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19 de julho de 2026

Los Walkers – Nosotros Los Walkers 1968

 

01. Soldado De Lata (Tin Soldier) — 3:28
02. Lady Madonna — 2:05
03. Palabras (Words) — 3:15
04. Enciende Tu Lámpara De Amor (Turn On Your Lovelight) — 2:14
05. Nunca Mi Amor (Never My Love) — 2:47
06. Algo Me Pasó Ayer (Something Happened To Me Yesterday) — 2:48
07. Jennifer Eccles — 2:07
08. El Hombre Del 2000 (2000 Man) — 2:56
09. Niño De Arcilla — 2:42
10. Querida — 3:12
11. Fat Madam — 2:30
12. Tamborín Verde (Green Tamborine) — 2:01
Bonus:
13. Miel Silvestre (Heather Honey) — 2:45
14. Ahora Me Amas (Now You Love Me) — 2:40
15. 999 Marina — 2:47
16. Gracias Amigo — 2:23
17. Balada Para Un Loco — 4:04
18. Vuelve Conmigo — 2:39
19. Ay Mi Amor — 2:17
20. Tu Y Yo — 2:10
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O beat argentino que trouxe o mundo para Buenos Aires em 1968

Em 1968, Los Walkers lançou Nosotros Los Walkers, seu segundo álbum, um disco vibrante dominado por covers energéticos de sucessos internacionais adaptados ao espanhol. Influenciado pelo rock britânico e americano da época, o trabalho captura perfeitamente a efervescência do beat que agitava a cena musical argentina.

Com Carlos Alberto Altamirano nos vocais principais, guitarra, piano e órgão elétrico; Roberto “Rover” Jorge na guitarra solo, teclados e vocais de apoio; Ignacio Tata no baixo elétrico; e Roberto Antonio López na bateria, a formação entregava um som coeso e cheio de garra. 

Destaques: incluem a versão animada de “Lady Madonna” dos Beatles, o contagiante “Jennifer Eccles” dos Hollies, a pegada de “Tamborín Verde” dos Lemon Pipers e “El Hombre Del 2000” dos Rolling Stones. O álbum se define pela instrumentação dinâmica: guitarras com distorção (pioneiras no rock argentino), teclados expressivos e uma seção rítmica firme, tudo embalado em harmonias vocais cativantes.

Gravado em meio a uma sequência acelerada de singles e shows, o disco reflete a prática comum da época de adaptar hits globais para conquistar o público local. Historicamente, 1968 marcou um pico para a banda: eles dividiram o palco do Teatro Payró com Los Gatos em agosto e ajudaram a consolidar o rock rioplatense — hoje, o álbum é reverenciado como peça de culto após as reedições do catálogo Music Hall.



9 de março de 2026

The Electric Family – Ice Cream Phoenix 2003

 

1. Solid Structure 8:19
2. Last Phase Of The Moon 4:19
4. Dancin' Lady 3:40 
5. Airchild  8:08
6. Wisdom Of Wolves  3:32
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Ice Cream Phoenix: A Viagem Psicodélica que Incendeia os Sentidos!
Lançado em 2003 pela Hypertension, Ice Cream Phoenix é o terceiro álbum de estúdio da banda alemã The Electric Family, um coletivo liderado pelo visionário Tom "The Perc" Redecker. Mergulhando no krautrock, space rock e toques de folk psicodélico, o disco cria uma atmosfera hipnótica e expansiva, com texturas sonoras que evocam viagens cósmicas e experimentações audaciosas.
Destaques: incluem a épica "Landmark Visions" (11:05), uma jornada instrumental cheia de camadas de teclados e guitarras, e "Solid Structure" (8:19), com vocais marcantes da convidada Ulla Meinecke. Outras faixas como "Airchild" (8:08) brilham pela fusão de pedal steel guitar de Hermann Lammers-Meyer e backing vocals etéreos, enquanto "Wisdom Of Wolves" (3:32) traz introspecção folk. 
Participações especiais: Carlo von Putten e Rolf Kirschbaum enriquecem o som, com produções misturadas por Redecker e equipe.
Curiosidade: O título homenageia uma faixa do Jefferson Airplane, refletindo as raízes psicodélicas da banda. Outro detalhe fascinante: Inclui um cover intenso de "Careful With That Axe, Eugene" do Pink Floyd, gravado em sessões colaborativas que reuniram talentos de mais de três décadas da cena rock alemã.

