pura eletricidade. O som é guitarra cortante, horns soul que dançam junto e improvisos que parecem conversa de bar.
O vinil original reuniu só os singles que bombavam nas rádios R&B; a reedição em CD trouxe tudo, incluindo o álbum completo de 1967. E olha que “I Love Lucy” é um daqueles monólogos falados do Albert, onde ele conta vantagem da guitarra que ele batizou de Lucy – puro carisma.

17 de abril de 2026

Hound Dog Taylor - Live At Florences (1981)

 

A1. Stompin'
A2. I Held My Baby Last Night
A3. Funky
A4. You Can't Sit Down
A5. Hound Dog's Blues
B1. Coming Round The Mountain
B2. Rock Me
B3. Florences' Shuffle
B4. Juke Joint Boogie
B5. Goodnight Boogie
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Hound Dog Taylor no Juke Joint de Florence’sBoogie Cru que Faz o Blues Explodir ao Vivo!
Live At Florences (1981) captura Hound Dog Taylor & The Houserockers em 1969, gravado ao vivo no lendário Florence’s Lounge de Chicago. É puro blues elétrico cru com groove boogie visceral e slide guitar alucinante – o som clássico do South Side que faz qualquer um dançar sem parar!
O power trio é imbatível: Hound Dog na guitarra e voz, Brewer Phillips na segunda guitarra incendiária e Ted Harvey na bateria pulsante. 
Destaques: “Florence’s Shuffle” e “Juke Joint Boogie” entregam improvisos soltos e ritmos hipnóticos que mandam ver; “You Can’t Sit Down” e “Stompin’” são pura energia dançante e crua. Quase tudo instrumental, com som loose, crowd noise alto e as falas curtas do Dog – atmosfera de bar lotado que gruda na alma!
Curiosidade: foi gravado numa das tardes de domingo regulares deles no Florence’s, sem mixagem ou créditos de produção – parece capta direta do amp, com vocal abafado só em “I Held My Baby Last Night”. Lançado postumamente em 1981, o encarte recicla infos da Alligator, mas o clima autêntico do Chicago blues dos anos 60 é simplesmente imbatível.

2 de março de 2026

George Smith & The Chicago Blues Band - Blues With A Feeling (A Tribute To Little Walter) 1969

 

side one
2. Can't Hold On Much Longer (3:03)
3. My Babe (2:38)
4. Juke (Instrumental) (3:12)
5. West Helena Woman (3:35)

side two
1. Tell Me Mama (2:38)
2. Last Night (2:35)
3. You Better Watch Yourself (2:50)
5. Everything Gonna Be Alright (2:33)
6. Too Late
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Homenagem Harmônica: George Smith Revive Little Walter em "Blues With A Feeling"
"Blues With A Feeling (A Tribute To Little Walter)", lançado em 1969 por George "Harmonica" Smith & The Chicago Blues Band, imerge no autêntico Chicago blues, com harmonica afiada, riffs de guitarra crus e ritmos pulsantes que homenageiam o lendário Little Walter. O estilo funde blues tradicional com energia urbana, destacando a maestria de Smith na gaita.
Pontos altos: incluem faixas marcantes como o instrumental "Juke" (clássico de Walter), "My Babe" (de Willie Dixon, com groove irresistível) e "Key To The Highway", com arranjos vocais e instrumentais cheios de alma. A banda estelar conta com Smith (harmonica e vocais), Otis Spann (piano), Muddy Waters (guitarra em tracks selecionadas), Luther Johnson e Marshall Hooks (guitarras), S.P. Leary (bateria) e Lawrence "Little Sonny" Wimberly (baixo), criando um som único e orgânico.
Curiosidade: gravado em 1968, logo após a morte de Little Walter em uma briga de rua, o álbum surgiu como tributo imediato, produzido por Pete Welding e Steve LaVere no Liberty Recorders
Detalhe: reeditado em CD pela BGO em 2012 com bônus tracks featuring Lucille Spann, celebrando o legado de Smith como mentor de harmonica players como Rod Piazza.

22 de fevereiro de 2026

Evergreen Blues - 'Comin' On' 1969 (2019)

 

1. Please Take Me Now (Ken Walther, Steve Lawrence) - 4:25
2. Girl I Got Wise (Ken Walther, Steve Lawrence) - 3:08
3. Eye In The Sky (Ken Walther, Steve Lawrence) - 2:28
4. Don't Mess Up My Mind (Lou T. Josie) - 2:36
5. Funky Woman (Steve McSweyn) - 3:04
6. The Moon Is High (Ken Walther, Steve Lawrence) - 4:24
7. W.L.A. (Ken Walther, Steve Lawrence) - 3:45
8. Try A Little Tenderness (Harry Woods, James Campbell, Reginald Connelly) - 4:08
9. Quickest Way Out (Sam Lombardo, Tom Bray) - 3:18
10.Bring It On Back (Lou T. Josie) - 2:43
11.Another Night (Ken Walther, Steve Lawrence) - 4:57
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Evergreen Blues em 'Comin' On' (1969, Remaster 2019)

"Comin' On", o segundo álbum da Evergreen Blues, banda icônica do East LA que capturou a essência do Eastside Sound nos anos 60. Lançado originalmente em 1969 pela ABC Records, este disco é uma explosão de blue-eyed soul funky, com influências de blues psicodélico e brass rock vigoroso, impulsionado por órgãos pulsantes, saxofones e trombones que dão um punch irresistível. 
Destaques: incluem a energética "Please Take Me Now", com apelo comercial e groove contagiante, e o cover soulful de "Try a Little Tenderness" (de Otis Redding), interpretado com alma por Manny Esparza nos vocais – antes mesmo do hit do Three Dog Night.
Formação: talentos como Hank Barrio (guitarra), Joe McSweyn (baixo), Sam Lombardo (bateria) e Steve Lawrence (teclados e sax), a banda misturava R&B cru com toques pop, refletindo a efervescência da cena latina de Los Angeles. 
Curiosidade: Gravado no American Studios, com engenheiro Richard Podolar em algumas faixas, especula-se que isso inspirou o Three Dog Night a gravar a mesma canção, virando megahit. Outro detalhe fascinante: Aos 17 anos, o grupo já excursionava nacionalmente em limos e aviões privados, compartilhando palcos com lendas como Chuck Berry. A remasterização coreana de 2019, em mini-LP deluxe,