Mostrando postagens com marcador gospel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gospel. Mostrar todas as postagens

3 de março de 2026

Milton Hopkins & Jewel Brown - Milton Hopkins & Jewel Brown 2012

 

 1. Jerry - 4:18
 2. Can't Get Enough Of You - 2:55
 3. Daddy Daddy - 3:22
 4. The Whale Has Swallowed Me - 2:14
 5. Evening Breeze - 6:28
 6. There's A Light - 1:55
 7. Cry Me A River - 5:21
 8. I'm Shakin' - 3:02
 9. Back To The Shimmy - 2:43
10. I'm Leaving You Now - 3:57
11. How Can I Lose - 2:21
12. Tater Tots - 2:54
.

Milton Hopkins & Jewel Brown em Sintonia Perfeita!
"Milton Hopkins & Jewel Brown", lançado em 2012 pela Dialtone Records. Essa joia mescla hip gospel, soul relaxado e grooves cool, evocando a era de ouro do blues de Houston com toques de jazz e R&B. A voz poderosa de Jewel Brown, aos 75 anos na época, brilha em faixas como o swingante "Jerry" e o emotivo "Cry Me A River", enquanto a guitarra precisa de Milton Hopkins, primo de Lightnin' Hopkins, adiciona camadas de profundidade em "I'm Shakin'" e "The Whale Has Swallowed Me". 
A banda: músicos de elite, cria uma sonoridade vintage e vibrante, perfeita para quem curte ritmos dançantes e introspectivos.
Curiosidade: O álbum marca a primeira gravação conjunta dos dois veteranos, idealizada pelo produtor Eddie Stout, que os uniu para capturar essências perdidas do blues texano em sessões ao vivo e cruas. 
Detalhe: Ambos saíram dos bairros Fifth e Third Ward de Houston, com carreiras lendárias – Milton tocou com B.B. King por nove anos, e Jewel foi vocalista de Louis Armstrong na década de 1960.

19 de fevereiro de 2026

Miss Emily – The Medicine (2025)

 

4. Maybe
6. Running Again
7. Solid Ground
8. Smith's Bay Drowning
9. Remember This Song
.

A Medicina que Cura a Alma: Miss Emily Despeja Soul e Blues !
The Medicine, o álbum de 2025 da canadense Miss Emily (Emily Fennell), que funde soul rouco, blues profundo, jazz sutil e roots rock em um som eclético e uplifting! Com vocais throaty e poderosos, Emily infunde intensidade emocional em canções originais que transcendem gêneros, criando uma experiência cativante e terapêutica.
Destaques: incluem a abertura acapella de "My Freedom", com groove funky e solo acústico de guitarra; "Stand Together, Band Together", um hino gospel-inspirado com Hammond B3 e backing vocals soulful, perfeito para sing-alongs; e "You Make Believe", um blues lento com sax noir que evoca k.d. lang. Produzido pelo vencedor do Grammy Colin Linden (que toca guitarra em todas as faixas), o disco conta com músicos de elite, como de bandas de Bob Dylan e Keb' Mo', adicionando camadas ricas e propulsive.
Curiosidade: gravado em Nashville, o álbum reflete a parceria simbiótica entre Emily e Linden, que capturou sessões espontâneas para preservar a autenticidade raw das performances. No contexto, após 20 anos de carreira no Canadá – com 5 Maple Blues Awards e nomeação ao Juno –, The Medicine mira o mercado americano, impulsionado pelo apoio de The Tragically Hip.

12 de fevereiro de 2026

B.B. King – Indianola Mississippi Seeds 1970

 

01. Nobody Loves Me But My Mother – 1:27
02. You’re Still My Woman (BB King, Dave Clark) – 6:03
03. Ask Me No Questions – 3:05
04. Until I’m Dead And Cold – 4:44
05. King’s Special – 5:08
06. Ain’t Gonna Worry My Life Anymore – 5:17
07. Chains And Things (BB King, Dave Clark) – 4:51
08. Go Underground – 4:01
09. Hummingbird (Leon Russell) – four thirty-five
.

