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4 de janeiro de 2026

Dream Theater - Parasomnia (2025)

 


Parasomnia: Prog Metal com Força Épica!
Parasomnia é o 16º álbum de estúdio da Dream Theater, marcando o retorno triunfal do baterista Mike Portnoy após 13 anos, reunindo a formação clássica. 
Com um estilo de progressive metal intricado, mesclando riffs pesados, solos virtuosos, orquestrações sinfônicas e narrativas conceituais, o disco mergulha em distúrbios do sono como terrores noturnos e paralisia, criando uma sonoridade sombria e imersiva que pulsa com energia renovada. Faixas marcantes incluem o single "Night Terror", com sua intensidade explosiva; a épica "The Shadow Man Incident", de 19 minutos, cheia de twists progressivos; e "Dead Asleep", uma jornada de 11 minutos com dinâmicas arrebatadoras.
Músicos: James LaBrie nos vocais emotivos, John Petrucci nas guitarras magistrais, John Myung no baixo preciso, Jordan Rudess nos teclados atmosféricos e Portnoy na bateria feroz. Sem participações especiais, mas a produção de Petrucci e mixagem de Andy Sneap destacam texturas únicas, como sons de respiração e despertares que bookend o álbum.
Curiosidade: Gravado no DTHQ em Nova York entre fevereiro e julho de 2024, as faixas foram inspiradas em eventos reais, como um caso de assassinato durante sonambulismo em "Dead Asleep". No contexto histórico, lançado no 40º aniversário da banda, Parasomnia é um conceito álbum com graphic novel companheira, recebendo aclamação globalmente

19 de outubro de 2025

David Gilmour Mermaid Theatre London - 2006

 

01. Castellorison
02. On an Island
03.The Blue
04. Take A Breath
05. Smile
06. Shine on You Crazy Diamond
07. band intros/Wearing the Inside Out
08 Comfortably Numb
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David Gilmour Encanta o Mermaid Theatre em 2006

Em 7 de março de 2006, David Gilmour, o coração pulsante do Pink Floyd, transformou o Mermaid Theatre, em Londres, num portal para o cosmos do rock progressivo. Esse show solo, capturado em áudio cru e visceral, é uma joia para fãs: um mosaico de blues cósmico, psicodelia flutuante e baladas introspectivas, com o timbre inconfundível da Stratocaster de Gilmour cortando o ar como um farol na névoa.
"On an Island" abrea noite, enquanto "Take a Breath" homenageia Syd Barrett em riffs que evocam "Astronomy Domine". "Smile", com sua doçura folk, e o épico "Shine On You Crazy Diamond" elevam a alma, culminando no hino "Comfortably Numb", onde Gilmour e Roger Waters (em espírito) se completam. Phil Manzanera, dos Roxy Music, surge como guitarrista de apoio, adicionando camadas quentes e inesperadas.
O processo de mixagem revelou dualidades fascinantes – uma versão "headphones" para imersão pessoal e outra "speakers" para impacto coletivo, priorizando "guts" sonoros sobre polimento. No contexto histórico, esse concerto veio logo após a turnê de reunião do Pink Floyd em 2005, marcando o adeus definitivo de Waters à banda. Com Guy Pratt no baixo e Steve DiStanislao na bateria, é um testamento à eternidade da música: o todo sempre maior que as partes.

4 de outubro de 2025

Pink Floyd – At Pompeii MCMLXXII (2 CD) – 2025

 

CD1 (01:04:25)

01. Pompeii Intro
02. Echoes Part 1
03. Careful With That Axe, Eugene
04. A Saucerful of Secrets
05. One of These Days
06. Set the Controls for the Heart of the Sun
07. Mademoiselle Nobs
08. Echoes Part 2

CD2 (00:18:55)

01. Careful With that Axe, Eugene – Alternate Take 

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via: rockaor

Pink Floyd at Pompeii – MCMLXXII (2025 Remaster, 2CD Columbia EU)
Lançada pela Columbia em 2 de maio de 2025 , apresenta o áudio remasterizado e remixado por Steven Wilson a partir do concerto de 1971 no Anfiteatro de Pompeu. O estilo musical é space rock progressivo, caracterizado por texturas sonoras imersivas com sintetizadores EMS Synthi A, percussões minimalistas e improvisos estendidos, capturando a transição entre Meddle (1971) e The Dark Side of the Moon (1973).
Destaques incluem "Echoes" (Partes 1 e 2, totalizando cerca de 25 minutos), com delay analógico e vocais sussurrados de Roger Waters; "Careful With That Axe, Eugene" (versão alternativa no CD2), explorando dinâmicas de tensão via guitarra slide de David Gilmour; e "One of These Days", com talkbox no baixo de Waters para efeitos vocais processados. A masterização em 24-bit/96kHz revela bleed natural dos microfones multi-track originais.
As performances foram improvisadas sem público, priorizando takes ao vivo para o filme de Adrian Maben, com mixagem isolada dos canais de áudio. A banda – Gilmour (guitarra/vocais), Waters (baixo/vocais), Wright (teclados/vocais) e Mason (bateria) – operava em formação pós-Syd Barrett, enfatizando experimentação sonora em ruínas antigas.

21 de março de 2025

Jon Anderson - Live - Perpetual Change (2025)

 

01. Yours Is No Disgrace – 09:56
02. Perpetual Change – 09:31
03. Close To The Edge – 18:23
04. Heart Of The Sunrise – 11:43
05. Starship Trooper – 10:43
06. Awaken – 15:59
07. And You And I – 10:11
08. Your Move – I’ve Seen All Good People – 06:48
09. Gates Of Delirium – 22:37
10. Roundabout – 08:42
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"Perpetual Change: Jon Anderson Ressurge em 2025!"
Em Live - Perpetual Change, lançado em 2025, Jon Anderson, a lendária voz do Yes, entrega um show ao vivo arrebatador ao lado dos talentosos The Band Geeks. Gravado em 2023 no Arcada Theater, o álbum traz clássicos como "Close to the Edge" e "Roundabout" com uma energia renovada, provando que sua paixão pelo prog rock segue intacta aos 80 anos. Curiosidade: a escolha do título homenageia uma faixa de 1971 do Yes, simbolizando a evolução constante de Anderson e sua música. Um presente para os fãs de todas as gerações!

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19 de março de 2025

Three Thirteen – Selenophobia (2025)

 

01. Elegy
02. Quick Change
03. Independent Way
04. There Are the Ones
05. Selenophobia
06. Where Am I
07. First of Many
08. One Mans Wilderness
09. The Marginal World
10. Your Name Was Cliche
11. Begin Again
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via: rockaor

"Selenophobia: A Escuridão Lunar de Three Thirteen"
Lançado em 2025, Selenophobia do Three Thirteen é um álbum que mergulha nas profundezas do medo e da introspecção, combinando riffs pesados, atmosferas sombrias e vocais viscerais. A banda explora o terror da lua – daí o título, que remete à fobia lunar – em faixas que transitam entre o metal visceral e o experimental, capturando a essência de um pesadelo sonoro. Curiosidade: o disco foi gravado sob a luz de uma lua cheia, o que, segundo os membros, intensificou sua energia caótica e misteriosa. Uma viagem inquietante que não deixa ninguém indiferente!

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