6 de janeiro de 2026

Sun Temple Circus - Sun Temple Circus (2015)

 

A1. Out Of India (6:05)
A2. Lighthouse (10:15)
B1. Et Moi, Et Moi, Et Moi (5:25)
B2. Sun Madness (14:10)
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spotify / via: ezhevika

Sun Temple Circus Desperta Vibes dos Anos 60 com Fogo Etnico!
Sun Temple Circus, o supergrupo alemão de ethno-krautrock, explode em seu álbum autointitulado de 2015, capturando a essência de uma jam session ao vivo cheia de vibes da costa oeste dos anos 60. Misturando sitar hipnótico, guitarras distorcidas e percussão tribal, o disco evoca o psicodelismo de bandas como Can e Grateful Dead, com toques étnicos e experimentais que transportam o ouvinte para um transe cósmico.
Estilo musical: Ethno-krautrock psicodélico, com camadas de rock progressivo e influências indianas, marcado por improvisações longas e atmosferas enfumaçadas.
Pontos altos: "Out Of India", uma abertura mística com sitar de Harry Payuta, e "Sun Madness", um épico de 14 minutos de loucura solar. Integrantes como Tom "The Perc" Redecker (vocais, guitarra), Marlon Klein (bateria, de Dissidenten) e Jochen Schoberth (guitarras) brilham, com participações especiais de Andre Szigethy (teclados) e Uli Bösking (mandola), adicionando texturas únicas.
Curiosidade: Gravado ao vivo em uma única noite no Lagerhaus de Bremen, em maio de 2014, com projeções de óleo e neblina para recriar o clima do Fillmore. Outro detalhe: Lançado em edição limitada de 500 vinis numerados à mão pela Sireena Records, fundado por Redecker, celebrando a supersessão de veteranos do underground alemão.

5 de janeiro de 2026

The Chambers Brothers - A New Time-A New Day (1968)

 

A side
A5. Love Is All I Have (Brian Keenan)
A6. You Got the Power - To Turn Me On (Willie Chambers)

B side
B1. I Wish It Would Rain (B. Strong, N. Whitefield, R. Penzabene)
B3. No, No, No, Don't Say Good-By (Willie Chambers)
B5. A New Time - A New Day (Brian Keenan, Joseph Chambers)
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A New Time - A New Day: O Álbum que Fundiu Soul Psicodélico e Energia Revolucionária nos Anos 60!
Lançado em 8 de outubro de 1968 pela Columbia Records, A New Time - A New Day é o segundo álbum de estúdio dos The Chambers Brothers, uma explosão de psychedelic rock, soul, R&B e funk que captura a essência da era contracultural. Os irmãos afro-americanos do Mississippi, com raízes no gospel, entregam uma sonoridade vibrante com harmonias coletivas potentes, guitarras psicodélicas e ritmos funky, destacando a transição para o soul elétrico.
Faixas marcantes: o hit "I Can't Turn You Loose", cover enérgico de Otis Redding que chegou ao Top 40; a épica título "A New Time - A New Day", com 7:26 minutos de freakout R&B; e rearranjos inspirados como "Where Have All the Flowers Gone" em gospel-soul e "I Wish It Would Rain". 
Os integrantes brilham: Willie Chambers (guitarras, piano, vocais), Lester (harp, vocais), Joe (guitarras, vocais), George (baixo, vocais) e o baterista Brian Keenan, com instrumentação apertada e vocais vitais.
Curiosidade: Gravado às pressas para capitalizar o sucesso de "Time Has Come Today" do álbum anterior, foi produzido por Tim O'Brien, que co-escreveu "Satisfy You" e trouxe influências de seu grupo Flavor. No contexto histórico, o disco reflete o empoderamento negro e psicodelia de 1968, peaking no #16 da Billboard e com lançamento na África do Sul sem fotos da banda multi-racial devido ao apartheid.