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30 de dezembro de 2025

Peter Green — In The Skies 1979

 

01. In The Skies — 3:46
02. Slabo Day — 5:07
03. A Fool No More — 7:46
04. Tribal Dance — 4:28
05. Seven Stars — 3:05
06. Funky Chunk — 4:11
07. Just For You — 4:35
08. Proud Pinto — 3:36
09. Apostle — 3:10
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Peter Green Renascendo nas Nuvens: Blues Celestial em "In The Skies"!
Em 1979, Peter Green, o lendário fundador do Fleetwood Mac, retornou triunfante com "In The Skies", um álbum que funde blues rock clássico com toques de funk, jazz e percussão latina, criando uma atmosfera etérea e groovy. Sua guitarra expressiva e vocais soulful brilham em faixas como a hipnótica "In The Skies", com riffs celestiais, e a épica "A Fool No More", de sete minutos de improviso emocionante. Destaques incluem o funk pulsante de "Funky Chunk" e a tribal "Tribal Dance", impulsionadas por congas e bongos.
Banda estelar:  Snowy White na guitarra solo (futuro colaborador de Pink Floyd), Peter Bardens nos teclados (ex-Camel) e uma seção rítmica vibrante com Kuma Harada no baixo e Reg Isidore na bateria. 
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões relaxadas no estúdio de Peter Vernon-Kell, refletindo a recuperação de Green após anos de luta com saúde mental, sem pressões comerciais. 
Detalhe fascinante é o contexto histórico – lançado em uma era de transição do rock, ele marcou o renascimento de Green, influenciando gerações de guitarristas com sua pureza bluesy.

6 de dezembro de 2025

Peter Green - White Sky (1981)

 

01. Time For Me To Go (3:55)
02. Shining Star (3:10)
03. The Clown (6:06)
04. White Sky (Love That Evil Woman) (8:50)
05. It's Gonna Be Me (3:36)
06. Born On The Wild Side (3:02)
07. Fallin' Apart (3:54)
08. Indian Lover (3:36)
09. Just Another Guy (6:06)
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spotify / via: lossless

Peter Green Volta das Cinzas com “White Sky” (1982)
Após quase uma década afastado por problemas mentais e drogas, o fundador do Fleetwood Mac original retornou com este disco intenso e pessoal. Blues-rock cru, psicodelia suave e aquele tom de guitarra inconfundível – menos veloz, mais profundo.
  • Estilo: Blues britânico misturado com hard rock leve, toques indianos e clima quase espiritual.
  • Faixas que marcam:
    • “White Sky (Love That Evil Woman)” – épico de quase 9 minutos com solo hipnótico.
    • “The Clown” – balada dolorosa e atmosférica.
    • “Shining Star” e “Born On The Wild Side” – energia renovada e refrões grudentos.
  • Banda: Peter Green (guitarra/voz), Ronnie Johnson (guitarra), Larry Steele (baixo), Reg Isidore (bateria) e o irmão Mike Green nos teclados/percussão.
  • Curiosidade: Gravado em apenas 10 dias nos estúdios Surrey, com produção do próprio Peter – tudo ao vivo, quase sem overdubs.
  • Contexto histórico: Primeiro álbum completo após o colapso psicológico de 1971; marcou o lento (e corajoso) regresso de um dos maiores guitarristas britânicos de todos os tempos.
Um disco subestimado, mas essencial para quem entende que o verdadeiro blues também pode ser cura.

13 de novembro de 2025

Peter Green — Little Dreamer 1980

 

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Little Dreamer: O Renascimento Blues de Peter Green
Little Dreamer (1980), retorno triunfal de Peter Green – o arquiteto do som inicial do Fleetwood Mac – após batalhas pessoais. Seu slide guitar etéreo e harmonica soulful tecem um tapete sonoro cru e introspectivo, com Ronnie Johnson nas rítmicas afiadas, Roy Shipston no órgão hipnótico, Paul Westwood no baixo firme, e Dave Mattacks (Fairport Convention) na bateria impecável, salpicado pela percussão exótica de Morris Pert e vocais gospel de Carol Ingram e Pam Douglas.
"Loser Two Times" arranca com riffs viciantes, e a cover explosiva de "Born Under A Bad Sign" (Albert King) condensa blues em 2:54 de genialidade. "Little Dreamer" se estende por sete minutos de jam onírica, enquanto "Baby When The Sun Goes Down" brilha com pianos delicados de Dave Wilkey e baixos rotativos de John Edwards e Kuma Harada. Green gravou em sessões londrinas ao amanhecer, inspirado por visões noturnas que ditavam melodias espontâneas, sob produção de Peter Vernon-Kell. No pós-disco dos 80, foi um antídoto roots para fãs de Clapton, ecoando o blues britânico que moldou o rock.

12 de outubro de 2025

Peter Green , Bob Hall , Danny Kirwan, Bob Brunning, Mick Fleetwood, Jo-Ann Kelly, Dave Kelly - Rarities 1990

 

1. Ride With Your Daddy Tonight (3:32)
2. Simple Simon (2:14) (Bob Brunning: Vocals)
3. Uranus (Take One) (2:35)
4. It Takes Time (3:33) (Peter Green: Vocals)
5. If You Let Me Love You (6:59) (Peter Green: Vocals)
6. Uranus (Take Two) (3:17)
7. Own Up (2:47)
8. Somebody Watchin' Me (2:56)
9. Baby What You Want (4:00)
10. Street Walkin' Blues (3:17)
11. Hard Work (4:18)
12. Too Late For That Now (4:53) (Jo-Ann Kelly, Dave Kelly: Vocals)
13. Funky Money (5:43) (Dave Kelly: Vocals)
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via: yardraw

Raridades do Blues Britânico: Peter Green e a Geração de Ouro

Rarities é uma fascinante compilação que nos leva de volta às raízes do blues-rock britânico. Este álbum de 1990 (Appaloosa – AP 052-2) reúne gravações raras e inéditas de gigantes como Peter Green (Fleetwood Mac) e Danny Kirwan, ao lado de talentos como Bob Hall, Bob Brunning, Mick Fleetwood, e a dupla vocalista Jo-Ann e Dave Kelly.

O estilo é um blues elétrico cru e autêntico, que ressoa com a alma do Chicago Blues e Texas Blues. Os destaques incluem a poderosa performance vocal de Green em "If You Let Me Love You" e as duas versões instrumentais de "Uranus", que mostram a destreza da banda.

Uma curiosidade é que o álbum contém material da fase inicial do Fleetwood Mac, com Brunning no baixo antes de John McVie, e colaborações cruciais do Brunning Sunflower Blues Band. O álbum serve como um documento histórico, sendo frequentemente rotulado como "As Raízes do Fleetwood Mac".