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19 de fevereiro de 2026

Wild Horses – Standing Our Ground: Complete Recordings 1978-1981 (2026)

 

Disco 1
1. Reservation
2. Face Down
3. Blackmail
4. Flyaway
5. Dealer
7. No Strings Attached
8. Criminal Tendencies
9. Nights on the Town
10. Woman
11. Reservation
12. Face Down
13. Blackmail
14. Dealer
15. Street Girl
16. No Strings Attached
17. Criminal Tendencies
18. Woman
19. Street Girl (Alternative Take)
20. The Rapist (B-Side Criminal Tendencies)

Disco 2
1. I'll Give You Love
2. In the City
3. Another Lover
4. Back in the U.S.A
5. Stand Your Ground
6. The Axe
8. Precious
9. New York City
10. Stake Out
11. In the City
12. Back in the U.S.A
13. Miami Justice
14. Precious
15. Stake Out
16. Because I Care
17. The Stash

Disco 3
1. The Rapist (Single B-Side)
2. Reservation (Rough Mix)
2. Top Mod (Demo)
4. Blackmail (Demo)
5. Flyaway (Early Demo Acoustic Philip Lynott Vocal)
6. Flyaway (Dumptown)
7. Dealer (Demo, Neil Carter Vocal)
8. Street Girl (Rough Mix)
9. Nights on the Town (Demo)
10. Woman (Rough Mix)
11. The Rapist (Demo)
12. Retribution (Demo)
13. Breathe on Me (Demo) 2025 Remix
14. Reservation (Alternative Take)
15. No Strings Attached (Acoustic)
16. Top Mod (Alternative Version of Face Down)

Disco 4
1. The Kid (B-Side)
2. Rocky Mountain Way (Live B-Side)
3. Saturday Night (Live B-Side)
4. Everlasting Love (Single)
5. In the City (Demo)
6. Another Lover (Demo)
7. Stand Your Ground (Demo)
8. The Axe (Demo)
9. Stake Out (Demo)
10. Because I Care (Demo)
11. Are You Ready (Demo, Neil Carter Vocal)
12. Back in the U.S.A. (Demo, Neil Carter Vocal)
13. The Kid (Demo, Neil Carter Vocal)

Disco 5
1. The Dealer
2. The Rapist
3. Woman
4. One Call a Week
5. Breathe on Me
6. Nights on the Town
7. Retribution
8. Saturday Night
9. Rocky Mountain Way
10. Rocky Mountain Way

Disco 6
1. Intro
2. Dealer
3. Blackmail
4. No Strings Attached
5. Criminal Tendencies
6. The Stash
7. Flyaway
8. Street Girl
9. Face Down
10. New York City
11. Reservation
12. The Kid
13. The Rapist
14. Going Down
15. I'll Give You Love
16. Saturday Night
17. Rock Me Baby
.

Wild Horses em GalopeA Coleção Explosiva que Revive o Hard Rock dos Anos 80!
Standing Our Ground: Complete Recordings 1978-1981, a caixa de 6 CDs lançada pela Cherry Red em fevereiro de 2026! Essa antologia captura o som cru e cativante da supergroup britânica, misturando riffs pesados, hooks pop e influências do NWOBHM, com guitarras flamejantes e grooves intensos que ecoam Thin Lizzy e Rainbow.
Formada por Brian Robertson (guitarra, ex-Thin Lizzy) e Jimmy Bain (baixo, ex-Rainbow), ao lado de Clive Edwards (bateria) e Neil Carter (multi-instrumentos, substituído por John Lockton no segundo álbum), a banda brilha em faixas como "Street Girl" (com melodia beatlesca), "Miami Justice" (baixo dominante) e "Blackmail" (swagger bluesy). Participações especiais incluem Phil Lynott em um demo vocal e Gary Moore em solos convidados, adicionando camadas lendárias.
Curiosidade: o primeiro álbum foi produzido por Trevor Rabin (Yes), que infundiu um brilho pop sofisticado às gravações, equilibrando energia crua com produção polida. No contexto histórico, o grupo emergiu na efervescente cena NWOBHM, mas durou pouco, dissolvendo-se em 1982 – tornando essa coleção remasterizada, com remixes de 2025.

