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27 de janeiro de 2026

Roky Erickson - All That May Do My Rhyme 1995

 

1. I'm Gonna Free Her (3:03)
2. Starry Eyes (3:38)
4. Please Judge (4:28)
6. We Are Never Talking (3:48)
7. For You (I'd Do Anything) (2:18)
8. For You (3:01)
9. Clear Night For Love (2:48)
10. Haunt (3:43)
11. Starry Eyes (3:14)
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O Renascimento de Roky Erickson em 'All That May Do My Rhyme'
Fãs de rock psicodélico, segurem-se: "All That May Do My Rhyme", lançado em 1995 pela Trance Syndicate, é uma joia do pioneiro Roky Erickson, ex-13th Floor Elevators. Misturando folk rock acústico com toques elétricos e etéreos, o álbum evoca uma atmosfera intimista e melancólica, perfeita para quem ama o charme cru do psicodelismo texano. Todas as faixas são de autoria de Roky, com vocais e guitarras que transbordam emoção genuína.
Destaques: "Starry Eyes" (em duas versões hipnóticas), "You Don't Love Me Yet" com sua melodia assombrosa, e "Don't Slander Me", um rock vigoroso. A banda estelar conta com Speedy Sparks no baixo, Barry "Frosty" Smith na bateria, e participações especiais como Charlie Sexton na guitarra e órgão, Paul Leary (Butthole Surfers) em guitarras variadas, e Lou Ann Barton nos vocais de "Starry Eyes". Sons únicos vêm do cello de John Hagen e da tuba de Summer Erickson, adicionando camadas sinfônicas inesperadas.
Curiosidade: Cinco faixas foram gravadas em 1984-85 e remixadas para o álbum, capturando uma fase de recuperação criativa de Roky. Outro detalhe fascinante: Nos anos 90, Roky foi redescoberto como herói cult, ganhando nova vida após décadas de esquecimento, graças a tributos como "Where the Pyramid Meets the Eye".

25 de janeiro de 2026

Marianne Faithfull – Perfect Stranger: The Island Anthology (1998)

 

CD 1
01. Broken English – 04:37
02. Witches’ Song – 04:44
03. Guilt – 05:10
05. Working Class Hero – 04:42
06. Why D’ Ya Do It? – 06:44
07. Sister Morphine – 06:07
08. Sweetheart – 03:18
09. Intrigue – 04:32
10. For Beauty’s Sake – 03:32
11. So Sad – 04:31
12. Truth, Bitter Truth – 07:23
13. The Blue Millionaire – 08:24
14. Falling From Grace – 03:54
15. Running For Our Lives – 04:44

CD 2
02. Trouble in mind (the return) – 04:23
03. Boulevard of broken dreams – 03:08
04. Yesterdays – 05:21
05. Strange weather – 04:16
06. Gloomy sunday – 03:14
07. Hello stranger – 02:31
08. As tears go by – 03:47
09. A perfect stranger – 04:49
10. Conversation on a barstool – 04:19
11. A waste of time – 05:04
12. Isolation – 03:14
13. Blazing away – 04:14
14. When I find my life – live – 03:01
15. Times Square – live – 04:38
16. Ghost dance – 03:45
17. Sleep – 03:37
18. Love in the afternoon – 03:31
19. Bored by dreams – 03:10
20. She – 03:24
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Marianne Faithfull: A Antologia Perfeita que Hipnotiza e Desafia!
Marianne Faithfull brilha em A Perfect Stranger: The Island Anthology (1998), uma compilação dupla que captura sua essência de 1979 a 1995, misturando rock alternativo, cabaret sombrio e toques psicodélicos. Com voz rouca e trágica, o álbum navega por baladas introspectivas e covers ousados, destacando a intensidade emocional que a consagrou.
Pontos altos: "Broken English", com sua fúria punk; "The Ballad of Lucy Jordan", um hino melancólico; e "Ballad of the Soldier’s Wife", de Kurt Weill, onde sua interpretação assombrada ressoa profundamente. Faixas como "Strange Weather" e "Gloomy Sunday" evocam um cabaret noir, com arranjos minimalistas e atmosfera etérea. Participações especiais, como em tributos a Weill, adicionam camadas únicas, enquanto outtakes inéditos revelam sua evolução.
Curiosidade: Muitas faixas foram resgatadas de sessões perdidas, transformando sobras em tesouros, graças à visão da Island Records. Outro detalhe fascinante: No contexto pós-punk dos anos 80, Faithfull colaborou com ícones como John Lennon (em covers como "Working Class Hero") e reinventou clássicos, influenciando gerações de artistas femininas independentes.

