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15 de abril de 2026

Crusaders I 1970


1. That's How I FeelWilton Felder – 8:20
2. So Far AwayCarole King – 11:55
4. Mystique BluesWayne Henderson – 4:35
5. Full Moon – Wayne Henderson – 7:20
6. Sweet Revival – Joe Sample – 4:45
7. Mud Hole – Wayne Henderson – 6:30
8. It's Just Gotta Be That Way – Wayne Henderson – 3:38
9. Georgia Cottonfield – Joe Sample – 7:03
10. A Shade Of Blues – Joe Sample – 5:21
11. Three Children – Wilton Felder – 5:14
12. Mosadi (Woman) – Wayne Henderson – 7:11
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Crusaders I: O Groove que Acendeu o Blues Rock dos Anos 70! 
Crusaders I 1970, o álbum duplo que explodiu o blues rock visceral dos Crusaders com pitadas profundas de jazz sofisticado e boogie que não para de balançar!
A formação clássica brilha com Joe Sample nos teclados elétricos incendiários, Wilton Felder no sax tenor cortante (e baixo elétrico), Wayne Henderson no trombone soulful e Stix Hooper na bateria que segura tudo como um trem em alta velocidade – tudo isso com convidados de luxo como Larry Carlton na guitarra e Chuck Rainey no baixo. 
Destaques: “Put It Where You Want It” de Sample é puro funk-groove que gruda na pele; o cover épico de “So Far Away” (Carole King) vira uma jam de quase 12 minutos cheia de improvisos que te levam pro céu; e “Mosadi (Woman)” de Henderson fecha com fusão perfeita de blues, jazz e boogie arrepiante.
Gravado no lendário Wally Heider Studios em Los Angeles, o disco capturou toda a energia bruta da banda em plena transição criativa. Fato histórico: foi o segundo lançamento após eles largarem o “Jazz” do nome (ex-Jazz Crusaders) para conquistar um público maior – e “Put It Where You Want It” virou clássico, até coberto pelo Average White Band

1 de abril de 2026

Janis Joplin - The Pearl Sessions (1970)

 

DISC 1: PEARL

1. Move Over
2. Cry Baby
3. A Woman Left Lonely
4. Half Moon
5. Buried Alive in the Blues
6. My Baby
7. Me and Bobby McGee
8. Mercedes Benz
9. Trust Me
10. Get It While You Can
11. Me and Bobby McGee - (mono)
12. Half Moon - (mono)
13. Cry Baby - (mono)
14. Get It While You Can - (mono)
15. Move Over - (mono)
16. A Woman Left Lonely - (mono)

DISC 2: THE PEARL SESSIONS and MORE...

1. Overheard in the Studio...
2. Get It While You Can [Take 3: 7.27.70] - (previously unreleased, take, alternate take)
3. Overheard in the Studio...
4. Get It While You Can [Take 5: 7.27.70] - (previously unreleased, take, alternate take)
5. Overheard in the Studio...
6. Move Over [Take 6: 7.27.70] - (previously unreleased, take, alternate take)
7. Move Over [Take 13: 7.28.70] - (previously unreleased, take, alternate take)
8. Move Over [Take 17: 7.28.70] - (previously unreleased, take, alternate take)
9. Me and Bobby McGee [Demo Version 7.28.79]
10. Me and Bobby McGee [Take 5: Alternate: 7.28.79] - (previously unreleased, alternate take)
11. Cry Baby [Alternate Version 9.5.70] - (alternate take)
12. Woman Left Lonely [Alternate Vocal 9.9.70], A - (previously unreleased, alternate take)
13. Overheard in the Studio...
14. My Baby - (previously unreleased, alternate take)
15. Overheard In the Studio...
16. Get It While You Can [Take 3: 9.11.70] - (previously unreleased, take, alternate take)
17. My Baby - (alternate take)
18. Pearl
19. Tell Mama [Live 7.28.70]
20. Half Moon [Live 8.3.70]
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Pearl Sessions: A Voz de Janis Joplin Que Ainda Rasga o Céu!
Em 1971, poucos meses após a morte de Janis Joplin por overdose, chegava às lojas Pearl, o álbum que se tornaria seu testamento definitivo. Gravado com a Full Tilt Boogie Band — a “família” que ela tanto buscava, formada por John Till (guitarra), Richard Bell (piano), Ken Pearson (órgano), Brad Campbell (baixo) e Clark Pierson (bateria) —, o disco mistura com fúria e precisão o blues, soul, country e rock and roll cru que Janis venerava em Bessie Smith, Billie Holiday e Aretha Franklin.
O relançamento The Pearl Sessions (edição dupla) entrega o álbum clássico no Disc 1 e, no Disc 2, um mergulho imperdível no estúdio: takes inéditos de “Get It While You Can”, “Move Over” e “Me and Bobby McGee”, versões alternativas de “Cry Baby” e “A Woman Left Lonely”, além de conversas captadas entre as faixas que revelam a energia caótica e familiar das sessões.
Produzido por Paul Rothchild (The Doors), o trabalho foi praticamente finalizado quando Janis partiu. O que sobrou foi puro ouro: uma voz desgarrada, visceral e ao mesmo tempo acessível que continua soando revolucionária. Pearl não é só um álbum póstumo — é a prova de que Janis Joplin, a dama branca do blues rock, deixou o mundo cantando mais alto do que nunca.