31 de dezembro de 2025

Almir Sater - 1981

 

    Lado A

2- Canta viola (Almir Sater)
3- Semente (Almir Sater – Paulo Simões)
4- O carrapicho e a pimenta (Almir Sater – Paulo Klein)
5- Flor do campo (Almir Sater)

Lado B
1- Aqui agora crianças (Paulo Simões – Geraldo Roca)
2- Velhos amigos (Paulo Simões)
3- Luz da fé (Almir Sater – Paulo Klein)
4- Bicho preguiça (Almir Sater – Paulo Klein)
5- No quintal de casa (Almir Sater)
.

Almir Sater 1981
Em pleno 1981, quando o Brasil inteiro ouvia Police, Men at Work e rock brasiliense, um rapaz de 24 anos de Campo Grande lançou um disco que parecia vir de outro planeta – e mudou tudo. Este é o primeiro álbum solo de Almir Sater, gravado pela Continental, e é simplesmente uma joia bruta.Aqui a viola caipira ganha vida nova: moderna, elétrica em alguns momentos, cheia de swing e poesia pantaneira.
Destaques: a viajante “Estradeiro”, a delicadeza de “Canta viola”, a clássica “Semente” (com Paulo Simões) e o lamento lindo de “Flor do campo” e o quase-rock rural “Bicho preguiça”.
Ponto alto: A presença sagrada do mestre Tião Carreiro, que entra como convidado especial e abençoa o discípulo com seus dedilhados históricos.
Curiosidade: Almir gravou o disco logo após largar a faculdade de Direito no Rio e voltar a mergulhar na viola com Tião. Em plena era disco e BRock, ele teve a coragem de chegar em São Paulo com um instrumento “caipira” e mostrar que dava para ser rural e contemporâneo ao mesmo tempo. 

6 de dezembro de 2025

Peter Green - White Sky (1981)

 

01. Time For Me To Go (3:55)
02. Shining Star (3:10)
03. The Clown (6:06)
04. White Sky (Love That Evil Woman) (8:50)
05. It's Gonna Be Me (3:36)
06. Born On The Wild Side (3:02)
07. Fallin' Apart (3:54)
08. Indian Lover (3:36)
09. Just Another Guy (6:06)
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spotify / via: lossless

Peter Green Volta das Cinzas com “White Sky” (1982)
Após quase uma década afastado por problemas mentais e drogas, o fundador do Fleetwood Mac original retornou com este disco intenso e pessoal. Blues-rock cru, psicodelia suave e aquele tom de guitarra inconfundível – menos veloz, mais profundo.
  • Estilo: Blues britânico misturado com hard rock leve, toques indianos e clima quase espiritual.
  • Faixas que marcam:
    • “White Sky (Love That Evil Woman)” – épico de quase 9 minutos com solo hipnótico.
    • “The Clown” – balada dolorosa e atmosférica.
    • “Shining Star” e “Born On The Wild Side” – energia renovada e refrões grudentos.
  • Banda: Peter Green (guitarra/voz), Ronnie Johnson (guitarra), Larry Steele (baixo), Reg Isidore (bateria) e o irmão Mike Green nos teclados/percussão.
  • Curiosidade: Gravado em apenas 10 dias nos estúdios Surrey, com produção do próprio Peter – tudo ao vivo, quase sem overdubs.
  • Contexto histórico: Primeiro álbum completo após o colapso psicológico de 1971; marcou o lento (e corajoso) regresso de um dos maiores guitarristas britânicos de todos os tempos.
Um disco subestimado, mas essencial para quem entende que o verdadeiro blues também pode ser cura.