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11 de maio de 2026

Ölveti Blues Band - Pocsolyába Léptem (1997)

 

01. Százezer éves
02. Gyönyörű napok
03. Séta a városban I.
04. Séta a városban II.
05. Sok kis koldus
06. Pocsolyába léptem
07. Voltam keleten
08. Jim Beam
09. Nem jó
10. Kit érdekel
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Ölveti Blues Band: Pocsolyába LéptemO Blues Húngaro que Molha o Sapato e Balança a Alma!
Em 1997, a Ölveti Blues Band soltou Pocsolyába Léptem, um disco de blues elétrico moderno com pegada rhythm & blues e letras 100% húngaras. Gravado com alma de rua e groove de bar, o álbum é cru, dançante e cheio de energia, como se o blues tivesse nascido nas calçadas de Amsterdã e voltado pra casa em Debrecen.
Formação: Ölveti László nos vocais principais, Boros György e Bujdosó András nas guitarras e vocais de apoio, Pércsi Sándor no baixo, Mező Orbán na bateria, mais Dorogi Barbara nos vocais de apoio, Kovács Lajos na gaita, Jéger Attila no sax e teclados e Szabó Attila nas congas. 
Destaques: “Pocsolyába léptem”, o balanço de “Nem jó” e o swing de “Kit érdekel”. O som é puro blues elétrico: guitarras afiadas, gaita chorosa, sax que colore e percussão quente que faz o corpo mexer.
Curiosidade: a banda nasceu em 1989 em Amsterdã, depois de anos tocando nas ruas e pubs da Europa Ocidental, e o disco saiu após várias sessões de estúdio que nunca foram divulgadas publicamente. E o melhor: a faixa título virou um verdadeiro hino do blues húngaro, regravada por Takáts Tamás DBB e imortalizada como clássico nacional – Boros György, um dos fundadores, foi o compositor dela.

31 de março de 2026

Junior Kimbrough - Most Things Haven't Worked Out 1997

 

1. Lonesome Road 3:37
2. I'm In Love 8:36
3. Everywhere I Go 4:47
4. Burn In Hell 7:41
5. Most Things Haven't Worked Out 6:04
6. Leave Her Alone 7:25
7. I Love Ya Baby 6:52
8. I'm Leaving You Baby 3:25

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Quando Tudo Não Deu Certo: O Blues Hipnótico e Imortal de Junior Kimbrough!
Lançado em 1997 pela Fat Possum Records, Most Things Haven't Worked Out é o terceiro álbum de Junior Kimbrough para o selo e o último gravado em vida — ele faleceu em 1998 aos 67 anos. O rei do hill country blues de Mississippi entrega aqui um som cru, elétrico e profundamente hipnótico: grooves repetitivos e trance-like, guitarra droning pesada, voz soulful e uma intensidade que parece vir direto do Delta.
Com Kenny Brown na segunda guitarra, Garry Burnside no baixo e Kenny Malone na bateria, o disco explode em faixas marcantes como a abertura “Lonesome Road”, a épica “I’m In Love” (8:36 de puro transe), o pesado “Burn In Hell” e a instrumental funky da faixa-título. Tudo com duração generosa e uma energia que não solta o ouvinte.
Curiosidade: três faixas foram gravadas ao vivo no próprio juke joint de Junior em Chulahoma, Mississippi, e ele ordenou que os erros e notas erradas fossem mantidos na mixagem final — pura autenticidade crua! Um clássico do blues norte-mississippiano que ainda soa revolucionário.

17 de janeiro de 2026

Big Joe Duskin - Don't Mess With The Boogie Man 1988

 

Don't Mess With The Boogie Man
Down On My Bended Knees
Big Joe's Boogie Prayer
Oodle Addle
Mean And Evil
Dirty Rat Swing
Cuban Sugar Mill
Call My Job
Keep It To Yourself
Low Down Dog
C. C. Rider
So Long
Boogie Woogie On St. Louis Blues
Ida B
Yancey Special
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spotify / via: verylastofadyingbreed

Big Joe Duskin: Não Mexa com o Rei do Boogie!
"Don't Mess With The Boogie Man", o álbum de 1988 de Big Joe Duskin, relançado em CD em 1997 pela Indigo Recordings com faixas bônus. Essa obra-prima do boogie-woogie e blues piano irradia energia crua, com ritmos dançantes e vocais potentes que homenageiam lendas como Albert Ammons e Pete Johnson.
O estilo é puro boogie clássico, misturando piano vigoroso a swings animados, ideal para fãs de blues autêntico. 
Destaques: "Don't Mess With The Boogie Man", a espiritual "Big Joe's Boogie Prayer" e clássicos como "Boogie Woogie On St. Louis Blues" e "Yancey Special", que brilham com a maestria de Duskin ao piano. A banda conta com feras como o baterista Mickey Waller, o guitarrista e produtor Dave Peabody, e saxofonistas Paul Clarke e Alan Nicholls, criando um som rico e coeso.
Curiosidade: o álbum foi gravado em março de 1988 no Ideal Sound, em Londres, durante uma turnê britânica que culminou em uma performance de despedida no 100 Club. Outro detalhe fascinante: Duskin, veterano de Cincinnati que pausou a carreira por motivos religiosos nos anos 1950, retornou nos 1970s, e este disco captura seu auge tardio no revival do blues.

11 de novembro de 2025

James Solberg – L.A. Blues 1968

 

Blues Elétrico de James Solberg em L.A. Blues (1998)
L.A. Blues, de James Solberg, é um petardo do blues rock elétrico que captura a fúria controlada de um guitarrista veterano. Aos 47 anos, Solberg – lenda de Wisconsin que aprendeu banjo e violino na infância – comanda sua banda com John Lindberg no baixo pulsante e Robb Stupka na bateria explosiva, criando um som polido, mas feroz, com vocais roucos e solos que ecoam Johnny Winter e Albert Collins.
A faixa-título "L.A. Blues" abre com risadas e moedor excêntricos, enquanto o cover de 8 minutos de "Ballad Of A Thin Man", de Bob Dylan, brota em meditação sombria e intensa. Originais como "Bubba's Boogie" e "Happy Snails" injetam groove irresistível, provando o talento de Solberg como compositor.
Gravado no aconchegante Maple Street Studio, em Eau Claire (WI), longe das luzes de L.A., o disco reflete o processo intimista de Solberg, misturado no local e masterizado em Memphis para um punch soulful. Lançado logo após a morte de Luther Allison em 1997 – parceiro de longa data e mentor –, homenageia o legado, com a banda premiada como Blues Band do Ano nos W.C. Handy Awards de 1997 e 1998.