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29 de outubro de 2026

Valerie June - Under Cover 2022

 

1. Pink Moon - 2:24
 2. Fade Into You - 4:45
 3. Look At Miss Ohio - 3:25
 4. Godspeed - 2:49
 5. Imagine - 3:07
 6. Don’t It Make You Want To Go Home - 4:39
 7. Tonight I’ll Be Staying Here With You - 3:04
 8. Into My Arms - 4:11
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As oito versões que Valerie June escolheu para o Under Cover

Under Cover, de Valerie June, saiu em 26 de agosto de 2022 pela Fantasy Records: oito faixas, cerca de 28 minutos, folk com blues, soul e R&B. É uma coleção de covers curada pela cantora e multi-instrumentista, indicada ao Grammy.

Valerie June canta em todas. Nos créditos do Discogs aparecem Dan Iead no pedal steel e nas guitarras, Dave Sherman no piano e teclados, Jason DiMatteo no baixo e Greg Wieczorek na bateria e percussão. Ben Rice engenhou e mixou. As faixas são “Pink Moon” (Nick Drake), “Fade Into You” (Mazzy Star), “Look at Miss Ohio” (Gillian Welch), “Godspeed” (Frank Ocean), “Imagine” (John Lennon), “Don’t It Make You Want to Go Home” (Joe South), “Tonight I’ll Be Staying Here with You” (Bob Dylan) e “Into My Arms” (Nick Cave & The Bad Seeds). Resenhas do No Depression e do Folk Alley isolam “Pink Moon” com piano, “Fade Into You” com pedal steel e a leitura mais pessoal de “Godspeed”. “Tonight I’ll Be Staying Here with You” mantém o pedal steel de Nashville. “Into My Arms” fecha com piano e vocal.

Duas faixas — “Pink Moon” e “Imagine” — já tinham saído na edição deluxe digital de The Moon and Stars: Prescriptions for Dreamers. “Tonight I’ll Be Staying Here with You” existia só como Amazon Original. O restante é novo ou single anterior. O disco saiu em CD, digital e vinil pela Fantasy, com distribuição Concord. June é do Tennessee e já tinha lançado Pushin’ Against a Stone, produzido por Dan Auerbach.

Se gostou, veja também The Moon and Stars: Prescriptions for Dreamers e Pushin’ Against a Stone. Under Cover está nas plataformas desde agosto de 2022 — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



20 de outubro de 2026

Vaneese Thomas – Window to My Soul (2026)

 

1. I Still Got The Blues
3. I'm A Diamond
4. Ain't Gonna Be No None's Fool
5. Ain't No Reason (For A Man Like You)
6. That's A Woman
7. Save Me
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O disco de 2026 em que Vaneese Thomas volta ao soul-blues com a família Thomas por trás e cornetas na frente

Window to My Soul, de Vaneese Thomas, saiu em 25 de setembro de 2026 pela Overton Music: oito faixas, cerca de 32 minutos, soul-blues com gospel e R&B. A produção é de Wayne Warnecke e dela mesma. Ela canta e toca teclados.

A base tem Dave Keyes no órgão e no piano, Paul Adamy no baixo, Al Orlo na guitarra e Ross Pederson na bateria. Há seção de metais com Tim Ouinnette na trompete, Cliff Lyons no tenor, John Isley no barítono e Andy Drelles no clarinete. Rob Paparozzi entra com gaita em “Ain’t No Reason (For a Man Like You)”. Os vocais de apoio são de Kati Mac, Angela Clemmons, Jason L. Terry e Emily Bendiger. As resenhas isolam a abertura “I Still Got the Blues”, a balada “Every Moment Is a Lifetime”, “I’m a Diamond”, “Ain’t Gonna Be No One’s Fool” e o encerramento gospel “Save Me”, além de “Livin’ with a Lie”. Thomas escreveu ou coescreveu quase tudo, menos “I’m a Diamond”.

Ela é filha de Rufus Thomas, irmã de Carla Thomas e de Marvell Thomas. O primeiro álbum solo saiu em 1987; o segundo, When My Back’s Against the Wall, em 1998. Blues for My Father, de 2013, rendeu indicações ao Blues Music Award. Ela fez backing para Bob James, Joe Cocker, Sting, Stevie Wonder, Michael Jackson e outros. Este disco foi gravado na área de Nova York e saiu em setembro de 2026.

