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29 de julho de 2026

Greg Piccolo & Heavy Juice - Who Knows What The Future Holds 2026

 

1. I've Lost Faith (3:17)
2. Truth Is A Sly Fox (4:30)
3. People Are Hot (3:54)
4. Let's Play It In The Car (2:56)
5. She Couldn't Stay (3:39)
6. Don't Tell Me The Truth (4:18)
7. Dream Girl (3:48)
8. Break In The Clouds (4:25)
9. Guilty (4:26)
10. Who Knows What The Future Holds (4:32)
11. I'm Movin' On (4:11)
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Greg Piccolo e no novo 
Who Knows What The Future Holds

O saxofonista, cantor e compositor Greg Piccolo, com sua banda Heavy Juice, lança Who Knows What The Future Holds, álbum de 2026 recheado de onze originais que misturam blues, rhythm & blues e rock & roll com grooves espontâneos e storytelling afiado. 

Greg Piccolo comanda os vocais e o tenor sax, cercado por Dean Shot na guitarra, Paul Tomasello no baixo, Bob Ruggiero na bateria, Shinichi Otsu nos teclados (piano, Hammond B3 e Wurlitzer) e a seção de metais de Mark Kazanoff no barítono e Al Gomez no trompete, com o grupo vocal 14 Karat Soul no título. 

Faixas como “I’ve Lost Faith”, “Dream Girl” e “Who Knows What The Future Holds” explodem com arranjos de metal pontiagudos, solos econômicos de sax, baixos sujos e um swing que vai do jump-blues clássico a toques de reggae e soul, sempre com a voz de Piccolo no centro e a energia de show ao vivo. 

As canções vinham guardadas há mais de trinta anos e só agora foram gravadas, sob a produção de Terry Manning no lendário Sonic Ranch, perto de El Paso — Manning faleceu logo após as primeiras mixes, tornando o disco um de seus últimos trabalhos. 

Piccolo, que passou 25 anos solidificando o som do Roomful of Blues e já dividiu palco e estúdio com Stevie Ray Vaughan, Jimmie Vaughan, Eric Clapton e Big Joe Turner, chega aos 75 anos mostrando que ainda tem muita história pra contar. Se gostou, veja também… coloca Who Knows What The Future Holds pra tocar agora e me conta qual faixa te pegou de jeito.

28 de julho de 2026

Michael Bloomfield - Living In The Fast Lane 1980

 

1. Sammy Knows How To Party (King, David) 2:19
2. Shine On Love (Troy) 4:56
3. Roots (King-David) 3:35
4. Let Them Talk (Thompson) 5:09
5. Watkin's Rag (King-David) 1:46
6. Andy's Bad (King-David) 4:01
7. When I Get Home (Bloomfield) 4:27
8. Used To It (King-David) 2:50
9. Big C Blues (Bloomfield) 3:36
10. The Dizz Rag (King-David) 3:36
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O Blues Rock Final que Acelerou com Alma, Gospel e Ragtime!

Lançado em 1980, "Living In The Fast Lane" é um registro vibrante de blues rock de Michael Bloomfield, com fortes influências de Chicago blues, R&B, gospel e elementos ragtime jazzy, gravado nos estúdios Blossom & Zoetrope de San Francisco entre 1976 e 1977. Cheio de energia soulful e fusões irresistíveis, o álbum captura o mestre em um momento de reencontros criativos e vitalidade musical.

Com Bloomfield assumindo quase tudo — vocais principais, guitarras elétricas, slide, acústicas, órgão, piano e até percussão criativa como blocos de lixa e baquetas no chão —, a formação brilha com Mark Naftalin nos teclados (piano e ARP), Roger Troy no baixo e vocais em faixas como "Shine On Love", George Marsh na bateria e uma legião de convidados: seções de metais (Duke Tito & The Marin County Playboys), corais gospel (Singers of the Church of God in Christ) e multi-instrumentistas como Bob Jones. 

Destaques: "Shine On Love", com sua melodia soul Motown-esque e vocais cativantes de Troy; "Roots", explosiva em funk tribal e vozes múltiplas; e "Big C Blues", onde o slide e o vocal de Bloomfield brilham em puro blues autêntico. A instrumentação é rica em improvisações fluidas, guitarras emotivas que "conversam" com os vocais e fusões de gospel, R&B e ragtime que dão ao disco uma atmosfera amigável, festiva e cheia de vida.

