2.No (2:35)
3.Voodoo Rooster (3:24)
4.Put A Spell On You (3:32)
5.Gospel According To No One (3:00)
6.Dahmers Fridge (2:41)
7.I Don’t Care (3:29)
8.That’s Alright (4:28)
9.Pay The Man (3:12)
10.White Room (5:02)
“A música dá uma alma ao universo, asas à mente, voo à imaginação e vida a todas as coisas.”
O álbum The Tribe – Neil Young Rascals 2023 é uma celebração vibrante do rock clássico, reunindo faixas icônicas que atravessam gerações e continuam a ecoar com força em 2023. Com uma sonoridade que mistura energia crua e melodias envolventes, o disco reafirma a vitalidade de um repertório que marcou a história da música.
Os músicos que participam do álbum The Tribe – Neil Young Rascals 2023 são parte de um coletivo de artistas de Los Angeles, reunindo nomes consagrados e integrantes da banda The Tribe. Entre eles estão guitarristas, baixistas, vocalistas e instrumentistas de destaque que já tocaram com lendas do rock e do soul.
Guitarristas: Grant Geissman (conhecido por seu trabalho com Chuck Mangione) e Fuzzbee Morse (que já colaborou com Lou Reed). Baixo: George Bunnell, integrante original da banda psicodélica Strawberry Alarm Clock. Sopros: Mark Pender e Joe Sublett, ligados à banda de Kenny Wayne Shepherd. Teclados: John “JT” Thomas (Bruce Hornsby, Rita Coolidge) no acordeão e órgão. Harmônica: Stanley Behrens, da banda War.
Destaques: brilham interpretações poderosas de “Cinnamon Girl” e “Like a Hurricane”, que trazem a intensidade característica de Neil Young, além da suavidade nostálgica de “Groovin’”, dos Rascals. A formação reúne músicos experientes que dão nova vida a clássicos, com arranjos que equilibram guitarras elétricas marcantes, vocais cheios de emoção e momentos de improviso que remetem às jam sessions dos anos 70. O resultado é uma fusão sonora que conecta o espírito rebelde do rock com a leveza do soul e do pop psicodélico.
Curiosidade: o projeto nasceu como uma homenagem às raízes do rock norte-americano, resgatando tanto a energia contestadora de Young quanto a vibração positiva dos Rascals. Além disso, faixas como “Rockin’ in the Free World” ganham ainda mais relevância no contexto atual, reafirmando seu papel como hino de resistência e liberdade.
A Intimidade Atemporal de Before and After
Em Before and After, Neil Young mergulha em um formato minimalista e profundamente introspectivo, revisitando sua própria obra com arranjos acústicos contínuos e quase meditativos. O álbum se apresenta como uma suíte única, onde as faixas se conectam sem pausas, criando uma experiência fluida e emocionalmente densa.
Gravado majoritariamente em voz e violão, o disco destaca a interpretação crua e madura de Young, acompanhado por sutis camadas de guitarra elétrica e ambiência.
Faixas como: “I’m The Ocean”, “Burned” e “Comes a Time” ganham novas cores, mais lentas e reflexivas, evidenciando nuances que muitas vezes passam despercebidas nas versões originais. A ausência de banda completa reforça a sensação de proximidade, como se o ouvinte estivesse dentro do estúdio com o artista.
Curiosidade: o álbum foi gravado ao vivo em estúdio, sem edições pesadas, preservando a espontaneidade das execuções. Além disso, o projeto reforça a tradição de Young de revisitar seu catálogo sob novas perspectivas — algo que ele já explorou em diferentes fases da carreira, sempre com resultados surpreendentes.