Se gostou, veja também Blues for My Father e Stories in Blue. Window to My Soul está nas plataformas desde setembro — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



9 de outubro de 2026

Dave Widow and the Line Up - Waiting for the World to End 2012

 

 1. Bluesman - 5:15
 2. Long Gone - 4:03
 3. Leave a Piece of Me - 4:21
 4. Piss You Off - 4:18
 5. Baby Wants to Rock - 4:24
 6. Reach Out - 4:18
 7. Nothin' On You - 3:44
 8. Wait On Love - 4:01
 9. Don't Press Send - 4:35
10. I Look for Things Like That - 4:42
11. Picture of You - 2:00
12. Second Hand Love - 4:16
14. Sweet Janine - 3:07
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O disco que a Blues Foundation colocou entre os 
cinco finalistas de Memphis

Waiting for the World to End, segundo CD de Dave Widow and The Line Up, saiu em 9 de junho de 2012 pelo próprio selo do grupo: catorze faixas, cerca de 57 minutos, num arco que o guitarrista de Los Angeles — nascido em Cincinnati — descreveu como funk, R&B, rock, roots, americana e blues. 

Widow co-produziu com o baterista Gary Mallaber. No estúdio entram o órgão Hammond B-3 e o piano de Mike Finnigan, o baixo de Reggie McBride, as baterias de Mallaber e James Gadson, o piano de Barry Goldberg e de David Morgan, vocais e teclados de Bill Champlin, o sax barítono de Marty Grebb e uma seção de metais. A Blues Rock Review destaca os solos de B-3 de Finnigan e arranjos limpos e justos; aponta “Reach Out”, “Picture of You” e “Sweet Janine” como os momentos em que o vocal de Widow funciona melhor, e trata “Sweet Janine” como o grande corte, ao lado de “I Look for Things Like That”. O Bman’s Blues Report abre o disco por “Bluesman”, boogie lento com metais, guitarra e teclas, e ainda separa “Piss You Off” e a faixa-título, esta em clima de funk blues.

Parte das músicas foi escrita durante as próprias sessões; outras eram peças antigas que só então ganharam gravação, com parcerias de Widow com Morgan, Mallaber, McBride, Champlin e Larry Goshorn. Em janeiro de 2013 o álbum, que já tinha airplay internacional e entrada no Roots Music Report, ficou entre os cinco finalistas de Best Self-Produced CD da Blues Foundation, representando a Ventura County Blues Society, com o vencedor anunciado em 2 de fevereiro nas finais do International Blues Challenge, em Memphis.

Se gostou, veja também o anterior, Got It Covered. Waiting for the World to End está no Spotify — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/.



3 de outubro de 2026

Billy Hawks – The New Genius Of The Blues 1967, Heavy Soul! 1968 – 2014

 

01. Got My Mojo Working (But It Just Won’t Work On You) (2:50)
02. I’ll Wait For You Baby (3:50)
03. I Got A Woman (3:38)
04. Why Do Things Happen To Me (4:54)
05. Let Me Love You Before You Go (2:53)
06. I Wish You Love (2:34)
07. Mean Woman Blues (3:53)
08. I Just Want To Make Love To You (3:31)
09. Every Time It Rains (2:22)
10. Hawk’s Blues (4:23)

Heavy Soul! (1968)
11. O’Baby (I Believe I’m Losing You) (3:07)
12. Drown In My Own Tears (4:46)
13. Whip It On Me (3:21)
14. What More Can I Do (3:09)
15. Heavy Soul (5:26)
16. You’ve Been A Bad Girl (2:45)
17. I’ll Be Back (2:41)
18. I Can Make It (4:13)
19. That’s Your Bag (5:31)
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O Hammond que a pista inglesa redescobriu tarde demais

Este CD da BGP/Ace de 2014 junta os dois únicos LPs que Billy Hawks gravou para a Prestige: The New Genius Of The Blues (1967) e Heavy Soul! (1968), soul-jazz com órgão Hammond, voz e blues de club.

Hawks canta e toca órgão (e gaita no primeiro disco). Em 15 de novembro de 1966, no estúdio de Rudy Van Gelder, em Englewood Cliffs, ele gravou o debut com o guitarrista Joseph “Boogaloo Joe” Jones e o baterista Henry Terrell, produção de Cal Lampley. 

No ano seguinte, em 6 de dezembro, voltou a Van Gelder com Maynard Parker na guitarra, Terrell na bateria e o tenor Buddy Terry em algumas faixas. As fontes da gravadora e da discografia apontam o groove de “O’Baby (I Believe I’m Losing You)”, o fogo de “Got My Mojo Working” e a leitura de “I Got A Woman” — originais como “Whip It On Me” entram no mesmo pacote de trio e quarteto com voz.

