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10 de fevereiro de 2026

The Soul Jacket - Wood Mama (2012)

 

01. Revolutionists
02. Battered 'N' Bruised
03. Stampeding Cattle
04. Ohio
05. Meadow
06. What's Wrong America
07. Rock & Soul Thing
08. Scraping the Bowl
09. Neighbor Neighbor
10. My Girl Don't Love Me
11. Nah Nah Nah
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Wood Mama: O Mojo Galego que Incendeia o Rock & Soul
Wood Mama, o álbum de estreia da banda galega The Soul Jacket, lançado em 2012. Formada em 2004 entre Vigo e Nigrán, essa trupe de rock & roll clássico mergulha fundo no blues e no soul sulista americano, entregando faixas abrasadoras cheias de groove e emoção crua. O som é quente, orgânico, com guitarras afiadas, vocais passionais e ritmos que pulsam como um coração acelerado.
Destaques: incluem "Revolutionists", um hino rebelde que abre o disco com fúria; "Ohio", evocando paisagens sonoras épicas; e "My Girl Don't Love Me", uma balada soulful de partir o coração. A produção de Hendrik Röver, o lendário líder dos Los Deltonos, dá um toque artesanal único, gravado de forma analógica para capturar a essência viva do rock de raiz.
Curiosidade: Röver, conhecido como "outlaw" espanhol, insistiu em sessões improvisadas para infundir "mojo" autêntico, transformando o estúdio em uma jam session familiar. Outro detalhe fascinante: apesar das raízes espanholas, a banda homenageia ícones como The Allman Brothers e Otis Redding, provando que o soul transcende fronteiras.

7 de fevereiro de 2026

Nuno Mindelis - Free Blues (2012)

 



1. Messing With The Kid 3:55
2. Feeling Alright 3:38
3. Get Out Of My Life, Woman 3:40
4. All Your Love 4:52
5. While Your Guitar Gently Weeps 4:31
6. Thrill Is Gone 4:54
7. Dust My Blues (Dust My Broom) 5:19
8. Rockin' Daddy 3:17
9. Rock Me Baby 4:18
10. Think Stax, Jax! 4:28
11. Bullfrog Blues 4:01
12. Red House 5:07
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Free Blues de Nuno Mindelis
Free Blues (2012), do guitarrista brasileiro-angolano Nuno Mindelis que entrega um álbum que funde o blues clássico com toques de rock, criando um som fresco e atemporal. Reminiscente de Eric Clapton em sua maestria na guitarra e com um vocal low-key bluesy à la J.J. Cale, Nuno mistura covers icônicos com composições originais, honrando as raízes enquanto injeta inovação contemporânea.
Destaques: incluem a explosiva "Thrill Is Gone", o clássico "Dust My Broom" com riffs afiados, e uma versão arrebatadora de "Red House" de Hendrix, que fecha o disco com chave de ouro. Faixas como "While My Guitar Gently Weeps" de George Harrison e "Feelin' Alright" de Dave Mason expandem o cânone blues, mostrando como o gênero evolui sem perder a essência. A banda é estelar: Nuno nos vocais, guitarras e teclados, com Rodrigo Mantovanni no baixo, Lomiranda no órgão e Mike Bowden nos vocais de "Rock Me Baby". Participações como Flavio Naves na guitarra e órgãos adicionam camadas ricas e orgânicas.
Curiosidade: Nuno revisitou temas que o impactaram na adolescência, gravando em um processo que celebrava o "renascimento" do blues, evitando fórmulas repetitivas para criar algo vital. Outro detalhe intrigante: Reconhecido pela Guitar Player Magazine como o melhor guitarrista de blues, Nuno segue a tradição de inovadores como Clapton, que eletrificaram o blues nos anos 60/70, agora adaptando-o para novas gerações. Free Blues não é só um álbum – é um convite para redescobrir o gênero com paixão renovada.

