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6 de junho de 2026

Old Gray Mule - Have Mercy 2019

 

1. Skinny Woman (3:41)
2. Ain't You Sorry (3:41)
3. Don't You Mind (2:43)
4. Alice Mae (3:01)
5. All Night Long (4:15)
6. Have Mercy (5:54)
7. Kimbro Style (3:44)
8. Edge Of My Head (3:51)
9. Stop Playin' (4:57)
10. Ass Of Fire (3:28)
11. Front Porch (2:06)
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Blues que pede mercy e entrega groove sem dó!
Se você curte aquele blues cru, repetitivo e dançante que vem direto do Mississippi Hill Country, para tudo e bota Have Mercy do Old Gray Mule pra rodar. Lançado em 2014 pelo selo indie Cash Munkey Records de Nova Orleans, o disco é puro veneno elétrico: ritmo hipnótico, guitarra incansável e aquela energia que faz o corpo mexer.
O coração do som vem do duo texano: CR Humphrey na guitarra, baixo e vocais, e JJ Wilburn na bateria e vocais. Eles contam com convidados de peso – Dom Turner dos Backsliders na slide de “Front Porch” e o lendário Buckwheat Zydeco no acordeom de “Stop Playin’”. As que mais grudam são a abrindo “Skinny Woman” (relentless e dançante), o título “Have Mercy” (lento, trippy e profundo com slide atmosférico) e “Ass On Fire” (explosão zydeco com frottoir e festa total). O clima é cru, com repetições que hipnotizam, improvisos que contam história e aquela fusão que mistura hill country com toques de Nova Orleans sem perder a raiz.
Curiosidade: o disco foi gravado entre janeiro e junho de 2014 em estúdios de Nova Orleans, com o Dom Turner passando por lá de visita e entrando na faixa depois de rolê regado a tequila no Wangaratta Jazz Festival de 2013. Além do Buckwheat Zydeco, eles soltaram ao mesmo tempo o companheiro Hump Night 55, tudo no mesmo fôlego de gravação.

8 de março de 2026

Emma King – The Sun and the Blues (2019)

 

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Emma King: O Sol que Incendeia o Blues!
Emma King, a talentosa cantora e compositora britânica de Hull, radicada no Tennessee por mais de seis anos, lança em "The Sun and the Blues" (2019) um EP de quatro faixas que funde blues roots com toques de Americana, soul torch e bluegrass, capturando a essência crua do Sul americano. Gravado ao vivo em takes completos para fita analógica, o disco divide-se em lados: o raw e autêntico de Memphis em Sun Studio, e o polido de Nashville na House of Blues. 
Destaques: "All the Other Fools", uma torch song melancólica com piano honky-tonk e guitarra dreamy, e "Break the Mould", com sax sleazy e baixo funky, evocando Nikka Costa. "Rollin’ In" traz hedonismo sombrio, enquanto "Wild Things" explode em um hoedown bluegrass com batida marcial.
Curiosidade: Inspirado nas diferenças vibrantes entre Memphis e Nashville – conectadas pela I-40 –, as faixas foram coescritas com Ritch Spence durante viagens pelos EUA, regravando favoritas dos fãs para enfatizar o "vibe" único de cada estúdio, priorizando energia sobre perfeição. 
Detalhe: Produzido por Matt Ross-Spang (Sun) e Jake Nicely (House of Blues), o EP em vinil 10" celebra a magia analógica de lendas como Elvis e Cash, alcançando um som orgânico e palpável que respira autenticidade.

