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29 de janeiro de 2026

Blood Sweat & Tears - House in the Country (1968)

 

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Mergulhe no Clássico 'Child Is Father to the Man'
Rock com alma jazzística! Child Is Father to the Man, estreia de 1968 do Blood, Sweat & Tears, é uma bomba criativa que funde blues psicodélico, rock, jazz e pop com uma seção de metais explosiva – trompetes, trombones e sax que elevam tudo a outro nível. Liderado pelo gênio Al Kooper (teclados, vocais e arranjos), o álbum brilha com faixas icônicas como a excêntrica "House in the Country", a soulful "I Love You More Than You'll Ever Know" e o groove intenso de "Somethin' Goin' On". Músicos estelares como Randy Brecker (trompete) e Fred Lipsius (sax) adicionam camadas sonoras únicas e inovadoras.
Curiosidade: Kooper compôs e arranjou a maioria em sessões improvisadas com o produtor John Simon, capturando o espírito livre pós-psicodélico. Detalhe histórico: Apesar das vendas baixas, o disco inspirou a era das horn bands, como Chicago, mas Kooper saiu por críticas à sua voz "quirky", abrindo espaço para o sucesso com David Clayton-Thomas.

24 de janeiro de 2026

Ike & Tina Turner - The Hunter And Outta Season 1969 e 1968 (2006)

 

1. The Hunter 06:39
2. You Don't Love Me (Yes I Know) 03:03
9. I Know 02:32
11. Mean Old World 02:26
13. Five Long Years 03:24
14. Dust My Broom 02:31
15. Grumbling 02:40
16. I'm A Motherless Child 03:30
18. Reconsider Baby 02:45
19. Honest I Do 02:25
20. Please Love Me 02:13
21. My Babe 01:53
22. Rock Me Baby 02:47
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Revivendo o Blues Explosivo: Ike & Tina Turner em "The Hunter and Outta Season"
Viagem eletrizante pelo blues cru e apaixonado com a reedição de 2006 de "The Hunter and Outta Season", álbuns icônicos de Ike & Tina Turner lançados originalmente em 1969 e 1968 pela Blue Thumb Records. Esses discos capturam o auge do revival blues dos anos 60, com um som pesado influenciado pelo Stax, cheio de guitarras afiadas e vocais incendiários de Tina.
Destaques: "The Hunter", um blues arrastado de 6 minutos que explode com energia, e "I've Been Loving You Too Long", hit que alcançou o Top 100 da Billboard. "Bold Soul Sister" e "Dust My Broom" mostram o groove irresistível, enquanto "I Am a Motherless Child" traz uma releitura espiritual comovente. Albert Collins brilha na guitarra lead, adicionando licks afiados que elevam o álbum a um patamar lendário – e rendeu a Tina sua primeira indicação solo ao Grammy!
Curiosidade: Produzido por Tina e Bob Krasnow, "Outta Season" foi gravado em sessões intensas que capturaram a essência do blues autêntico, sem overdubs excessivos. Outro detalhe fascinante: No contexto da era, esses álbuns representam a transição de Ike & Tina para um som mais roots, influenciando gerações de artistas soul e rock.

5 de janeiro de 2026

The Chambers Brothers - A New Time-A New Day (1968)

 

A side
A5. Love Is All I Have (Brian Keenan)
A6. You Got the Power - To Turn Me On (Willie Chambers)

B side
B1. I Wish It Would Rain (B. Strong, N. Whitefield, R. Penzabene)
B3. No, No, No, Don't Say Good-By (Willie Chambers)
B5. A New Time - A New Day (Brian Keenan, Joseph Chambers)
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A New Time - A New Day: O Álbum que Fundiu Soul Psicodélico e Energia Revolucionária nos Anos 60!
Lançado em 8 de outubro de 1968 pela Columbia Records, A New Time - A New Day é o segundo álbum de estúdio dos The Chambers Brothers, uma explosão de psychedelic rock, soul, R&B e funk que captura a essência da era contracultural. Os irmãos afro-americanos do Mississippi, com raízes no gospel, entregam uma sonoridade vibrante com harmonias coletivas potentes, guitarras psicodélicas e ritmos funky, destacando a transição para o soul elétrico.
Faixas marcantes: o hit "I Can't Turn You Loose", cover enérgico de Otis Redding que chegou ao Top 40; a épica título "A New Time - A New Day", com 7:26 minutos de freakout R&B; e rearranjos inspirados como "Where Have All the Flowers Gone" em gospel-soul e "I Wish It Would Rain". 
Os integrantes brilham: Willie Chambers (guitarras, piano, vocais), Lester (harp, vocais), Joe (guitarras, vocais), George (baixo, vocais) e o baterista Brian Keenan, com instrumentação apertada e vocais vitais.
Curiosidade: Gravado às pressas para capitalizar o sucesso de "Time Has Come Today" do álbum anterior, foi produzido por Tim O'Brien, que co-escreveu "Satisfy You" e trouxe influências de seu grupo Flavor. No contexto histórico, o disco reflete o empoderamento negro e psicodelia de 1968, peaking no #16 da Billboard e com lançamento na África do Sul sem fotos da banda multi-racial devido ao apartheid.

11 de novembro de 2025

James Solberg – L.A. Blues 1968

 

Blues Elétrico de James Solberg em L.A. Blues (1998)
L.A. Blues, de James Solberg, é um petardo do blues rock elétrico que captura a fúria controlada de um guitarrista veterano. Aos 47 anos, Solberg – lenda de Wisconsin que aprendeu banjo e violino na infância – comanda sua banda com John Lindberg no baixo pulsante e Robb Stupka na bateria explosiva, criando um som polido, mas feroz, com vocais roucos e solos que ecoam Johnny Winter e Albert Collins.
A faixa-título "L.A. Blues" abre com risadas e moedor excêntricos, enquanto o cover de 8 minutos de "Ballad Of A Thin Man", de Bob Dylan, brota em meditação sombria e intensa. Originais como "Bubba's Boogie" e "Happy Snails" injetam groove irresistível, provando o talento de Solberg como compositor.
Gravado no aconchegante Maple Street Studio, em Eau Claire (WI), longe das luzes de L.A., o disco reflete o processo intimista de Solberg, misturado no local e masterizado em Memphis para um punch soulful. Lançado logo após a morte de Luther Allison em 1997 – parceiro de longa data e mentor –, homenageia o legado, com a banda premiada como Blues Band do Ano nos W.C. Handy Awards de 1997 e 1998.