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8 de fevereiro de 2026

James Brown....50th Anniversary Collection 2003

 

Disco 1:
1. Please, Please, Please
2. Try Me
3. Good Good Lovin'
4. I'll Go Crazy
5. Think
6. Bewildered
7. Lost Someone
8. Night Train
9. Prisoner of Love
10. Out of Sight
12. I Got You (I Feel Good)
14. Bring It Up
15. Let Yourself Go
17. Get It Together, Pt. 1
18. There Was a Time
19. I Can't Stand Myself (When You Touch Me), Pt. 1
20. I Got the Feelin'
21. Licking Stick - Licking Stick, Pt. 1
22. Say It Loud (I'm Black and I'm Proud), Pt. 1
23. Give It Up or Turnit a Loose
24. I Don't Want Nobody to Give Me Nothing (Open Up the Door I'll Get It Myself), Pt. 1
25. The Popcorn
26. Mother Popcorn, Pt. 1
27. Ain't It Funky Now, Pt. 1

Disco 2:
1. It's a New Day, Pt. 1
2. (Get Up I Feel Like Being A) Sex Machine, Pt. 1
3. Super Bad, Pt. 1
4. Get Up, Get Into It, Get Involved, Pt. 1
5. Soul Power, Pt. 1
6. Hot Pants (She Got to Use What She Got to Get What She Wants), Pt. 1
7. Make It Funky, Pt. 1
8. I'm a Greedy Man, Pt. 1
9. Talkin' Loud and Sayin' Nothing, Pt. 1
10. There It Is, Pt. 1
11. Get on the Good Foot, Pt. 1
12. I Got Ants in My Pants, Pt. 1
13. Down and Out in New York City
14. Sexy, Sexy, Sexy
15. Doing It to Death, Pt. 1
16. The Payback, Pt. 1
17. My Thang
18. Papa Don't Take No Mess, Pt. 1
19. Funky President (People It's Bad)
29. Get Up Offa That Thing
21. Bodyheat, Pt. 1
22. It's Too Funky in Here
23. Static, Pts. 1 & 2
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James Brown: 50 Anos de Funk que Revolucionou o Mundo!
A "James Brown: The 50th Anniversary Collection", lançada em 2003 pela Polydor/Universal, é uma compilação explosiva que celebra meio século da carreira do Godfather of Soul. Com 50 faixas remasterizadas em dois CDs, o álbum traça a evolução de Brown do soul cru e R&B dos anos 1950 para o funk inovador e ritmado que definiu os anos 1960 e 1970. O estilo é puro fogo: batidas pulsantes, linhas de baixo groovy e vocais intensos que fazem o corpo se mexer inevitavelmente.
Destaques: incluem hinos eternos como "Papa's Got a Brand New Bag", que inventou o funk moderno, "I Got You (I Feel Good)" com sua energia contagiante, e "The Payback", um groove vingativo e hipnótico. Outras joias são "Sex Machine" e "Say It Loud - I'm Black And I'm Proud", com arranjos únicos que misturam metais afiados e improvisos vocais.
Curiosidade: muitas faixas foram gravadas em takes ao vivo ou com improvisações mínimas, capturando a essência performática de Brown, que dirigia sua banda como um maestro implacável durante sessões intensas.No contexto histórico, a coleção reflete o auge do movimento pelos direitos civis, com Brown como voz empoderadora da comunidade negra, ao lado de músicos lendários como Pee Wee Ellis e Fred Wesley, da banda The J.B.'s.

7 de fevereiro de 2026

Little Walter : Hate To See You Go 1968

 

Side One
1. Nobody But You
2. My Baby's Sweeter
3. Roller Coaster
4. As Long as I Have You
5. Oh Baby
6. Take Me Back
7. Everything's Going to Be Alright
8. Mellow Down Easy

Side Two
1. Hate to See You Go
2. I Got to Find My Baby
3. Everybody Needs Somebody
4. Blue Midnight
5. I Had My Fun
6. Key to the Highway
7. Blue and Lonesome
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Little Walter: Adeus Amargo ao Rei da Harmônica
Em 1968, o icônico harmônica Little Walter eternizou seu legado com Hate to See You Go, uma compilação explosiva de blues clássico que captura a essência crua do Chicago blues dos anos 50. Com seu estilo inovador de harmônica amplificada, que soa como um saxofone improvisado influenciado pelo bebop jazz, o álbum pulsa com ritmo contagiante e vocais passionais, misturando R&B e soul em faixas que definem o gênero.
Destaques: "Hate to See You Go", um lamento melancólico com groove irresistível, "Key to the Highway", cheia de swing bluesy, e "Blue and Lonesome", que exala emoção profunda. A banda The Jukes, com David e Louis Myers nas guitarras e Fred Below na bateria, traz uma coesão perfeita, sem participações especiais, mas com o brilho solo de Walter em sua harmônica cromática alternada.
Curiosidade: muitas faixas foram gravadas em sessões rápidas para a Chess Records nos anos 50, usando microfones improvisados para amplificar o som, revolucionando o blues elétrico. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico – lançado no ano de sua trágica morte aos 37 anos, após uma briga de rua, o álbum serviu como tributo póstumo, influenciando gigantes como os Rolling Stones, com quem ele excursionou em 1964.

