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7 de maio de 2026

Reverend Freakchild - Blues & Spirituals / Hymn Hustler (2026)

 

1. Jesus On The Mainline (3:05)
2. Lose These Blues (3:21)
3. Mo' Better Blues (4:42)
4. Blues For No One (2:18)
5. Pure Religion (4:40)
6. God Bless The Child (3:50)
7. Rollin' On (3:52)
8. Cheeba-Cheeba (4:38)
9. Yer Blues (4:12)
10. Willin' (3:12)
11. Rollin' And Tumblin' (2:37)
12. In My Time Of Dying (2:55)
13. Supersubconscious Mind (2:55)
14. Strange Magic (4:03)
15. Hawaiian Cowboy Lost In NYC (5:56)
16. Search My Heart (3:21)
17. A Day Late And A $ Short (3:16)
18. World War 3 Blues (8:08)
19. Don't Miss Nothin' (5:16)
20. Momento Mori (3:17)
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Reverend Freakchild: Blues & Spirituals / Hymn Hustler – o duplo que mistura céu, slide e alma blueseira em 2026!
Se você curte blues acústico cru, com pegada gospel e um toque de irreverência que levanta o astral, chega de esperar: Blues & Spirituals / Hymn Hustler é o relançamento remasterizado que junta os dois primeiros álbuns do Reverendo Freakchild (2001 e 2003) num pacote duplo lançado em janeiro de 2026. É puro country blues, soul-folk e espirituals tradicionais com um leve ar psicodélico.
O Reverendo Freakchild comanda tudo na guitarra, slide, gaita, banjo e vocais, com apoio pontual de lap steel (Michael Gomez e Drew Glackin), viola, contrabaixo e bateria. 
Destaques: a abertura stompin’ “Jesus On The Mainline”, que te chama pro culto com energia de igreja de madeira; o cover dos Beatles “Yer Blues” virado em blues empoeirado e visceral; e o fechamento experimental “Momento Mori”, um croon filosófico que soa como um sonho afogado no rio escuro.
Curiosidade: o material foi gravado nos estúdios M&I de Nova York, enquanto o Rev trabalhava como assistente técnico ajudando a registrar lendas como Houston Person, Mark Murphy e Ernie Andrews – e ganhava tempo livre no estúdio pra criar suas faixas, tudo produzido por ele mesmo.
Esse lançamento de 2026 remasteriza (pelo Grammy-winner David Glasser) os discos handmade originais e marca o pontapé inicial de uma carreira que segue a tradição irreverente dos holy blues de Reverend Gary Davis.

29 de abril de 2026

Van Morrison – Keep It Simple – 2008

 

01. How Can a Poor Boy? (05:43)
02. School of Hard Knocks (03:44)
03. That’s Entrainment (04:32)
04. Don’t Go to Nightclubs Anymore (04:31)
05. Lover Come Back (05:15)
06. Keep It Simple (03:34)
07. End of the Land (03:16)
08. Song of Home (04:13)
09. No Thing (04:31)
10. Soul (03:37)
11. Behind the Ritual (06:59)
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Van Morrison: Keep It Simple – O Cara Simples num Mundo Complicado!
Van Morrison, entrega 11 faixas 100% originais no seu 33º álbum de estúdio. Keep It Simple, lançado em março de 2008 pela Exile/Polydor (Reino Unido) e Lost Highway (EUA), é puro blues roots cru e despojado, com alma de soul, folk e gospel – exatamente como o mestre sempre sonhou.
A banda é afiada e íntima: Van manda em voz, piano, sax alto, guitarra acústica e ukulele; John Platania e Mick Green nas guitarras, Paul Moore no baixo, Neal Wilkinson na bateria, Geraint Watkins no piano e acordeão, John Allair no órgão Hammond, mais steel guitar de Sarah Jory e Cindy Cashdollar, fiddle de Tony Fitzgibbon e backing vocals de luxo (Katie Kissoon, Crawford Bell e cia.). 
Destaques: A abertura blues pesada de “How Can a Poor Boy?”, a faixa-título “Keep It Simple” com seu balanço leve de ukulele e o fechamento épico de quase 7 minutos em “Behind the Ritual”. O som é quente, orgânico, gravado em takes quase ao vivo, com espaço pra improvisos, slides de steel e aquele swing que só ele entrega.
Curiosidade: Morrisson produziu tudo e explicou na BBC que é “um cara simples num negócio complicado”, e que o disco fala justamente do desconforto com a fama. Debutou em 10º lugar na Billboard 200 americana

25 de abril de 2026

Van Morrison – Moving On Skiffle (2023)

 

01. Freight Train (03:27)
02. Careless Love (05:38)
03. Sail Away Ladies (03:18)
04. Streamline Train (04:03)
05. Take This Hammer (04:38)
06. No Other Baby (04:30)
07. Gypsy Davy (04:18)
08. This Loving Light Of Mine (05:11)
09. In The Evening When The Sun Goes Down (04:25)
10. Yonder Comes A Sucker (03:11)
11. Travelin’ Blues (03:43)
12. Gov Don’t Allow (04:10)
13. Come On In (03:39)
14. Streamlined Cannonball (03:16)
15. Greenback Dollar (03:43)
16. Oh Lonesome Me (03:25)
17. I Wish I Was An Apple On A Tree (03:14)
18. I’m So Lonesome I Could Cry (03:04)
19. I’m Movin’ On (02:58)
20. Cold Cold Heart (03:26)
21. Worried Man Blues (04:38)
22. Cotton Fields (03:07)
23. Green Rocky Road (09:02)
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Van Morrison: Moving On Skiffle – O Skiffle que Volta às Raízes e Faz Dançar!
Van Morrison, pegando o washboard, a guitarra acústica e o sax pra resgatar o espírito do skiffle dos anos 50 – aquele som caseiro, alegre e raiz que misturava folk, blues, country e gospel. Moving On Skiffle, o 44º álbum de estúdio dele, lançado em 10 de março de 2023 pela Exile/Virgin, traz 23 covers vibrantes que ele ouvia na juventude em Belfast.
A banda é afiada e fiel ao espírito: Morrison no vocal, guitarra, sax e gaita, Dave Keary nas guitarras e ukulele, Pete Hurley no baixo, Colin Griffin na bateria, Richard Dunn no órgão e piano, Sticky Wicket (ex-Lonnie Donegan) no washboard e backing vocals de luxo com Crawford Bell, Dana Masters e Jolene O’Hara. 
Destaques: “Freight Train”, o swing dançante de “Streamline Train” (o single) e o épico final de quase 9 minutos em “Green Rocky Road”, cheio de improvisos, scat e sax marcante. O som é quente, orgânico, com washboard autêntico, harmonias doces e aquele balanço que transforma cada faixa numa jam animada.
Curiosidade: Van produziu tudo no Real World Studios e chamou o pioneiro do skiffle Chas McDevitt pra acompanhar as sessões – o cara que ele admirava desde os anos 50. Fato histórico: é o segundo projeto skiffle dele, depois do ao vivo de 1998 com Lonnie Donegan e Chris Barber, e as notas do encarte são do lendário Jimmy Page.