Mostrando postagens com marcador hard. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador hard. Mostrar todas as postagens

6 de dezembro de 2025

Peter Green - White Sky (1981)

 

01. Time For Me To Go (3:55)
02. Shining Star (3:10)
03. The Clown (6:06)
04. White Sky (Love That Evil Woman) (8:50)
05. It's Gonna Be Me (3:36)
06. Born On The Wild Side (3:02)
07. Fallin' Apart (3:54)
08. Indian Lover (3:36)
09. Just Another Guy (6:06)
.

spotify / via: lossless

Peter Green Volta das Cinzas com “White Sky” (1982)
Após quase uma década afastado por problemas mentais e drogas, o fundador do Fleetwood Mac original retornou com este disco intenso e pessoal. Blues-rock cru, psicodelia suave e aquele tom de guitarra inconfundível – menos veloz, mais profundo.
  • Estilo: Blues britânico misturado com hard rock leve, toques indianos e clima quase espiritual.
  • Faixas que marcam:
    • “White Sky (Love That Evil Woman)” – épico de quase 9 minutos com solo hipnótico.
    • “The Clown” – balada dolorosa e atmosférica.
    • “Shining Star” e “Born On The Wild Side” – energia renovada e refrões grudentos.
  • Banda: Peter Green (guitarra/voz), Ronnie Johnson (guitarra), Larry Steele (baixo), Reg Isidore (bateria) e o irmão Mike Green nos teclados/percussão.
  • Curiosidade: Gravado em apenas 10 dias nos estúdios Surrey, com produção do próprio Peter – tudo ao vivo, quase sem overdubs.
  • Contexto histórico: Primeiro álbum completo após o colapso psicológico de 1971; marcou o lento (e corajoso) regresso de um dos maiores guitarristas britânicos de todos os tempos.
Um disco subestimado, mas essencial para quem entende que o verdadeiro blues também pode ser cura.

5 de dezembro de 2025

Bad Company - The Original Bad Company Anthology (1999)

 

CD 1
 1. Can't Get Enough (4:15)
 2. Rock Steady (3:47)
 3. Ready For Love (4:59)
 4. Bad Company (4:47)
 5. Movin' On (3:21)
 6. Seagull (4:03)
 7. Superstar Woman (5:05)
 8. Little Miss Fortune (3:53)
 11. Shooting Star (6:16)
 13. Wild Fire Woman (4:34)
 14. Easy On My soul (4:11)
 15. Whiskey Bottle (3:45)

CD 2
 1. Honey Child (3:17)
 2. Run With The Pack (5:21)
 3. Silver, Blue And Gold (5:04)
 4. Do Right By Your Woman (2:52)
 5. Burnin' Sky (5:02)
 6. Heartbeat (2:37)
 7. Too Bad (3:53)
 8. Smokin' 45 (3:32)
 10. Evil Wind (4:21)
 11. Oh Atlanta (4:09)
 12. Rhythm Machine (3:45)
 13. Untie The Knot (4:08)
 14. Downhill Ryder (4:14)
 15. Tracking Down A Runaway (3:40)
 16. Ain't It Good (3:07)
 17. Hammer Of Love (5:22)
 18. Hey, Hey (2:48)
.


Bad Company – The Original Anthology (1999): Hard Rock Clássico em Dose Dupla!
Coletânea de 1999 é a bíblia definitiva do Bad Company dos anos 70: 33 faixas remasterizadas que juntam os cinco primeiros álbuns + raridades explosivas. Puro hard rock elegante, bluesy e com refrões que grudam pra sempre!
  • Estilo: Hard rock direto na veia, com groove blues, voz rouca de Paul Rodgers e riffs cirúrgicos de Mick Ralphs.
  • Hinos eternos:
    • “Can’t Get Enough”, “Bad Company”, “Feel Like Makin’ Love”, “Shooting Star”, “Rock Steady”, “Run With The Pack” e “Rock ’n’ Roll Fantasy” – todos aqui, no auge.
    • Bonus: a versão completa de 6 minutos de “Easy On My Soul” e a inédita “Hammer Of Love”.
  • Formação lendária: Paul Rodgers (vocais), Mick Ralphs (guitarra, ex-Mott The Hoople), Boz Burrell (baixo, ex-King Crimson) e Simon Kirke (bateria, ex-Free).
  • Curiosidade: Duas faixas foram gravadas especialmente para a coletânea em 1998, com a banda reunida pela primeira vez em 15 anos!
  • Contexto histórico: Lançada quando o Bad Company original voltava aos palcos, provando que aquele som cru dos anos 70 ainda detonava arenas lotadas.
 Volume no talo e play sem parar!

28 de novembro de 2025

Gary Moore - Live From London (2020)

 

Gary Moore em Chamas Puras: Live From London Chega Finalmente!
 
O álbum póstumo Live From London (2020) registra o lendário guitarrista irlandês Gary Moore em uma noite inesquecível de 2 de dezembro de 2009, na Islington Academy, em Londres – um dos seus últimos grandes shows de blues.
 
Estilo musical: blues-rock elétrico cru, intenso e altamente emocional, com longos solos carregados de feeling e uma pegada quase hard rock em vários momentos.
 
Faixas marcantes:
  • “Oh, Pretty Woman” (abertura explosiva)
  • “Still Got the Blues” (emocionante como sempre)
  • “I Love You More Than You'll Ever Know” (quase 12 minutos de puro drama)
  • “Parisienne Walkways” (fechamento mágico e definitivo)
Banda e características sonoras: Darrin Mooney (bateria), Pete Rees (baixo) e Vic Martin (teclados) formam um quarteto compacto e implacável. O som é 100% analógico, quente, com a guitarra de Moore em primeiro plano – cheia de overdrive, sustain infinito e aquele timbre inconfundível de Les Paul + Marshall.
 
Curiosidade da gravação: o show foi gravado profissionalmente em multitrack, mas ficou engavetado por 10 anos até ser resgatado e mixado para lançamento póstumo.
 
Detalhe histórico: registrado apenas 14 meses antes da morte súbita de Gary Moore em fevereiro de 2011, esse é um dos últimos documentos ao vivo do guitarrista em sua fase mais blueseira .