3 de março de 2026

Tom Waits Tribute - Come On Up To The House: Women Sing Waits 2019

 

01. Joseph - "Come On Up To The House"
02. Aimee Mann - "Hold On"
03. Phoebe Bridgers - "Georgia Lee"
04. Shelby Lynne & Allison Moorer - "Ol' 55"
05. Angie McMahon - "Take It With Me"
06. Corinne Bailey Rae - "Jersey Girl"
07. Patty Griffin - "Ruby's Arms"
08. Rosanne Cash - "Time"
09. Kat Edmonson - "You Can Never Hold Back Spring"
10. Iris Dement - "House Where Nobody Lives"
11. Courtney Marie Andrews - "Downtown Train"
12. The Wild Reeds - "Tom Traubert's Blues"
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Mulheres no Blues Poético: "Come On Up To The House: Women Sing Waits" (2019)
Lançado em novembro de 2019 pela Dualtone, "Come On Up To The House: Women Sing Waits" reinventa clássicos do cantor com vozes femininas em estilos folk, indie e Americana, destacando a fragilidade lírica e melódica das canções originais. As interpretações suaves contrastam com o tom rouco de Waits, criando arranjos intimistas e cheios de alma.
Destaques: incluem Phoebe Bridgers em "Georgia Lee" (balada etérea e comovente), Aimee Mann em "Hold On" (intensa e reflexiva), Rosanne Cash em "Time" (poética e atemporal), e Patty Griffin em "Ruby's Arms" (cheia de emoção crua). O elenco estelar conta com Joseph, Shelby Lynne & Allison Moorer, Angie McMahon, Corinne Bailey Rae, Kat Edmonson, Iris DeMent, Courtney Marie Andrews e The Wild Reeds, produzidas por Warren Zanes.
Curiosidade: Zanes, fã vitalício, gravou o álbum para capturar como as vozes femininas fazem as músicas "respirarem de forma diferente", inspirado na introdução de Waits por sua mãe na juventude. 
Detalhe fascinante: o tributo celebra os 70 anos de Waits (7 de dezembro de 1949), seguindo reedições de seus álbuns dos anos 70, revivendo seu legado para novas gerações.

22 de fevereiro de 2026

Evergreen Blues - 'Comin' On' 1969 (2019)

 

1. Please Take Me Now (Ken Walther, Steve Lawrence) - 4:25
2. Girl I Got Wise (Ken Walther, Steve Lawrence) - 3:08
3. Eye In The Sky (Ken Walther, Steve Lawrence) - 2:28
4. Don't Mess Up My Mind (Lou T. Josie) - 2:36
5. Funky Woman (Steve McSweyn) - 3:04
6. The Moon Is High (Ken Walther, Steve Lawrence) - 4:24
7. W.L.A. (Ken Walther, Steve Lawrence) - 3:45
8. Try A Little Tenderness (Harry Woods, James Campbell, Reginald Connelly) - 4:08
9. Quickest Way Out (Sam Lombardo, Tom Bray) - 3:18
10.Bring It On Back (Lou T. Josie) - 2:43
11.Another Night (Ken Walther, Steve Lawrence) - 4:57
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Evergreen Blues em 'Comin' On' (1969, Remaster 2019)

"Comin' On", o segundo álbum da Evergreen Blues, banda icônica do East LA que capturou a essência do Eastside Sound nos anos 60. Lançado originalmente em 1969 pela ABC Records, este disco é uma explosão de blue-eyed soul funky, com influências de blues psicodélico e brass rock vigoroso, impulsionado por órgãos pulsantes, saxofones e trombones que dão um punch irresistível. 
Destaques: incluem a energética "Please Take Me Now", com apelo comercial e groove contagiante, e o cover soulful de "Try a Little Tenderness" (de Otis Redding), interpretado com alma por Manny Esparza nos vocais – antes mesmo do hit do Three Dog Night.
Formação: talentos como Hank Barrio (guitarra), Joe McSweyn (baixo), Sam Lombardo (bateria) e Steve Lawrence (teclados e sax), a banda misturava R&B cru com toques pop, refletindo a efervescência da cena latina de Los Angeles. 
Curiosidade: Gravado no American Studios, com engenheiro Richard Podolar em algumas faixas, especula-se que isso inspirou o Three Dog Night a gravar a mesma canção, virando megahit. Outro detalhe fascinante: Aos 17 anos, o grupo já excursionava nacionalmente em limos e aviões privados, compartilhando palcos com lendas como Chuck Berry. A remasterização coreana de 2019, em mini-LP deluxe,