12 de novembro de 2025

Tail Dragger and Bob Corritore - Longtime Friends In The Blues 2012

 

1 - I'm Worried - 4:59
2 - Sugar Mama - 5:22
3 - Birthday Blues - 4:52
4 - She's Worryin' Me - 6:36
5 - Cold Outdoors - 4:28
6 - So Ezee - 5:19
7 - Through With You - 6:59
8 - Done Got Old  - 3:43
9 - Boogie Woogie Ball - 4:26
10 - Please Mr. Jailer - 6:45
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Amigos Eternos no Blues: A Explosão de Chicago em 'Longtime Friends In The Blues'

O álbum Longtime Friends In The Blues, de Tail Dragger e Bob Corritore, lançado em 2012 pela Delta Groove, é uma joia crua e vibrante, misturando o swing clássico da Windy City com toques delta sujos e irresistíveis. Tail Dragger comanda os vocais roucos e cheios de alma, evocando o fantasma de Howlin' Wolf, enquanto Bob Corritore brilha na harmônica afiada, produzindo faixas que transpiram autenticidade.
A banda é um dream team: guitarras afiadas de Kirk Fletcher e Chris James, baixo sólido de Patrick Rynn, bateria precisa de Brian Fahey e, como cereja no bolo, o lendário pianista Henry Gray – ex-membro da banda de Wolf – nos teclados e vocais em "Sugar Mama". "So Ezee", com seu groove hipnótico que te faz balançar; "Please Mr. Jailer", uma jam épica de quase sete minutos; e "Boogie Woogie Ball", pura energia dançante.
As sessões foram gravadas ao vivo no estúdio, capturando risadas e improvisos espontâneos, como se você estivesse lá com esses velhos amigos blueseiros. Tail Dragger, ícone de 80 anos na época, honra o legado de Wolf, que influenciou gerações – Gray, aos 90, prova que o blues não envelhece.

3 de outubro de 2025

Hot Tuna - Yellow Fever (1975) 2012

 

1. Baby What You Want Me to Do (Jimmy Reed) - 6:42
2. Hot Jelly Roll Blues (George Carter) - 4:21
3. Free Rein (Jorma Kaukonen, Paul Ziegler) - 4:14
4. Sunrise Dance with the Devil (Jorma Kaukonen) - 4:28
5. Song for the Fire Maiden (Jorma Kaukonen, Greg Douglass) - 4:16
6. Bar Room Crystal Ball (Jorma Kaukonen) -6:52
7. Half/Time Saturation(Jorma Kaukonen, Jack Casady, Bob Steeler) - 4:45
8. Surphase Tension (Jorma Kaukonen) - 3:58 
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Yellow Fever: Hot Tuna na Era do Blues Rock dos Anos 1970

Lançado em 1975 pela Grunt Records, Yellow Fever marca o sexto álbum da banda Hot Tuna, duo formado por Jorma Kaukonen e Jack Casady, ex-membros do Jefferson Airplane, que exploravam o blues rock como projeto paralelo em meio à efervescente cena psicodélica de São Francisco. Gravado no lendário Wally Heider Studios entre junho e agosto, o disco transita entre o folk acústico inicial e diálogos intensos de guitarra e baixo, com produção em formato Quadraphonic – uma inovação surround rara para a época, imergindo o ouvinte em camadas sonoras.
Incluem o cover visceral de "Baby What You Want Me to Do", de Jimmy Reed, e originais como "Song for the Fire Maiden", com contribuições de Greg Douglass na guitarra, e "Bar Room Crystal Ball", que ganha toques cósmicos via sintetizador de Nick Buck. A bateria de Bob Steeler adiciona pulsação sólida, enquanto as linhas de baixo de Casady tecem texturas sensíveis. Críticos como Robert Christgau deram nota B-, elogiando a evolução do country blues para um som mais robusto. Relançado em 2012, o álbum permanece um marco para fãs de blues autêntico, capturando a essência crua de uma era transformadora.