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25 de junho de 2026

Jim Capaldi – 1980 The Sweet Smell Of Success (2012)

 

1. Hold On To Your Love (Jim Capaldi) (3:56)
2. Take Me How You Find Me Girl (Jim Capaldi) (4:18)
3. The Sweet Smell Of Success (Jim Capaldi/Pete Bonas) (5:18)
4. Every Man Must March To The Beat Of His Own Drum (Jim Capaldi) (5:52)
5 Tonight (Jim Capaldi) (5:15)
6 The Low Spark Of High Heeled Boys (Jim Capaldi/Steve Winwood) (5:20)
7 Fortune And Fame (Jim Capaldi/Fruit Hill) (3:37)
8 Man With No Country (Jim Capaldi/Misha Cipra) (4:06)
9 Going Home (Jim Capaldi/Steve Winwood) (4:40)
Bonus Tracks:
10 Bathroom Jane (Jim Capaldi/Pete Bonas) (b-side of single Carrere 167 (p) 1980) (9:19)
11 Summertime (recorded during sessions for “The Sweet Smell Of Success”) (4:57)
12 I Was Meant For You (Jim Capaldi/Pete Bonas) (recorded during sessions for “The Sweet Smell Of Success”) (4:35)
13 Rowena (home demo) (4:31)
14 Kiss (home demo) (2:38)
15 The Palace Of Fun (home demo) (4:58)
16 It’s In Your Eyes (home demo) (3:21)
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O Doce (e Amargo) Cheiro do Sucesso: Jim Capaldi Acende o Rock com Fogo Latino em 1980!
Jim Capaldi, o lendário baterista e compositor do Traffic, lançou em 1980 “The Sweet Smell of Success”, agora relançado em edição expandida e remasterizada de 2012 pela Esoteric Recordings — a primeira vez em CD com faixas bônus imperdíveis. O álbum equilibra pop mellow e hard rock amargo, incorporando influências latinas vindas da residência do artista no Brasil.
Com Capaldi na voz, bateria e produção (ao lado de Phil Brown), Pete Bonas na guitarra, Mel Collins nos metais e flauta, Chris Parren nos teclados e uma base rítmica afiada, o disco explode em momentos marcantes: a versão folk de “The Low Spark Of High Heeled Boys” (o clássico co-escrito com Steve Winwood), o contagiante “Hold On To Your Love” e “Man With No Country”, que traz grooves latinos irresistíveis. A instrumentação mistura bateria potente, riffs cortantes, metais expressivos e arranjos de cordas, criando uma fusão vibrante de pop suave, rock cru e toques funk.
Gravado nos estúdios Super Bear (Nice) e Rüssl (Hamburgo), o álbum reflete a transição de Capaldi após o Traffic. A reedição de 2012 ainda traz b-sides, takes de sessão inéditos e demos caseiras, revelando o lado mais cru e íntimo desse tesouro semi-esquecido.

29 de março de 2026

Hubert Sumlin & Carey Bell - Gamblin' Woman! 1980

 

A1. Blues For Chester
A2. Jammin' The Blues
A3. Gamblin' Woman
A4. Hubert's 1980 Blues
A5. Nineteen Years Old
B1. Brought Up The Hard Way
B2. Blues On Blues
B3. My Baby Is Gone
B4.  Lonesome Blues
B5. Blues In My Heart
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Hubert Sumlin & Carey Bell: Gamblin’ Woman – Chicago Blues Cru e Implacável em Sessão Lendária!
Lançado em 1980 pela gravadora alemã L+R Records, Gamblin’ Woman! é um encontro explosivo entre dois gigantes do blues de Chicago: Hubert Sumlin, o icônico guitarrista de Howlin’ Wolf, na guitarra acústica e vocais, e Carey Bell, um dos maiores harpistas da história, na harmônica e voz. Gravado em apenas um dia — 22 de janeiro de 1980 — no Odyssey Sound Studio, o álbum foi capturado ao vivo, sem overdubs, multitrack ou edições: puro feeling e química espontânea.
O som é cru, íntimo e visceral, com swing clássico de Chicago. Destaques absolutos: a faixa-título “Gamblin’ Woman” (com participação especial de Sunnyland Slim no piano e Sumlin na guitarra elétrica), “Hubert’s 1980 Blues”, “Jammin’ The Blues”, “Nineteen Years Old” e o fechamento poderoso em “Blues In My Heart”.
Curiosidade: tudo foi equilibrado diretamente no estúdio, preservando a energia autêntica da dupla — algo raro para a época.Um tesouro imperdível do blues tradicional! Depois, mergulhe em About Them Shoes de Sumlin e nos álbuns solo de Carey Bell.

