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1 de fevereiro de 2026

Lauren Glick - Me 2025

 

01. Free
02. Perfectly Capable
03. I'm onto You
05. Me
06. I'm Lonely
07. Poor Boy
08. Don't Let the Rain In
09. Little White Lies
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Lauren Glick: "Me" 
Em seu álbum "Me", lançado em 2025, a talentosa Lauren Glick, formada no Berklee College of Music, entrega um pop soulful com toques de rock e influências broadwayanas, inspirado em ícones como Aimee Mann e Pat Benatar. As letras sinceras e vocais passionais exploram temas de amor, perda e autodescoberta, com arranjos ricos em baixo e piano que evocam emoção crua.]Destaques: "Free", que abre com energia libertadora, "Dangerously in Love", um hino romântico intenso, e a faixa-título "Me", um reflexo introspectivo e minimalista. A banda, com músicos locais como Bobby Malaby e Ted Gelenis, adiciona groove autêntico, sem grandes participações especiais, mas com uma coesão orgânica.
Curiosidade: o álbum surgiu do processo de reconstrução criativa após a morte de seu mentor e parceiro Mike Armstrong em 2016, misturando covers clássicos com originais para honrar seu legado. Outro detalhe fascinante é o contrato recente com a Spectra Music Group, impulsionando sua carreira global, com faixas disponíveis no Spotify e YouTube.

26 de janeiro de 2026

Santana - Ultimate Santana (2007)

 

01. Into the Night (featuring Chad Kroeger) [3:42]
02. Smooth (Radio Edit, featuring Rob Thomas) [4:56]
03. Maria Maria (featuring The Product G&B) [4:21]
04. This Boy's Fire (featuring Jennifer Lopez & Baby Bash) [3:30]
05. She's Not There [4:09]
06. Black Magic Woman [3:16]
07. The Game of Love (featuring Michelle Branch) [4:14]
08. Samba Pa Ti [4:45]
09. Evil Ways [3:56]
10. Put Your Lights On (featuring Everlast) [4:46]
11. CorazA.n Espinado (featuring ManA.) [4:36]
12. Why Don't You & I (featuring Alex Band of The Calling) [3:51]
13. Just Feel Better (featuring Steven Tyler) [4:12]
14. Europa (Earth's Cry Heaven's Smile) [5:06]
15. No One to Depend On [5:34]
16. Oye Como Va [4:18]
17. Interplanetary Party [4:07]
18. The Game of Love (featuring Tina Turner) [4:21]
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spotify / via: avxhome



Santana Eterno: "Ultimate Santana" – Uma Explosão de Hits e Duetos Inesquecíveis!
Som icônico de Santana com "Ultimate Santana", compilação lançada em 2007 que mistura rock latino, blues e fusões pop, abrangendo clássicos dos anos 60 aos sucessos modernos. Carlos Santana, o mestre da guitarra com sua assinatura vibrante e percussiva, brilha em 18 faixas que capturam sua essência global e energética.
Destaques: "Smooth" (com Rob Thomas), "Maria Maria" (com The Product G&B) e "The Game of Love" (versões com Michelle Branch e Tina Turner). Os duetos estelares com Chad Kroeger em "Into the Night", Jennifer Lopez e Baby Bash em "This Boy's Fire", e Steven Tyler em "Just Feel Better" adicionam frescor pop, enquanto clássicos como "Black Magic Woman", "Oye Como Va" e "Samba Pa Ti" evocam a raiz latina e roqueira.
Curiosidade: o álbum inclui três gravações inéditas, como "Interplanetary Party", criadas para unir eras, com Santana priorizando colaborações que revitalizassem seu legado. Detalhe extra: estreou em 8º na Billboard 200, celebrando o renascimento da banda pós-"Supernatural", influenciando gerações de músicos com sua fusão cultural inovadora!

21 de janeiro de 2026

Eddie Subtitle And The Rocking Horse People - Kaleidoscope Eyes (2015)

 




Olhos Caleidoscópicos: A Viagem Psicodélica de Eddie Subtitle
Lançado em 2015, Kaleidoscope Eyes do Eddie Subtitle and the Rocking Horse People é uma joia do pop psicodélico que transporta os ouvintes para uma era de experimentações sonoras vibrantes. Com influências claras dos anos 60, o álbum mescla riffs de guitarra hipnóticos, melodias cativantes e letras introspectivas, criando um som único que evoca Beatles e Byrds, mas com um toque moderno e autêntico.
Destaques: "I'll Cry Tomorrow", uma balada emocionante com harmonias etéreas que se destaca pela profundidade emocional, e "Love Me Tender", uma releitura delicada do clássico de Elvis Presley, reinventada com camadas psicodélicas. Outras pérolas são "Onion Tears", que abre o disco com energia contagiante, e "Don't Bother Me", cover dos Beatles com arranjos inovadores. A banda, liderada pelo carismático Eddie Subtitle, conta com músicos talentosos de Reno, Nevada, trazendo participações especiais em backing vocals que enriquecem a textura sonora.
Curiosidade: o álbum foi gravado em um estúdio caseiro durante noites insones, inspirado por visões "caleidoscópicas" de Subtitle após maratonas de discos clássicos. Outro detalhe fascinante é seu contexto na cena indie local de 2015, quando foi eleito uma das top músicas originais pela Reno Gazette Journal, impulsionando a banda para festivais regionais.

