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11 de fevereiro de 2026

David Bowie – Earthling (1997)

 

1. Little Wonder – 6:02
2. Looking for Satellites – 5:21
3. Battle for Britain (The Letter) – 4:48
4. Seven Years in Tibet (Bowie, Gabrels) – 6:22
5. Dead Man Walking (Bowie, Gabrels) – 6:50
6. Telling Lies (Bowie) – 4:49
7; The Last Thing You Should Do – 4:57
8. I'm Afraid of Americans (Bowie, Brian Eno) – 5:00
9. Law (Earthlings on Fire) (Bowie, Gabrels) – 4:48
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Earthling: O Furacão Eletrônico de Bowie!
O caos futurista de Earthling, o álbum de David Bowie lançado em 1997, que funde drum and bass, industrial rock, electronica e ritmos jungle com o art-rock característico do Camaleão. Produzido por Bowie ao lado de Reeves Gabrels e Mark Plati, o disco pulsa com breakbeats acelerados, guitarras distorcidas e camadas de sintetizadores, criando um som urbano e inovador que capturou a essência da era digital.
Destaques: incluem "Little Wonder", um opener explosivo sobre consumismo; "I'm Afraid of Americans", com remix intenso de Trent Reznor do Nine Inch Nails, criticando a cultura global; e "Dead Man Walking", inspirado em Neil Young, com riffs pesados e atmosfera apocalíptica. A banda conta com talentos como Gail Ann Dorsey no baixo, Zachary Alford na bateria e Mike Garson no piano, adicionando profundidade orgânica ao caos eletrônico.
Curiosidade: o álbum foi gravado em apenas dois meses, com as bases de seis faixas compostas em nove dias, priorizando improvisação e energia crua em estúdio. Outro detalhe fascinante: lançado perto do 50º aniversário de Bowie, Earthling foi seu primeiro disco totalmente digital, refletindo a explosão da cena eletrônica londrina dos anos 90.

4 de janeiro de 2026

Dream Theater - Parasomnia (2025)

 


Parasomnia: Prog Metal com Força Épica!
Parasomnia é o 16º álbum de estúdio da Dream Theater, marcando o retorno triunfal do baterista Mike Portnoy após 13 anos, reunindo a formação clássica. 
Com um estilo de progressive metal intricado, mesclando riffs pesados, solos virtuosos, orquestrações sinfônicas e narrativas conceituais, o disco mergulha em distúrbios do sono como terrores noturnos e paralisia, criando uma sonoridade sombria e imersiva que pulsa com energia renovada. Faixas marcantes incluem o single "Night Terror", com sua intensidade explosiva; a épica "The Shadow Man Incident", de 19 minutos, cheia de twists progressivos; e "Dead Asleep", uma jornada de 11 minutos com dinâmicas arrebatadoras.
Músicos: James LaBrie nos vocais emotivos, John Petrucci nas guitarras magistrais, John Myung no baixo preciso, Jordan Rudess nos teclados atmosféricos e Portnoy na bateria feroz. Sem participações especiais, mas a produção de Petrucci e mixagem de Andy Sneap destacam texturas únicas, como sons de respiração e despertares que bookend o álbum.
Curiosidade: Gravado no DTHQ em Nova York entre fevereiro e julho de 2024, as faixas foram inspiradas em eventos reais, como um caso de assassinato durante sonambulismo em "Dead Asleep". No contexto histórico, lançado no 40º aniversário da banda, Parasomnia é um conceito álbum com graphic novel companheira, recebendo aclamação globalmente

4 de dezembro de 2025

David Bowie - Reality - Released Year 2003

 

Bowie: Reality, o Último Grande Rock do Camaleão!

Reality (2003) é puro art-rock maduro e urgente, uma explosão de guitarras cruas, ritmos nova-iorquinos e letras que cortam como navalha sobre envelhecimento, ilusão e o caos pós-11 de Setembro. Gravado nos Looking Glass Studios com Tony Visconti de volta ao comando – parceria lendária renascida após Heathen –, o álbum soa direto, orgânico e elétrico, com Bowie tocando guitarra, sax, teclados e até Stylophone.
A abertura explosiva "New Killer Star", o hino eterno "Never Get Old", a melancolia devastadora de "The Loneliest Guy", o jazz sombrio de "Bring Me the Disco King" (com Mike Garson brilhando no piano) e covers matadores de "Pablo Picasso" (Modern Lovers) e "Try Some, Buy Some" (George Harrison). A banda é um dream team: Earl Slick, Gerry Leonard, Mark Plati, Gail Ann Dorsey e Sterling Campbell.
"Bring Me the Disco King" era uma sobra rejeitada dos anos 90 (época de Black Tie White Noise) que Bowie resgatou e transformou em obra-prima de 8 minutos! Triste ironia: Reality acabou sendo seu último álbum de estúdio por 10 anos – e um dos mais potentes da fase final.