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28 de julho de 2026

Michael Bloomfield - Living In The Fast Lane 1980

 

1. Sammy Knows How To Party (King, David) 2:19
2. Shine On Love (Troy) 4:56
3. Roots (King-David) 3:35
4. Let Them Talk (Thompson) 5:09
5. Watkin's Rag (King-David) 1:46
6. Andy's Bad (King-David) 4:01
7. When I Get Home (Bloomfield) 4:27
8. Used To It (King-David) 2:50
9. Big C Blues (Bloomfield) 3:36
10. The Dizz Rag (King-David) 3:36
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O Blues Rock Final que Acelerou com Alma, Gospel e Ragtime!

Lançado em 1980, "Living In The Fast Lane" é um registro vibrante de blues rock de Michael Bloomfield, com fortes influências de Chicago blues, R&B, gospel e elementos ragtime jazzy, gravado nos estúdios Blossom & Zoetrope de San Francisco entre 1976 e 1977. Cheio de energia soulful e fusões irresistíveis, o álbum captura o mestre em um momento de reencontros criativos e vitalidade musical.

Com Bloomfield assumindo quase tudo — vocais principais, guitarras elétricas, slide, acústicas, órgão, piano e até percussão criativa como blocos de lixa e baquetas no chão —, a formação brilha com Mark Naftalin nos teclados (piano e ARP), Roger Troy no baixo e vocais em faixas como "Shine On Love", George Marsh na bateria e uma legião de convidados: seções de metais (Duke Tito & The Marin County Playboys), corais gospel (Singers of the Church of God in Christ) e multi-instrumentistas como Bob Jones. 

Destaques: "Shine On Love", com sua melodia soul Motown-esque e vocais cativantes de Troy; "Roots", explosiva em funk tribal e vozes múltiplas; e "Big C Blues", onde o slide e o vocal de Bloomfield brilham em puro blues autêntico. A instrumentação é rica em improvisações fluidas, guitarras emotivas que "conversam" com os vocais e fusões de gospel, R&B e ragtime que dão ao disco uma atmosfera amigável, festiva e cheia de vida.

Gravado com produtor Norman Dayron e antigos companheiros de jornada (como Naftalin e Troy, do Electric Flag), o álbum reflete reencontros felizes em meio a uma fase criativa intensa. Lançado em vinil em 1980 — pouco antes da morte de Bloomfield em fevereiro de 1981 —, ele foi reeditado em CD em 1988 e permanece um testamento magnífico da versatilidade e paixão do guitarrista lendário.

Foy Vance - The Wake 2026

 

1. A.I. (9:04)
2. Hi, I’m The Preacher's Son (4:06)
3. I Think I Preferred The Question (4:31)
4. We Almost Made It (4:21)
5. I'm Not Celebrating (3:32)
6. Ever Feel Like Everybody's Just Coming At You? (2:07)
7. Call Me Anytime (4:18)
8. I Ain't Sold On Time (4:13)
9. Money (5:26)
10. Sleazy Bastards (5:13)
11. Fiberoptic Love (3:41)
12. When I See You At The Right Time (2:28)
13. Bathed In Light (2:26)
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O Último Despertar de Foy Vance

Em 2026 Foy Vance lançou The Wake, seu sétimo álbum de estúdio, um trabalho de folk, soul e southern blues que fecha um ciclo de décadas. 

Vance no vocal e guitarra, ao lado do produtor Ethan Johns (que também toca guitarras e outros instrumentos), do pianista Neil Cowley, do baterista Jeremy Stacey e do baixista Rex Horan, com harmonia de Bonnie Bishop, criam um som cru e vital em faixas como a longa e psicodélica “A.I.”, a confessional “Hi, I’m The Preacher’s Son” e a redentora “Bathed In Light”. 

O disco mistura texturas de gospel-blues, Americana e folk com produção íntima e dinâmica, gravações que respiram ao vivo e letras que vão do lamento ao êxtase. Finalizado exatamente 26 anos depois da morte do pai de Vance, o álbum foi gravado no Three Crows Studio, em Bath, com Johns organizando as faixas para soar como familiares reunidos em um velório. 

O título e o projeto inteiro marcam o fim de uma jornada de sete discos iniciada no dia em que Vance, no palco em Lanzarote, descobriu a morte do pai, um pregador itinerante.  

27 de julho de 2026

Cyril Neville - Don't Wait Til I'm Gone 2026

 

 1. Sunrise On The River part one - 2:28
 2. Don't Wait Til I'm Gone - 3:50
 3. Lemonade - 2:59
 4. Poppa Wa Ditty - 3:51
 5. This Rat Race - 3:35
 6. Call On Me - 4:00
 7. Our Love - 4:54
 8. You Hold Me Down - 2:58
 9. Positive Is How I Live - 2:40
10. Sunrise On The River, Pt. 2 - 4:21
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Cyril Neville solta Don’t Wait Til I’m Gone em 2026 e entrega um funk, soul e blues de Nova Orleans contagiante, misturado com gospel e o ritmo second-line que é a marca registrada da cidade. 