1 de fevereiro de 2026

Dr . John : Goin' back in New Orleans 1992

 

1. Litanie Des Saints
2. Careless Love
3. My Indian Red
4. Milneburg Joys
5. I Thought I Heard Buddy Bolden say
6. Basin Street blues
7. Didn't He Ramble
8. Do You Call That A Buddy?
9. How Come My Dog Don't bark when you come 'round
10. Good Night, Irene
11. Fess Up
12. Since I Fell for you
13. I'll Be Glad when you' re Dead , you rascal you
14. Cabbage Head
15. Goin' Home Tomorrow
16. Blue Monday
17. Scald Dog
18. Goin' Back To New Orleans
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Dr. John: Mergulho nas Raízes Voodoo de New Orleans
Em 1992, o lendário pianista Dr. John, ícone do funk e blues de New Orleans, (fase meio um Clovis Bornay do rock) lançou Goin' Back to New Orleans, um álbum vibrante que celebra as tradições musicais da cidade do jazz. Misturando ritmos de R&B, blues clássico e toques de voodoo charm, o disco é uma homenagem energética às origens da música americana, com arranjos ricos em piano, metais e percussão que evocam as ruas do French Quarter.
Destaques: "Litanie Des Saints", que abre com um misticismo cativante, e "Basin Street Blues", um clássico revigorado com swing irresistível. "My Indian Red" e "Milneburg Joys" brilham com a essência do Mardi Gras, enquanto "Blue Monday" injeta funk contagiante. Dr. John conta com participações especiais de astros como os Neville Brothers, o trompetista Al Hirt e o clarinetista Pete Fountain, criando um som autêntico e colaborativo.
Uma curiosidade: o álbum foi gravado em estúdios de New Orleans, capturando improvisos ao vivo que refletem o espírito improvisado da cidade. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico — lançado pós-recessão dos anos 80, ele revitalizou o interesse pelo blues tradicional, rendendo a Dr. John um Grammy de Melhor Álbum de Blues Tradicional.

25 de janeiro de 2026

Thornetta Davis - Sunday Morning Music 1996

 

1. Cry (Danner, Davis, Durr, O’Brien, Sutton) 4:14
2. Helplesss (Danner, Davis, Durr, O’Brien, Sutton, Williams) 4:01
3. Try To Remember (Danner, Davis, Durr, O’Brien, Sutton) 4:14
4. Sunset (Danner, Davis, Durr, Johnson. O’Brien, Williams) 4:39
5. Only One (Danner, Durr, O’Brien, Sutton) 4:00
6. You Haven't Done Nothin' (Wonder) 3:22
7. Box Of Memories (Danner, Davis, Durr, O’Brien, Sutton) 4:29
8. Sunday Morning (Danner, Davis, Durr, Johnson, O’Brien) 3:35
9. The Deal (Danner, Durr, Oblander, O’Brien) 3:45
10. And I Spin (Danner, Durr, O’Brien, Sutton) 6:32
11. Come Go With Me (Danner, Davis, Durr, O’Brien) 2:43
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spotify / via: rockafu

A Alma Blues de Thornetta Davis!
Lançado em 1996 pela Sub Pop, Sunday Morning Music é o álbum de estreia solo de Thornetta Davis, a rainha do blues de Detroit. Misturando blues soulful com toques de R&B, gospel e funk, o disco destaca a voz poderosa e emotiva de Thornetta, acompanhada por uma banda afiada: Matt O'Brien no violão acústico e baixo, Mike Danner na bateria, Phil Durr na guitarra, além de backing vocals de Al Sutton, The Roses e Jeremy Williams.
Com 11 faixas, os destaques incluem o cover enérgico de "You Haven't Done Nothin'" (de Stevie Wonder), a introspectiva "Cry" e a épica "And I Spin", com solos vibrantes e arranjos ricos em piano e órgãos por Eddie Harsch (do Black Crowes) e Chris Codish. A sonoridade crua e cativante captura a essência urbana do blues dos anos 90.
Curiosidade: Gravado nos White Room Studios em Detroit e mixado majoritariamente lá, exceto duas faixas em Hartford, Connecticut, o álbum reflete a urgência criativa de uma artista emergente na cena indie. Outro detalhe: A faixa "Cry" ganhou destaque ao ser incluída em um episódio da série The Sopranos, ampliando o alcance de Thornetta para além do blues tradicional.