O formato órgão-voz estava em alta em 1966–67; Hawks misturou standards de R&B com composições próprias. A curiosidade da sessão é o endereço clássico: as duas datas saíram da mesa de Van Gelder. 

O fato histórico é que “O’Baby” virou chamada de pista no jazz dance britânico depois que Baz Fe Jazz e Gilles Peterson a colocaram no radar — a BGP nasceu em 1987 com esse número — e Hawks já tinha morrido no início dos anos 80, segundo o irmão Leroy Hawkes, que cedeu fotos e entrevista para o encarte desta reedição.

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1 de outubro de 2026

Bucky Lindsey - Back Bay Blues 2002

 

 1. Gros Vent - 5:03
 2. Back Bay Blues - 3:44
 3. Hog Killin' Time - 3:05
 4. The Hard Way - 4:21
 5. King of the Blues - 3:58
 6. Blue Twistin' - 6:13
 7. Battlin' the Blues - 4:09
 8. Good Day for the Blues - 4:39
 9. Big House - 3:20
10. Love Conquers All - 4:53
11. Four Walls - 4:14
12. While the Gettin's Good - 6:30
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O compositor que só gravou um disco — e bastou

Back Bay Blues, de Bucky Lindsey, saiu em 2002 pela Gulftone Records, de Pensacola, e é um disco de blues com R&B, soul e um resto de country. Foram 12 faixas e pouco mais de 54 minutos: o único álbum solo do baixista e compositor nascido Harvey Hoy Lindsey, de Biloxi.

Lindsey canta, toca baixo e guitarra. Dan Penn produziu, entrou no piano e nas vozes. No estúdio estavam Carson Whitsett nos teclados, Mike Durham e Richard Fleming nas guitarras, Jim Brock na bateria, trompete de Terry Townson, sax de Dennis Taylor e vocais de Lisa Best, Buzz Cason, Larry Shell, Jim e Chuck Glass. A crítica da La Hora del Blues tratou o conjunto como redondo; o material promocional da época aponta “Hog Killin’ Time”, “The Hard Way” e a versão do próprio autor de “Good Day for the Blues”, canção já gravada por Ruth Brown.

As sessões aconteceram em dois pontos do mapa: Bert’s Place, em Fort Walton Beach, na Flórida, e o Dandy Studios, em Nashville. No mesmo ano em que o CD saiu, Lindsey coescreveu com Penn e Whitsett o título de Don’t Give Up On Me, de Solomon Burke.

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29 de setembro de 2026

The Original Animals - Before We Were So Rudely Interrupted (1977) 2000

 

1. Brother Bill (The Last Clean Shirt) (Clyde Otis, Jerry Leiber, Mike Stoller) - 3:19
3. Fire On The Sun (Shakey Jake) - 2:25
5. Please Send Me Someone To Love (Percy Mayfield) - 4:44
7. Just A Little Bit (Earl Washington, John Thornton, Piney Brown, Ralph Bass, Sylvester Thompson) - 2:07
9. Lonely Avenue (Doc Pomus) - 5:22
10.The Fool (Sanford Clark) - 3:24
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Os Animals originais voltam ao blues e o mundo já tinha mudado de canal

Em agosto de 1977, The Original Animals lançaram Before We Were So Rudely Interrupted: blues-rock e rhythm and blues da formação clássica, onze anos depois do último disco juntos. 

Eric Burdon no vocal, Alan Price nos teclados, Hilton Valentine na guitarra, Chas Chandler no baixo e John Steel na bateria. AllMusic destaca o Dylan “It’s All Over Now, Baby Blue”, com Price em evidência, o solo de Valentine em “Fire on the Sun” e o Jimmy Reed “As the Crow Flies”; entram ainda o original do grupo “Riverside County” e o fechamento “The Fool”. Chandler produziu pelo selo Barn; a gravação saiu do Rolling Stones Mobile Studio, em Goulds Farm. 

O título cita a coluna de William Connor no Daily Mirror depois da Segunda Guerra: “como eu estava dizendo antes de ser tão rudemente interrompido”. 