Produzido por Shamarr Allen, o disco reúne Aaron Neville, Ivan Neville, Leo Nocentelli, Donald Harrison, Kermit Ruffins e membros do Hot 8 Brass Band, e explode em faixas como a emocionante título (com Aaron), a irrefreável “Lemonade” (com o Hot 8) e a positiva “Positive Is How I Live” (com Kermit). 

O que define o som são os arranjos de metais frescos, as improvisações cheias de groove, as fusões de funk com soul e gospel, e as colaborações que unem veteranos e a nova geração num só calor. 

O álbum nasceu de forma orgânica, sem plano formal nem orçamento, a partir de um simples telefonema de Shamarr Allen, e a faixa “Lemonade” saiu pronta em minutos no estúdio. E tem mais: é o primeiro disco solo de Cyril em vários anos e a faixa-título é uma parceria especial com o irmão Aaron, que também canta.

24 de junho de 2026

Susan Tedeschi – Back To The River 2008

 

1.Talking About – 4:21
2. 700 Houses – 4:36
3. Back to the River – 3:55
4. Love Will – 3:47
5. Butterfly – 4:06
6. People – 3:25
8. Revolutionize Your Soul – 4:44
9. True – 3:20
10. There's a Break in the Road – 3:26
11. Can't Sleep at Night – 3:51
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Susan Tedeschi Acende o Blues Rock com Alma, Slide e Groove Incendiário!
Susan Tedeschi lançou em 2008 Back to the River, seu quinto e último álbum solo de estúdio, um mergulho poderoso no blues rock vibrante com influências de soul, R&B e gospel que sacodem a alma e fazem o corpo querer dançar. Produzido majoritariamente por George Drakoulias (com Derek Trucks na faixa “Butterfly”), o disco é puro feeling e energia crua.
Formação: Susan na voz rouca e guitarra, o slide guitar inconfundível de Derek Trucks, as guitarras elétricas e slide de Doyle Bramhall II, as cordas e backing vocals de Gary Louris, a percussão e produção de George Drakoulias, além de uma seção de metais soulful (sax, trombone e trompete) e os backing vocals gospel das irmãs Julia e Maxine Waters.
Destaques: o título “Back to the River”, funk e enérgico co-escrito com Tony Joe White; “Learning the Hard Way”, parceria com Gary Louris cheia de alma blues; e “Butterfly”, produzida por Derek com clavinet e solos deslizantes. O cover explosivo de “There’s a Break in the Road”, de Allen Toussaint, ganha vida nova com metais e groove irresistível.
Curiosidade: Derek produziu “Butterfly” no estúdio caseiro Swamp Raga em Jacksonville depois que as sessões em Los Angeles não fluíram como esperado, gravando tudo de forma orgânica em takes crus e únicos. E olha: esse foi o último álbum solo dela antes de explodir com a lendária Tedeschi Trucks Band ao lado de Derek em 2010 — e ainda rendeu indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Blues Contemporâneo.

11 de junho de 2026

The Alexis P. Suter Band - Just Stay Live Recorded Live at The Falcon (Live) 2026

 

1. John the Revelator (Live) - 5:07
2. Garth Piano Solo (Live) - 5:02
3. Right on Time (Live) - 2:43
4. It's Not My Cross to Bear (Live) - 5:48
5. Whistling In the Dark (Live) - 4:59
6. Knocking on Heavens Door (Live) - 5:15
7. Hole That I'm In (Live) - 6:24
8. Rise (Live) - 9:52
9. Only I (Live) - 5:15
10. Turn on Your Love Light (Live) - 6:48
11. Isn't It a Pity (Live) - 7:55
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spotify


O Live Histórico da Alexis P. Suter Band com Garth Hudson
A Alexis P. Suter Band acaba de lançar Just Stay Live: Recorded Live at The Falcon, um registro ao vivo eletrizante de uma noite especial de 2011 no The Falcon, em Marlboro, Nova York. Com a voz poderosa, rouca e cheia de alma gospel de Alexis P. Suter no comando, a banda entrega blues, soul e rock roots com aquela energia crua e contagiante que só o palco sabe dar.
Formação: guitarra afiada de Jimmy Bennett, bateria firme de Ray Grappone e vocais de apoio de Vicki Bell —, brilha a participação especial de Garth Hudson, lendário tecladista do The Band, no piano e acordeon. Os momentos que mais marcam são a abertura explosiva de “John the Revelator” (com intro a cappella e solo de guitarra cortante), o icônico “Garth Piano Solo” (cinco minutos de pura expressão e personalidade) e o encerramento intimista e profundo de “Isn’t It a Pity”, de George Harrison. O som ganha vida em Dolby Atmos: vocais explosivos, improvisações fluidas, guitarras cortantes e uma fusão natural de blues, gospel e rock que faz o ambiente inteiro vibrar.
A gravação surround foi redescoberta pelo engenheiro masterizador Alan Douches, que a mixou e masterizou com maestria, trazendo de volta toda a magia daquela noite. Lançado em março de 2026, um ano após a morte de Garth Hudson (o último membro fundador do The Band), o nono álbum da banda é uma homenagem sincera ao poder transcendente da música ao vivo e chega logo depois do aclamado Just Stay High (2025).
Se gostou, veja também o single “Turn On Your Love Light” ou o álbum anterior Just Stay High!