21 de janeiro de 2026

Eddie Subtitle And The Rocking Horse People - Kaleidoscope Eyes (2015)

 




Olhos Caleidoscópicos: A Viagem Psicodélica de Eddie Subtitle
Lançado em 2015, Kaleidoscope Eyes do Eddie Subtitle and the Rocking Horse People é uma joia do pop psicodélico que transporta os ouvintes para uma era de experimentações sonoras vibrantes. Com influências claras dos anos 60, o álbum mescla riffs de guitarra hipnóticos, melodias cativantes e letras introspectivas, criando um som único que evoca Beatles e Byrds, mas com um toque moderno e autêntico.
Destaques: "I'll Cry Tomorrow", uma balada emocionante com harmonias etéreas que se destaca pela profundidade emocional, e "Love Me Tender", uma releitura delicada do clássico de Elvis Presley, reinventada com camadas psicodélicas. Outras pérolas são "Onion Tears", que abre o disco com energia contagiante, e "Don't Bother Me", cover dos Beatles com arranjos inovadores. A banda, liderada pelo carismático Eddie Subtitle, conta com músicos talentosos de Reno, Nevada, trazendo participações especiais em backing vocals que enriquecem a textura sonora.
Curiosidade: o álbum foi gravado em um estúdio caseiro durante noites insones, inspirado por visões "caleidoscópicas" de Subtitle após maratonas de discos clássicos. Outro detalhe fascinante é seu contexto na cena indie local de 2015, quando foi eleito uma das top músicas originais pela Reno Gazette Journal, impulsionando a banda para festivais regionais.

Country Joe McDonald & The Bevis Frond: Eat Flowers & Kiss Babies 1999

 

01. I Feel Like I'm Fixin' To Die Rag  3:51
02. Here I Go Again  4:46
03. Rock Coast Blues  3:30
04. Not So Sweet Martha Lorraine  4:24
05. The Acid Commercial  0:35
06. Bass Strings  6:38
07. Who Am I?  4:42
08. Flying High  4:04
09. Rock 'N Soul Music  7:03
10. Death Sound Blues  9:09
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Revivendo o Espírito Psicodélico: Country Joe e Bevis Frond em "Eat Flowers & Kiss Babies"
Em 1999, o icônico Country Joe McDonald, lendário vocalista do Country Joe & the Fish e voz do ativismo dos anos 60, uniu forças com o gênio neo-psicodélico Nick Saloman, do The Bevis Frond, para criar o álbum Eat Flowers & Kiss Babies. Esse disco é uma explosão de rock psicodélico com toques de folk e hard rock, revivendo hinos anti-guerra com uma energia fresca e distorcida, perfeita para fãs de sons vintage com atitude moderna.
Destaques: "I Feel Like I'm Fixin' To Die Rag", com seu refrão sarcástico e solos de guitarra épicos, e a hipnótica "Death Sound Blues", que se estende por nove minutos de improviso alucinante. A faixa "Bass Strings" brilha com linhas de baixo pulsantes e camadas sonoras únicas, misturando psicodelia sessentista a uma produção lo-fi crua.
Curiosidade: o álbum foi gravado no estúdio caseiro de Saloman, no selo Woronzow, capturando uma vibe espontânea que evoca jam sessions intermináveis. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico – McDonald, veterano de protestos contra a Guerra do Vietnã, atualiza suas mensagens políticas e ecológicas, ecoando o legado de Woodstock em uma era pós-Grunge.