Gravado com produtor Norman Dayron e antigos companheiros de jornada (como Naftalin e Troy, do Electric Flag), o álbum reflete reencontros felizes em meio a uma fase criativa intensa. Lançado em vinil em 1980 — pouco antes da morte de Bloomfield em fevereiro de 1981 —, ele foi reeditado em CD em 1988 e permanece um testamento magnífico da versatilidade e paixão do guitarrista lendário.

27 de julho de 2026

The Kinks • The Kink Kontroversy 1965

 

 01. Milk Cow Blues 3:44
 02. Ring The Bells 2:20
 03. Gotta' Get The First Plane Home 1:48
 04. When I See That Girl Of Mine 2:11
 05. I Am Free 2:29
 06. Till The End Of The Day 2:21
 07. The World Keeps Going Round 2:36
 08. I'm On An Island 2:16
 09. Where Have All The Good Times Gone 2:52
 10. It's Too Late 2:32
 11. What's In Store For Me 2:05
 12. You Can't Win 2:41
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The Kink Kontroversy: o disco em que The Kinks viraram lenda

Lançado em 26 de novembro de 1965, The Kink Kontroversy é o terceiro álbum de estúdio dos Kinks e marca a transição do rock bruto da invasão britânica para um som mais sofisticado, misturando blues, R&B e pop-rock observacional. 

Ray Davies comanda os vocais e guitarras, ao lado de Dave Davies (guitarra e vocais em faixas como “I Am Free”), Pete Quaife no baixo e Mick Avory (e sessão de Clem Cattini) na bateria, com piano de Nicky Hopkins e produção de Shel Talmy

Destaques: incluem o opener blues sujo “Milk Cow Blues” (cover de Sleepy John Estes com vocais compartilhados), o hit “Till the End of the Day” (riff poderoso no estilo dos primeiros singles) e a nostálgica “Where Have All the Good Times Gone”. O disco equilibra rockers agressivos com baladas e experimentações leves, como o pastiche calypso de “I’m on an Island”. 

Gravado em poucos dias em outubro de 1965 nos Pye Studios, em Londres, o título ironiza a má fama da banda por brigas no palco e tumultos, que resultaram no banimento de shows nos EUA. Foi o primeiro álbum atraindo elogios da crítica como ponto de amadurecimento de Ray Davies.

22 de julho de 2026

Clifton Chenier – Bogalusa Boogie 1976

 

01. One Step At A Time — 4:21
02. Sa M’Appel Fou (They Call Me Crazy) — 2:58
03. Quelque Chose Sur Mon Idee (Something On My Mind) — 3:59
04. Ride ‘Em Cowboy — 2:28
05. Ma Mama Ma Dit (My Mama Told Me) — 3:26
06. Je Me Reveiller Ce Matin (I Woke Up This Morning) — 3:11
07. Allons A Grand Coteau- 3:11
08. Je Suis En Recolteur (I’m A Farmer) — 4:50
09. Ti Na Na — 3:17
10. Come Go Along With Me — 4:51
11. Bogalusa Boogie — 3:17
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O Zydeco Explosivo de Clifton Chenier Gravado em Duas Horas de Fogo Puro

Lançado em 1976 pela Arhoolie Records, Bogalusa Boogie é o álbum definitivo de Clifton Chenier, o Rei do Zydeco. Nele, o mestre do acordeon e sua Red Hot Louisiana Band capturam a essência dançante e irreverente do zydeco da Louisiana, misturando tradições crioulas com blues e rhythm & blues em um groove irresistível.

Com Chenier no acordeon, harmônica e vocais liderando, seu irmão Cleveland no rubboard, Lil’ Buck Sinegal na guitarra, John Hart no sax tenor, Joseph Bruchet no baixo e Robert Peter na bateria, a banda soa como uma festa ambulante. 

Destaques: o instrumental acelerado do título “Bogalusa Boogie”, o autobiográfico e contagiante “Je Suis En Recolteur (I’m A Farmer)” e a linda balada crioula “Ma Mama Ma Dit (My Mama Told Me)”. O som se define pelo acordeon expressivo e uivante de Chenier, o ritmo raspado e percussivo do rubboard, o sax honkante, baixos e baterias firmes e uma fusão espontânea de dois-steps tradicionais com energia blues e R&B moderna.

