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28 de dezembro de 2025

B.B. King - Capital Radio Jazz Festival Alexandra Palace London 1979

 

01. How Blue Can You Get?
08. instrumental
09. Same Old Story (Same Old Song)
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B.B. King Incendeia o Palco: Blues Explosivo no Festival de Jazz de Londres!
Em julho de 1979, o lendário B.B. King transformou o Alexandra Palace, em Londres, em um templo do blues durante o Capital Radio Jazz Festival. Essa gravação ao vivo, capturada de uma transmissão FM e remasterizada para qualidade média, captura o rei do blues com uma banda de dez músicos, misturando soul, jazz e riffs eletrizantes de sua guitarra Lucille. O estilo é puro blues clássico, com improvisos vibrantes e uma energia contagiante que pulsa em cada nota.
Destaques: incluem a icônica "The Thrill is Gone", com seu solo hipnótico que arranca aplausos fervorosos, e faixas como "How Blue Can You Get?" e "Never Make a Move Too Soon", cheias de groove e emoção. Os instrumentais anônimos brilham com a interação da banda, destacando trompetes e saxofones que elevam o show a um patamar jazzístico.
Curiosidade: a remasterização resgatou a essência crua da transmissão radiofônica, preservando o som autêntico sem overdubs modernos. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico – o festival reuniu gigantes como Muddy Waters e Dizzy Gillespie, marcando uma era dourada do blues no Reino Unido, onde King, aos 53 anos, provava ser imortal no palco.

4 de novembro de 2025

John Lee Hooker Montreux Jazz Festival Switzerland -1983

 

01 Serves Me Right To Suffer
02 I Didn't Know
03 High Heel Sneakers
04 I'll Take Care Of You
05 Boom Boom
06 Worried Life Blues
07 I'm Jealous
08 Crawlin' King Snake
09 Little Girl
10 Boogie Chillen
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John Lee Hooker Incendeia Montreux: O Boogie Blues Estelar de 1983!

Live at Montreux Jazz Festival 1983, onde John Lee Hooker, aos 62 anos, despeja seu boogie woogie cru e hipnótico, misturado a riffs de rock e infusões jazzísticas, em um show capturado no lendário festival suíço. É blues vivo, suado e elétrico, com grooves que grudam na alma e solos que ecoam eternidade.
Hooker domina guitarra e vocais roucos, apoiado por uma supergroup de elite: Jack Bruce (Cream) no baixo e vocais, Billy Cobham na bateria fusion, Allan Holdsworth na guitarra prog, David Sancious (Stones/Springsteen) nos teclados e o violinista Didier Lockwood adicionando texturas etéreas. "Boom Boom" explode em energia contagiante; "Crawlin' King Snake" rasteja com tensão serpentina; "Serves Me Right to Suffer" e "High Heel Sneakers" capturam o swing blues clássico, com Lockwood elevando "I'll Take Care of You" a um lamento celestial.
Essa jam única foi montada especialmente para o festival, gravada em takes crus sem overdubs, preservando a faísca improvisada – liberada só em 2020, após décadas nos arquivos. Em 1983, pré-The Healer, Hooker provava seu fogo inextinguível, influenciando gerações.

19 de outubro de 2025

David Gilmour Mermaid Theatre London - 2006

 

01. Castellorison
02. On an Island
03.The Blue
04. Take A Breath
05. Smile
06. Shine on You Crazy Diamond
07. band intros/Wearing the Inside Out
08 Comfortably Numb
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David Gilmour Encanta o Mermaid Theatre em 2006