Indianola Mississippi Seeds, o Clássico que B.B. King Considerou Seu Melhor

Em outubro de 1970, B.B. King entregou uma de suas obras mais inspiradas e ambiciosas: Indianola Mississippi Seeds. Gravado no Record Plant de Los Angeles e produzido por Bill Szymczyk (que mais tarde trabalharia com os Eagles), o álbum funde o blues visceral do Rei do Blues com rock, soul e arranjos orquestrais elegantes — um crossover perfeito que levou o disco ao Top 30 da Billboard Pop.O som é quente, maduro e cheio de alma. “Chains and Things” emociona como poucas baladas, “You’re Still My Woman” tem groove irresistível, “King’s Special” deixa Lucille voar no instrumental, e “Hummingbird” (de Leon Russell) ganha coro gospel e cordas que transformam a faixa em um hino épico.
Destaque absoluto: para as participações: Carole King (piano e guitarra elétrica, meses antes de Tapestry), Leon Russell (piano e regência) e Joe Walsh (guitarra rítmica). B.B. ainda toca piano na curta e divertida “Nobody Loves Me But My Mother”.
Curiosidade: o título nasceu numa conversa casual em estúdio. Szymczyk perguntou onde B.B. tinha nascido e ele respondeu “Indianola, Mississippi” — a cidade que adotou como lar. O nome virou homenagem e capa com uma guitarra esculpida em melancia.B.B. King sempre disse que, artisticamente, este era seu álbum favorito. Quarenta e cinco anos depois, as sementes ainda germinam: puro blues com classe e emoção que nunca envelhece.


9 de fevereiro de 2026

Sean McDonald – Have Mercy! (2025)

 

01. My Soul 3:20 (Rudy Moore)
02. Fakin’ It 3:56 (S. McDonald)
03. Killing Me 5:06 (S. McDonald)
04. Rocking in the Same Old Boat 4:51 (Deadric Malone)
05. Shuffleboard Swing 4:05 (S. McDonald)
06. Angel Baby 3:00 (S. McDonald)
07. Don’t Let the Devil Ride 5:14 (Oris Mays)
08. That’s All I Need 3:10 (Ike Turner)
09. Let’s Call It A Day 3:58 (Henry Glover)
.

Have Mercy! O Blues que Une Gerações com Alma e Swing
Augusta, Geórgia, berço de lendas como James Brown e Sharon Jones, agora nos presenteia com Sean “Mack” McDonald, o jovem prodígio de 24 anos que explode em Have Mercy! (2025, Little Village). Seu blues é uma fusão vibrante de jump blues, Texas swing e gospel, com influências dos três Kings (B.B., Albert e Freddie) e toques jazzísticos de Bill Jennings. Mack entrega vocais tenores quentes, com alcance impressionante e ataques de guitarra precisos, cheios de sting, sem excessos.
Destaques: incluem as originais "Fakin’ It" (R&B stomping com saxofones honking e harmonias de Lisa Leuschner Andersen), "Killing Me" (ecoando Ray Charles e B.B. King) e o instrumental "Shuffleboard Swing" (jump blues sujo com Hammond B3 de Jim Pugh). Nos covers, "Don’t Let the Devil Ride" ganha alma gospel com backing vocals dos Morgan Brothers e Marcel Smith, enquanto "Rocking in the Same Old Boat" homenageia Bobby Bland com ousadia.
Curiosidade: Gravado nos icônicos Greaseland Studios, co-produzido por Kid Andersen, o álbum captura a essência de Mack como recém-graduado em produção áudio pela Middle Tennessee University. Outro detalhe: Ele integra a "nova onda blues" com talentos como DK Harrell e Kingfish, revigorando o gênero com conhecimento enciclopédico e frescor juvenil.