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4 de julho de 2026

R.J. Archer & The Painful Memories – Infernow 2026

 

1. I Can’t Abide (03:00)
2. Bad Vibes (04:22)
3. Circle of Wolves (02:34)
4. Grey Skies Soon Turn to Blue (03:29)
5. Rope Bridge (02:53)
6. Rock & Roll Nobody (02:07)
7. The Death of a Dream (02:40)
8. Villains Like Glamour (02:02)
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O Rock Bruto que Nasceu em Menos de 20 Horas e Já Está Incendiando Tudo!
R.J. Archer & The Painful Memories acabam de lançar Infernow, seu quarto álbum de rock cru e imediato. Com Richard Archer na guitarra e vocais, ao lado de Roger James no baixo e Marc Ritchie na bateria, a banda entrega um som cru, energético e cheio de atitude, enraizado no blues rock com influências de hard rock e punk.
O trio brilha especialmente em “I Can’t Abide”, que abre com riff funky e bateria urgente, e em “Rock & Roll Nobody”, o corte mais pesado e punk da coleção. “The Death of a Dream” destaca-se pelos vocais potentes e batida pounding, enquanto o disco inteiro captura grooves roqueiros, momentos stripped-back e uma energia ao vivo “tight-but-loose” que parece ter sido gravada direto no palco.
Gravado em apenas uma tarde de janeiro de 2026 no Half Ton Studio e mixado em uma tarde de março (todo o processo em menos de 20 horas), Infernow prioriza o feeling espontâneo sem truques de estúdio. O fio condutor é a frustração com o mundo atual — intolerância, mentiras e egos inflados —, embalado por uma arte flamejante que combina perfeitamente com o título “8 canções de inferno ordinário”.

16 de abril de 2026

Top Jimmy and The Rhythm Pigs – Pigus Drunkus Maximus 1987 (2026)

 

A1. Dance With Your Baby 3:35
A2. Eleven Months And Twenty-Nine Days 2:41
A3. Homework 2:48
A4. Obviously Five Believers  2:16
A5. Hole In My Pocket 3:07
A6. Spanish Castle Magic  3:28
B1. Do The Do 3:01
B2. Framed  3:15
B3. Workingman's Blues  2:24
B4. Backroom Blues  3:31
B5. Ballad Of A Thin Man  5:30
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Pigus Drunkus Maximus: o retorno explosivo dos Rhythm Pigs

Quase quatro décadas depois de seu lançamento original, Pigus Drunkus Maximus (1987) ressurge em 2026 totalmente remasterizado, trazendo de volta o som cru e incendiário de Top Jimmy and The Rhythm Pigs, ícones da cena underground de Los Angeles. Misturando R&B, punk e blues elétrico, o álbum é um verdadeiro mergulho na intensidade da época.

Top Jimmy, com sua voz rasgada e presença carismática, se une ao guitarrista Carlos Guitarlos para faixas que ainda soam urgentes: “Dance With Your Baby” abre com energia contagiante, “Spanish Castle Magic” mostra a veia psicodélica da banda, e a versão brutal de Dylan em “Ballad of a Thin Man” fecha como um soco certeiro.

Curiosidade: o disco foi gravado em 1981, mas só ganhou vida em 1987, lançado pelo selo de Steve Wynn (Dream Syndicate). Entre os fãs declarados estavam David Lee Roth e Tom Waits, que viam nos Rhythm Pigs a quintessência do rock sujo e autêntico da cena californiana.

Agora, remasterizado pela East of Lincoln Productions e Blind Owl Records, Pigus Drunkus Maximus é mais que um resgate histórico: é um convite para sentir a fúria e a alma de uma banda cult.


26 de março de 2026

Tedeschi Trucks Band – Future Soul (2026)

 

1. Crazy Cryin’ (3:31)
2. I Got You (4:20)
3. Who Am I (4:56)
4. Hero (4:12)
5. What In The World (2:59)
6. Future Soul (3:19)
7. Under The Knife (3:32)
8. Be Kind
10. Shout Out
11. Ride On
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Tedeschi Trucks Band Reinventa o Soul em  2026
A Tedeschi Trucks Band chega ao sexto disco de estúdio com uma guinada ousada e irresistível. Produzido por Mike Elizondo (responsável por hits de Eminem e Twenty One Pilots), Future Soul (2026) troca os longos improvisos psicodélicos por refrões radio-friendly, hooks pop e uma energia mais direta — sem jamais perder a alma sulista e o groove que definem o grupo.
Susan Tedeschi entrega performances incendiárias em “Crazy, Cryin’” (funky e dançante), na soul introspectiva “Who Am I” e na quase punk “Hero”. Derek Trucks, mais contido no slide e mais agressivo no picking convencional, brilha com solos flamejantes na Flying V de 1958 da faixa-título e no blues pesado de “Devil Be Gone”, de Gabe Dixon. Mike Mattison ainda rouba a cena em “Under the Knife”, um hino ao rock’n’roll puro.
Curiosidade: depois do álbum introspectivo I Am the Moon, a banda quis criar algo “outward-oriented” e, pela primeira vez, abriu espaço para compositores externos — o que trouxe frescor e até uma pitada de punk que Susan Tedeschi tanto citou.
Com produção cristalina para um ensemble de 12 músicos e apenas duas faixas medianas em onze, Future Soul é o trabalho mais redondo e acessível da carreira. Se você curte soul com atitude, Allman Brothers e Delaney & Bonnie, este é o disco do ano.