6 de janeiro de 2026

Paul McCartney & Wings - Red Rose Speedway (1973)


1. Big Barn Bed (3:49)
2. My Love (4:06)
3. Get On The Right Thing (4:15)
4. One More Kiss (2:29)
5. Little Lamb Dragonfly (6:18)
6. Single Pigeon (1:53)
7. When The Night (3:36)
8. Loup (1st Indian On The Moon) (4:22)
9. Medley a - Hold Me Tight (2:23)
10. Medley b - Lazy Dynamite (2:49)
11. Medley c - Hands Of Love (2:13)
12. Medley d - Power Cut (3:50)
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A Rosa Vermelha do Rock: O Renascimento de McCartney com os Wings!
"Red Rose Speedway" (1973), segundo álbum de Paul McCartney & Wings, é uma explosão de pop-rock melódico, com toques de baladas românticas e energia roqueira que ecoam o legado beatle. O estilo mistura harmonias cativantes, orquestrações leves e sintetizadores como Mellotron e Moog, criando um som "plump" e envolvente, perfeito para quem ama melodias inesquecíveis.
Destaques: "My Love", uma balada sentimental que dominou as paradas, a sonhadora "Little Lamb Dragonfly" com sua atmosfera etérea, e o épico medley final de 11 minutos ("Hold Me Tight/Lazy Dynamite/Hands Of Love/Power Cut"), inspirado no de "Abbey Road". 
Banda: Paul nos vocais, baixo e multi-instrumentos, Linda nos teclados e vocais, Denny Laine nas guitarras, Henry McCullough no lead guitar e Denny Seiwell na bateria. Participações especiais? Guitarristas convidados como Hugh McCracken e David Spinozza, além de arranjos orquestrais de Richard Hewson.
Curiosidade: o álbum foi planejado como duplo, incluindo faixas antigas de "Ram", mas a EMI insistiu em reduzi-lo a um LP só, levando o produtor Glyn Johns a abandonar as sessões por desentendimentos com McCartney. No contexto histórico, lançado pós-Beatles em meio a greves no Reino Unido, o disco subiu ao topo das paradas nos EUA apesar de críticas mistas, marcando o renascimento comercial de Paul e pavimentando o caminho para "Band on the Run".

3 de janeiro de 2026

Carole King - Tapestry (1971)

 

1 - I Feel the Earth Move
2 - So Far Away
3 - It's Too Late
4 - Home Again
5 - Beautiful
6 - Way Over Yonder
7 - You've Got a Friend
8 - Where You Lead King
9 - Will You Love Me Tomorrow?
10 - Smackwater
11 - Tapestry
12 - (You Make Me Feel Like) A Natural Woman
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spotify / via: aguarmartin

Tapestry de Carole King: O Clássico que Redefiniu a Alma da Música nos Anos 70!
Lançado em 10 de fevereiro de 1971, Tapestry catapultou Carole King de compositora brilhante para superstar solo, vendendo mais de 25 milhões de cópias mundialmente e se tornando o álbum mais vendido por uma artista feminina por 25 anos. Com um estilo que une folk introspectivo, pop acessível e soft rock emocional, o disco destaca o piano virtuoso de King e arranjos orgânicos, criando uma sonoridade íntima e atemporal. Faixas inesquecíveis incluem o terremoto roqueiro de "I Feel the Earth Move", a saudade de "So Far Away" e "It's Too Late", além do hino de lealdade "You've Got a Friend". Covers magistrais como "Will You Love Me Tomorrow?" e "(You Make Me Feel Like) A Natural Woman" ganham nova vida com sua voz autêntica.
Participações estelares elevam o som: James Taylor na guitarra acústica e vocais, Joni Mitchell nos backing vocals, e músicos como o baixista Leland Sklar e o baterista Russ Kunkel na rítmica precisa. 
Curiosidade: o álbum foi gravado em apenas três semanas nos estúdios A&M, em janeiro de 1971, capturando uma espontaneidade viva com custo baixo. No contexto histórico, Tapestry inaugurou a era dos cantores-compositores, empoderando mulheres na música pós-Beatles e ganhando quatro Grammys, incluindo Álbum do Ano.