Em 7 de março de 2006, David Gilmour, o coração pulsante do Pink Floyd, transformou o Mermaid Theatre, em Londres, num portal para o cosmos do rock progressivo. Esse show solo, capturado em áudio cru e visceral, é uma joia para fãs: um mosaico de blues cósmico, psicodelia flutuante e baladas introspectivas, com o timbre inconfundível da Stratocaster de Gilmour cortando o ar como um farol na névoa.
"On an Island" abrea noite, enquanto "Take a Breath" homenageia Syd Barrett em riffs que evocam "Astronomy Domine". "Smile", com sua doçura folk, e o épico "Shine On You Crazy Diamond" elevam a alma, culminando no hino "Comfortably Numb", onde Gilmour e Roger Waters (em espírito) se completam. Phil Manzanera, dos Roxy Music, surge como guitarrista de apoio, adicionando camadas quentes e inesperadas.
O processo de mixagem revelou dualidades fascinantes – uma versão "headphones" para imersão pessoal e outra "speakers" para impacto coletivo, priorizando "guts" sonoros sobre polimento. No contexto histórico, esse concerto veio logo após a turnê de reunião do Pink Floyd em 2005, marcando o adeus definitivo de Waters à banda. Com Guy Pratt no baixo e Steve DiStanislao na bateria, é um testamento à eternidade da música: o todo sempre maior que as partes.

1 de setembro de 2025

Lou Reed and John Cale Songs for Drella live (1990)

 

1. Smalltown
2. Open House
3. Style It Takes
4. Work
5. Trouble with Classicists
6. Starlight
7. Faces and Names
8. Images
9. Slip Away (A Warning)
10. It Wasn't Me
11. I Believe
12. Nobody But You
13. A Dream
14. Forever Changed
15. Hello It's Me
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"Homenagem Vibrante: Songs for Drella ao Vivo (1990)"
Em 1990, Lou Reed e John Cale uniram forças para apresentar Songs for Drella, um tributo emocionante a Andy Warhol, ao vivo, com uma energia crua e envolvente. O estilo musical mescla o rock experimental com arranjos minimalistas, destacando a química única da dupla ex-Velvet Underground. Faixas como “Smalltown” e “I Believe” brilham com letras poéticas e melodias intensas, capturando a essência de Warhol. A performance no Brooklyn Academy of Music (BAM) em 1989, parte do ciclo de 1990, é um marco, com o álbum tocado na íntegra, sem desvios. Reed e Cale compuseram o álbum em apenas algumas semanas, canalizando sua admiração e conflitos com Warhol. A ausência de bateria em muitas faixas dá um toque intimista, destacando suas vozes e guitarras.

28 de maio de 2025

Anthony Phillips 1984 (1981)

 

01. Prelude '84
02. 1984 part 1
03. 1984 part 2
04. Anthem 1984
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Anthony Phillips’ 1984: Uma Jornada Eletrônica Audaciosa!
Lançado em 1981, 1984 de Anthony Phillips é uma explosão de rock progressivo com sintetizadores, rompendo com o folk acústico de seus trabalhos anteriores. As faixas épicas “1984 Part One” e “Part Two” brilham com melodias hipnóticas e texturas eletrônicas, evocando uma atmosfera cinematográfica. O álbum foi gravado em uma fita de 8 pistas em sua casa, mas transferido para 24 pistas em estúdio, exigindo cortes manuais minuciosos. Morris Pert, de Brand X, adiciona percussão vibrante, enquanto o título inspira-se no romance de Orwell, sem seguir sua narrativa.

25 de abril de 2025

Santana - Sydney 1979

 

01 Marathon
02 Well All Right/Europa
03 Open Invitation
04 Singing Winds, Crying Beasts/Black Magic Woman/Gypsy Queen
05 You Know that I Love You
06 Lightning in the Sky
07 She's Not There/Evil Ways
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Santana Sydney 1979: Uma Explosão de Ritmo e Alma!
Gravado ao vivo em Sydney, o álbum Santana Sydney 1979 captura a energia contagiante da banda em seu auge. Com uma fusão vibrante de rock latino, jazz e grooves percussivos, faixas como “Black Magic Woman” e “Oye Como Va” brilham com solos eletrizantes de Carlos Santana. A gravação quase foi cancelada devido a problemas técnicos, mas a paixão da banda prevaleceu. Destaque para a formação clássica, com Gregg Rolie nos vocais, em um momento histórico pós-Woodstock. Um tesouro para fãs do som único do Santana!