18 de janeiro de 2026

Itamar Assumpção - Beleléu e Banda Isca de Polícia 1980 (1998)

 

1. Vinheta I (0:32)
2. Luzia (Itamar Assumpção) 4:21
3. Fon fin fan fin fun (Older Brigo, Itamar Assumpção) 2:22
4. Fico louco (Itamar Assumpção) 5:16
5. Aranha (Rondó, Arrigo Barnabé, Neusa Pinheiro Freitas) 1:14
6. Se eu fiz tudo (Marcio Werneck, Itamar Assumpção) 3:52
7. Vinheta II (0:39)
8. Baby (Itamar Assumpção) 3:46
9. Embalos (Itamar Assumpção) 3:26
10. Nega música (Itamar Assumpção) 2:10
11. Beijo na boca (Itamar Assumpção) 2:23
12. Vinheta radiofônica (1:22)
13. Nego Dito (Itamar Assumpção) 4:31
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Itamar Assumpção: Beleléu, Leléu, Eu – O Caos Criativo que Definiu a Vanguarda Paulista!
"Beleléu, Leléu, Eu", álbum de estreia de Itamar Assumpção com a Banda Isca de Polícia, lançado em 1980 e relançado em 1998, é um marco da cena underground de São Paulo. Fundindo rock experimental, samba distorcido, jazz livre e letras poéticas cheias de ironia, o disco exala rebeldia com arranjos imprevisíveis e a voz magnética de Itamar, que navega entre o teatral e o visceral.
Pontos altos: "Fico Louco", um turbilhão rítmico com percussão pulsante e guitarras cortantes; "Nega Música", minimalista e introspectiva; e "Nego Dito", com baixo groovy de Kiko e guitarra afiada de Jean. Itamar domina como multi-instrumentista (voz, baixo, guitarra, percussão, violão, acordeão, bateria, piano), apoiado por talentos como Paulo Barnabé na bateria, Rondó na guitarra e Luís nos teclados. Vinhetas radiofônicas adicionam um toque narrativo único, como colagens sonoras.
Curiosidade: A gravação ocorreu em estúdios precários de SP, com sessões improvisadas que viravam happenings artísticos, capturando a essência espontânea da banda. Outro detalhe intrigante: Em plena regime militar, o álbum simbolizou resistência cultural, influenciando nomes como Arrigo Barnabé (coautor de "Aranha" e irmão de Paulo).

17 de novembro de 2025

Deodato - Night Cruiser - 1980

 


A1 - Night Cruiser (David Bravo, Eumir Deodato)
A2 - East Side Strut
 (Eumir Deodato, Sergio Dias, Van Gibbs)
A3 - Skatin'
 (David Bravo, Renaud White)
B1 - Uncle Funk
 (Eumir Deodato, Jamil Joanes)
B2 - Love Magic
 (David Bravo)
B3 - Groovitation
 (Eumir Deodato)
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Deodato Acelera o Groove em Alta Velocidade
Night Cruiser, o álbum de 1980 de Eumir Deodato que funde jazz-funk instrumental com batidas disco e boogie dançantes, criando grooves épicos e orquestrais cheios de teclados elétricos pulsantes, horns afiados e ritmos irresistíveis – um som que evoca noites urbanas dos anos 80.
O título "Night Cruiser" (6:15), um cruzeiro syncopado com flautas sedutoras; "Uncle Funk" (6:28), remake flamejante de "Mr Funk Samba" da Banda Black Rio, impulsionado por Ray Gomez na guitarra e Jon Faddis na trompete; e "Skatin'" (5:17), suave como patins no asfalto, com David Bravo nos teclados. Não perca "Love Magic" (4:35), puro encanto R&B. Deodato lidera nos Rhodes e Moog, com participações estelares como Ronald Bell (Kool & The Gang) nos horns e Jimmy Maelen na percussão.
Gravado de fevereiro a junho no House of Music Studios, em New Jersey, o disco captura sessões estendidas que misturaram improvisos ao vivo com arranjos precisos. Lançado no crepúsculo do disco, Deodato – fresh de hits produzidos para Kool & The Gang – reinventa o funk com toques fusion, provando sua maestria eterna.

13 de novembro de 2025

Peter Green — Little Dreamer 1980

 

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Little Dreamer: O Renascimento Blues de Peter Green
Little Dreamer (1980), retorno triunfal de Peter Green – o arquiteto do som inicial do Fleetwood Mac – após batalhas pessoais. Seu slide guitar etéreo e harmonica soulful tecem um tapete sonoro cru e introspectivo, com Ronnie Johnson nas rítmicas afiadas, Roy Shipston no órgão hipnótico, Paul Westwood no baixo firme, e Dave Mattacks (Fairport Convention) na bateria impecável, salpicado pela percussão exótica de Morris Pert e vocais gospel de Carol Ingram e Pam Douglas.
"Loser Two Times" arranca com riffs viciantes, e a cover explosiva de "Born Under A Bad Sign" (Albert King) condensa blues em 2:54 de genialidade. "Little Dreamer" se estende por sete minutos de jam onírica, enquanto "Baby When The Sun Goes Down" brilha com pianos delicados de Dave Wilkey e baixos rotativos de John Edwards e Kuma Harada. Green gravou em sessões londrinas ao amanhecer, inspirado por visões noturnas que ditavam melodias espontâneas, sob produção de Peter Vernon-Kell. No pós-disco dos 80, foi um antídoto roots para fãs de Clapton, ecoando o blues britânico que moldou o rock.