Gravado em apenas duas horas no Studio in the Country em Bogalusa, Louisiana, em 27 de outubro de 1975, quase tudo saiu em primeira tomada, sem ensaios ou overdubs excessivos, capturando a banda em plena forma de turnê. Historicamente, este é o único álbum de zydeco a receber cinco estrelas na Rolling Stone (classificado como “indispensável”), entrou no Grammy Hall of Fame em 2011 e no Registro Nacional de Gravações da Biblioteca do Congresso em 2016.

Dr. Feelgood - On The Job 1981

 

1. Drives Me Wild (Fasterly, Brilleaux, Sparks, Martin, Mayo) 2:48
2. Java Blue (Danko) 3:57
3. Jumping From Love To Love (Fasterly, Brilleaux, Sparks, Martin, Mayo) 3:05
4. Pretty Face (Daneski, Worman, Boyle, Sandall) 2:43
5. Nomo Do Yakamo (Krekel) 2:06
6. Love Hound (Linde, Rush) 2:59
7. Best In The World (Lowe) 2:31
8. Who's Winning (Lowe, Brilleaux, Sparks, Martin, Mayo) 2:09
9. Riding On The L n' N (Burley, Hampton) 3:20
10. A Case Of The Shakes (Fasterly, Brilleaux, Mayo) 3:06
11. Shotgun Blues (Brilleaux, Sparks, Martin, Mayo) 5:48
12. Good Night Vienna (Brilleaux, Sparks, Martin, Mayo) 0:44
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O Blues Rock Explosivo ao Vivo que Selou uma Era!

Capturado em um show eletrizante na Universidade de Manchester em 27 de setembro de 1980, o álbum "On The Job" do Dr. Feelgood, lançado em vinil em 1981, é um registro cru e vibrante de blues rock no espírito do pub rock britânico, com grooves de boogie e R&B que agitavam a plateia.

Com Lee Brilleaux comandando os vocais roucos e a harmônica afiada, John Mayo (Gypie Mayo) soltando riffs potentes na guitarra, John B. Sparks no baixo sólido e The Big Figure marcando o ritmo na bateria, a formação entrega performances cheias de vida. 

Destaques: "Java Blue", com sua vibe contagiante e dançante; "Shotgun Blues", que explode em quase seis minutos de intensidade crua; e "Riding On The L n' N", com seu groove arrastado e marcante. A instrumentação ao vivo captura riffs improvisados de Mayo que dialogam perfeitamente com a harpa de Brilleaux, mantendo a energia pub rock, blues e boogie em um show lotado.

Este foi o último álbum com o guitarrista Gypie Mayo e o último lançamento pela gravadora major EMI, marcando o fim de uma fase importante para a banda. Lançado originalmente em vinil e reeditado em CD em 1992, "On The Job" preserva a essência autêntica e bruta do Dr. Feelgood em plena ação.

18 de julho de 2026

Jump 66 - Every Dog Has Its Day 2026

 

1. Ain't That Fine (3:40)
2. Ticket Agent Blues (4:13)
3. Every Dog Has Its Day (3:01)
4. Straight From The Bottle (5:00)
5. Out Of Your Head (3:27)
6. I Needs To Be Be'd Wid (3:40)
7. Every Little Helps (3:55)
8. Let's Have A Natural Ball (3:37)
9. Safe, Warm & Fed (5:16)
10. Thinking And Drinking (3:49)
11. If It Ain't Broke (5:17)
12. Out Of Sight (3:58)
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Jump 66 faz o rhythm & blues dos anos 50 pular no palco

Em 2026, Jump 66 lançou Every Dog Has Its Day, seu primeiro álbum de músicas originais. Nascido do amor por rhythm & blues saltitante dos anos 50, swing, soul e rocksteady inicial, o disco mantém a energia que leva o público às pistas de dança desde 2008.

Formação: Paul Kissaun nos vocais, Rhod Davies na guitarra, Paul King no baixo, Gary Richardson na bateria, Andy Burns no saxofone e Peter Saunders nos teclados. 

Destaques: “Every Dog Has Its Day”, testado exaustivamente nas turnês, o groove animado de “Straight From The Bottle” e a ousada versão de um blues acústico de Blind Willie McTell, transformada em puro skanking dancehall. O som se caracteriza por saxofone marcante, teclados dançantes, guitarras afiadas e uma fusão natural entre o clássico dos anos 50 e a vitalidade do palco.

Gravado em um único fim de semana na fazenda de alpacas de Gaz, em Welwyn, perto de Londres, o álbum captura a química da banda ao vivo. Entre os originais, há covers que ganham o tratamento Jump 66 de artistas como James Harman, Albert King, John Nemeth e Eddie “Cleanhead” Vinson.

