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5 de janeiro de 2026

The Chambers Brothers - A New Time-A New Day (1968)

 

A side
A5. Love Is All I Have (Brian Keenan)
A6. You Got the Power - To Turn Me On (Willie Chambers)

B side
B1. I Wish It Would Rain (B. Strong, N. Whitefield, R. Penzabene)
B3. No, No, No, Don't Say Good-By (Willie Chambers)
B5. A New Time - A New Day (Brian Keenan, Joseph Chambers)
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A New Time - A New Day: O Álbum que Fundiu Soul Psicodélico e Energia Revolucionária nos Anos 60!
Lançado em 8 de outubro de 1968 pela Columbia Records, A New Time - A New Day é o segundo álbum de estúdio dos The Chambers Brothers, uma explosão de psychedelic rock, soul, R&B e funk que captura a essência da era contracultural. Os irmãos afro-americanos do Mississippi, com raízes no gospel, entregam uma sonoridade vibrante com harmonias coletivas potentes, guitarras psicodélicas e ritmos funky, destacando a transição para o soul elétrico.
Faixas marcantes: o hit "I Can't Turn You Loose", cover enérgico de Otis Redding que chegou ao Top 40; a épica título "A New Time - A New Day", com 7:26 minutos de freakout R&B; e rearranjos inspirados como "Where Have All the Flowers Gone" em gospel-soul e "I Wish It Would Rain". 
Os integrantes brilham: Willie Chambers (guitarras, piano, vocais), Lester (harp, vocais), Joe (guitarras, vocais), George (baixo, vocais) e o baterista Brian Keenan, com instrumentação apertada e vocais vitais.
Curiosidade: Gravado às pressas para capitalizar o sucesso de "Time Has Come Today" do álbum anterior, foi produzido por Tim O'Brien, que co-escreveu "Satisfy You" e trouxe influências de seu grupo Flavor. No contexto histórico, o disco reflete o empoderamento negro e psicodelia de 1968, peaking no #16 da Billboard e com lançamento na África do Sul sem fotos da banda multi-racial devido ao apartheid.

11 de novembro de 2025

James Solberg – L.A. Blues 1968

 

Blues Elétrico de James Solberg em L.A. Blues (1998)
L.A. Blues, de James Solberg, é um petardo do blues rock elétrico que captura a fúria controlada de um guitarrista veterano. Aos 47 anos, Solberg – lenda de Wisconsin que aprendeu banjo e violino na infância – comanda sua banda com John Lindberg no baixo pulsante e Robb Stupka na bateria explosiva, criando um som polido, mas feroz, com vocais roucos e solos que ecoam Johnny Winter e Albert Collins.
A faixa-título "L.A. Blues" abre com risadas e moedor excêntricos, enquanto o cover de 8 minutos de "Ballad Of A Thin Man", de Bob Dylan, brota em meditação sombria e intensa. Originais como "Bubba's Boogie" e "Happy Snails" injetam groove irresistível, provando o talento de Solberg como compositor.
Gravado no aconchegante Maple Street Studio, em Eau Claire (WI), longe das luzes de L.A., o disco reflete o processo intimista de Solberg, misturado no local e masterizado em Memphis para um punch soulful. Lançado logo após a morte de Luther Allison em 1997 – parceiro de longa data e mentor –, homenageia o legado, com a banda premiada como Blues Band do Ano nos W.C. Handy Awards de 1997 e 1998.

10 de outubro de 2025

Luther Allison - Love Me Mama 1969

 


1. Why I Love The Blues
2. Little Red Rooster
3.  4:00 In The Morning (Waiting On You)
4. You Done Lost Your Good Thing (Alt)
5. Five Long Years
6. Dust My Broom
7.  Every Night About This Time
8.  Love Me Mama
9.  The Sky Is Crying
10. Help Me
11. You Done Lost Your Good Thing Now
12. Bloomington Closer
13. Little Red Rooster (Alt)
14. Walking From Door To Door
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via: hammerdani


Luther Allison em 'Love Me Mama' (1969)

