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5 de fevereiro de 2026

Joanne Shaw Taylor - The Dirty Truth (2014)

 

01. Mud, Honey (4:28)
02. The Dirty Truth (3:16)
03. Wicked Soul (4:19)
04. Fool In Love (4:04)
05. Wrecking Ball (3:32)
06. Tried, Tested & True (5:01)
07. Outlaw Angel (4:22)
08. Shiver & Sign (5:08)
09. Struck Down (4:29)
10. Feels Like Home (3:20)
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Blues Cru e Eletrizante: The Dirty Truth de Joanne Shaw Taylor (2014)
"The Dirty Truth", quarto álbum de estúdio da guitarrista britânica Joanne Shaw Taylor, lançado em setembro de 2014, é uma explosão de energia crua e autêntica, misturando riffs afiados, vocais rasgados e grooves intensos que ecoam influências de Hendrix e Stevie Ray Vaughan. Com produção de Jim Gaines – que trabalhou com ela em álbuns anteriores como "White Sugar" –, o disco foi gravado em maio de 2014 no Bessie Blue Studios, no Tennessee, capturando um som mais orgânico e despojado em comparação ao antecessor "Almost Always Never".
Destaques: incluem a abertura explosiva "Mud, Honey", com sua pegada funky; a título "The Dirty Truth", cheia de atitude; e "Shiver & Sigh", coescrita com Kevin Bowe, que traz solos hipnóticos. A banda conta com David Smith no baixo, Steve Potts na bateria e Rick Steff nos teclados, formando um time coeso que eleva o talento de Taylor na guitarra e vocais.
Curiosidade: várias faixas, como "Feels Like Home" e "Mud, Honey", foram compostas anos antes e resgatadas para este álbum, dando um ar de "verdade suja" pessoal. Outro detalhe: foi o primeiro lançamento no selo próprio dela, Axehouse Music, e marcou sua estreia no Top 40 das paradas britânicas, consolidando-a no revival blues dos anos 2010.

22 de dezembro de 2025

Eric Clapton - Happy Xmas (2018)

 


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spotify / via: lossless

Eric Clapton Traz o Blues em Happy Xmas (2018)
Slowhand resolveu presentear o mundo com seu primeiro álbum natalino aos 73 anos – e o resultado é Happy Xmas, um disco onde o blues abraça o Natal com alma e distorção deliciosa.Aqui, “White Christmas” ganha slide guitar choroso, “Jingle Bells” vira um shuffle irresistível de quase 6 minutos, e “Merry Christmas Baby” soa como se Charles Brown tivesse nascido em Surrey. Tem ainda a original “For Love On Christmas Day” (reggae-blues puro Clapton) e uma “Silent Night” instrumental que dói de tão bonita.Produzido pelo próprio Eric com Simon Climie, o disco mistura arranjos clássicos com aquele toque cremoso de Stratocaster e vocais roucos cheios de emoção.
Curiosidade: Clapton desenhou pessoalmente a capa – um boneco de neve com cara de poucos amigos e chapéu-coco, inspirado em sua paixão por quadrinhos!
Detalhe: A versão de “Away In A Manger” inclui trechos de “Once In Royal David’s City” costurados de forma genial, algo que nem os puristas esperavam.

6 de dezembro de 2025

Peter Green - White Sky (1981)

 

01. Time For Me To Go (3:55)
02. Shining Star (3:10)
03. The Clown (6:06)
04. White Sky (Love That Evil Woman) (8:50)
05. It's Gonna Be Me (3:36)
06. Born On The Wild Side (3:02)
07. Fallin' Apart (3:54)
08. Indian Lover (3:36)
09. Just Another Guy (6:06)
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Peter Green Volta das Cinzas com “White Sky” (1982)
Após quase uma década afastado por problemas mentais e drogas, o fundador do Fleetwood Mac original retornou com este disco intenso e pessoal. Blues-rock cru, psicodelia suave e aquele tom de guitarra inconfundível – menos veloz, mais profundo.
  • Estilo: Blues britânico misturado com hard rock leve, toques indianos e clima quase espiritual.
  • Faixas que marcam:
    • “White Sky (Love That Evil Woman)” – épico de quase 9 minutos com solo hipnótico.
    • “The Clown” – balada dolorosa e atmosférica.
    • “Shining Star” e “Born On The Wild Side” – energia renovada e refrões grudentos.
  • Banda: Peter Green (guitarra/voz), Ronnie Johnson (guitarra), Larry Steele (baixo), Reg Isidore (bateria) e o irmão Mike Green nos teclados/percussão.
  • Curiosidade: Gravado em apenas 10 dias nos estúdios Surrey, com produção do próprio Peter – tudo ao vivo, quase sem overdubs.
  • Contexto histórico: Primeiro álbum completo após o colapso psicológico de 1971; marcou o lento (e corajoso) regresso de um dos maiores guitarristas britânicos de todos os tempos.
Um disco subestimado, mas essencial para quem entende que o verdadeiro blues também pode ser cura.