10 de julho de 2026

Steve Gannon Band - '52 Ford - 2002

 

 1. Just Can't Leave You Alone - 3:40
 2. Baby Loves To Dance - 4:12
 3. One For Sonny - 2:51
 4. Key To The Highway - 3:25
 5. Down At The Deluxe Inn - 4:53
 6. Ten Years Gone By - 3:37
 7. Drown In MY Own Tears - 8:14
 8. Leah's Tune - 6:07
 9. '52 Ford - 3:10
10. So Many Roads - 6:23
11. Feel Like Crying - 3:26
12. Ain't Coming Back No More - 2:42
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Steve Gannon e sua banda revivem o blues antigo de Oakland com alma e slide afiado

O álbum '52 Ford (2002), do Steve Gannon Band, é um disco de blues clássico e R&B antigo gravado em Oakland, na Califórnia, que captura a essência do blues tradicional com um toque autêntico e relaxado. Londonense radicado nos EUA desde 1982, Steve Gannon entrega vocais down-home e guitarra rítmica precisa, apoiado por uma banda que evoca o som dos velhos bares e pianos barrelhouse.

A formação traz Steve Gannon na guitarra, vocais e slide; Kelvin Dixon na bateria (com brushes e vocais em uma faixa); Willie Riser no baixo upright slapped; e Chris Burns no piano barrelhouse

Destaques: Leah’s Tune”, instrumental com slide dedicado a Sonny Rhodes que brilha como o ponto alto do disco; a longa e emotiva “Drown in My Own Tears” (mais de 8 minutos de blues profundo); e a animada “Baby Loves to Dance”. O som se caracteriza pelo feel old-time, com piano quente, baixo pulsante, bateria leve e toques de improvisação que mantêm tudo solto e cheio de groove autêntico.

Gravado para celebrar os 20 anos de Gannon em Oakland, o disco conta com participações vocais de Kelvin Dixon e da cantora Ms. Dee em faixas específicas. Gannon, veterano que tocou com lendas como Jimmy McCracklin, Sugar Pie DeSanto e Sonny Rhodes, assina composições próprias e entrega um tributo sincero ao blues raiz que conquistou elogios na Living Blues e na Juke Blues.

8 de julho de 2026

The Lol Williams Band - A Case For Some Blues 2016

 

1. Night Time Is The Right Time - 5:19
 2. I'm Steady Holding On - 6:21
 3. I Don't Need No Doctor - 4:58
 4. I Don't Need No Doctor - 7:49
 5. Big Fat Mama - 5:45
 6. I Can't Quit You Baby - 7:06
 7. Going Down - 7:55
 8. Gonna Tell Your Mother - 5:02
 9. High Heel Sneakers - 4:52
10. You Made Me So Very Happy - 4:28
11. Ta Ta Ya Baby - 6:10
12. Hold On I'm Coming - 4:31
13. Cross Road Blues - 5:31
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Lol Williams entrega blues cru e eletrizante ao vivo em sessão explosiva

O álbum A Case For Some Blues (Live & Raw), do Lol Williams' Tobacco Dock Bluesbusters, lançado em 2016 pela Prestige Elite, é um registro ao vivo cru e eletrizante que captura a essência autêntica do blues elétrico e R&B em toda a sua intensidade de clube fumacento. 

Com energia bruta e sem filtros, o disco mergulha o ouvinte em jams apaixonados e grooves irresistíveis.Lol Williams lidera com vocais soulful e guitarra magistral, apoiado por uma banda apertada que inclui Ed Bentley no Hammond organ e guitarristas como Jim Mullen e Stevie Paul em uma formação supergrupo. 

Destaques: “Night Time Is The Right Time”, as duas versões intensas e estendidas de “I Don’t Need No Doctor” cheias de improvisação, e o poderoso “Going Down”, que explode em grooves pesados. O som se caracteriza pela atmosfera crua ao vivo, solos incendiários de guitarra, órgão Hammond pulsante e uma banda que equilibra baladas emocionais com grooves dançantes e enérgicos.

Gravado em sessão ao vivo que preserva o feeling autêntico de apresentação, o álbum reflete a paixão da banda em estado bruto. 

Curiosidade: trata-se de um supergrupo com talentos consolidados da cena blues e R&B britânica, como Ed Bentley e os guitarristas convidados, entregando uma experiência que transporta direto para o coração do blues clássico ao vivo.