Em 2000 a Repertoire remasterizou o álbum em CD; na época do lançamento não houve turnê forte e o disco chegou ao 70º lugar nos EUA, sem entrar no chart britânico. Se gostou, veja também… ouça agora, comente o que te pegou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify


25 de setembro de 2026

Vinegar Joe - Vinegar Joe (1972)

 

1.. Rusty Red Armour Palmer 5:04
3. Ride Me Easy, Rider Gage 5:47
4. Circles Palmer 4:06
5. Leg Up Palmer 4:58
6. See the World (Through My Eyes) Gage 6:19
7. Never Met a Dog (That Took to Me) Palmer 6:32
8. Avinu Malkenu Brooks, Gage 3:26
9. Gettin' Out Gage, Thompson, York 5:07
10. Live a Little, Get Somewhere Gage 5:24
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Dois vocais, um palco: o R&B da Island que o vinil não segurou

Vinegar Joe, disco de estreia da banda londrina, saiu em abril de 1972 pela Island no Reino Unido e pela Atco nos EUA. É blues rock com R&B e soul, enxugado do jazz-fusion do grupo anterior, Dada, a pedido de Ahmet Ertegun e com o empurrão de Chris Blackwell.

No centro estão Elkie Brooks e Robert Palmer nos vocais — ela vinda do Dada, ele do Alan Bown Set — com Pete Gage na guitarra e nos arranjos de metais e Steve York no baixo e na gaita. Dave Thompson e Tim Hinkley dividem teclados; na bateria entram Conrad Isidore, Rob Tait e Keef Hartley, ainda sem um titular fixo. Palmer assina “Rusty Red Armour”, “Circles”, “Leg Up” e o single britânico “Never Met a Dog (That Took to Me)”. 

Gage escreve “Early Monday Morning”, “Ride Me Easy Rider” e “See the World (Through My Eyes)”, escolhida como compacto americano. “Avinu Malkenu”, de Brooks e Gage, traz verso em hebraico.

O disco foi gravado no Olympic Studios e mixado na Island, com produção de Gage e Vic Smith. A capa usa bonecos de plasticina de John Padley; Phil Collins chegou a se candidatar à vaga de baterista e não ficou.

14 de setembro de 2026

Alvin Lee & Mylon Le Fevre – On The Road To Freedom 1973

 

02. The World is Changing (I Got a Woman Back in Georgia) (Alvin Lee/Mylon LeFevre) - 2:45
03. So Sad (No Love of His Own) (George Harrison) - 4:34
04. Fallen Angel (Alvin Lee) - 3:20
05. Funny (Alvin Lee) - 2:48
06. We Will Shine (Mylon LeFevre) - 2:37
07. Carry My Load (Alvin Lee) - 2:58
08. Lay Me Back (Mylon LeFevre) - 2:53
09. Let 'Em Say What They Will (Ron Wood) - 2:52
10. I Can't Take It (Mylon LeFevre) - 2:51
11. Riffin' (Alvin Lee/Mylon LeFevre) - 3:31
12. Rockin' 'Til the Sun Goes Down (Alvin Lee/Mylon LeFevre) - 3:08
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No celeiro de Oxfordshire, Alvin Lee achou outra estrada

Em novembro de 1973, Alvin Lee e o cantor gospel americano Mylon LeFevre lançaram On the Road to Freedom, álbum de country rock gravado no Space Studio, um celeiro convertido na propriedade de Lee em Oxfordshire. 

Foi o primeiro projeto solo do líder do Ten Years After, produzido por ele mesmo, com clima caseiro e participações confirmadas de George Harrison (creditado como Hari Georgeson), Steve Winwood, Jim Capaldi, Ron Wood e Mick Fleetwood.

A voz de LeFevre e o violão mais contido de Lee atravessam a faixa-título, “Fallen Angel” e “Carry My Load”, três canções que a Rolling Stone destacou na época. “So Sad (No Love of His Own)”, de Harrison, reúne o próprio autor no slide, no baixo e nas harmonias, com bateria de Fleetwood e violão de 12 cordas de Wood. Piano de Winwood, congas de Rebop Kwaku Baah, fiddle de Andy Stein e steel guitar de Bob Black fecham o mix de rock americano, country e rhythm and blues.

Os dois se conheceram quando a banda de LeFevre abriu para o Ten Years After; as primeiras canções nasceram na Jamaica, e o estúdio foi erguido especialmente para o disco.

A quadra de tênis usada como câmara de eco desabou com a chuva segundos depois de Lee e o engenheiro retirarem o equipamento. O LP saiu pela Chrysalis no Reino Unido em 2 de novembro de 1973 e pela Columbia nos Estados Unidos, com “Fallen Angel” e “So Sad” como compactos.