Blues de Chicago com Love Me Mama, o debut avassalador de Luther Allison, gravado em 1969 pela Delmark Records. Esse disco pulsa com o som cru e visceral do West Side, onde guitarras afiadas e vocais carregados de alma se fundem em ritmos hipnóticos, ecoando a vitalidade da cena blueseira da época.
"Little Red Rooster" explode com fúria primal, "The Sky Is Crying" chora lágrimas de gênio, e as faixas bônus como "You Done Lost Your Good Thing (Alt)" revelam improvisos selvagens. O fechamento em "Bloomington Closer" é puro êxtase sonoro.
Curiosidade: capturado em apenas dois dias intensos, nos dias 24 e 25 de junho de 1969, em Chicago, o álbum nasceu de uma energia imparável. Acompanhado por lendas como o baterista Fred Below e o guitarrista Jimmy "Fast Fingers" Dawkins, ele superou em vendas qualquer estreia na Delmark, marcando Allison como uma força irresistível no blues pré-Woodstock.

7 de setembro de 2025

Magic Sam - Live At The Avant Garde! (1968/2013)

 

1. San-Ho-Zay
2. Don't Want No Woman
3. I Need You So Bad
4. Feelin' Good
5. It's All Your Fault Baby
6. You Belong to Me
7. Bad Luck Blues
8. Come on in This House
9. Hoochie Coochie Man
10. Still a Fool
11. That's All I Need
12. All Your Love (I Miss Loving)
13. That's All Right
14. Lookin' Good
15. Everynight Everyday
16. Hully Gully Twis
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A Magia Elétrica de Magic Sam: Ao Vivo no Avant Garde!
Imagine mergulhar em 1968, um ano de rebeliões e sonhos, com Magic Sam incendiando o palco do Avant Garde em Milwaukee. Esse álbum ao vivo, gravado em 22 de junho de 1968 e lançado em 2013 pela Delmark, é uma explosão de Chicago blues elétrico – cru, soulful e hipnótico. O som de Sam é único: guitarra com tremolo vibrante, voz que corta a alma como uma lâmina afiada, misturando harmonias profundas com riffs que pulsam de energia. Acompanhado pelo baixista Big Mojo Elem e o baterista Bob Richey, o trio entrega mais de 65 minutos de puro fogo.
"San-Ho-Zay" abre com um instrumental instrumental frenético, "All Your Love (I Miss Loving)" (de Otis Rush) ganha nova vida com o toque mágico de Sam, e covers como "Hoochie Coochie Man" (Willie Dixon) e "Still a Fool" (Muddy Waters) brilham com intensidade fresca. "Lookin' Good" é um rockabilly blues greasoso que te faz dançar!
Gravado por um engenheiro amador, o estudante Jim Charne, com equipamento básico – mas o áudio é cristalino, capturando a intimidade do clube como se você estivesse lá. O Avant Garde, um café folk radical que recebia hippies e protestadores, foi fechado pela polícia meses depois, em meio à agitação social pré-Woodstock. Magic Sam, que morreu jovem aos 32, deixa aqui um testamento eterno de genialidade.

ESTRADAS INFINITAS 2024
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17 de agosto de 2025

The Dirty Blues Band Featuring Rod "Gingerman" Piazza – Stone Dirt (1968)

 

Side 1
1. Bring It On Home 2:54
2. It’s My Own Fault 5:11
3. I Can’t Quit You Baby 5:37
4. Tell Me 4:20
5. She’s The One 2:46

Side 2
1. My Babe 4:37
2. Sittin’ Down Wonderin’ 5:37
3. Six Sides 2:53
4. You’ve Got To Love Her With A Feeling 4:34
5. Gone Too Long 3:08
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"Stone Dirt": O Blues Cru e Eletrizante de 1968!
O som visceral de Stone Dirt, o segundo álbum da The Dirty Blues Band com Rod "Gingerman" Piazza, lançado em 1968 pela Bluesway Records. Este disco é uma explosão de blues rock com toques de Chicago blues, impulsionado pela gaita ardente e vocais apaixonados de Piazza. Faixas como "Bring It On Home" e "I Can’t Quit You Baby" brilham com energia crua, enquanto "She’s The One" entrega um groove contagiante. A adição de uma seção de metais, com Jimmy Forrest no sax tenor e Freddie Hill no trompete, dá um sabor único ao som. Gravado em apenas um dia, em 23 de abril de 1968, em Hollywood, o álbum captura a espontaneidade do grupo. A banda nasceu em Riverside, CA, e este disco reflete a vibrante cena blues da época, com Piazza já mostrando seu talento lendário