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31 de janeiro de 2026

Gary Moore – Run For Cover 1985

 

01. Run for Cover
02. Reach for the Sky
04. Empty Rooms (Short Version)
05. Out of My System
07 Nothing to Lose
08 Once in a Lifetime
09 All Messed Up
10 Listen to Your Heartbeat
11 Still in Love With You
12 Stop Messin' Around (Live)
13 Murder in the Skies
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Gary Moore: Correndo para a Glória com "Run For Cover"
O álbum Run For Cover, lançado por Gary Moore em 1985, é uma explosão de hard rock melódico com toques de blues elétrico que define os anos 80! Misturando riffs afiados de guitarra, teclados épicos e vocais soulful, o disco transita do blues roots de Moore para um som mais acessível e radiofônico, perfeito para arenas lotadas.
Destaques: "Out in the Fields", um dueto explosivo com Phil Lynott que atingiu o top 5 nas paradas , "Empty Rooms" (versão curta regravada, que chegou ao No. 23 no UK ) e "Military Man", com Lynott nos vocais principais. A banda estelar conta com Glenn Hughes (Deep Purple) nos vocais e baixo em várias faixas, Don Airey (teclados) e Paul Thompson (bateria), criando um som rico e dinâmico com baterias eletrônicas inovadoras.
Curiosidade: O álbum marcou uma das últimas gravações de Phil Lynott, que faleceu em 1986, tornando as colaborações com Moore um testamento emocionante à amizade deles . Outro detalhe fascinante: Considerado o breakthrough de Moore na carreira solo, ele pavimentou o caminho para seu sucesso global, influenciando gerações de guitarristas .

30 de janeiro de 2026

Pappo’s Blues — Pappo’s Blues 1971

 

01. Algo Ha Cambiado — 4:21
02. El Viejo — 2:39
03. Hansen — 3:45
04. Gris Y Amarillo — 4:35
05. Adiós Willy — 1:39
06. El Hombre Suburbano — 2:17
07. Especies — 4:26
08. Adonde Está La Libertad — 8:43
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Explosão de Blues Argentino: Pappo's Blues 1971
Em 1971, o rock argentino ganhou uma injeção de adrenalina com o álbum de estreia autointitulado de Pappo's Blues, também conhecido como Volume One. Liderado pelo lendário guitarrista Norberto "Pappo" Napolitano, o trio entrega um blues-rock pesado e psicodélico, misturando riffs agressivos, melodias sujas e uma energia crua que influenciou gerações. Com Pappo na guitarra, vocais e piano, David Lebón no baixo e Black Amaya na bateria, o disco é um marco do hard rock sul-americano.
Destaques: "Algo Ha Cambiado", um opener ácido e eletrizante, "El Viejo" com sua pegada suburbana, e a épica "Adonde Está La Libertad", com mais de oito minutos de improviso hipnótico. A sonoridade única vem da versatilidade de Pappo, flertando com tons melódicos e distorcidos.
Curiosidade: O álbum foi gravado rapidamente nos estúdios da RCA em Buenos Aires, capturando a essência ao vivo do trio, sem overdubs excessivos, o que realça sua autenticidade blueseira. No contexto histórico, surgiu em meio à efervescência do rock nacional argentino, pós-ditadura inicial, pavimentando o caminho para bandas como Manal e Los Gatos.

21 de janeiro de 2026

Country Joe McDonald & The Bevis Frond: Eat Flowers & Kiss Babies 1999

 

01. I Feel Like I'm Fixin' To Die Rag  3:51
02. Here I Go Again  4:46
03. Rock Coast Blues  3:30
04. Not So Sweet Martha Lorraine  4:24
05. The Acid Commercial  0:35
06. Bass Strings  6:38
07. Who Am I?  4:42
08. Flying High  4:04
09. Rock 'N Soul Music  7:03
10. Death Sound Blues  9:09
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Revivendo o Espírito Psicodélico: Country Joe e Bevis Frond em "Eat Flowers & Kiss Babies"
Em 1999, o icônico Country Joe McDonald, lendário vocalista do Country Joe & the Fish e voz do ativismo dos anos 60, uniu forças com o gênio neo-psicodélico Nick Saloman, do The Bevis Frond, para criar o álbum Eat Flowers & Kiss Babies. Esse disco é uma explosão de rock psicodélico com toques de folk e hard rock, revivendo hinos anti-guerra com uma energia fresca e distorcida, perfeita para fãs de sons vintage com atitude moderna.
Destaques: "I Feel Like I'm Fixin' To Die Rag", com seu refrão sarcástico e solos de guitarra épicos, e a hipnótica "Death Sound Blues", que se estende por nove minutos de improviso alucinante. A faixa "Bass Strings" brilha com linhas de baixo pulsantes e camadas sonoras únicas, misturando psicodelia sessentista a uma produção lo-fi crua.
Curiosidade: o álbum foi gravado no estúdio caseiro de Saloman, no selo Woronzow, capturando uma vibe espontânea que evoca jam sessions intermináveis. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico – McDonald, veterano de protestos contra a Guerra do Vietnã, atualiza suas mensagens políticas e ecológicas, ecoando o legado de Woodstock em uma era pós-Grunge.

6 de dezembro de 2025

Peter Green - White Sky (1981)

 

01. Time For Me To Go (3:55)
02. Shining Star (3:10)
03. The Clown (6:06)
04. White Sky (Love That Evil Woman) (8:50)
05. It's Gonna Be Me (3:36)
06. Born On The Wild Side (3:02)
07. Fallin' Apart (3:54)
08. Indian Lover (3:36)
09. Just Another Guy (6:06)
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spotify / via: lossless

Peter Green Volta das Cinzas com “White Sky” (1982)
Após quase uma década afastado por problemas mentais e drogas, o fundador do Fleetwood Mac original retornou com este disco intenso e pessoal. Blues-rock cru, psicodelia suave e aquele tom de guitarra inconfundível – menos veloz, mais profundo.
  • Estilo: Blues britânico misturado com hard rock leve, toques indianos e clima quase espiritual.
  • Faixas que marcam:
    • “White Sky (Love That Evil Woman)” – épico de quase 9 minutos com solo hipnótico.
    • “The Clown” – balada dolorosa e atmosférica.
    • “Shining Star” e “Born On The Wild Side” – energia renovada e refrões grudentos.
  • Banda: Peter Green (guitarra/voz), Ronnie Johnson (guitarra), Larry Steele (baixo), Reg Isidore (bateria) e o irmão Mike Green nos teclados/percussão.
  • Curiosidade: Gravado em apenas 10 dias nos estúdios Surrey, com produção do próprio Peter – tudo ao vivo, quase sem overdubs.
  • Contexto histórico: Primeiro álbum completo após o colapso psicológico de 1971; marcou o lento (e corajoso) regresso de um dos maiores guitarristas britânicos de todos os tempos.
Um disco subestimado, mas essencial para quem entende que o verdadeiro blues também pode ser cura.